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Ciências, universidade, tecnologia, educação, cultura e atualidades, o Jornal da USP em sua versão podcast
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Nosso verão começa no dia 21 de dezembro e termina no dia 20 de março. Ele traz sol, praia e um problema recorrente nas regiões sul e sudeste do Brasil: inundações, enchentes e deslizamentos de encostas. Saber quando as chuvas irão ocorrer e formas sustentáveis de adaptar as cidades impulsionaram projetos e pesquisas de muitos docentes da USP, que buscam formas inovadoras de monitoramento e previsão.  O CiAdapta, iniciativa coordenada pela Gabriela di Giulio, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da USP, estuda como as mudanças climáticas impactam a vida das grandes cidades. Já o Professor Carlos Augusto Morales Rodriguez, do departamento de Ciências Atmosféricas do IAG, Instituto de Astronomia,  Geofísica, Ciências Atmosféricas da USP, desenvolveu o projeto ClimaOnline, que faz o monitoramento de chuvas em diferentes pontos do Estado de São Paulo. O monitoramento de chuvas por parte de pesquisadores da USP está ficando cada vez mais amplo com a u
O podcast Saúde sem Complicações desta semana recebe o professor Luiz Fernando Manzoni Lourençone, do curso de medicina  Faculdade de Odontologia (FOB) da USP em Bauru, chefe da Seção de Implante Coclear e Presidente da Comissão de Residência Médica (COREME) do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP, para falar de deficiência auditiva.  Lourençone afirma que a deficiência auditiva tem impacto muito significativo na vida dos pacientes, prejudicando a comunicação e as atividades cotidianas dessas pessoas. Esse fato, alerta o professor, reforça ainda mais a necessidade de medidas de saúde pública, trabalhistas e educacionais sobre o problema. Segundo o professor, a deficiência auditiva é bastante comum; a incidência na população é de aproximadamente 5% a 10% e pode ocorrer por diversos fatores como excesso de ruídos, malformações, infecções, traumas, inflamações e até mesmo doenças do cotidiano num grau bastante elevado como diabete e hipertensão. Doe
No Momento Sociedade desta semana o assunto abordado foram as eleições nos Estados Unidos e a repercussão mundial. Já começaram as primárias para a escolha do representante do partido Democrata que enfrentará o presidente Donald Trump, republicano que tenta a reeleição depois do processo de impeachment rejeitado no Senado. José Luiz Portella, doutorando pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, analisa que tudo aponta para uma eleição apertada, embora com favoritismo de Trump até agora. “A grande discussão é quem tem condições de derrotar Trump”, afirma Portella. Hoje o grande problema dentro do partido Democrata é a divisão entre os moderados, representados por Pete Buttigieg e Amy Klobuchar, que somados superam os votos de Bernie Sanders e Elisabeth Warren, candidatos mais à esquerda. Joe Biden caiu muito no interesse do eleitorado desde o início das primárias. Sanders disputa com Buttigieg pelo maior número de delegados, mas com uma margem p
Nos dias 15 e 16 de fevereiro de 2020, o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), concluiu a audição das seis sonatas em trio para órgão do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750). Foram exibidas a Sonata em Trio em Dó Maior (BWV 529) e a Sonata em Trio em Sol Maior (BWV 530). As outras quatro peças desse conjunto foram mostradas nos dois programas anteriores. O programa apresentou também a cantata Ihr Tore zu Zion, “Ó, portões de Sião” (BWV 193). Apresentada pela primeira vez em 25 de agosto de 1727 na cerimônia de posse do conselho municipal de Leipzig – evento que ocorria anualmente -, essa cantata não foi preservada na íntegra. Ela foi reconstruída algumas vezes no século 20 por especialistas na obra de Bach como Ton Koopman, Michael Radulesco e Alan Dergal Rautenberg. A versão ouvida no programa foi feita por Reinhold Kubik, em 1983. Manhã com Bach é transmitido pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no
No Momento Odontologia desta semana o tema é clareamento dental. O professor Rafael Francisco Lia Mondelli, titular do Departamento de Dentística, Endodontia e Materiais Odontológicos da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, explica quais as vantagens e cuidados do procedimento.  Segundo o professor não existe restrição para a realização de clareamento para a grande maioria da população, a exceção é para grávidas ou mulheres que estão amamentando. E, ainda, para pacientes com dentina exposta e com sensibilidade cervical, além de pacientes que se submeteram a quimioterapia, radioterapia, ou com histórico de câncer. O professor fala ainda das opções de tratamento que incluem procedimentos caseiros e feitos em consultório. Ainda assim, todas as indicações devem ser feitas com a supervisão do cirurgião-dentista. Confira o podcast na íntegra com reportagem de Rosemeire Talamone.   Momento OdontologiaO Momento Odontologia vai ao ar na Rádio USP todas as segundas-feiras, às 8h05 –
Com a chegada do Carnaval é preciso relembrar da mononucleose, popularmente conhecida como a doença do beijo, cujo vírus causador pertence à mesma família dos vírus da herpes. A doença é geralmente transmitida pela saliva, transfusão de sangue e por objetos contaminados. Os sintomas nem sempre se manifestam, porém dores de garganta, fadiga, febre e inchaço das amígdalas então entre eles.  O feriado de Carnaval costumeiramente arrasta milhões de foliões pelo País, seja nos blocos de rua ou nos desfiles das escolas de samba. A busca pela diversão é comum aos participantes. Mas, além da preocupação mundial causada pela epidemia do Covid-19, é preciso se atentar também à doença do beijo. No Pílula Farmacêutica desta semana, a repórter Rita Stella conversou com a acadêmica Kimberly Fuzel, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP de Ribeirão Preto, sobre a mononucleose, a doença do beijo, comum entre jovens de 15 a 25 anos. Ouça acima o podcast na íntegra. Pílula Farmacêutica PÍLULA
Como uma das maiores cidades do mundo, São Paulo é também uma das mais iluminadas. De acordo com dados do site do Departamento de Iluminação Pública, a capital tem cerca de 560 mil lâmpadas, distribuídas por uma rede que cobre uma extensão de aproximadamente 17 mil km. No entanto, nem sempre essa vasta estrutura de iluminação é positiva para a cidade e para seus habitantes. Por isso, o Momento Cidade desta semana buscou responder a pergunta: você sabe o que é poluição luminosa? “A poluição luminosa é toda iluminação artificial utilizada inadequadamente, utilizada de uma maneira outra que não para o seu objetivo principal”, explica Tania Dominici, astrofísica formada na USP e, atualmente, pesquisadora do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. A especialista é autora de um blog dedicado ao assunto. Em entrevista, ela comenta pesquisas que apontam os malefícios da quantidade excessiva de iluminação artificial nas grandes cidades. “As pesquisas cien
Ter um ensino de qualidade no Brasil passa, principalmente, pela formação do professor. O USP Analisa exibe nesta semana o segundo programa especial sobre o cenário atual da educação no País, que vai discutir esse tema com o titular da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, Mozart Neves Ramos. Ele explica que a formação do professor terá uma base nacional específica, elaborada a partir da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). “Quem forma o aluno é o professor, então o professor precisa estar preparado para colocar em prática a BNCC. Por essa razão, em 2019, o Conselho Nacional da Educação, em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), universidades públicas e particulares e diversas instituições vinculadas à área de educação, estabeleceu um parecer e uma resolução da Base Nacional Comum para a Formação Inicial dos Professores, que está alinhada com a BNCC. A ideia inicial foi homologada pelo Minist
Nesta edição, conversamos com a professora Arlete Cavaliere, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Ela organizou os livros Clássicos do Conto Russo e Antologia do Humor Russo e fala um pouco sobre o estudo da literatura russa e o que a motivou a abordar o universo do conto. Apresentação: Gilberto Rocha Júnior Produção: Marcello Bittencourt E-mail: ouvinte@usp.br
Nos esportes de alto rendimento, não se vive apenas de glórias, conquistas, medalhas. “Mesmo entre esses atletas, existe o mal-estar, seja psicológico, físico, social, ou uma mescla de diversos aspectos”, descreveu o psicólogo Fábio Menezes dos Anjos. Ele foi o autor da pesquisa de mestrado Psicanálise e esporte: o mal-estar na carreira de atletas profissionais, apresentada no Instituto de Psicologia (IP) sob orientação do professor Ivan Ramos Estevão. Convidado desta quinta-feira (13) no podcast Os Novos Cientistas, Menezes descreveu um pouco sobre como conduziu seu estudo. O objetivo da pesquisa foi utilizar o referencial teórico da psicanálise para investigar de que maneiras a dinâmica do esporte de alto rendimento conduz aqueles que se envolvem em uma carreira como atletas ao mal-estar. Trata-se, como disse o autor, de uma pesquisa que poderá servir como base para outros estudos. “Eu não estudei nenhuma modalidade esportiva ou casos isolados. E também não houve u
Nesta edição do podcast Saúde sem Complicações, o professor Ricardo de Carvalho Cavalli, do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, fala sobre pré-eclâmpsia. Especialista em ginecologia e obstetrícia e medicina fetal pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), Cavalli explica fica caracterizada a pré-eclâmpsia quando há o aumento da pressão arterial durante a gravidez; geralmente, após mais de 20 semanas de gestação.  O professor alerta para o fato de ser essa uma questão de grande importância para as mulheres grávidas e também para as que pretendem engravidar. E, adianta os sintomas mais comuns: inchaço da face e das pernas, dores de cabeças intensas e visão embaçada. Esse quadro, de hipertensão na gravidez, pode comprometer a saúde da mãe, do bebê, o andamento do parto e, em casos mais graves, levar à morte tanto a gestante quanto o feto. Cavalli esclarece também que a classificação da
“O que está acontecendo em São Paulo não é a primeira vez e as causas já foram muito debatidas”, afirma José Luiz Portella no Momento Sociedade desta semana. Ele tem experiência no assunto já que foi secretário estadual de Transportes Metropolitanos e de Serviços e Obras da Prefeitura de São Paulo. Ele analisa que a primeira causa do problema é a falta de planejamento, já que “somos um país imediatista, um país que quer resolver tudo com uma canetada no momento da crise, aí aquilo passa, não se aceita um estudo mais profundo”. Portella explica que o que vimos nesta segunda-feira, 10 de fevereiro, em São Paulo foi a acumulação da água, sem meios para escoamento. Para ele, nem todas as causas são antrópicas, ou seja, causadas pelo homem, elas são intensificadas pelo processo de urbanização desordenado que só continua, além das causas naturais, como as chuvas muito acima do normal. Há também causas históricas para esse estilo de urbanização. Portella cita a forma
O tema do Momento Odontologia/Dente de Leite de hoje é a cárie de acometimento precoce ou cárie da primeira infância. Esse tipo de cárie tem um impacto bastante negativo sobre a saúde de bebês e nos cinco primeiros anos de vida da criança e está associada geralmente com o aleitamento artificial, ou seja alimentação com auxílio da mamadeira. Como a progressão da cárie, a criança pode ter focos infecciosos nos dentes, se negar a comer alimentos sólidos, não ganhar peso, ter infecções de recorrentes de garganta e ouvido, além de fortes dores. Quem fala sobre o tema e formas de prevenir as cáries de acometimento precoce é a professora Alexandra Mussolino de Queiroz, titular do disciplina de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da USP em Ribeirão Preto.  Confira o podcast na íntegra com reportagem de Rosemeire Talamone.  
Um novo coronavírus foi detectado final de janeiro, na cidade de Wuhan na China, considerada epicentro do surto da doença. Declarada como emergência global de saúde pública pela Organização Mundial de Saúde, a epidemia já infectou quase 25 mil pessoas em todo o mundo, a maioria na China que também registrou a maior quantidade de mortes, cerca de 500. No restante do mundo, mais de 180 casos da infecção foram confirmados em 24 países. O Brasil não confirmou nenhum caso, mas mantém 13 suspeitos até o momento. Especula-se que a origem da transmissão do vírus entre humanos deveu-se, muito provavelmente, ao manuseio de carne de animais infectados, como morcegos ou cobras. Trata-se de uma família de vírus corona, que é grande e conhecida desde os anos sessenta. Esses vírus costumam causar infecções respiratórias leves, que muitas vezes são confundidas com gripes e resfriados.  Até agora, sabe-se que dois tipos de coronavírus causaram problemas de saúde grave, o SARS e o MERS, segundo a acadê
Estudos sobre padrões alimentares estão sendo cada vez mais usados para identificar a relação com o risco de desenvolvimento de doenças crônicas. Descobrir perfis de alimentação permite o reconhecimento da importância de certos padrões em proteger a população de doenças e promover a saúde. Diante disso, o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP (Nupens-USP) da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP se propôs a realizar um estudo ambicioso com pessoas de todas as regiões do País para identificar características da alimentação brasileira que aumentam ou diminuem o risco de doenças muito frequentes, como obesidade, diabete, hipertensão, doenças do coração e câncer: o Nutrinet Brasil. “É muito importante estudar qual é o padrão alimentar dos brasileiros. Além de descobrir quais as características desse padrão, que possui variação regional e que vai proteger a saúde dos  brasileiros”, explica Maria Laura Louzada, professora do Departamento de Nutrição da FSP-U
Tendo como proposta descrever o mundo microscópico, os conhecimentos da física quântica nos permitem controlar materiais incrivelmente pequenos, abrindo portas para a criação de computadores cada vez menores, como o smartphone em seu bolso. Mas não para por aí: com um novo conceito de computação, cientistas passaram a explorar a física quântica em seus íntimos detalhes, dando origem à chamada computação quântica. Para explicar o que é computação quântica, o ViaCast convida a física Barbara Amaral. Neste episódio, a pesquisadora da USP percorre desde os princípios básicos de física quântica e computação, até o estado da arte nesta área. Ela também discute a supremacia quântica, que é o ponto a partir do qual um computador quântico é capaz de superar um clássico. A Google diz ter atingido a supremacia quântica; já a IBM sugere cautela na análise. O que de fato aconteceu? Ouça e descubra! Sobre a convidada: Barbara Lopes Amaral é professora e pesquisadora no Departamento de Física Matemá
Na entrevista desta quinta-feira (6) em Os Novos Cientistas, o geógrafo Ricardo do Ó Plácido descreveu como conduziu o estudo Territórios negros: cartografias e etnicidades na experiência do rap paulistano (1970-1990). A pesquisa de mestrado teve a orientação do professor Francione Oliveira Carvalho, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FLLCH). “Houve, sim, uma apropriação. Mas cheia de contradições e conflitos, ora com o espaço público e com pessoas que estavam no controle desses espaços”, contou o geógrafo. Mesmo assim se conseguiu produzir, no final do milênio, o que ele chama de “autêntica cultura de rua”. O estudo de Ricardo Plácido investigou, cronologicamente, movimentos culturais presentes na cidade de São Paulo no período da pós-abolição que, do mesmo modo, criaram formas de resistência e etnicidade mediante políticas públicas. O geógrafo também buscou compreender, num recorte de cerca de 100 anos, como os afro-paulistanos se organizar
A planta calêndula, da família das margaridas, é usada desde a Antiguidade para fins medicinais. A pesquisadora Paula Rodrigues Fontes de Sousa Moraes, doutora em Bioengenharia pela USP de São Carlos, desenvolveu, a partir das propriedades da calêndula, um hidrogel capaz de ajudar na recuperação de feridas crônicas, um problema que atinge mais de 5 milhões de brasileiros, segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS. A doença também é um dos principais motivos de afastamento do trabalho no País. Além de possuir uma composição de praticamente 99% de água, o hidrogel possui associação com a celulose bacteriana, uma substância que tem sido muito usada na área da medicina na cura de lesões de pele. A pesquisa contou ainda com o apoio de professores da Unesp Araraquara e da Universidade Federal de Minas Gerais. Ouça o podcast na íntegra acima com a repórter Laura Alegre.    Ficha técnica Reportagem e apresentação: Laura Alegre Edição de Áudio e Sonorização: Guilherme F
O ano de 2020 não começou bem para os amantes de cerveja. Uma série de casos de intoxicação por dietilenoglicol, um solvente orgânico altamente tóxico e utilizado no processo de resfriamento da bebida, causou hospitalização e morte.  Apesar de não ser uma substância comum nesse tipo de indústria – quando utilizada, não entra em contato com a bebida, mas o dietilenoglicol foi encontrado em lotes de cervejas da marca Backer. Quatro consumidores da bebida morreram logo nos primeiros dias do ano, diagnosticados pela síndrome nefroneural.  Segundo o professor e coordenador da enfermaria de Nefrologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, Osvaldo Merege Vieira Neto, os primeiros sintomas da síndrome nefroneural envolvem náuseas, vômitos e dores abdominais que podem até ser confundidos com intoxicação alimentar e gastrite. Mas a síndrome provoca mesmo lesões nos rins e também no sistema nervoso. O médico conta que alguns dias após os primeir
Uma tese de doutorado da FFLCH visa a aprofundar e debater as condições sociais da emergência de um espaço literário transnacional que abranjam as nações que falam língua portuguesa. O Momento Sociedade desta semana, com o pesquisador José Luiz Portella, da Faculdade de Filosofia, Letras e  Ciências Humanas (FFLCH) da USP, traz respostas para perguntas, por exemplo, de como é constituído esse espaço, quais suas disputas internas e os principais autores, e o que seria de fato esse espaço transnacional. “Um espaço fundamental transnacional são instituições, prêmios e projetos que façam que a língua portuguesa seja compartilhada em todos os países de maneira comum. A criação do Prêmio Camões e do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) serviram de incentivo para esse intercâmbio cultural, que nem sempre foi prolífico como deveria ser”, explica. Portella lembra que estamos em um momento em que a cultura está em grande discussão, da qual a literatura faz parte. Após Chico Buarq
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Comments (4)

Murilo Alencar Alves Júnior

O áudio da entrevistada está bem ruim.

Feb 5th
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Cecilia Bastos Ribeiro

Fui citada nesse episódio do Ciência USP.. logo logo sai o vídeo que fizemos nessa expedição de caça aos dinossauros em Mato Grosso. Quer saber como é o trabalho de um paleontólogo?? escuta aí...

Nov 21st
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Pablo Saavedra

som com ruídos. difícil de ouvir

Aug 28th
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Augusto Menna Barreto

Muito bom. Parabéns

Jan 29th
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