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Músicas boas e bares ruins
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Músicas boas e bares ruins

Author: Musicas boas em b

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Pra gente reclamar da vida com calma e boa trilha sonora
8 Episodes
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A síndrome de burnout também é chamada de “síndrome do esgotamento profissional” é um distúrbio psíquico causado pela exaustão  relacionada ao trabalho Ela é o resultado direto do acúmulo excessivo de estresse, de tensão emocional e de trabalho e é bastante comum em profissionais que trabalham sob pressão constante, como médicos, publicitários, advogados. Se você passou dos 30 e ainda não teve contato com burnout eu diria que voce esta vivendo o capitalismo errado, ou talvez que você seja o único vivendo certo. Para bater essa papo com a gente hoje, eu convidei ela Mariana Luz e a Thata Abreu. 
O bar para ser bom, precisa ser ruim? O que cabe no bar ruim que deixa ele bom? Para bater essa papo, eu convidei o Mario Rosa, diretor da abedesign (associação brasileira das empresas de design), especialista em branding, inovação, design thinking e criatividade e a Bia Amorim, formação hotelaria. Sommelière de Cervejas e organizadora do livro Guia da Sommelieria de cervejas (ed. Krater).
 Detectar que está em um relacionamento abusivo não é fácil, e depois que detecto, o que tenho que fazer?  A psicóloga Natália Marques e a advogada criminalista Raquel Rosa ajuda a gente nessa conversa de bar. 
Eu nunca plantei uma árvore, nem escrevi um livro mas meus amigos já, pra bater essa papo eu convidei a Karen e a Júlia. 
Existem quase 8 bilhões de pessoas no mundo, e o pessoal vive fazendo umas teorioas para comprovar a conexão entre elas, é sociologo é matemático, mas a verdade mesmo é que só tem duas mil pessoas no mundo, e o resto é figurante, e se tem uma coisa que conecta  boas pessoas é musica boa e bar ruim, o que normalmente gera uma boa história, pra bater essa papo comigo hoje está o Bruno  - Bruno De La Rosa é músico brasileiro, com álbuns lançados produzidos para si e para outroas artistas. É autor dos livros 'Histórias de Canções Vinicius de Moraes' (LeYa, 2013) e Songbook Toquinho (Irmãos Vitale, 2011). É cirurgião-dentista nas horas vagas. e equalizar esse papo, vem ela, que conheço literalmente de outros carnavais, a Livia Nola Cantora e compositora, Lívia Nolla acredita na arte como forma de transformar o mundo. Além de uma carreira solo autoral (seu último single, Terceira, foi lançado no início da pandemia), comanda, há quase dez anos, a banda Elástica, que se apresenta na noite paulistana e em grandes eventos, com um repertório dançante e variado. Feminista e do carnaval, é fundadora e puxadora do Bloco Elástico, que desfila pelas ruas de São Paulo durante a folia paulistana.
A gente descobriu recentemente que pagar boletos é cringe. Com a discussão entre gerações veio a minha dúvida: como é que  a geração anterior estava dando conta de casar, ter casa, filhos pagar a TVA e levar  a gente pra comer no Mc? Eu estou pesquisando  onde acho areia dos gatos mais barata pra comprar. Na minha busca incansável sobre o que dá prazer na pandemia, eu descobri que sinto um enorme prazer em sentar e pagar boletos em dia, é quase uma sensação de vencer na vida.Se você está achando que os boletos são da casa com piscina, não são. São de comida, aluguel e mercado, nem a famigerada conta do bar eu tô pagando, já que não tem bar para quem tá vivendo um isolamento. Se você é um adulto funcional, que paga suas contas, faz seu próprio mercado ou minimamente tem noção de quanto está custando a dúzia do ovo, e o botijão de gás você sabe que tem algo de errado, se pensou " sim, e chama capitalismo" estamos alinhados, mas para além do capitalismo a gente tá vivendo a desgraça do Bolsonarismo dentro disso tudo, e se você acha que todo mundo vai acabar virando uber te convido a olhar o preço da gasolina.  Porra Paulo guedes. Pra bater esse papo com a gente, ele que tem toda a formação do faria limer tradicional, mas caiu pro lado esquerdo do Muro Rafael Leão - Economista, com pesquisa em Macroeconomia e Desenvolvimento econômico, doutorando em Adm. Pública/EAESP-FGV. Economista-chefe e sócio da Parallaxis Economia. Escritor da newsletter O Encilhamento. E ele Rogério Lima, Rogerinho ou Dom tem 37 anos é capricorniano de nascença, músico frustrado de uns anos pra cá e publicitário a partir de então Filho de uma manicure e um músico, acredita que essa fusão afetiva foi fundamental na grana que gastou com terapia já quase adulto. Casado com a Nanci e pai da Nina, há sete anos empreende em uma agência de comunicação em São Paulo e é responsável pelo pagamento do crediário de um palio verde 2000 que ainda está zero bala.
Em algum momento da história a gente sonhou em terminar o ensino médio, escolher uma boa profissão e passar no vestibular.  A  escolha poderia vir de vocação, de projeção dos pais, ou por osmose do deixa a vida me levar, fazíamos anos de faculdade e nos especializávamos no tal do: "ser quando crescer" porém, alguma coisa nessa história mudou a rota, será que foi a  pandemia? Ou aconteceria de qualquer jeito?  Não basta só a gente dar um gás na profissão, se especilizar? A gente precisa mesmo apontar o dedo pra tela fazendo uma dancinha? Todo conteúdo tem que ser relevante? Se eu mostrar quem eu sou, eu ainda vou ser amada e contratada? Ou posso só escolher um bar ruim para ouvir uma música boa?  Para bater esse papo comigo,  hoje eu trago duas advogadas, e eu prometo que a gente não vai falar juridiques, aliás cabe juridiques no Tiktok?  Jamille Santanae a Talita Schuelter.
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