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Author: B9

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O Mamilos - Jornalismo de peito aberto, é um podcast semanal que busca nas redes sociais os temas mais debatidos (polêmicos) e traz para mesa um aprofundamento do assunto com empatia, respeito, bom humor e tolerância. Apresentamos os diversos argumentos e visões para que os ouvintes formem opinião com mais embasamento.

Nosso programa vai ao ar todas as sextas final do dia. Confira em: www.mamilos.b9.com.br
204 Episodes
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96% do valor que seria usado neste ano na Política Nacional sobre Mudança do Clima para atender a compromissos assumidos pelo Ministério do Meio Ambiente foram contingenciados. As intervenções contra o aquecimento global estão entre as mais afetadas pelo bloqueio de recursos feito na semana passada pelo governo federal – que também atingiu outras áreas, como a Educação. Os repasses ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), também sofreram um corte de 24%.A notícia do bloqueio da verba veio na mesma semana em que a WWF divulgou um estudo revelando que o planeta perdeu metade de seus animais nos últimos 40 anos.Entre tantos problemas que enfrentamos, porque deveríamos dar atenção para aquecimento global e destruição da biodiversidade? Pra começar porque a mudança climática afeta diretamente a vida nas grandes cidades. Afeta a frequência e o volume das chuvas, isso faz com que momentos de seca e enchentes se tornem mais intensos e constantes. Várias capitais brasileiras passaram por racionamento de água nos últimos anos, e a gente aprendeu rápido o quanto falta d’água estrangula a vida urbana.Por outro lado, nossa matriz energética depende muito de hidrelétricas, ou seja, mexer com o volume dos rios pode nos trazer apagões ou aumento de tarifa. Além disso, fortes chuvas trazem consigo o aumento dos riscos de desabamentos e alagamentos. Embora o debate seja apresentado como uma queda de braço entre o agronegócio e os ambientalistas, como se investir em medidas para combater o aquecimento global implicasse necessariamente em reduzir o desenvolvimento do país e comprometer a economia, também temos perdas por negligenciarmos essa ameaça. Isso porque algumas culturas são afetadas pelas mudanças climáticas. O café terá problemas de expansão de área, por exemplo, enquanto a soja e o milho podem ter impacto de cerca de 30% nas áreas de baixo risco. Se nada for feito, o Brasil pode perder até R$ 7 bilhões, em termos de produção agrícola, nos próximos 40 anos. Com a redução das áreas agricultáveis, aprofundamos o êxodo rural, colocando mais pressão ainda na já combalida infraestrutura das cidades. Assim, chegamos a um outro ponto: a biodiversidade. O aumento das temperaturas vão afetar diretamente a fauna e a flora e neste quesito um dos países mais vai sofrer será o Brasil.Todos esses impactos mostram que a questão climática afeta profundamente a economia, a saúde, o transporte, a habitação e a segurança das pessoas, com impactos muito mais graves para as populações vulneráveis. Não é uma conversa para jovens idealistas. É papo reto, pra quem já sofre muito e precisa saber que tem decisões que vão afetar mais ainda a sua vida e que estão sendo tomadas sem transparência, de forma pouco democrática.Pra compreender melhor a importância desse debate e pensar em caminhos para respondermos a esse desafio global, convidamos dois especialistas de peso: Eduardo Jorge, médico sanitarista, ex-deputado federal que também atuou como secretário municipal de saúde e do meio ambiente; e o Pirula.Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!
Maternidade & Carreira

Maternidade & Carreira

2019-05-1001:32:39

Um estudo feito pelo Fórum Econômico Mundial sobre a desigualdade entre gêneros mostrou que o Brasil, dos 144 países presentes no ranking, ficou na 90ª posição. Para você ter uma ideia do tamanho do problema, no ritmo que andamos a paridade no Brasil demoraria 217 anos para acontecer.Uma das formas de medir essa desigualdade de gêneros é analisar a participação no mercado de trabalho. Entre as mulheres em idade ativa no Brasil, apenas 52% participam do mercado de trabalho, enquanto o índice entre homens é de 72%. Quando estão inseridas no mercado de trabalho, as mulheres têm renda menor: a média salarial dos homens é de 2.306 reais, enquanto a das mulheres é de 1.764 reais. Ou seja, seguimos recebendo 3/4 do salário de um homem.No mês em que celebramos a maternidade, o Mamilos levanta a polêmica: quanto dessa desigualdade entre os gêneros é resultado do ônus da maternidade?Para isso, contamos na mesa desta semana com Mel Veneroso, douturanda em sociologia pela UFMG e autora do estudo “Diferenciais de Participação Laboral e Rendimento por Gênero e Classes de Renda: uma Investigação sobre o Ônus da Maternidade no Brasil”; Adriana Carvalho, gerente de projetos da ONU Mulheres; e Camila Fornazari, business partner da área de Recursos Humanos da Natura.Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!
A solidão é como assinatura, cada um tem a sua.Tem a solidão que domingo de manhã joga farelos na praça pra se cercar de outras coisas vivas.A solidão que arrisca um sorriso pro balconista da padaria.A solidão que está super feliz em escolher uma poltrona só no cinema.A solidão que no fim do filme sente falta de ter com quem comentar.Tem solidão bonita, como um deserto prestes a anoitecer. E tem solidão bagunçada, com a louça suja de 5 dias transbordando da pia. Tem solidão que transborda em páginas, instrumentos musicais e muros. Solidão, que poeira leve, como canta Tom Zé.O mundo foi ficando cada vez mais colorido e ao mesmo tempo mais cinza. E nossas vidas cada vez mais coloridas e cada vez mais cinzas. Nossos aparelhos emitem milhões de cores, mas não devemos nos esquecer que a pele humana também é touch. Os olhos humanos também são screen. Nosso coração também é portátil.E nossa capacidade de sentir as coisas é nossa tecnologia mais poderosa. Sentir o tempo e as emoções. Sentir as distâncias e sentir as ausências. Porque entendemos a ausência, entendemos a presença. A dos outros e a nossa.O Mamilos desta semana é sobre tudo isso, e para debater o assunto contamos na mesa com Deborah Suchecki, professora do departamento de Psicobiologia da USP, e Viviane Mosé, mestre e doutora em filosofia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!
Falta de Educação

Falta de Educação

2019-04-2601:36:16

Educação é a panaceia para todos os males. É o remédio milagroso invocado a cada discussão de um problema estrutural brasileiro como a solução necessária e suficiente. “Isso só se resolve com educação”: Quantas vezes já ouvimos este mantra?Mas… de que educação estamos falando?De acordo com a Constituição Brasileira, no Art. 205. a educação é um direito de todos e dever do Estado e da família, e tem como objetivo o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.Como estamos nessa missão? No último século saímos de uma taxa de 65% de analfabetos no país para 10%. É uma conquista ainda mais considerável se levarmos em conta que a população maior de 15 anos passou de 9 milhões para 144 milhões de pessoas nesse período. Outra importante conquista em um país tão grande como o nosso é o acesso à educação: Segundo pesquisa do IBGE de 2013, 98,3% das crianças de 6 a 14 anos frequentavam regularmente a escola.Só conseguimos resultados tão expressivos porque criamos um sistema educacional gigantesco. São 48,6 MILHÕES de alunos, e para atender este contingente temos 2,2 MILHÕES de docentes. Construímos 184 MIL escolas, sendo que 78% delas pertencem a rede pública!Mas apesar desses importantes passos ainda temos desafios imensos. Somos a nona economia no mundo, porém no índice de PISA, que compara a educação entre diferentes países, ocupamos a posição 63. A cada 100 crianças, só metade sabe ler aos 8 ou 9 anos. No fim do ensino fundamental, 66% não aprenderam português no nível adequado e, no fim do ensino médio, 92% não sabem matemática no nível adequado.Estes são apenas alguns dados que já mostram que estamos muito longe de atingir o ambicioso ideal proposto pela Constituição. A partir deste episódio 194, o Mamilos lança uma nova série que vai debater com seriedade e peito aberto os desafios da educação brasileira. Começamos hoje então com um panorama geral. Nosso objetivo é fazer um diagnóstico de quais são os maiores desafios da educação no Brasil, e para nos ajudar nessa tarefa analítica trouxemos 2 especialistas que se dedicam há décadas para compreender e transformar o cenário da educação no Brasil: Inês Kisil Miskalo, gerente executiva de educação do Instituto Ayrton Senna; e Olavo Nogueira Filho, diretor de políticas educacionais no Todos Pela Educação. Além disso, contamos com a participação especial de Juliano Costa, vice-presidente de educação na Pearson Brasil.Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!
Vida de Música

Vida de Música

2019-04-2001:39:02

Os últimos dias foram puxados. Só entre o fim de março e o começo de abril, o Mamilos abordou temas como massacres, puerpério, fracasso e medo. Talvez esteja na hora de dar aquele break.Então… bora falar de música?Música nos inspira, nos conecta, nos emociona, nos move. É a letra que diz tudo que a gente não consegue por em palavras e dá vazão para os sentimentos mais complexos. É o que nos ajuda a lidar com as dores, as angústias, as preocupações, os amores, as alegrias. É a batida que traz cor para nossa rotina, que enche de ritmo e leveza e alegria e energia o cotidiano.Embora a importância da música nunca tenha mudado, a nossa forma de consumir mudou muito nos últimos anos. Depois dos solavancos causados com as novas mídias quebrando o monopólio de distribuição das gravadoras, o mercado mostra que passa muito bem: o faturamento da indústria de música global em 2018 foi de US$ 19,1 bilhões. Foi o quarto ano consecutivo de crescimento do setor.O streaming, aliás, não prejudicou a indústria, ao contrário do que alguns artistas (e gravadoras) temeram. No ano passado, o crescimento da transmissão por streaming foi mais do que suficiente para compensar respectivamente uma queda de 10% e 21% nas chamadas “vendas físicas” (discos e DVD) e na comercialização de músicas por download – e, no mundo, já são 255 milhões de usuários pagantes desses serviços, o que significa que este segmento representa 37% do faturamento do consumo de música. Isso muda o jogo, claro. Ninguém mais precisa esperar sua música favorita tocar no rádio, nem comprar um disco só pra ouvir uma única canção, e já foi o tempo em que a gente conhecia só o que tocava na rádio. E tanta opção nos faz escolher de forma diferente também: mais do que orientar nossas escolhas por estilos musicais, as plataformas mostram que a gente escolhe muito em função dos estados de disposição que representam climas — humores tão distintos quanto a diversidade das playlists disponíveis.Mas e do outro lado do balcão? Como mudou a vida de quem produz música no Brasil? Como é viver de música? Quais são os desafios? Para falar sobre isso, convidamos para a mesa desta semana o cantor e rapper Rico Dalasam, o compositor e instrumentista Thiago França e nossa prata da casa Oga Mendonça.Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!
Caminhos Para Além do Medo

Caminhos Para Além do Medo

2019-04-1301:55:41

Não estamos bem e precisamos falar sobre isso. Alguma coisa se quebrou, a gente não sabe muito bem nem quando nem onde, mas a visão de segurança do brasileiro virou um arremedo entre o medo indiscriminado e a fetichização/glamourização da violência.No último domingo essa violência assolou nossas vidas com o assassinato do músico Evaldo dos Santos Rosa, que ia com a família para um chá de bebê no bairro de Guadalupe, no Rio de Janeiro. O carro ocupado por dois homens, uma mulher, uma adolescente e uma criança, todos negros, foi alvejado com 80 tiros – 80 TIROS – de fuzil. E quem atirou? Oficiais do Exército. A Força que deveria nos proteger cometeu um erro, um não, 80 erros, contra uma família. Quando alguém dispara oitenta vezes contra outra pessoa e essa pessoa tem a cor da pele certa, não dá pra não sentir que alguma coisa importante quebrou e não sabemos nem quando nem onde.Da onde vem esse ódio? O que ele constrói? Alguém pode se sentir seguro em uma comunidade construída ao redor de tanto ressentimento, de tanta desconfiança, de tanta raiva?Nosso convite essa semana é para que você faça uma reflexão: Você se senta seguro? Como seria esse lugar do viver sem medo que você aspira? Nessa sua visão, como é a experiência de um homem negro circulando em bairros nobres? E uma mulher, transita pela cidade com confiança? Existe diferença no sonho de segurança de uma criança de um bairro violento em Fortaleza e uma criança em um bairro na zona oeste de São Paulo?Nosso objetivo com esse programa é tirar o debate da lacração das redes sociais. Dos memes. Das fake news do whatsapp. Tirar das respostas superficiais dos debates na televisão. De coração e mente abertos, vamos pensar sobre segurança, nos aproximando de diferentes abordagens com a curiosidade que nos permite a premissa de que o interlocutor é inteligente e bem intencionado.Para isso, contamos com as participações especiais de Betina, Lumiá, Márcio Black, Edilene, Leandro Piquet Carneiro, Padre Julio Lancelotti, Débora, Renato Sérgio Lima, Bruno Paes Manso, Ivan Sou da Paz, João Sette Whitaker, Luiz Eduardo Soares,Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!
O Avesso da Jornada do Herói

O Avesso da Jornada do Herói

2019-04-0502:52:2555

Com tantos recursos ao nosso dispor, com tanto conhecimento e tecnologia, com tanta liberdade, enfim, em um mundo com tantas possibilidades, se você não for rico, saudável, lindo, não tiver muitos amigos, profundos amores, se não viver pleno de propósito, se não for feliz, tem alguma coisa de muito errada com você!Estamos todos inebriados pelo imperativo do sucesso na cultura da auto-ajuda. Desconfiamos da religião e do governo, e cada dia mais aprofundamos nossa crença no poder do indivíduo de fazer todas as transformações que são necessárias para atingir uma vida feliz e plena. A promessa do sucesso é a miragem que nos mantém sempre correndo na corrida dos ratos, jamais questionando o jogo e suas regras, voltando nossas críticas à nossa habilidade, ao nosso esforço, a nossa visão. Junte isso com a sociedade do espetáculo e temos todo mundo participando do teatro em múltiplas telas em que representamos a melhor versão de nós mesmos, sempre editada, sempre construindo uma narrativa vencedora. Neste jogo, todas as posições são relativas. Somos gigantes para os outros, pra quem nos vê sob holofotes embaixo de belos filtros e farsas para nós mesmos que conhecemos o avesso de cada uma dessas conquistas.O fracasso é, desde o início da nossa civilização, uma fonte de medo e vergonha. Mas o filósofo Charles Pépin defende que chegamos ao fim do ciclo de obsessão pelo sucesso. Há anos Michael Jordan se dedica a dar palestras sobre os fracassos de sua carreira. Estamos exaustos, quebrados, e buscando novas narrativas. Pepin defende o fracasso como uma experiência humana que nos ajuda a nos reorientar e a nos reinventar. Ele fala que muitas vezes, temos que fracassar repetidamente até cairmos rendidos e até nos sentimos deprimidos. Só então conseguimos perceber que estamos errados, que isso não é o que queríamos fazer com nossas vidas, tanto no aspecto profissional quanto no afetivo. Fracassando uma e outra vez vamos nos aproximando, pouco a pouco, da verdade.A partir dessa provocação nossa proposta é sentar na mesa com amigos que admiramos pra ter um papo íntimo e honesto sobre nossos fracassos pra rasgar esse véu e nos conectarmos através da nossa humanidade. Na mesa, contamos com as ilustres presenças de Andre Passamani e Cris Dias.Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!
Entre os ouvintes do Mamilos, uma das pautas mais pedidas nos últimos tempos é o do puerpério.Puerpério é o nome dado ao período do pós-parto, que tem uma duração aproximada de três à dez meses, nos quais a mulher vivencia uma série de adaptações físicas e emocionais. É também nesse período que a ela se depara com o confronto entre as expectativas construídas durante a gestação e a realidade trazida pela chegada do bebê.É uma fase de muitas transformações, ainda mais porque por mais que avisem que é intenso, a mulher nunca está preparada para o impacto. O corpo muda demais: O útero que estava 150 vezes o seu tamanho natural começa a involuir, para cada dia que passa ele diminui cerca de 1 centímetro. Em função desse processo, as cólicas são comuns nos primeiros momentos, sobretudo ao amamentar. Também é comum o sangramento. Em muitos casos ocorre a incontinência urinária, caracterizada por um desejo incontrolável, e quase sempre súbito, de urinar. Dilatação e inchaço da região vaginal também são comuns nessa fase e isto independe do tipo de parto realizado. As mamas mais que dobram de tamanho com a chegada do leito e ficam doloridas. E não é só o corpo que muda: é a cabeça, a carreira, a vida sexual, a vida social, não fica pedra sobre pedra.Mas o principal – e por isso mesmo mais complicado – é que a esmagadora maioria das mulheres que passa por esse período se sente só. E isso gera uma necessidade urgente de falar, de ouvir, de conectar. Em milhares de casas, todos os dias, ecoa a mesma pergunta: Será que foi só comigo?Atendendo a esses pedidos, buscamos relatos diversos para abraçar diferentes experiências de puerpério. Mas claro, como sempre, a gente só dá o pontapé inicial dessa conversa. Na mesa, contamos com a presença de Helen Ramos, criadora do canal Hel Mother; e Juliana Gil, psicóloga trabalhadora do SUS há mais de dez anos no município de São Bernardo do Campo.Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!
Anatomia de um Massacre

Anatomia de um Massacre

2019-03-2302:02:4947

A partir do choque provocado pelas notícias dos atentados em Suzano e na Nova Zelândia, o Mamilos reuniu uma bancada multidisciplinar de especialistas para tentar compreender quais são os fatores que contribuem para esses violentos ataques e, a partir dessa reflexão, entender quais são as estratégias que estão ao nosso alcance para evitar que esse tipo de crime se torne mais comum aqui no Brasil.
A pornografia é vilã?

A pornografia é vilã?

2019-03-1601:47:4050

68 anos. Este é tempo que você gastaria para assistir todo o conteúdo de um único site pornográfico em 2017 – e este mercado só cresceu desde então. Diante de tanto material, tem opções para todos os gostos. Das fantasias mais discretas aos fetiches mais ousados. Não dá pra fingir que a pornografia não faz parte da vida de muitas pessoas, então agora o Mamilos vai se despir das certezas e chamar para o debate o assunto.Como que o acesso e o consumo de tanta produção pornográfica pode afetar a mente e os hábitos sexuais dos usuários? Como a indústria se posiciona com a chegada de questionamentos vindos de diversos setores? Como a representação da mulher nessas produções pode influenciar a sociedade?Na mesa, contamos com a presença da Thais Fabris, co-fundadora da 65|10; Thays Mayume, editora e diretora de uma produtora de pornô alternativo e membro do PopPorn, festival de filme e arte ligado à área; e Mayanna Rodrigues, atriz e diretora de filmes pornô.Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!========BRADESCO TRAZ O CIRQUE DU SOLEIL PARA SUA CASAO Bradesco continua a apoiar grandes eventos culturais no Brasil é patrocinador do incrível espetáculo “OVO” do Cirque Du Soleil no Brasil e quer propor uma imersão aos usuários através das redes sociais do banco.“OVO” retrata as mudanças de um ecossistema de insetos e narra a história de amor cheia de desafios entre um inseto desajeitado que se encanta por uma bela joaninha. É uma mistura encantadora de meio ambiente, fantasia, ritmos, movimentos e sons, com muita brasilidade, do samba ao forró, do funk carioca ao baião e ao carimbó.Uma diversidade que também tem tudo a ver com o Bradesco, que está em todo o Brasil e fala com todos os brasileiros. Fique de olho nas redes sociais do banco que vai ter muita conteúdo bacana sobre o novo espetáculo do Cirque Du Soleil no Brasil!========FALE CONOSCO. Email: mamilos@b9.com.br. Facebook: aqui. Twitter: aqui========CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.https://www.catarse.me/mamilos========EQUIPE MAMILOSEdição – Caio CorrainiProdução – Nayara Cristina e Ricardo TertoApoio a pauta – Jaqueline Costa e grande elenco========CAPAA capa dessa semana é de autoria de Marianna Schmidt.========FAROL ACESOMayanna: Filme “Kiki: Os Segredos do Desejo” e site Queer Porn TV;Mayume: Livro “As Meninas” e documentário “Feministas: O Que Elas Estavam Pensando?”;Cris: Série “Boneca Russa” e site Hysteria;Thais: Série “Sex Education” e livro “O Mito da Beleza”.Link pro post: https://www.b9.com.br/105116/mamilos-188-a-pornografia-e-vila/
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Comments (83)

Joseleandrotingdasilva Silva

Excelente a conversa de vcs. Altamente aleatória, como eu gosto. Me identifiquei sob muitos aspectos, cruzei com igual número de babacas e possivelmente fracassei tanto quanto ou mais que qualquer um de vcs. Enfim, gente como a gente, gente normal, com carne, músculos e muito suor. Mas quem disse que o homem é o lobo do homem foi Thomas Hobbes, em LEVIATÃ. Parabéns!

May 22nd
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Felipe Figueiredo

Meninas, antes de mais nada, parabéns!!! O tema, a abordagem... Tudo incrível! Sou novo inscrito no canal e continuarei acompanhando os próximos casts. Sobre esse, queria destacar dois pontos que na minha visão se complementam, especialmente falando de Brasil que é a mentalidade política de século XX e a ausência de identidade de riqueza que foi mencionada. Ficou mais do que claro que é possível crescer e desenvolver com respeito e cuidado com o ambiente. Mas, essa ausência de identidade quanto a tudo - cultura, nação, riqueza, investimento, etc - faz com que sigamos repetindo e apoiando discursos e métodos já ultrapassados. Precisamos mais do que nunca nos definirmos enquanto nós e diminuir esse processo divinizatório do europeu e do norte-americano e, então, tomar consciência de que o mundo e a vida hoje não respondem mais às mesmas estruturas que 50 anos atrás.

May 22nd
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Katia Barga

muito bom... acho que só faltou falar da importância dos povos indígenas na conservação das matas nativas, dão coisas completamente ligadas.

May 21st
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Rebeka Gomes

Sou psicóloga e num mesmo dia dois pacientes comentaram esse podcast. Fiquei intrigada e fui conferir. Estou encantada! Pelo modo como vcs levaram o tema e pela voz que embalada. Vcs tocam a gente sem precisar das mãos, capturam sem olhos e embalam sem braços. Parabéns!

May 16th
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Carol Martins

tbm vivi um relacionamento abusivo por parte da minha familia, com isso eu me adaptei e passei um conviver e aceitar esses abuso achando uma coisa normal, era uma coisa tao natural que quando comecei namorar um abusador achava normal nao conseguia me livrar passei a viver num circulo vicioso, passei entao me tornar uma pessoa toxica, de vitima de abusos fisicos psicologicos ate chegar a propria abusadora e agressora so descubri isso quando foi morar sozinha e me abrir pro mundo entao vi que a vida é mais q isso e nao podemos descontar nossa dores em outras pessoas

May 15th
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Thiago Benevides

muito bom.

May 14th
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Luísa Santos

Adorei o programa! Qual o nome do artigo que o Fe cita?

May 13th
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Daniel Lucas

:(

May 12th
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Mariana Ferrais

mais uma vez aqui me encontro sem reação e com mil reflexões na cabeça depois de ouvir mais um episódio do mamilos. vocês são sensacionais!!!!

May 12th
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Alice Maganin

Gostei bastante do podcast e me identifiquei muito, mas senti falta de falarmos de tantas mães que sustentam suas famílias - e que não são de classe média / alta e não vivem essa realidade do mundo corporativo; como isso se aplica às mulheres de equipe de limpeza que são de empresas terceirizadas das empresas, por exemplo? Elas também têm acesso às creches dessas super empresas hypers?

May 11th
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Priscila Rufino

Alice Maganin perfeito comentário. nem imagino esse mundo da carreira corporativa tb, sou militar estadual e funcionária pública civil em outro órgão, apesar de o federal oferecer até o ano passado creche diurna eu nunca usufruí por trabalhar no turno da noite ou de 24h, impossível a logística.

May 17th
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Débora Martins

Estou lendo Feminismo para os 99% - Um manifesto... Nossa... E agora, ouvindo o podcast e relacionando-o com a leitura... Me sinto extremamente provocada. Como mulheres, como feministas temos muitos desafios.

May 11th
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Lucas Lauro

sensacional!! Viviane Mose sempre encantadora

May 10th
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Larissa Carol Barros

Amei esse podcast.. sou mamãe e trabalho fora (sou fonoaudióloga).. como nossa rotina é difícil, cansativa e menosprezada.. infelizmente. Mas o melhor de tudo, é que a gente dá conta! 😉😘

May 10th
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Mayane Fabricia

depois de ouvir tudo percebi que eu vivi boa parte da minha vida numa relação abusiva com minha família. se eu não tivesse saído de casa seria assim até hoje. em relacionamento já vivi também, e me livrei da criatura.

May 10th
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Mayane Fabricia

primeiro podcast que ouvi por uma indicação de uma amiga e me apaixonei.

May 10th
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Carlos Oliveira

"Na solidão, o solitário devora a si mesmo; Na multidão devoram-no inúmeros. Então escolhe." Friedrich Nietzsche

May 9th
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Natalia

Carlos Oliveira Uau

May 10th
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Alexandre Oliveira

Acabei de baixar o episódio atual, sou novo no mundo dos podcast's e já havia visto este quando buscava novos para acompanhar, porém o nome me afastou deste por imaginar algo sexualizado ou mesmo besteirol, me desculpem, porém ao ouvir a entrevista no Boa Noite Internet percebi meu erro de julgamento e estou chegando por aqui. Hoje mesmo no trajeto para o trabalho já começarei a ouvir este último postado, que creio que terá muito a haver comigo.

May 8th
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Marcia

"Sentir" como o resultado de um conjunto de fatores, realmente é poder olhar sem peso para as próprias emoções, e refletir sobre isso... Mais uma vez meninas, grata pela oportunidade de ouvir algo tão bacana e que ajuda na nossa construção humana... beijos

May 7th
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Marcia

Meninas que tema!!! Palavras importantes para uma fundamental reflexão íntima; a cada episódio, novas possibilidades de pensar e refletir. Vocês são ímpares e realizam um trabalho muito importante para a sociedade 😘

May 7th
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Moushe Oliveira

tema , PORQUE MULHER E LINDA COM ROUPA !

May 6th
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