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Mamilos

Author: B9

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O Mamilos - Jornalismo de peito aberto, é um podcast semanal que busca nas redes sociais os temas mais debatidos (polêmicos) e traz para mesa um aprofundamento do assunto com empatia, respeito, bom humor e tolerância. Apresentamos os diversos argumentos e visões para que os ouvintes formem opinião com mais embasamento.

Nosso programa vai ao ar todas as sextas final do dia. Confira em: www.mamilos.b9.com.br
236 Episodes
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Ditadura no Brasil

Ditadura no Brasil

2019-11-0801:38:4325

Políticos perseguidos, artistas silenciados, estudantes assassinados. Centenas de pessoas, homens e mulheres, torturados e desaparecidos.Se eu te disser que um regime oferece isso, provavelmente você não vai querer.Mas parece que, quando a corda aperta, e a gente fica com medo, essa é uma alternativa que nos passa segurança.Tanto é que, democraticamente, como nação, escolhemos formar uma política militarizada: militar na Presidência, militares nos ministérios, no Congresso; militares frequentemente nas ruas, exercendo papel de polícia nos Estados. Colocamos no poder uma família que constantemente referencia e exalta o regime militar e seus oficiais.Como um país sem memória temos um longo passado pela frente.Nossa proposta hoje é, junto com Joana Monteleone, historiadora e pesquisadora da Comissão da Verdade, Lucas Vilalta, coordenador do Instituto Vladmir Herzog e Rodrigo Basilio, também historiador e professor, relembrar uma parte fundamental da História do Brasil. Comparar memórias com fatos e dados sobre a época pra tentar entender porque o autoritarismo parece ser a ferramenta mais confiável para alguns no arsenal de soluções. Será que temos mesmo um passado glorioso para invocar em tempos de angústia e incertezas?========FALE CONOSCO. Email: mamilos@b9.com.br. Facebook: aqui. Twitter: aqui========CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.https://www.catarse.me/mamilos========EQUIPE MAMILOSEdição – Caio CorrainiProdução – Beatriz FiorottoApoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elencoPublicação – B9 Company========CAPAA capa dessa semana traz uma foto do Arquivo Nacional/Correio da Manhã, PH FOT 01996.005.
Plantão América Latina

Plantão América Latina

2019-11-0101:27:3129

Manchetes sobre eleições, protestos e tensões políticas na América do Sul parecem não param de aparecer em tudo quanto é lugar. E fica difícil acompanhar tantos fatos em tanto volume. Tá preocupante? Tá ruim de entender? Tem muito assunto? A gente, hoje, ajuda você junto com os nossos convidados: Lucas Berti, jornalista, repórter de relações exteriores do Brazilian Report e co-criador da newsletter Giro Latino, Sebastian Ronderos, Cientista político colombiano, professor e pesquisador em ideologia e análise do discurso pela Universidade de Essex, na Inglaterra e Paula Ramon, jornalista, correspondente da AFP News Agency em São Paulo. Embarca nessa com a gente!========FALE CONOSCO. Email: mamilos@b9.com.br. Facebook: aqui. Twitter: aqui========CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.https://www.catarse.me/mamilos========EQUIPE MAMILOSEdição – Caio CorrainiProdução – Beatriz FiorottoApoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elencoPublicação – B9 Company========CAPAA capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.
Emicida em AmarElo

Emicida em AmarElo

2019-10-3101:14:4555

Esse episódio é um conteúdo extra e faz parte da série — Mamilos e a Cultura Brasileira. No primeiro episódio falamos sobre Bacurau, uma importante peça do cinema brasileiro. Hoje vamos falar sobre as histórias e inspirações do álbum AmarElo com Emicida. Vem com a gente!=====Você pode ouvir AmarElo em todas as plataformas digitais. Confira mais em www.emicida.com.br========FALE CONOSCO. Email: mamilos@b9.com.br. Facebook: aqui. Twitter: aqui========CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.https://www.catarse.me/mamilos========EQUIPE MAMILOSEdição – Caio CorrainiProdução – Beatriz FiorottoApoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elencoPublicação – B9 Company========CAPAA capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.
Pets

Pets

2019-10-2800:59:2926

Até pouco tempo os animais não humanos tinham função clara em nossas vidas: Gatos caçavam ratos; cães caçavam ou rastreavam a caça, até participavam de guerras protegendo as tropas, serviam como guardas, puxavam trenós e similares, proporcionavam calor, serviam como alimento, etc. Não havia esse elo como nos dias de hoje; tanto é que no século XVII, quando os cães de guarda e de pastoreio chegavam a uma idade avançada, que já os impedia de desempenharem de forma satisfatória suas funções, eram sacrificados por enforcamento ou afogamento.De meados do século XX pra cá muita coisa mudou. Os animais domesticados passaram a ser chamados de animais de estimação. E realmente passamos a estimá-los e isso por vários motivos.Pais com filhos em crescimento estão valorizando cada vez o relacionamento das crianças com animais como parte de seu desenvolvimento cognitivo e social. Mas também, há cada vez mais casais jovens buscando ter animais de estimação, entre outros motivos, como símbolo de conexão do casal. Pessoas que moram sozinhas muitas vezes fazem essa opção para terem companhia. Pessoas idosas também, além de terem com quem trocar afeto a qualquer momento.São intermináveis os estudos sociais que mostram o benefícios de se conviver com animais de estimação: sua companhia carinhosa reduz os níveis de estresse e depressão, ajuda no desenvolvimento imunológico das crianças, da aquela força pra manter o corpo em forma, já que vc não só brinca com ele mas também o leva pra passear. Criar um bicho em casa ajuda a reduzir a pressão sanguínea, o colesterol e o nível de triglicérides. Consequentemente, servem de prevenção contra ataques do coração e AVC. E estudam comprovam que alguns animais podem ajudar a detectar hipoglicemias e até câncer em seus donos.Essa relação tão longa quanto intensa é pauta até de um ciência, a chamada antrozoologia que estuda a interação entre pessoas e animais e trata assuntos como: a história da domesticação animal, a construção social dos animais e o que significa ser animal, as percepções e crenças humanas em relação a outros animais, a avaliação crítica do abuso e exploração de animais dentre outros assuntos. Os números retratam a transformação dessa relação. De acordo com dados levantados pelo IBGE e atualizados pela inteligência do Instituto Pet Brasil, em 2018 foram contabilizados no país 54 milhões de cães; 40 milhões de aves; 24 milhões de gatos; 19 milhões de peixes e pouco mais de 2 milhões de répteis e pequenos mamíferos. A estimativa total chega a cerca de 140 milhões de animais de estimação. Isso quer dizer que a cada duas casas brasileiras, uma tem um bicnhinho. Se estamos falando de novos conceitos de família uma certeza já está posta: nos tornamos famílias multiespécies! E como toda família, tem muito amor, mas também muitos problemas.Já está muito claro que os animais fazem bem aos humanos, mas o contrário pode não ser verdade sempre. Não estamos falando aqui de maus tratos, mas sim da a objetalização dos animais a serviço do nosso narcisismo. Para o mestre em Psicanálise e Psicopatologia  Luis Nassif “Humanizar os animais é tentar fazê-los responsabilizar por algo que nem nós humanos gostaríamos de nos ocupar. Sim, ao reproduzir toda a sorte de cuidados, preocupações e sentimentos não estamos só tentando domesticar um animal, é nossa própria falta de civilidade e agressividade que está sendo colocada à prova. Sim, precisamos transformar os bichos em humanos por levarmos nossa espécie muito a sério. Os animais de estimação são merecedores do nosso profundo respeito e afeto, tanto que deveríamos poupá-los de nossas neuroses.”É para conversar sobre a nossa relação com nossos bichinhos que hoje vamos conhecer histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas por seus animais de estimação.========FALE CONOSCO. Email: mamilos@b9.com.br. Facebook: aqui. Twitter: aqui========CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.https://www.catarse.me/mamilos========EQUIPE MAMILOSEdição – Caio CorrainiProdução – Beatriz FiorottoApoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elencoPublicação – B9 Company========CAPAA capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito. 
Ativismo & militância digital

Ativismo & militância digital

2019-10-2601:28:3931

Militância e ativismo são metodologias usadas para o mesmo fim: agir em conjunto para interferir nas normas. Porém, tratam-se de metodologias diferentes e, portanto, produzem efeitos diferentes em quem as usa. Não precisa pensar muito para perceber a aproximação entre as palavras militância e militar. Militar requer disciplina. Isso envolve regras rígidas, controle, padronização, repetição, hierarquia e regularidade. O militante é aquela pessoa que se convence de que não adianta se mobilizar em apenas alguns momentos, mas permanentemente. Dedica parte do seu dia a dia a se organizar com outros para conquistar apoio a uma causa, seja uma mudança local em seus bairros, seja uma transformação global como a luta ambiental – ou ambas as coisas de forma articulada. Um exemplo são partidos políticos, sindicatos, movimentos religiosos e torcidas organizadas. Em contrapartida, ativistas como o Movimento Passe Livre em 2013, feministas, coletivos negros, protetores de animais, e outros diversos  têm preferido arranjos descentralizados, nos quais a liderança e as decisões são partilhadas entre muitos. Eles vêm usando as novas tecnologias de comunicação e informação para dar corpo a suas ações e têm na ideia de redes seu modelo organizativo estratégico. Neles a importância da agência, da criatividade e das necessidades singulares imediatas são reconhecidas e valorizadas.  A internet amplificou muito o alcance desses grupos, mas nos últimos anos, o cenário está mais difícil. Antes de 2014, o que você postava em uma página do Facebook aparecia automaticamente para mais de 12% de seus curtidores. Quem produzia mensagens relevantes mobilizava uma base, atraía cada vez mais seguidores e organicamente conseguia criar uma onda que podia varrer toda a rede. A partir de 2014, esse número passou para cerca de 6%. Em 2016, o número de pessoas para quem a postagem é entregue chegou a 2% e continua reduzindo. E essa é a tendência das outras redes sociais. Quer que mais gente tenha acesso a seu conteúdo no Facebook? Pague. Hoje quem não paga pelo conteúdo está fadado a ter uma visibilidade quase nula. Vai abrir um canal no YouTube? Hoje em dia, as chances de se tornar relevante sem se enquadrar nas regras da rede são mínimas. Você até posta o que quiser, mas seu conteúdo não vai passar na “cláusula de barreira”.  Nesse cenário, influenciadores, que conversam com um grande público aumentam sua relevância pois oferecem uma forma de continuar alcançando  as pessoas de forma orgânica. Mas não é uma tarefa fácil, eles estão expostos a constante escrutínio, sobrevivendo em um ambiente CANCELAMENTOS. Já falamos aqui sobre a pobreza das conversas que acontecem em 280 caracteres, com os incentivos dos algoritmos para a lacração. Nesse contexto, como já dizia Dilma Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder.  Eu já fui cancelada, a Cris já foi cancelada. Essa semana uma das grandes discussões de cancelamento girou em torno da história de que Raul Seixas entregou Paulo Coelho para os torturadores da ditadura. Na velocidade do som, o músico foi cancelado por uma horda. Chegou ao ponto do próprio Paulo Coelho defender o amigo: é admirável quem consegue proteger os seus mesmo sob tortura. Mas não existe honra em  julgarmos pessoas do quentinho dos nossos sofás sem compreender os contextos.  No final das contas, militância ou ativismo de sofá, funcionam? Qual é o impacto desse tipo de articulação na política e na cultura, e no atendimento de metas concretas de curto, médio ou longo prazo? Pra conversar sobre isso reunimos três perfis de mulheres que apoiam causas em redes sociais.========FALE CONOSCO. Email: mamilos@b9.com.br. Facebook: aqui. Twitter: aqui========CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.https://www.catarse.me/mamilos========EQUIPE MAMILOSEdição – Caio CorrainiProdução – Beatriz FiorottoApoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elencoPublicação – B9 Company========CAPAA capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.
O preço da democracia

O preço da democracia

2019-10-1801:34:3737

O que dá legitimidade a quem tá exercendo o poder? A quem faz as escolhas por nós?Existem muitas respostas, mas uma delas depende das regras do jogo. As regras do jogo precisam estar montadas de um jeito que todo mundo tenha voz. Que quem tem mais dinheiro não seja mais representado do que quem não tem. Que quem é mais famoso, tem mais microfone, não fale mais alto. Que quem mora nos grandes centros não seja o único a ser escutado. Esse é um desafio que existe no mundo todo. Democracias maduras como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Canadá, discutem como evitar que quem já está no poder use a máquina para se perpetuar e evitar as mudanças que o povo aspira. Como evitar que candidatos negociem o bem público por recursos de empresas para se reelegerem indefinidamente.Recentemente mudamos a regra do jogo pra tentar diminuir o impacto do poder financeiro na definição das eleições: agora empresas não podem mais doar para campanhas. Mas se a grana não vem da lógica do mercado, vem da lógica pública. Hoje temos o Fundo Partidário financiando campanhas e partidos. E como distribuir esse dinheiro de forma a garantir que pessoas que nos representem tenham uma chance justa de concorrer? Já conversamos aqui no Mamilos sobre isso no programa 116 Distritão e Fundo Partidário. A regra hoje é de que o fundo é distribuído de acordo com a representação que os partidos já tem na câmara. Essa regra usa as escolhas do povo como critério pra definir destinação de verba: se esse partido foi mais votado, é pq ele representa as pessoas, então merece mais do que um outro, recém aberto. A falha nesse sistema é que privilegia os mesmos políticos de sempre. Que são grandes exatamente porque se beneficiaram das regras antigas. É justo isso? Como podemos fazer ficar justo?Legitimidade também depende do quanto as pessoas que estão nos representando cumpriram as regras acordadas. Não tem problema nenhum pegar a bola com a mão. No basquete todo mundo faz. Mas no futebol não pode. Quem ganha o campeonato fazendo gol de mão pode até levantar a taça, mas não convence a torcida. Desculpa aí Maradona. Essa semana voltou a ocupar as manchetes um caso de quebra de regra do segundo maior partido na Câmara dos deputados. Uma apuração da Folha de São Paulo desvendou um esquema de candidatas laranjas do PSL em Minas Gerais que desviaram recursos do fundo partidário para financiar, por meio de caixa dois, as campanhas do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, e do presidente Jair Bolsonaro. Ou seja: mesmo levantando a bandeira da honestidade, como todos levantam, o partido burlou a regra do jogo. Quais regras foram quebradas? Qual é o impacto e a importância disso? Nossa missão hoje é conversar sobre os desafios que democracias enfrentam nesse processo para fazer a vontade do povo se manifestar em representantes que tenham legitimidade e sejam reconhecidos por seus eleitores.========FALE CONOSCO. Email: mamilos@b9.com.br. Facebook: aqui. Twitter: aqui========CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.https://www.catarse.me/mamilos========EQUIPE MAMILOSEdição – Caio CorrainiProdução – Beatriz FiorottoApoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elencoPublicação – B9 Company========CAPAA capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.
Crianças & telas

Crianças & telas

2019-10-1201:44:5350

A gente sabe: brincar com os filhos é importante. Dar atenção sempre, acompanhar nas brincadeiras, oferecer estímulos variados, sugerir atividades diferentes e criativa! Tudo é importante pra que os pequenos cresçam ativos, alegres e possam dizer que brincaram muito na infância.Mas nem sempre isso dá certo. Às vezes o cansaço bate e não dá pra ficar acompanhando. O ideal nem sempre é algo possível e aí entram outros agentes de entretenimento. E um dos mais populares são as telas!Aí entra a televisão, o celular e o tablet. Um vídeozinho aqui pra dar paz pra fazer o jantar, um joguinho ali pra distrair durante uma longa espera, um episódio de algum desenho pra dar um sossego. Até que vira rotina. Depois da aula, antes de dormir, durante as refeições...Mas isso não é novidade, né? Desde a popularização da televisão vemos crianças coladas nas telas pra assistir desenhos, seriados enlatados e outras atrações. Muita gente cresceu vendo Bambalalão, Lula Lelé, Bozo e até coisas não pensadas para crianças, como o Programa do Chacrinha ou o Coquetel com Miele.“Olhar para telas muito pequenas por tempo prolongado faz com que, se a criança tiver alguma predisposição a doença ocular, os sintomas apareçam mais cedo e em maior intensidade. É o caso de quem tem estrabismo, por exemplo”, contou a oftalmologista Pérola Grupenmacher ao G1. Ou seja: o problema não mora só no conteúdo, mas também na exposição às luzes e o quão próximas elas ficam dos olhos. É complicado mesmo. Com mais opções, aplicativos, canais, mais telas disponíveis e cada vez menos tempo livre para brincadeiras diferentes, como equilibrar o entretenimento? Como entender os limites entre a distração e a brincadeira? Pra responder esses e outros questionamentos, trouxemos o pediatra Daniel Becker e o educador George Stein!========FALE CONOSCO. Email: mamilos@b9.com.br. Facebook: aqui. Twitter: aqui========CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.https://www.catarse.me/mamilos========EQUIPE MAMILOSEdição – Caio CorrainiProdução – Beatriz FiorottoApoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elencoPublicação – B9 Company========CAPAA capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.
Você já viu Bacurau?O longa de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles conta a história de uma cidade chamada Bacurau. A típica cidadezinha do interior que tá no nosso imaginário, um lugar em que todo mundo se conhece, bem simples e aparentemente bem tranquilo. Até a hora em que essa tranquilidade cessa.Bacurau é um filme que explode cabeças! Fala sobre o Brasil. Sobre a nossa gente. Inclusive, fala sobre o que significa ser gente. Ter sua existência reconhecida. Colonialismo, racismo, brutalidade, comunidade, gênero, resistência… Bacurau fala sobre tantas coisas, na verdade, que quisemos dedicar um Mamilos só pra ele. E pra que fosse ainda mais especial, resolvemos colocar a nossa gente, a Mamilândia, pra ver o filme conosco e assistir a gravação! É o poder da comunidade mamileira na prática!Talvez você estranhe um pouco. A gente ficou tão envolvida pelo filme que nos afastamos um pouco da proposta de construir pontes do Mamilos. Esse episódio fala mais sobre nós, sobre nossos questionamentos e sobre o que nos dói, do que efetivamente sobre a proposta do Mamilos.Esse programa é o primeiro de uma série especial do Mamilos que fala sobre arte e cultura brasileira. Porque acreditamos que esse tema é urgente.Pra conversar conosco, chamamos o nosso já querido Túlio Custódio, a maravilhosa Rita Von Hunty e Thomás Aquino, ator que interpreta o Pacote/Acácio no filme. Vem com a gente pro bonde da polêmica gravado ao vivo! Ah, fica o aviso: tem spoiler, viu? Antes de ouvir, recomendamos que siga o conselho que estamos dando desde que saímos da sessão pela primeira vez: vá ver Bacurau!========FALE CONOSCO. Email: mamilos@b9.com.br. Facebook: aqui. Twitter: aqui========CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.https://www.catarse.me/mamilos========EQUIPE MAMILOSEdição – Caio CorrainiProdução – Beatriz FiorottoApoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elencoPublicação – B9 Company========CAPAA capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.
Irmãos

Irmãos

2019-09-2701:56:2454

Sete bilhões de pessoas no mundo. Infinitas possibilidades de tempo, espaço, época. Mais de 190 países, milhares de cidades e essa pessoa foi cair justamente na mesma família que a sua. Ali, do seu lado, dividindo um teto, as refeições e, às vezes, até um quarto.Pra alguns, foi sorte. Ter um irmão, às vezes, é sinônimo de estar na mesma família do seu melhor amigo. É ter histórias de cumplicidade, de traquinagem, de lágrimas compartilhadas e risos soltos. Tem também quando o irmão é mais caladão, mais na dele. O que pode não ser seu maior companheiro, mas sempre esteve ali. E pra outros, ter irmão é ter concorrência, rivalidade. É dividir o sobrenome com a pessoa mais insuportável ou egoísta que você já conheceu.Talvez você tenha vários irmãos. E, com cada um, ter uma relação de fraternidade diferente. Dá pra só gostar do seu irmão lá na frente, muitos anos depois. Ou sentir falta do que vocês tinham muito tempo atrás.Pode ser que ele tenha 10 anos a mais que você. Quinze, vinte. Ou só dois. Pode ser também que apenas minutos separem seu nascimento do dele, e de quebra vocês dividam a mesma aparência.A relação fraternal ajuda a gente a entender o outro. A gente aprende a defender o outro. Ou a se defender. A ter uma paciência de Jó.Talvez você não tenha irmãos! Mas com certeza já viu como pode funcionar essa relação. Com Ruth e Raquel, Sandy e Júnior, She-Ra e He-Man, Leia e Luke, Ross e Monica, Irmãos Von Trapp, irmãs Kardashian...Hoje queremos falar sobre as várias relações que existem entre os vários tipos de irmãos. Pra isso, teremos o nosso querido Alexandre Coimbra Amaral, psicólogo, escritor e terapeuta familiar.Solta o play que esse Mamilos tá de chorar de lindo!========BRADESCOA gente que está numa startup sabe bem a importância de educação financeira. E hoje vamos te contar que o Bradesco chegou pra ajudar até nisso!O banco lançou uma nova série, a “Na Real”! Ela é feita pra descomplicar esse papo de finanças. É uma iniciativa da Unibrad, que é a Universidade Corporativa Bradesco, com curadoria da Saint Paul, uma das maiores escolas de negócios do mundo.As videoaulas são dadas por professores da Saint Paul e transmitidas através de uma plataforma online, o LIT. Ah, e o acesso a esse conteúdo é gratuito!O "Na Real" já está no 6º episódio e já falou de "Como quebrar o tabu e falar de dinheiro", "Entender suas dívidas e a importância de investir", "Dicas de como economizar"...Acompanhando cada episódio e fazendo as atividades sugeridas, é possível de verdade aprender a se organizar diretinho!Pra saber mais, acessa o site: serienareal.com.br========FALE CONOSCO. Email: mamilos@b9.com.br. Facebook: aqui. Twitter: aqui========CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.https://www.catarse.me/mamilos========EQUIPE MAMILOSEdição – Caio CorrainiProdução – Beatriz FiorottoApoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elencoPublicação – B9 Company========CAPAA capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.========FAROL ACESOJu — Filmes Yesterday, Música da Minha Vida e Ele Tem Os Seus OlhosCris — Minissérie O EspiãoAlexandre — Documentário Longe da Árvore e livro Fernanda Montenegro - Prologo, Ato e Epílogo
Agrotóxicos

Agrotóxicos

2019-09-2101:37:0453

— Por que o senhor desconfia que sua esposa está tentando matá-lo?— Ela me serviu pimentão, alface e tomate no jantar. E de sobremesa, morango e uva!Essa é uma conversa entre um médico e um paciente numa charge do cartunista Amarildo. Ela retrata mais uma das aflições que atingem os brasileiros: o medo de que a comida que comemos represente um risco.Nessa terça, 17 de setembro de 2019, o Ministério da Agricultura registou 63 novos agrotóxicos. Com isso, temos, até agora, 325 novos pesticidas liberados em 2019. Esse é o maior número de registros nesse período dentro da série histórica que é medida desde 2005. A gente tá caminhando para bater o recorde de 450 registros novos que pertence ao ano de 2018. Ao todo, temos cerca de 2.300 produtos desse tipo registrados no país.Nesse novo pacote de liberações, existem 2 princípios ativos que servirão de base para produtos inéditos e 5 novos produtos que estarão à venda. Os outros 56 são genéricos de produtos que já existem no mercado.E é nesse maior contingente que foca a ministra da agricultura Tereza Cristina quando diz: "São produtos 'genéricos', cujas moléculas principais já estão à venda, que vão trazer diminuição de preço, para que os produtores possam ter viabilidade nos seus plantios”. A lógica é: mais concorrência pode baixar preços e, com isso, também se espera diminuir o volume de utilização de agrotóxicos piratas, que são ainda mais perigosos.Os agrotóxicos, agroquímicos, defensivos agrícolas, fitossanitários ou pesticidas, são substâncias químicas sintéticas utilizadas para matar pragas, insetos, bactérias, fungos e plantas daninhas. Usamos cerca de 500 mil toneladas desses produtos por ano, ao custo de 35 bilhões de reais, sendo 58% desse uso em plantações de soja e milho. Isso nos torna o maior consumidor mundial desses produtos em números absolutos. Mas se levarmos em consideração a quantidade de alimento produzida e a área plantada, Japão, União Europeia e Estados Unidos consomem mais agrotóxicos que nós.Para uma tonelada de alimento, gastamos 8 dólares em pesticidas. Já o Japão, gasta 95 dólares.Mas não há bem o que comemorar. Além de um alto volume de uso, ainda existe uma mudança de classificação na toxicidade que deixou muita gente alerta. Como se não bastasse, a forma como aplicamos os produtos também causa alarme. Nós, por exemplo, aplicamos vários tipos de agrotóxicos por avião. Essa prática, que é proibida em outros lugares do mundo, acaba levando pesticidas para perto de casas, animais, gado, nascentes de rios e córregos. Ou seja: o meio ambiente também fica comprometido.No dia 18 de setembro de 2019, tivemos a divulgação do laudo de uma investigação, paga com recursos do Ministério Público Estadual de Santa Catarina, que revelou que cerca de 50 milhões de abelhas morreram envenenadas por agrotóxicos em janeiro deste ano na região. A principal causa? Um tipo de agrotóxico usado em lavouras de soja das redondezas. Essa substância foi proibida em países como Vietnã, Uruguai e África do Sul após pesquisas comprovarem que ela é, sim, letal para as abelhas. Santa Catarina é o maior exportador de mel do Brasil, com 99% de sua produção certificada como orgânica e , agora, percebe sua produção ameaçada.Com tanta polêmica, nossa intenção hoje é aprofundar um pouco mais sobre esse cenário e entender os pontos que cercam os agrotóxicos e a comida que comemos. Vem degustar este programa com a gente!========O Bradesco lançou no último domingo uma nova campanha falando sobre toda a inovação que promove. E é coisa, viu? Tem reconhecimento facial para acessar a conta, pagamento digital, atendimento digital em Libras na agências e, claro, a BIA, a Inteligência Artificial do Bradesco! Há muitos anos o Bradesco já disponibiliza serviços acessíveis que dão mais autonomia à comunidade surda. E agora tem mais novidades! O portal Bradesco pode ser traduzido para Libras, as máquinas de autoatendimento vão ter o Saque em Libras e, pouco a pouco, todas as agências vão ganhar o atendimento digital em Libras. Aí dá pra todo mundo se entender direitinho!Pra saber mais, você pode ver o filme da campanha no YouTube do Bradesco e acessar www.banco.bradesco/inovacao========FALE CONOSCO. Email: mamilos@b9.com.br. Facebook: aqui. Twitter: aqui========CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo.https://www.catarse.me/mamilos========EQUIPE MAMILOSEdição – Caio CorrainiProdução – Beatriz FiorottoApoio à pauta – Jaqueline Costa e grande elencoPublicação – B9 Company========CAPAA capa dessa semana é de autoria de Johnny Brito.========FAROL ACESOJu — Filme Pássaros de VerãoCris — Filme BacurauAilin — Livro O Terceiro PratoLarissa — Documentário Em Breve em Vossos Pratos
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Comments (302)

O Entediado

1 - 37:36 Sensível à crítica: Leia-se mulheres e cucks; 2 - Se o cara tá com uma feminista ou uma conservadia ele é um jumento mesmo; 3 - O cara que apanha da mulher continua nessa situação é vivo mesmo, indigno de respeito; 4 - O risco da feminista não compensa a relação, não importa quão bom seja o sexo com ela. Mude minha opinião; 5 - 1:12:40 Admitiram que mulheres são CRIANÇAS ETERNAS.

Nov 15th
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Karina Sasaki

perfeito!!!

Nov 14th
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Zaney Ferreira

Caraca, que programa phoda, não gosto da discussão de época acho bem pesado, no entanto foi muito esclarecedor e necessário para esse momento.

Nov 14th
Reply (1)

Cinthia Reis

Ju e Cris, que demais esse episódio! Eu precisava mesmo ouvir, porque está chegando a época dos jantares de natal com meus amigos portugueses que me perguntam "e então, e o Brasil?" é eu só sei responder que as notícias da TV são só um breve recorte tendencioso que não pode dizer o que é o todo. Obrigada por me encher de história para entender um pouco mais desse país tão complexo. 😘😘😘

Nov 14th
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Cristina Santos

Excelente episódio!!! E esses debatedores?!!!! boquiaberta....

Nov 11th
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Marcia

Imperdível! A abordagem feita em cada assunto relevante da sociedade, ajuda a desmitificar o saudosismo ilusório dessa época... Muito bom!

Nov 10th
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Bruno Ramos

Muito bom. O Podcast Vozes, da CBN, fez dois programas sobre memória e recomendo para os ouvintes do Mamilos como complemento.

Nov 9th
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Felipe Martins

Oportuno

Nov 8th
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Marcelo canto

acredito que dever ser a 15° vez que venho aqui nesse episódio tentar entender sobre esse tema que é tão novo em minha bolha...

Nov 7th
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Maria Maria

Deviam ter levado alguém para falar sobre gatos.

Nov 7th
Reply (1)

Michel Marques

Não se construiu ponte alguma neste episódio.

Nov 5th
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Aline Fernanda Escarelli

Olá não achei o podscast da CRIS de luca e silva ! Pode por o link aqui por favor ?

Nov 3rd
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Camila Meireles

faltou falar mais sobre gatos 😰

Nov 1st
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Jaqueline Matos

Professora da Rede pública há 10 anos no município de São Paulo, concordo em muitos aspectos em gênero, número e grau com pontos discutidos... mas acho complicado uma conversa com um representante de uma educação sucateada e de uma Instituição com o título de Fundação que não visa a qualidade de educação, mas sua entrada nela para presença do Estado mínimo... também acho complicado falar que não será só o investimento citado por Tabata Amaral que irá melhorar a educação, corremos o risco de colocar todo o peso no professor, o Sistema deve oferecer condições de trabalho e formação... Outra coisa, o professor alfabetizador não deve pensar em neurociência e consciência fonológica coisa nenhuma... deve saber de epistemologia do conhecimento e situações significativas de ensino (contar as crianças em ordem crescente não é uma delas)... gosto muito de vocês do Mamilos, mas acho que existem pessoas mais competentes para discutir educação... Fundação Bradesco, NÃO!!!

Nov 1st
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Cleson Cruz

Faltou a música que dá nome ao álbum, fiquei na expectativa por ela até o fim. Mas tudo bem, foi maravilhoso ouvir tamanha poesia social.

Oct 31st
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Pedro Henrique

eu SEMPRE vou parar oque eu estou fazendo pra ouvir oque esse cara tem pra falar, admiro muito o trabalho do Emicida; e amo seu podcast menina; Abraço!

Oct 31st
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Ricardo Pereira

Parei várias vezes e este é o que mais me gera gatilhos e tenho pra mim como meta e superação ouvir até o final. Não por ser ruim, mas pra encarar meus medos e gatilhos. Seu podcast é maravilhoso sempre.

Oct 31st
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Bianca Procópio

Chorei... ❤❤ Sou a irmã mais velha, e somos distantes, gostaria de ser amiga da minha irmã.

Oct 31st
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Vinny Santos de Oliveira

episódio maravilhoso

Oct 30th
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Udson Pinheiro Araujo

Oi gente, faltou o link do programa do Bial.

Oct 30th
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