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NERVOS
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Chegamos ao décimo episódio da Parada Cultural das Nações, série especial do podcast do site NERVOS que propõe um desfile de delegações, tal qual o da Cerimônia de Abertura das Olimpíadas – a próxima edição, a de Tóquio 2020, está marcada para acontecer no dia 23 de julho de 2021, ainda que haja muita incerteza sobre sua realização. Só que, em vez de atletas, passam por aqui os destaques artísticos, como os filmes e músicos iranianos e iraquianos que são abordados desta vez. Confira, então, um breve panorama da história olímpica do Irã e do Iraque, bem como conhecer quem são aqueles que levam a cultura dessas duas nações vizinhas no Oriente Médio para além-fronteiras.
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Parada Cultural das Nações #10
> A partir de 10s
Irã
> A partir de 59s
- Porta-bandeira: O Apartamento (2016), segundo filme de Asghar Farhadi premiado com um Oscar
- Destaques: os filmes 3 Faces (2018), de Jafar Panahi, e Não Há Mal Algum (2020), de Mohammad Rasoulof; e os cantores Shadmehr Aghili, Kamyar, Saaren, Behnam Bani e Chaartaar, o rapper Tohi, a artista Niaz Nawab e as bandas Damahi, Daal Band e Dang Show
- Citados: os longa Nassereddin Shah, Actor-e Cinema / Once Upon a Time, Cinema (1992), de Mohsen Makhmalbaf; Dokhtar-e Lor (1933), de Ardeshir Irani; Gosto de Cereja (1997), de Abbas Kiarostami; Taxi Teerã (2015), de Jafar Panahi; A Separação (2011), de Asghar Farhadi; e Manuscritos Não Queimam (2013), de Mohammad Rasoulof
Iraque
> A partir de 5min20s
- Porta-bandeira: o cantor Ali Saber, com seu recente hit "Maaqoula"
- Destaques: os filmes The Journey (2017), de Mohamed Al-Daradji; The Deminer (2017), de Hogir Hirori e Shinwar Kamal; A Vida na Estrada (2020), de Sidra Rezwan, Salva Soleiman Sedo, Ekhlas Heydar Samubud e Adnan Faroq; os cantores Nour Al Zaim e Ahmed Al Maslawi, e as cantoras Aseel Hameem, Dumooa Tahseen e Rahma Riad
- Citados: os longas Bekas (2012), de Karzan Kader; Minha Doce Pepper Land (2013), de Huner Saleem; e Memories on Stone (2014), de Shawkat Amin Korki; os oudistas Ahmed Mukhtar e Munir Bashir, o violonista Ilham al-Madfai, o cantor Kadim Al Sahir e o DJ MoCity
Encerramento
> A partir de 8min44s
Confira a transcrição completa deste podcast no site: https://www.nervos.com.br/post/paradaculturaldasnacoes10-ira-iraque
*Músicas presentes no podcast: “Brazilian Fantasy (Standard Version)”, de Alexandre de Faria; “Sorude Mellije Džomhurije Eslamije Iran” (Hino do Irã), de Hassan Riahi; “Sooper Estar-E Man (My Superstar)”, de Damahi; “Mawtini” (Hino do Iraque), de Ibrahim Touqan e Muhammad Fuliefil; e “Maaqoula”, de Ali Saber
Voltamos a nossa Parada Cultural das Nações, série especial do podcast do site NERVOS que imagina um desfile de delegações artísticas inspirado nas Olimpíadas, que estão prestes a começar no dia 23 de julho de 2021. E neste nono episódio, o destaque vai para Israel – já esclarecendo que, conforme a ordem de apresentação da Parada das Nações que se realizará em Tóquio, a Palestina será destacada bem mais a frente nesta série – e a Itália, com os principais representantes culturais atuais destes países.
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Parada Cultural das Nações #9
> A partir de 9s
Israel
> A partir de 1min04s
- Porta-bandeira: o duo indie Lola Marsh
- Destaques: os filmes Synonymes (2019), de Navad Lapid; o drama Foxtrot (2017), de Samuel Maoz; a sátira Tel Aviv em Chamas (2018), de Sameh Zoabi; o documentário Na Cabine de Exibição (2019), de Ra'anan Alexandrowicz; o curta White Eye (2019), de Tomer Shushan; as séries A Princesa e o Padeiro (2013-), de Assi Azar; e Shtisel (2013-21), de Ori Elon e Yehonatan Indursky; a cantora pop Eden Ben Zaken, o DJ Itay Galo e o cantor de mizrahi Omer Adam
- Citados: os cineastas Menahem Golan, Efraim Kishon e Uri Zohar; os filmes O Dia do Perdão (2000) e Kedma (2002), de Amos Gitaï; Lemon Tree (2008) e Os Árabes Também Dançam (2014), de Eran Riklis; Valsa com Bashir (2008), de Ari Folman; A Professora do Jardim de Infância (2014), de Navad Lapid; as séries Be’tipul (2005-08), de Hagai Levi, Ori Sivan e Nir Bergman; de Prisoners of War (2010-12), de Gideon Raff; e da minissérie Euphoria (2012-13), de Ron Leshem e Daphna Levin; a cantora Yael Naïm e a banda Men of North Country
Itália
> A partir de 7min04s
- Porta-bandeira: a série A Amiga Genial (2018-), de Saverio Costanzo
- Destaques: os filmes Belos Sonhos (2016), de Marco Bellocchio; Uma Questão Pessoal (2017), de Paolo e Vittorio Taviani; Dogman (2018), de Matteo Garrone; Martin Eden (2019), de Pietro Marcello; o documentário Notturno (2020), de Gianfranco Rosi; Rosa e Momo (2020), de Edoardo Ponti; o curta Four Roads (2020) e o longa Lazzaro Felice (2018), de Alice Rohrwacher; a cantora Laura Pausini; a música "Zitti e Buoni", da banda de rock Måneskin, que venceu o Eurovisão 2021
- Citados: neorrealismo italiano e os cineastas Federico Fellini, Michelangelo Antonioni, Luchino Visconti, Pier Paolo Pasolini, Bernardo Bertolucci e Ettore Scola; o longa A Grande Beleza (2013), de Paolo Sorrentino; os compositores Antonio Vivaldi, Giuseppe Verdi, Giacomo Puccini e Gioacchino Rossini; tenores Luciano Pavarotti, Andrea Bocelli e o grupo Il Volo; o produtor Giorgio Moroder, a cantora Raffaella Carrà, o cantor Umberto Tozzi, os DJ's Gigi D'Agostino e Benny Benassi; e os artistas Eros Ramazzotti e Tiziano Ferro
Encerramento
> A partir de 12min43s
Confira a transcrição completa deste podcast no site: https://www.nervos.com.br/post/paradaculturaldasnacoes9-israel-italia
*Músicas presentes no podcast: “Brazilian Fantasy (Standard Version)”, de Alexandre de Faria; “Hatikvah” (Hino de Israel), de Naftali Herz Imber e Samuel Cohen; “New Soul”, de Yael Naim; “Only for a Moment”, de Lola Marsh; “Il Canto degli Italiani” (Hino da Itália), de Goffredo Mameli e Michele Novaro; “Zitti e Buoni”, de Måneskin
Estamos no oitavo episódio da Parada Cultural das Nações, série especial do nosso podcast que refaz o tradicional desfile das delegações nas Olimpíadas – os próximos Jogos Olímpicos estão marcados para começar no dia 23 de julho de 2021, com a Cerimônia de Abertura em Tóquio –, mas com os destaques cinematográficos, musicais ou televisivos da atualidade nestes países. Desta vez, só da a Union Jack, já que passam por aqui os estandartes artísticos do Reino Unido, ou como no nome oficial de seu time, Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, e de seu território ultramarino caribenho das Ilhas Virgens Britânicas.
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Parada Cultural das Nações #8
> A partir de 10s
Grã-Bretanha e Irlanda do Norte
> A partir de 1min16s
- Porta-bandeira: o filme Paddington 2 (2017), de Paul King
- Destaques: a série de filmes britânica Small Axe (2020), de Steve McQueen (Mangrove; Lovers Rock; Red, White and Blue; Alex Wheatle e Education); os longas ingleses O Despertar de Fanny Lye (2019), de Thomas Clay, Você Não Estava Aqui (2019), de Ken Loach, e O Menino que Queria Ser Rei (2019), de Joe Cornish; as minisséries inglesas Chernobyl (2019), de Craig Mazin e Johan Renck, e The Little Drummer Girl (2018), de Michael Lesslie, Claire Wilson e Park Chan-wook; os cantores ingleses Dua Lipa, Harry Styles, Dizzee Rascal, Skepta, Stormzy, Kano, Wiley, Little Simz e Arlo Parks; a banda de rock escocesa Vistas; o longa escocês Legítimo Rei (2018), de David Mackenzie; a minissérie escocesa Retribution / One of Us (2016), de Harry e Jack Williams; a série galesa Requiem (2018), de Kris Mrksa e Blake Ayshford; o filme galês Gwen (2018), de William McGregor; a cantora pop galesa Marina (Marina and the Diamonds); a banda norte-irlandesa Two Door Cinema Club; e a série norte-irlandesa Derry Girls (2018-), de Lisa McGee
- Citados: os escritores Shakespeare, Jane Austen, as irmãs Brontë, Virginia Woolf e Ian McEwan; os cineastas Louis Le Prince, Charles Chaplin e Alfred Hitchcock; produções documentais da BBC; as séries inglesas Broadchurch (2013-17), de Chris Chibnall, e Game of Thrones (2011-19), de David Benioff e D. B. Weiss; a banda de rock inglesa The Beatles; as bandas de rock escocesas Big Country, The Proclaimers, Belle and Sebastian, Travis e Franz Ferdinand; o filme escocês Trainspotting (1996), de Danny Boyle; a série escocesa Outlander (2014-), de Ronald D. Moore; a série galesa Hinterland ou Y Gwyll (2013-16), de Ed Talfan e Ed Thomas; banda de rock galesa Stereophonics e a cantora de soul conterrânea Duffy; as bandas norte-irlandesas Them (e seu vocalista Van Morrison, na carreira solo) e Snow Patrol; Mães em Luta (1996), filme do cineasta norte-irlandês Terry George, e Em Nome do Pai (1993) e O Lutador (1997), roteirizados por ele; e a série norte-irlandesa The Fall (2013-16), de Allan Cubitt
Ilhas Virgens Britânicas
> A partir de 14min47s
- Porta-bandeira: a cantora Monéa
- Destaques: o curta-metragem documental Picking Up The Pieces (2018), de Sebastian Feehan e Josh Bamford
- Citados: escritores e poetas Alphaeus Osario Norman, Verna Penn Moll e Jennie Wheatley; o filme A Ilha do Pecado (1958), de Pat Jackson; e o cantor Iyaz
Encerramento
> A partir de 17min04s
Confira a transcrição completa deste podcast no site: https://www.nervos.com.br/post/paradaculturaldasnacoes8-grabretanhaeirlandadonorte-ilhasvirgensbritanicas
*Músicas presentes no podcast: “Brazilian Fantasy (Standard Version)”, de Alexandre de Faria; “God Save the Queen" (Hino do Reino Unido), de John Bull; “Venom”, de Little Simz; “Caroline”, de Arlo Parks; “15 Years”, de Vistas; “Purge The Poison”, de MARINA; “Dirty Air”, de Two Door Cinema Club; “Oh, Beautiful Virgin Islands" (Canção territorial das Ilhas Virgens Britânicas), de Kareem Nelson Hull e Ayana Hull; “GYPSY”, de Marvelus feat. Monéa
Estamos no sétimo episódio da série especial Parada Cultural das Nações e, no desfile de delegações culturais inspirado pelos Jogos Olímpicos de Tóquio que vêm por aí – mais exatamente, no dia 23 de julho de 2021, data para qual está marcada a Cerimônia de Abertura do evento –, quem passa pelo nosso podcast são os destaques do país caribenho Antígua e Barbuda, o principado europeu Andorra e a república arábica do Iêmen.
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Parada Cultural das Nações #7
> A partir de 10s
Antígua e Barbuda
> A partir de 53s
- Porta-bandeira: o curta-metragem Dadli (2018), de Shabier Kirchner
- Destaques: a cantora Au/Ra
- Citados: os filmes The Sweetest Mango e The Skin (2011), de Howard Allen; os cantores King Short Shirt, Claudette Peters e Shermain Jeremy; e o guitarrista Roland Prince
Andorra
> A partir de 3min56s
- Porta-bandeira: a banda de death metal progressivo Persefone
- Destaques: o curta-metragem Le Blizzard / The Blizzard (2019), de Alvaro Rodriguez Areny ; e o DJ e produtor Nick Gain
- Citados: os curtas-metragens No Pronunciarás el Nomere de Dios en Vano / Don't Take the Name of God in Vain (1999), de Josep Guirao; e Andorre (2013), de Virgil Vernier; os longas 73’ (2016) e Nick (2016), de Jose Pozo; o violinista Gerard Claret, a Orquestra Nacional Clássica de Andorra e a cantora Marta Roure
Iêmen
> A partir de 7min20s
- Porta-bandeira: o cantor Ammar Alazaki
- Destaques: o longa 10 Days Before the Wedding (2018), de Amr Gamal; e o curta In The Middle (2019), de Mariam Al-Dhubhani; as cantoras Emy Hetari, Arwa e Balqees; e a banda A-WA
- Citados: o curta-metragem Wa lakin alardh tadur / It Still Rotates (1978), de Suliman Elnour; os longas A New Day in Old Sana’a (2005), de Bader Ben Hirsi; e Nojoom, 10 Anos, Divorciada (2014), de Khadija Al-Salami; os cantores Abu Bakr Salem Belfkih, Ahmed Fathi e Shoshana Damari
Encerramento
> A partir de 11min20s
Confira a transcrição completa deste podcast no site: https://www.nervos.com.br/post/paradaculturaldasnacoes7-antiguaebarbuda-andorra-iemen
*Músicas presentes no podcast: “Brazilian Fantasy (Standard Version)”, de Alexandre de Faria; “Hino da Antígua e Barbuda”, de Novelle Hamilton Richards e Walter Garnet Picart Chambers; “Panic Room”, de Au/Ra; “Hino de Andorra”, de Juan Benlloch i Vivó e Enric Marfany Bons; “Prison Skin”, de Persefone; “Hino do Iêmen”, de Abdulwahab Noman e Ayob Tarish; “غني غني (Ghanni Ghanni)”, de Ammar Alazaki
A Parada Cultural das Nações, série especial do nosso podcast que, no ritmo das Olimpíadas de Tóquio 2020 que estão por vir – a Cerimônia de Abertura está marcada para o dia 23 de julho de 2021, já que o evento foi adiado no ano passado por conta da pandemia de Covid-19 –, apresenta um desfile de delegações culturais de diversos países. Saem os atletas e entram os filmes, músicas, programas de TV, enfim, tudo que representam o passado e o presente das artes nestas nações. E neste sexto episódio, Albânia, Armênia e Angola passam por aqui.
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Parada Cultural das Nações #6
> A partir de 10s
Albânia
> A partir de 58s
- Porta-bandeira: o curta-metragista Erenik Beqiri, pelos trabalhos Bon Appétit (2017) e The Van (2019)
- Destaques: os rappers como Azet, Stresi e FINEM e as cantoras pop Enca Haxhia, Elvana Gjata e Anxhela Peristeri, além da artista albanesa-americana Ava Max
- Citados: os filmes Tana (1958), de Kristaq Dhamo; Kolonel Bunker (1996), de Kujtim Çashku; Parullat / Slogans (2001), de Gjergj Xhuvani; Open Door (2020), de Florenc Papas; música iso-polifônica albanesa
Armênia
> A partir de 4min45s
- Porta-bandeira: a cantora Sirusho
- Destaques: os filmes Should the Wind Drop (2020), de Nora Martirosyan; Limiar (2020), de Rouzbeh Akhbari e Felix Kalmenson
- Citados: os filmes A Cor da Romã (1968), de Sergei Parajanov; Lrutyan Simphonia / Symphony of Silence (2001), de Vigen Chaldranyan; e Mayak / The Lighthouse (2006), de Mariya Saakyan; o cantor Aram Mp3 e a banda armênia-americana System of a Down
Angola
> A partir de 7min53s
- Porta-bandeira: o filme Ar Condicionado (2020), de Fradique
- Destaques: o filme Santana / Dias Santana (2020/2015), de Maradona Dias Dos Santos e Chris Roland; os cantores Titica, Anselmo Ralph, C4 Pedro, Anna Joyce e Paulo Flores, Big Nelo, Aline Frazão e o duo Tchobari
- Citados: os filmes O Caminho de Ferro de Benguela (1913), de Artur Pereira; O Feitiço do Império (1940), de António Lopes Ribeiro; o curta Monangambeee (1968) e o longa Sambizanga (1972), de Sarah Maldoror; os cineastas Ruy Duarte Carvalho e Maria João Ganga; os longas O Herói (2004) e O Grande Kilapy (2011), de Zézé Gamboa; a telenovela Windeck: Todos os Tons de Angola (2012-13); os cantores Tony Amado, Waldemar Bastos e Bonga
Encerramento
> A partir de 12min39s
Confira a transcrição completa deste podcast no site: https://www.nervos.com.br/post/paradaculturaldasnacoes6-albania-armenia-angola
*Músicas presentes no podcast: “Brazilian Fantasy (Standard Version)”, de Alexandre de Faria; “Hino da Albânia”, de Aleksander Stavre Drenova e Ciprian Porumbescu; “Karma”, de Anxhela Peristeri; “Hino da Armênia”, de Mikael Nalbandian e Barsegh Kanachyan; “Zartonk”, de Sirusho; “Hino de Angola”, de Manuel Rui Monteiro e Rui Mingas; e “Vais me Perder”, de Anselmo Ralph
Chegamos ao quinto episódio da nossa Parada Cultural das Nações, série especial do podcast do site NERVOS que, inspirada pelos Jogos Olímpicos de Tóquio que começam no dia 23 de julho de 2021, reimagina o tradicional desfile das delegações na Cerimônia de Abertura, trocando os atletas pelos filmes, séries e músicos que poderiam representar estes países. Hoje, os destaques são da vizinha Argentina e da caribenha Aruba, com um bônus sobre as antigas Antilhas Holandesas.
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Parada Cultural das Nações #5
> A partir de 9s
Argentina
> A partir de 58s
- Porta-bandeira: o álbum La Conquista del Espacio (2020), do músico de rock Fito Páez
- Destaques: os filmes La Quietud (2018), de Pablo Trapero; O Anjo (2018), de Luis Ortega; A Odisseia dos Tontos (2019), de Sebastián Borensztein; Mamãe Mamãe Mamãe (2020), de Sol Berruezo Pichon-Rivière; e Vicenta (2020), de Darío Doria; a série O Jardim de Bronze (2017-), de Gustavo Malajovich; as cantoras TINI e Maria Becerra; o o DJ e produtor Bizarrap; e os cantores DUKI, KHEA, Cazzu e L-Gante
- Citados: os filmes La Tregua (1975), de La Trégua; Camila (1984), de María Luisa Bemberg; A História Oficial (1985), de Luis Puenzo; Nove Rainhas (2000), de Fabián Bielinsky; La Ciénaga (2001) e Zama (2017), de Lucrecia Martel; O Filho da Noiva (2001) e O Segredo de Seus Olhos (2009), de Juan José Campanella; Relatos Selvagens (2014), de Damián Szifron; O Clã (2015), de Pablo Trapero; O Cidadão Ilustre (2016), de Gastón Duprat e Mariano Cohn; No Fim do Túnel (2016), de Rodrigo Grande; as telenovelas Chiquititas (1995-2000), Rebelde Way (2002-03) e Floricienta (2004-05), de Cris Morena; Violetta (2012-15), de Jorge Nisco e Martín Saban; Kally’s Mashup (2017-19), de Adam Anders e Antony Falcón; as bandas Soda Stereo e Los Pericos; os cantores Charly García, Carlos Gardel e Mercedes Sosa
Aruba (+ Curaçao e São Martinho/Sint Maarten)
> A partir de 7min14s
- Porta-bandeira: o curta-arubano Pariba (2019), de Aramis Gonzalez e Elise van der Linde
- Destaques: o longa holandês em coprodução com Curaçao, Buladó (2020), de Eché Janga, e o curta Remembering Irma: Voices of St. Martin (2018), de Daphne Schmon; a cantora arubana Landa Henriquez; o pianista Randal Corsen e o duo de eletrônica Shermanology, ambos de Curaçao; e a banda de reggae rock Orange Grove, que tem alguns de seus integrantes vindos Sint Maarten
- Citados: o longa arubano Abo So / Only You (2013), de Juan Francisco Pardo; as bandas arubanas Basic One e Grupo di Betico; os expatriados Bobby Farrell (vocalista do grupo de disco music Boney M.), Iwan Groeneveld (integrante do duo pop Spooky and Sue) e o cantor de reggae Wally Warning; e o pianista e compositor de Curaçao, Wim Statius Muller
Encerramento
> A partir de 10min18s
Confira a transcrição completa deste podcast no site: https://www.nervos.com.br/post/paradaculturaldasnacoes5-argentina-aruba
*Músicas presentes no podcast: “Brazilian Fantasy (Standard Version)”, de Alexandre de Faria; “Hino da Argentina”, de Blas Parera e Vicente López y Planes; “La Conquista del Espacio”, de Fito Páez; “Hino de Aruba”, de Juan Chabaya 'Padu' Lampe e Rufo Wever; e “Easy Love”, de Orange Grove
Continuamos com a série especial do nosso podcast, a Parada Cultural das Nações, que inspirada pela proximidade das Olimpíadas de Tóquio, troca os atletas pelos destaques do cinema, música e televisão dos países neste desfile de delegações. Os países ou territórios em foco neste quarto episódio são as Ilhas Virgens Americanas, os Emirados Árabes Unidos e a Argélia.
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Parada Cultural das Nações #4
> A partir de 9s
Ilhas Virgens Americanas
> A partir de 1min12s
- Porta-bandeira: a banda Akae Beka
- Destaques: a cantora Dezarie, as bandas Bambu Station e Midnite, o duo R. City e o rapper Verse Simmonds
- Citados: os filmes Jamesie, King of Scratch (2007), de Andrea Leland; Dangers of the Tongue (2008), de Morgan Quigley; e Code 2600 (2011), de Jeremy Zerechak; os programas televisivos Vida no Paraíso: Caribe (2014-) e Vida no Paraíso: Ilhas (2014-); a banda Blinky & the Roadmasters
Emirados Árabes Unidos
> A partir de 4min36s
- Porta-bandeira: a série Justiça (Qalb Al Adala, 2017), de William M. Finkelstein, Tony Spiridakis e Carol Wolper
- Destaques: a série The Platform (2020), de Hozan Akko; o cantor Hamdan Al Abri, da banda ABRI
- Citados: os filmes Al-hilm / The Dream (2005), de Hani Al-Shaibani; Bilal: A New Breed of Hero (2015), de Khurram H. Alavi e Ayman Jamal; Zinzana (2015), de Majid Al Ansari; Aerials (2016), de S.A. Zaidi; e A Tale of Shadows (2017), de Tariq Alkazim; o cantor Mehad Hamad, o pianista e compositor Hussain Al Jassmi, e a cantora Ahlam
Argélia
> A partir de 7min58s
- Porta-bandeira: o filme Papicha (2019), de Mounia Meddour
- Destaques: o documentário Nardjes A. (2020), de Karim Aïnouz; os rappers Soolking, Flenn e Didine Canon 16
- Citados: os filmes Rih al awras / The Winds of the Aures (1966) e Crônica dos Anos de Fogo (1975), de Mohamed Lakhdar-Hamina; Batalha de Argel (1966), de Gillo Pontecorvo; Poussières de Vie / Dust of Life (1995), Dias de Glória (2006) e Fora da Lei (2010), de Rachid Bouchareb; a música "El Arbi" (ou "Kilouni"), de Khaled
Confira a transcrição completa deste podcast no site: https://www.nervos.com.br/post/paradaculturaldasnacoes4-ilhasvirgensamericanas-emiradosarabesunidos-argelia
*Músicas presentes no podcast: “Brazilian Fantasy (Standard Version)”, de Alexandre de Faria; “Hino regional das Ilhas Virgens Americanas”, de Sam Williams e Alton Adams; “Black Carbon”, de Akae Beka feat. Chronixx; “Hino dos Emirados Árabes Unidos”, de Mohammed Abdel Wahab e Ārif al-Shaykh; “Wrong Direction”, de ABRI e Elie Afif feat. Rony Afif; “Hino da Argélia”, de Mufdi Zakariah e Mohamed Fawzi; “El Arbi” (ou “Kilouni”), de Khaled
Desembarcamos nas novas escalas da nossa Parada Cultural das Nações, série especial do podcast do site NERVOS que, na esteira dos Jogos Olímpicos de Tóquio que começam no próximo dia 23 de julho, imagina o tradicional desfile das delegações com os estandartes do cinema, da música e de outras artes dos países que participam do evento. Neste terceiro episódio, desbravamos a cultura e apresentamos os destaques atuais do Azerbaijão, Afeganistão e Samoa Americana.
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Parada Cultural das Nações #3
> A partir de 9s
Azerbaijão
> A partir de 1min03s
- Porta-bandeira: o curta-metragem Qadin / A Woman (2020), de Tahmina Rafaella
- Destaques: os filmes Entre Mortes(2020), de Hilal Baydarov; Fim de Estação (2019), de Elmar Imanov; Pomegranate Orchard (2017), de Ilgar Najaf; e De Quem É o Sutiã? (2018), de Veit Helmer; e a música "Mata Hari", de Efendi
- Citados: o filme Bibiheybətdə neft fontanı yanğını / The Oil Gush Fire in Bibiheybat (1898), de Alexandre Michon; e a música "Running Scared", de Ell & Nikki
Afeganistão
> A partir de 4min23s
- Porta-bandeira: o longa-metragem O Orfanato (2019), de Shahrbanoo Sadat
- Destaques: a banda Kabul Dreams
- Citados: os filmes Ishq wa Dosti / Love and Friendship (1946), de Reshid Latif; e Osama (2003), de Siddiq Barmak; e a cantora Farida Mahwash
Samoa Americana
> A partir de 7min49s
- Porta-bandeira: o grupo musical The Katinas
- Destaques: o documentário The Rogers (2020), de Dean Hamer e Joe Wilson
- Citados: o longa Seki A Oe: A Crazy Samoan Love Story (2013), de Zena Iese; o álbum American Samoa Spectacular (1972), do Choir Of The American Samoa Arts Council; e o grupo Boo-Yaa T.R.I.B.E.
Encerramento
> A partir de 10min27s
Confira a transcrição completa deste podcast no site: https://www.nervos.com.br/post/paradaculturaldasnacoes3-azerbaijao-afeganistao-samoaamericana
*Músicas presentes no podcast: “Brazilian Fantasy (Standard Version)”, de Alexandre de Faria; “Hino do Azerbaijão”, de Ahmed Javad e Uzeyir Hajibeyov; “Mata Hari”, de Efendi; “Hino do Afeganistão”, de Abdul Bari Jahani e Babrak Wassa; “Sarab”, de Kabul Dreams; “Hino regional da Samoa Americana”, de Napoleon Andrew Tuiteleleapaga e Mariota Tiumalu Tuiasosopo; e “19”, de The Katinas
Seguimos com a nossa Parada Cultural das Nações, série especial do podcast do site NERVOS que aproveita a contagem regressiva para as Olimpíadas de Tóquio a fim de apresentar a culturas dos países que participarão do evento esportivo. Em vez de atletas, o cinema, a TV e a música dessas delegações desfilam por aqui. E, de acordo com a ordem da Parada das Nações que ocorrerá nos Jogos Olímpicos de 2020 – que foram adiados para 2021 por causa da pandemia de Covid-19 –, os destaques deste segundo episódio são a Islândia e a Irlanda.
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Parada Cultural das Nações #2
> A partir de 9s
Islândia
> A partir de 1min38s
- Porta-bandeira: a compositora Hildur Guðnadóttir
- Destaques: a música "Húsavík"; os filmes Heartstone (2016), de Guðmundur Arnar Guðmundsson; Inspire, Expire (2018), de Ísold Uggadóttir; A Resistência de Inga (2019), de Grímur Hákonarson; e Um Dia Muito Claro (2019), de Hlynur Pálmason; e as séries Trapped (2015-), de Baltasar Kormákur; e O Assassino de Valhalla (2019-20), de Thordur Palsson
- Citados: o escritor Halldór Laxness; a banda The Sugarcubes, a cantora Björk, e os grupos Sigur Rós, Of Monsters and Men e Kaleo; os filmes Filhos da Natureza (1991), de Friðrik Þór Friðriksson; Nói, o Albino (2003), de Dagur Kári; Sobrevivente (2012), de Baltasar Kormákur; Síðasti bærinn / The Last Farm (2004) e Pardais (2015), de Rúnar Rúnarsson; e A Ovelha Negra (2015), de Grímur Hákonarson
Irlanda
> A partir de 6min44s
- Porta-bandeira: a animação Wolfwalkers (2020), de Tomm Moore e Ross Stewart
- Destaques: séries O Levante da Páscoa (2016-19), de Colin Teevan; Dublin Murders (2019-), de Sarah Phelps; e a minissérie Normal People (2020), de Alice Birch, Mark O'Rowe, Sally Rooney, Lenny Abrahamson e Hettie Macdonald; e os cantores Hozier e Niall Horan
- Citados: os filmes Ventos da Liberdade (2006), de Ken Loach; The Commitments – Loucos pela Fama(1991), de Alan Parker; Meu Pé Esquerdo (1989) e Em Nome do Pai (1993), de Jim Sheridan; Traídos pelo Desejo (1992), de Neil Jordan; Apenas Uma Vez (2007) e Sing Street: Música e Sonho (2016), de John Carney; Uma Viagem ao Mundo das Fábulas (2009), de Tomm Moore e Nora Twomey, e A Canção do Oceano (2014), de Tomm Moore; e os grupos The Dubliners, The Pogues, U2, as cantoras Enya e Sinéad O'Connor, as bandas The Cranberries, Thin Lizzy, My Bloody Valentine, The Corrs e as boy bands Westlife e Boyzone
Encerramento
> A partir de 11min45s
Confira a transcrição completa deste podcast no site: https://www.nervos.com.br/post/paradaculturaldasnacoes2-islandia-irlanda
*Músicas presentes no podcast: “Brazilian Fantasy (Standard Version)”, de Alexandre de Faria; “Hino da Islândia”, de Matthías Jochumsson e Sveinbjörn Sveinbjörnsson; "Bathroom Dance" (From "Joker"), de Hildur Guðnadóttir; “Hino da Irlanda”, de Peadar Kearney e Patrick Heeney; “Wolfwalkers Theme”, de Bruno Coulais; e “Dinner & Diatribes”, de Hozier
Depois de um longo hiato, o nosso podcast está de volta, mas, enquanto ainda não trazemos as entrevistas costumeiras, retornamos em novo formato, inédito por aqui: o de uma série especial, chamada Parada Cultural das Nações. Como a partir de hoje começa a contagem regressiva de 80 dias para o dia 23 de julho, no qual está marcada a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, que por conta da pandemia de Covid-19 foi adiado para este ano de 2021, por que não se inspirar neste evento e fazer um desfile de delegações, só que em vez de esportivas, culturais? Se não será possível viajar para ver as Olimpíadas – e para os brasileiros, para boa parte do globo – tivemos a ideia de fazer essa volta ao mundo em 80 dias, através do cinema, da música, TV, enfim, dos destaques culturais atuais que poderiam ser os porta-bandeiras desses países.
Vamos seguir, então, a ordem da Parada das Nações, como é oficialmente chamado o tradicional desfile das delegações olímpicas nas cerimônias de abertura e encerramento, conforme será realizada nessa edição em Tóquio, para traçar um breve panorama cultural desses países e dar dicas diárias dos destaques cinematográficos, musicais ou televisivos da atualidade em cada um dos times nacionais reconhecidos pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Nem sempre será possível encontrar expoentes de todas essas áreas no caso de lugares que não têm uma indústria cultural bem desenvolvida, mas vamos fazer o máximo nesta maratona olímpica. E começamos, portanto, dando um pulo na Grécia, o berço histórico das Olimpíadas e falamos também sobre os refugiados que novamente terão uma equipe própria, assim como no Rio 2016, edição passada que foi aqui no Brasil, deixou saudade e da qual emprestamos este tema da entrega das medalhas para servir de fundo dessa série especial.
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Parada Cultural das Nações #1
> A partir de 9s
Grécia
> A partir de 2min50s
- Porta-bandeira: o curta-metragem Leoforos Patision / Patision Avenue (2018), de Thanasis Neofotistos
- Destaques: os cantores Giorgos Sabanis, Josephine e Stefanis
- Citados: os filmes Stella (1955) e Zorba, o Grego (1964), de Michael Cacoyannis; Desaparecido: Um Grande Mistério (1982), de Costa-Gravas; A Eternidade e Um Dia (1998), de Theo Angelopoulos; Dente Canino (2009), de Yorgos Lanthimos; Miss Violence (2013) e Não Me Ame (2017), de Alexandros Avranas; e a banda Aphrodite’s Child, e seus ex-integrantes Demis Roussos e Vangelis Papathanassiou
Time Olímpico de Refugiados
> A partir de 7min51s
- Porta-bandeira: Orquestra Mundana Refugi
- Destaques: os filmes Mundos Opostos (2015), de Christoforos Papakaliatis; A Fuga (2021), de Jonas Poher Rasmussen; El Gran Viaje al País Pequeño (2019), de Mariana Viñoles; e Human Flow – Não Existe Lar se Não Há Para Onde Ir (2017), de Ai Weiwei
Encerramento
> A partir de 10min45s
Confira a transcrição completa deste podcast no site: https://www.nervos.com.br/post/paradaculturaldasnacoes1-grecia-refugiados
*Músicas presentes no podcast: “Brazilian Fantasy (Standard Version)”, de Alexandre de Faria; “Hino da Grécia”, de Dionýsios Solomós e Nikolaos Mantzaros; “Agria Thalassa”, de Giorgos Sabanis; e “Wassa Wassa (da Quarentena)”, de Orquestra Mundana Refugif
Uma nova edição do podcast NERVOS Entrevista está no ar, destacando o filme nacional Três Verões (2019), na conversa com a cineasta Sandra Kogut e a atriz Regina Casé. Sem previsão de data de lançamento nos cinemas por conta da pandemia de Covid-19, a produção poderá ser vista pelo público em casa, nesta segunda e terça, 22 e 23 de julho, dentro da programação do festival de pré-estreias online no Espaço Itaú Play, projeto conjunto do Espaço Itaú de Cinema e da plataforma digital Looke. O espectador tem acesso a longas que ainda estrearão nas salas de cinema, mas que ficarão disponíveis no serviço por 48 horas, ao preço de R$ 10, sendo que 20% deste valor serão destinados à Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais (APRO), para ajudar os profissionais do audiovisual neste momento de paralisação das atividades.
Três Verões estreou mundialmente no último Festival de Toronto e já passou por outros eventos fora do país, além da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e do Festival do Rio. Sua história é contada através do ponto de vista de Madá (Regina Casé), caseira do luxuoso imóvel de veraneio de uma família que tem sua vida mudada, assim como os funcionários da casa, pelas operações anti-corrupção e transformações políticas que afetaram o Brasil nos últimos anos, já que a trama se passa justamente nas temporadas de Natal e Ano Novo dos verões de 2015, 2016 e 2017. O grande elenco ainda conta com Rogério Fróes, Otávio Müller, Gisele Fróes, Jessica Ellen, Carla Ribas, Daniel Rangel, Carol Pismel, Wilma Melo e Luciano Vidigal.
Nossa editora Nayara Reynaud entrevistou a Sandra Kogut e a Regina Casé no dia 9 de março, uma semana antes do que seria o lançamento do filme, então previsto para 19 de março, mas que foi cancelado pelo avanço da pandemia e consequente fechamento dos cinemas. A diretora conversa sobre a escolha por essa estrutura narrativa e ponto de vista, além de outros detalhes da produção e sua recepção em outros países, enquanto a atriz comenta sobre a parceria de longa data com a cineasta e a construção da personagem frente aos estereótipos.
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> 6s: Introdução
> 1min51s: Trailer e sinopse de Três Verões
> 4min18s: Entrevista com a cineasta Sandra Kogut e a atriz Regina Casé sobre Três Verões
> 17min19s: Conexões Nervosas
> 20min01s: Encerramento
Conexões Nervosas
Se você gostou de Três Verões, também pode curtir...
> Sandra Kogut: os filmes Parasita (2019), longa sul-coreano de Hong Sang-soo que foi o grande vencedor do Oscar neste ano, e A Regra do Jogo (1939), clássico francês de Jean Renoir
> Central Cine Brasil, podcast sobre cinema nacional que foi criado em 2016 e, sob o comando de Paulo Junior, Lucas Borges e Murilo Costa, destaca, a cada episódio, um lançamento brasileiro nos cinemas e, agora, no streaming, conversando com os realizadores e também trazendo notícias da área: http://www.central3.com.br/category/podcasts/central-cine-brasil/
*Músicas presentes no podcast (sob licença Creative Commons): “Content”, de Lee Rosevere; “Blind Love Dub”, de Jeris; e “Reusenoise_(DNB_Mix)”, de SpinningMerkaba
O NERVOS Entrevista está de volta com um novo podcast para a sua quarentena. Se a pandemia de Covid-19 suspendeu as atividades nos cinemas e, consequentemente, “congelou” algumas das entrevistas já gravadas, a indústria cinematográfica tem se adaptado às circunstâncias atuais, a exemplo da Embaúba Filmes que decidiu lançar os médias-metragens mineiros Vaga Carne (2019) e Sete Anos em Maio (2019) primeiro nas plataformas digitais, a partir desta quinta, 14 de maio, a apenas R$ 1 o aluguel de cada título no site da distribuidora – o primeiro também está disponível gratuitamente, por 30 dias, contando do lançamento, no serviço de streaming público Spcine Play. E com isso, tiramos da “geladeira” a nossa conversa sobre esses filmes com seus diretores, respectivamente, Grace Passô e Affonso Uchôa.
Nossa editora Nayara Reynaud entrevistou ambos no dia 13 de março, na véspera de sua própria quarentena e uma semana antes da então previsão de estreia conjunta nos cinemas – em um mundo ainda pré-Coronavírus, com direito a barulho do café e toda a agitação urbana de São Paulo nas gravações, dando um charme e saudades nesses bate-papos. O primeiro é com a atriz e dramaturga Grace Passô falando do processo de “transcriação” que ela e seu codiretor Ricardo Alves Jr. realizaram do espetáculo Vaga Carne (2016) para o média-metragem homônimo, que foi exibido na Mostra de Cinema de Tiradentes do ano passado e no Festival de Berlim deste ano, contando também como foi a recepção ao filme por lá. Na sequência, tem o cineasta Affonso Uchôa, um dos diretores de Arábia (2017), detalhando como foi misturar realidade e performance em Sete Anos em Maio, ao extrair de Rafael dos Santos Rocha o depoimento/atuação sobre o episódio de abordagem policial que mudaria sua vida para sempre, além de comentar de outros desafios da produção, o diálogo com Vaga Carne e a recepção do seu último trabalho nos festivais, seja pelo seu formato ou temas.
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> 6s: Introdução
> 2min33s: Trailer e sinopse de Vaga Carne
> 4min49s: Entrevista com a diretora e atriz Grace Passô sobre Vaga Carne
> 13min48s: Trailer e sinopse de Sete Anos em Maio
> 15min19s: Entrevista com o cineasta Affonso Uchôa sobre Sete Anos em Maio
> 35min: Conexões Nervosas
> 39min15s: Encerramento
Conexões Nervosas
> Grace Passô: o livro A Dívida Impagável (2019), de Denise Ferreira da Silva
> Affonso Uchôa: os documentários de Aloysio Raulino, Tarumã (1975) e Teremos Infância (1971)
> Quarentena – Resumo diário sobre a COVID-19, podcast que reúne as notícias do dia sobre a evolução da pandemia no Brasil e no mundo, destacando as pesquisas sobre a doença até então. Apresentado por Mariana Pezzo e Tárcio Fabrício, o programa é uma produção do Laboratório Aberto de Interatividade para a Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico da Universidade Federal de São Carlos, o LAbI-UFSCar, em conjunto com o Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais, o CDMF: https://www.labi.ufscar.br/category/quarentena/
> Em Quarentena, podcast especial que a Agência Mural de Jornalismo das Periferias criou para detalhar questões que a população periférica tem enfrentado nesse momento de pandemia, contando com episódios rápidos apresentados pelo Vagner de Alencar e depoimentos dos próprios moradores: https://www.agenciamural.org.br/em-quarentena/
> E também aproveite para ouvir os episódios anteriores do NERVOS Entrevista (@nervossite), como o #26 | No Coração do Mundo que também tem a participação da Grace Passô, pois vários filmes destacados ao longo da curta história do nosso podcast estão disponíveis nas plataformas digitais e na programação da TV.
*Músicas presentes no podcast (sob licença Creative Commons): “Content”, de Lee Rosevere; “Blind Love Dub”, de Jeris; e “Reusenoise_(DNB_Mix)”, de SpinningMerkaba
A folia não terminou no podcast NERVOS Entrevista, apesar do destaque desta edição ser a produção pernambucana Fim de Festa (2019). O segundo longa de Hilton Lacerda como diretor venceu os prêmios de Melhor Filme e Roteiro no último Festival do Rio e estreou nesta quinta (5) nos cinemas, e se passa justamente no período pós-Carnaval, de ressaca para a semana seguinte. O assassinato de uma jovem francesa durante as comemorações faz com que o policial Breno (Irandhir Santos) volte mais cedo à Recife para trabalhar no caso e acabe encontrando a sua casa ocupada pelos amigos de seu filho (Gustavo Patriota), enquanto o namorado (Ariclenes Barroso) e os sogros (Suzy Lopes e Jean Thomas Bernardini) da vítima precisam ficar no Brasil durante as investigações.
Nossa editora Nayara Reynaud entrevistou o cineasta Hilton Lacerda e os atores Irandhir Santos e Suzy Lopes sobre o processo de realização do filme, com o diretor comentando as ligações e diferenças entre seu primeiro longa solo, o sucesso Tatuagem (2013), e Fim de Festa, da livre inspiração no caso do assassinato da turista alemã Jennifer Kloker, no ano de 2010 em Pernambuco, as relações entre classes sociais no Brasil, a importância da imagem e os dois lados da moeda das novas tecnologias. O ator falou das variações entre seus protagonistas de ambos os títulos, os detalhes da preparação e da composição de Breno, na sua relação com o passado e os outros personagens da trama, além de comentar sobre seu trabalho na novela Amor de Mãe (2019-20) e um próximo projeto cinematográfico. A atriz paraibana também explica a construção da sua Alice, que representa alguns vícios dos brasileiros, e frutífero ano profissional que teve em 2019 e espera repetir agora.
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> 6s: Introdução
> 3min08s: Entrevista com o cineasta Hilton Lacerda sobre Fim de Festa
> 19min44s: Entrevista com o ator Irandhir Santos sobre Fim de Festa
> 34min46s: Entrevista com a atriz Suzy Lopes sobre Fim de Festa
> 46min50s: Conexões Nervosas
> 52min40s: Encerramento
Conexões Nervosas
> Hilton Lacerda: o livro do escritor argentino Ricardo Piglia, Alvo Noturno (2010), e toda a obra dos autores brasileiros Graciliano Ramos, Manuel Bandeira e Murilo Mendes.
> Irandhir Santos: as trilhas sonoras do compositor norte-americano Jon Brion, que já colaborou com cineastas como Paul Thomas Anderson e Greta Gerwig.
> Suzy Lopes: o longa Tatuagem e outros filmes roteirizados por Hilton Lacerda.
> Programa Carnaval Show, transmitido toda quarta-feira, às 20h, na web rádio Show do Esporte e disponibilizado como podcast em várias plataformas, tem a apresentação de Carlos Fonseca e Rodrigo Vilela contando os detalhes da Sapucaí e do Anhembi, e comentando também sobre a folia do samba em outros lugares: open.spotify.com/show/01cZPm665sYVGpDIWM1zK4
> Episódio Entenda a diferença entre clubes de frevo, troças carnavalescas e blocos líricos, do A gente explica, quadro diário da Rádio Jornal de Pernambuco, que também é disponibilizado como podcast em pílulas, como esta em que a jornalista Camila Brandão explica toda a estrutura de agremiações típica da região: open.spotify.com/episode/28pvqaCpQMvnb4TNzN3H2J
Ano novo, temporada nova do podcast NERVOS Entrevista, que nesta edição #33 destaca o filme Açúcar (2017), segundo longa da dupla pernambucana Renata Pinheiro e Sergio Oliveira, estrelado pela atriz Maeve Jinkings. A produção estreou no circuito comercial nesta quinta (30) e já foi exibida no Festival de Roterdã de 2018 e em outros eventos nacionais, como a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo de 2017. O filme tem como protagonista a miscigenada Bethânia (Jinkings), que volta à fazenda que herdou da família, na Zona da Mata, para abordar as atuais relações de poder, particularmente raciais, como reflexo do coronelismo da época dos engenhos de açúcar, que marcaram a história de Pernambuco desde o Brasil Colônia.
Na conversa com a nossa editora Nayara Reynaud, o trio fala sobre as mudanças e repetições no debate acerca dessas questões ao longo dos anos em que se desenvolveu o projeto, além da frutífera parceria deles desde o longa Amor, Plástico e Barulho (2013). Renata e Sergio também comentam sobre as escolhas narrativas e estéticas para o tom fantástico do filme, enquanto a Maeve fala da composição de sua personagem, e muito mais que você escuta aqui.
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> 6s: Introdução
> 2min55s: Entrevista com os cineastas Renata Pinheiro e Sergio Oliveira e a atriz Maeve Jinkings sobre Açúcar
> 28min: Conexões Nervosas
> 30min43s: Encerramento
Conexões Nervosas
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> Renata Pinheiro: áudios e imagens da Missão de Pesquisas Folclóricas Mário de Andrade, realizada pelo escritor e uma equipe de pesquisadores que viajaram pelo Norte e Nordeste do Brasil, em 1938, documentando a história, cultura e identidade popular brasileira.
> Sergio Oliveira: o longa franco-belga-senegalês Atlantique (2019), de Mati Diop.
> Maeve Jinkings: os romances clássicos brasileiros Menino de Engenho (1932), de José Lins do Rêgo, e S. Bernardo (1934), de Graciliano Ramos, além do filme norte-americano Corra! (2017), de Jordan Peele.
> Mestres da Cultura, podcast realizado pelos alunos de Rádio e TV da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que em seu primeiro e, por enquanto, único episódio destaca a origem do Maracatu Rural e os nomes contemporâneos que mantêm a arte viva: https://open.spotify.com/show/38IE9LSacgGzXLCNQWMK28
*Músicas presentes no podcast (sob licença Creative Commons): “Content”, de Lee Rosevere; “Blind Love Dub”, de Jeris; e “Reusenoise_(DNB_Mix)”, de SpinningMerkaba
Nosso podcast encerra o ano com dobradinha no NERVOS Entrevista #32, que destaca dois filmes que conversam entre si sobre a dificuldade de viver de música no país: a ficção brasiliense Ainda Temos a Imensidão da Noite (2019), terceiro longa de Gustavo Galvão, e o documentário capixaba Diante dos Meus Olhos (2018), o début de André Felix. O primeiro foi exibido no último Festival de Brasília, tem a capital do Brasil como primeiro cenário da história de Karen (Ayla Gresta), uma trompetista que vê a sua banda, chamada Animal Interior, degringolar aos poucos com a falta de espaço e público para tocar na cidade, a necessidade de empregos formais e a ida do guitarrista Artur (Gustavo Halfeld) para Berlim, lugar para onde ela vai buscando um novo caminho em sua vida. O segundo acompanha, atualmente, os integrantes da banda Os Mamíferos, que marcou a cena musical local durante a década de 60, na época da contracultura, mas que não gravou nenhum disco ou faixa.
Em entrevista à nossa editora Nayara Reynaud, o cineasta Gustavo Galvão conta sobre seu interesse por protagonistas vagando em road movies, o cenário musical em Brasília e a produção do filme em Berlim, até a escolha por músicos para interpretar os personagens, o processo de criação das canções e a participação mais do que especial de Lee Ranaldo na trilha sonora, enquanto o célebre guitarrista da banda de rock alternativo Sonic Youth comenta sobre seu trabalho na produção musical neste e em outras obras, além do seu próximo álbum com o espanhol Raül Refree e de seu interesse na música brasileira. Os musicistas e atores Ayla Gresta e Gustavo Halfeld, que fazem o quase par na tela que virou um casal na vida real, falam de como entraram no projeto e o desafio de atuar, além do processo vivo de formação dessa banda que seria fictícia, mas rendeu frutos na criação do duo YPU. Depois, é a vez da conversa com André Felix sobre como o diretor se envolveu com o trio que é motivo de pesquisa do projeto local Aurora Gordon e como driblou esteticamente a falta de registro dos músicos em atividade, além de revelar causos do conturbado festival de Guarapari que fez parte da história dos Mamíferos e do estado do Espírito Santo.
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> 6s: Introdução
> 3min24s: Entrevista com o cineasta Gustavo Galvão sobre Ainda Temos a Imensidão da Noite
> 26min05s: Entrevista com os atores Ayla Gresta e Gustavo Halfeld sobre Ainda Temos a Imensidão da Noite
> 38min06s: Entrevista com o guitarrista e produtor musical Lee Ranaldo sobre Ainda Temos a Imensidão da Noite
> 47min25s: Entrevista com o diretor André Felix sobre Diante dos Meus Olhos
> 1h09min56s: Conexões Nervosas
> 1h20min58s: Encerramento
Conexões Nervosas
> Gustavo Galvão: os documentários britânico Nick Cave – 20.000 Dias na Terra (2014), de Jane Pollard e Iain Forsyth, e alemão B-Movie: Lust & Sound in West-Berlin 1979-1989 (2015), de Jörg A. Hoppe, Heiko Lange e Klaus Maeck, e o filme russo Verão (2018), de Kirill Serebrennikov
> Gustavo Helfeld: Contra a Parede (2004), longa turco-alemão de Fatih Akin
> Ayla Gresta: a obra do trompetista norte-americano de jazz Ambrose Akinmusire
> Lee Ranaldo: o “período elétrico” de Miles Davis, desde álbuns como Bitches Brew (1970), quando ele trabalhava com músicos de rock entre 1969 e 1974
> André Felix: os filmes norte-americanos Cowboys do Espaço (2000), de Clint Eastwood, O Irlandês (2019), de Martin Scorsese, e Cocoon (1985), de; e o documentário compatriota A Poem Is a Naked Person (1974), de Les Blank
> Musicóide: http://musicoide.unb.br/
> Os quatro podcasts do site Tenho Mais Discos que Amigos: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/category/podcasts
> Em frente. Marche!: www.emfrentemarche.com.br/index.php/podcast-2
*Músicas presentes no podcast (sob licença Creative Commons): “Content”, de Lee Rosevere; “Blind Love Dub”, de Jeris; e “Reusenoise_(DNB_Mix)”, de SpinningMerkaba
É hora de a bola rolar no nosso podcast, na conversa do NERVOS Entrevista #31 sobre o filme Aspirantes (2015), que estreou esta quinta (28) contando a história de um jovem que tem o sonho de se tornar um jogador de futebol profissional engolido pelas preocupações da vida adulta e sentimentos corrosivos. O primeiro longa de Ives Rosenfeld teve uma ótima carreira em festivais, por onde circulou em 2015: foi o vencedor da Carte Blanche em Locarno; ganhou Melhor Filme, Melhor Ator para Ariclenes Barroso e Melhor Atriz Coadjuvante para Julia Bernat no Rio e levou o prêmio Abraccine na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. A produção chega agora ao circuito, acompanhando a vida de Junior (Barroso), que joga em um time amador da cidade de Saquarema, no litoral do Rio de Janeiro, e sonha em se profissionalizar, mas vê crescer a sua inveja quando é o seu melhor amigo Bento (Sérgio Malheiros) quem consegue um contrato com um clube maior. Além disso, sua namorada Karine (Bernat) está grávida, e o rapaz que já vive de bicos tem de pensar no seu futuro, como bem se preocupa sua sogra (Karine Telles).
Na conversa da nossa Nayara Reynaud com a equipe do filme, o diretor e roteirista Ives Rosenfeld contou de onde surgiu seu interesse em falar sobre futebol, não pelo olhar dos vencedores, e suas escolhas estéticas para contar esta história, através da sua experiência anterior como técnico de som. Enquanto isso, os atores Ariclenes Barroso e Sérgio Malheiros explicam o processo de composição e a vivência nesse ambiente de seus personagens, além de seus próximos trabalhos, como você confere neste podcast.
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> 6s: Introdução
> 3min27s: Entrevista com o cineasta Ives Rosenfeld e os atores Ariclenes Barroso e Sérgio Malheiros sobre Aspirantes
> 17min34s: Conexões Nervosas
> 20min01s: Encerramento
Conexões Nervosas
Se você gostou de Aspirantes, também pode curtir...
> Ives Rosenfeld: a série documental de João Moreira Salles e Arthur Fontes, Futebol (1998), produzida pela VideoFilmes para o GNT, especialmente o primeiro dos três episódios, chamado “O Sonho”; os filmes do Canal 100, cinejornal brasileiro que documentava grandes eventos e partidas futebolísticas e era apresentado antes das sessões nos cinemas do país, durante a segunda metade do século passado; e o documentário Zidane – Um Retrato do Século XXI (2006), de Douglas Gordon e Philippe Parreno.
> A Voz da Várzea, parceria do Desobediência Sonora, que produz programas na Rádio Comunitária Cantareira, e o Museu da Várzea de São Paulo chamado “Paulo Carioca”. Apresentado por Waldemar Oliveira, técnico de um time juvenil de futebol da Brasilândia, o podcast traz entrevistas com pessoas que fazem ou fizeram parte da várzea paulistana.
> avarzea.com.br, site especializado em futebol amador, que conta com um podcast no canal do Youtube, chamado Projeto Varzeanos, que também traz conversas com nomes importantes do futebol nacional que vieram da várzea.
*Músicas presentes no podcast (sob licença Creative Commons): “Content”, de Lee Rosevere; “Blind Love Dub”, de Jeris; e “Reusenoise_(DNB_Mix)”, de SpinningMerkaba
Nosso podcast chega em um formato diferente, porque a ocasião pede com a 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo sendo o destaque deste NERVOS Especial #1. O evento aconteceu na capital paulista e região, de 17 a 30 de outubro, se estendeu até o último dia 6 de novembro com a Repescagem e ainda tem um chorinho até meados deste mês com alguns títulos disponíveis na plataforma de streaming Spcine Play e até o início de dezembro com a Itinerância do Sesc no interior e litoral do estado. E trazemos um pouquinho de tudo que teve nesta edição, com as palavras de alguns realizadores, da crítica e do público.
Se a nossa entrevista com o cineasta Karim Aïnouz sobre o candidato brasileiro ao Oscar, A Vida Invisível (2019), foi tema do NERVOS Entrevista #30, agora tem o diretor Sebastian Borensztein e o produtor Federico Posternak falando do representante argentino, A Odisseia dos Tontos (2019), em um trecho da mesa-redonda deles com os jornalistas – confira a matéria completa aqui. Na sequência, vem o início da conversa com a diretora Maša Neškovic e a atriz Mira Janjetovic sobre o filme sérvio Assimetria (2019) – que você lê aqui com transcrição completa. Ainda colocamos um pouco do bate-papo com a equipe de Wasp Network (2019), na coletiva de imprensa que teve a presença do diretor francês Olivier Assayas, do ator venezuelano Édgar Ramírez, do colega argentino Leonardo Sbaraglia e do produtor brasileiro Rodrigo Teixeira.
Mas este podcast especial conta com a presença ilustre dos colegas da crítica cinematográfica comentando sobre os melhores filmes e seus achados nesta 43ª edição. São jornalistas de vários estados e regiões do país que se disponibilizaram a dar uma palavrinha, no meio da correria da Mostra. E ainda teve os favoritos do público, os “mostreiros”, além dos pitacos da nossa editora Nayara Reynaud.
> 8s: Introdução
> 2min20s: Trecho da mesa-redonda de A Odisseia dos Tontos, em português
> 6min16s: Trecho da entrevista sobre Assimetria, em inglês
> 13min37s: Trecho da coletiva de imprensa do Wasp Network, em português, espanhol e inglês
> 28min40s: Opinião da Crítica
> 45min19s: # Mostreiros
> 47min27s: # NERVOS
> 52min07s: Encerramento
Os + queridos da Mostra SP 2019
Crítica
> Alysson Oliveira (Cineweb / São Paulo-SP)
Melhor Filme: La Llorona, de Jayro Bustamante (Guatemala)
Achado: Os Dias da Baleia, de Catalina Arroyave Restrepo (Colômbia)
> Márcio Sallem (Cinema com Crítica / São Luís-MA)
Melhor Filme: Parasita, de Bong Joon-ho (Coreia do Sul), e O Farol, de Robert Eggers (EUA)
Achado: Até Logo, Meu Filho, de Wang Xiaoshuai (China)
> Bianca Zasso (Formiga Elétrica / Santa Maria-RS)
Melhor Filme: Honeyland, de Ljubomir Stefanov e Tamara Kotevska (Macedônia do Norte)
Achado: Papicha, de Mounia Meddour (Argélia)
> Cecilia Barroso (Cenas de Cinema / Brasília-DF)
Melhor Filme: Synonyms, de Nadav Lapid (França / Israel)
Achado: System Crasher, de Nora Fingscheidt (Alemanha) e O que Arde, de Oliver Laxe (França / Espanha)
> Francisco Carbone (Cineplayers / Rio de Janeiro-RJ)
Melhor Filme: O Farol
Achado: Um Dia Muito Claro, de Hlynur Pálmason (Islândia)
> Robledo Milani (Papo de Cinema)
Melhor Filme: Synonyms
Achado: Patrick, de Gonçalo Waddington (Portugal)
> Angelo Cordeiro (Nerd Interior / Indaiatuba-SP)
Melhor Filme: Até Logo, Meu Filho
Achado: Oleg, de Juris Kursietis (Letônia)
> Orlando Margarido (Blog do Orlando Margarido / São Paulo-SP)
Melhor Filme: O Diabo Entre as Pernas, de Arturo Ripstein (México)
Achado: O Umbigo de Guie’dani, de Xavi Sala (México)
Mostreiros
> Adolfo Garroux
Favorito: Até Logo, Meu Filho
> Alceu Moreira Pinto
Favorito: Monos, de Alejandro Landes (Colômbia) e O Farol
> Hirao
Favorito: Koko-Di Koko-Da, de Johannes Nyholm (Suécia)
NERVOS
> Nayara Reynaud
Melhor Filme: Honeyland
Achado: Currais, de David Aguiar e Sabina Colares (Brasil) e Saint Frances, de Alex Thompson (EUA)
O podcast NERVOS Entrevista chega a sua 30ª edição destacando nada menos do que o representante na próxima corrida por um Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, A Vida Invisível (2019), o mais recente longa de Karim Aïnouz, que recebeu prêmio Un Certain Regard na mostra paralela mais importante do Festival de Cannes. Baseado no livro A Vida Invisível de Eurídice Gusmão (2016), da escritora Martha Batalha, a produção nacional se passa no Rio de Janeiro dos anos 1950 e acompanha as trajetórias das irmãs Eurídice (Carol Duarte) e Guida (Julia Stockler), separadas pelo conservadorismo do pai (António Fonseca), mas que não abandonam a esperança de se reencontrar em algum momento de suas vidas. O elenco ainda conta com Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Maria Manoella, Flávia Gusmão, Flavio Bauraqui e a participação especial de Fernanda Montenegro.
No meio da agenda apertada da 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, onde o filme foi exibido em uma sessão de gala no Theatro Municipal, nossa editora Nayara Reynaud conversou o cineasta Karim Aïnouz sobre vários detalhes do seu processo para criar A Vida Invisível, desde seu interesse natural pelo universo feminino, já presente no seu primeiro curta Seams (1993), até as diferenças na adaptação do romance para as telas e suas escolhas para construir este melodrama tropical. O diretor de longas como Madame Satã (2002), O Céu de Suely (2006) e Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo (2009) também contou dos seus métodos para estabelecer a fraternidade entre as atrizes Carol Duarte e Julia Stockler, além do convite à grande dama dos palcos e das telas Fernanda Montenegro para participar de seu trabalho, como você escuta neste NERVOS Entrevista #30.
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> 6s: Introdução
> 4min21s: Entrevista com o cineasta Karim Aïnouz sobre A Vida Invisível
> 14min25s: Conexões Nervosas
> 15min44s: Encerramento
Conexões Nervosas
> Mulheres que Escrevem Podcast, um programa quinzenal de leitura e debate de literatura que surgiu como uma extensão do projeto de 2015 de mesmo nome, que promove a curadoria e divulgação de produções textuais realizadas por mulheres. A conversa, que geralmente chega às terças-feiras, é comandada por Seane Melo, Estela Rosa, Natasha Silva e Taís Bravo, e se divide entre o formato padrão, com a presença de uma escritora convidada, e os episódios de indicações temáticas.
*Músicas presentes no podcast (sob licença Creative Commons): “Content”, de Lee Rosevere; “Blind Love Dub”, de Jeris; e “Reusenoise_(DNB_Mix)”, de SpinningMerkaba
O podcast NERVOS Entrevista retorna nesta edição #29 com dose dupla de destaques, com os filmes Onde Quer que Você Esteja (2018) e Luna (2018). O primeiro é um longa de Bel Bechara e Sandro Serpa criado a partir de um curta homônimo do casal, produzido há 15 anos, e que constrói um mosaico de personagens que, no meio da loucura de São Paulo, vão a um programa de rádio chamado “Onde Quer que Você Esteja” na esperança de assim encontrar seus entes queridos desaparecidos. O segundo é o dèbut solo na ficção de Cris Azzi, outro realizador mineiro que apresenta a história de uma adolescente (Eduarda Fernandes) que, ao conhecer uma nova colega de turma (Ana Clara Ligeiro) na periferia de Belo Horizonte e região, passa por um processo de descoberta da sua sexualidade, enquanto tem este momento exposto na internet.
Em entrevista à nossa editora Nayara Reynaud, os diretores e roteiristas Bel Bechara e Sandro Serpa contaram desde a inspiração real para estas produções e o processo de transformar o curta em longa até o trabalho com o elenco e outros detalhes de Onde Quer que Você Esteja. Na sequência, o papo foi com as atrizes Débora Duboc e Gilda Nomacce, que falaram sobre a construção de seus papéis: Duboc interpreta a Lúcia, uma mulher em busca do marido que acaba criando uma conexão com Waldir, personagem de Leonardo Medeiros, enquanto Nomacce faz a Ana Maria, uma mãe em busca da filha vivida por Samya Pascotto. As duas ainda comentaram sobre o clima no set, as amizades de outros carnavais e seus projetos futuros, como os dois longas A Menina que Matou os Pais / O Menino que Matou Meus Pais (2020) em que Débora está no elenco bem como a lista de trabalhos da incansável Gilda.
Depois, foi a vez de o diretor Cris Azzi e as atrizes Eduarda Fernandes e Ana Clara Ligeiro darem uma palavrinha sobre Luna, explica suas motivações, o processo de desenvolvimento do projeto que aborda a questão do cyberbullying e a resposta do público pelos festivais, enquanto elas detalham a construção de suas personagens e muito mais.
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> 6s: Introdução
> 3min07s: Entrevista com os diretores Bel Bechara e Sandro Serpa sobre Onde Quer que Você Esteja
> 18min19s: Entrevista com atrizes Débora Duboc e Gilda Nomacce sobre Onde Quer que Você Esteja
> 42min06s: Entrevista com o diretor Cris Azzi e as atrizes Eduarda Fernandes e Ana Clara Ligeiro sobre Luna
> 1h08min45s: Conexões Nervosas
> 1h13min06s: Encerramento
Conexões Nervosas
Se você gostou de Onde Quer que Você Esteja, também pode curtir...
> Bel Bechara: o filme brasileiro Bacurau (2019), de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho
> Sandro Serpa: o álbum Zulusa (2013), da cantora Patrícia Bastos
> Episódios #17 Divisão de Desaparecidos e #30 Central de Desaparecidos do Aproveite São Paulo, podcast oficial da Prefeitura de São Paulo que traz informações em drops sobre serviços municipais para a população: www.capital.sp.gov.br/noticia/aproveite-sao-paulo-ouca-os-podcasts-da-prefeitura
Se você gostou de Luna, também pode curtir...
> Cris Azzi: o livro A Criação da Juventude: Como o Conceito de Teenage Revolucionou o Século XX (2009), do escritor e jornalista inglês Jon Savage; o filme britânico Aquário (Fish Tank, 2009), de Andrea Arnold; e os clássicos literários O Estrangeiro (1942), de Albert Camus, e A Metamorfose (1915), de Franz Kafka
> Episódio "Klara Castanho fala do bullying nesses tempos tão sombrios", do podcast Esquizofrenoias, comandado pela Amanda Ramalho, ex-integrante do Pânico, em que ela aborda temas de saúde mental, geralmente com a presença de um convidado famoso ou não para comentar da sua experiência com a doença ou o problema em pauta: open.spotify.com/episode/6y2w8Bn1W0uZAkohg5nDTc
*Músicas presentes no podcast (sob licença Creative Commons): “Content”, de Lee Rosevere; “Blind Love Dub”, de Jeris; e “Reusenoise_(DNB_Mix)”, de SpinningMerkaba
Como prometido, mais uma nova edição do nosso podcast vem aí para falar de outro lançamento do cinema nacional neste NERVOS Entrevista #28: a cinebiografia Divaldo – O Mensageiro da Paz (2019), de Clovis Mello. O longa que estreou na última quinta (12) conta a trajetória do líder espírita e comunitário baiano Divaldo Franco (João Bravo quando criança / Guilherme Lobo na adolescência e juventude / Bruno na vida adulta) desde a sua infância em Feira de Santana com a mãe dona Ana (Laila Garin), passando pelo aprendizado em relação ao seu próprio dom. Neste caminho, o médium é acompanhado por sua guia espiritual Joanna de Ângelis (Regiane Alves) e por um espírito obsessor (Marcos Veras).
Nossa editora Nayara Reynaud conversou com o diretor Clovis Mello e os atores Bruno Garcia, Guilherme Lobo, Regiane Alves, Marcos Veras e Laila Garin sobre todos os detalhes da produção. O cineasta conta sobre o desenvolvimento do projeto e esse embate moral do protagonista que traduz os dilemas do mundo atual. Enquanto isso, o elenco comenta a maneira, por vezes mediúnica, como entraram no projeto e o processo de construção de seus personagens, que você confere neste episódio:
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> 6s: Introdução
> 3min20s: Entrevista com o diretor Clovis Mello sobre Divaldo
> 15min23s: Entrevista com os atores Bruno Garcia e Marcos Veras sobre Divaldo
> 25min55s: Entrevista com o ator Guilherme Lobo e as atrizes Regiane Alves e Laila Garin sobre Divaldo
> 40min: Conexões Nervosas
> 42min01s: Encerramento
Conexões Nervosas
Se você gostou de Divaldo – O Mensageiro da Paz, também pode curtir...
> Clovis Mello: os filmes Gandhi (1982), de Richard Attenborough, e Advogado do Diabo (1997), de Taylor Hackford
> Espiritismo e Mediunidade – Nos Bastidores da Obsessão, podcast seriado comandado pelo Marcelo Uchôa (@espiritismoemediunidade), orador e integrante da área de Comunicação do Movimento Espírita Brasileiro, no qual ele destrincha, ao longo dos episódios, todos os detalhes do livro de Divaldo Franco, Nos Bastidores da Obsessão: open.spotify.com/show/3zXYPHWB3Wfm8zPt7K4TGW
*Músicas presentes no podcast (sob licença Creative Commons): “Content”, de Lee Rosevere; “Blind Love Dub”, de Jeris; e “Reusenoise_(DNB_Mix)”, de SpinningMerkaba























