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O Assunto

Autor: G1

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Um grande assunto do momento discutido com profundidade. Renata Lo Prete vai conversar com jornalistas e analistas da TV Globo, do G1, da GloboNews e dos demais veículos do Grupo Globo para contextualizar, explicar e trazer um ângulo diferente dos assuntos mais relevantes do Brasil e do mundo, além de contar histórias e entrevistar especialistas e personagens diretamente envolvidos na notícia.
340 Episodes
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Resultados rápidos, reeleições e poucas viradas... Na maioria das cidades em que os eleitores voltaram às urnas, vitórias de partidos do centro foram reforçadas. Enquanto isso, o bolsonarismo e o PT encolheram. Quem ganhou e quem perdeu neste domingo? O que os resultados mandam de recado para o presidente Jair Bolsonaro? E o que a nova conjuntura política já indica para 2022? Com Renata Lo Prete neste episódio, três jornalistas da Globo que cobriram intensamente o domingo de votação e apuração: Nilson Klava, Valdo Cruz e Julia Duailibi. Nilson detalha as taxas de abstenção, Valdo responde como a pandemia pautou este segundo turno e Julia aponta como lideranças de olho na disputa presidencial saem desta eleição municipal.
Campanha mais curta, chances de virada, padrinhos políticos de olho na campanha de 2022... Além desses fatores, a disputa do segundo turno foi marcada pelo agravamento da pandemia em muitas capitais. Na maior delas, Guilherme Boulos foi diagnosticado com Covid-19 na antevéspera da eleição, tirando o adversário de Bruno Covas das ruas e do debate nesta reta final. Como tudo isso deve influenciar os resultados? Devemos esperar mais ou menos abstenção neste domingo? No nono episódio da série de O Assunto sobre as eleições municipais de 2020, Renata Lo Prete debate essas e outras questões com o jornalista Fabio Zambeli, analista-chefe do Jota, e o cientista político Jairo Pimentel, pesquisador do Centro de Estudos em Política e Economia do Setor Público, da FGV. Zambelli fala como a pandemia se tornou mais presente: “os números que atestam essa possível segunda onda e o possível adiamento de medidas para o funcionamento do comércio de uma forma geral vieram a tona e estão muito presentes”. Jairo aponta capitais onde há claras chances de virada, algo raro entre um turno e outro. Para ele, o cenário é possível em Manaus, Maceió e Recife. A série tem dez episódios, lançados sempre aos sábados.
Qual é a chance de uma pessoa nascida em família pobre conseguir ter o rendimento médio do brasileiro? Quanto tempo isso demora? A resposta: nove gerações. "Demoraria mais ou menos 160 anos", diz Paulo Tafner, economista e pesquisador associado da USP, convidado de Renata Lo Prete neste episódio. Diretor-presidente do recém-lançado Instituto de Mobilidade e Desenvolvimento Social, Tafner detalha o círculo vicioso que mantém brasileiros em situação de pobreza e pobreza extrema nas mesmas condições de seus antepassados. No Brasil, "a história do indivíduo está determinada na barriga da mãe", explica o economista. Tafner detalha ainda quais são as barreiras para que haja mobilidade de classe e compara a situação brasileira com a de outros países.
O futebol perdeu na quarta-feira, 25 de novembro, um dos mais geniais jogadores da história: Diego Armando Maradona, aos 60 anos. O argentino que provocou devoção nos gramados e controvérsias fora de campo, tudo sempre movido a muita paixão. Neste episódio, Renata Lo Prete recebe dois convidados que dão a dimensão da perda: Martín Fernandez e Ariel Palácios. Martín, jornalista esportivo do Grupo Globo, detalha como Maradona se encaixa no panteão do esporte: "Enquanto o Maradona jogou, ninguém jogou mais do que ele, numa era que tinha Zico, Platini e Rummenigge". Fala também da personalidade do craque: "sempre foi difícil de entender, tanto quanto o jogador foi difícil de marcar". Já Ariel Palácios, correspondente em Buenos Aires, descreve as várias facetas de Diego "um complexo quebra-cabeças que gera nos argentinos as mais variadas reações" e relata a relação turbulenta de amor do país com o craque.
Em junho, o Ministério da Saúde anunciou uma testagem em massa cuja meta era aplicar 24,5 milhões de exames. Novembro chegou e o resultado é totalmente diferente: até agora foram feitos 5 milhões pelo SUS. E outros 7 milhões estão parados em um galpão, mas correm o risco de vencer, enquanto governo federal, Estados e municípios empurram de um para outro a responsabilidade por distribuí-los. O que deu errado na estratégia de testagem – uma das ações consideradas essenciais para mapear e tentar frear a pandemia? Neste episódio, Renata Lo Prete ouve dois convidados: Carolina Moreno, jornalista de dados da TV Globo que desde a chegada do coronavírus no Brasil acompanha as medidas das autoridades e os números da doença; e Márcio Bittencourt, mestre em Saúde Pública e pesquisador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica do Hospital Universitário da USP. Carolina explica onde estão os gargalos e conta como, sem poder fazer teste, um trabalhador de São Paulo que mora com uma pessoa contaminada não consegue ser dispensado e corre o risco de espalhar o vírus. Márcio fala da importância da testagem em larga escala: "É o diagnóstico coletivo. Em uma pandemia, quem está doente é a sociedade". E responde se ainda dá tempo de contornar a situação ou se já é tarde demais.
João Alberto Silveira Freitas foi morto por dois seguranças privados de uma empresa terceirizada que atende a uma loja do Carrefour, em Porto Alegre. Uma história terrível, mas não inédita. São muitos os casos de violência por agentes privados de segurança, a serviço de grandes corporações de áreas como mercados e bancos, sobretudo contra cidadãos negros. O que se repete também é a lógica de poucas e brandas punições aos agressores. Neste episódio, Renata Lo Prete conversa com Sheila de Carvalho, advogada da Uneafro Brasil, coordenadora da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP e fellow do Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, e André Zanetic, cientista político especialista em dados e estatística do programa Fazendo Justiça. André explica a gênese da indústria da segurança privada na ditadura militar, detalha os limites da atuação de policiais no setor e informa os números do mercado de segurança clandestina no Brasil. Sheila analisa a relação entre a violência dos agentes e a raça das vítimas e o impacto destes eventos na imagem e no lucro das empresas. Ela indica o que pode ser feito para que casos como este não se repitam, mas sentencia: "quanto tempo vai levar para termos um próximo Beto, provavelmente, não muito."
Os sinais de que o contágio pelo novo coronavírus voltou a aumentar no Brasil estão por toda parte. Um dos mais evidentes é a crescente reocupação de leitos de UTI em capitais de diversas regiões do país. No momento em que o quadro se agrava e muitos se comportam como se a pandemia tivesse acabado, é urgente lembrar das práticas essenciais de proteção contra o vírus, as únicas disponíveis enquanto a vacina não chega. Por isso, neste episódio Renata Lo Prete conversa com o médico brasileiro Ricardo Parolin, doutorando na Universidade de Oxford e participante do Grupo de Resposta do Imperial College de Londres. De restaurantes a academias, de escolas ao transporte coletivo, ele avalia o grau de exposição em diversos ambientes e conclui: “nossa proteção se baseia em um conjunto de medidas”. Mas elas têm gradação de importância: “A principal é o distanciamento social”, diz. A máscara deve ser associada a ele, “como oportunidade de reduzir ainda mais o risco". Parolin explica por que o distanciamento vem antes de tudo e ensina como fazê-lo de maneira correta no trabalho e nos deslocamentos necessários.
A qualificação varia ao gosto do freguês. O fato é que partidos desse campo foram os grandes vencedores do primeiro turno - começando pelas sete capitais em que a disputa se definiu já no último domingo. E podem ampliar o placar no segundo, tanto em número de prefeituras quanto em população governada, já que têm finalistas nas duas maiores cidades do país. Qual é o significado do crescimento de siglas como DEM, Progressistas (antigo PP), PSD e Republicanos, que, com graus variados de adesão, sustentam o governo Bolsonaro no Congresso? Elas terão projeto próprio em 2022 ou tendem a acompanhar o presidente na tentativa de reeleição? No oitavo episódio da série de O Assunto sobre as eleições municipais de 2020, Renata Lo Prete debate essas e outras questões com Bernardo Mello Franco, colunista do jornal O Globo, e o cientista político Christiano Noronha, vice-presidente e sócio da consultoria Arko. A série tem dez episódios, lançados sempre aos sábados.
Mais da metade da população é negra: 57% dos brasileiros se autodeclaram pretos ou pardos. Proporção impulsionada pelos 12 milhões de pessoas que, nos últimos 8 anos, mudaram a forma como se identificam do ponto de vista racial. Trata-se de um fenômeno demográfico e sociológico que acompanha o aumento do acesso da população negra à educação formal e à representação política. Neste episódio, Renata Lo Prete conversa com Matheus Gato, professor de sociologia na Unicamp, integrante do Núcleo Afro do Centro Brasileiro de Pesquisa e Planejamento (Cebrap) e autor do livro “O Massacre dos Libertos – sobre raça e república no Brasil”. Ele analisa as motivações para que cada vez mais pessoas se autodeclarem negras. Matheus relaciona o espaço do negro na sociedade brasileira com o episódio da história brasileira que é tema de seu livro - em 1889, centenas de moradores negros de São Luís, no Maranhão, protestaram contra a possibilidade de a recém-proclamada república revogar a abolição da escravatura, assinada um ano antes - e afirma que este movimento é uma forma de buscar “imagens e possibilidades de referencial para as pessoas negras possam se ver e se sentir protagonistas de suas próprias histórias”.
Ao prometer divulgar uma lista de países que estariam comprando madeira retirada da Amazônia de forma criminosa, o presidente Jair Bolsonaro atraiu a atenção para uma atividade que vem burlando as normas e a fiscalização graças, em boa medida, ao desmonte regulatório promovido pelo próprio governo. Neste episódio, Renata Lo Prete explica e dimensiona o problema em conversas com Beto Veríssimo, engenheiro agrônomo e co-fundador do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) e Maurício Torres, professor do Instituto de Agriculturas Amazônicas da Universidade Federal do Pará. Beto faz um raio-X do negócio da madeira, descreve seu histórico declinante e mostra que o produto ilegal abastece majoritariamente o mercado interno. Ele também avalia a nova tecnologia de rastreamento da Polícia Federal, mencionada por Bolsonaro no mesmo evento em que falou da suposta lista. Maurício relata o passo-a-passo da extração na floresta e os expedientes para dar “verniz de legalidade” à madeira. Para ele, trata-se do “maior antro de trabalho escravo” da Amazônia.
Três presidentes em uma semana: Francisco Sagasti assumiu após a renúncia de Manuel Merino, que entrou no lugar de Martín Vizcarra, tirado do cargo em um processo de impeachment. Este é o novo capítulo da crônica peruana, país que vive uma turbulência política. Mas tudo começou dois anos atrás, com a renúncia de Pedro Pablo Kuczynski. Neste episódio, Renata Lo Prete conversa com dois convidados: Marina Yzu, peruana que esteve nos protestos, e Nicolás Urrutia, analista sênior para o Peru da consultoria Control Risks. Marina relata o clima de medo nas manifestações: "Não são só duas pessoas que morreram, são duas pessoas que saíram de casa para defender o país e que morreram por uma agressão violentíssima da polícia". Ela ainda detalha o papel das redes sociais e dos jovens nas manifestações e a repercussão da ação violenta da polícia, "abraçada" pela população durante a crise da pandemia e agora supostamente envolvida no estranho caso de desaparecimento de jovens. Nicolás explica a conjuntura política que derrubou Vizcarra, indica o que Sagasti precisa fazer para não ter o mesmo destino de seus antecessores e analisa se ele tem condições de se manter no cargo até as eleições presidenciais marcadas para abril de 2021.
A maioria dos candidatos aos quais o presidente deu apoio explícito naufragou nas urnas, inclusive na maior cidade do país. E o principal sobrevivente, Marcelo Crivella (Republicanos), tem pela frente um segundo turno dificílimo no Rio de Janeiro. Sinal de fracasso e de enfraquecimento para 2022? Não necessariamente, pondera o filósofo Marcos Nobre, professor da Unicamp e presidente do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), nesta entrevista a Renata Lo Prete. Ele começa por lembrar que o pleito deste ano não é “sobre” Bolsonaro. Ainda que a desaprovação ao presidente, em alta nas capitais, tenha contribuído para alguns dos resultados do domingo, convém não esquecer que partidos cada vez mais embarcados no governo, como PP e PSD, tiveram salto no número de prefeitos. Para Nobre, o que se desenha é uma reorganização de forças políticas com um núcleo de extrema direita, outro da “direita tradicional” (que agora tem o DEM como principal ator) e um terceiro à esquerda. “Dentro de cada um desses núcleos, a fragmentação aumentou e será preciso negociar mais”, diz. Ele também desenha um mapa de pontos de atenção para o segundo turno.
Adiadas por causa da pandemia, as eleições municipais foram marcadas por uma inédita lentidão na divulgação dos dados oficiais pelo Tribunal Superior Eleitoral. Conforme os resultados foram anunciados, partidos do espectro do centro à direita coletaram vitórias na maioria das capitais brasileiras. Belo Horizonte, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Natal, Palmas e Salvador saem do primeiro turno com prefeitos eleitos. Nos dois maiores colégios eleitorais do país, os atuais prefeitos encaram desafios distintos: no Rio, Marcelo Crivella enfrentará Eduardo Paes; em São Paulo, Bruno Covas está em vantagem, mas vê Guilherme Boulos de perto. Com Renata Lo Prete neste episódio, três jornalistas da Globo que cobriram intensamente o domingo de votação e apuração: Nilson Klava, Valdo Cruz e Julia Duailibi. Klava fala sobre a demora na divulgação dos resultados e do alto índice de abstenção. Valdo, descreve como ficou o cenário para novos candidatos e para os prefeitos que tentaram a reeleição. E Julia analisa como o apoio do presidente Jair Bolsonaro a candidatos a prefeito não vingou e indica para onde é preciso olhar nas disputas de segundo turno.
Na maior capital do país, com quase 9 milhões de votantes, a disputa nunca é apenas local. Alguns dos principais atores da política brasileira têm candidatos na eleição paulistana - e será inevitável confrontá-los com os resultados. Se o prefeito Bruno Covas (PSDB) confirmar o favoritismo, o impacto nas pretensões do governador João Doria (PSDB) para 2022 estará dado ou não necessariamente? Se Celso Russomanno (Republicanos) nem chegar ao segundo turno, qual será o efeito para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que patrocinou abertamente a terceira aventura do deputado e apresentador na cidade? O que significará para o PT perder o protagonismo da esquerda em seu berço político? Questões como essas, somadas ao eletrizante embate entre Guilherme Boulos (PSOL), Márcio França (PSB) e Russomanno pela vaga de adversário de Covas no segundo turno, amplificam o interesse pelo desfecho do pleito. Para discuti-las, Renata Lo Prete recebe neste episódio dois profundos conhecedores do mapa eleitoral de São Paulo: o jornalista Fabio Zambeli, analista-chefe do Jota, e o cientista político Jairo Pimentel, pesquisador do Centro de Estudos em Política e Economia do Setor Público, da FGV. Fabio explica por que o “bolsonarismo sem Bolsonaro” não funciona. Jairo aponta os números mais recentes para mostrar que a queda na avaliação de Bolsonaro na capital paulista contribuiu para o derretimento de Russomano. Ambos recomendam atenção ao fator pandemia na votação deste domingo, avaliam as chances de Covas liquidar já a fatura e explicam o que está mudando no maior colégio eleitoral do Brasil. A série terá dez episódios, lançados sempre aos sábados.
A Covid era a principal ameaça ao pleito municipal neste ano. Adiadas, as eleições vão acontecer em todo o país no próximo domingo. Mas não em Macapá, capital do Estado que convive há dez dias com um apagão que deixou a população também sem água e sem conexão. E enquanto a população agoniza perdendo comida e o mínimo de dignidade, quem está em Brasília age como se o problema estivesse resolvido. Neste episódio, Renata Lo Prete entrevista duas jornalistas: Andrea Jubé, do jornal Valor Econômico em Brasília, e Caroline Magalhães, repórter da rádio CBN em Macapá. Andrea traça o panorama dos interesses políticos no Estado e como esses interesses se cruzam com a disputa pela Prefeitura de Macapá. Caroline relata a indignação de moradores e como o apagão agravou a situação de um Estado que já convivia com a violência e o avanço da pandemia.
São mais de 10 milhões de infectados e 240 mil óbitos no país que é líder no ranking da pandemia. E enquanto o mundo estava à espera do resultado da eleição presidencial, uma nova onda da Covid voltou ainda mais forte do que a primeira. Na terça-feira, veio o recorde de 202 mil novos casos confirmados em 24 horas – isso depois de 7 dias seguidos em que a marca ficou acima de 100 mil. Nos hospitais, outro recorde: são mais de 61 mil internados com a doença. No horizonte, a perspectiva de que a situação piore com a chegada do inverno e das festas de fim de ano. Neste episódio, Renata Lo Prete conversa com a epidemiologista Denise Garrett, que trabalhou por duas décadas no Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, o CDC, e Jorge Pontual, correspondente da Globo em Nova York. Denise explica os fatores que levaram os EUA a uma nova situação extrema diante do novo coronavírus e detalha onde o quadro é mais crítico. Pontual fala sobre o período de transição presidencial: em que a gestão Trump erra na resposta à pandemia e Joe Biden promete agir contra a Covid em seu mandato, que começa em 20 de janeiro.
A Anvisa suspendeu os testes da vacina chinesa CoronaVac no Brasil por causa de um “evento adverso grave”. A decisão foi comemorada como vitória pessoal pelo presidente: “mais uma que Jair Bolsonaro ganha”. O Instituto Butantan, que coordena os testes, reagiu e informou que a morte de um voluntário não teve qualquer relação com o imunizante. O clima entre as duas entidades pesou. E tudo isso ocorre em meio a um apagão nacional de dados de Covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde - pelo menos 14 Estados têm problemas para conseguir transmitir as informações. Neste episódio, Renata Lo Prete conversa com o repórter da Globo Álvaro Pereira Júnior e com o doutor em epidemiologia Pedro Hallal, coordenador da maior pesquisa sobre Covid-19 no país e reitor da Universidade Federal de Pelotas. Álvaro relata o passo a passo do caos em torno da vacina e analisa seu uso político pelos governos federal e paulista. Hallal explica o impacto da falta de informações sobre a pandemia para a gestão pública.
Boa parte dos brasileiros já sabia: os preços estão em alta. O índice de outubro confirmou inflação de 0,86% - a maior para o mês em duas décadas. E a aceleração pesa mais no bolso de quem tem menos dinheiro, sobretudo por causa do preço dos alimentos - óleo de soja, arroz e tomate lideraram as altas no ano. Neste episódio, Renata Lo Prete entrevista o ex-presidente do BC Affonso Celso Pastore. Economista, o professor explica quais os fatores que puxam a alta dos preços, as consequências na vida real e como as decisões do governo - ou a falta delas – influenciam no índice. Para ele, a alta só é temporária, como sugere o BC, se o governo cumprir o rigor fiscal. Caso contrário, a inflação veio para ficar.
Foram 4 dias de apuração até que a vantagem fosse suficientemente segura para declarar a vitória do candidato democrata. Joe Biden será o 46º presidente americano. Quais as consequências de sua chegada à Casa Branca? E como Donald Trump sai desta disputa? Neste episódio especial de O Assunto, Renata Lo Prete entrevista o ex-embaixador em Washington Rubens Ricupero. Ele analisa o que muda nos EUA, no mundo e para o Brasil com Joe Biden à frente do governo. Detalha o que esperar da relação entre o governo Bolsonaro e o democrata, da relação entre EUA e China e qual a expectativa para a transição de poder diante de um país dividido e das ameaças de Trump. *Em razão deste episódio especial, excepcionalmente antecipamos a publicação do episódio de segunda-feira de O Assunto.
Na reta final da corrida pela Prefeitura do Rio de Janeiro, o cenário está aberto. Eduardo Paes (DEM) parece garantido no segundo turno. Disputam a outra vaga o atual prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) e a delegada Martha Rocha (PDT), com chances também para Benedita da Silva (PT). A briga é para comandar uma capital com sérios problemas de orçamento, e que administrou mal a crise da Covid-19. No sexto episódio da série de O Assunto sobre as eleições municipais de 2020, Renata Lo Prete recebe Alessandro Janoni, diretor de pesquisas do Instituto Datafolha, e Octavio Guedes, comentarista da GloboNews. Janoni disseca os números das últimas pesquisas no Rio, aponta a direção dos votos evangélicos, dos femininos e dos eleitores acima de 45 anos e sugere as perspectivas mais prováveis para o dia 15 de novembro. Octavio analisa o desempenho de Paes e Crivella e as escolhas da esquerda, explica o impacto da pandemia na disputa e recomenda muita atenção a uma tradição eleitoral carioca: o voto útil.
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Comentários (387)

Thiago I.

eu achei engraçado chamar um cara de nova iorque pra falar sobre a luz do Amapá. aí quando começou a falar sobre o Google percebi o erro 🤣🤣🤣

Nov 13th
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Rafael Flores

"Minha conta de luz era x em 2015 e virou 2x hj" .... Vota na Dilma de novo.. ela matou as eletricas.. se tivesse aumentado um pouquinho em 2012, não precisaria dobrar em 16..

Nov 13th
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Miller Santana

Subiram o episódio errado

Nov 13th
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Douglas Picoli

ela começa com o Amapá e vai pro Google kkkk kkkk houve um erro de edição

Nov 13th
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Danrlei Carlos Da Silva

tá errado o podcast

Nov 13th
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Jose Otavio Andrucioli

O áudio é antigo, o do Google e não o tópico proposto de hoje 13/11/20

Nov 13th
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Dalila Moraes

Poderia por favor compartilhar os links com referencias? como as cenas em vídeos, reportagens e os dados.

Nov 11th
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Yuli Koppe

Esses políticos bandidos só estão brincando com a própria saúde da população, e se não procurarmos as notícias sérias como a q os jornalistas do podcast, ficaremos só leigos às notícias sérias. Mérito compartilhar isso daqui.

Oct 22nd
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Livia Pina

Sem condições de ouvir esse advogado de bandidos! Que cara incoerente! Narco Aurélio acertou porque cumpriu a lei e o MP deveria ter pedido a manutenção da prisão. Mas, a lei diz que o juiz DE OFÍCIO deve analisar a cada 90 dias. Ou ele apoia a aplicação literal ou defende interpretação diversa, como essa de a obrigação ser do MP.

Oct 19th
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Luiz Paulo de Morais

#FiqueEmCasa

Oct 16th
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Deme Rodrigues

Poderia ter colocado 2 convidados com visões antagônicas, pois ambos argumentaram a favor do Narco Aurélio. O Wálter Maieorovitch seria uma ótima opção.

Oct 14th
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Valeria Costa e Silva

Não tive paciência pra terminar de ouvir. Seu entrevistado foi extremamente infeliz nas colocações dele. Eu nem sou da área jurídica, mas tenho bom senso. Esperar que a cada 90 dias o MP entre com petições para todas as prisões temporárias que existem no país é simplesmente ridículo! E se isso acontecesse, os magistrados não fariam outra coisa na vida. Vocês deveriam ouvir quem tem coragem pra dizer que tudo isso é uma jabuticaba das mais absurdas que esse país já produziu. E que o Ministro Marco Aurélio deveria, sim, ter provocado o MP, ou então ele desconhece o significado da expressão "interesse público". Não quis nem ouvir a segunda entrevistada pq de certeza teria ainda mais raiva. Essa situação é um verdadeiro escárnio com os cidadãos de Bem. Depois fica todo mundo perplexo com a popularidade de um doido como Bolsonaro. As pessos perdem a fé na Democracia EXATAMENTE por episódios como esse. Lamentável, pra dizer o mínimo e não perder a elegância.

Oct 14th
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Aline Silveira

ah se eu pudesse colar esse podcast na minha testa!!!!

Oct 14th
Responder (1)

Luiz Paulo de Morais

Cada pai e cada governante carregará o peso imenso da culpa pela desgraça de uma geração inteira crianças e adolescentes.

Oct 9th
Responder (1)

Larissa Maciel

Pix vai torna a vida mais facil

Oct 5th
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Nahin Alexandre

Top

Oct 4th
Responder

Nahin Alexandre

👏🏾👏🏾

Oct 2nd
Responder

Raphael Concli

esse episódio é simplesmente maravilhoso em tudo

Sep 15th
Responder (1)

Ed Alk

😞😞😞 agora será os bolsões de pobreza que sofrerão enormemente com essa crise global. Muita gente vai morrer de fome se nada for feito.

Sep 10th
Responder

Andrômeda Murphy Mercury

esse podcast nunca me decepciona, MT bom❤️

Sep 10th
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