Claim Ownership

Author:

Subscribed: 0Played: 0
Share

Description

 Episodes
Reverse
Após a divulgação dos casos envolvendo abusos sexuais de duas jovens no Brasil, muitas pessoas passaram a se questionar sobre qual o cenário que o país ocupa atualmente em relação ao aborto e ao processo de entrega voluntária para a doção de crianças após o nascimento. Por isso, o O Que a Bahia Quer Saber explica de que forma esse processo pode acontecer e o que a lei assegura às mulheres que precisam passar pelo processo do aborto legal. O episódio recebe a advogada familiarista com especialização em gênero Mariana Régis, e a médica ginecologista Samyra Coutrim, que é especialista em ginecologia natural e em longevidade para mulheres.
Empresárias de espaços para crosstraining na Bahia são exemplos de um movimento que vem rompendo a barreira do machismo na prática esportiva que é sucesso mundial. A prática do crossfit foi criada por um homem e, desde então, sempre teve o machismo como braço forte no esporte.  Esse machismo sempre foi um braço forte para a prática do crossfit, que foi criado por um homem. Nos últimos anos, o cenário começou a mudar.  Com o mercado fitness em alta, mulheres atletas e ex-atletas resolveram investir no negócio crossfit através da criação de boxes, venda de acessórios e também como head coachs. Essa é a realidade de Arantia Lopes, Denise Tavares e Talita Saad.  Arantia Lopes tem 33 anos, é sócia e heah coach da Vibrar 55 Crossbox, que fica em Paripe, no Subúrbio de Salvador. Ela testemunha que existe um machismo predominante no meio, (aspa de Arantia).  Essa reportagem especial foi apurada por Jorge Gauthier e tem narração e edição de Isis Cedraz. Leia também a matéria completa no site correio24horas.com.br.
Poucas semanas antes do São João, o estado da Bahia registrou um aumento de quase 200% no número de infecções por Covid-19. Após meses de estabilidade na contaminação e no número de mortes, a chegada de uma nova onda de casos preocupa especialistas da medicina e gera uma série de perguntas na cabeça das pessoas. Será que esse crescimento é, de fato, preocupante? O que explica essa onda que estamos vivendo agora? Como o São João pode impactar nesse aumento da contaminação não só no estado da Bahia, mas em todo o Brasil? Nesse episódio do podcast de reportagens especiais do Correio, o O Que a Bahia Quer Saber recebe especialistas em saúde para responder essas perguntas. O episódio 53 do programa convida Dário Frederico Pasche, professor doutor do departamento de saúde coletiva de UFRGS, e Raquel Stuchhi, que é médica infectologista, professora associada da Unicamp e consultora da Associação Brasileira de Infectologia. Dário relata quais são as possíveis causas para o aparecimento dessa nova onda e associa ao relaxamento de medidas de prevenção. Ele explica quais as medidas precisam ser controladas neste momento e por quê elas impactaram tanto para esse pico de infecções. Raquel Stucchi alerta para o atual cenário da vacinação no país. Assim como no Brasil, a Bahia caminha a passos lentos na imunização contra a Covid-19 e apresenta números baixos quando se trata das doses de reforço para a população. A infectologista também explica por quê a diminuição no ritmo da vacinação impacta diretamente nas contaminações e quais as alternativas para quem vai curtir o São João, mas quer se manter seguro e todos ao seu redor. Será que dá para fazer isso em meio a tantas festas juninas? E mais, o que explicaria essa baixa adesão às vacinas pelos baianos e brasileiros? Se até o fim de 2021 o país se mostrava estimulado a frequentar os postos de saúde, o que pode ter mudado para a vacinação ter empacado? Esse programa tem produção, narração e edição de Vinícius Harfush, com o apoio da matéria escrita pela repórter Esther Morais.  
Desde o começo do mês de junho já foram confirmados cinco casos positivos de varíola dos macacos no Brasil. A doença, que já havia se espalho pela Europa, América do Norte e na África, chegou no país e trouxe junto com ela a preocupação de sus consequências por aqui. Será que a presença dessa infecção viral entre a população representa um risco sério? Será que veremos uma realidade parecida como a que estamos vivendo há dois anos? Para responder essas questões, o episódio número 52 do O Que a Bahia Quer Saber responde essas e outras questões durante o episódio dessa semana. O convidado especial do podcast é o virologista Gúbio Soares, que é pesquisador do laboratório de virologia no instituto de ciência e saúde da Universidade Federal da Bahia. O professor mostra como e onde essa doença foi detectada pela primeira vez, quais são as formas de contágio e quais os sintomas são sentidos pelos pacientes infectados. Além disso, ele explica quais as ações da comunidade médica e de saúde em relação ao controle dessa doença e sua prevenção. Será que existem vacinas sendo aplicadas para conter a varíola dos macacos? Gúbio projeta qual a situação do Brasil no meio disso tudo e compara o atual cenário com o que vivemos diante da pandemia de coronavírus. O episódio tem produção, narração e edição de Vinícius Harfush.
O debate sobre políticas sustentáveis e ações em prol do meio ambiente tem se tornado cada vez mais comum e necessário na nossa sociedade. Mas para quem acha que o tema se restringe em práticas voltadas apenas para o meio ambiente, ou para se tornar "amigo da natureza" está enganado. A busca por soluções que sejam benéficas para o meio ambiente e para a população, principalmente aquelas de baixa renda, tem se tornado cada vez mais comum. Se tornou, inclusive, o propósito do trabalho de uma startup que nasceu em Salvador e já está espalhada em estados da região sul e sudeste do país.  A Solos, criada por Saville Alves e Gabriela Tiemy tem um objetivo que parece simples: desenvolver soluções pra reduzir a quantidade de lixo nas cidades. Mas quando a discussão sobre o tema é ampliada e passa pela prática, ainda são encontradas diversas barreiras que precisam ser superadas para, de fato, tornar o ambiente social mais conectado e consciente de pautas sustentáveis. Por isso o 51º episódio do O Que a Bahia Quer Saber discute sobre a importância de desenvolver políticas públicas voltadas para o meio ambiente e sustentabilidade, e como isso beneficia toda uma comunidade envolvida nesse processo. A Solos busca impactar não só na questão ambiental, mas também na geração de emprego e renda para catadores e cooperativas que trabalham diretamente com o recolhimento de resíduos sólidos. Essa pauta sobre resíduos sólidos, aliás, ainda é pouco explicada para a sociedade, que ainda não entende quais os elementos que estão relacionados ao tema. A começar pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, uma lei que aguardou dez anos para ser regulamentada e, finalmente, estar à disposição para que empresas passem a adotá-la. O episódio do podcast recebe também André Fraga, que é engenheiro ambiental e vereador de Salvador. Ele detalha em quais elementos essa lei está baseada e o que significam as principais práticas relacionadas a ela: economia circular, logística reversa, responsabilidade compartilhada e o impacto social. Além disso, o engenheiro fala sobre suas perspectivas para Salvador e o estado da Bahia avançarem em pautas sustentáveis e na adoção dessa política de resíduos sólidos. Representando a Cooperaguary, uma cooperativa de catadores que fica no bairro de Periperi, no Subúrbio de Salvador, o catador Tico conta como ele enxerga a interferência dessas empresas na atuação dos catadores e de que forma eles são beneficiados, principalmente pela ideia da economia circular. Tico também explica porque as cooperativas são importantes para grandes cidades como Salvador. O episódio tem produção, narração e edição de Vinícius Harfush.
Para quem quer ter tranquilidade no fim do mês para fechar as contas é imprescindível manter uma organização financeira e ter um planejamento de gastos. Geralmente essas responsabilidades surgem com o começo da 'vida adulta', mas na verdade essa deveria ser uma realidade apresentada muito tempo antes em sua vida. Se planejar e ter uma educação financeira de qualidade durante a juventude pode transformar sua relação com o dinheiro e com o mercado de trabalho. Começar a pensar em como e de que forma eu vou gastar aquilo que ganho pode ser um diferencial para quem busca paz na hora dos pagamentos na correria do a dia. Por isso, no 50º episódio do O Que a Bahia Quer Saber, o podcast discute a importância de tratar a educação financeira como um tema essencial para a formação dos jovens no país. O planejador financeiro Raphael Carneiro é um dos convidados desta semana e revela quais são as primeiras ações que podem ser tomadas pelo jovem que quer começar a lidar com finanças. O que é preciso entender antes de começar a mexer com a gestão financeira? Será que há um caminho ideal a ser seguido? Flávia Paixão, que é especialista em gestão de negócios e marketing digital, dona do canal no YouTube chamado Empreender com Paixão e já produziu lives pra o Instagram do Jornal Correio com temas voltados pro empreendedorismo, também participa do episódio e fala como o educação financeira se torna importante para jovens que buscam crescer no mercado de trabalho e apostar em profissões empreendedoras e que trabalham com a internet. Ela acrescenta que a busca por uma gestão financeira de qualidade não deve se resumir a ter um investimento e viver disso, mas sim construir uma base para entender como resguardar dinheiro e de que forma o mercado funciona, para que aí sim seja seguro fazer investimentos com o dinheiro que ganha. O episódio tem produção, narração e edição de Vinícius Harfush.
É muito provável que navegando pela internet e pelas redes sociais você tenha se deparado com palavras e gírias que você não fazia a mínima ideia do que significava. Ou então enquanto escrevia um texto para entregar no trabalho ou na faculdade se deu conta que não dava para colocar abreviações, emojis ou figurinhas só para facilitar o trabalho. Esse tipo de situações tem se tornado cada vez mais comum no nosso dia a dia, afinal, o mundo virtual tem ficado cada vez mais conectado no nosso dia a dia e, entre os inúmeros reflexos desse cenário, está numa mudança na linguagem que usamos para nos comunicarmos. Estamos passando por um processo de adaptação e entendimento de que, a partir de agora, existem diferentes tipos de linguagens que podem, e devem, ser utilizadas nos espaços da sociedade. Mas será que esse é um caminho sem volta? O que explica essa transformação da linguagem e como podemos fazer para nos adaptar a isso? São essas as questões debatidas no 49º episódio do O Que a Bahia Quer Saber, podcast de reportagens especiais do Correio. Dessa vez, o programa recebe Carla de Quadros, professora e pesquisadora da linguagem, que também é psicanalista e bacharel em direito. A professora destaca quais são os principais movimentos que as pessoas têm tomado diante dessa mistura entre a realidade virtual e o nosso cotidiano. Para ela, a população mais jovem surge como a mais propensa a transitar entre essas duas linguagens, apesar desse movimento apresentar riscos na formação acadêmica. Por isso, ela explica quais alternativas precisam ser discutidas não só pelas escolas e outras instituições de ensino, mas por cada um de nós diariamente. O programa ainda tem a participação do estudante de comunicação João Gabriel Mota. Ele trabalha com redes sociais e compartilha um pouco da sua visão sobre as diferentes linguagens e como se comportam. Será que é uma tarefa muito complicada manter-se consciente de onde e quando utilizar as linguagens do universo virtual? O programa tem produção, narração e edição de Vinícius Harfush.
Nas últimas semanas, os os telejornais e sites de notícia repercutiram uma série de assaltos a bares e restaurantes em Salvador. A grande maioria localizados em bairros de classe média e alta da cidade. Os alvos? Os clientes que estavam sentados nas mesas e curtiam ao lado de familiares e amigos, e que tiveram os momentos de diversão interrompidos pelos anúncios de assalto. Foram pelo menos 11 estabelecimentos assaltados em pouco menos de três meses, o que espalhou uma sensação de insegurança em quem tem o costume de aproveitar a vida boêmia em Salvador. O que mais chamou a atenção aconteceu em 29 de abril, quando três locais, em sequência, foram alvos de um grupo armado que roubou os clientes dos espaços em menos de 5 minutos. Por isso, nesse 48º episódio do podcast de reportagens especiais do Correio discute o que influencia nesse atual cenário da criminalidade e qual o papel da gestão da Segurança Pública nesse momento. O episódio recebe o ex-coronel da polícia militar e especialista em segurança pública, Antônio Jorge, que fala sobre o que pode influenciar nessas ações criminosas e o que o comando das polícias pode fazer para coibir os assaltos. O professor e pesquisador Sandro Cabral também participa do programa. Sandro é professor licenciado da escola de administração da Ufba e professor titular do Instituto de Ensino e Pesquisa, o Insper, em São Paulo. Ele discute quais medidas podem ser tomadas para que a população se sinta mais segura diante de cenários de insegurança e fala sobre o poder que a divulgação de dados e informações têm para auxiliar no combate à criminalidade. Laíse, que é estudante de arquitetura e urbanismo, compartilha no episódio a experiência que viveu há algumas semanas, quando presenciou em um restaurante do Rio Vermelho um assalto a meses próximas a você. Ela conta que, apesar de não ter tido nenhuma agressão física por parte dos assaltantes, ela lembra que o grupo fez ameaças a quem frequentava o local. Com medo, disse que os dias seguintes ao assalto foram traumáticos, mas acredita que o dever da gestão pública e coibir essas ações e impedir que a população se sinta acuada e com medo de frequentar os bares e restaurantes na cidade. Esse episódio teve produção, narração e edição de Vinícius Harfush. 
As desigualdades de gênero no mercado de trabalho são constatadas muito além da percepção cotidiana da sociedade. Ela reflete nos números. Segundo levantamento do IBGE, antes da pandemia, as mulheres tinham participação em 54,5% da força de trabalho no país, enquanto os homens ocupavam 73,7%. Mas quando se analisa, especificamente, a participação das mulheres, o fator 'maternidade' é responsável por evidenciar ainda mais as dificuldades enfrentadas pelo grupo no mercado de trabalho. O índice de participação de mulheres que não têm filhos fica em 67,2% de participação. Enquanto aquelas que resolver ter, pelo menos, um filho(a), entre os 25 e 49 anos, a participação na esfera corporativa cai para 54,6%. Ou seja, ainda hoje fica muito claro que tornar-se mãe é mais um desafio enfrentado pelas mulheres na sociedade. Nesse 47º episódio do O Que a Bahia Quer Saber, o podcast discute quais são essas dificuldades enfrentadas por mulheres que são mães dentro do seu ambiente de trabalho. Seja por uma promoção que não foi dada, ou demissões que aconteceram fora do acordo da licença maternidade, é comum encontrar histórias de mães que viveram o drama de não se realizarem profissionalmente por conta da gestação. Uma delas, que está no episódio dessa semana, é Juliane Ribeiro. Publicitária, mãe de Leonardo e Maria Eduarda, ela enfrentou nas duas gravidezes problemas relacionados a sua carreira profissional. No programa, ela conta essas histórias e reflete sua trajetória e relação com o mercado de trabalho desde que se tornou mãe. A advogada trabalhista Patrícia Brandão também está no episódio, e discute quais são os principais erros cometidos pelas empresas com funcionárias que estão na gestação ou licença maternidade. Você vai entender quais são os direitos garantidos, o que fazer caso enfrente problemas com o empregador e quais espaços podem ser procurados por essas mulheres. A psicóloga Luciane Figueiredo, que comanda um grupo de estudos relacionados à psicologia obstétrica. O estrutura a nossa sociedade para que a maternidade se torne um empecilho e um receio para muitas mulheres? Como deve-se tratar essas questões dentro do ambiente de trabalho? Essas e outras discussões estão presentes no ambiente dessa semana. As convidadas refletem sobre o importante papel dos companheiros, da família e das próprias empresas nesse processo de estruturação e acolhimento dessas mulheres. É importante pensar que pequenas atitudes do dia a dia podem transformar uma série de problemas pessoais em um assunto muito mais ameno e leve de ser lidado por elas. Juliane conta como, ao longo dos anos, viu outras colegas passarem por situações parecidas, o que ela acredita que pode ser feito diante disso e como as coisas aconteceram de forma completamente diferente para seu marido. Esse episódio tem produção, narração e edição de Vinícius Harfush.
Desde o começo do ano, se tornou muito comum acompanhar através do rádio, TV e internet, uma série de campanhas incentivando jovens acima dos 16 anos para tirarem o título de eleitor e poderem exercer o direito ao voto em 2022. A data limite para regularizar ou tirar o documento pela primeira vez vai até 4 de maio. A busca por um grupo mais jovem e disposto a buscar melhoras para o país faz parte da realidade da política e das eleições no Brasil, que já alguns anos estimula uma renovação em quem faz parte dessa esfera. Mas como está a relação do jovem brasileiro com a política e as eleições? Será que de fato nos últimos anos houve um progresso quanto ao interesse em participar desse movimento? E o que pode incentivar para que esse grupo se torne mais presente? São essas perguntas que o 46º episódio do O Que a Bahia Quer Saber, o podcast de reportagens especiais do Correio, discute nesta semana. O programa recebe o advogado e professor de direito eleitoral Rafael Petracioli, que discute a conjuntura política com o olhar voltado para o jovem e analisando de que forma a juventude pode criar um interesse nesse tema. A comunicadora e produtora de conteúdo Carol Magalhães também é convidada do podcast. Carol comanda a página 'Primeiro Voto' no Instagram, onde faz um trabalho de educação política voltado justamente para as pessoas que pouco entendem de política e que querem se aproximar mais da área, ainda mais em ano de eleição. Entre essas figuras estreantes nas eleições, está o estudante Vitor Fascio, de 16 anos. Ele tirou recentemente o título e compartilha neste episódio as razões para ter tirado e como vê o debate sobre política dentro das salas de aula? Será que elas são uma das ferramentas que auxiliam na formação política desses grupos? O programa também traz a discussão sobre quais são os caminhos e alternativas para que projetos como o 'Primeiro Voto' e outras instituições (governamentais ou não) para conseguirem conversar com os jovens. As redes sociais, por exemplo, são a porta de entrada para quase tudo que os jovens consomem hoje. Mas será que ela é segura para aproximar a juventude com um tema sério como esse? O podcast tem produção, narração e edição de Vinícius Harfush.
Você sabe o que é a 'não monogamia'? A ideia de ter um relacionamento que foge dos formatos tradicionais ainda é pouco praticada e pouco discutida pela maioria das pessoas. Mas a escolha de não viver uma exclusividade no relacionamento amoroso vai muito além de querer ter uma vida sexual extremamente ativa ou um sinônimo para nunca se apegar emocionalmente a outra pessoa. A construção dos relacionamentos não monogâmicos podem se dar de diferentes maneiras, desde a liberdade de viver mais de um amor ao mesmo tempo separadamente, até construir um relacionamento a três. Neste 45º episódio do O Que a Bahia Quer Saber, o podcast apresenta o que são essas diferentes formas de se relacionar e amar, e o que as pessoas que são adeptas a esse movimento pensam sobre isso. Dessa vez, o programa conta com a participação da jornalista do Correio Carolina Cerqueira, que produziu para o site correio24horas uma reportagem contando a história de um trisal que mora em Salvador e que compartilha a experiência nas redes sociais. Íris, Isane e Igor vivem uma relação livre, onde é permitido ter relações sexuais e sentimentais com pessoas de fora. O trio conta como é viver uma vida a três, o que muda na rotina do dia a dia e como eles encaram as diversas críticas ao modelo de vida que levam. A psicóloga Adê Monteiro também é convidada do podcast. Adê é dona do projeto Relações & Conexões Não Mono, onde discute e e faz reflexões sobre a não monogamia, além de dar atendimento terapêutico a pessoas e casais que já vivem ou querem ter essa experiência no relacionamento. Ela explica de onde vem o ideal da monogamia tradicional, que impõe a maioria da sociedade a necessidade de ter uma relação fechada e buscar a sua 'metade da laranja' na vida. A psicóloga reflete as razões da não monogamia ser vista como algo negativo e muitas vezes promíscuo e o como isso impacta em quem tem vontade de experimentar algo novo. Carol Cerqueira também os bastidores da entrevista que fez com a tríade presencialmente. A produção do episódio é de Carol Cerqueira e Vinícius Harfush, que também cuida da narração e edição do programa. Leia a reportagem completa escrita por Carolina Cerqueira: correio24horas.com.br Veja o perfil do 'Nossa Triiiade': instagram.com/nossatriiiade Conheça o trabalho da RC Não Mono: linktr.ee/rcnaomono
Quem tem os costume de frequentar os bares e baladas de Salvador não acha nem um pouco esquisito o uso dos cigarros eletrônicos nesses espaços. Modernos e com a grande vantagem de não emitirem um odor desagradável, esse produto chegou com força há alguns anos na capital baiana. Mas após o período da pandemia, uma revelação nada agradável evidencia que o dispositivo tem atingido pessoas cada vez mais jovens. Nas últimas semanas, circularam nos portais de notícias que estudantes de escolas de Salvador estavam utilizando cigarros eletrônicos dentro das dependências das escolas, o que preocupou pais e professores. Escolas emitiram comunicados alertando para os perigos do uso desses produtos em excesso. Mas afinal, o que atrai os jovens a utilizarem um cigarro eletrônico, mesmo que esse adolescente nunca tenha sequer experimentado um cigarro convencional? O que torna esses produtos acessíveis a esse público? É sobre isso que o 44º episódio do O Que a Bahia Quer Saber vai discutir nesta semana. O episódio recebe a pneumologista Suzianne Lima, a psicóloga e terapeuta cognitiva comportamental, Priscila Pardo, e Alexandro Hazard Lucian.  Hazard é um dos principais nomes do país quando se trata de cigarros eletrônicos. Usuário há seis anos, ele abandonou o cigarro convencional após quase duas décadas e afirma que o dispositivo eletrônico salvou sua vida. Desde então, ele atua como estudioso do assunto e escreve sobre a Redução de Danos do Tabagismo (RDT). O conceito trata os cigarros eletrônicos como um meio de amenizar e reduzir a dependência de nicotina em usuários do cigarro convencional. Apesar do método ser apoiado por parte dos médicos, não é uma unanimidade e é bastante questionado. Alexandro também luta pela regularização dos cigarros eletrônicos - até então ilegais - como forma de conscientizar seu uso e evitar a comercialização para o público jovem. Aliás, importante informar que o cigarro eletrônico não leva apenas esse nome. Vaper, pod, mod... todas essas são variações do cigarro eletrônico e, apesarem de terem algumas diferenças, funcionam da mesma forma. Assim como uma resistência de chuveiro elétrico, o cigarro eletrônico tem uma bateria que gera energia e esquenta um líquido saborizado. A mistura vaporiza e forma a fumaça branca e densa vista saindo da boca e nariz dos usuários. Entre as diferenças, importante ressaltar que esse líquido, tecnicamente chamado de 'juice', pode conter diferentes níveis de nicotina, substância que está presente em abundância no cigarro convencional. No caso do vaper, que são os aparelhos maiores, alguns até com uma tela que marca a temperatura, quantidade do líquido, por exemplo, geralmente tem juices com menos nicotina, mas eles geram muito mais fumaça. Já os pods, que são bem pequenos, alguns simulam até o formato do cigarro convencional, eles até fazem menos fumaça, mas se tornam mais nocivos já que contém uma nicotina bem mais concentrada que os outros produtos. O podcast tem produção, narração e edição de Vinícius Harfush.
É bem provável que você, pelo menos uma vez, tenha feito algum tipo de aposta envolvendo uma partida de futebol ou algum outro esporte. Se não fez, com certeza conhece alguém que adora gastar um dinheiro e fazer a 'fezinha' em casas de aposta esportiva. Ainda mais se for online, porque não faltam opções de empresas especializadas nesse mercado. Com a chegada da pandemia, as relações virtuais se fortaleceram a se tornou cada vez mais comum optar pelos serviços online. E foi justamente isso o que aconteceu com o cenário das apostas esportivas. Casas de diversas partes do mundo oferecem o serviço no país há algum tempo e se tornaram febre em públicos de diferentes idades. A iminência desse mercado ser finalmente regularizado, após o ex-presidente Michel Temer sancionar a lei 13.756/18 há anos atrás, fez a procura do público aumentar e o marketing dessas empresas disparar absurdamente. A ponto de tomar conta das propagandas em programas esportivos na TV, rádio e internet. O 43º episódio do O que a Bahia Quer Saber recebe o advogado Ricardo Maracajá, que tem especialização em gestão esportiva e explica quais são os limites legais das apostas online e o que a regulamentação mudará nesse cenário. O programa também recebe o publicitário Jotapê Saraiva, que discute como acontecem as relações comerciais e de marketing entre os clubes de futebol e essas empresas. Em 2021, 19 dos 20 clubes da Série A do Brasileirão tinham patrocínios e parcerias com casas de aposta esportiva. Leonardo Bonavides, que é trader profissional, conta da sua experiência como apostador e seu trabalho com grupos de dicas para outros apostadores. Com a chegada da regulamentação, é esperado que 600 mil empregos sejam gerados, segundo dados divulgados pelo governo, já que as empresas terão que estabelecer bases em território brasileiro, explorando setores como tecnologia e informação, ciência de dados, e marketing e publicidade. A chegada dessas empresas para se adequar ao mercado brasileiro também deve movimentar cifras altíssimas e render montantes aos cofres públicos. A forma como isso deverá acontecer, você confere no podcast dessa semana. A produção, narração e edição do programa é de Vinícius Harfush.
É muito provável que você tenha a assinatura de uma ou mais plataformas de streaming em casa. Ou, pelo menos, tenha aproveitado para experimentar o serviços dessas empresas, principalmente após o começo da pandemia. Com os cinemas fechados, o hábito de assistir séries e filmes dentro de casa se tornou bastante comum, contribuindo para o crescimento dessas empresas de serviço online. A grande prova é que no Oscar de 2022, que acontece neste domingo, dia 27 de março, quase todas as produções indicadas a maior premiação do cinema estão disponíveis nas plataformas de streaming. Mas será que isso significa alguma coisa? O que essa realidade muda para você, consumidor, e para quem produz e dirige as produções no cinema? Neste 42º episódio do O Que a Bahia Quer Sabes, o podcast de reportagens especiais do Correio recebe o repórter de cultura da casa, Roberto Midlej, para debater o impacto do serviço de streaming na indústria cinematográfica e no nosso dia a dia. Se antes o ritual de ir ao cinema era a única forma de poder acompanhar filmes famosos, com atores renomados, gigantes do ramo, como a Netflix e Amazon Prime vem mostrando que é possível realizar grandes obras sem, necessariamente, exibir nas telonas. O cineasta Cláudio Marques, proprietário do Cine Meta Glauber Rocha, em Salvador, participa do programa e fala sobre as principais diferenças que marcam essas duas ferramentas do audiovisual. Será que existe uma diferença entre filmes do streaming e filmes do cinema tradicional? E no público? Há uma mudança de perfil social e econômico entre quem assina os pacotes online e acompanha de casa os lançamentos, e de quem ainda prefere ir rotineiramente no cinema? Para responder essas questões, o podcast recebe a pesquisadora, publicitária, mestre e doutoranda em Cultura e Sociedade, Milene Moura. Milene, com o olhar de pesquisadora, explica porque alguns públicos dão preferência aos filmes dentro de casa do que ir aos cinemas, afinal, boa parte das pessoas aprendeu a se entreter sozinho durante os tempos mais duros de isolamento. No fim do programa (a partir de 22:30), Roberto Midlej ainda destaca quais são os principais destaques da cerimônia do Oscar 2022, apontando os favoritos nas principais categorias. Não perca e vem fazer sua aposta aqui também! O programa teve produção de Roberto Midlej e Vinícius Harfush, que também foi o responsável pela narração e edição do episódio.
Como você tem dormido? Essa é uma pergunta simples, mas que pode te levar a questionar como tem sido a qualidade do seu sono e se, de fato, tem dormido bem. O 41º episódio do podcast O Que a Bahia Quer Saber discute quais são os impactos que uma rotina de sono desregulada pode acarretar em seu dia a dia. Após dois anos de pandemia, cercados de notícias nada animadoras e uma relação cada vez mais dependente do universo virtual, o ritual de deitar para descansar na cama tem se tornado difícil para muitas pessoas. O programa apresenta esse debate justamente na Semana Mundial do Sono, onde são discutidas questões relacionadas às disfunções causadas pelo mau sono. O médico Francisco Hora, especializado em medicina do sono, relata quais são as principais causas para o problema e como esse cenário conturbado contribui para a manutenção ou piora desse quadro de saúde. A psiquiatra e professora associada da Ufba, Miriam Gorender, também participa do programa e explica de que forma as disfunções do sono se relacionam com as doenças psiquiátricas. Ela alerta para a necessidade de um diagnóstico em conjunto e detalha as formas de tratamento para os pacientes que sofrem com o problema. O podcast traz informações da reportagem publicada pela repórter Thaís Borges em outubro do último ano, sobre o aumento no consumo de medicamentos para dormir. O consumo desses remédios sem a orientação correta pode acarretar em diversas questões que vão além de uma má noite de sono para o paciente. A produção, narração e edição do programa é de Vinícius Harfush.
Quem parou para abastecer o carro nos postos de gasolina na Bahia nas últimas semanas encarou uma situação nunca antes vista. O litro da gasolina chegou a R$8 em diversas cidades do estado e já se tornou motivo de muita dor de cabeça para a população. Se 2022 deveria ser o ano recuperação e reestruturação, cenários como esse não colaboram para quem precisa dar a volta por cima depois de dois intensos anos de pandemia. Mas o que levou o combustível chegar a um valor tão exorbitante? Essa é uma das principais perguntas que você pode estar se fazendo neste momento. E a grande verdade é que não há uma única resposta. Para além do rastro negativo que a pandemia deixou na economia de todo o mundo, conflitos armados - como a invasão da Ucrânia pela Rússia - e políticas governamentais são responsáveis para aumentar tanto o preço dos derivados de petróleo. O 40º episódio do O Que a Bahia Quer Saber convida especialistas em economia e combustíveis para explicar ao ouvinte de que forma é estabelecido o valor do barril de petróleo, que atualmente passa dos 100 dólares, coisa que não acontecia desde 2014. O economista e professor da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Cleiton Silva, e o secretário executivo do Sindicombustíveis, Marcelo Travassos, são os convidados do programa. Você vai entender quais os impactos da política de Preço de Paridade de Importação (PPI), que é aplicada pelo governo federal, e porquê o Brasil não consegue ter um preço mais barato dos derivados de petróleo mesmo tendo uma ampla reserva do commodity. Além disso, vamos falar sobre a Refinaria Mataripe, que fica em São Francisco do Conde, e como ela tem tornado a vida de quem trabalha e mora na Bahia ainda mais difícil nesse momento. Após a privatização da estrutura, os repasses para a população, que aumentam ainda mais o preço dos combustíveis, tem sido mais constante. Por isso, o podcast também recebe a repórter do Correio Thaís Borges, que publicou uma matéria especial chamada ‘Uma Guerra Para Encher o Tanque', que foi a capa da edição de fim de semana do Correio. Na sua participação, ela fala sobre a realidade de quem trabalha com o carro diariamente e como esse cenário é péssimo para os donos de transportadores e postos de combustível. Entre essas pessoas que sofrem com a gasolina lá no alto é Isabel Menezes, que trabalha fazendo transporte escolar. Ela participa do programa e revela o quanto ela está gastando a mais em gasolina desde que os preços aumentaram. O episódio tem produção, narração e edição de Vinícius Harfush.
Podcast especial do projeto Retadas discute a participação das baianas na luta pelo sufrágio e os avanços do lugar da mulher na política O direito ao voto existe há quase cinco séculos no Brasil. No entanto, essa prerrogativa só alcançou as mulheres nos últimos 90 anos. A discrepância histórica é proporcional à luta travada por séculos para garantir que as mulheres tivessem o poder de decisão e de representatividade. E uma baiana teve um papel fundamental no início do movimento sufragista brasileiro: Dona Leolinda Daltro.  É a partir da história dessa professora indigenista que o podcast especial do projeto Retadas discute os avanços históricos que nos trouxeram até o século XXI. Para abordar o tema, recebemos a cientista política Gabriela Messias, a deputada estadual Olívia Santana e a ativista social Bárbara Trindade. Gabriela traz à luz a história de Dona Deolinda e sua combatividade em uma época em que as mulheres não tinham acesso ao universo público. Olívia, por sua vez, conta através da sua trajetória as dificuldades enfrentadas até hoje por aquelas que decidem pela política institucional. E Bárbara destaca a importância feminina em todos os espaços políticos, do parlamento à rua. Criado para homenagear mulheres baianas e radicadas na Bahia, o projeto Retadas celebra a cada ano àquelas que fizeram a diferença em suas áreas de atuação. Este ano, ele ganhou a versão especial em formato podcast. A produção é de Monique Lôbo e Vinícius Harfush. 
O projeto Infâncias Atípicas é um especial de reportagens sobre os efeitos da pandemia de Covid-19 na primeira infância de crianças atípicas em São Paulo e na Bahia. A partir dos relatos de mães, crianças e da análise de especialistas, abordamos como o isolamento social e o fechamento de escolas e centros de terapia impactaram o desenvolvimento de crianças autistas, down, surdas, com microcefalia e doença rara. O 39º episódio do O Que a Bahia Quer Saber convidou as repórteres Carla Bittencourt (@carlapb1) e Mariana Della Barba (@marianadb), que que ficaram à frente da série de reportagens, para contarem os bastidores da produção do especial ao longo do ano de 2021. Para as jornalistas, se torna cada vez mais importante debater a educação na primeira infância e o impacto dela para a formação dessas crianças. O programa também ouviu Maria Karina de Andrade, moradora de Euclides da Cunha, interior da Bahia, e que foi personagem de uma das reportagens. Ela é mãe de Antônia, uma criança de cinco anos que foi diagnosticada com Langer-Giedion, síndrome rara que causa deficiências físicas e cognitivas, e depois recebeu o diagnóstico de autismo. A mãe relata de que forma a pandemia e o isolamento social impactaram na rotina da família e quais alternativas foram tomadas para que Antônia seguisse recebendo estímulos sociais e educativos, que contribuem para sua formação. Essa é apenas uma das quatro histórias contadas no Infâncias Atípicas. Já Matheus Wisdom, é psicopedagogo e trabalha na APAE, em Salvador. Ele relata quais as principais dificuldades enfrentadas pelas famílias nos últimos anos e conta como o trabalho da instituição contribui para o desenvolvimento das crianças. A produção é de Carla Bittencourt, Mariana Della Barba e Vinícius Harfush. Com narração e edição de Vinícius Harfush
A realização do Carnaval neste ano ainda não vai ser do jeito que os baianos e turistas tanto sonhavam: com trios nas ruas, mais de uma semana de festa na cidade e uma multidão ocupando as avenidas. A pandemia impediu, mais uma vez, que a festa aconteça no seu formato tradicional, mas em 2022 já será possível curtir o clima carnavalesco com as festas ‘indoor’, em formato reduzido. Neste 38º episódio do O Que a Bahia Quer Saber, como Correio Folia, o programa discute qual o significado da retomada desse modelo de festa no Carnaval e qual o impacto cultural causado por essa mudança. As festas ‘indoor’ remetem aos antigos bailes de Carnaval que aconteceram durante décadas em clubes sociais da capital, como o Bahiano de Tênis e Associação Atlética. Quais a semelhanças e diferenças entre os antigos bailes, camarotes e festas e ‘indoor’? Como essa configuração de celebrar folia escancara a realidade social do público durante os festejos? Para responder essas questões, o episódio recebe o historiador Rafael Dantas (@rafadantashistorart), o produtor e fundador do bloco Camaleão, Tinho Albuquerque, e o colunista do Correio, Osmar Marrom Martins. Programa tem produção, narração e edição de Vinícius Harfush O Correio Folia tem patrocínio da Goob e apoio da AJL, Jotagê Engenharia e Comdados.
Não é novidade pra ninguém que as redes sociais ditam muitas coisas do nosso dia a dia. Se tornaram o principal meio de influência na sociedade. Mas é importante entender que, em alguns contextos, essas ferramentas ajudam a sustentar alguns falsos padrões sociais, como a beleza ideal, o corpo perfeito e o melhor tipo de alimentação possível. E é através dessa realidade que os transtornos alimentares surgem nos tempos atuais, criando um vínculo quase que indissociável com o universo online. Todo esse comportamento padrão que é vendido através de perfis de influenciadores impulsionam essa condição que atinge quase 10% da população jovem no Brasil. Casos de compulsão alimentar, anorexia e bulimia são tratados muitas vezes como um "ideal saudável" e é seguido por diversas pessoas da vida real, que acreditam que podem (e devem) seguir esses passos. No 37º episódio do podcast de reportagens especiais do Correio, o O Que a Bahia Quer Saber busca entender qual a relação das mídias sociais com os transtornos alimentares, e como a  exposição do tema na internet e na televisão abre espaço para essa discussão. Afinal o próprio Big Brother Brasil se tornou palco para essa discussão nas últimas semanas. Para ajudar a entender essa realidade, o podcast recebe a psicóloga Carina Magalhães, que se especializou nos estudos da psicologia e dos transtornos alimentares, e a nutricionista clínica esportiva, Tâmara Ferreira. A terceira convidada do programa é a psicóloga Yasmin Guimarães, que vive uma dupla realidade de paciente e profissional. Yasmin foi apenas uma das milhares de meninas que cresceram sob o peso dos transtornos alimentares e hoje compartilha sua trajetória de recuperação no perfil do Instagram 'O Peso da Mente' (@opesodamente). O episódio ouve os relatos da psicóloga sobre o seu tratamento e discute a importância de utilizar a própria rede social como uma ferramenta para combater essa condição psicológica. Este episódio tem produção, narração e edição de Vinícius Harfush. Acesse o perfil de Yasmin Guimarães no Instagram e conheça sua história e seu trabalho: https://www.instagram.com/opesodamente/
Comments 
Download from Google Play
Download from App Store