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O que eu faço?

Author: CNN Brasil Business

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Fernando Nakagawa, diretor do CNN Business, e Luciana Barreto comandam o programa que tira dúvidas sobre investimentos financeiros em tempos de crise e dá dicas a investidores que vivem o dilema do que fazer com seu dinheiro em meio à instabilidade dos mercados durante a pandemia do novo coronavírus. O projeto é uma parceria com o banco Santander, que indica especialistas em mercado financeiro, fundos de investimentos e aplicações para orientar os ouvintes. Tem dúvidas do que fazer com seu dinheiro? Pode enviar por meio das redes sociais do CNN Brasil Business no Instagram, no Twitter e no Facebook, com a hashtag #CNNoqueeufaço?
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Para muitos, ter um seguro para proteger o patrimônio significa ter a velha e boa apólice que ajuda a cobrir custos da casa no caso de algum imprevisto, como um roubo ou um incêndio.  Mas trata-se de um serviço que, hoje, já vai muito além disso. “Se eu sou proprietário de três imóveis e um deles pega fogo, provavelmente eu ficaria sem o recebimento do meu aluguel durante um período. O seguro desembolsa o dinheiro para o reparo e ainda tem coberturas que ajudam com o recebimento dessa receita”, explicou o estrategista de transformação do negócio da Zurich Santander, Cesar Vital.  Quer mais dicas? Ouça o novo episódio de O que eu faço?, apresentado por Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business, e pela editora-executiva do canal, Natália Flach. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sim, a renda variável é um investimento instável e imprevisível – mas não tão imprevisível. Há algumas grandes tendências da sociedade que são mais ou menos certas, e que levam uma série de negócios com elas – o mundo vai envelhecer, a população vai crescer, vamos precisar de mais comida.  Para quem mira a bolsa de valores como um investimento de longo prazo, é um bom jeito de ajudar a pinçar as ações para o portfólio. “Quando falamos em longo prazo, temos que pensar em setores ou indústrias que têm características do que a gente chama de crescimento secular”, diz Leonardo Garcia, estrategista de renda variável para Brasil e América Latina da Santander Corretora.  Para saber mais detalhes, ouça o novo episódio de "O que eu faço?", comandado por Fernando Nakagawa e Luciana Barreto.  See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ter uma conta digital é um serviço relativamente novo no mercado brasileiro, mas que cresceu e ganhou espaço rápido. Para quem já tinha uma conta em banco, elas surgiram como uma maneira de simplificar os processos e, na prática, reduzir idas desnecessárias à agência. Abertura de conta pelo celular, pagamentos online e menos taxas fixas estão entre os benefícios mais comuns delas.  As contas digitais, porém, acabaram também se revelando uma ferramenta poderosa para quem estava completamente fora desse universo. “Elas têm um propósito social muito grande”, disse Luciana Godoy, presidente da Superdigital, fintech de contas digitais e cartões pré-pago do banco Santander. Para saber mais sobre como funcionam as contas digitais, ouça o novo episódio do O que eu faço? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os investidores reagiram com otimismo à vitória de Joe Biden na eleição americana. As bolsas — inclusive, a brasileira — subiram. Mas o que esperar daqui para frente? "Antes mesmo de saber o resultado da disputa eleitoral, nós já tínhamos uma visão mais otimista para o mercado de ações, principalmente, nos Estados Unidos. O motivo é que a liquidez global continua gigantesca: são cerca de US$ 200 trilhões disponíveis para investimento, dando sustentação para a renda variável", afirma Andre Rosenblit, diretor da Santander Corretora, ao podcast "O que eu faço?". Para entender as vantagens e os riscos, ouça o novo episódio do "O que eu faço?", comandado por Fernando Nakagawa e, nesta edição, com a editora do CNN Business, Natália Flach. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Planejamento financeiro é talvez o fator que mais assuste quem quer empreender, principalmente no início. Nos últimos anos, um processo de digitalização dos comércios e serviços ajudou muitos empreendedores a tirarem projetos do papel. Agora, na pandemia, isso foi ainda mais acelerado. Mas como aproveitar esse movimento e tornar o próprio negócio mais rentável? Para ajudar quem quer tirar o projeto do papel, neste episódio Fernando Nakagawa e Luciana Barreto recebem Pedro Cardoso, vice-presidente de negócios e marketing da GetNet. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma salada de frutas dos investimentos. Assim pode ser caracterizado o certificado de operações estruturadas (mais conhecido pela sigla COE), que mistura, em um mesmo produto, ativos de renda fixa e de renda variável -- ou seja, ações, índices acionários, inflação, juros, moedas, ouro e commodities. A combinação de segurança com rentabilidade explica por que o COE vem chamando a atenção dos investidores. Um estudo da FGV mostra que 306.717 pessoas compraram ao menos um COE entre os anos de 2016 e 2019.  "O diferencial do COE é que, logo na largada, já se sabe todos os parâmetros da operação, incluindo o que pode acontecer em cenários adversos. Ou seja, o investidor não tem surpresas com o COE", afirma Giovanna Curci, especialista da tesouraria do Santander, ao podcast O que eu faço?. Para entender as vantagens e os riscos dos COEs, ouça o novo episódio de O que eu faço?, comandado por Fernando Nakagawa e Luciana Barreto.  See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se tem uma unanimidade no mundo dos investimentos é que a carteira de ativos precisa ser diversificada. Isso é importante para mitigar riscos e aumentar as chances de retorno.  Os ativos no exterior têm essa dupla função. O problema é: com a entrada em vigor das novas regras que tornaram os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) mais acessíveis para a maioria dos investidores, vale mais a pena investir nos certificados de depósitos ou aplicar diretamente lá fora? Sandra Gouveia, superintendente da Santander Corretora, diz que, para o investidor que tem planos de morar fora do Brasil ou têm negócios no exterior, o mais indicado é investir diretamente nos ativos, por conta de disponibilidade e de risco cambial.  Para entender as diferenças entre investimento direto no exterior e BDRs, ouça o novo episódio de O que eu faço? See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Dívida barata é aquela que cabe no bolso." É assim que Vinicius Aloe, presidente da plataforma de crédito Sim, que pertence ao Santander, define o empréstimo com garantia de veículo. Essa modalidade de crédito costuma oferecer juros mais vantajosos e prazos mais longos para o tomador.  Isso acontece, pois, como o próprio nome diz, o empréstimo tem garantia. "É uma concessão mais segura do ponto de vista da instituição que empresta os recursos. Isso porque, em caso de calote, o banco ou a fintech pode tomar o carro ou a moto do tomador", diz o executivo. Entenda mais sobre essa modalidade no novo episódio do O que eu faço?. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os investidores de longo prazo podem ganhar dinheiro sem ter de vender suas ações, alugando os papéis. Essa modalidade ganha adeptos quando as empresas não apresentam bom desempenho na bolsa. Hoje há 286 ações que podem ser alugadas. Mas, afinal, como funciona? A lógica é a mesma de um aluguel de um imóvel, por exemplo. O dono das ações (chamado de doador) liga ou manda um e-mail para a corretora dizendo que gostaria de alugar seus papéis. Pela locação, ele cobra uma taxa que é definida pela famosa da lei da oferta e da demanda de mercado -- e é divulgada pela B3 todos os dias em que tem pregão.  Para entender mais sobre como o aluguel de ações pode incrementar os seus rendimentos, escute ao novo episódio de O que eu faço? com Flávio Reis, trader sênior da Santander Corretora. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se os resultados financeiros das empresas no segundo trimestre serviram para mostrar o tamanho do rombo causado pela pandemia, o terceiro trimestre apontará a velocidade da recuperação das companhias. Afinal, o pior ficou para trás ou os efeitos da Covid-19 continuarão sendo protagonistas nos balanços das companhias? Para Ricardo Peretti, estrategista de renda variável na Santander Corretora para o Brasil e América Latina, sim, ficou. E é até possível enxergar que alguns setores estão apresentando melhores resultados do que no início da pandemia.  Para entender mais sobre como os balanços vão afetar os seus investimentos, escute ao novo episódio de “O que eu faço?”, comandado por Fernando Nakagawa e Luciana Barreto. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se 2020 deixa uma lição para os próximos anos é que é imprescindível ter dinheiro guardado para períodos de turbulência econômica. Os livros de finanças recomendam que a reserva de emergência seja equivalente a algo entre três e seis vezes o gasto médio mensal. O problema é que já se passaram seis meses desde o início da pandemia no Brasil, e o dinheiro voltado para emergências pode ter sido todo gasto. Portanto, o que fazer agora que o cofrinho de emergências secou? Ednaldo Fernandes, consultor de investimentos do Santander, diz que é necessário construir novamente esse colchão. "Para quem tem um valor a receber, essa tarefa é mais fácil. Basta avaliar o montante necessário para reinvestir na reserva. Mas, se não tem, a dica é a programação mensal de investimentos, em que o investidor seleciona o dia e o valor a ser debitado automaticamente da conta e reinvestido em fundos DI ou na poupança", afirma neste episódio de “O que eu faço?”. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Home equity, expressão inglês para crédito com garantia em imóvel, é um termo que tem crescido no Brasil. Comum lá fora, esse tipo de empréstimo está se popularizando por aqui com empresas que se dedicam à atividade e investimento dos grandes bancos na modalidade.  “Essa linha de empréstimos é interessante porque tem custos baixos, já que a garantia é o imóvel”, explica Sandro Gamba, diretor-executivo de negócios imobiliários do Santander Brasil. Mas alguns cuidados são necessários para quem está considerando o home equity. O novo episódio do O que eu faço? tira suas dúvidas sobre o empréstimo com garantia em imóvel.  See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enquanto a Selic está no seu menor patamar em toda a história – em 2% –, os juros futuros avançam. Isso porque o mercado financeiro está de olho nos gastos do governo brasileiro. Com a pandemia de Covid-19, os países aumentaram os gastos públicos para socorrer as famílias e empresa.  Mas, no Brasil, além da preocupação com o aumento desses gastos, há também a desconfiança sobre um furo no teto de gastos e o futuro das reformas.  Com tudo isso em jogo, investir em renda fixa pode ser uma boa. Entenda no novo episódio do podcast "O que eu faço?" See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para os marinheiros de primeira viagem, como é o caso de boa parte dos 3 milhões de investidores pessoa física que se arriscaram na bolsa nos últimos meses, investir em renda variável ainda causa calafrios. Com o sobe e desce recente da B3 (B3SA3) nos últimos tempos, a preocupação é legítima. Com taxa de juros nas mínimas históricas, ir para a renda variável pode se tornar uma necessidade para aqueles que buscam uma rentabilidade razoável no curto e médio prazo. Mas é possível se proteger na renda variável, com tanta volatilidade? Para Arley Matos Junior, gerente de advisory do Santander Brasil, a resposta é sim, porém, não é possível eliminar todos os riscos, mas mitigá-los. Ouça neste episódio de O que eu faço?  See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com tantos influenciadores digitais dizendo quais ações os investidores deveriam comprar (ou vender), fica difícil saber como montar uma carteira de investimentos. Essas opiniões podem ser levadas em conta, é claro, mas a fonte primária de informação tem sempre que ser a própria empresa, segundo Lucas Stella, responsável pela análise de renda variável da Santander Asset Management. "É bom lembrar que, quando compramos ações, nos tornamos sócios das empresas. A divulgação de resultados trimestrais é uma oportunidade para acompanhar a saúde financeira delas", diz o especialista ao podcast "O que eu faço?". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Magazine Luiza, Raia Drogasil, Apple e Tesla têm algo em comum: as quatro empresas fizeram desdobramento de ações recentemente. Também conhecida como split, a operação é realizada por companhias que querem aumentar a liquidez de seus papéis sem mexer no caixa. Ou seja, sem emitir novas ações no mercado. "Para o investidor que já tem os papéis, o fato de uma ação ter sofrido desdobramento é neutro. No entanto, o pequeno investidor pode se sentir compelido a comprar a ação, já que o investimento total é menor", afirma Renato Chanes, estrategista de pessoa física da Santander Corretora. Quer saber mais detalhes sobre essa operação? Ouça o novo episódio do O que eu faço? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foram realizadas 483 fusões e aquisições no Brasil de janeiro a julho, um volume 23% superior à média dos últimos cinco anos de acordo com relatório da PwC. Muitas dessas operações foram protagonizadas por empresas de capital aberto, mexendo não apenas com o dia a dia de colaboradores, mas também com o bolso dos investidores.  Neste episódio de O Que Eu Faço?, Ricardo Peretti, estrategista de renda variável do Santander, explica por que essas transações são bem vistas pelo mercado. "Quando falamos de aquisição de uma ou duas empresas de capital aberto, normalmente a empresa resultante é uma companhia ainda maior, com mais capilaridade e sinergias de receita e de despesas", afirma.  See omnystudio.com/listener for privacy information.
O setor que mais se destacou na bolsa até o momento foi, sem dúvida, o de tecnologia. As ações da Apple, Amazon e até de novatas como a Tesla dispararam em 2020. Mas acendeu o alerta em setembro: será que as companhias valem tantos bilhões de dólares em economias solapadas pela crise econômica? O sinal fez com que o índice Nasdaq (que engloba principalmente empresas de tech) recuasse 7% neste mês, enquanto o S&P 500 caísse 3,5%. Para Maria Tereza Azevedo, analista de TI e de Telecom do Santander, a queda não representa um estouro de uma bolha. Até porque, para a especialista, não há bolha no setor. No novo episódio do podcast “O que eu faço?”, ela explica quais são as empresas rentáveis, as que oferecem mais ou menos riscos e o que é preciso avaliar antes de investir no setor. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os investimentos de longo prazo são opções mais rentáveis em um cenário de juros baixos como o atual. Com a Selic no menor patamar da história, o investidor deve reservar parte de sua carteira para ativos que ofereçam rentabilidade no decorrer de vários anos. É o caso da previdência privada, por exemplo, que, por contar com incentivos fiscais, acaba proporcionando um retorno maior. Mas como escolher os produtos para investir? Neste episódio, Luciane Effting, superintendente executiva de investimentos do Santander, explica que, ao montar a carteira de ativos, é necessário atrelar as escolhas a objetivos, como a manutenção do padrão de vida durante a aposentadoria ou a compra de um imóvel.  See omnystudio.com/listener for privacy information.
Várias empresas do setor imobiliário estão procurando o mercado de ações para captar recursos. A lista de empresas que pediram para realizar uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês)  tem 15 empresas do setor, entre construtoras e incorporadoras. O mais recente IPO do segmento foi o da Lavvi. Diante de um cenário positivo para as vendas, essas empresas buscam dinheiro para acelerar lançamentos. Este é um setor cíclico, que tem variações ligadas ao cenário macroeconômico. Agora, além dos juros baixos, o mercado imobiliário olha para frente com otimismo porque vê o fim de um ciclo com poucos lançamentos, que fez os preços andarem de lado. Daqui para frente, com o crescimento da oferta, os preços devem voltar a subir.  See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Comments (5)

evandro isentão

conteúdo fraco

Jul 11th
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Brendo Marinho

#PodcastDoDia

Jun 18th
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Brendo Marinho

#PodcastDoDia

Jun 1st
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Luiz Fernando Dombroski

O episódio ajudou a esclarecer o perigo de você apostar sua vida em um fundo de previdência, em momento algum foi falado sobre inteligência financeira, na verdade nada foi dito sobre como a pessoa realmente assume o controle da sua vida financeira. Apenas foi dito aquele rito de dar ondinheiro ao banco na esperança de uma morte segura, ou seja, trabalhar até morrer ou se aposentar sem construir liberdade financeira. Um exemplo de comunicação com valores de pessoas que pensam como empregados tanto ressaltado nos livros de Robert Kyosaki. Nada contra, mas esse episódio foi uma evidência real de ter muita atenção em quem você irá ou não ouvir sobre o que fazer com seu dinheiro

May 17th
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Luiz Fernando Dombroski

"o sucesso ama a velocidade" onde está escrito que aposentadoria é um sonho?? Uia......

May 17th
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