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Alguns dizem que História Pública é um novo nome para uma das práticas mais antigas dos historiadores. Certo, isso é verdade até certo ponto, mas o interessante é que muitas discussões importantes se seguiram ao desenvolvimento do termo e da área a partir dos anos 1970. Se você quer entender o que é História Pública, o ogro Wendryll te ajuda e fala um pouco sobre o tema!
A Eneida de Virgílio é reconhecidamente uma das epopeias mais importantes escritas na Antiguidade. Para conversar um pouco sobre ela e sobre o gênero épico no mundo antigo, convidamos o professor doutor Thiago Eustáquio Araújo Mota. Além disso, tratamos também de assuntos relacionados ao ensino de História Antiga e ao uso de novas tecnologias para fins didáticos. Portanto, prepare-se para uma excelente conversa sobre tais assuntos e aumente o som! Imagem do episódio: "Eneia e seu pai fugindo de Troia", pintura de 1635 de Simon Vouet (1590-1649)preservada no Museu de Arte de San Diego. Digitalização disponível na Wikimedia Commons.
No dia 12 de outubro comemora-se no Brasil o Dia das Crianças, data que nos leva a pensar sobre as mudanças no conceito de infância e do olhar para a criança ao longo do tempo, mudanças que levaram a transformações sociais e políticas e criaram todo um campo de observação para as diversas ciências. Neste Unguento falaremos sobre abordagens recentes sobre a Criança na História e também sobre o problema das políticas públicas para a infância no Brasil do século XX.
Em 1871 e em 1876 Dom Pedro II viajou para o exterior, incluindo pelo Oriente Médio e pelo norte da África. Nessas jornadas, ele procurou aprender e se relacionar com as comunidades que conheceu, se assemelhando mais a um cientista ou a um diplomata do que a um imperador propriamente dito. Com isso, o imperador brasileiro conquistou a opinião pública favorável dos árabes. Para conhecermos mais sobre essas viagens, convidamos o professor Roberto Khatlab, da Holy Spirit University of Kaslik, do Líbano, que em 2015 lançou um livro sobre o tema!
Seguindo a série de unguentos de Hugo David sobre a história da alimentação, acompanhe-nos nessa reflexão sobre a cerveja. Uma das bebidas mais populares do mundo, a cerveja foi inventada na Idade Média, um dos primeiros registros que temos dela foi feito por uma mulher e ela só pode se tornar tão popular graças a um ingrediente muito especial: o lúpulo. Imagem da capa: Iluminura do livro "Li Livres dou Santé", obra francesa do século XIII.
O “futebol feminino” tem crescido muito nos últimos anos em território brasileiro. Todavia, ainda existe uma grande disparidade de condições para a prática do esporte bretão entre mulheres e homens em nosso país. Para entender um pouco da história do futebol de mulheres no Brasil, convidamos a doutoranda Kelen Katia Prates Silva para uma conversa sobre o tema. Coloque os fones de ouvido e se prepare para uma conversa sobre diversas fases do esporte no Brasil.
Em agosto de 2021 a Lei Maria da Penha completou 15 anos e, para comemorar, neste Unguento do Ogro vamos pensar as principais leis que foram criadas em defesa das mulheres, do século XX aos dias de hoje.
Desde a Antiguidade, povos e culturas das regiões que hoje conhecemos como Ocidente e Oriente estavam em contato por meio das rotas comerciais. O principal conjunto dessas vias de comércio era a Rota da Seda, que ligava os territórios asiáticos ao Mundo Mediterrâneo. Pela Rota da Seda circulavam não só produtos, mas também culturas, saberes e pessoas de diferentes ofícios e posições sociais. Acompanhe o ogro Thiago Damasceno nessa “viagem” para entender a origem e a importância da Rota da Seda no Mundo Antigo.
Não é incomum que nos questionemos a respeito das divisões da ciência histórica em grandes períodos ou eras. Trata-se daquilo que chamamos comumente de caixinhas da História. Mas o que são essas divisões? No Unguento de hoje, Wendryll discute um pouco essa questão a partir do caso da História Antiga e contando com ajuda da obra "História Antiga" de Norberto Guarinello, publicada pela Editora Contexto (parceira do nosso projeto).
Desde a metade da última década, as discussões em torno de uma base comum, já prevista desde a LDB de 1996, se tornaram mais intensas, dividindo opiniões. Alguns defendem a sua implantação, apoiados em argumentos que apontam que uma padronização seria benéfica para a aprendizagem dos alunos e facilitaria as avaliações nacionalmente. Outros buscam entender os interesses por trás da implantação de uma base como a que está em vigor. E é sobre esse último ponto que buscamos falar nesse Unguento, observando principalmente a seção de História desse documento.
O Brasil é o país que abriga a maior comunidade de japoneses fora do Japão, com cerca de 1,5 milhão de membros. Desde a chegada dos primeiros imigrantes no navio Kasato-Maru em 1908, a trajetória dos japoneses no país envolveu e envolve muitos intercâmbios culturais, mas também ocorreram episódios de tensões, principalmente entre 1942 até o final da década de 1950, com os atos violentos de um grupo chamado Shindo-Renmei. Acompanhe nossa entrevista com prof Doutor Diego Avelino de Moraes Carvalho para entender essa história!
Vez ou outra o Demônio toma conta das páginas policiais. Quando há um caso sem solução, dificuldade da polícia na captura ou atos muito violentos, associa-se a satanismo. Mas será que o Diabo está mesmo por trás de tais atos horrendos, ou é apenas a intolerância religiosa, misturada a uma imprensa que lucra em cima de um imaginário cristão? O que essas afirmações provocam em relação à intolerância religiosa? Qual são os verdadeiros perigos de afirmações como essas dentro de um Estado Laico? Neste Unguento, Neide Barros fala sobre o Caso Lázaro e o Satanic Panic.
A forma como ingerimos açúcar de fato mudou ao longo da história humana. O consumo do açúcar se popularizou a partir do século XVII e estava intimamente ligado ao nefasto comércio de seres humanos para trabalho escravo nas lavouras de cana americanas. Acompanhe um pouco dessa história neste unguento de Hugo David.
Convoque seus aliados e levante o moral das suas tropas porque levantaremos um cerco perante as muralhas dos nossos inimigos! Neste episódio, Thiago Damasceno e Wendryll Tavares discutem sobre máquinas de guerras e estratégias de cerco na cultura militar da Antiguidade e do Medievo. Tema do episódio sugerido pelo nosso ouvinte Bruno Henrique.
No século X o muçulmano Aḥmad Ibn Faḍlān viajou pelo Leste europeu, sob ordens do califa de Bagdá, para auxiliar o rei dos eslavos. Assim, Ibn Faḍlān escreveu um importante relato onde descreveu os costumes de povos como eslavos, vikings, búlgaros, khazares e rus. Conheça mais sobre esse viajante em mais um unguento de Thiago Damasceno sobre viagens e viajantes nos Islām medieval!
D. Maria I, Carlota Joaquina, Maria Antonieta, Elizabeth I e Ana Bolena. O que essas mulheres tiveram em comum? Entenda um pouco mais sobre essas rainhas que desafiaram os padrões da época em que viviam e entraram para a História, sendo lembradas até os dias de hoje pelo imaginário popular. Neste episódio entrevistamos Renato Drummond, autor do livro Rainhas Trágicas e do blog de mesmo nome.
Neste "Unguento do Ogro", Wendryll fala um pouco sobre Cincinato, importante figura do passado republicano de Roma, e sua reutilização por parte de figuras públicas como George Washington e personagens do Brasil Contemporâneo. Se você quer saber o mínimo sobre o personagem e sua transformação em “mito político”, coloque os fones de ouvido e aperte o play.
A revolucionária Anita Garibaldi sempre foi rememorada ao longo de todo século XX como um dos grandes nomes femininos da história do nosso país. Mas será que a História sempre se lembrou dela desta forma? Neste unguento, Neide Barros discute História das Mulheres e o papel de Anita Garibaldi neste cenário.
É possível dizer que a violência era algo normatizado pelos medievais? A violência é um fenômeno que pode ser identificado em qualquer período histórico, contudo é importante saber onde o medieval enxergava o comportamento violento. Logo, o que se pensava da violência e da paz no mundo medieval? Os clérigos tiveram um papel muito importante na reflexão sobre essas noções, mas até onde o que se pensa a respeito de tais assuntos se confunde de fato com a realidade social do período? Para falar dessas questões, nada melhor do que conversar com um especialista no assunto. O nosso convidado é o Prof. Dr. Leandro Duarte Rust. Vem com a gente para entender um pouco mais daquele universo que chamamos de Idade Média.
Em datas de festividades cívicas nacionais buscamos pensar sobre como e por que essas comemorações existem. Nesse episódio, Natália Pessoni comenta um pouco sobre como a figura de Tiradentes foi construída como herói republicano no Brasil e as possíveis relações disso com a ideia de consciência histórica.
Comentários (2)

Érica Munhoz

Que história surpreendente! Parabéns pelo excelente episódio!

Oct 5th
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James Dean Leal Rocha

professora de Jataí! bacana pessoal

Mar 18th
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