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Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
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Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Author: SIC Notícias

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Para mudar o mundo, eles mantêm-se na sombra. Um programa da SIC Notícias com João Miguel Tavares, Pedro Mexia, Ricardo Araújo Pereira e coordenação de Carlos Vaz Marques
298 Episodes
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O governo completou 100 dias no poder, sem saber quantos mais lá estará. No verão prepara-se o outono e os preparativos incluem o fandango de uma troca de galhardetes marialva: “atreve-te!”, diz um; “não penses que tenho medo!”, responde o outro. Enquanto isso, a Procuradora-Geral da República, que não gosta de “espalhafato”, deu a primeira entrevista desde que está no cargo. Não admite erros na actuação do Ministério Público, não tem desculpas a pedir e abriu guerra ao poder político. Em França, “c’est le bordel”, sem perspectivas de uma solução de governo. E Joe Biden, cercado pelos seus próprios correligionários, continua a resistir. Mesmo chamando Putin a Zelensky e Trump a Kamala.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana, na estante do programa a que há quem chame Governo Sombra, temos um ensaio sobre o modo como a dissimulação e o engano, que não são um exclusivo humano, têm um papel importante na selecção natural das espécies: chama-se “Os Mentirosos da Natureza e a Natureza dos Mentirosos”; recolhemos uma obra de referência intitulada “Livros de Fotografia em Portugal”; encontramos “Remédio”, um livrinho de teatro de Enda Walsh, autor irlandês que vai estar no Festival de Teatro de Almada, ao mesmo tempo que a companhia que o leva à cena, os Artistas Unidos, perdeu de novo o espaço onde tinha o palco, na Politécnica; e a terminar há um ensaio sobre uma das polémicas associadas às chamadas guerras culturais do nosso tempo: “Racismo Woke”, de John McWorthen.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi mais ou menos assim: não, nunca, nem pensar; está bem, pronto. O Chega não queria nem ouvir falar de um novo governo de Miguel Albuquerque na Madeira, mas a “limpeza” que preconiza, pelos vistos, não se aplica às regiões autónomas. No Parlamento, o anunciado cerco dos polícias não aconteceu. Aqueles que foram com os bolsos cheios de moedas de um cêntimo em resposta ao primeiro-ministro não conseguiram passar no detector de metais. O meme da semana foi a repetição incansável, pelo Dr. Nuno-meu-filho, de uma mesma frase enquanto era destratado pelos deputados: “pelas razões referidas, não respondo”. Para a próxima pode levar um tshirt estampada e poupa no latim. Enquanto isso, lá fora, o nosso destino também vai sendo parcialmente decidido nas eleições e nas campanhas eleitorais dos outros: na Grã-Bretanha, em França e nos Estados Unidos. Ouça aqui a versão podcast do Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer, emitido na SIC Notícias no dia 5 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da estante deste Governo saem, esta semana, da Sombra os textos de juventude de “Eduardo antes de ser Lourenço”; “uma história do cinema” de Francisco Valente com o título “Espelho Mágico”; as crónicas de Manuel Vázquez Montalbán sobre a revolução portuguesa escritas quando ainda se podia dizer “Por Enquanto, o Povo Unido Ainda Não Foi Vencido”; e as lições de Miguel Esteves Cardoso sobre “Como Escrever”. Ouça o segmente mais um episódio do Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer, emitido na SIC Notícias no dia 5 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Procuradora-Geral da República nunca deu uma entrevista. A ministra da Justiça, sim; esta semana; para dizer que quem suceder a Lucília Gago terá de pôr ordem na casa. Leia-se: no Ministério Público. Sublinhe-se: quem vier a seguir. Conclua-se: desta procuradora já não há nada a esperar. O que é que isto tem a ver com a escolha de António Costa para o cargo de Presidente do Conselho Europeu? Mais do que poderá parecer à primeira vista aos mais desatentos. Enquanto isso, a comissão de inquérito ao caso das gémeas prossegue; falta saber se focada no essencial ou mais inclinada para o reality show acessório. A cena internacional está, entretanto, dominada por duas eleições: uma, em França, que tem a primeira volta este fim de semana; a outra, em que vai ser escolhido o próximo inquilino da Casa Branca, tendo ficado claro, no primeiro frente-a-frente, que a escolha será entre um fanfarrão mentiroso e um idoso com dificuldades de ordem cognitiva. Está a ser um festim para os memes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana, na estante deste Governo, há uma reunião dos ‘Ensaios Sobre a Virtude e a Felicidade’, do escritor setecentista Samuel Johnson, autor, entre outras proezas, do primeiro dicionário da língua inglesa; há uma nova novela gráfica da artista sul-coreana radicada em França Keum Suk Gendry-Kim; há a poesia completa, em edição brasileira, de Adélia Prado, agora distinguida com o prémio Camões; e há Camões, o próprio, numa análise à sua vida e obra por Carlos Maria Bobone.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Apesar da frase da semana - “invoco o meu direito ao silêncio” -, muito se disse sobre o caso do “pistolão”. Embora ainda pouco tenha sido apurado. A mãe das crianças doentes confessa ter errado numa gravação feita à sua revelia, em que dizia ter protecção política superior. Admite que foi “parva” e que o fez por “vaidade”. O antigo secretário de estado Lacerda Sales respondeu a pouco, refugiando-se no estatuto de arguido. E o filho do Presidente da República, depois de ter feito saber que não compareceria à chamada da comissão de inquérito, deu instruções ao advogado para abrir a porta à possibilidade de vir a responder aos deputados. O nevoeiro em torno do caso adensa-se e o reality show está para continuar. Outro folhetim que tem muito futuro pela frente é o da situação política na Madeira: Miguel Albuquerque-contra-todos, todos-contra-Albuquerque. O que continua pelas ruas da amargura é o segredo de justiça. Aquilo que o ex-primeiro-ministro disse ao telefone, sem relevância criminal, foi gravado, guardado pelo sistema de justiça, e veio a público. Transitou em escutado. Na semana em que António Costa está na corrida por um importante cargo europeu. Ele há coisas do demoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Na estante desta semana, há a ousadia de biografar Camões levada a cabo pela escritora Isabel Rio Novo, em “Fortuna, Caso, Tempo e Sorte”; o guião de “Citizen Kane”, de Orson Welles, comentado por Lauro António; uma investigação intitulada “Dissidências e resistências homossexuais no século XX português”, com vários autores sob a coordenação de António Fernando Cascais; e a reedição aumentada de um livro do revisor linguístico Manuel Monteiro, que se assume como parte de um combate “Por Amor à Língua e à Literatura”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Do Vaticano a Alcanena

Do Vaticano a Alcanena

2024-06-1550:565

No rescaldo da eleições europeias, o Programa foi ao país real analisar os resultados. O pretexto foi o FALA, festival literário de Alcanena. A vila do distrito de Santarém, num fim de semana com livros, juntou-se para uma noite em torno do poucochinho que resultou do acto eleitoral, com pequenas vitórias e uma grande derrota. Mas valeu a pena, porque um elemento do painel do Programa chegou abençoado, vindo directamente do Vaticano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na estante desta semana, há apenas três livros (acompanhados por uma sugestão de visita à exposição do cartoonista António, em Vila Franca de Xira): uma reunião de “Crónicas e Discursos” do historiador António Borges Coelho; um álbum de banda desenhada intitulado “As Guerras de Lucas”, que narra a saga da criação de “A Guerra das Estrelas”; e “A Experiência de Deus”, da mística e resistente Simone Weil.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na estante desta semana, há uma reportagem de uma antiga jornalista que voltou à escrita: Francisca Gorjão Henriques traça o retrato de três “Mulheres Refugiadas em Portugal”; há um “Atlas do Comércio Transatlântico de Escravos”, que é uma obra de referência a propósito da indústria da escravatura; há um novo volume (o sexto) do diário do diplomata Marcelo Duarte Mathias, desta vez com o título “A Desoras” e correspondente aos anos de 2017 a 2023; e há a primeira tradução portuguesa integral da mais antiga canção de gesta, a célebre “Canção de Rolando”, do século XI.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É uma estreia: pela primeira vez, um antigo ministro foi condenado em tribunal por corrupção. Uma condenação inevitável, segundo o próprio, porque sem isso o sistema de justiça cairia em total descrédito. Há quem concorde, embora por razões opostas às de Manuel Pinho, o protragonista desta história. Num outro caso político-judicial, um antigo secretário de estado foi constituído arguido, mas quem teve de se explicar foi a antiga ministra. Marta Temido é cabeça-de-lista ao Parlamento Europeu e a investigação, com buscas em diversos locais, esta semana, entrou pela campanha eleitoral adentro, a três dias das eleições. Muito ativo, o governo decidiu mudar as regras para a admissão de imigrantes em Portugal, também em plena campanha eleitoral; fica a dúvida se o facto deste assunto ter sido intensamente explorado por certas forças políticas teve alguma coisa a ver com a pressa de apresentar servição antes do próximo domingo. Enquanto isso, a maioria de Governo acusa o PS e o Chega de terem um arranjinho. Até já lhe deu um nome: ‘cheringonça’. No parlamento, a proposta da AD para a redução do IRS foi chumbada, tendo sido aprovada a que o PS apresentou. Embora o sentido de voto do Chega tenha sido o mesmo: a abstenção. Afinal, quem é muleta de quem nesta legislatura perneta?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana, na estante do programa com o nome em banho-Maria, antecipa-se uma efeméride no calendário da próxima segunda-feira. O centenário da morte de Kafka é o pretexto para a edição (e a recomendação) de “K.”, o ensaio de Roberto Calasso dedicado aos autor de O Processo. Assinala-se a edição portuguesa do sexto e último volume da magistral novela gráfica “O Árabe do Futuro”, de Riad Sattouf. Chega também agora a Portugal, em português, o livro de despedida de Joan Didion, falecida em 2021: “Vou Dizer-te o que Penso”. Por fim, as complexidades da questão da identidade racial estão presentes num pequeno volume da escritora Djaimilia Pereira de Almeida intitulado “O que é ser uma escritora hoje, de acordo comigo”.  See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nunca um ex-presidente americano tinha sido condenado em tribunal. Trump volta a tornar-se pioneiro e ninguém sabe bem que efeito eleitoral isso poderá ter. Nunca o PSD perdeu uma eleição na Madeira. Também não foi desta, embora tenha obtido voltado a obter o pior resultado de sempre. A manter-se o ritmo (lento) a que a redução de votos se está a processar, é obrigatório fazermos contas para tentarmos perceber daqui por quanto tempo (anos, décadas, séculos?) haverá alternância no poder da ilha. Enquanto isso, a campanha para as europeias já está agora fase oficial. Com líderes ausentes e líderes omnipresentes. E com temas que regressam quando menos se espera, como é o caso da questão do aborto. Vai ser uma correria até dia 9.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na estante desta semana, começando pelo mais importante, há uma antologia da poesia de Camões anotada por Frederico Lourenço; um ensaio intitulado “O Médio Oriente e o Ocidente”, demonstrando que aquilo que está a acontecer tem raízes profundas e complexas; a obra de um deputado do Chega que revela quem é esse deputado do Chega; e uma reunião de artigos literários de Óscar Lopes até agora inéditos em livro e finalmente publicados sob o título “A Crítica do Livro”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pouco se falou, esta semana, das eleições na Madeira. Falou-se alguma coisa das eleições europeias. E muito se falou do que pode e não pode ser dito no Parlamento. Surgiram, entretanto, linhas vermelhas até agora inéditas, na Europa: uma extrema-direita que deixou de aceitar outra extrema-direita. Uma coisa é certa: a javardice nos Passos Perdidos e em apartes parlamentares tomou conta da Assembleia da República. Há provas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A 15 de setembro de 2023, no dia em que Cavaco Silva lançou o livro “O Primeiro-ministro e a Arte de Governar”, o autor poderia ter sido o único protagonista. E, mesmo que a divisão do palco não seja o forte do homem que, a seguir a António de Oliveira Salazar, mais anos esteve no centro do poder, naquele dia, Cavaco partilhou as honrarias com uma antiga criação sua, José Manuel Durão Barroso. Há 48 referências a José Manuel Durão Barroso na agenda de Ricardo Salgado. Na maioria delas, o, à época, presidente da Comissão Europeia é apresentado, apenas, pelas iniciais – JMDB. Quatro dezenas das referências ao nome de Durão Barroso na agenda de Ricardo Salgado correspondem a reuniões ou a notas que o banqueiro ia escrevendo. Em algumas delas, Salgado convocava Barroso para lhe dar conselhos, noutras pré-anunciava pedidos de ajuda muito concretos.  Oiça aqui o terceiro episódio da Agenda de Ricardo Salgado, um podcast sobre 2268 dias de vida do velho banqueiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governo aprovou de uma penada três-grandes-obras. Teve a sua semana de glória. E parece que, como por milagre, vai ser tudo à borla. Sem sair um tusto dos cofres do Estado. Quando será isso? Não é para já. Enquanto a coisa não se concretiza, o aeroporto de Lisboa vai crescer, como queria a concessionária. Assim ninguém se aborrece. Nem o PS. Enquanto isso já estamos de novo em pré-campanha. Se é que alguma vez saímos dela. Os debates entre cabeças de lista mostraram até agora que não é com assuntos europeus que se vão extremar opiniões. Quanto ao número da alta traição “sem paralelo”, levado à cena na Assembleia da República pelo partido de Ventura, foi coisa despachada em hora e meia. Sem ponta por onde se pegue, concluiu o Parlamento. Entretanto, os desgraçados dos imigrantes que querem regularizar a sua situação tiveram uma boa introdução à maravilha de certos serviços públicos portugueses. Welcome, malta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na estante desta semana, só com três livros, para se dar lugar também a uma exposição (Spam Cartoon, no Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa), há uma pequena enciclopédia sobre as propriedades da Canábis - Maldita é Maravilhosa; as memórias de um polícia, o responsável por três grandes operações policiais (Apito Dourado, Face Oculta e Aveiro Connection), com um cognome que dá título ao livro: Insubmisso; e os contos de Sherwood Anderson, em Morte na Floresta e Outras Histórias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A agenda de Ricardo Salgado não pode ser considerada um objeto pessoal. Não é um diário da intimidade do banqueiro, que o presidente executivo do BES ia escrevendo nas quebras da pesada rotina. Não. A agenda profissional de Ricardo Salgado é o retrato hiper-realista de um país que tarda em desligar-se de homens providenciais. Ao seu jeito, Ricardo Salgado era – na cabeça dos que aspiravam a ter poder e a conservá-lo – um homem providencial – que abria e fechava as portas do poderoso reino da influência aos dispostos a servir, ambicionando – sem esforço gigante – elevarem-se social ou politicamente. Ricardo Salgado era amigo de alguns dos poderosos da República que desfilam na agenda do banqueiro. Mas a maior parte dos que alcançam estatuto para ocuparem pedaços dos longos e intensos dias do presidente executivo do BES serão relações de circunstância, mesmo que algumas circunstâncias se tenham prolongado muito no tempo. Oiça aqui o segundo episódio da Agenda de Ricardo Salgado, um podcast sobre 2268 dias de vida do velho banqueiroSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Comments (13)

David Jose Fino Pereira

Perder 10m de programa por causa de alguém querer ter tempo de antena com livros é absurdo...

Jun 15th
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Ricardo Coelho

o episódio 272 não está completo

May 6th
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Andre Salvado

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Apr 27th
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ID11365748

Olá e BOM ANO para todos!!! Sigo fielmente o vosso podcast e acho brilhante o "actor" que faz o introito ao programa, promovendo a Renault. Como não o consigo identificar, será possível vocês fazerem-no, por favor? Obrigada

Dec 30th
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David Jose Fino Pereira

Quem é que ouve ou vê esta secção? 5 minutos perdidos que podiam ser usados para falar de algo que realmente interessa.

Jul 29th
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Be Sampaio

no programa de hoje 26/5.... alguem diga ao Ricardo Araujo Pereira que se informe melhor com urgência no ultimo referendo à despenalizacao do aborto apenas 3,840 milhoes de pessoas votaram isto num universo de 10 milhões está muito longe de ser metada da populacao portuguesa a dizer SIM . E, pelo amor do Santo; 7 médicos no hospital dos Acores nem todos serao obstetras, digo eu, se calhar nem obstetras têm e nao será dificil de acreditar uma vez que no sul do pais tambem faltam. so mais uma coisa ate o maior dos comunistas deve concordar que a liberdade de alguem acaba onde comeca a liberdade do outro, objecao de consciência é um direito previsto na lei, por isso imaginando que os Açores têm 1 obstetra pode ,logicamente, usar o seu direiro objetor de consciência no que concerne ao aborto . E perguntar se a pilula e/ou preservativos tambem nao chegam aos Açores?? fez figura de asno.

May 26th
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Carlos Segunda

PS os;;;;;;;;;;;lloooooooo oi; oo lol p p;;;; o;;;;; por ; por;;;;;;; ;pppp

Oct 16th
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Carlos Segunda

PS os;;;;;;;;;;;lloooooooo oi; oo lol p p;;;; o;;;;; por ; por;;;;;;; ;pppp

Oct 16th
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David Jose Fino Pereira

Sinceramente os últimos 5m serem usados para dar palco ao moderador com ele a falar sobre livros é uma estupidez. Todas as pessoas que eu conheço e ouvem ou vêem o programa desligam nessa parte.

Jun 4th
Reply (1)

João Soeiro

Fizeram upload do ficheiro errado!

Mar 28th
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Paulo Miguel Ferreira

Este programa é o de 25 de fevereiro e não o de 25 de Março.

Mar 28th
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