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Programa Rock Beer
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Author: Programa Rock Beer
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© Programa Rock Beer
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Pra quem tem sede de Rock e é louco por Cerveja!
Cerveja é sinal de celebração e este fator fica ainda mais evidenciado, quando somado a isso temos uma dose de Rock’n Roll, eis que o resultado é um programa diferenciado, pioneiro no país, que tem a missão de levar ao ouvinte/internauta, informação, entretenimento e a cultura do Mundo Cervejeiro.
Ao contrário do que se pensa, o conteúdo veiculado no programa, é o mote do Cervejeiro Artesanal, onde se prega: “Beba menos e beba melhor”. A cada programa um entrevistado expõe sua visão sobre o mercado, estilos de cerveja, harmonização e novidades
Cerveja é sinal de celebração e este fator fica ainda mais evidenciado, quando somado a isso temos uma dose de Rock’n Roll, eis que o resultado é um programa diferenciado, pioneiro no país, que tem a missão de levar ao ouvinte/internauta, informação, entretenimento e a cultura do Mundo Cervejeiro.
Ao contrário do que se pensa, o conteúdo veiculado no programa, é o mote do Cervejeiro Artesanal, onde se prega: “Beba menos e beba melhor”. A cada programa um entrevistado expõe sua visão sobre o mercado, estilos de cerveja, harmonização e novidades
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Neste papo descontraído com o mestre Caropreso, nosso colunista semanal, aprendemos um pouco mais sobre um adjunto cervejeiro que está sendo cada vez mais usado, os extratos.
Com o uso dos extratos naturais não existe mais aquela espera para se fazer uma cerveja com aquela fruta que só dá uma vez por ano. Os extratos naturais conservam os mesmos aromas e sabores, como se fossem a própria fruta ou uma castanha, chocolate, madeira...Enfim, hoje existe uma enormidade de opções e todos os dias são criadas mais.
Conhecemos um pouco sobre a trajetória do mestre, até chegar a ser professor do curso de formação de sommeliers, que era capitaneado pela Grande Cilene Saorin. Esse curso usava todo o material didático da Dammers, e era ministrado em algumas unidades do Senac. Ele começou na terceira turma, dando aulas junto ao chef Ronaldo Rossi.
Ele também escreve um livro com 41 receitas de pratos feitos com cerveja, que abrangem entradas, pratos principais e sobremesas.
Em sua coluna, conta um pouco sobre a história da Pilsen, o estilo de cerveja mais consumido no mundo. Um dos fatos interessantes é que no ano de 1838 a população da cidade de Pilsen, na República Tcheca, revoltada com um lote de cervejas ruins, despejava tudo nas ruas. Assunto cerveja, nessa cidade, é levado muito a sério e depois desta revolta, no ano seguinte, o governo da cidade montou uma cervejaria, foi chamado para assumir a produção o mestre cervejeiro Josef Groll, que criou a primeira cerveja Pilsner, a Urquell!! Famosa até os dias de hoje, e ouso dizer que é a melhor Pilsner do mundo! Outro fato interessante é que a República Tcheca é a campeã no consumo de cervejas do mundo.
Outro fato narrado foi que a indústria do vidro se beneficia diretamente das cervejas, e as do tipo Lagers, Pilners, se incluem nesse tipo, são filtradas e adquirem uma linda coloração dourada escura, muito diferente das cervejas Ales, que ainda conservavam a sua natural turbidez. Isso faz com que a indústria vidreira comece a aperfeiçoar os copos cervejeiros. Até então as cervejas eram servidas em canecas, normalmente de ferro, madeira ou cerâmica.
A nossa trilha para este programa foi:
Hanggai – O nome da música é impronunciável. (Esta é uma banda da Mongólia que mistura Heavy Metal com a música folclórica típica, com aquelas vocalizações Guturais);
Blind Faith – Cant Find My Way Home (Foi uma banda britânica criada em 1968. Considerado um dos primeiros supergrupos do rock, era composto por músicos integrantes de bandas pré-existentes, todos já famosos individualmente: Eric Clapton (vocais e guitarra), Ginger Baker (bateria), Steve Winwood (vocal e teclado) e Ric Grech (baixo e violino).
Clapton e Baker tinham saído do Cream, Winwood do Traffic e Grech do Family. Gravaram apenas um disco, antes de separarem-se em 1969.
Terra Celta – Ressaca (é uma banda brasileira de folk rock, fundada em 2005. O grupo faz música Irlandesa e celta com letras em português (inicialmente em inglês), geralmente humorísticas, e costuma subir ao palco vestido a caráter, ou seja, com trajes típicos celtas. Além de tocar músicas irlandesas, eles também pesquisam sobre o assunto, frequentando shows e festivais de música celta na Europa);
Led Zeppelin – Kashmir (é considerada uma das canções mais bem sucedidas do Led Zeppelin, do álbum Physical Graffiti, e todos os quatro membros do grupo concordaram que essa foi uma de suas melhores realizações musicais);
Quidam – No Quarter (Cover do Led Zeppelin, com uma roupagem totalmente nova, com muita flauta no lugar dos solos de guitarra. Eles são poloneses de origem e fazem um rock progressivo de primeira).
3 grandes entrevistas: Maltaria Agraria, Realle Importadora e Editora Krater
Na entrevista com a Vitória, conhecemos um pouco da história da Agraria, uma cooperativa, que foi criada em 1951, e que em 1981 surge com a maltaria que começa produzindo malte Pilsen. Hoje já produz 350 mil toneladas por ano e já aumentou as variedades de maltes produzidos, como os especiais Viena, Munich e Pale Ale. As outras variedades, que não são produzidas por eles são importadas. Eles possuem parcerias com outros produtores, como a Maltaria Weyermann, considerada a maior maltaria do mundo de maltes especiais, com a Maltaria Dingemans da Bélgica e com a Malteria Crisp da Inglaterra. Além disso, trabalham com lúpulos, fermentos cervejeiros e adjuntos. Eles criaram uma microcervejaria experimental para teste de receitas novas. Esse brew lab pode ser usado pelos clientes, os insumos são fornecidos pela Agraria, só no caso de alguma fruta que comporia a receita, essa tem que ser trazida pelo cliente. O custo desta produção teste é só a hospedagem e transporte até Entre Rios, cidade onde se situa a Agraria, alimentação e insumos básicos é tudo por conta da Agraria e o melhor de tudo, o cliente leva todos os 250 litros de cerveja… que mamata, heim!? Outra novidade foi que eles estão estudando a possibilidade de produzir malte de trigo.
Na coluna do mestre Caropreso continuamos com as escolas cervejeiras. Hoje, vamos falar um pouco sobre a escola inglesa, que engloba três países, Inglaterra, Irlanda e Escócia.
Fazer cerveja no Reino Unido é uma tradição milenar que vem de antes de cristo. Com a construção da Muralha de Adriano, datada do ano de 128 da era cristã. Esta protegeu melhor as cidades das invasões bárbaras e propiciou o crescimento da agricultura, e consequentemente a produção de melhores cervejas. Por ter um clima muito ruim, muito chuvoso, os grãos de cevada eram secados nos fornos das casas. Mestre dá uma explicação rápida de como fazer a malteação da cevada. Esse processo acontece na germinação da cevada, que é interrompida, deixando o grão repleto de açúcares que seriam usados para germinar a semente. Por não conhecer outras formas de interromper a germinação, os ingleses faziam isso colocando a cevada nos fornos e invariavelmente torravam as sementes, por isso as cervejas primitivas inglesas eram escuras, as Porters!
Nossa Próxima convidada é Aline, da Importadora Realli, empresa que já tem cinco anos e que tem como filosofia trazer os melhores insumos, tanto europeus quanto americanos. Há uns dois anos que eles trazem os maltes da Bestmalz, maltaria da Alemanha, que virou o carro feche deles. Esta maltaria produz o Red X. Foram eles que trouxeram o Cryohops pela primeira vez para o Brasil. A grande novidade para a feira foram as leveduras líquidas americanas vivas. Eles têm um vasto catálogo de produtos, entre maltes, lúpulos, leveduras e adjuntos cervejeiros.
Nossa próxima entrevista é com o Pedro, da editora Krater, editora que se propôs a trazer literatura cervejeira para o Brasil. Agora você não precisa pegar mais aquelas traduções toscas da internet, eles estão fazendo um trabalho primoroso com os livros.
Neste primeiro lançamento, mestre Randy Mosher dá um grande panorama sobre estilos de cerveja, história da cerveja, pesquisa, características dos estilos, uso de ingredientes exóticos, enfim, um livro que vem para falar sobre cervejas criativas
O próximo lançamento será o Hops (Lúpulo). E já existem alguns projetos de livros escritos por brasileiros, pois o nosso mercado tem características próprias que requerem uma outra análise. Um outro livro que está no"Forno” é sobre Direito aplicado no mercado cervejeiro e outro sobre harmonização e como cozinhar com cerveja.
Nossa Trilha Sonora: Mago de Oz-Fiesta Pagana; Gentle Giant-On Reflection; Hillbilly Rawhide–O Enxofre e a Cachaça;Premiata Forneria Marconi – É Festa;Metallica – Seek and Destroy.
A cervejaria Júpiter é um grande exemplo de sucesso do modelo cigano de produção de cerveja.
Neste papo com o David Michelsohn, sócio da cervejaria, ele dá valiosos toques para quem está começando neste negócio ou quer iniciar.
Tivemos uma boa explanação de como está o mercado, as “receitas” inventivas das cervejarias para manter sempre abastecido o público ávido por novidades, criando cervejas sazonais ou receitas únicas.
Na coluna do Mestre Caropreso, ele fala sobre os festivais de cerveja. Brasil Brau, Mondial de La Biere e Slow Brew Brasil. Dando ênfase no Mondial de la Biere, falando sobre as cervejas que ganharam medalhas e as cervejas que surpreenderam. Deu um destaque para o lançamento da Cervejaria Pratinha, que criou a cerveja instantânea, um sachê com 50ml, que misturado a água com gás, entrega uma cerveja bem aromática e saborosa, só perdendo um pouco o corpo.
Outro fato importante abordado na coluna foi a invenção da geladeira em 1856, pelo australiano James Herrison, que criou o equipamento por encomenda de uma cervejaria que tinha dificuldade em produzir cervejas Lagers, que são aquelas que têm que ser produzidas em baixa temperatura.
Outro tópico foi a criação da pasteurização por Louis Pasteur. Ele queria um método que conservasse melhor as cervejas e os vinhos
Na parte musical, tocamos:
Queensryche – I Dont Belive In Love
Black Sabbath – Lonely Is The Word
Blues Etílicos – Cerveja
Journey – Of a Lifetime ( Música lançada no primeiro disco da banda) Um disco que vale muito a pena ter em sua coleção
Com 8 anos de mercado e sendo a primeira pessoa no Brasil a ter o título de Cicerone de Cerveja, Beatriz Ruiz, como ela prefere, Bia! É um dos grandes nomes no universo cervejeiro brasileiro.
Teve uma passagem pela Cervejaria Walls e, quando da aquisição da cervejaria pela Ambev ela assumi um posto no comercial da empresa, cuidando de um time de sommeliers. Na sequência assume o posto de Gerente cervejeiro, desenvolvendo material para as marcas artesanais da Ambev.
Passa pela área de marketing da Goose Island e por último assume a área de cultura e relacionamento onde cria a Goose Island Sisterhood onde mulheres discutem e criam cervejas e ainda criam vários projetos sociais.
Na coluna do mestre Caropreso, ela fala sobre o estilo que a brewers association acabou de homologar, a India Pale Lager, aproveita o fato ele conta a história da criação da India Pale Ale
Na nossa parte musical tocamos uma seleção feminina:
Pat Benatar – Love is Battlefild
Joan Jett & Blackheart – I Hate Myself For Love You
Patty Smith – People Have The Power
Vanusa – What To Do (a incrível coincidência entre esta música da Vanusa e “Sabbath Bloody Sabbath” do Black Sabbath, ambas lançadas em 1973 mas a canção da Vanusa na verdade saiu alguns meses antes)
Doro Pesch – Breaking The Law Live (Cover do Judas Priest)
Nesta entrevista, que na verdade foi uma aula sobre cervejas que têm características ácidas, as Sours Beer. Conhecemos vários estilos que possuem esta característica: Red Flanders, Lambics, Catarina Sour (estilo criado no Brasil), Berliner Weiss e American Sour. A Coza Linda, hoje é uma das cervejarias que criaram uma mística em torno das suas magníficas produções, que são muito disputadas pelo público consumidor mais hard. A sua principal característica é a capacidade de guarda que as cervejas têm, seu prazo de validade é de no mínimo 5 anos e pode alcançar até 20 anos.
Além desta capacidade de guarda, há a busca por sabores nacionais para suas criações. Um dos tópicos abordados pelo Diego, foi a crença de que logo estaremos criando os nossos próprios estilos de cerveja, dada a nossa diversidade de produtos, principalmente frutas. Agradecemos muito a Cervejaria Escola Sinnatrah por nos ceder o espaço para esta entrevista.
No quadro “A História da Cerveja” o mestre Caropreso traz um pouco do aconteceu com a cerveja no Egito e de como era usada como moeda.
Em nosso trilha sonora tocamos:
David Bowie: Wild Is The Wind
Styx: Suit Madame Blue
Iron Maiden: Doctor Doctor
Graforréia Xilarmônica: Meu Amigo Punk
Peter Frampton: While My Guitar Gently Weeps
A Cervejaria Urbana é conhecida, não só pelas fantásticas cervejas, mas também pelo bom humor na criação dos nomes dos seus produtos. Eles têm cervejas como a Sporro, Refrescador de Safadeza, Piscadinha, Sentei o Dedo, Chuchupa e tantas outras.
O André conta com foi esse começo como cervejeiro caseiro, e a abertura de uma loja de insumos para cervejeiros. Na sequência, vieram os eventos para testar as receitas de forma bem artesanal.
Como cervejeiro cigano, ele dá valiosos conselhos para cervejeiros que produzem como ele, como por exemplo a escolha do parceiro que vai produzir a sua cerveja.
No nosso quadro da História da Cerveja, avançamos um pouco no tempo e contamos o desenvolvimento da cerveja na Mesopotâmia, região dos Assírios e Sumérios. Conhecemos uma lei do Código de Hamurabi, que condenava à morte, por afogamento, na própria cerveja, quem a diluísse em água.
Na nossa Parte musical tocamos:
Black Sabbath: Children Of The Sea
Metallica: Ronnie Rising
Iron Maiden: Phanton Of Opera Live 2013
Kamboja: Tarde no Bar
Jane: Daytime
Nesta entrevista, conhecemos a história de como ele e mais dois sócios, criaram a Cervejaria Suméria.
Discutimos sobre logística de distribuição e a carga tributária que as cervejarias enfrentam, sobre as cervejas que eles produzem e sobre novos projetos que estão em estudo, que incluem uma planta cervejeira e um Brew Pub (Bar que produz a própria cerveja).
No nosso quadro da História da Cerveja, brilhantemente apresentado pelo Mestre Luiz Caropreso, é mostrado o que se acredita como sendo a melhor hipótese da descoberta da cerveja.
Na parte musical tocamos:
Santana: Toussaint L’Overture
Korpiklaani: Tequila
Bêbados Habilidosos: A Volta Do Boêmio
Metallica: Battery
Banco Del Mutuo Soccorso: RIP





