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Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 110º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio e da publicidade. Nascido em São Paulo - SP, no bairro do Ipiranga, desde cedo se interessou pela área de comunicação. Organizava festas com música, mas como a família não concordava, começou a trabalhar em banco. Depois de 6 anos conseguiu deixar o banco e foi trabalhar à noite em casas de shows. Também fez curso de rádio no SENAC e começou a trabalhar como DJ. Em seguida um amigo o indicou para trabalhar na Antena 1 de Atibaia, mas em duas semanas chegou um convite para trabalhar nas madrugadas na Jovem Pan e ele aceitou. Da Pan foi pra Manchete, depois pra NovaFM e PoolFM. Quem vai contar essa história de sucesso é Paulinho Ribeiro. A conversa aconteceu em setembro de 2026 e você vai ficar sabendo que quando estava fazendo a Escola de Rádio do SENAC, uma amiga o levou à produtora VU e paralelamente ao rádio, ele começou uma carreira gravando publicidade, aliás fazendo grande sucesso. Outra atividade em que o Paulinho atua é na música, já tendo inclusive um trabalho autoral. Com a gente, e pra vocês: PAULINHO RIBEIRO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail [email protected]! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações infantis, ouvinte do RÁDIOFOBIA! Ao longo de quase 18 anos de podcast, tivemos episódios especiais de Dia das Crianças em vários meses de outubro, ao ponto de virar uma tradição. Os participantes eram Lucas e Leone, hoje com 24 e 21 anos, cujas vozes de criança estão eternizadas nas vinhetas do podcast. O tempo passou, eles cresceram e a tradição se perdeu. E nesse meio tempo o filho mais novo, hoje com 13 anos, cresceu sem nunca ter participado de um episódio sequer... Então, no episódio de hoje, Leo Lopes, Jéssica Dalcin, Júlio Macoggi e Victor Estácio se reúnem para corrigir essa terrível falha e finalmente bater um papo com LORENZO, em seu tão esperado programa de Dia das Crianças! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para [email protected]! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados nas Cartinhas do Totô:- Auphonic- Pod Notícias- assine a newsletter do Pod Notícias e receba direto no seu e-mail toda segunda, quarta e sexta às 9 da manhã- matricule-se já no Curso de Podcast- garanta o livro Curso de Podcast - Guia Básico em PDF e na Amazon para o seu Kindle- Podcast Store - a loja de produtos exclusivos da podosfera brasileira- Instituto Amargen Links que indicamos sempre:- ouça o Ineditados Podcast- ouça o NovelaCast- ouça o História de Lava-louça- matricule seu filho na escola CESIN- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- siga @ocursodepodcast no Instagram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Amazon Music- Deezer- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Olá, eu sou Leo Lopes e num oferecimento da Auphonic - seu piloto automático de áudio, está de volta o Pod Notícias, o podcast que traz até você um resumo de tudo o que acontece de mais importante no mercado de podcasts no Brasil e no mundo! Hoje é segunda-feira, dia 12 de outubro de 2026, e esta é a nossa 39ª edição! Caso você ainda não saiba, a partir de agora o Pod Notícias tem também uma Newsletter, enviada diretamente para o seu e-mail 3x por semana, sempre às 9 da manhã, pra você acompanhar de perto toda a movimentação do nosso mercado, que cresce a cada dia. Na edição de segunda você recebe o resumo do episódio da semana com os links pra ouvir no seu agregador preferido, e na quarta e na sexta você recebe as principais notícias dos últimos dias, que não necessariamente vão entrar no podcast. Então se você é ouvinte, podcaster, trabalha em produtora, agência ou representa alguma marca, ou atua em qualquer etapa da cadeia produtiva de podcasts, não deixe de assinar a nova Newsletter agora mesmo em podnoticias.com.br/newsletter! 1. Pesquisa da SiriusXM Media e da Edison Research mostra que áudio e vídeo convivem bem no consumo de podcast Enquanto a gente aqui no Brasil ainda debate se precisa ou não migrar pro vídeo, nos Estados Unidos uma pesquisa recente mostra que essa já deixou de ser uma escolha entre um formato ou outro. Um estudo da SiriusXM Media com a Edison Research, feito no segundo trimestre com mais de 2 mil consumidores mensais de podcast, mostra que nove em cada dez ouviram um programa em áudio no último mês, e 89% assistiram a um videocast no mesmo período - e 70% fizeram as duas coisas. Só 10% ficaram exclusivamente no áudio e 20% só no vídeo. O que mais me chamou a atenção foi o contexto de consumo, que comprova pontos que a gente afirma sempre: o áudio domina no carro (68%), no trabalho (54%) e durante o exercício físico (51%), enquanto o vídeo ganha espaço quando a pessoa tem atenção disponível de verdade. E 72% dos consumidores mensais já tocaram um videocast em segundo plano ou com a tela minimizada pelo menos uma vez no mês, o que quer dizer que boa parte do que é contado como "consumo de vídeo" nas métricas, na prática, funciona como áudio mesmo. A taxa de atenção e a taxa de conclusão dos episódios ficaram parecidas entre quem ouve e quem assiste, então não existe um formato mais fiel do que o outro, existe só um jeito diferente de consumir a mesma coisa. E pra quem vende anúncio, o recado direto do estudo é: parem de escolher entre áudio e vídeo, porque 63% acham o anúncio em áudio mais curto e 61% acham menos invasivo, mas o vídeo abre espaço pra integração de marca que o áudio não consegue oferecer do mesmo jeito. Dá pra fazer os dois ao mesmo tempo, e isso não é desculpa pra fazer qualquer um dos dois mal feito. Fonte: CastNews 2. A curadoria por país sumiu do Apple Podcasts, e quem mais perde é o podcast local Durante anos, um dos diferenciais do Apple Podcasts foi ter times editoriais que conheciam cada mercado e destacavam programas feitos naquele país nas seções de descoberta do aplicativo, mesmo que nenhum algoritmo tivesse ouvido falar deles ainda. Pois, segundo apuração da Podnews com várias fontes, esse diferencial acabou de desaparecer, e sem nenhum aviso oficial: as seções "Home" e "New" pararam de mostrar uma curadoria pensada por país e agora entregam uma visão só algorítmica, baseada no que a Apple chama de "tipos de usuário", sem nenhum recorte geográfico. Um leitor canadense mandou pra Podnews a própria tela de "New", e não tinha um único programa feito no Canadá ali em cima; o próprio editor da Podnews contou que, na tela dele, não aparece nenhum conteúdo australiano, só sugestões parecidas com o que ele já escuta. E o formulário que os criadores usavam pra pedir destaque editorial também mudou: não existe mais a opção de mirar uma audiência geográfica específica, "agora é tudo global", resumiu um produtor à publicação. A Apple deu um comunicado dizendo que nada mudou e que a abordagem editorial segue a mesma, só que isso contradiz tanto o que a própria empresa disse direto pros produtores quanto o que qualquer pessoa pode conferir abrindo o aplicativo. Um produtor canadense resumiu bem a ironia da situação: hoje ele recebe mais recomendação de podcast canadense dentro do Spotify do que dentro da Apple. Isso é particularmente ruim pra gente aqui no Brasil, porque a gente depende muito desse tipo de curadoria local pra conseguir visibilidade dentro de um catálogo gigantesco, dominado por produção americana - se a Apple realmente abandonou esse destaque por país, fica ainda mais difícil pro podcast brasileiro, ainda mais os pequenos, de serem descoberto. Fonte: Podnews 3. Depois de seis anos, a Fable and Folly vai fechar as portas Mais uma baixa na conta de quem apostou só em ficção em áudio pra sobreviver: a Fable and Folly, rede dedicada a podcast de ficção, anunciou que vai fechar no fim deste ano, depois de seis anos de estrada. Os próprios fundadores, Sean, Eli e Russ, explicaram que o mercado de publicidade de podcast mudou de um jeito que exigiria um nível de investimento que eles não se sentem confortáveis em assumir agora. A rede cresceu de uma dúzia de programas em 2020 pra mais de 200 hoje, e a boa notícia pra quem ouve é que os programas não vão simplesmente desaparecer: até o fim do ano a própria Fable and Folly vai ajudar os produtores a migrarem pra novos parceiros de hospedagem e publicidade. Quem assina o Fable and Folly Plus continua com os episódios sem anúncio nos programas que ficarem na rede até o fim do ano, mas a renovação anual já foi desativada, e quem paga mensalidade foi orientado a cancelar e apoiar os criadores direto, pelo próprio site deles ou pelo Patreon. Eu confesso que fico de olho nesse tipo de notícia com um certo desconforto: ficção em áudio é um dos formatos mais caros de produzir bem, e quando uma rede desse tamanho, com mais de 200 programas, não consegue sustentar o próprio modelo, isso diz muito sobre como a verba de publicidade ainda está concentrada em poucos formatos e poucos nomes. Fonte: Podnews AINDA EM NOTÍCIAS DA SEMANA 4. Audacy encerra o Creator Lab, a plataforma que nasceu como Podcorn Mais uma plataforma de monetização de podcast sai de cena: a Audacy vai fechar o Creator Lab, o serviço de hospedagem e monetização que nasceu em 2019 como Podcorn e foi comprado pela Audacy em 2021 por 22,5 milhões de dólares, com data marcada pro dia 1º de novembro. Segundo o Podcast Index, cerca de 426 programas hoje estão hospedados por lá, e quem usa o prefixo "Podcorn" no feed do seu programa vai precisar removê-lo até o fim deste mês, antes que o serviço saia do ar de verdade. É mais um sinal de que plataforma de nicho pra monetização de criador independente continua sendo um negócio difícil de manter de pé, mesmo quando tem o bolso de uma rádio grande como a Audacy por trás - e isso deveria deixar todo criador que depende de plataforma de terceiro pra vender anúncio um pouco mais atento a sempre ter um plano B pronto. Fonte: Podnews 5. A métrica de "impressão" em podcast está em crise, e ninguém sabe bem o que vem no lugar Um artigo de opinião publicado no AdExchanger, assinado por Krystina Rubino e Lindsay Piper Shaw, defende que o podcast está vivendo o mesmo momento que a publicidade em display viveu há uma década: a palavra "impressão" perdeu o sentido entre as plataformas, enquanto o anunciante continua pagando o mesmo CPM fechado por um inventário com oportunidades de consumo completamente diferentes entre si. Elas citam o teste do Spotify com anúncios que o ouvinte pode pular e a metodologia de "visualização engajada" do YouTube como sinais de que o mercado está perdido quanto a isso. A diferença, segundo as autoras, é que elas não esperam que surja uma métrica unificada dessa vez - o caminho mais realista seria cobrar transparência, mostrando pro anunciante onde a impressão aconteceu e o que o usuário poderia fazer com aquele anúncio. Esse é um papo que a gente vem acompanhando por aqui há tempo, e que só vai ficar mais urgente conforme mais formatos - áudio, vídeo, clipe, social - disputarem a mesma audiência. Fonte: AdExchanger 6. A Amazon quer levar o seu podcast pra tela grande da sala de estar A Amazon anunciou que vai redesenhar o aplicativo Amazon Music pra Fire TV, juntando os podcasts em áudio e em vídeo numa experiência pensada direto pra tela da sala de estar. Segundo a empresa, o novo app chega ainda neste outono do hemisfério norte, com espaços próprios pra podcasts, música, apresentações ao vivo e transmissões de festivais, tudo dentro do mesmo lugar, em vez de simplesmente transportar pra tela a experiência do aplicativo de celular, em que o podcast aparece sobretudo como áudio. A recomendação também vai ficar mais inteligente entre telas: o histórico de escuta no celular, na Alexa, na web e na própria Fire TV vai influenciar o que aparece pra você em cada um desses aparelhos, e a Alexa+ vai deixar você simplesmente pedir um podcast pelo nome do programa ou do criador, sem precisar digitar nada no controle remoto. As novidades começam a chegar em novembro pros clientes dos Estados Unidos, em aparelhos selecionados, com disponibilidade mais ampla prevista pro ano que vem - então ainda não é pra torcer por isso aqui no Brasil tão cedo. Mas o movimento reforça uma tendência que a gente já vem comentando por aqui: o podcast está cada vez mais deixando de ser só um troço que se ouve e virando parte de uma experiência de tela única, que mistura áudio, vídeo e busca por voz, tudo controlado pela mesma assistente de inteligência artificial. Quem não tiver ao menos um pé no vídeo vai ficar de fora desse tipo de recomendação entre telas, mais cedo ou mais tarde. Fonte: CastNews E MAIS 7. Três CEOs que levaram suas empresas de podcast à escala garantem que o segredo não foi nenhum programa de sucesso Num artigo convidado para a Sounds Profitable, a Fatima Zaidi, fundadora da Quill e da CoHost, sentou du
Olá, eu sou Leo Lopes e num oferecimento da Auphonic - seu piloto automático de áudio, está de volta o Pod Notícias, o podcast que traz até você um resumo de tudo o que acontece de mais importante no mercado de podcasts no Brasil e no mundo! Hoje é segunda-feira, dia 05 de outubro de 2026, e esta é a nossa 38ª edição! Antes da nossa manchete eu quero anunciar que a partir de agora o Pod Notícias tem também uma Newsletter, enviada diretamente para o seu e-mail 3x por semana, sempre às 9 da manhã, pra você acompanhar de perto toda a movimentação do nosso mercado, que cresce a cada dia. Na edição de segunda você recebe o resumo do episódio da semana com os links pra ouvir no seu agregador preferido, e na quarta e na sexta você recebe as principais notícias dos últimos dias, que não necessariamente vão entrar no podcast. Então se você é ouvinte, podcaster, trabalha em produtora, agência ou representa alguma marca, ou atua em qualquer etapa da cadeia produtiva de podcasts, não deixe de assinar a nova Newsletter agora mesmo em podnoticias.com.br! 1. Netflix já é a terceira maior porta de entrada pro podcast nos Estados Unidos A Sounds Profitable soltou a primeira parte do Podcast Landscape 2026, o raio-x anual de como os americanos consomem podcast, e o dado mais chamativo desta edição não é um crescimento . O alcance geral ficou estável: 74% dos adultos americanos já ouviram algum podcast e 55% ouviram no último mês, tudo dentro de um ponto percentual em relação a 2025, mas, por dentro dessa estabilidade, a composição das plataformas mudou bastante. O YouTube continua líder absoluto, com 63%, o Spotify vem em segundo lugar, com 33%, e, olha só, quem aparece em terceiro lugar, já na frente do Apple Podcasts, é o Netflix, com 21% - isso no primeiro ano em que a plataforma passou a hospedar podcast de verdade. O Tom Webster, da própria Sounds Profitable, fez um alerta que eu assino embaixo: todo mundo reclama que YouTube e Spotify são jardins murados, mas o Netflix é o jardim murado de verdade, porque quase ninguém entra lá, e quem entra corre o risco de ser cancelado se não der lucro rápido. Pra ele, colocar seu programa no Netflix pode até ser um acordo com o capeta, porque no fim das contas você não importa pra eles. E a própria Netflix parece estar se organizando por dentro pra sustentar esse crescimento: segundo a newsletter Like & Subscribe, do Ankler, a empresa está contratando um Head of Podcasts, que vai responder direto pro Brandon Riegg, vice-presidente de conteúdo não-ficção e esportes. A vaga ainda nem foi publicada oficialmente, mas já é um sinal de que a Netflix quer subir o nível de atenção que dá pro formato. Pode ser cedo pra cravar que existe uma estratégia robusta de podcast original vindo por aí, mas contratar gente de peso pra cuidar do assunto costuma ser o primeiro sinal de que uma empresa grande resolveu levar isso a sério. Eu confesso que fico na dúvida se o alerta do Tom Webster vai ser ouvido a tempo, porque o apetite por distribuição em qualquer tela continua maior do que o medo de depender de uma plataforma fechada. Fonte: Sounds Profitable 2. Podcast Movement estreou em Nova York sem Apple, Spotify e YouTube, e com o RSS no centro do palco O Podcast Movement trocou o salão de hotel pelo Terminal 5, uma casa de shows, pra sua estreia em Nova York, nos dias 17 e 18 de setembro - já uma pista de que o evento queria sinalizar autocrítica do setor. E olha que curioso: as três plataformas que mais definem como um programa é descoberto e consumido hoje, Apple Podcasts, Spotify e YouTube, nem montaram estande. James Cridland resumiu o clima com uma frase seca: “não deixem ninguém tirar o RSS de vocês”, batendo na tecla de que a abertura do podcast precisa de defesa enquanto as plataformas grandes insistem em fechar o jardim murado. Do lado prático, Bruce Chamoff recomendou título de episódio com menos de sete palavras pra SEO no Google, apontou o Reddit como decisivo pra aparecer em resposta de ferramenta de IA, e indicou Speechify e Otter.ai como opção gratuita de transcrição. O Tom Webster trouxe um dado que eu gostei: 15% dos adultos americanos não têm nenhuma conexão social com podcast, ou seja, ainda sobra bastante público pra crescer. E teve climão também: o pessoal saiu chamando conteúdo gerado por IA de “a pior coisa do planeta”, porque o público sente na hora quando falta gente de verdade do outro lado do microfone. Pra quem não teve orçamento (ou visto) pra ir até Nova York, vale lembrar que, pelo Dia Internacional do Podcast, o próprio Podcast Movement liberou de graça as 82 sessões gravadas no evento, cobrindo todos os palcos, e já dá pra assistir direto no YouTube. Fonte: CastNews 3. Disney+ e Hulu vão dobrar a quantidade de “podcasts” no catálogo A Disney também quer uma fatia desse bolo e vai dobrar o número de “podcasts” disponíveis no Disney+ e no Hulu. Dois programas novos da Headgum, Best Friends e Perfect Person, vão estrear com uma semana de vantagem nessas plataformas antes de chegarem a qualquer outro lugar, e um “podcast” da ABC News já estreou com exclusividade por lá. O próprio Podnews fez questão de colocar a palavra podcast entre aspas ao comentar a notícia, e eu concordo com a ressalva: conteúdo em vídeo pensado para estrear direto num serviço de streaming fechado, sem RSS, sem feed aberto e sem possibilidade de ouvir no seu agregador de áudio preferido, não é exatamente a mesma coisa que o formato que a gente conhece. Mas o movimento importa de qualquer jeito: mais um gigante do streaming decidindo que vale a pena usar o rótulo podcast pra atrair público e reter assinante, mesmo distorcendo um pouco a definição pelo caminho. Fonte: Podnews AINDA EM NOTÍCIAS DA SEMANA 4. Guy Raz recompra o “How I Built This” da NPR e fecha com a Vox Media pra fazer vídeo Guy Raz, apresentador do How I Built This, recomprou a propriedade total do seu podcast junto à NPR; o programa, que já tinha sido licenciado pra Amazon Music e Wondery em 2022, volta a ser dele. E a novidade não para aí: ele fechou uma parceria com a Vox Media pra lançar episódios em vídeo ainda neste outono americano, de olho em YouTube e redes sociais, com o dobro de episódios por semana a partir do ano que vem. Não ficou claro no anúncio o que acontece com a versão em rádio, que roda desde 2016. Pra mim, é mais um apresentador consagrado decidindo que compensa mais ser dono do próprio negócio do que empregado de uma rede, e essa tendência só cresce: quem construiu audiência e confiança ao longo de anos não quer mais dividir o controle da própria marca com ninguém. Fonte: Hollywood Reporter 5. Depois de admitir que a “fábrica de podcast com IA” era propaganda, o mercado recebe outro balde de água fria sobre apresentador de inteligência artificial A Inception Point AI, empresa que ficou conhecida (e criticada) por produzir milhares de podcasts gerados por inteligência artificial em série, agora admite que parte disso pode ter sido puro jogo de marketing. Em entrevista ao podcast Lead Balloon, do próprio Podnews, a CEO Jeanine Wright reconheceu que parte da publicidade era estratégia pra chamar atenção. A rede Quiet Please, que já teve milhares de programas ativos, hoje tem só 300 no ar, e a empresa nem tenta mais monetizar boa parte deles; aliás, ela já se rebatizou de Liquid Studios e passou a se vender como quem transforma conteúdo existente, em vez de gerar do zero. Eu fico com o pé atrás quando o discurso muda tão rápido assim, porque geralmente não é epifania ética, é a estratégia anterior que parou de dar resultado. E uma pesquisa recente da Edison Research ajuda a explicar por que ela parou de dar resultado: 66% dos ouvintes semanais de podcast reagiram negativamente à ideia de ter um apresentador de inteligência artificial no lugar de uma pessoa de verdade, e a maioria descreveu o sentimento com uma palavra forte - traição. O ouvinte de podcast busca justamente a conexão humana com quem fala, e isso não dá pra terceirizar pra um modelo de linguagem sem pagar um preço de confiança. Fonte: Podnews 6. O apresentador continua sendo o maior trunfo de publicidade do podcast Saiu o The Podcast Study 2026, com 1.205 consumidores de podcast nos Estados Unidos ouvidos pela Point-To-Point Marketing e pela Strategic Solutions Research, com patrocínio de Crooked Media, NPR e PRX, e dado calibrado pelo Censo americano. E o resultado confirma o que quem está nessa mídia há tempo já sentia na pele: 82% dizem que o apresentador é parte grande ou a única razão de ouvir o programa, e 56% abandonariam ou pensariam seriamente em abandonar se o apresentador saísse. Do lado da publicidade, o dado que interessa direto ao seu bolso: anúncio lido pelo apresentador tem 48% mais influência percebida do que o pré-gravado, e 57% lembram melhor da marca quando é o host que endossa o produto. É exatamente esse ponto que o Dan Granger, CEO da Oxford Road, reforçou numa conversa recente com o Bryan Barletta, da Sounds Profitable: pra ele, a força de venda genuína do apresentador, falando com a própria voz sobre um produto que ele realmente usa, ainda pesa mais do que qualquer posicionamento programático de anúncio, não importa o CPM que a compra automatizada ofereça. E ele faz um alerta importante: quando o volume de anúncio por episódio sobe demais, geralmente o motivo não é a demanda do público, é o custo de um contrato caro demais fechado com um nome grande. Quem ouve podcast não está comprando anúncio, está comprando a confiança que depositou em quem fala, e essa confiança não se recria da noite pro dia trocando de apresentador. Fonte: CastNews / Podnews 7. Compra programática de anúncio em podcast dispara, mas o mercado já está de olho no excesso Uma pesquisa da Advertiser Perceptions com a Cumulus Media e a Westwood One mostra que 82% das agências já compram áudio de forma programática, contra 41% em 2022; dobrou em quatro anos. A Amazon DSP entrou pesado nisso, incorporando inventário de SiriusXM, Sp
Saudações editoras, ouvinte do RÁDIOFOBIA! Há exatos 7 anos, no RÁDIOFOBIA 266, batemos um papo com o fotógrafo, filmmaker, podcaster e criador de conteúdo sobre audiovisual e cultura pop. No episódio de hoje Leo Lopes, Jéssica Dalcin, Thiago Fujiwara, Júlio Macoggi e Victor Estácio conversam novamente com o editor de vídeo com mais de 15 anos de experiência no audiovisual, que trabalha com publicidade, música, conteúdo e ficção, e também cria conteúdo sobre audiovisual para ajudar outros profissionais da área a se desenvolverem! Bora saber tudo o que mudou ao longo dos últimos 7 anos na vida do Luquinhaz, pai da Luna e marido da Nat, em mais um episódio da nossa série REPLAY! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para [email protected]! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados no episódio:- A Própria Carne | Trailer Oficial- inscreva-se no CAMERAVERSO no YouTube Links citados nas Cartinhas do Totô:- Auphonic- matricule-se já no Curso de Podcast- garanta o livro Curso de Podcast - Guia Básico em PDF e na Amazon para o seu Kindle- Podcast Store - a loja de produtos exclusivos da podosfera brasileira- Instituto Amargen Links que indicamos sempre:- ouça o Ineditados Podcast- ouça o NovelaCast- ouça o História de Lava-louça- matricule seu filho na escola CESIN- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- siga @ocursodepodcast no Instagram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Amazon Music- Deezer- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.










