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Radar FGV
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Radar FGV é o podcast semanal de notícias da Fundação Getulio Vargas, sob curadoria do FGV Notícias. A cada episódio, especialistas da FGV analisam os principais acontecimentos do Brasil e do mundo, trazendo contexto, dados e comentários qualificados para quem busca informação confiável e atualizada. Com linguagem clara e objetiva, o programa conecta tendências globais, cenário econômico, política, educação e sociedade, sempre com a credibilidade da FGV — referência em ensino e pesquisa há mais de 80 anos.
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Neste episódio do Radar FGV, falamos sobre o impacto da alta de preços nos produtos típicos da Páscoa e a trajetória de incerteza da política monetária e dos juros no Brasil.Abordamos também o cenário de cautela do Banco Central diante de conflitos internacionais, a pressão do preço do petróleo na inflação e os riscos fiscais que impactam a economia nacional.E ainda: as incertezas jurídicas sobre a eleição para o governo do Rio de Janeiro, com análises sobre a possibilidade de pleito direto ou indireto e os desdobramentos no Tribunal Superior Eleitoral e no Supremo Tribunal Federal. 👉 Créditos Jornalísticos: RJ 2, Jornal Nacional e Hora Um/ TV Globo👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Fernanda Mascarenhas e Eduardo Bittencourt O Radar FGV é o podcast do FGV Notícias. Nossa proposta é detectar os principais acontecimentos da semana e trazer análises de especialistas da Fundação Getulio Vargas sobre esses temas. Acesse o FGV Notícias: https://portal.fgv.br/noticiasEste programa é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pelo meio jurídico no esporte. O imbróglio entre John Textor, dono da SAF, e o fundo credor Ares será decidido pelo Tribunal Arbitral da Câmara da Fundação Getúlio Vargas. A arbitragem é um método extrajudicial onde as partes abrem mão de recursos em troca de uma solução definitiva e especializada. De acordo com Juliana Loss, Diretora Executiva da Câmara de Mediação e Arbitragem da FGV, a decisão do tribunal é final, o que atrai investidores pela celeridade e segurança jurídica, evitando que disputas contratuais se estendam por anos na Justiça estatal. Na sequência, a gestão urbana e o clima: as chuvas causaram prejuízos de 215 bilhões de reais no Brasil entre 2013 e 2024, evidenciando a urgência do conceito de "cidades-esponja". A proposta é substituir o concreto por infraestruturas verdes e azuis, como jardins de chuva e parques lineares, que absorvam a água em vez de apenas escoá-la. Segundo Mariana Nicolletti, pesquisadora da FGV, o sucesso dessas soluções depende de sua integração aos planos diretores e de uma mudança de mentalidade dos gestores públicos para transformar ideias em projetos financiáveis e tecnicamente viáveis. E mais: cenário econômico global. A escalada do conflito no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, levou o barril de petróleo Brent a ultrapassar a marca dos 100 dólares. O fechamento do Estreito de Ormuz, por onde circula 20% do petróleo mundial, gera incertezas que impactam diretamente o Brasil, com reajustes no diesel e pressão sobre o agronegócio, dependente de fertilizantes da região. Para Lívio Ribeiro, pesquisador da FGV, o prolongamento desse choque gera efeitos de segunda ordem que se espalham por toda a cadeia produtiva, embora o país esteja mais resiliente do que nos anos 1970 devido à diversificação energética e robustas reservas internacionais. 👉 Créditos jornalísticos: Valor Econômico, GE (Globo Esporte), Veja Online.👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops, os principais fatos do Brasil e do mundo, com curadoria do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias Este programa é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pelos indicadores econômicos: o custo da construção civil registrou aceleração em março de 2026. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M), do FGV IBRE, subiu 0,36%, impulsionado principalmente pelo grupo Mão de Obra, que avançou 0,47%. Embora o acumulado em 12 meses apresente uma desaceleração em comparação ao ano anterior, situando-se em 5,81%, capitais como São Paulo, Brasília, Salvador e Porto Alegre registraram aumento em suas taxas de variação no período. Na sequência, a crise política no Rio de Janeiro: a renúncia de Cláudio Castro (PL) às vésperas de seu julgamento no TSE gerou um intenso debate jurídico sobre a sucessão no Palácio Guanabara. Enquanto a Constituição estadual prevê eleição indireta pela Alerj em casos de renúncia, juristas contestam a legitimidade do processo devido à manobra para evitar a cassação. Para Álvaro Palma de Jorge, da FGV, o mais adequado seria consultar o povo por meio de eleição direta para garantir a legitimidade democrática, embora o TSE tenha reafirmado a necessidade do pleito indireto. E mais: a pressão sobre o Airbnb em São Paulo. A plataforma removerá anúncios de imóveis classificados como Habitações de Interesse Social (HIS) e de Mercado Popular (HMP) após denúncias de que moradias subsidiadas estariam sendo usadas para locação turística. Segundo a pesquisadora Bianca Tavolari, da FGV Direito SP, a falta de dados e fiscalização torna essa política habitacional "imonitorável", sugerindo mudanças nas regras do programa Minha Casa, Minha Vida para proibir locações de curta temporada em todas as suas faixas. Finalizamos com oportunidades educacionais: a FGV abriu inscrições para seu vestibular, oferecendo 356 vagas nos campi de São Paulo e Rio de Janeiro para os cursos de Administração, Economia e Comunicação Digital. Os interessados têm até o dia 27 de abril para se inscrever via vestibular, Enem ou exames internacionais. O processo seletivo inclui modalidades de demanda social e diversidade, com provas agendadas para o dia 24 de maio. 👉 Créditos jornalísticos: Portal IBRE, O Globo, BBC News, CNN Brasil👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops, os principais fatos do Brasil e do mundo, com curadoria do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias Este programa é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pelo Judiciário: a decisão do ministro Alexandre de Moraes de conceder prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro por um prazo de 90 dias divide a opinião de juristas. O benefício foi motivado por um quadro de broncopneumonia bacteriana que exigiu internação em UTI. Enquanto professores como Tiago Bottino, da FGV, consideram o prazo adequado para reavaliação clínica, outros especialistas, como o criminalista David Metzker, questionam a falta de previsão legal para estipular prazos na execução penal. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses por liderar uma tentativa de golpe de Estado. Na sequência, os desafios da Inteligência Artificial: a Justiça Eleitoral brasileira condenou apenas 20% dos casos de deepfake nas eleições de 2024, segundo levantamento da pesquisadora Jhennifer Macedo (IDP). O estudo aponta que a dificuldade técnica em identificar manipulações por IA e a autoria dos conteúdos são os maiores entraves. Para enfrentar o problema, o TSE endureceu regras, permitindo a inversão do ônus da prova. Pesquisas da FGV Comunicação mostram que o uso de IA para influenciar pleitos é um fenômeno global, com casos registrados da Índia ao México, exigindo novas respostas regulatórias e cooperação tecnológica. E mais: o impacto das guerras na economia global. Em visita ao Brasil para o lançamento da iniciativa Lemann Collaborative, os vencedores do Nobel de Economia, Esther Duflo e Abhijit Banerjee, afirmam que os mais pobres são os que mais sofrem com conflitos como os do Irã e da Ucrânia, devido à alta nos preços de energia e alimentos. Duflo destaca a liderança brasileira na agenda climática, mas alerta para a complexidade fiscal do país. Diretor do FGV Social, Marcelo Neri afirma que Esther e Abhijit estão no topo da economia tanto em termos de metodologia científica como de implicações práticas em termos de lições de políticas públicas. “São contribuições particularmente relevantes para o caso brasileiro”, diz. 👉 Créditos jornalísticos: Valor Econômico, O Globo, Estadão👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pela economia e energia: no Rio de Janeiro, a Polícia Civil e o Procon-RJ investigam postos de combustíveis por aumentos injustificados e suspeita de retenção proposital de estoque. A investigação na refinaria de Duque de Caxias (Reduc) apura se estabelecimentos estão antecipando indevidamente os efeitos do conflito no Oriente Médio. Segundo João Victor Marques, da FGV Energia, embora o Brasil seja um grande produtor, ainda depende da importação de até 30% do diesel consumido, e a alta do petróleo a 119 dólares o barril pressiona a necessidade de reajustes para garantir o abastecimento nacional. Na sequência, a segurança pública: o número de processos contra integrantes de facções criminosas no Brasil cresceu cerca de 160% nos últimos cinco anos, com 19% dos brasileiros vivendo em áreas dominadas pelo crime. O ministro Edson Fachin, presidente do STF e do CNJ, alertou que o crime organizado ameaça o Estado Democrático de Direito ao disputar o monopólio da força com o governo. Para a professora Joana Monteiro, da FGV, o enfrentamento eficaz exige maior integração e alinhamento estratégico entre as instituições de segurança, que hoje sofrem com baixo controle e falta de foco. E mais: o peso do julgamento social sobre a maternidade. Pesquisas revelam que mães são significativamente mais cobradas pela alimentação dos filhos do que os pais, enfrentando críticas que variam entre o "terrorismo alimentar" e o "desleixo". Segundo Lorena Hakak, professora da FGV RI, a figura feminina sofre um julgamento muito mais duro por ser vista como a principal responsável pelos cuidados. Especialistas reforçam que a falta de uma rede de apoio e do auxílio do Estado agrava o sofrimento materno, defendendo uma relação com a comida que priorize o equilíbrio e não a busca por uma "perfeição" inalcançável. 👉 Créditos jornalísticos: TV Band, Globo News, Folha Online👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pelos bastidores da justiça criminal: o banqueiro Daniel Vorcaro iniciou o processo para uma eventual delação premiada ao assinar um termo de confidencialidade que exige sigilo absoluto. Para Thiago Bottino, professor da FGV Direito Rio, a delação é um recurso estratégico da defesa, geralmente adotado quando já existem provas suficientes para uma condenação. O colaborador busca reduzir sua pena ao revelar detalhes de organizações criminosas, mas o acordo deve passar por rigorosa análise do Judiciário para garantir que a vontade do delator não foi viciada por pressões indevidas. Na sequência, o turismo receptivo: o segmento cresceu 30% entre 2019 e 2025, alcançando o recorde de 9 milhões de visitantes estrangeiros. De acordo com dados do Banco Central e da Embratur, o perfil do turista mudou, priorizando experiências de natureza, gastronomia e cultura local em vez de roteiros tradicionais. “O estrangeiro pode consumir hotéis e restaurantes melhores gastando menos. Em relação ao dólar, esse gasto é cinco vezes menor. Há um poder de compra maior, mas é atrelado ao gasto em serviços. É diferente do turista brasileiro, que normalmente é o turismo associado a fazer compras”, explicou a coordenadora do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas, Claudia Yoshinaga. E mais: reestruturação empresarial. A mediação consolidou-se como um pilar fundamental na recuperação de empresas no Brasil, transformando o cenário de insolvência em um ambiente de negociação. Segundo a pesquisa "Mediação em Números", da FGV Direito SP, houve um crescimento exponencial no uso desse mecanismo, impulsionado pela reforma da Lei nº 14.112/2020. Casos emblemáticos, como os da Unimed-Rio e do Vasco da Gama, demonstram que o consenso preserva o valor dos ativos e reduz custos de transação, evitando a sobrecarga do sistema judicial. 👉 Créditos jornalísticos: Globo News, Estadão, Consultor Jurídico👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Neste episódio do Radar FGV, falamos sobre a alta nos preços dos combustíveis, com o litro da gasolina e do diesel atingindo a marca de sete reais, e a análise do economista Rafael Chaves, da FGV EPGE, sobre como impostos, custos de distribuição e tensões no Oriente Médio impactam o bolso do consumidor. Abordamos também o novo Plano Nacional sobre Mudança do Clima lançado pelo governo federal, que estabelece metas estratégicas até 2035 para o agronegócio e a economia, destacando a avaliação de Rosinaldo Lobato, da FGV Direito Rio, sobre o avanço do Brasil no cenário ambiental internacional. E ainda: o impacto do reajuste médio de 8% na conta de luz previsto para 2026 e o alerta do economista André Braz, do FGV IBRE, sobre como os encargos tarifários devem pressionar a inflação e reduzir o poder de compra das famílias brasileiras. 👉 Créditos Jornalísticos: Jornal do Rio/ TV Band, Record News Rural, Jornal Hoje/ TV Globo👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Fernanda Mascarenhas e Eduardo Bittencourt O Radar FGV é o podcast do FGV Notícias. Nossa proposta é detectar os principais acontecimentos da semana e trazer análises de especialistas da Fundação Getulio Vargas sobre esses temas. Acesse o FGV Notícias: https://portal.fgv.br/noticias O Radar FGV é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pela guerra no Oriente Médio e a ameaça à segurança alimentar global. Especialistas alertam que o conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel elevou o preço do barril de petróleo de U$ 70,00 para U$ 100,00 impactando diretamente o custo do transporte de alimentos. Segundo especialistas ouvidos pelo Valor presentes no seminário da Fundação Getulio Vargas (FGV) denominado “Como o Brasil saiu do Mapa da Fome?”, o fechamento virtual do Estreito de Ormuz prejudica o fluxo de fertilizantes e grãos, encarecendo a comida e dificultando o combate à fome. No Brasil, o governo federal já adotou medidas emergenciais, como a redução de impostos sobre o diesel, para tentar amortecer o choque nos preços domésticos e proteger as populações mais vulneráveis. Na sequência, inovação energética: o Brasil avança no desenvolvimento de tecnologias para extrair energia renovável do oceano. O Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO), com um aporte de R$ 15 milhões da Finep, lidera o projeto "Energia Azul", focado em converter a força das ondas, marés e o gradiente térmico das águas em eletricidade e hidrogênio verde. Segundo Segen Estefen, diretor-geral do INPO, o oceano é um aliado estratégico para a transição energética. O projeto, que conta com a colaboração da FGV e universidades federais, estima que a viabilização de apenas 20% dos projetos eólicos offshore licenciados poderia adicionar 50 gigawatts à matriz brasileira, o equivalente a um quarto da capacidade total do país. E mais: o baixo engajamento no mercado de trabalho. Um alerta acendeu para as empresas brasileiras após pesquisa da FGV e Engaja S/A revelar que apenas 39% dos profissionais estão engajados, o menor nível da série histórica. Para Adeildo Nascimento, especialista em cultura organizacional, o problema é estrutural e reflete uma mudança na relação com o trabalho, onde benefícios e "bom café" já não garantem comprometimento. O impacto financeiro desse desengajamento é profundo: a combinação de rotatividade e presenteísmo gera perdas estimadas em R$ 77 bilhões por ano, o que representa cerca de 0,66% do PIB nacional.👉 Créditos jornalísticos: Valor Econômico, Estadão, Terra Notícias👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pela economia e política monetária: o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central realizou o primeiro corte da taxa Selic em quase dois anos, reduzindo-a em 0,25%. Entretanto, a escalada do conflito no Oriente Médio e a disparada do petróleo para a casa dos US$ 100 pressionam a inflação global e suspendem previsões de novos recuos. Enquanto o Federal Reserve mantém os juros americanos estáveis e vigilantes, o economista Alberto Ajzental, da FGV, aponta que a inflação já é percebida pelo americano simples, pois a gasolina já subiu, no entanto, por cautela, mantiveram a taxa para verificar o que acontecerá nos próximos meses. Na sequência, a crise geopolítica no Irã: a tensão na região atingiu um novo patamar com ataques israelenses a instalações nucleares e o assassinato do ministro de inteligência iraniano, Esma Kibe. Donald Trump ameaça retirar o apoio à segurança do Estreito de Ormuz, rota por onde circula 20% do petróleo mundial, delegando a responsabilidade aos países usuários, o que abalou o mercado internacional. O cenário de guerra, que já resultou em represálias iranianas contra campos de petróleo na Arábia Saudita e ataques em Beirute, gera temor de um incidente radiológico sem precedentes e de uma possível guerra civil no Irã. Vinícius Rodrigues Vieira, da FGV, afirma que EUA e Israel ignoraram o multilateralismo ao iniciar o conflito com Irã, que por sua vez será cioso com a sua soberania, e não permitirá o acesso salvo risco de espalhamento da questão radioativa para outros territórios. E em São Paulo, o impasse na habitação popular: apartamentos destinados a famílias de baixa renda (HIS e HMP) estão sendo convertidos em hotéis informais para aluguéis de curta temporada em plataformas digitais. A prática, que atrai investidores em busca de lucro no centro e em bairros nobres, gera conflitos internos e batalhas judiciais em empreendimentos que receberam isenções fiscais para fins sociais. Para Bianca Tavolari, professora de direito da FGV, o poder público falha ao não cruzar dados de compradores, permitindo que o benefício habitacional seja desviado sem a devida fiscalização sistematizada pela prefeitura. 👉 Créditos jornalísticos: Globo News, CBN, TV Cultura👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Começamos pelo conflito no Oriente Médio: no 18º dia de guerra, Israel confirmou a morte de Ali Larijani, chefe do Conselho de Segurança Nacional do Irã e figura central do regime. A operação reflete a estratégia israelense de "cortar a cabeça do polvo", termo usado pelo ministro da Defesa Israel Katz para descrever o desmantelamento da liderança iraniana. Segundo Najad Khouri, especialista em Oriente Médio da FGV, embora o ato enfraqueça o regime, é uma utopia prever sua queda imediata, uma vez que Larijani possuía um perfil articulador que poderia ser útil em futuras negociações pós-guerra. Na sequência, o comércio exterior: o Brasil consolidou sua posição nos rankings das duas maiores economias do mundo em 2025. O país subiu para o terceiro lugar entre os maiores déficits comerciais da China, impulsionado por exportações recordes de soja e petróleo. Por outro lado, o déficit brasileiro com os Estados Unidos disparou após o "tarifaço" imposto por Donald Trump, que afetou a indústria de transformação. Para Livio Ribeiro, pesquisador do FGV Ibre, o pêndulo comercial sino-brasileiro é um fato estrutural baseado na complementaridade, com o Brasil fornecendo insumos e importando tecnologia de transição energética. E mais: o novo ideal de beleza feminino. Os braços fortes e torneados estão substituindo o padrão de fragilidade e magreza extrema. Além da busca por longevidade e autonomia física, a tendência carrega um forte simbolismo de empoderamento e independência. Para Maria Carolina Medeiros, professora da FGV Comunicação, esse movimento sinaliza que a beleza deixou de ser vista como um dom divino para ser entendida como fruto de esforço e disciplina pessoal, ganhando um novo status de moralidade e autocuidado na sociedade contemporânea. 👉 Créditos jornalísticos: Valor Econômico, Globo Online, Portal G1👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pelo mercado de trabalho: a percepção dos brasileiros é de cautela e pessimismo crescente. Segundo a 9ª edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho do FGV IBRE, 53,6% dos entrevistados afirmam que está difícil ou muito difícil conseguir emprego no país. Para o economista Rodolpho Tobler, embora 2025 tenha apresentado aquecimento, a expectativa para a primeira metade de 2026 é de desaceleração e estabilidade, com o número de novas vagas ficando abaixo do observado no ano anterior devido ao cenário macroeconômico desafiador. Na sequência, a relação entre segurança e economia: políticas eficazes contra a violência geram impactos positivos diretos no desenvolvimento regional. Um estudo da FGV EAESP, que analisou dados de 2002 a 2019, constatou que cidades que obtiveram êxito no combate ao crime registraram um aumento entre 7% e 10% na abertura de novas empresas e vagas com carteira assinada. Segundo o autor Bruno Pantaleão, estratégias como a integração de forças policiais, gestão baseada em dados e metas com bônus por desempenho, aplicadas em estados como Minas Gerais e São Paulo, são fundamentais para atrair investimentos. E mais: a crise humanitária no Líbano e as pressões sobre a liberdade de imprensa. A ofensiva terrestre de Israel no sul do Líbano já deixou quase 900 mortos e forçou o deslocamento de 1 milhão de pessoas, agravando uma situação humanitária já precária. Para o analista Oliver Stuenkel, da FGV RI, o histórico de invasões na região e a falta de resposta diplomática aumentam o risco de uma nova guerra civil. Paralelamente, nos Estados Unidos, o governo exerce pressão sobre veículos de comunicação devido à cobertura do conflito, com ameaças de cassação de licenças de mídia, gerando debates sobre a constitucionalidade dessas ações e o impacto na democracia. 👉 Créditos jornalísticos: Money Report, O Globo, Globo News👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pelo cenário político: a cláusula de barreira tornará o sistema partidário brasileiro mais rígido em 2026, exigindo que siglas alcancem 2,5% dos votos válidos ou elejam 13 deputados federais. Esse endurecimento tem impulsionado a criação de federações, como a Renovação Solidária (Solidariedade e PRD), que funde, na prática, o histórico de quatro legendas. Segundo o cientista político Jairo Nicolau, professor da FGV-CPDOC, essa regra altera a postura dos dirigentes, desestimulando candidaturas sem viabilidade e forçando cálculos estratégicos de sobrevivência que redesenham o Congresso Nacional. Na sequência, a revolução no consumo: o avanço dos agentes de inteligência artificial inaugura o "agentic commerce", modelo que deve movimentar US$ 5 trilhões globalmente até 2030, conforme estimativas da McKinsey. Nesse novo paradigma, sistemas automatizados passam a pesquisar, comparar e executar compras em nome dos usuários. Para Marcos Facó, CMO da FGV, a transição do comércio conversacional para o de agentes faz com que o consumidor delegue a intenção de compra, desafiando as marcas a garantirem que seus produtos sejam interpretados e recomendados por algoritmos, em vez de apenas disputarem a atenção humana. E mais: o cerco do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao uso de IA nas eleições de 2026. Novas resoluções aprovadas pelo tribunal proíbem conteúdos sintéticos enganosos e impõem responsabilidade solidária às redes sociais na remoção de materiais irregulares. Contudo, o professor de Direito Eleitoral da FGV-SP, Fernando Neisser, alerta que a norma ainda deixa lacunas críticas, como a falta de regras claras para as empresas que desenvolvem os sistemas de IA e a dificuldade de fiscalizar a circulação de desinformação em ambientes de mensagens privadas que ganham escala pública. 👉 Créditos jornalísticos: Estadão, Jornal Propmark👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticiasO Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Neste episódio do Radar FGV, falamos sobre a discussão acerca dos tributos sobre combustíveis em um cenário de alta do petróleo no mercado internacional e a análise sobre o repasse desses valores ao consumidor brasileiro. Abordamos também a entrada em vigor do ECA Digital, que estabelece novas regras de responsabilidade para plataformas digitais e amplia a proteção de crianças e adolescentes na internet. E ainda: um consórcio internacional com participação da FGV e da Fiocruz projeta que o Brasil registrará cerca de 1,8 milhão de casos de dengue em 2026, com foco especial nos estados da região Sudeste. 👉 Créditos Jornalísticos: TV Band News, Rádio Tupi, TV Brasil👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt, Fernanda Mascarenhas O Radar FGV é o podcast do FGV Notícias. Nossa proposta é detectar os principais acontecimentos da semana e trazer análises de especialistas da Fundação Getulio Vargas sobre esses temas. Acesse o FGV Notícias: https://portal.fgv.br/noticias O Radar FGV é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pelo empreendedorismo: quase metade dos Microempreendedores Individuais (MEI) no Brasil cogita migrar para o formato de micro ou pequena empresa. De acordo com a Sondagem Econômica do MEI, realizada pelo Sebrae em parceria com a FGV, 45% dos entrevistados têm interesse ou cogitam a mudança de porte, motivados principalmente pelo desejo de aumentar as vendas e acessar linhas de crédito maiores. O presidente do Sebrae, Décio Lima, destaca que os dados demonstram o crescimento do interesse pelo negócio próprio, mas ressalta a importância de o Estado garantir uma transição segura para esses empreendedores. Na sequência, o sistema penitenciário: a defesa de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e outros chefes do PCC buscam na Justiça o fim do monitoramento de áudio e vídeo em visitas de advogados em presídios federais. O pleito utiliza como precedente uma decisão do ministro André Mendonça, do STF, que beneficiou o empresário Daniel Vorcaro. Enquanto a Senappen critica o risco de um "perigoso precedente" para a segurança pública, Maíra Fernandes, professora de Direito da FGV, pontua que, embora o monitoramento seja a regra atual nas portarias federais, a legislação prevê que a gravação entre advogado e preso não deveria ser a norma, independentemente da natureza da prisão. E mais: o impacto da Inteligência Artificial (IA) no trabalho. Apesar das narrativas apocalípticas, os primeiros dados indicam que a tecnologia não causou o colapso do mercado de trabalho, com a produtividade nos EUA crescendo dentro da normalidade histórica. Modelos de economistas laureados com o Nobel, como Daron Acemoglu e Philippe Aghion, preveem crescimentos distintos para o PIB, mas convergem na ideia de que a IA substituirá tarefas, e não profissões inteiras. Para Samuel Pessôa, pesquisador do FGV IBRE, a IA assemelha-se a pacotes tecnológicos do passado e não deve gerar uma disrupção sem precedentes, embora 48% dos brasileiros ainda manifestem pessimismo com a ferramenta. 👉 Créditos jornalísticos: Folha de S.Paulo, O Globo, Mais Top News👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pelo debate sobre o fim da escala 6x1 no Congresso Nacional: a proposta de redução da jornada de trabalho gera divisões profundas entre os setores produtivos e defensores da medida. Enquanto o governo defende a transição para o modelo 5x2 com 40 horas semanais, a Câmara analisa uma PEC que propõe 36 horas. Segundo dados do Ministério do Trabalho, dois terços dos vínculos CLT já operam em 5x2, mas setores como transporte aéreo, alojamento e comércio ainda dependem fortemente da escala 6x1. Daniel Duque, pesquisador do FGV IBRE, destaca que a média de trabalho no Brasil (40,1 horas) já é inferior à média mundial (42,7 horas), e o grande desafio reside na produtividade estagnada: o trabalhador brasileiro produz US$ 21,2 por hora, valor muito abaixo de países como a Irlanda. Na sequência, os desdobramentos do Caso Master: a possível delação premiada de Daniel Vorcaro, chefe do banco liquidado por fraudes, é considerada "explosiva" devido ao seu trânsito em diversas esferas do poder. Especialistas da FGV, como o jurista Jean Menezes de Aguiar, esclarecem que, embora Vorcaro seja apontado como líder de uma organização criminosa, a legislação brasileira não impede o acordo de colaboração, embora limite benefícios, como a impossibilidade de evitar a denúncia. O material extraído do celular de Vorcaro, que inclui mensagens com magistrados e caciques partidários, pode levar à entrega de nomes do Legislativo e do Judiciário em troca de redução de pena. E mais: o futuro do inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal. Prestes a completar sete anos, a investigação é alvo de um pedido de encerramento pela OAB, que questiona a duração indefinida e o acúmulo de funções do ministro Alexandre de Moraes como "vítima e investigador". Para Álvaro Jorge, professor da FGV Direito Rio, o inquérito cumpriu um papel extraordinário ao desmantelar o "gabinete do ódio" e estruturas que ameaçavam a democracia, mas sua permanência pode gerar uma percepção de abuso de prerrogativas. O debate agora foca na necessidade de o STF encontrar um caminho de consenso para finalizar a apuração sem comprometer as provas colhidas contra figuras como Jair Bolsonaro e ex-parlamentares.👉 Créditos jornalísticos: Estadão, O Globo, Nexo Jornal👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo BittencourtRadar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticiasO Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pela geopolítica e os conflitos no Oriente Médio: o governo de Donald Trump, impulsionado pelo que considera um êxito na estratégia contra Nicolás Maduro na Venezuela, agora foca na mudança de regime no Irã e, futuramente, em Cuba. Para Matias Spektor, professor da FGV, o sucesso na Venezuela criou as condições políticas para a ofensiva contra o Irã, embora o país persa seja militarmente mais complexo e poderoso. Enquanto os Estados Unidos buscam substituir a liderança iraniana e encerrar programas nucleares e de mísseis, especialistas alertam que a resistência de um regime estruturado há quatro décadas pode transformar o conflito em uma guerra de longo prazo. Na sequência, os impactos econômicos da guerra: a crise no Oriente Médio reduziu a produção global de petróleo em 6,7 milhões de barris por dia, cerca de 6% da oferta mundial, devido a danos estruturais e ao fechamento do Estreito de Ormuz. Diante desse cenário, Daniel Vargas, professor da FGV, destaca que o Brasil tem uma oportunidade estratégica para expandir seus biocombustíveis. Segundo Vargas, o país possui o diferencial único de produzir alimentos e energia de forma sinérgica, o que pode ajudar a superar preconceitos internacionais e consolidar o biocombustível brasileiro como uma commodity global e alternativa real ao petróleo. E mais: o avanço da misoginia digital e da violência contra a mulher. Investigações da Polícia Federal apontam para o crescimento de redes sociais que incitam o ódio de gênero, um fenômeno que se agravou drasticamente. Um estudo da Fundação Getúlio Vargas revela que grupos no Telegram que estimulam a violência contra mulheres cresceram 600 vezes desde a pandemia, alcançando 200 mil usuários. Além disso, o NetLab da UFRJ aponta que canais no YouTube com discursos de ódio acumulam 23 milhões de inscritos. O enfrentamento jurídico fundamenta-se na Lei Lola, de 2018, que atribui à PF a responsabilidade de investigar crimes de ódio contra mulheres em ambientes digitais. 👉 Créditos jornalísticos: Globo News, R7 Notícias, Jornal Nacional👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias!Começamos pela segurança e diplomacia: a possívelclassificação das facções brasileiras PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos gera alerta sobre a soberania nacional.Segundo Thiago Bottino, professor de Direito Penal da FGV, equiparar esses grupos ao terrorismo é um erro conceitual, pois eles visam lucro financeiro e não possuem objetivos políticos ou bandeiras ideológicas. Para o cientista político Maurício Santoro, tal medida da administração de Donald Trump poderia justificar intervenções militares unilaterais e tensionar a relação diplomática com o governo Lula em pleno ano eleitoral de 2026.Na sequência, a percepção pública sobre a corrupção: apesarde escândalos recentes envolvendo o Banco Master e o INSS, apenas 9% dos brasileiros apontam a corrupção como o principal problema do país, de acordo com o Datafolha. O levantamento indica que a saúde (21%) e a segurança pública(19%) continuam no topo das preocupações. Para o professor da FGV, Marco Antônio Teixeira, embora o tema da moralidade política ainda não tenha disparado, ele será central na caixa de ressonância das eleições, impactando as estratégias de pré-candidatos como o presidente Lula e o senador FlávioBolsonaro.E mais: o impacto do cenário global no prato do brasileiro.O agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã elevou o preço do barril de petróleo acima de US$ 100, gerando um efeito cascata no agronegócio. Conforme relatórios do FGV Agro, a alta do diesel encarece o frete rodoviário e a produção de fertilizantes, pressionando os custos de carnes, grãos ehortifrutis. Para a analista Yedda Monteiro, o petróleo é o principal vetor de transmissão de custos no campo, resultando em repasses integrais que elevam ainflação dos alimentos para o consumidor final.👉 Créditos jornalísticos: O Globo, Folha de S.Paulo, Portal Band👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo BittencourtRadar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticiasO Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências napronúncia de algumas palavras
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pelo Judiciário: o Supremo Tribunal Federal enfrenta o que especialistas classificam como sua pior crise de reputação. Segundo o professor Rubens Glezer, da FGV Direito SP, o desgaste atual não decorre de decisões judiciais, mas da conduta individual de magistrados. O foco está no "Caso Master", envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. Ministros da Corte avaliam que o episódio envolvendo Alexandre de Moraes, citado em mensagens obtidas pela PF no celular de Vorcaro, é "mais grave" que o de Dias Toffoli. Enquanto isso, o ministro André Mendonça ganha protagonismo na relatoria das investigações, embora sua condução sofra resistência interna e críticas da PGR. Paralelamente, juristas como Maíra Fernandes, professora da FGV Direito Rio, criticam o vazamento de conversas íntimas de Vorcaro, classificando a exposição de mulheres não investigadas como "machismo puro" e um espetáculo desnecessário que viola a privacidade. Na sequência, as barreiras invisíveis que freiam a presença de mulheres na política brasileira. O Mapa Mulheres na Política 2025, da ONU e UIP, coloca o Brasil em uma desconfortável 133ª posição em representatividade parlamentar, atrás de países como Zimbábue e Arábia Saudita. Para Lara Mesquita, professora da FGV EESP, a dificuldade é multifatorial. Dados do TSE revelam uma disparidade crucial no financiamento: enquanto homens brancos recebem mais recursos financeiros em espécie no início das campanhas, mulheres e pessoas negras dependem majoritariamente de recursos estimáveis, como materiais gráficos, o que reduz a autonomia estratégica e a eficácia das candidaturas femininas. E mais: a economia global sob o impacto do "custo-Trump": a guerra entre Estados Unidos e Irã gerou nova turbulência nos mercados. De acordo com Lia Valls, pesquisadora do FGV IBRE, o bloqueio de rotas vitais, como o Canal de Suez e o Estreito de Ormuz, eleva drasticamente os custos de frete e ameaça o comércio mundial. No Brasil, o cenário é de incerteza: embora a condição de exportador de petróleo possa mitigar danos e atrair dólares, a escalada inflacionária pressiona os juros futuros e pode limitar o ciclo de baixa da Selic. O momento é visto como um capítulo da erosão da ordem global estabelecida no pós-guerra, substituída por um cenário de desordem geopolítica. 👉 Créditos jornalísticos: Valor Econômico, O Globo, BBC News👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
Neste episódio do Radar FGV, falamos sobre a baixa participação feminina no mercado de trabalho e as persistentes disparidades salariais entre homens e mulheres no Brasil. Abordamos também os reflexos da escalada do conflito no Oriente Médio para a economia brasileira, equilibrando ganhos com exportação de petróleo e riscos inflacionários. E ainda: o avanço dos leilões de infraestrutura e parcerias público-privadas previstos para março, que podem destravar mais de 40 bilhões de reais em investimentos. 👉 Créditos Jornalísticos: Jornal Nacional/ TV Globo, Jornal da Cultura/ TV Cultura👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt O Radar FGV é o podcast do FGV Notícias. Nossa proposta é detectar os principais acontecimentos da semana e trazer análises de especialistas da Fundação Getulio Vargas sobre esses temas. 📌 Acesse o FGV Notícias: https://portal.fgv.br/noticias O Radar FGV é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras
Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pela educação básica: um estudo do Movimento Profissão Docente revela uma disparidade salarial acentuada entre as redes estaduais em 2025. Enquanto o Mato Grosso do Sul oferece o maior salário inicial do país (R$ 13mil), o Rio de Janeiro paga o valor do piso nacional (R$ 4,8 mil). Segundo Haroldo Correa Rocha, do Movimento Profissão Docente, a concentração de altos salários no fim da carreira, sem critério de mérito, dificulta a atração de talentos. Além disso, uma pesquisa da FGV com o Instituto Península destaca que o professor é responsável por quase 60% do desempenho dos alunos, superando variáveis como infraestrutura e escolaridade dos pais. Na sequência, a crise dos fundos de previdência: a liquidação extrajudicial do Banco Pleno trouxe novos desafios para o Rioprevidência e a Amprev (Amapá), que investiram, respectivamente, R$ 970 milhões e R$ 400 milhões em títulos do Grupo Master. Como estratégia de recuperação, o estado do Rio obteve autorização judicial para reter repasses de empréstimos consignados de servidores, acumulando R$ 80 milhões até janeiro. Para Cleveland Prates, professor da FGV Direito SP, a estratégia é uma "medida desesperada", visto que não há garantias de que esses recursos retidos priorizarão o ressarcimento do rombo frente a outros credores na liquidação. E mais: o comportamento do mercado imobiliário. O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR), do FGV IBRE, registrou alta de 0,30% em fevereiro de 2026, uma desaceleração em relação aos 0,65% de janeiro. Belo Horizonte liderou a alta mensal com 0,97%, enquanto São Paulo apresentou estabilidade com 0,03%. Para o economista Matheus Dias, da FGV, os números indicam uma normalização de preços após fortes altas recentes, sinalizando um ano de menor volatilidade nas taxas mensais, embora sem indicativos de queda no acumulado de 12 meses. 👉 Créditos jornalísticos: Estadão, O Globo, IstoÉ Dinheiro👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso, Eduardo Bittencourt Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.






