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República de Ideias
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República de Ideias

Autor: Ateliê de Humanidades

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Descrição

Este é o podcast República de Ideias do Ateliê de Humanidades!
Ele se constitui como espaço de debate de ideias, autores e reflexões sobre questões clássicas e contemporâneas. Ele tem por missão propiciar, por meio de experiências digitais, a ampliação e a difusão de conhecimento e cultivo em filosofia e ciências humanas. Com isso, objetivamos ser um canal público tanto de livre-formação de alta qualidade, quanto também de pensamento sobre a atualidade, que presta um trabalho intelectual a serviço do público e orientado para a formação democrática.
51 Episodes
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Há mais culturas entre franceses e alemães do que pode crer nossa tradição intelectual. Neste espírito de difusão de novos autores, pensamentos e culturais intelectuais, começamos nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com nossas atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ela consistirá em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro Sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins, e convidados. O objetivo é ambientar o ouvinte com o debate de ideias em Portugal, trazendo temas como: o colonialismo português e europeu; a relação entre Portugal e o Ocidente europeu; o mundo luso-brasileiro e ibérico; a trama complexa que envolve figuras de porte na vida cultural portuguesa como Eduardo Lourenço, António Sérgio, Agostinho da Silva e o próprio Hermínio Martins. Neste segundo episódio, nós apresentamos a fortuna crítica da obra de Hermínio Martins, falando sobre o percurso de sistematização de seus trabalhos e de recepção na Inglaterra, em Portugal e no Brasil; e terminamos nossa conversa com o Fado loucura, cantado por Ana Moura. No nosso próximo episódio, nós iremos apresentar a juventude de Hermínio em Moçambique e seu contato com uma importante geração de intelectuais portugueses com suas conexões com o Brasil. Além do podcast, trazemos também um pequeno vídeo, o segundo feito generosamente pelo próprio Marcos Lacerda, que apresenta didaticamente a fortuna crítica de Martins.
Há mais culturas entre franceses e alemães do que pode crer nossa tradição intelectual. Neste espírito de difusão de novos autores, pensamentos e culturais intelectuais, começamos nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com nossas atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. (https://ateliedehumanidades.com/2020/07/10/republica-de-ideias-vila-morena-o-debate-de-ideias-em-portugal/). Ela consistirá em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro Sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins, e convidados. O objetivo é ambientar o ouvinte com o debate de ideias em Portugal, trazendo temas como: o colonialismo português e europeu; a relação entre Portugal e o Ocidente europeu; o mundo luso-brasileiro e ibérico; a trama complexa que envolve figuras de porte na vida cultural portuguesa como Eduardo Lourenço, António Sérgio, Agostinho da Silva e o próprio Hermínio Martins. Neste primeiro episódio damos algumas pitadas da obra do sociólogo e filósofo português Hermínio Martins, falando quem ele é e quais são as facetas de sua obra: a filosofia da ciências, a sociologia de Portugal e a filosofia e sociologia das tecnociências. Além da pitada de entrada, terminamos, como sempre ocorrerá, com um tempero musical, Lisboa que amanhece, que nos traz para um universo musical e cultural de nosso debate de ideias. Além do podcast, trazemos também um pequeno vídeo que apresenta Hermínio Martins, feito generosamente pelo próprio autor, Marcos Lacerda (https://www.youtube.com/watch?v=2sW4QoacWsU)
Áudio-leitura de artigo no Fios do Tempo: Que comunicação e que jornalismo para o mundo pós-coronavírus?, de José Luís Garcia, sociólogo português da Universidade de Lisboa. Acesse o artigo no link: https://ateliedehumanidades.com/2020/07/13/fios-do-tempo-que-comunicacao-e-que-jornalismo-para-o-mundo-pos-coronavirus/ Neste texto que ora publicamos, de José Luís Garcia, começamos por reconhecer que os mídias e a profissão do jornalismo em nossas sociedades urbanas e complexas são vulneráveis a inúmeras críticas, mas que é impossível passar sem eles. Diante do debate sobre pós-verdade, a ideologização política e a consciência da importância de informações confiáveis e de uma mediação simbólica estável para conduzir nossas vidas e tomar decisões, percebemos que não é mais aceitável contornar questão cruciais tais como: como se dá a comunicação em nossa sociedade? Qual é o papel do jornalismo em uma democracia? Qual uso deve ser feito das tecnologias digitais no exercício de seu papel? Há espaço ainda para um jornalismo não digital baseado em interações e papéis? Desejamos uma excelente leitura, ou escuta!
https://ateliedehumanidades.com/2018/07/04/uma-politica-em-memoria-das-vidas-interrompidas-artigo-de-andre-magnelli-para-o-jornal-do-brasil/ Há dois anos André Magnelli escreveu um artigo no Jornal do Brasil defendendo "Uma política em memória das vidas interrompidas". De lá para cá, infelizmente, a normalização das mortes se ampliou ainda mais e de forma surpreendente, com uma nova normalização, oriunda das quase 60 mil mortes provocadas pela pandemia.  O Brasil é uma máquina de triturar gente sem perder o humor. Isso porque persiste em negar e desresponsabilizar, em um ciclo de indiferença. O que fazer? Foi proposta ali uma política de memória das vidas interrompidas.  Vale notar que houve louváveis iniciativas durante a pandemia, trazendo corpos, rostos e relações para além dos números, como o projeto Inumeráveis (https://inumeraveis.com.br/). Elas devem ser reforçadas, difundidas e ampliadas. Abraços fraternos. https://ateliedehumanidades.com/2018/07/04/uma-politica-em-memoria-das-vidas-interrompidas-artigo-de-andre-magnelli-para-o-jornal-do-brasil/
Áudio-leitura do artigo "Para superar o divórcio entre economia e sociedade : diagnóstico crítico e notas propositivas em um contexto de pandemia" (https://ateliedehumanidades.com/2020/06/24/fios-do-tempo-para-superar-o-divorcio-entre-economia-e-sociedade-por-genauto-franca-filho-andre-magnelli-e-philippe-eynaud/). , escrito por Genauto Carvalho de França Filho, André Magnelli e Philippe Eynaud, que foi publicado na Revista Nau Social no Fórum Especial: Democracia, Políticas Públicas e Covid-19.
Áudio-leitura de artigo de Luiz Werneck Vianna, "Não há mal que sempre dure", publicado no Fios do tempo no dia 21 de junho de 2020. Acesse nosso site para ler o artigo: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/21/fios-do-tempo-nao-ha-mal-que-sempre-dure-luiz-werneck-vianna/. Aproveite para conhecer o acervo do Fios do tempo: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/23/fios-do-tempo-analises-do-presente-acesse-o-acervo/ *** O texto de Luiz Werneck Vianna que ora apresentamos nos oferece uma perspectiva sobre a conjuntura política recente do país, identificando as ameaças à democracia e aos recursos de proteção social que foram constituídos pela Constituição de 1988. Ele aponta para o cerne do projeto autoritário que se articulou a partir da derrocada de nosso sistema de representação política. Seu artigo sustenta que esse movimento não pode ser compreendido sem um exame das políticas anteriores que desvalorizaram as capacidades de ação da sociedade civil e projetaram o Estado como um poder tutelar sobre uma sociedade em que os cidadãos são reduzidos a consumidores. Há contudo resistências que se erguem nas instituições e que podem se beneficiar de bons ventos que vão surgindo no plano global. Desejamos uma excelente leitura! Felipe Maia & André Magnelli Fios do Tempo, 21 de junho de 2020
Áudio-leitura de artigo de Emmanuel Rapizo publicado no Fios do Tempo em 20 de junho "O egoísmo integral como política de representação". A leitura é feita pelo próprio autor.  Acesse o texto no site do Ateliê de Humanidades: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/20/fios-do-tempo-o-egoismo-integral-como-politica-de-representacao/(abrir em uma nova aba). Acompanhe nossas publicações no Fios do Tempo! https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/
..O República de ideias publica hoje, na forma de podcast e vídeo, uma conversa sobre nosso fascismo tabajara ou cesarismo tropical. Felipe Maia (UFJF), Emmanuel Rapizo e André Magnelli conversam sobre a conjuntura política contemporânea e os possíveis desdobramentos do governo Bolsonaro, analisando os "nós" do bolsonarismo compostos pelos laços, embaraços e confusões entre Bolsonaro, os militares, o empresariado, os cidadãos e as instituições políticas.   Isso é feito dialogando com dois textos publicados no Fios do tempo: "A resistência ao fascismo tabajara", de Luiz Werneck Vianna (https://ateliedehumanidades.com/2020/06/01/fios-do-tempo-a-resistencia-ao-fascismo-tabajara-luiz-werneck-vianna/), e "Crise e ameaça cesarista", de Felipe Maia (https://ateliedehumanidades.com/2020/05/25/fios-do-tempo-crise-e-ameaca-cesarista-por-felipe-maia/).   Desejamos uma excelente escuta! Tópicos - A contribuição de L. Werneck Vianna para a compreensão do Bolsonarismo: o fascismo tabajara como forma de novo liberalismo; - Reflexões sobre quem são os grupos empresariais que apoiam Bolsonaro; seus interesses e representações; - Como  o conceito de cesarismo permite entender a concepção de representação do presidente e seus seguidores? - Comparações com o contexto mexicano; - Os militares e o governo: tentando desatar nós e desvendar certos enigmas; - O bolsonarismo: como nasceu do judiciarismo e se voltou contra o judiciário? - Será possível projetar cenários do que ocorrerá com o governo?  Apresentadores: André Magnelli e Emmanuel Rapizo Convidado: Felipe Maia (UFJF) Produção e edição audiovisual: Henrique Rapizo Vinheta de abertura: Bruno Albert Direção de produção: Emmanuel Rapizo Direção geral e concepção editorial: André Magnelli
Áudio-leitura de artigos publicado no Fios do tempo, do Ateliê de Humanidades: " Dez fragmentos e aforismos em tempos de perplexidade", do sociólogo colombiano Gabriel Restrepo. Acompanhe nossas publicações no site do Ateliê de Humanidades: https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/ Apresentação do artigo no Fios do Tempo Na continuidade dos debates do Fios do tempo sobre a pandemia de coronavírus, publicamos agora uma belíssima reflexão poético-sociológica do escritor e sociólogo colombiano Gabriel Restrepo. Nestes “Dez fragmentos e aforismos em tempos de perplexidade”, Restrepo acompanha os ritornelos da experiência humana e “ladino”-americana pelas dobraduras do tempo. Sendo um exemplar do que há de melhor na tradição intelectual das terras do Sul, esta peça de arte literária nos propicia uma viagem pelo que é tecido em conjunto (o complexo) – percorrendo os fios dos saberes em busca de uma razão potente e expandida, apta a entrelaçar ciência, poesia e sapiência. Desta forma, movido pelas perplexidades de nosso tempo, Restrepo nos convida não apenas a realizar uma anamnese, filológica e poeticamente ilustrada, de nós mesmos e da história da humanidade em seu enraizamento bio-ecológico, como também a nos conectar com a sabedoria emergente da condição descentrada, periférica, perplexa e paradoxal própria à experiência “ladino”-americana. Em um mundo de infinitos “soluços sem cuidado”, somente o retorno à sabedoria, o amor  e o exercício de uma escuta profunda poderão, talvez, nos salvar da terrível profecia heideggeriana de que “só um Deus poderá nos salvar”.
Áudio-leitura de artigo publicado no Fios do Tempo: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/01/fios-do-tempo-a-resistencia-ao-fascismo-tabajara-luiz-werneck-vianna/. Diante da escalada autoritária, Luiz Werneck Vianna expõe com clareza a natureza do problema político que ameaça hoje a democracia brasileira e conclama a nossa resistência. Ele argumenta que o desígnio autoritário tem por alvo a Constituição de 88, com sua inspiração nos modernos Estados de direito democráticos e nas redes de direitos e de proteção social, pois pretende removê-los em favor de interesses e projetos de extração neoliberal. Neste ordenamento, as funções do poder Judiciário foram ampliadas para salvaguardar a Carta, mas necessitam da escora da sociedade civil e de seus movimentos, que apesar de suas divisões internas e das limitações decorrentes da pandemia, precisam se reunir e se fazer ouvir. Desejamos uma excelente leitura, ou escuta! Felipe Maia & André Magnelli Fios do Tempo, 01 de junho de 2020
O República de Ideias, na continuidade da série de debates sobre o coronavírus, publica um episódio que discute o artigo do economista colombiano Hernando Sáenz Acosta. Nele, o autor reflete sobre o direito à saúde e a proposta convivialista em face aos desafios oriundos da pandemia em curso, trazendo para tanto uma análise da experiência de privatização ocorrida na Colômbia desde os anos 1990. Com isso, Hernando gera uma importante reflexão cruzada: aos colombianos (e outros que sofreram um processo de privatização de seus sistemas de saúde) , é dada a oportunidade de refletir sobre a natureza do processo de privatização; e aos brasileiros, é dada a possibilidade de refletir sobre o sistema público de saúde e dos direitos sociais, antevendo quais seriam as consequências de uma privatização avançada. Para garantir esse reflexão cruzada, também convidamos a pesquisadora e mestra em saúde coletiva pela UFF, Amanda Rodrigues. Ela nos apresenta um pouco da história e princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. Destaca os desafios e as ameaças presentes, permitindo identificar as diferenças e similitudes com o caso colombiano.  Por fim, temos a participação de Emmanuel Rapizo, que apresenta um panorama da estrutura da área de saúde no México. A conversa é sobre o ensaio que publicamos no Fios do tempo. Convidamos a todos que o leiam também: https://ateliedehumanidades.com/2020/03/30/fios-do-tempo-o-direito-a-saude-em-face-ao-coronavirus-reflexoes-a-partir-da-experiencia-colombiana-por-hernando-saenz-acosta/. Apresentadores: André Magnelli e Emmanuel Rapizo Convidados:  Hernando Sáenz Costa (Universidade Santo Tomás - Bogotá, Colômbia)  Amanda Rodrigues (Fiocruz) Edição: Henrique Rapizo Vinheta de abertura: Bruno Albert Tópicos: 1. Saúde como direito ou saúde como mercadoria; 2. A montagem do sistema colombiano de saúde: como funciona, quais problemas? (Hernando Sáenz) 3. O Sistema único de Saúde no Brasil: como funciona e é percebido (Amanda Rodrigues) 4. O sistema mexicano: o desafio atual de construção de um sistema público (Emmanuel Rapizo) 5. Quais são os processos de privação em curso? Como se dá a relação entre público e privado  no Brasil? 6. Modelo hospitalar e modelo de atenção primária 7. Efeitos positivos da descentralização do SUS no Brasil 8. Os desafios contemporâneos em meio à pandemia 9. Perspectivas desejadas para o pós-pandemia na Colômbia, no México e no Brasil. *** Siga o Ateliê de Humanidades nas redes sociais! Twitter: https://twitter.com/AtelieHuman Instagram: https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ Facebook: https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/ Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCcS3jWlBCrLvtcWgmgDcn1w/featured Desejamos uma boa escuta!
Agora publicamos em áudio-leitura na República das Ideias uma terceira leitura em áudio dos artigos e ensaios que publicamos em Fios do Tempo, do Ateliê de Humanidades (https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/). Também está disponível em nossa página e no canal do YouTube. Trazemos o texto "Adoecer em um mundo convivial: debates sobre o tempo que vem", de Jaime Torres Guillén, com a leitura de André Magnelli. Parar ler o texto, é só acessar nosso site (https://ateliedehumanidades.com/2020/05/15/fios-do-tempo-adoecer-em-um-mundo-convivial-debates-para-o-tempo-que-vem-por-jaime-torres-guillen/) *** Seções Da doença reificada ao convivial como ferramenta / Questionar o mito-motor da medicina industrial / Da desorientação prática à desorientação teórica / Palavras finais *** Quem é Jaime Torres-Guillen? Jaime Torres Guillén é doutor em antropologia social e professor na Universidade de Guadalajara, México, diretor da revista Pieces in Dialogue Philosophy and Human Sciences e membro do SNI Nível I.
Ahora publicamos en audio-lectura en el República de Ideias una segunda lectura de audio de los artículos y ensayos que publicamos en Fios do Tempo, del Ateliê de Humanidades (https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/). También está disponible en nuestra página y en el canal de YouTube. Traemos el texto "Enfermarse en un mundo convivencial. Debates para el tiempo por venir ", de Jaime Torres Guillén, con lectura de Emmanuel Rapizo. Para leer el texto, simplemente acceda a nuestro sitio web (https://ateliedehumanidades.com/2020/04/27/fios-do-tempo-enfermarse-en-un-mundo-convivencial-debates-para-el-tiempo-que-viene-por-jaime-torres-guillen/) *** Secciones Introducción Cuestionar el mito-motor de la medicina industrial De la desorientación práctica a la desorientación teórica Palabras finales *** Quien es Jaime Torres-Guillen? Jaime Torres Guillén es doctor en antropología social.  Es profesor de tiempo completo de la Universidad de Guadalajara, Director de la revista Piezas en Diálogo Filosofía y Ciencias Humanas y miembro del SNI Nivel I.
Pela primeira vez aqui no República de Ideias, disponibilizamos um áudio-leitura dos artigos e ensaios que publicamos no Fios do Tempo, a tribuna do Ateliê de Humanidades (https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/). Ele também está disponível na nossa página e no canal do youtube. Como primeiro áudio-leitura, trazemos o texto "O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado", com autoria de Thiago Panica e André Magnelli. Para ler o texto, é só acessar nosso site (https://ateliedehumanidades.com/2020/05/04/fios-do-tempo-o-fim-de-uma-era-para-uma-sociedade-maior-que-o-mercado-por-andre-magnelli-thiago-panica/) Se quiser dialogar com o texto ou mandar alguma colaboração para o debate, só nos contactar por aqui, no República de Ideias, ou pelas redes sociais do Ateliê. *** Iniciamos nesta semana do dia 04 a 7 de maior, reflexões e proposições a respeito da dimensão econômico-social da crise que atravessamos. Começamos com as publicações do ensaio “O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado“, de André Magnelli & Thiago Panica, e em seguida da tradução do artigo “A urgência absoluta é evitar o pior”, de Thomas Piketty. Acompanhe-nos! Segue abaixo a programação da semana: 04 de maio Fios do tempo: “O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado“, por André Magnelli & Thiago Panica Fios do tempo: “A urgência absoluta é evitar o pior”, por Thomas Piketty 05 de maio Fios do tempo: “A pandemia põe o decrescimento na ordem do dia: raízes teóricas de um debate“, por Elimar P. do Nascimento (UNB) 06 de maio Divulgação e debate de “Para superar o divórcio entre economia e sociedade: diagnóstico crítico e notas propositivas em um contexto de pandemia”, por Genauto Carvalho de França Filho, André Magnelli, Philippe Eynaud. 07 de maio Ciclo de Humanidades Virtual: “Metamorfoses da colonialidade: pensar o capitalismo na era das incertezas”, com participação de Paulo Henrique Martins (UFPE) e Ricardo Pagliuso Regatieri (UFBA).
O República de ideias traz hoje uma conversa com o sociólogo mexicano Jaime Torres Guillén, professor da Universidade de Guadalajara, México, e pesquisador parceiro do Ateliê de Humanidades, sobre "pandemias, catástrofes e patologias sociais". André Magnelli e Emmanuel Rapizo conversam sobre as possibilidades de uma investigação sociológica das catástrofes e pandemias que seja capaz de revelar as gramáticas normativas da vida social, entre suas experiências de alienação e suas reivindicações de autonomia.   Tópicos   - Por que fazer uma interpretação externalista da pandemia?  - Como pensar, diante da crise da pandemia, a relação entre a autonomia da sociedade e os imperativos sistêmicos?  - A partir das crises e dos conflitos, revelam-se as gramáticas normativas das pessoas - O que é a patologia social? Além do medo e da anomia, trata-se de uma reivindicação de autonomia  - As classes populares serão as mais afetadas. Como responderão?  - A sociologia, uma ciência vocacionada a diagnósticos críticos e normativos do presente?   A conversa é sobre o ensaio que publicamos no Fios do tempo. Convidamos a todos que o leiam também:  Sobre pandemias, catástrofes e outras patologias sociais. Sobre Jaime Torres Guillen  É doutor em antropologia social e professor na Universidade de Guadalajara, diretor da revista Pieces in Dialogue Philosophy and Human Sciences e membro do SNI Nível I.
O República de Ideias traz hoje mais um episódio em que conversamos sobre a pandemia de coronavírus não apenas refletindo sobre o que acontece no presente como também pensando sobre futuros porvir. Neste episódio, Paulo Henrique Martins, Marco Aurélio de C. Silva e André Magnelli conversam sobre os horizontes de uma sociedade pós-coronavírus, analisando as ambivalências das tendências atuais a partir de um diálogo entre o psicológico e o social.  Desejamos uma boa escuta!   https://ateliedehumanidades.com/2020/04/15/podcast-horizontes-pos-coronavirus:-dialogos-entre-o-psicologico-e-o-social/   Tópicos   1. Reacomodações neoliberais ou reformas de vida?   - Vírus não é revolucionário: as reacomodações possíveis - Lembrar a convivialidade de Ivan Illich - O tempo e o espaço encurtados: uma possibilidade de recompor as formas de convivência - Do espaço-tempo de controle e exploração à revolução do intimismo - Breve apresentação dos princípios conviviais   2. Seremos ainda mais solus ou reencontraremos o socius?   - Atentado às Torres Gêmeas e a descoberta do viver no “tempo real” - Da sociedade da intimidade ao retorno de ser-conjunto? - De um sujeito da performance a uma pessoa moral e política? - Nascerá alguma transcendência que irrompa o “terror da imanência”?  - Superaremos as dualidades entre natureza e cultura?   3. A necessidade de uma abertura da sociologia   - A sociologia está muito focada nos novos papéis sociais - O desafio de pensar a individuação - Além do fanatismo e do narcisismo: a horizontalidade da dádiva - Individuação é diferente de individualização: a revolução molecular ainda não pensada do convivialismo - Fazer a dádiva circular para construir indivíduo, sujeito e coletividade - Refletir criticamente sobre as lutas por reconhecimento: narcisismo e afetos tristes - Responsabilidade, solidariedade e cuidado - A dádiva permite repensar o reconhecimento em uma chave generativa   4. Porvires   - O aprisionamento da teoria no mal-estar: reenriquecer a teoria e a concepção de civilização e cultura - Incertezas das catástrofes: a oportunidade de metamorfosear as estruturas psíquicas pela dádiva - Individuação pela dádiva
O República de ideias, podcast do Ateliê de Humanidades, traz hoje um episódio especial com participação do sociólogo e filósofo chileno Daniel Chernilo, que é a nosso ver um dos principais teóricos sociais contemporâneos. Sua obra reúne pesquisas sobre o nacionalismo, o cosmopolitismo e o Estado-nação, o direito natural e as ciências sociais, as relações entre filosofia e sociologia, o lugar da normatividade na sociedade contemporânea e o projeto de uma sociologia filosófica. Neste episódio, Felipe Maia, Emmanuel Rapizo e André Magnelli conversam com Chernilo sobre a atual crise do coronavírus, refletindo em torno de seu artigo publicado aqui no Fios do tempo:  A crise do coronavírus: breve história do desencaixe entre globalização, sistema internacional e Estados-nação (em português e espanhol). Em um espírito tipicamente internacionalista, buscamos nos entender em nossas línguas natais e irmãs: os entrevistadores perguntam em português, Chernilo responde em castelhano. Desta forma, toda a América latina tem a se beneficiar. Tópicos 1. Provocação de partida: em que o coronavírus nos faz pensar (ou repensar) sobre nossa sociedade? 2. Como o desencaixe entre o sistema internacional, a globalização e os Estados-nação permite compreender a crise da pandemia? 3. Reflexões comparadas: Ásia, EUA, Europa, Chile, Brasil, México 4. O que virá da crise? Mais globalização ou mais soberanismo? A busca de reencaixes 5. Que fazer? Perspectivas normativas para uma sociedade pós-coronavírus
Trazemos hoje um episódio do República de Ideias, tanto no formato de podcast quando no de vídeo, em que Felipe Maia, Emmanuel Rapizo e André Magnelli conversam sobre nossa conjuntura pandêmico-política em diálogo com os artigos Falso arrependimento de Bolsonaro sobre coronavírus não pode ser aceito, de Marcos Nobre (publicado hoje) e Solidariedade e confiança são os melhores recursos para lidar com a crise, de Felipe Maia.
Publicaremos hoje no República de Ideias um podcast (também em formato de vídeo) em que Emmanuel Rapizo, Marco A. de Carvalho Silva e André Magnelli conversam sobre os artigos de Zizek, Byung-Chul Han e Jonanildo Burity sobre a atual crise, não sem incluir no papo os textos de Daniel Chernilo, Paulo Henrique Martins e Saskia Sassen. O objetivo não é apenas pensar sobre o que está ocorrendo hoje, mas também refletir sobre nosso futuro, sobre caminhos porvir. Tópicos O diálogo crítico entre Zizek e Byung-Chul Han A visão de S. Žižek sobre a China:o golpe dos cinco passos; A crítica de Byung-Chul Han: aprendizados com a China e os países asiáticos; O que seria o comunista para S. Žižek? Liberalismo diplomado? Social democracia? Um vírus messias?; Byung-Chul Han: será o vírus mesmo um ponto de inflexão? Algumas noções sobre Byung Chul-Han em sua obra: terror da imanência, imunologia e pós-imunologia; Questão da "permissividade" nas nossas sociedades: convergências entre os autores; Pensando por contrastes entre o "oriente" e o "ocidente"; A questão do sistema internacional. Visões alternativas: Joanildo Burity e Daniel Chernilo Daniel Chernilo: desafios para a democracia diante do desencaixe entre sistema interncional, globalização e Estado-nação; Saskia Sassen: território, autoridade e direitos. Mudanças não zeram tudo! Quais capacidades são necessárias para superar a crise contemporâneas? Comparação entre as concepções do que pode vir da crise pandêmica contemporânea? Comparação entre os autores; Aprender a ser si mesmo com o conjunto: construir a convivialidade, renovar a psicanálise; Reencaixar global, internacional e nacional: retomar a capacidade do Estado agir e assumir as políticas públicas; Terminando com uma poesia de Camões.
No último encontro do Ciclo de Humanidades de 2019 trabalhamos o tema do tempo e do efeito da aceleração sobre nossas vidas em Na máquina do tempo: como viver em uma sociedade em (des)aceleração?. Naquele momento, estávamos a refletir sobre uma sociedade em aceleração, em um ciclo de sucessão de acontecimentos frenéticos. Naquele dia, tivemos a fala de Bruna Bataglia sobre “Os efeitos da vida sob o tempo de urgência”, feita por skype. Disponibilizamos sua exposição gravada antes do encontro, feita aqui tanto na forma de episódio de podcast como também na forma de vídeo. Com a pandemia do coronavírus, temos um fato novo, marcado por dura ironia: continuamos a nos defrontar com um frenesi de fatos e contingências difíceis de compreender, mas, com as medidas preventivas de confinamento social, nos vemos diante de uma interrupção abrupta das atividades, com uma desaceleração repentina e de duração incerta da nossa vida social e individual. Como pensar este momento ambivalente? Acreditamos que a fala de Bruna poderá nos ajudar a refletir. Uma boa escuta! Tópicos Como devemos entender o tempo da urgência? As várias formas de chamar o atual regime de temporalidade: presentismo, tirania do instante, império do efêmero, crise do porvir, 24/7, império da velocidade etc. As diferenças entre a aceleração do início do século XX e aquela dos anos 1970 em diante: o papel da internet, dos transportes etc.; A aceleração nas relações sociais, no trabalho e nas relações sociais e a explosão dos horizontes de escolha; A aceleração cultural: a recusa da morte e os ideais de felicidade Efeitos do tempo de urgência sobre nossas vidas Tempo da urgência como tempo do mercado; Efeitos da aceleração sobre a democracia Efeitos da aceleração sobre os indivíduos e o psiquismo: questão da depressão e da compreensão do mundo; O capitalismo emocional e a destruição de processos racionais; As fake news e os efeitos emocionais imediatos. Importância do direito em uma sociedade em aceleração: O jurídico como instituição de uma temporalidade social; A garantia da memória coletiva; Perdão e promessa; As regulações da vida diante das incertezas, dos riscos e das contingências do futuro; A importância da reflexividade para a vida democrática.
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Comentários (7)

Thayane Gomes

achei extremamente interessante o debate, parabéns pelo trabalho

Mar 29th
Responder (2)

Wallace Mello

Conheçi o podcast via Instagram e parabenizo pelo trabalho. Já adicionei aqui pra ficar ligado em tudo o que vocês produzem. Parabéns!!!

Jul 30th
Responder (3)
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