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República de Ideias
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República de Ideias

Autor: Ateliê de Humanidades

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Descrição

Este é o podcast República de Ideias do Ateliê de Humanidades!
Ele se constitui como espaço de debate de ideias, autores e reflexões sobre questões clássicas e contemporâneas. Ele tem por missão propiciar, por meio de experiências digitais, a ampliação e a difusão de conhecimento e cultivo em filosofia e ciências humanas. Com isso, objetivamos ser um canal público tanto de livre-formação de alta qualidade, quanto também de pensamento sobre a atualidade, que presta um trabalho intelectual a serviço do público e orientado para a formação democrática.
60 Episodes
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Temos o prazer de publicar a entrevista que nós, do Ateliê de Humanidades (ateliedehumanidades.com), fizemos com Bruno Latour. Realizada por André Magnelli, fundador, diretor e livre-pesquisador do Ateliê de Humanidades, no dia 04 de novembro. a entrevista tem por motivação e eixo a publicação de Diante de Gaïa  (Ateliê de Humanidades Editorial / UBU Editora) (https://ateliedehumanidades.com/2020/06/15/publicacao-de-diante-de-gaia-oito-conferencias-sobre-a-natureza-no-antropoceno-de-bruno-latour-ubu-atelie-de-humanidades-editorial/, mas ela puxou e entrelaçou os mais diversos fios da obra de Latour: ciência, política, semiótica, religião, geopolítica e estética. Somos muito gratos a Latour pela generosidade em disponibilizar seu tempo para a realização desta tão esclarecedora entrevista. O vídeo que por ora publicamos está em francês e sem legendas. Posteriormente será publicado com legendas em português. *** Nous sommes heureux de publier l'entretien que nous, de l'Ateliê de Humanidades (ateliedehumanidades.com) avons réalisée avec Bruno Latour. Réalisée par André Magnelli (fondateur, directeur et libre-chercheur de l'Ateliê de Humanidades) le 4 novembre dernier, l'entretien porte sur la publication de Face à Gaïa au Brésil (Ateliê de Humanidades Editorial / UBU Editora, 2020), mais en plus elle tire et entrelace les fils les plus divers de l'œuvre de Latour : science, politique, sémiotique, religion, géopolitique et esthétique. Nous sommes très reconnaissants à Latour de sa générosité, qui nous a accordé son temps pour cette entretien éclairante. La vidéo que nous publions pour l'instant est en français et sans sous-titres en portugais. Il sera publié ultérieurement avec des sous-titres portugais.
Está no ar o segundo episódio de nossa entrevista com o artista franco-pernambucano Sérgio Bello. Depois de “Do Recife Colonial ao Grito de Eros“, onde conversamos sobre o percurso do jovem Bello, tratamos agora de suas obras de arte de “O grito dos profetas”, que é um “remake” das esculturas de Aleijadinho dos 12 profetas. Em “Profetas de outrora, profetas de agora”, conversamos sobre como Bello percebe o gênio de Aleijadinho na sociedade colonial e sobre como o próprio Sérgio concebeu seus “profetas barrocos” como uma imagem de pensamento que se tornou uma criação material. Ao tratar disso, não deixamos de refletir um pouco sobre o sentido dos profetismo, de outrora e de agora. Desejamos uma excelente escuta! Episódio 1. Do Recife Colonial ao Grito de Eros Episódio 2. Profetas de outrora, profetas de agora Episódio 3. Os gritos dos povos, ainda e sempre Episódio 4. Escutar o grito da Terra, já! Você pode assistir ao episódio no formato podcast ou em vídeo. No formato de vídeo será possível visualizar as obras de Bello deste período.
No final de maio, com participação de André Magnelli e Paulo Henrique Martins, tivemos o prazer de entrevistar Sérgio Bello, um artista pernambucano nascido em 1952, que está radicado na França há décadas. Suas obras já estiveram presentes em publicações do Ateliê de Humanidades, como expressões estéticas de nossos encontros do Ciclo de Humanidades sobre solidariedade e de artigos do Fios do Tempo. Agora, temos a felicidade de trazer ao público, no República de Ideias, a primeira parte de nossa entrevista com o artista, que dividimos em quatro episódios: Episódio 1. Do Recife Colonial ao Grito de Eros Episódio 2. Profetas de outrora, profetas de agora Episódio 3. Os gritos dos povos, ainda e sempre Episódio 4. Escutar o grito da Terra, já! Neste primeiro episódio percorremos as obras do jovem Bello. Começamos conversando sobre sua juventude e seus primeiros desenhos bico de pena sobre o Recife colonial que, segundo Gilberto Freyre, mostraram o talento de um artista eminentemente ecológico. Depois passamos para a segunda fase da obra de Sérgio, onde começam seus trabalhos sobre os “Gritos” realizados em 1980-1982, começando pelos “Gritos de Eros”. Você pode assistir ao episódio no formato podcast ou em vídeo. No formato de vídeo será possível visualizar as obras de Bello deste período. Desejamos uma excelente escuta!
Chegamos ao quinto episódio de nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ele consiste em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro A sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins e também organizador (junto com André Magnelli) de Sociologia das tecnociências contemporâneas: ensaios de teoria social portuguesa , e convidados. Neste quinto episódio continuamos o tema desenvolvido por Lacerda no primeiro capítulo de A sociedade das tecnociências de mercadorias, denominado “dialética do esclarecimento à portuguesa”. Após conversarmos sobre a vertente mitopoética, conversamos aqui sobre a outra vertente de pensamento português que atravessou os séculos XIX e XX, chamado pelo autor de “racional-idealizante”. Tópicos Recapitulação do último episódio: o discurso mitopoético A crítica racional-idealizante ao discurso mitopoético Antonio Sérgio (1883-1969): seu itinerário O tema do decantismo de Portugal: Eça de Queiroz (1845-1900) e Antero de Quental (1842-1891) Um pouco sobre o pensamento de Antonio Sérgio: a crítica do reino cadaveroso e as reformas de Portugal (reforma das mentalidades e reforma social) Vitorino Magalhães Godinho (1918-2011): a crítica historiográfica na história portuguesa Paralelos com a história do Brasil: Mario de Andrade e Brasil contemporâneo O lugar de Hermínio Martins na dialética do esclarecimento: entre a mitopoética e a racionalista-idealizante Terminando com Antonio Variações “Estou Além”
Áudio-leitura do artigo  A antiética evangélica que ajuda a distrair o espírito do capitalismo – por Nelson Lellis, publicado no Fios do Tempo. Para lê-lo acesse: https://ateliedehumanidades.com/2020/09/09/fios-do-tempo-a-antietica-evangelica-que-ajuda-a-distrair-o-espirito-do-capitalismo-por-nelson-lellis/ ** Nesta semana o Fios do Tempo traz uma série de artigos inéditos sobre religião. Começamos com mais um texto do sempre lúcido, bem informado e sagaz Nelson Lellis, que reflete sobre o recente perdão de dívidas das Igrejas evangélicas: como isso expressa a forma pela qual os evangélicos se relacionam com o capitalismo e o modo como o capitalismo se realiza no Brasil? A seguir publicaremos dois textos que contribuem para pensar o que é, afinal, religião: primeiramente, discutindo com Lactâncio e Durkheim, Fábio Costa levanta uma interrogação sobre a concepção clássica de religião como “religação”: religar o quê, afinal?; e, em seguida, Wellington Freitas nos proporciona uma reflexão sobre o que é sagrado e como ele está, hoje, a ser simplesmente “encaixotado”. Acompanhe-nos. E desejamos, como sempre, uma excelente leitura, ou escuta. A. M. Fios do Tempo, 09 de setembro de 2020
Chegamos ao quarto episódio de nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ele consiste em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro A sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins e também organizador (junto com André Magnelli) de Sociologia das tecnociências contemporâneas: ensaios de teoria social portuguesa , e convidados. Neste quarto episódio entramos no tema desenvolvido por Lacerda no primeiro capítulo de A sociedade das tecnociências de mercadorias, denominado “dialética do esclarecimento à portuguesa”. Conversamos aqui sobre uma vertente de pensamento português que atravessou os séculos XIX e XX, chamado pelo autor de “mitopoético”. Dialogando história, sociologia e poesia, trazemos ao público um pouco das formas de compreender o moderno Portugal por meio do pensamento mitológico, situando o debate em meio à Renascença Portuguesa no século XX. E, para tanto, refazemos brevemente um percurso que vai desde Lusíadas até Agostinho da Silva, passando pelo fulcral livro de poesia Mensagem de Fernando Pessoa. E como sempre, terminamos nosso episódio com uma música expressiva da ambiência portuguesa, desta vez o Rosinha dos Limões, do cantor português Max. Tópicos Recapitulação do último episódio O que seria uma “dialética do Esclarecimento à portuguesa”? A modernidade portuguesa entre mythos e logos Os “estrangeirados” nas distintas épocas de Portugal A Renascença Portuguesa e a revista Águia Significados do discurso mitopoético e suas repercussões sobre a compreensão da história de Portugal Um momento fulcral: alguns poemas de Mensagem, de Fernando Pessoa O Grupo de São Paulo De Padre Antonio Vieira a Agostinho da Silva: do federalismo democrático e catolicismo popular ao “imenso Portugal” do quinto Império Terminando com um pouco de música: Rosinha dos Limões de Max
Áudio-leitura de artigo publicado no Fios do Tempo: https://ateliedehumanidades.com/2020/08/24/fios-do-tempo-nao-e-possivel-apagar-o-fogo-com-combustivel-o-racismo-e-a-discriminacao-sempre-matam-por-adrian-scribano/ As lutas contra o racismo e a discriminação não apagarão o fogo lançando mais combustível no ódio. Isso seria apenas aumentar a pira da tanatologia contemporânea. Ao invés, cabe-nos lembrar, com Martin Luther King e outros, que o caminho da luta contra o racismo e pela liberdade pode ser trilhado pelo amor e a esperança. O Fios do tempo traz hoje, como preparativo para o Painel internacional Racismos e discriminações, que se realizá nesta terça-feira (amanhã) às 16h no Brasil (https://www.youtube.com/watch?v=b39duT8lX84&feature=youtu.be), a tradução deste brevíssimo, mas incisivo, texto do sociólogo argentino Adrian Scribano (diretor do Centro de Investigaciones y Estudios Sociológicos (CIES) | Universidade de Buenos Aires). Desejamos uma excelente leitura, ou escuta!
Áudio leitura do artigo publicado no Fios do tempo Os desafios na pós-democracia brasileira – por Nelson Lellis, com leitura feita pelo próprio autor. Para ler o artigo, acesse: https://ateliedehumanidades.com/2020/08/19/fios-do-tempo-os-desafios-na-pos-democracia-brasileira---por-nelson-lellis/(abrir em uma nova aba) O que é pós-democracia? Estamos a viver em uma? A quem convém a lógica pós-democrática e como podemos sair dela? Publicamos hoje no Fios do Tempo mais um texto de Nelson Lellis, que sempre em boa prosa, com acesso aos leigos sem perder a qualidade acadêmica, toca questões importantes para pensar na crise de nossa democracia: a crise do neoliberalismo; o empobrecimento da linguagem e a anti-política do imigo a ser batido. Desejamos uma excelente leitura, ou escuta!
Chegamos ao terceiro episódio de nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ele consiste em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro A sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins e também organizador (junto com André Magnelli) de Sociologia das tecnociências contemporâneas: ensaios de teoria social portuguesa , e convidados. Neste terceiro episódio, reconstituímos o contexto da primeira formação de Hermínio Martins em Moçambique, tratado no primeiro capítulo de A sociedade das tecnociências de mercadorias, recuperando a trajetória de três intelectuais portugueses da geração de Martins: Eugenio Lisboa, José Gil e Ruy Guerra. Além do podcast, trazemos também um pequeno vídeo, o segundo feito generosamente pelo próprio Marcos Lacerda, que apresenta didaticamente a fortuna crítica de Martins. Tópicos I. Recapitulando o episódio anterior II. A primeira formação de Hermínio Martins: a geração do Liceu Salazar em Moçambique III. O Império colonial português em tempos de Salazar 1. Questão a nos guiar: como se constrói o debate de ideias em Portugal no século XX? Quais são suas principais linhas de força? 2. Modernidade portuguesa, “mitologias compensatórias” e colonialidade 3. Reconectar Brasil e Portugal: retomar o fluxo de ideias entre os dois países IV. Um panorama sobre a geração de Hermínio: 1. Eugenio Lisboa (1930- ) e suas memórias 2. José Gil (1939- ): “Portugal, medo de existir” 3. Ruy Guerra (1931- ): o Brasil da Bossa Nova, o cinema novo e Calabar 4. Portugal como corpo místico no processo descolonizador: da tese do luso-tropicalismo de Gilberto Freyre ao Fado Tropical 5. José Gil nos “Cadernos de Memórias Coloniais” de Isabela Figueiredo: as ambivalências do colono português no continente africano e a experiência dos “retornados” V. Cenas do próximo episódio: a questão da dialética do esclarecimento à portuguesa Ver mais sobre a série Vila Morena em nosso site: https://ateliedehumanidades.com/2020/08/16/podcast-vila-morena-iii-conexoes-de-uma-geracao-entre-mocambique-portugal-e-brasil/
Há mais culturas entre franceses e alemães do que pode crer nossa tradição intelectual. Neste espírito de difusão de novos autores, pensamentos e culturais intelectuais, começamos nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com nossas atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ela consistirá em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro Sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins, e convidados. O objetivo é ambientar o ouvinte com o debate de ideias em Portugal, trazendo temas como: o colonialismo português e europeu; a relação entre Portugal e o Ocidente europeu; o mundo luso-brasileiro e ibérico; a trama complexa que envolve figuras de porte na vida cultural portuguesa como Eduardo Lourenço, António Sérgio, Agostinho da Silva e o próprio Hermínio Martins. Neste segundo episódio, nós apresentamos a fortuna crítica da obra de Hermínio Martins, falando sobre o percurso de sistematização de seus trabalhos e de recepção na Inglaterra, em Portugal e no Brasil; e terminamos nossa conversa com o Fado loucura, cantado por Ana Moura. No nosso próximo episódio, nós iremos apresentar a juventude de Hermínio em Moçambique e seu contato com uma importante geração de intelectuais portugueses com suas conexões com o Brasil. Além do podcast, trazemos também um pequeno vídeo, o segundo feito generosamente pelo próprio Marcos Lacerda, que apresenta didaticamente a fortuna crítica de Martins.
Há mais culturas entre franceses e alemães do que pode crer nossa tradição intelectual. Neste espírito de difusão de novos autores, pensamentos e culturais intelectuais, começamos nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com nossas atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. (https://ateliedehumanidades.com/2020/07/10/republica-de-ideias-vila-morena-o-debate-de-ideias-em-portugal/). Ela consistirá em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro Sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins, e convidados. O objetivo é ambientar o ouvinte com o debate de ideias em Portugal, trazendo temas como: o colonialismo português e europeu; a relação entre Portugal e o Ocidente europeu; o mundo luso-brasileiro e ibérico; a trama complexa que envolve figuras de porte na vida cultural portuguesa como Eduardo Lourenço, António Sérgio, Agostinho da Silva e o próprio Hermínio Martins. Neste primeiro episódio damos algumas pitadas da obra do sociólogo e filósofo português Hermínio Martins, falando quem ele é e quais são as facetas de sua obra: a filosofia da ciências, a sociologia de Portugal e a filosofia e sociologia das tecnociências. Além da pitada de entrada, terminamos, como sempre ocorrerá, com um tempero musical, Lisboa que amanhece, que nos traz para um universo musical e cultural de nosso debate de ideias. Além do podcast, trazemos também um pequeno vídeo que apresenta Hermínio Martins, feito generosamente pelo próprio autor, Marcos Lacerda (https://www.youtube.com/watch?v=2sW4QoacWsU)
Áudio-leitura de artigo no Fios do Tempo: Que comunicação e que jornalismo para o mundo pós-coronavírus?, de José Luís Garcia, sociólogo português da Universidade de Lisboa. Acesse o artigo no link: https://ateliedehumanidades.com/2020/07/13/fios-do-tempo-que-comunicacao-e-que-jornalismo-para-o-mundo-pos-coronavirus/ Neste texto que ora publicamos, de José Luís Garcia, começamos por reconhecer que os mídias e a profissão do jornalismo em nossas sociedades urbanas e complexas são vulneráveis a inúmeras críticas, mas que é impossível passar sem eles. Diante do debate sobre pós-verdade, a ideologização política e a consciência da importância de informações confiáveis e de uma mediação simbólica estável para conduzir nossas vidas e tomar decisões, percebemos que não é mais aceitável contornar questão cruciais tais como: como se dá a comunicação em nossa sociedade? Qual é o papel do jornalismo em uma democracia? Qual uso deve ser feito das tecnologias digitais no exercício de seu papel? Há espaço ainda para um jornalismo não digital baseado em interações e papéis? Desejamos uma excelente leitura, ou escuta!
https://ateliedehumanidades.com/2018/07/04/uma-politica-em-memoria-das-vidas-interrompidas-artigo-de-andre-magnelli-para-o-jornal-do-brasil/ Há dois anos André Magnelli escreveu um artigo no Jornal do Brasil defendendo "Uma política em memória das vidas interrompidas". De lá para cá, infelizmente, a normalização das mortes se ampliou ainda mais e de forma surpreendente, com uma nova normalização, oriunda das quase 60 mil mortes provocadas pela pandemia.  O Brasil é uma máquina de triturar gente sem perder o humor. Isso porque persiste em negar e desresponsabilizar, em um ciclo de indiferença. O que fazer? Foi proposta ali uma política de memória das vidas interrompidas.  Vale notar que houve louváveis iniciativas durante a pandemia, trazendo corpos, rostos e relações para além dos números, como o projeto Inumeráveis (https://inumeraveis.com.br/). Elas devem ser reforçadas, difundidas e ampliadas. Abraços fraternos. https://ateliedehumanidades.com/2018/07/04/uma-politica-em-memoria-das-vidas-interrompidas-artigo-de-andre-magnelli-para-o-jornal-do-brasil/
Áudio-leitura do artigo "Para superar o divórcio entre economia e sociedade : diagnóstico crítico e notas propositivas em um contexto de pandemia" (https://ateliedehumanidades.com/2020/06/24/fios-do-tempo-para-superar-o-divorcio-entre-economia-e-sociedade-por-genauto-franca-filho-andre-magnelli-e-philippe-eynaud/). , escrito por Genauto Carvalho de França Filho, André Magnelli e Philippe Eynaud, que foi publicado na Revista Nau Social no Fórum Especial: Democracia, Políticas Públicas e Covid-19.
Áudio-leitura de artigo de Luiz Werneck Vianna, "Não há mal que sempre dure", publicado no Fios do tempo no dia 21 de junho de 2020. Acesse nosso site para ler o artigo: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/21/fios-do-tempo-nao-ha-mal-que-sempre-dure-luiz-werneck-vianna/. Aproveite para conhecer o acervo do Fios do tempo: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/23/fios-do-tempo-analises-do-presente-acesse-o-acervo/ *** O texto de Luiz Werneck Vianna que ora apresentamos nos oferece uma perspectiva sobre a conjuntura política recente do país, identificando as ameaças à democracia e aos recursos de proteção social que foram constituídos pela Constituição de 1988. Ele aponta para o cerne do projeto autoritário que se articulou a partir da derrocada de nosso sistema de representação política. Seu artigo sustenta que esse movimento não pode ser compreendido sem um exame das políticas anteriores que desvalorizaram as capacidades de ação da sociedade civil e projetaram o Estado como um poder tutelar sobre uma sociedade em que os cidadãos são reduzidos a consumidores. Há contudo resistências que se erguem nas instituições e que podem se beneficiar de bons ventos que vão surgindo no plano global. Desejamos uma excelente leitura! Felipe Maia & André Magnelli Fios do Tempo, 21 de junho de 2020
Áudio-leitura de artigo de Emmanuel Rapizo publicado no Fios do Tempo em 20 de junho "O egoísmo integral como política de representação". A leitura é feita pelo próprio autor.  Acesse o texto no site do Ateliê de Humanidades: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/20/fios-do-tempo-o-egoismo-integral-como-politica-de-representacao/(abrir em uma nova aba). Acompanhe nossas publicações no Fios do Tempo! https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/
..O República de ideias publica hoje, na forma de podcast e vídeo, uma conversa sobre nosso fascismo tabajara ou cesarismo tropical. Felipe Maia (UFJF), Emmanuel Rapizo e André Magnelli conversam sobre a conjuntura política contemporânea e os possíveis desdobramentos do governo Bolsonaro, analisando os "nós" do bolsonarismo compostos pelos laços, embaraços e confusões entre Bolsonaro, os militares, o empresariado, os cidadãos e as instituições políticas.   Isso é feito dialogando com dois textos publicados no Fios do tempo: "A resistência ao fascismo tabajara", de Luiz Werneck Vianna (https://ateliedehumanidades.com/2020/06/01/fios-do-tempo-a-resistencia-ao-fascismo-tabajara-luiz-werneck-vianna/), e "Crise e ameaça cesarista", de Felipe Maia (https://ateliedehumanidades.com/2020/05/25/fios-do-tempo-crise-e-ameaca-cesarista-por-felipe-maia/).   Desejamos uma excelente escuta! Tópicos - A contribuição de L. Werneck Vianna para a compreensão do Bolsonarismo: o fascismo tabajara como forma de novo liberalismo; - Reflexões sobre quem são os grupos empresariais que apoiam Bolsonaro; seus interesses e representações; - Como  o conceito de cesarismo permite entender a concepção de representação do presidente e seus seguidores? - Comparações com o contexto mexicano; - Os militares e o governo: tentando desatar nós e desvendar certos enigmas; - O bolsonarismo: como nasceu do judiciarismo e se voltou contra o judiciário? - Será possível projetar cenários do que ocorrerá com o governo?  Apresentadores: André Magnelli e Emmanuel Rapizo Convidado: Felipe Maia (UFJF) Produção e edição audiovisual: Henrique Rapizo Vinheta de abertura: Bruno Albert Direção de produção: Emmanuel Rapizo Direção geral e concepção editorial: André Magnelli
Áudio-leitura de artigos publicado no Fios do tempo, do Ateliê de Humanidades: " Dez fragmentos e aforismos em tempos de perplexidade", do sociólogo colombiano Gabriel Restrepo. Acompanhe nossas publicações no site do Ateliê de Humanidades: https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/ Apresentação do artigo no Fios do Tempo Na continuidade dos debates do Fios do tempo sobre a pandemia de coronavírus, publicamos agora uma belíssima reflexão poético-sociológica do escritor e sociólogo colombiano Gabriel Restrepo. Nestes “Dez fragmentos e aforismos em tempos de perplexidade”, Restrepo acompanha os ritornelos da experiência humana e “ladino”-americana pelas dobraduras do tempo. Sendo um exemplar do que há de melhor na tradição intelectual das terras do Sul, esta peça de arte literária nos propicia uma viagem pelo que é tecido em conjunto (o complexo) – percorrendo os fios dos saberes em busca de uma razão potente e expandida, apta a entrelaçar ciência, poesia e sapiência. Desta forma, movido pelas perplexidades de nosso tempo, Restrepo nos convida não apenas a realizar uma anamnese, filológica e poeticamente ilustrada, de nós mesmos e da história da humanidade em seu enraizamento bio-ecológico, como também a nos conectar com a sabedoria emergente da condição descentrada, periférica, perplexa e paradoxal própria à experiência “ladino”-americana. Em um mundo de infinitos “soluços sem cuidado”, somente o retorno à sabedoria, o amor  e o exercício de uma escuta profunda poderão, talvez, nos salvar da terrível profecia heideggeriana de que “só um Deus poderá nos salvar”.
Áudio-leitura de artigo publicado no Fios do Tempo: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/01/fios-do-tempo-a-resistencia-ao-fascismo-tabajara-luiz-werneck-vianna/. Diante da escalada autoritária, Luiz Werneck Vianna expõe com clareza a natureza do problema político que ameaça hoje a democracia brasileira e conclama a nossa resistência. Ele argumenta que o desígnio autoritário tem por alvo a Constituição de 88, com sua inspiração nos modernos Estados de direito democráticos e nas redes de direitos e de proteção social, pois pretende removê-los em favor de interesses e projetos de extração neoliberal. Neste ordenamento, as funções do poder Judiciário foram ampliadas para salvaguardar a Carta, mas necessitam da escora da sociedade civil e de seus movimentos, que apesar de suas divisões internas e das limitações decorrentes da pandemia, precisam se reunir e se fazer ouvir. Desejamos uma excelente leitura, ou escuta! Felipe Maia & André Magnelli Fios do Tempo, 01 de junho de 2020
O República de Ideias, na continuidade da série de debates sobre o coronavírus, publica um episódio que discute o artigo do economista colombiano Hernando Sáenz Acosta. Nele, o autor reflete sobre o direito à saúde e a proposta convivialista em face aos desafios oriundos da pandemia em curso, trazendo para tanto uma análise da experiência de privatização ocorrida na Colômbia desde os anos 1990. Com isso, Hernando gera uma importante reflexão cruzada: aos colombianos (e outros que sofreram um processo de privatização de seus sistemas de saúde) , é dada a oportunidade de refletir sobre a natureza do processo de privatização; e aos brasileiros, é dada a possibilidade de refletir sobre o sistema público de saúde e dos direitos sociais, antevendo quais seriam as consequências de uma privatização avançada. Para garantir esse reflexão cruzada, também convidamos a pesquisadora e mestra em saúde coletiva pela UFF, Amanda Rodrigues. Ela nos apresenta um pouco da história e princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. Destaca os desafios e as ameaças presentes, permitindo identificar as diferenças e similitudes com o caso colombiano.  Por fim, temos a participação de Emmanuel Rapizo, que apresenta um panorama da estrutura da área de saúde no México. A conversa é sobre o ensaio que publicamos no Fios do tempo. Convidamos a todos que o leiam também: https://ateliedehumanidades.com/2020/03/30/fios-do-tempo-o-direito-a-saude-em-face-ao-coronavirus-reflexoes-a-partir-da-experiencia-colombiana-por-hernando-saenz-acosta/. Apresentadores: André Magnelli e Emmanuel Rapizo Convidados:  Hernando Sáenz Costa (Universidade Santo Tomás - Bogotá, Colômbia)  Amanda Rodrigues (Fiocruz) Edição: Henrique Rapizo Vinheta de abertura: Bruno Albert Tópicos: 1. Saúde como direito ou saúde como mercadoria; 2. A montagem do sistema colombiano de saúde: como funciona, quais problemas? (Hernando Sáenz) 3. O Sistema único de Saúde no Brasil: como funciona e é percebido (Amanda Rodrigues) 4. O sistema mexicano: o desafio atual de construção de um sistema público (Emmanuel Rapizo) 5. Quais são os processos de privação em curso? Como se dá a relação entre público e privado  no Brasil? 6. Modelo hospitalar e modelo de atenção primária 7. Efeitos positivos da descentralização do SUS no Brasil 8. Os desafios contemporâneos em meio à pandemia 9. Perspectivas desejadas para o pós-pandemia na Colômbia, no México e no Brasil. *** Siga o Ateliê de Humanidades nas redes sociais! Twitter: https://twitter.com/AtelieHuman Instagram: https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ Facebook: https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/ Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCcS3jWlBCrLvtcWgmgDcn1w/featured Desejamos uma boa escuta!
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Comentários (7)

Thayane Gomes

achei extremamente interessante o debate, parabéns pelo trabalho

Mar 29th
Responder (2)

Wallace Mello

Conheçi o podcast via Instagram e parabenizo pelo trabalho. Já adicionei aqui pra ficar ligado em tudo o que vocês produzem. Parabéns!!!

Jul 30th
Responder (3)
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