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República de Ideias
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República de Ideias

Autor: Ateliê de Humanidades

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Descrição

Este é o podcast República de Ideias do Ateliê de Humanidades!
Ele se constitui como espaço de debate de ideias, autores e reflexões sobre questões clássicas e contemporâneas. Ele tem por missão propiciar, por meio de experiências digitais, a ampliação e a difusão de conhecimento e cultivo em filosofia e ciências humanas. Com isso, objetivamos ser um canal público tanto de livre-formação de alta qualidade, quanto também de pensamento sobre a atualidade, que presta um trabalho intelectual a serviço do público e orientado para a formação democrática.
70 Episodes
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Em homenagem, trazemos hoje no Fios do Tempo, na forma de texto e áudio-leitura, a entrevista da socióloga e filósofa italiana Elena Pulcini, que nos deixou no mês de março de 2021, vitimada pela Covid-19. Esta linda entrevista foi feita por escrito para o dossiê “A pandemia em um mundo complexo e global | pós-colonialidade e solidariedade em perspectivas” (vol. 10, n. 2 (2020), da Revista REALIS, organizado por Paulo Henrique Martins, Amurábi Oliveira, Silvia Cataldi e André Magnelli. A leitura das respostas de Pulcini foi feita, com beleza, pela livre-pesquisadora do ateliê de Humanidades, Lizete Valle. Desejo uma excelente leitura, ou escuta. A. M. Fios do Tempo, 28 de abril de 2021
Está no ar o terceiro episódio de nossa entrevista com o artista franco-pernambucano Sérgio Bello. Depois de “Do Recife Colonial ao Grito de Eros” e “Profetas de outrora, profetas de agora“, entramos agora em uma nova fase da obra de Sérgio, que se dedica a expressar estética e plasticamente os gritos dos povos diante da opressão, da violência e da miséria. Na versão em vídeo, temos uma pequena exposição de algumas obras significativas do autor ao som de João Bosco e Elis Regina (trilha sonora escolhida por Marcos Lacerda). Neste feriado de Tiradentes, este episódio permite pensar como a expressão da violência sentida por todas as partes apela a uma solidariedade vislumbrada sob o signo da transcendência de eros. Tenha uma excelente escuta! Episódio 1. Do Recife Colonial ao Grito de Eros (tempo: 35 minutos e 33 segundos) Episódio 2. Profetas de outrora, profetas de agora ( tempo: 21 minutos e 23 segundos) Episódio 3. Os gritos dos povos, ainda e sempre (tempo:17 minutos e 23 segundos) Episódio 4. Escutar o grito da Terra, já! Você pode assistir ao episódio no formato podcast ou em vídeo. No formato de vídeo será possível visualizar as obras de Bello deste período.
Vinculado ao lançamento do Segundo Manifesto Convivialista no Brasil, o Conviviações: construindo o convivialismo juntos realiza debates na forma de artigos, ensaios, vídeos, podcasts, lives e eventos, com o objetivo de proporcionar um espaço de aprimoramento teórico do convivialismo e de troca de experiências práticas. Com isso, buscamos criar, recepcionar, difundir, traduzir e ressoar iniciativas convivialistas por todo o Brasil, América Latina e mundo. Desde o final de 2020 realizamos alguns encontros que abordam vários temas fundamentais: o que é o convivialismo e qual sua trajetória, a relação entre teoria e prática, os quilombolas como convivialismo vivido, a crise civilizacional, a construção do comum, as mulheres na cidade, as tecnologias convivialistas… Todos eles estão registrados no canal do Ateliê de Humanidades. A partir de agora, disponibilizamos também em formato de podcast. Começamos por disponibilizar o encontro do Conviviações “Construir uma cidade convivial com e para as mulheres”. Com mediação de Bia Martins (jornalista e pesquisadora), tivemos uma conversa com a participação de Odja Barros (pastora batista, teóloga feminista e coordenadora do Grupo Flor de Manacá) e Rita Gonçalo (ETTERN, IPPUR/UFRJ). Rita Gonçalo fez uma apresentação bem completa sobre a condição das mulheres nas cidades brasileira e a importância de uma política pública baseada na análise interseccional sobre gênero, raça e classe. Em seguida, Odja Barros trouxe sua experiência como pastora feminista a fim de pensar como se dá hoje a relação entre as mulheres e a religião nas cidades. Em nosso debate, tivemos também a participação de Vivian Blaso, dos Cidades Afetivas, e Michele Guerreiro (professora e membro da Central do Convivialismo no Brasil). Para conhecer mais sobre o convivialismo, acesso o site ateliedehumanidades/convivialismo. Para baixar o e-book ou comprar o livre, acesse: https://ateliedehumanidades.com/2021/01/06/livro-segundo-manifesto-convivialista/
Nesta série, ela apresenta, de capítulo em capítulo, o livro de Christophe Bonneuil e Jean-Baptiste Fressoz: The Shock of the Anthropocene: The Earth, History and Us (Verso, 2017), que é uma tradução ampliada do livro L’Événement Anthropocène. La Terre, l’histoire et nous (Paris: Seuil, 2016).  As aulas estão disponíveis em vídeo pelo youtube e no podcast República de Ideias.  Aula IV: Quem é o anthropos do Antropoceno?  Esta aula trata do capítulo IV, onde os autores se defrontam com a pergunta: quem é este ser humano que está contido na ideia de Antropoceno? A resposta a esta pergunta conduz à recusa de se pensar em uma ideia de humanidade abstrata, visto que existe diferenciações, desigualdades e estratificações nesta humanidade. A reflexão faz com que se discuta outros conceitos e também a outras formas de elaborar os problemas ecológicos na relação entre cientistas, sociedade, público e poder.  Tempo de vídeo: 11 minutos e 20 segundos  Para assistir às demais aulas, vá para a playlist do curso: https://www.youtube.com/playlist?list=PLu2NbXklC78CqJ9eacYa_YqVg2bdlHxP- ***  Se gostar do tema e quiser aprofundar, sugerimos que conheça e compre o livro Diante de Gaia: oito conferências sobre a natureza no Antropoceno, de Bruno Latour: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/15/publicacao-de-diante-de-gaia-oito-conferencias-sobre-a-natureza-no-antropoceno-de-bruno-latour-ubu-atelie-de-humanidades-editorial/
Áudio leitura do artigo As faces do cuidado entre éticas, práticas e fluxos globais, publicado no Fios do Tempo, do Ateliê de Humanidades. Leia o artigo no site: https://ateliedehumanidades.com/2021/02/13/fios-do-tempo-as-faces-do-cuidado/ *** As práticas de cuidado são fundamentais para a produção e reprodução da vida humana e não humana; e a ética do cuidado é uma demanda urgente diante das crises de nosso tempo. É por isso que, como preparativo para o curso livre virtual “Teorias do cuidado: uma introdução”, trazemos hoje, no Fios do Tempo, um texto do brilhante jovem sociólogo Lucas Faial Soneghet que apresenta com clareza e competência o campo de estudos e pesquisas sobre o cuidado. Neste breve panorama, podemos conhecer as distintas faces do cuidado, investigadas por autoras como Carol Gilligan, Eva Feder Kittay, Joan Tronto, Patrícia Paperman, Helena Hirata, Annemarie Mol, Patricia Hill Collins, Lélia Gonzalez, Barbara Ehrenreich e Elena Pulcini. Desejo uma ótima leitura, ou escuta! A. M. Fios do Tempo, 13 de fevereiro de 2021
Trazemos a público o terceiro vídeo do curso de Introdução ao Antropoceno, dado por Melissa Lujambio (historiadora, professora e livre-pesquisadora do Ateliê de Humanidades): “Falando pela Terra”. Nesta série, ela apresenta, de capítulo em capítulo, o livro de Christophe Bonneuil e Jean-Baptiste Fressoz: The Shock of the Anthropocene: The Earth, History and Us (Verso, 2017), que é uma tradução ampliada do livro L’Événement Anthropocène. La Terre, l’histoire et nous (Paris: Seuil, 2016). Nesta aula, Melissa apresenta o capítulo 3. As aulas estão disponíveis em vídeo pelo youtube e no podcast República de Ideias. Você também pode assistir às aulas por vídeo no site do Ateliê de Humanidades: https://www.youtube.com/channel/UCcS3jWlBCrLvtcWgmgDcn1w
Áudio-leitura do artigo de Nelson Lellis no Fios do Tempo do Ateliê de Humanidades: Números, mentiras e marketing: a realidade não explica o atual governo: https://ateliedehumanidades.com/2021/01/26/fios-do-tempo-numeros-mentiras-e-marketing-por-nelson-lellis/ Conheça o acervo do Fios do Tempo: https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/ *** Hoje o Fios do Tempo tem postagem dupla. Depois do texto de Luiz Werneck Vianna que lembrou o esplêndido discurso de Ulysses Guimarães em 1973 para apelar à mobilização política e moral pelo “basta, fora já!”, publicamos agora à tarde mais um artigo de Nelson Lellis sobre o entrecruzamento entre religião e política. Tomando emprestado o conceitual de Bernard Manin para pensar nossa forma de representação midiático-política avessa à lógica dos fatos, Lellis analisa as tendências recentes de enfraquecimento do Governo Bolsonaro. Ele o faz assumindo o risco de ficar bem próximo ao calor dos fatos, como aquele que ocorreu hoje (dia 26 de janeiro) em que foi noticiado o pedido de abertura de impeachment por parte de distintas lideranças católicas e evangélicas. Desejamos uma ótima leitura. Ou escuta! A. M. Fios do Tempo, 26 de janeiro de 2021
Trazemos a público o segundo vídeo do curso de Introdução ao Antropoceno, dado por Melissa Lujambio (historiadora, professora e livre-pesquisadora do Ateliê de Humanidades). Nele, ela apresenta, de capítulo em capítulo, o livro de Christophe Bonneuil e Jean-Baptiste Fressoz: The Shock of the Anthropocene: The Earth, History and Us (Verso, 2017), que é uma tradução ampliada do livro L’Événement Anthropocène. La Terre, l’histoire et nous (Paris: Seuil, 2016). Nesta aula, Melissa apresenta o capítulo 2. “Pensando com Gaia: diante das humanidades ambientais”. As aulas também estão disponível em vídeo no youtube: https://youtu.be/35LyyC1A8Zk Se você gostou do tema, recomendamos que conheça e compre Diante de Gaia: oito conferências sobre a natureza no Antropoceno, de Bruno Latour, publicado pelo Ateliê de Humanidades & Ubu Editora: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/15/publicacao-de-diante-de-gaia-oito-conferencias-sobre-a-natureza-no-antropoceno-de-bruno-latour-ubu-atelie-de-humanidades-editorial/.
Trazemos a público uma série de vídeos produzidos por Melissa Lujambio (historiadora, professora e livre-pesquisadora do Ateliê de Humanidades), que apresenta, de capítulo em capítulo, o livro de Christophe Bonneuil e Jean-Baptiste Fressoz: The Shock of the Anthropocene: The Earth, History and Us (Verso, 2017), que é uma tradução ampliada do livro L’Événement Anthropocène. La Terre, l’histoire et nous (Paris: Seuil, 2016). Infelizmente o livro ainda não foi traduzido para o português. Estas aulas de acesso gratuito estão vinculadas às investigações da pesquisadora sobre história ambiental. Os dois autores são uns dos principais especialistas em ecologia e história ambiental na França, sendo Christophe Bonneuil o editor da importante coleção Anthropocène, da editora Le Seuil (https://www.seuil.com/collection/anthropocene-618). Você também pode assistir à aula no youtube: https://youtu.be/PqWGfPm99do Se você gostou do tema, recomendamos que conheça e compre Diante de Gaia: oito conferências sobre a natureza no Antropoceno, de Bruno Latour, publicado pelo Ateliê de Humanidades & Ubu Editora: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/15/publicacao-de-diante-de-gaia-oito-conferencias-sobre-a-natureza-no-antropoceno-de-bruno-latour-ubu-atelie-de-humanidades-editorial/.
Começamos hoje as atividades do República de Ideias em 2021, após um pequeno recesso. Este dia 22 de janeiro de 2021 é o dia de aniversário de  Gabriel Restrepo, sociólogo, poeta e filósofo colombiano, certamente um dos mais eruditos intelectuais latino-americanos de nosso tempo. Para comemorarmos seu aniversário, publicamos o áudio-leitura em espanhol do ensaio La Clave de Melquíades: abrir las puertas de una educación ladino-americana (A chave de Melquíades: abrir as portas de uma educação ladino-americana), com leitura feita pela intelectual, psicóloga e poeta colombiana Diana Patricia IriArte. Em seguida, disponibilizaremos o áudio-leitura do ensaio em português. Convidamos todos vocês a conhecerem outros textos de Gabriel Restrepo (e também de Diana Patricia Iriarte) em nosso site (ateliedehumanidades.com). Feliz aniversário, Gabriel Restrepo. E como diz um caro amigo e livre-pesquisador do Ateliê de Humanidades, Aldo Tavares, vida longa aos inquietos!! Vida longa aos que pelo amor são movidos: o amor pelos outros, o amor pelo mundo, amor pela sapiência, pela vida do espírito. Desejamos uma excelente escuta! 22 de janeiro de 2021 *** Estoy muy contento de publicar hoy nuestro primer ensayo de Gabriel Restrepo sobre educación, ciencia y cultura, “La clave de Melquíades”. En este espléndido texto, que ganó el Premio Internacional de la Multi-Universidad Edgar Morin en Hermosillo, México, Restrepo hace un viaje narrativo sobre nuestra historia latinoamericana, haciendo uso del personaje Melquíades, de la novela Cien años de soledad, de Gabriel Garcia Márquez, y de las figuras históricas de Simón Bolívar (el político y militar) y Simón Rodríguez (el educador), que son los hilos conductores del trabajo de anamnesis y anagnorisis. En el transcurso de la urdimbre, también nos encontramos con Maimónides, Diotima, Rousseau, Schiller, Mutis, Morin, Orlando Fals Borda, Fernando Zalamea etc, sin mencionar las míticas figuras fundadoras de nuestras culturas (Tunupa, Viracocha, Quetzacoalt, Ulises, Eneas…). A través del reconocimiento de nuestros arquetipos y tramas, de nuestras potencias, dramaturgias y tragedias, que nos hacen ser quienes somos en busca de lo que somos, el autor hace una catarsis proponiendo la promesa universal de una educación Ladino-Americana y presentando seis claves que pueden abrir las puertas de una educación para la sabiduría que supere nuestras guerras intestinales y renueve nuestra política. A.M. Fios do Tempo 28 de octubre de 2020
Temos o prazer de publicar a entrevista que nós, do Ateliê de Humanidades (ateliedehumanidades.com), fizemos com Bruno Latour. Realizada por André Magnelli, fundador, diretor e livre-pesquisador do Ateliê de Humanidades, no dia 04 de novembro. a entrevista tem por motivação e eixo a publicação de Diante de Gaïa  (Ateliê de Humanidades Editorial / UBU Editora) (https://ateliedehumanidades.com/2020/06/15/publicacao-de-diante-de-gaia-oito-conferencias-sobre-a-natureza-no-antropoceno-de-bruno-latour-ubu-atelie-de-humanidades-editorial/, mas ela puxou e entrelaçou os mais diversos fios da obra de Latour: ciência, política, semiótica, religião, geopolítica e estética. Somos muito gratos a Latour pela generosidade em disponibilizar seu tempo para a realização desta tão esclarecedora entrevista. O vídeo que por ora publicamos está em francês e sem legendas. Posteriormente será publicado com legendas em português. *** Nous sommes heureux de publier l'entretien que nous, de l'Ateliê de Humanidades (ateliedehumanidades.com) avons réalisée avec Bruno Latour. Réalisée par André Magnelli (fondateur, directeur et libre-chercheur de l'Ateliê de Humanidades) le 4 novembre dernier, l'entretien porte sur la publication de Face à Gaïa au Brésil (Ateliê de Humanidades Editorial / UBU Editora, 2020), mais en plus elle tire et entrelace les fils les plus divers de l'œuvre de Latour : science, politique, sémiotique, religion, géopolitique et esthétique. Nous sommes très reconnaissants à Latour de sa générosité, qui nous a accordé son temps pour cette entretien éclairante. La vidéo que nous publions pour l'instant est en français et sans sous-titres en portugais. Il sera publié ultérieurement avec des sous-titres portugais.
Está no ar o segundo episódio de nossa entrevista com o artista franco-pernambucano Sérgio Bello. Depois de “Do Recife Colonial ao Grito de Eros“, onde conversamos sobre o percurso do jovem Bello, tratamos agora de suas obras de arte de “O grito dos profetas”, que é um “remake” das esculturas de Aleijadinho dos 12 profetas. Em “Profetas de outrora, profetas de agora”, conversamos sobre como Bello percebe o gênio de Aleijadinho na sociedade colonial e sobre como o próprio Sérgio concebeu seus “profetas barrocos” como uma imagem de pensamento que se tornou uma criação material. Ao tratar disso, não deixamos de refletir um pouco sobre o sentido dos profetismo, de outrora e de agora. Desejamos uma excelente escuta! Episódio 1. Do Recife Colonial ao Grito de Eros Episódio 2. Profetas de outrora, profetas de agora Episódio 3. Os gritos dos povos, ainda e sempre Episódio 4. Escutar o grito da Terra, já! Você pode assistir ao episódio no formato podcast ou em vídeo. No formato de vídeo será possível visualizar as obras de Bello deste período.
No final de maio, com participação de André Magnelli e Paulo Henrique Martins, tivemos o prazer de entrevistar Sérgio Bello, um artista pernambucano nascido em 1952, que está radicado na França há décadas. Suas obras já estiveram presentes em publicações do Ateliê de Humanidades, como expressões estéticas de nossos encontros do Ciclo de Humanidades sobre solidariedade e de artigos do Fios do Tempo. Agora, temos a felicidade de trazer ao público, no República de Ideias, a primeira parte de nossa entrevista com o artista, que dividimos em quatro episódios: Episódio 1. Do Recife Colonial ao Grito de Eros Episódio 2. Profetas de outrora, profetas de agora Episódio 3. Os gritos dos povos, ainda e sempre Episódio 4. Escutar o grito da Terra, já! Neste primeiro episódio percorremos as obras do jovem Bello. Começamos conversando sobre sua juventude e seus primeiros desenhos bico de pena sobre o Recife colonial que, segundo Gilberto Freyre, mostraram o talento de um artista eminentemente ecológico. Depois passamos para a segunda fase da obra de Sérgio, onde começam seus trabalhos sobre os “Gritos” realizados em 1980-1982, começando pelos “Gritos de Eros”. Você pode assistir ao episódio no formato podcast ou em vídeo. No formato de vídeo será possível visualizar as obras de Bello deste período. Desejamos uma excelente escuta!
Chegamos ao quinto episódio de nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ele consiste em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro A sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins e também organizador (junto com André Magnelli) de Sociologia das tecnociências contemporâneas: ensaios de teoria social portuguesa , e convidados. Neste quinto episódio continuamos o tema desenvolvido por Lacerda no primeiro capítulo de A sociedade das tecnociências de mercadorias, denominado “dialética do esclarecimento à portuguesa”. Após conversarmos sobre a vertente mitopoética, conversamos aqui sobre a outra vertente de pensamento português que atravessou os séculos XIX e XX, chamado pelo autor de “racional-idealizante”. Tópicos Recapitulação do último episódio: o discurso mitopoético A crítica racional-idealizante ao discurso mitopoético Antonio Sérgio (1883-1969): seu itinerário O tema do decantismo de Portugal: Eça de Queiroz (1845-1900) e Antero de Quental (1842-1891) Um pouco sobre o pensamento de Antonio Sérgio: a crítica do reino cadaveroso e as reformas de Portugal (reforma das mentalidades e reforma social) Vitorino Magalhães Godinho (1918-2011): a crítica historiográfica na história portuguesa Paralelos com a história do Brasil: Mario de Andrade e Brasil contemporâneo O lugar de Hermínio Martins na dialética do esclarecimento: entre a mitopoética e a racionalista-idealizante Terminando com Antonio Variações “Estou Além”
Áudio-leitura do artigo  A antiética evangélica que ajuda a distrair o espírito do capitalismo – por Nelson Lellis, publicado no Fios do Tempo. Para lê-lo acesse: https://ateliedehumanidades.com/2020/09/09/fios-do-tempo-a-antietica-evangelica-que-ajuda-a-distrair-o-espirito-do-capitalismo-por-nelson-lellis/ ** Nesta semana o Fios do Tempo traz uma série de artigos inéditos sobre religião. Começamos com mais um texto do sempre lúcido, bem informado e sagaz Nelson Lellis, que reflete sobre o recente perdão de dívidas das Igrejas evangélicas: como isso expressa a forma pela qual os evangélicos se relacionam com o capitalismo e o modo como o capitalismo se realiza no Brasil? A seguir publicaremos dois textos que contribuem para pensar o que é, afinal, religião: primeiramente, discutindo com Lactâncio e Durkheim, Fábio Costa levanta uma interrogação sobre a concepção clássica de religião como “religação”: religar o quê, afinal?; e, em seguida, Wellington Freitas nos proporciona uma reflexão sobre o que é sagrado e como ele está, hoje, a ser simplesmente “encaixotado”. Acompanhe-nos. E desejamos, como sempre, uma excelente leitura, ou escuta. A. M. Fios do Tempo, 09 de setembro de 2020
Chegamos ao quarto episódio de nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ele consiste em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro A sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins e também organizador (junto com André Magnelli) de Sociologia das tecnociências contemporâneas: ensaios de teoria social portuguesa , e convidados. Neste quarto episódio entramos no tema desenvolvido por Lacerda no primeiro capítulo de A sociedade das tecnociências de mercadorias, denominado “dialética do esclarecimento à portuguesa”. Conversamos aqui sobre uma vertente de pensamento português que atravessou os séculos XIX e XX, chamado pelo autor de “mitopoético”. Dialogando história, sociologia e poesia, trazemos ao público um pouco das formas de compreender o moderno Portugal por meio do pensamento mitológico, situando o debate em meio à Renascença Portuguesa no século XX. E, para tanto, refazemos brevemente um percurso que vai desde Lusíadas até Agostinho da Silva, passando pelo fulcral livro de poesia Mensagem de Fernando Pessoa. E como sempre, terminamos nosso episódio com uma música expressiva da ambiência portuguesa, desta vez o Rosinha dos Limões, do cantor português Max. Tópicos Recapitulação do último episódio O que seria uma “dialética do Esclarecimento à portuguesa”? A modernidade portuguesa entre mythos e logos Os “estrangeirados” nas distintas épocas de Portugal A Renascença Portuguesa e a revista Águia Significados do discurso mitopoético e suas repercussões sobre a compreensão da história de Portugal Um momento fulcral: alguns poemas de Mensagem, de Fernando Pessoa O Grupo de São Paulo De Padre Antonio Vieira a Agostinho da Silva: do federalismo democrático e catolicismo popular ao “imenso Portugal” do quinto Império Terminando com um pouco de música: Rosinha dos Limões de Max
Áudio-leitura de artigo publicado no Fios do Tempo: https://ateliedehumanidades.com/2020/08/24/fios-do-tempo-nao-e-possivel-apagar-o-fogo-com-combustivel-o-racismo-e-a-discriminacao-sempre-matam-por-adrian-scribano/ As lutas contra o racismo e a discriminação não apagarão o fogo lançando mais combustível no ódio. Isso seria apenas aumentar a pira da tanatologia contemporânea. Ao invés, cabe-nos lembrar, com Martin Luther King e outros, que o caminho da luta contra o racismo e pela liberdade pode ser trilhado pelo amor e a esperança. O Fios do tempo traz hoje, como preparativo para o Painel internacional Racismos e discriminações, que se realizá nesta terça-feira (amanhã) às 16h no Brasil (https://www.youtube.com/watch?v=b39duT8lX84&feature=youtu.be), a tradução deste brevíssimo, mas incisivo, texto do sociólogo argentino Adrian Scribano (diretor do Centro de Investigaciones y Estudios Sociológicos (CIES) | Universidade de Buenos Aires). Desejamos uma excelente leitura, ou escuta!
Áudio leitura do artigo publicado no Fios do tempo Os desafios na pós-democracia brasileira – por Nelson Lellis, com leitura feita pelo próprio autor. Para ler o artigo, acesse: https://ateliedehumanidades.com/2020/08/19/fios-do-tempo-os-desafios-na-pos-democracia-brasileira---por-nelson-lellis/(abrir em uma nova aba) O que é pós-democracia? Estamos a viver em uma? A quem convém a lógica pós-democrática e como podemos sair dela? Publicamos hoje no Fios do Tempo mais um texto de Nelson Lellis, que sempre em boa prosa, com acesso aos leigos sem perder a qualidade acadêmica, toca questões importantes para pensar na crise de nossa democracia: a crise do neoliberalismo; o empobrecimento da linguagem e a anti-política do imigo a ser batido. Desejamos uma excelente leitura, ou escuta!
Chegamos ao terceiro episódio de nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ele consiste em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro A sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins e também organizador (junto com André Magnelli) de Sociologia das tecnociências contemporâneas: ensaios de teoria social portuguesa , e convidados. Neste terceiro episódio, reconstituímos o contexto da primeira formação de Hermínio Martins em Moçambique, tratado no primeiro capítulo de A sociedade das tecnociências de mercadorias, recuperando a trajetória de três intelectuais portugueses da geração de Martins: Eugenio Lisboa, José Gil e Ruy Guerra. Além do podcast, trazemos também um pequeno vídeo, o segundo feito generosamente pelo próprio Marcos Lacerda, que apresenta didaticamente a fortuna crítica de Martins. Tópicos I. Recapitulando o episódio anterior II. A primeira formação de Hermínio Martins: a geração do Liceu Salazar em Moçambique III. O Império colonial português em tempos de Salazar 1. Questão a nos guiar: como se constrói o debate de ideias em Portugal no século XX? Quais são suas principais linhas de força? 2. Modernidade portuguesa, “mitologias compensatórias” e colonialidade 3. Reconectar Brasil e Portugal: retomar o fluxo de ideias entre os dois países IV. Um panorama sobre a geração de Hermínio: 1. Eugenio Lisboa (1930- ) e suas memórias 2. José Gil (1939- ): “Portugal, medo de existir” 3. Ruy Guerra (1931- ): o Brasil da Bossa Nova, o cinema novo e Calabar 4. Portugal como corpo místico no processo descolonizador: da tese do luso-tropicalismo de Gilberto Freyre ao Fado Tropical 5. José Gil nos “Cadernos de Memórias Coloniais” de Isabela Figueiredo: as ambivalências do colono português no continente africano e a experiência dos “retornados” V. Cenas do próximo episódio: a questão da dialética do esclarecimento à portuguesa Ver mais sobre a série Vila Morena em nosso site: https://ateliedehumanidades.com/2020/08/16/podcast-vila-morena-iii-conexoes-de-uma-geracao-entre-mocambique-portugal-e-brasil/
Há mais culturas entre franceses e alemães do que pode crer nossa tradição intelectual. Neste espírito de difusão de novos autores, pensamentos e culturais intelectuais, começamos nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com nossas atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ela consistirá em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro Sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins, e convidados. O objetivo é ambientar o ouvinte com o debate de ideias em Portugal, trazendo temas como: o colonialismo português e europeu; a relação entre Portugal e o Ocidente europeu; o mundo luso-brasileiro e ibérico; a trama complexa que envolve figuras de porte na vida cultural portuguesa como Eduardo Lourenço, António Sérgio, Agostinho da Silva e o próprio Hermínio Martins. Neste segundo episódio, nós apresentamos a fortuna crítica da obra de Hermínio Martins, falando sobre o percurso de sistematização de seus trabalhos e de recepção na Inglaterra, em Portugal e no Brasil; e terminamos nossa conversa com o Fado loucura, cantado por Ana Moura. No nosso próximo episódio, nós iremos apresentar a juventude de Hermínio em Moçambique e seu contato com uma importante geração de intelectuais portugueses com suas conexões com o Brasil. Além do podcast, trazemos também um pequeno vídeo, o segundo feito generosamente pelo próprio Marcos Lacerda, que apresenta didaticamente a fortuna crítica de Martins.
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Comentários (7)

Thayane Gomes

achei extremamente interessante o debate, parabéns pelo trabalho

Mar 29th
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Wallace Mello

Conheçi o podcast via Instagram e parabenizo pelo trabalho. Já adicionei aqui pra ficar ligado em tudo o que vocês produzem. Parabéns!!!

Jul 30th
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