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República de Ideias
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República de Ideias

Autor: Ateliê de Humanidades

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Este é o podcast República de Ideias do Ateliê de Humanidades!
Ele se constitui como espaço de debate de ideias, autores e reflexões sobre questões clássicas e contemporâneas. Ele tem por missão propiciar, por meio de experiências digitais, a ampliação e a difusão de conhecimento e cultivo em filosofia e ciências humanas. Com isso, objetivamos ser um canal público tanto de livre-formação de alta qualidade, quanto também de pensamento sobre a atualidade, que presta um trabalho intelectual a serviço do público e orientado para a formação democrática.
30 Episodes
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Publicamos neste sábado de Carnaval, no República de Ideias, uma conversa entre Aldo Tavares e André Magnelli sobre o carnaval, refletindo sobre a potência do falso presente em sua metafísica, em sua história e seus devires. O fio de nossa conversa entrelaça temas como a leveza do infantil, a subversão pelo riso e pela linguagem, a natureza do poder e da representação, a metafísica do Momo, os limites da luta política de esquerda, as formas de guerra, dádiva e amizade etc.  Desejamos uma boa escuta e um excelente carnaval! Tópicos  - Começando por lembranças afetivas: pierrots, palhaços e bate bolas;  - Fantasia como ampliação dos signos e aproximação afetiva;  - Carnaval como excesso, suspensão e expansão: a experiência do infantil, do riso;  - A moralização e a demonização do Carnaval: graças a Deus temos Crivella, apesar dele mesmo;  - A relação do carnaval com o poder: sua potência política e crítica;  - O rei Momo: sua história e seus símbolos;  - Gaia-Terra, crianças e dádivas: o universo de Momo;  - Os devires do carnaval: duelos, plasticidades e inversões na linguagem;  - Mentira nobre e mentira falsa: os rostos dos governantes e as máscaras do carnaval;  - A leveza e o bailar: não acreditamos em um Deus que não saiba dançar;  - Um contraste entre o carnaval, a procissão e a parada militar: a necessidade de uma memória da tradição do carnaval;  - Crítica da tradição de esquerda: linguagem militarizada, rigidez e a dificuldade do riso e da leveza;  - Digressão sobre Maluf, Lula e cia.;  - O que pode o carnaval? A subversão do brincar, a potência do falso e a alegria da máscara;  - A luta política pelo Entre: corpos, bailares, comidas, infiltrações, enganos, mentiras, jogos e traições; - Como entender o conceito de máquina de guerra de Deleuze: linguagem, desejo, e devir, e não combate, ocupação e força bruta;  - Carnaval, uma Gaia Ciência;  - O que não pode o carnaval? A pura destrutividade e a pornografia que pode matar eros; - Os extremos são fracos, os minoritários fortes; - Amizade e dádiva: uma declaração de amor-philia mútuo, um pacto de amigos por uma pólis feliz.
O República de Ideias traz hoje a conferência de Volney Berkenbrock, feita no dia 25 de julho de 2019 no “Ciclo de Humanidades: ideias e debates em filosofia e ciências sociais”, com o tema “A revanche de Deus: religião em tempos de crise”. Em sua conferência, Volney Berkenbrock se propôs a ler o significado de religião ao longo do tempo e seu (não) lugar na sociedade (pós)moderna.  Neste dia tivemos também a participação de Wellington Freitas, tratando dos evangélicos hoje. Mas como ele está participando de nossa série do República de Ideias e para não termos um episódio muito grande, aqui disponibilizamos apenas a fala do conferencista principal.  Se liga, o Ciclo de Humanidades começa em 2020 no dia 26 de março!  Tópicos  1. Religião: o que seria isso?  – Possibilidades etimológicas (religare, religere, rem ligare), – O uso do termo ao longo da história do ocidente cristão  2. A individualidade subjetiva e seu lugar ou a “emergência do sujeito”  – História longa e curta do sujeito; – algumas concepções de sujeito – passos no surgimento do sujeito religioso – onde chegamos na emergência do sujeito  3. A religião no tempo de transição do sujeito:  –  Crise do conceito de religião – Compreensão funcionalista da religião prevaleceu no Ocidente – Questões: Mas o que acontece com as individualidades (a questão da identidade individual:“identidade é a grande musa da pós-modernidade”) na sua relação com a religião?Como individualidade (identidade subjetiva) e religião irão se relacionar no novo contexto? – Algumas propostas interessantes de compreensão: Maffesoli, Hervieu-Leger, Luc Ferry  4. Novas apropriações da religião a partir da individualidade:  – Religião como experiência; – Espiritualidade pós-religião; – Religião como moldura  5. Considerações finais  – a convivência das três compreensões de religião – pelo que devemos entender a crise da religião hoje? Da superstição à revanche dos deuses  6. Perguntas e respostas  – evangélicos e o movimento dos 12. Como pensar isso? (Túlio) – religião como moldura como democratização da experiência religiosa? (Rubens) – religião hoje está a serviço do ego? (Andrea) – a crise da religião e a sociedade do cansaço: seria necessário um religar? (Zalboeno) – como compreender hoje em dia a ideia de salvação? (Mário) – religião e redes sociais (Antonio)
O República de Ideias publica hoje o segundo episódio da temporada sobre as "Incertezas da Inteligência Artificial", que é derivada de uma série de ensaios publicados nos Cadernos do Ateliê. Com participação de Renato Magnelli, livre-pesquisador do Ateliê de Humanidades e engenheiro de automação, e André Magnelli, tratamos dos usos das IAs nas guerras híbridas de nosso tempo e refletimos assim sobre as  ameaças potenciais das IAs para a segurança digital, física e política. Após termos conversado sobre a "ciberguerra em curso" no primeiro episódio, encaramos agora os distintos modos pelos quais as IAs podem ser usadas para gerar danos físicos, seja em seu uso bélico ou civil. https://ateliedehumanidades.com/2020/02/08/podcast-incertezas-da-inteligencia-artificial-a-guerra-inteligente-potencializada/ Tópicos - Recapitulando as capacidades das Inteligências Artificiais: em que isso muda as ameças físicas e o modo de fazer guerra? - Os usos militares das IAs: as armas letais autônomas (LAWs) e o movimento pelo seu banimento no Future of Life Institute - Sobre o documentário Slaughterbots - As questões éticas, jurídicas e políticas em torno das armas letais autônomas; - Os usos maliciosos das IAs para gerar ameaça física: convertendo hardwares e manipulando softwares... - A ascensão das "forças clandestinas": uma capacidade de violência desproporcional a seu número, recurso e território; - Da questão do terrorismo àquela do risco de sofisticação do monopólio da violência estatal; - As propostas de regulamentação para uma ecossistema robótico livre de violência maliciosa - Reflexões críticas sobre as propostas de concentração, centralização e controle - O que restou da doutrina de dissuasão recíproca?
Publicamos hoje a conversa entre Jaime Torres Guillén (Universidade de Guadalajara, México), Paulo Henrique Martins (UFPE) e André Magnelli (Ateliê de Humanidades), realizada no contexto do lançamento de livros do Ateliê de Humanidades Editorial realizado no Congresso da Associação Latinoamericana de Sociologia (ALAS), ocorrido em dezembro de 2019 no Perú. Tópicos:  - Breve introdução ao lançamento;  - Apresentação, por Paulo Henrique Martins do livro "Teoria crítica da colonialidade" (a ser lançado em breve no Brasil);  - Um debate em torno do projeto Cartografias da crítica e do editorial do Ateliê de Humanidades: reflexões de Jaime Torres Guillén;  - Costuras entre os Cartografias da crítica e Uma democracia (in)acabada;  - Um papo sobre horizontes outros horizontes (latinoamericanos e globais) do pensamento crítico. Gostou das propostas dos livros? Você pode comprá-los agora mesmo: https://www.amazon.com.br/gp/offer-listing/6580291052/ref=tmm_other_meta_binding_new_olp_sr?ie=UTF8&condition=new&qid=1579850176&sr=8-1 https://www.amazon.com.br/gp/offer-listing/658029101X/ref=tmm_other_meta_binding_new_olp_sr?ie=UTF8&condition=new&qid=&sr=
Ameaças generalizadas à segurança, armas de guerras (reais e virtuais), desaparecimento súbito de postos de trabalho, fake news automatizadas disseminando instabilidade política, sofisticação do sistema de controle dos Estados, algoritmos mapeando e classificando todos nossos passos, formando uma bolha ideológica e de consumo – não faltam sinais de que os autômatos dos novos tempos prometem nos deixar em constante sinal de suspense. Parece-nos, diante da avalanche de informações e inovações, que os valores mais caros da vida humana estão ameaçados permanentemente pelos autômatos que os próprios humanos estão a criar e proliferar. O República de Ideias publica hoje o primeiro episódio de uma série sobre "As incertezas da Inteligência Artificial", vinculada a ensaios que publicamos nos Cadernos do Ateliê no Plano de Convergência "Tecnociências & Sociedade: Interflúvios e Porvires da Máquina, da Vida e do (Pós-)Humano". Nesta série analisamos questões sobre IA em torno do relatório The Malicious Use of Artificial Intelligence: Forecasting, Prevention, and Mitigation, por meio do qual vinte e seis especialistas em Inteligência Artificial oriundos de centros universitários (Yale, Stanford, Cambridge e Oxford) e de organizações não-governamentais (como Electronic Frontier Foundation e OpenAI), assumiram uma posição sobre os potenciais usos maliciosos das IAs com ameaças à segurança digital, física e política. Neste episódio apresentamos e refletimos sobre uma das dimensões das incertezas sobre IAs, a da cibersegurança. Tópicos Apresentação do contexto da série sobre Incertezas da Inteligência Artificial: um ensaio sobre uso de IAs na política e em fake news vem aí! O que é Inteligência Artificial: brevíssima definição A automatização por IA, suas vulnerabilidades e suas consequências para a segurança digital, física e política; As capacidades potencialmente sobre-humanas das IAs; Uma questão de conjunto: as guerras (híbridas) de nosso tempo; Ciberguerras: ciberataques e ciberdefesas; Consequências das IAs para a segurança digital: invasões, engenharia social e adaptabilidade; Exemplos de ciberguerra em ação; Uma reflexão sobre propostas de medida e controle. Aproveite e leia o ensaio em nosso site! https://ateliedehumanidades.com/2018/03/10/incertezas-da-inteligencia-artificial-1-4-cenarios-hipoteticos-de-um-ciberguerra-em-acao/
O República de Ideias traz hoje uma conversa entre Marco Aurélio de Carvalho Silva e André Magnelli sobre as "agonias de público em tempos de Narciso", tema originalmente desenvolvido por eles em um artigo publicado no Jornal do Brasil (https://ateliedehumanidades.com/2019/03/15/ciclo-humanidades-ideias-e-debates-em-filosofia-e-ciencias-sociais/). Dialogando com vários autores, como Richard Sennett, Freud, Lacan, Byung Chul Han, Hannah Arendt, Marcel Gauchet e Edgar Morin, refletimos sobre as consequências subjetivas, sociais e políticas de uma sociedade. Tópicos - O mote: "Narciso acha feio o que não é espelho; e odeia o que, sendo público, não tem face"; - A dificuldade de pensar o público: o que é viver em uma sociedade da intimidade? - A era da autenticidade: quando o que importa é deportar os outros e expressar a si mesmo; - Uma forma de ascese bem estranha; - Do dever ao poder: viver em uma sociedade do desempenho e do cansaço; - O que é um narcisista? E por que ele sofre e é frágil?; - Por que o público se torna uma questão de amor e ódio? - O palco da sociedade antiga versus o palco das redes sociais; - A fadiga de si mesmo e a sociedade pós-depressiva: rememorando o Ciclo de Humanidades com Arthur Bueno (Rumo a uma sociedade pós-depressiva?: https://ateliedehumanidades.com/2019/08/19/ciclo-de-humanidades-rumo-a-uma-sociedade-pos-depressiva-perspectivas-franco-alemaes-sobre-o-sofrimento-psiquico-evento-gratuito/); - Onde buscar a imortalidade? O público, o corpo e o mundo; - Qual a importância do espaço público para o florescimento dos indivíduos e da democracia?; - A necessidade de dar à luz um sentido do público e do coletivo; - A lição de Hannah Arendt: renascer é sempre possível; - Rumo a uma metamorfose? Escute os episódios quando, onde e como quiser! Eles estão disponíveis em quase todos os armazenadores de podcast (Spotify, Anchor, Castbox, Apple podcasts, Google podcasts, Breaker, Overcast, Pocketcasts, Radiopublic).
Primeiro episódio da temporada do República de Ideias que é baseada no livro de Paulo Henrique Martins, publicado pelo Ateliê de Humanidades Editorial: "Itinerários dom Dom: teoria e sentimento". Nele, Paulo Henrique Martins e André Magnelli dialogam a fim de nos situarmos no mundo contemporâneo. Para tanto, tratamos  das transformações do capitalismo, do trabalho, do mundo da vida e das subjetividades tanto nos países capitalistas centrais quanto periféricos; refletimos sobre a radicalização do utilitarismo na esteira destes processos; e falamos um pouco sobre o que é o antiutilitarismo e o dom e o papel do Ensaio sobre a Dádiva. E terminamos com considerações sobre o que vem por aí na temporada! Boa escuta! Tópicos - Uma linha das crises contemporâneas: a desinstitucionalização do modelo de Estado nação e do desenvolvimentismo latino-americano; - A dificuldade da esquerda de pensar a crise do Estado desenvolvimentismo; - A crise atual em suas manifestações corporativas; - Efeitos da exclusão, vulnerabilidade e violência das comunidades populares: a transmutação dos movimentos religiosos rumo a um neoevangelismo; - A colonialidade do saber e do poder nas universidades: por que os intelectuais não conseguem falar do que ocorre?; - A dádiva e sua relação com a crítica descolonial; - Para repensar as formas associativas em um mundo fragmentado. Escute os episódios quando, onde e como quiser! Eles estão disponíveis em quase todos os armazenadores de podcast (Spotify, Anchor, Castbox, Apple podcasts, Google podcasts, Breaker, Overcast, Pocketcasts, Radiopublic).
O República de Ideias inicia hoje uma nova temporada, "A Revanche de Deus!? Religião em tempos de mutação", cujo nome remete ao encontro do Ciclo de Humanidades, realizado pelo Ateliê de Humanidades no Consulado da França, onde nos dedicamos ao tema da religião com conferência de Volney Berkenbrock e testemunho de Wellington Freitas (https://ateliedehumanidades.com/2019/07/17/ciclo-de-humanidades-a-revanche-de-deus-religiao-em-tempos-de-crise-evento-gratuito/).  Nesta temporada, conversaremos sobre o mundo religioso como um todo, não apenas as religiões cristãs (católicas e reformadas) e demais monoteísmos, mas também sobre as religiões afro, as "orientais", as indígenas, o espiritismo, os novos movimentos etc. O objetivo principal é pensar as mutações e dinâmicas das religiões no mundo contemporâneo, mas, para tanto, percorreremos, sempre que oportuno, as histórias das distintas religiões a fim de compreender o presente. Importante dizer: trataremos das religiões com pensamento alargado, sem preconceito e sem frescura de qualquer tipo, religioso ou ateu, com uma atitude de compreensão, mobilizando conhecimentos de ciências da religião e, ao mesmo tempo, dos próprios atores religiosos, levando a sério seus pontos de vista. Decidimos começar esta série nos situando no mundo dos "evangélicos", com uma conversa entre André Magnelli e Wellington Freitas. Muito se fala, hoje, da ascensão dos evangélicos, sobre seus costumes, sua presença na política e sua forma de evangelização. Mas o que são os "evangélicos"? Como entender o "evangeliquês"? E como ir além dele?  Quem é "evangélico" encontrará aqui um início de conversa sobre sua identidade indo além do "senso comum" de sua ilha; quem não é evangélico poderá começar a entender este mundo altamente dinâmico e complexo. Tópicos - como definir um evangélico sem ter um papa que os defina? Saindo da ilha e da contemporaneidade para a história; - As solas da Reforma e alguns traços do protestantismo tradicional; - A entrada dos evangélicos no Brasil: dos primeiros tempos ao início do século XX; - As igrejas pentecostais: origens histórias e características, com continuidades e diferenças em relação ao protestantismo clássico; -  As mudanças desde a década de 1970: o surgimento das Igrejas neopentecostais; - São os "evangélicos" de hoje "evangélicos"? Continuidades e descontinuidades no mundo evangélico contemporâneo.
Publicamos hoje uma conversa entre o psicanalista e livre-pesquisador do Ateliê de Humanidades Marco Aurélio de Carvalho Silva e André Magnelli. A partir da psicanálise e em diálogo com os sentidos da religião trazidos por Volney Berkenbrock no Ciclo de Humanidades, refletimos sobre a associação entre os destinos da religião nas nossas sociedades secularizadas e as buscas atuais de sentido da vida. Tópicos: - Qual a concepção psicanálise de "sentido" da existência? Um pouco de Freud e Lacan; - O que a psicanálise herdou do contexto em que nasceu? A era da repressão e as neuroses; - Da repressão à depressão: as mudanças do nosso tempo; - A busca de um sentido dentro de si mesmo: seus paradoxos e sofrimentos; - O furo e a cultura como tesouro de significantes; - Da falta e desejo ao vazio: a busca de sentido da vida a partir da clínica; - Recapitulando os sentidos de religião segundo Volney Berkenbrock em "A revanche de Deus" no Ciclo de Humanidades: a religião como moldura; - A busca imediata de bem estar entre religião e ciência e seus desencantamentos; - O que fazer diante do desamparo hoje? A referência positiva a uma coletividade e a manutenção do "mistério" do inconsciente; - A síndrome da bela adormecida: "o mundo tudo me deve ", entre o adormecer encantado e a expectativa de "salvação individual"; - Liberdade como aceitação das contingências da vida; - A psicanálise como teoria e prática da individuação psíquica: o reconhecimento da responsabilidade por si e por outrem. Para assistir a outro episódio com Marco Aurélio de Carvalho Silva, "A criança, sua majestade!", acesse: https://ateliedehumanidades.com/2019/07/16/podcast-a-crianca-sua-majestade-os-desafios-da-psicanalise-para-os-novos-tempos/ Escute os episódios quando, onde e como quiser! Eles estão disponíveis em quase todos os armazenadores de podcast (Spotify, Anchor, Castbox, Apple podcasts, Google podcasts, Breaker, Overcast, Pocketcasts, Radiopublic).
O República de Ideias disponibiliza em formato de podcast a palestra "Estruturalismo, um movimento inacabado", dada por André Magnelli no Congresso Interdisciplinar Estruturalismos. Agradecemos aos organizadores, em especial a Carlos Coelho, pela iniciativa do Congresso e pelo convite para a palestra. Se quiser assistir em formato de vídeo, é só acessar o canal do Atelie no youtube. André Magnelli reflete sobre o inacabamento do projeto estruturalismo: o que é o estruturalismo? Qual sua relação com o contexto histórico do pós-guerra, quando ele emergiu como movimento? Como podemos relacioná-lo com a tradição da teoria crítica e com o estado do pensamento crítico hoje? Por que o projeto foi interrompido? Como podemos prosseguir com a promessa estruturalista, ao mesmo tempo que superar os seus limites? André Magnelli busca responder a tais questões, dialogando o estruturalismo com o Movimento antiutilitarista em ciências sociais, a retórica e o político. Publicamos conjuntamente uma homenagem a um dos principais pesquisadores sobre o estruturalismo linguístico e antropológico no Brasil, Ricardo Jardim Andrade. Magnelli apresenta a tese de Jardim Andrade, Structuralisme et la question du sujet: la formation du champ sémiologique [Estruturalismo e a questão do sujeito: a formação do campo semiológica] e suas contribuições mais amplas para o estudo do estruturalismo e para sua conexão com a psicanálise, a fenomenologia e a hermenêutica.
Publicamos hoje o segundo episódio de uma temporada do República de Ideias sobre o Plano de Convergência “Cartografias da crítica: entre crise, crítica e reconstrução”, do qual resultou uma publicação do Ateliê de Humanidades Editorial: “Cartografias da crítica: balanços, perspectivas e textos”. Neste episódio, Felipe Maia (professor da UFJF) e André Magnelli conversam sobre a possibilidade de uma teoria de nossas crises. Tópicos: - Vivemos em tempos de crises hiperbólicas: serão elas objetivas ou subjetivas?; - A relação entre crítica e crise e os sentidos do termo crise (Reinhart Koselleck); - Existe crise em tempos de normalidade? Existe um mundo sem crise? Como identificar uma experiência como sendo de "crise"?; - Será que as críticas são responsáveis por crises?; - Sobre a relação da crise com a ação humana e a diferença entre crise e catástrofe; - Crise como narrativa, controle e materialidade - Como fazer um bom diagnóstico de crise? Quais são as vias possíveis de uma teoria da crise? O papel da reflexividade - Uma tentativa de pensar a crise política brasileira Conheça o livro “Cartografias da crítica: balanços, perspectivas e textos” no nosso site: https://ateliedehumanidades.com/2019/08/06/cartografias-da-critica-balancos-perspectivas-e-textos/. Você pode comprar o livro na Amazon e na Estante Virtual! Escute os episódios quando, onde e como quiser! Eles estão disponíveis em quase todos os armazenadores de podcast (Spotify, Anchor, Castbox, Apple podcasts, Google podcasts, Breaker, Overcast, Pocketcasts, Radiopublic).
Publicamos hoje o primeiro episódio de uma temporada do República de Ideias sobre o Plano de Convergência "Cartografias da crítica: entre crise, crítica e reconstrução", do qual resultou uma publicação do Ateliê de Humanidades Editorial: "Cartografias da crítica: balanços, perspectivas e textos". Neste primeiro episódio, Alberto Luis Cordeiro de Farias e André Magnelli refletem sobre o que é a teoria crítica partindo do tempo presente: o que há de crítico com a teoria crítica hoje? Tópicos: - a origem do projeto e seus contornos iniciais;   -  esboço de diagnóstico sobre o estado do pensamento crítico no mundo contemporâneo.   - quais são os "fins da crítica"; - Quais são os elementos sistemáticos que fazem de uma teoria uma teoria cŕitica?  Por fim, falamos sobre nossas problemáticas e linhas de pesquisa dentro deste Plano de convergência, convidando a todos que não apenas nos acompanhem, mas que também se interessem em agregar forças à empreitada de reconstruir a teoria crítica e a prática transformadora no nosso tempo. Conheça o livro "Cartografias da crítica: balanços, perspectivas e textos" no nosso site: https://ateliedehumanidades.com/2019/08/06/cartografias-da-critica-balancos-perspectivas-e-textos/. Você pode comprar o livro na Amazon e na Estante Virtual!
Esta pequena conversa entre Paulo Henrique Martins e André Magnelli serve de preparativo para o próximo Ciclo de Humanidades, que será realizado dia 26-09, com tema: "Além da Crítica: por que o amor importa?" (https://ateliedehumanidades.com/2019/09/17/ciclo-de-humanidades-alem-da-critica-por-que-o-amor-importa-evento-gratuito/). Para que o amor e a generosidade nas ciências sociais? É sobre isso que conversamos, inspirados pelo artigo de Paulo Henrique Martins "Generosidade e vida social", publicado no Jornal O Povo. A partir de uma reflexão sobre os limites de um pensamento meramente abstrato e de uma moral e política baseada apenas na lógica do combate e da luta, dialogamos com o budismo e o cristianismo a fim de pensar toda uma gramática da moral e dos afetos positiva para as ciências sociais - incluindo o aspecto metodológico -, e também para a experiência individual e coletiva. Boa escuta!
Publicamos hoje o quarto e último episódio da temporada do República de Ideias, podcast do Ateliê de Humanidades, sobre os quatro volumes da História da Sexualidade de Michel Foucault. Com Lucas Soneghet e André Magnelli, este episódio trata do quarto volume, publicado postumamente em 2018 pela Gallimard, a ser lançado em português pela Paz e Terra: "As confissões da carne". Nele, conversamos sobre a genealogia do sujeito de desejo e de direito no contexto dos pais da Igreja, nos primeiros séculos do cristianismo. Como emergem as práticas de penitência e de confissão, as concepções de virgindade e casamento? Ao contrário de ser uma religião de opressão da sexualidade, Foucault mostra como ela faz nascer o conceito de "carne" e a libidinização do sexo. Um boa escuta!
Quinto e último episódio da temporada do República de Ideias sobre o Livro " Uma Democracia (in)acabada: quadros e bordas da soberania do povo com Pierre Rosanvallon", lançado pelo Ateliê de Humanidades Editorial. Com participação de Emmanuel Rapizo e André Magnelli, refletimos sobre os fenômenos populistas contemporâneos, tanto de esquerda quanto de direita: reconstruímos um pouco os sentidos do termo populismo, em seu uso histórico e polêmico; propomos uma definição de populismo a partir do conceitual de Pierre Rosanvallon; e buscamos refletir sobre "o que os populismos querem dizer" sobre nossas democracias. Todo o episódio é atravessado com uma preocupação para pensar a democracia hoje no mundo e no Brasil. Boa escuta! Se você gostou da temporada e do conteúdo, adquira  o nosso livro nas redes de loja on-line: https://ateliedehumanidades.com/category/todos-os-livros/ Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/ Sigam nossas redes: Site:  https://ateliedehumanidades.com/ Twitter:  @AtelieHuman Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/ Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/
As queimadas na Amazônia e a postura do governo Bolsonaro colocaram a questão ambiental no centro das atenções dos brasileiros, e o Brasil no centro de um turbilhão mundial. Hoje, no República de Ideias, o Ateliê de Humanidades revisita o tema "Cosmopolíticas para Gaia em tempos de Antropoceno", tratado por nós no Ciclo de Humanidades. Com participação de Alyne Costa, Rafael Damasceno e André Magnelli, apresentamos o que significa Antropoceno e Gaia; refletimos sobre as catástrofes ambientais em curso - tratando, inclusive, do problema do desmatamento; e pensamos sobre as respostas possíveis para os desafios impostos a nós em tempos de Antropoceno. Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Sigam nossas redes:  Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/
Quarto episódio da temporada do República de Ideias sobre o Livro " Uma Democracia (in)acabada: quadros e bordas da soberania do povo com Pierre Rosanvallon", lançado pelo Ateliê de Humanidades Editorial.  Com participação de Lindoberg Campos e André Magnelli, refletimos sobre os messianismos na história da democracia brasileira; fazemos um panorama na história; distinguimos entre dois tipos de messianismo; e tratamos de sua presença hoje em nossa política e sociedade, discutindo sobre suas permanências e metamorfoses hoje. O próximo episódio, último da temporada, é: (V) Na era dos populismos. Boa escuta!
 Terceiro episódio da temporada do República de Ideias sobre o Livro " Uma Democracia (in)acabada: quadros e bordas da soberania do povo com Pierre Rosanvallon", lançado pelo Ateliê de Humanidades Editorial.  Com participação de Emmanuel Rapizo e Felipe Maia, o episódio apresenta o livro de Rosanvallon: A democracia inacabada: história da soberania do povo na França. Falamos do desencantamento da democracia; do cesarismo e bonapartismo; sobre os conceitos de soberania e representação; e concluímos com considerações sobre a soberania complexa e a representação generalizada.  Os próximos episódios serão: (IV) Os messianismos à brasileira;  (V) Na era dos populismos. Boa escuta!  
Neste episódio Marco Aurélio Carvalho Silva conversa com André Magnelli sobre seu artigo "The child, his majesty! The challenges of psychoanalysis for the new times". Refletimos sobre a mudança das experiências subjetivas entre a época de Freud e a contemporânea. Para isso, dialogamos com a ideia de uma "criança do desejo", desenvolvida por Marcel Gauchet, pensando sobre suas consequências para os indivíduos e a democracia
Terceiro episódio da temporada do República de Ideias, do Ateliê de Humanidades, sobre os quatro volumes da História da Sexualidade de Michel Foucault. Este episódio trata do terceiro volume: O cuidado de si (1984). Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Sigam nossas redes: Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/
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Comentários (4)

Wallace Mello

Conheçi o podcast via Instagram e parabenizo pelo trabalho. Já adicionei aqui pra ficar ligado em tudo o que vocês produzem. Parabéns!!!

Jul 30th
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