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Reportagem Especial

Reportagem Especial

Autor: Rádio Senado

Inscrito: 21Reproduzido: 603
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Reportagens semanais abordando temas de interesse da sociedade. Cultura, história do Brasil e direitos da cidadania.
De 2ª a 6ª feira, dentro do programa Conexão Senado.
Disponível na internet às segundas-feiras
126 Episodes
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20 anos da lei que tornou crime o assédio sexual é tema de reportagem especial Rádio Senado lembra origem da legislação e mostra histórias de vítimas, necessidade de mudança de mentalidade da sociedade e formas de denúncia Criado em 2006, o movimento Me Too chamou a atenção do mundo todo em 2017, quando foi usado para denunciar casos de assédio sexual envolvendo atrizes e diretores de Hollywood. Esse tipo de conduta gera muito sofrimento nas vítimas e evidencia como podem ser danosas, quando fundadas em preconceitos, as relações de poder de uma pessoa sobre a outra, especialmente do homem em relação à mulher. No Brasil, há vinte anos o assédio sexual é considerado crime. A Lei 10.224, aprovada em 2001 pelo Congresso Nacional e sancionada no mesmo ano pela presidência da República, é mais um instrumento de que a sociedade dispõe para combater essa prática, que não fica restrita apenas ao ambiente de trabalho, embora seja nele bastante comum. Nesta reportagem especial em cinco partes, que irá ao ar a partir de 10 de maio, você vai saber como foi a votação da proposta que originou a lei, o que caracteriza esse crime, como fazer para denunciá-lo, quais as principais dificuldades das vítimas para levar os fatos ao conhecimento das autoridades, o que está sendo feito para mudar a mentalidade das pessoas para reduzir o número de ocorrências e quais as consequências que o assédio sexual pode ocasionar nas vítimas e também no ambiente de trabalho.
Barulho de Trem

Barulho de Trem

2021-04-2331:00

Rádio Senado apresenta especial sobre a presença do trem na Música Brasileira   “Barulho de Trem” recorda canções como “O Trenzinho Caipira”, “Trem das Onze” e “33, Destino D.Pedro II”   O Trem é assunto recorrente em diversas canções brasileiras. Algumas ficaram muito famosas. A composição de Villa Lobos “O Trenzinho Caipira” ganhou a letra de Ferreira Gullar e interpretação de Edu Lobo, Ney Matogrosso e tantos outros. E quem não conhece a história do namorado que não podia ficar mais tempo com a namorada para não perder o Trem das Onze para Jaçanã? O trem também está presente no rap e no Samba-Enredo, sendo que existe até escola de samba que carrega referências sobre as ferrovias em seu próprio nome. Na Reportagem Especial “Barulho de Trem” do jornalista Rodrigo Resende você ainda dará um passeio de trem por Minas Gerais através da obra de Milton Nascimento.   Capítulo 1 – O Trenzinho Caipira O clássico de Villa Lobos que leva o trem com o menino e a vida a rodar. Capítulo 2 – O Trem das Onze A história do namorado que não podia perder o trem para Jaçanã. Capítulo 3 – 33, Destino D. Pedro II O suburbano que vive no trem lotado baldeando e sambando por aí. Capítulo 4 – Transporte Público Horário de pico, metrô lotado, a viagem é coletiva, mas também é pessoal. E o Rap denuncia. Capítulo 5 – Barulho de Trem Pode ser pelo trem azul ou por um barulho de trem, da Maria Fumaça. Minas Gerais e Milton Nascimento encerram nossa viagem pelas ferrovias musicais.
Reportagem especial fala sobre pessoas sem documento no Brasil e como o documento é um instrumento de cidadania.   “Invisíveis da Silva” fala sobre os caminhos para o fim do sub-registro civil no país e conta histórias de jovens negros e pessoas trans.   A pandemia de coronavírus no Brasil revelou, além da necessidade de investimentos no Sistema único de Saúde, um verdadeiro exército de invisíveis no país. Pessoas “invisíveis” são aquelas sem documentação e, com a criação do auxílio emergencial, esse contingente de milhões de pessoas ficou evidente. Mas os documentos não são apenas importantes para a aquisição de benefícios sociais. Eles podem ser um instrumento de cidadania e até mesmo de garantia de vida. Na Reportagem Especial “Invisíveis da Silva”, dos jornalistas Maurício de Santi e Rodrigo Resende, você ficará sabendo sobre um projeto do Ministério Público da Bahia que busca combater o sub-registro, assim como um projeto semelhante no Rio de Janeiro, feito em um ônibus, que virou até tese de doutorado. A reportagem traz ainda histórias de pessoas trans que enfrentaram desafios para alterar o documento para adoção do nome social e também histórias de jovens negros que, ao sair de casa para ir até mesmo na esquina, na padaria, precisam carregar o documento para não correr riscos desnecessários.
O Brasil está prestes a ter um Marco Legal para as Startups, empresas jovens e com grande potencial de crescimento que têm como principal diferencial oferecer produtos e serviços revolucionários. A proposta ( PLP 146/2019 ) foi aprovada pelo Senado e, agora, volta para a Câmara. A Rádio Senado explica em três episódios, na série “Trampolim para a inovação”, o que vem sendo discutido para impulsionar esses negócios.
Reportagem especial relembra fatos do primeiro ano do coronavírus no Brasil   “Um ano de luto” traz médicos, senadores e cientistas para falar sobre a pandemia que abalou o mundo em 2020 e continua em 2021. Quando as primeiras notícias sobre o coronavírus chegaram ao Brasil, tudo aquilo parecia muito distante. Mas os primeiros casos do vírus no país alteraram a vida de toda a população. Tudo isso ocorreu em fevereiro de 2020. Um ano depois, vivenciamos os efeitos do coronavírus e da covid-19, doença causada por ele. Na Reportagem Especial “Um ano de luto – O coronavírus no Brasil”, dos jornalistas Maurício de Santi e Rodrigo Resende, você ficará sabendo como foi a chegada do coronavírus no Brasil, as vítimas que ele causou, incluindo dois senadores, a atuação do Congresso neste momento e o trabalho na linha de frente contra a pandemia dos profissionais de saúde. A reportagem traz ainda informações sobre as vacinas, elemento que dá esperança para a saída dessa crise sanitária.
É possível que em nenhuma época da humanidade a ciência tenha ficado tão em evidência como nos últimos meses. E quando começa o interesse de uma pessoa pela ciência? Será que é quando somos crianças e começamos a fazer inúmeras perguntas aos “mais velhos”? Afinal, a dúvida é a base da ciência. A Rádio Senado preparou uma reportagem especial para debater e mostrar a relação entre crianças e ciência. Além de ouvir cientistas e, claro, crianças, você vai conhecer a história de personagens históricos da TV relacionados à ciência. Para isso, conversamos com Flávio de Souza, ator que interpretava o Tíbio, da dupla de cientistas Tíbio e Perônio do Castelo Rá-Tim-Bum, e com Flávio Dias, dublador brasileiro do Beakman. Na reportagem especial “Ciência é coisa de criança”, do jornalista Rodrigo Resende, você ainda vai conhecer um pouco da história do Zé Gotinha, diretamente com seu criador, o artista plástico Darlan Rosa.
Um Enem diferente

Um Enem diferente

2021-01-0827:001

Reportagem Especial da Rádio Senado traz informações e dicas para o ENEM   “Um Enem diferente” traz professores de diversas áreas para comentar aspectos da prova que será feita por milhões de estudantes.   O adiamento do ENEM de 2020 devido à pandemia do coronavírus foi um assunto muito debatido no Congresso no ano passado. A prova que tradicionalmente acontece em novembro, acabou sendo remarcada para janeiro. E janeiro chegou. Nos dias 17 e 24 deste mês mais de cinco milhões de brasileiros vão as salas de aula para fazer a Exame. A Rádio Senado preparou uma reportagem especial com dicas e informações de professores sobre temas que podem ser cobrados na prova neste ano. Também tem dicas para a Redação, uma das maiores preocupações dos estudantes que fazem o ENEM. Na Reportagem Especial “Um Enem diferente” do jornalista Rodrigo Resende você ainda vai saber sobre o que é permitido no dia da prova e como serão os protocolos para o exame devido à pandemia do Coronavírus.
Técnicos na Raça

Técnicos na Raça

2020-11-1327:30

Reportagem Especial da Rádio Senado debate a escassez de técnicos negros no futebol brasileiro   “Técnicos na Raça” mostra ainda os desafios vividos pelos poucos profissionais negros que comandam clubes de futebol no país. “Sabe por que você não vai para esse clube? Porque você é negro e nordestino.” Essa foi a frase de um presidente de clube brasileiro para Lula Pereira, dando a ele a explicação sobre o motivo dele não ser contratado, apesar de suas credenciais e títulos. Lula Pereira, Gentil Cardoso, Didi, Samuel Cândido, Raí Sousa ... os técnicos negros são poucos no nosso futebol e para chegar ao comando de grandes clubes, caso do Flamengo que chegou a ser comandado por Lula Pereira, são muitos os desafios que precisam ser enfrentados. Além dos próprios técnicos, o assunto é tratado com o senador Paulo Paim, comentaristas e jornalistas esportivos como Paulo César Vasconcellos, Paulo Vinícius Coelho, Maurício Noriega e Hudson Nogueira. Na Reportagem Especial “Técnicos na Raça” dos jornalistas Pedro Pincer e Rodrigo Resende você vai conhecer as histórias de técnicos negros que passaram ou estão em atividade no futebol brasileiro. Racismo, falta de oportunidade, barreiras econômicas, todos esses aspectos colaboram para que eles sejam tão poucos em nossa história. COMO OUVIR (horário de Brasília) “Técnicos na Raça” vai ao ar na Rádio Senado, em cinco capítulos, de 16 a 20 de novembro, às 8h30, dentro do programa “Conexão Senado”. Também pode ser ouvida na íntegra pelo site senado.leg.br/radio. Outra opção é ouvir por meio de um aplicativo de podcast. Você também pode acompanhar o “Conexão Senado” no YouTube (youtube.com/tvsenado), no Facebook (facebook.com/radiosenado) e no Twitter (@radiosenado). SERVIÇO A Rádio Senado transmite para Brasília e regiões vizinhas na frequência de 91,7 MHz e para outras 13 capitais: Cuiabá (102,5 MHz), Belém (101,5 MHz), Boa Vista (98,3) MHz), Manaus (106,9 MHz), Macapá (93,9 MHz), Rio Branco (100,9 MHz), Aracaju (103,9 MHz), Fortaleza (103,3 MHz), João Pessoa (106,5 MHz), Maceió (105,5 MHz), Natal (106,9 MHz), Teresina (104,5 MHz) e São Luís (96,9 MHz). Capítulo 1 – Gentil Cardoso Gentil Cardoso fez história no futebol brasileiro entre as décadas de 40 e 60. Foi um dos primeiros técnicos de Garrincha. Mas a sua história não é tão contada, assim como não são tantos os técnicos negros no futebol brasileiro. Capítulo 2 – Didi Didi foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 1958, a primeira conquistada pelo Brasil. Depois fez carreira como técnico de futebol. Porém, não chegou até ao comando da seleção brasileira. Capítulo 3 – Samuel Cândido Os técnicos negros no Brasil enfrentam desafios imensos. E esses desafios são ainda maiores fora dos grandes centros. É o caso de Samuel Cândido, técnico no interior do Pará. Capítulo 4 – Lula Pereira Quando pedimos referências de técnicos negros no Brasil, um dos nomes sempre é citado: Lula Pereira. Mas o técnico campeão por diversos clubes poderia ter uma carreira ainda mais vitoriosa se não fosse vítima de racismo. Capítulo 5 – Raí Sousa Qual é o futuro? O que fazer para que mais negros assumam postos de comando no futebol brasileiro?
Faroeste Caboclo 2020

Faroeste Caboclo 2020

2020-11-0629:30

A partir da história ficcional de João de Santo Cristo e da vida real de tantos cidadãos, reportagem faz homenagem aos 60 anos de Renato Russo “Faroeste Caboclo 2020” conta a história de cidadãos que vieram do interior para a capital do país e mostra que eventos passados por João de Santo Cristo são uma realidade ainda hoje No final da década de 70, Renato Russo compôs uma música que é uma verdadeira crônica da vida de milhões de brasileiros daquela época: Faroeste Caboclo. A saga de João de Santo Cristo, do interior do Nordeste até a chegada na capital do país, conquistou o Brasil e os milhões de fãs da Legião Urbana. Em 2020 Renato Russo completaria 60 anos de idade. Brasília, a cidade na qual viveu e foi cenário de muitas de suas canções, também completou seis décadas neste ano. Faroeste Caboclo é uma dessas músicas que traz inúmeras referências da cidade. João de Santo Cristo sofreu uma série de injustiças em sua saga. Porém, o que poderia parecer apenas ficção, na verdade, é um retrato de diversas violações de direitos humanos que não ficaram restritas às décadas de 70 e 80 e perduram até hoje. Na reportagem especial “Faroeste Caboclo 2020” você vai conhecer diversas dessas histórias: os desafios da migração do interior para os grandes centros, as dificuldades na nova capital, a discriminação por causa da raça e da cor, os infernos nas prisões, o contrabando e o sensacionalismo na mídia. Tudo isso tratado na música de Renato Russo, de 1979, e que continua atual. Capítulo 1 – Sabia que aquilo ali não era o seu lugar A história de João de Santo Cristo na música Faroeste Caboclo começa em uma cidade do interior do Nordeste. História compartilhada por milhões de brasileiros que sofrem com as muitas faltas existentes em uma cidade de pequeno porte. Capítulo 2 – E num ônibus entrou no Planalto Central A migração para os grandes centros é, muitas vezes, a esperança de uma mudança de vida. João de Santo Cristo veio parar em Brasília assim como o Edson, o Severino, a Isaura ... Capítulo 3 – Discriminação por causa da sua classe e sua cor Para entender a história de Santo Cristo e muitos de seus apuros, não dá para esquecer qual é a sua cor. João era negro. E seu sofrimento não é mera obra de ficção. Capítulo 4 – E pro inferno ele foi pela primeira vez A crônica musical que é Faroeste Caboclo cita diversos problemas envolvendo segurança pública. Desde o contrabando vindo da Bolívia até a violência nas prisões. Questões que não ficam só na letra da música. Estão escancaradas na nossa realidade. Capítulo 5 – E a gente da TV que filmava tudo ali A história de João de Santo Cristo ficou ainda mais famosa em Brasília, de acordo com a letra de Renato Russo, quando um duelo com Jeremias foi transmitido pela TV, às duas da tarde. E hoje? Quantos duelos e quanto sangue vemos em nossa TV?
Reportagem Especial da Rádio Senado faz homenagem a Edeor de Paula, compositor de “Os Sertões”  “24 versos – Os Sertões de Edeor de Paula” traz a última entrevista do compositor de um dos maiores sambas da história vencedor do Estandarte de Ouro de 1976 Em um reunião da CPI do ECAD em 2011, no Rio de Janeiro, um senhor tímido, negro, ocupou o fundo da sala para assistir a toda aquela discussão. Quando o compositor João Roberto Kelly fazia seus apontamentos notou a presença daquele senhor. Era Edeor de Paula. João Roberto logo interrompeu a fala e pediu uma salva de palmas para Edeor. Mas quem era Edeor de Paula? Qual a sua importância para a história do samba brasileiro? A Rádio Senado apresenta na Reportagem Especial “24 versos”, entrevistas exclusivas com pesquisadores e sambistas para apresentar a saga de Edeor de Paula na elaboração de um samba-enredo sempre classificado entre os maiores da história: Os Sertões, defendido pela escola de samba Em Cima da Hora em 1976. Você vai ouvir histórias contadas pelo próprio Edeor em sua última entrevista. E vai entender por que um samba que conseguiu condensar em 24 versos as centenas de páginas do clássico de Euclides da Cunha é considerado uma das grandes músicas de carnaval da história.   Capítulo 1 – Uma obra prima Em Cima da Hora Edeor de Paula já havia escrito diversas músicas mas ainda faltava conquistar um sonho: ser autor de um samba-enredo de uma grande escola. A chance surgiu em 1975, na escolha do samba da Em Cima da Hora para 1976. O tema era o livro “Os Sertões” e a disputa seria dura. Capítulo 2 – 24 versos Seria possível condensar as centenas de páginas escritas por Euclides da Cunha para narrar a Guerra de Canudos em apenas 24 versos. E fazer isso com qualidade? Edeor fez e criou uma obra prima. Capítulo 3 – O dilúvio de 76 A empolgação com o samba, um dos melhores da forte safra de 1976, animou a Em Cima da Hora. A escola de Cavalcanti queria estar entre as primeira. Porém, veio o dilúvio. Capítulo 4 – A redenção de 2014 Quase quatro décadas depois da decepção de 1976, Os Sertões voltava a ser cantado pelos componentes da Em Cima da Hora em um desfile oficial. O resultado seria diferente dessa vez? Capítulo 5 – Compositor rima com Edeor Apesar do sucesso de “Os Sertões” Edeor de Paula vivia uma vida simples. Muitos compositores populares encontram dificuldades para garantir o sustento a partir das músicas que fizeram, obras muitas vezes regravadas por dezenas de artistas.
Série de reportagens da Rádio Senado conta histórias dos 70 anos da TV no Brasil “A caixa mágica – 70 anos da TV no Brasil” traz entrevistas exclusivas e trechos de programas históricos da TV brasileira.   Em 18 de setembro de 1950 a televisão começou oficialmente no Brasil. A TV Tupi, liderada por Assis Chateaubriand levou às poucas dezenas de televisores espalhados pela cidade as imagens de uma apresentação ao vivo, primeira apresentação de um meio de comunicação que ficaria marcado de vez no coração dos brasileiros. A Rádio Senado apresenta na Reportagem Especial “A Caixa Mágica”, entrevistas exclusivas com personagens históricos da TV nacional, caso do apresentador Cid Moreira, do locutor esportivo Januário de Oliveira e do ator Carlos Miranda, que interpretou o Vigilante Rodoviário, sucesso da década de 1960. Você vai ouvir histórias sobre televisão de senadores que trabalharam na telinha, caso de Jorge Kajuru, Carlos Viana e Lasier Martins. Ouvirá ainda pesquisadores que tratam da história da TV e que debatem como aquela caixinha de imagens foi capaz de encantar todos os brasileiros com suas notícias, novelas, programas e jogos esportivos. Episódio 1 – O primeiro boa noite Acompanhe a história e um depoimento da primeira pessoa que falou ao vivo na TV Brasileira, Sônia Maria Dorce, isso em 18 de setembro de 1950. Episódio 2 – Jornalismo A importância do jornalismo na história da TV e o testemunho de Cid Moreira, o primeiro apresentador do Jornal Nacional. Episódio 3 – Esporte Um celeiro de momentos marcantes da TV, o esporte está representado nesta série com as lembranças do narrador Januário de Oliveira. Episódio 4 –Entretenimento O primeiro seriado brasileiro na TV de grande sucesso foi o Vigilante Rodoviário, na década de 60. Saiba mais dessa história com Carlos Miranda, o próprio vigilante que encantou crianças e adultos. Episódio 5 – O futuro Quais as perspectivas da TV no Brasil? Senadores e especialistas debatem o tema.
Reportagem da Rádio Senado aborda propostas para uma economia mais sustentável e distributiva após a crise de covid-19 “Economias alternativas: novos caminhos para o pós-pandemia” traz discussões e experiências sobre iniciativas e tendências econômicas capazes de fazer frente à desigualdade social e à degradação do planeta A pandemia do novo coronavírus representa muito mais do que uma crise sanitária. Seus efeitos atingem, em diferentes escalas, todos os setores da sociedade. Na economia, a crise derrubou a produção e o consumo, causou desemprego, fechamento de empresas e evidenciou ainda mais o histórico problema da desigualdade social nos países. Em todo o mundo, governos lançaram mão de pacotes inéditos de ajuda na tentativa de mitigar os efeitos. No Brasil, o Congresso Nacional aprovou medidas como o decreto de calamidade pública, o orçamento de guerra, ajuda a estados, municípios e setor produtivo, e ainda o auxílio emergencial de R$ 600,00 mensais para os cidadãos mais vulneráveis. Todo esse cenário ampliou o debate sobre o atual modelo econômico. Não estaria na hora de buscar alternativas à busca pelo crescimento a qualquer custo? Por que não investir num sistema econômico socialmente mais distributivo, e ambientalmente regenerativo? Produzida em cinco capítulos, pelo jornalista Celso Cavalcanti, a reportagem especial “Economias alternativas: novos caminhos para o pós-pandemia” traz a opinião de especialistas, representantes da indústria e atores da sociedade civil sobre o assunto, apresentando experiências brasileiras e tendências internacionais que podem inspirar a sociedade a trilhar o caminho de uma economia mais sustentável, de modo a garantir um futuro melhor para as novas gerações.
30 anos da comunidade brasileira no Japão  “Sayonara Furusato” mostra as dificuldades e conquistas dos brasileiros descendentes de japoneses que atravessaram o mundo em busca de uma vida nova Em 1908 desembarcava no Brasil o primeiro navio com japoneses que vinham recomeçar a vida em terras tupiniquins após a revolução que trocou mão de obra humana por máquinas no Japão. A maioria dos imigrantes queria ficar por aqui apenas o tempo suficiente para juntar dinheiro, e logo retornar para o país natal. Mas poucos fizeram o caminho de volta. Na verdade, esse caminho de retorno começou a ser feito muitos anos depois. No início da década de 1990, filhos e netos desses imigrantes japoneses miraram a direção inversa e partiram para o país do sol nascente, em busca de novas oportunidades. Essa nova fase nas relações entre as duas culturas é o tema da reportagem especial “Sayonara Furusato – 30 anos da comunidade brasileira no Japão”, produzida pela Rádio Senado, e que vai ao ar de 16 a 20 de março. As dificuldades econômicas do Brasil na última década do século 20, o confisco das poupanças no Plano Collor e o sonho de ganhar dinheiro no Japão lançaram os chamados “decasséguis” na aventura de partir para o país dos seus antepassados, que agora era moderno, economicamente forte e sinônimo de prosperidade. Mas apesar de terem juntado dinheiro, os brasileiros que foram morar no Japão há trinta anos também enfrentaram dificuldades com a língua e com a cultura diferentes, sem contar a saudade de casa e da família que ficara no Brasil. Muitos firmaram moradia, se fixaram em cidades japonesas e tiveram filhos. A partir dos anos 2000, medidas do governo nipônico buscaram o bem-estar da comunidade brasileira que optou por continuar a vida no arquipélago, como a garantia de direitos sociais e trabalhistas. Ao mesmo tempo em que ações do governo aqui no Brasil procuraram beneficiar quem quis voltar, como a possibilidade de contagem no tempo de aposentadoria nos dois países. E para o futuro? O que esperam brasileiros e japoneses em relação às migrações de seus cidadãos para os próximos anos? Quais os desafios? Essa é a viagem que você vai fazer quando ouvir a reportagem especial “Sayonara Furusato”.
Machismo marcou primeira lei educacional brasileira Na semana do Dia Internacional da Mulher, Rádio Senado exibe reportagem que revela que no currículo escolar do Brasil Império o ensino de matemática era vedado às meninas Na semana do Dia Internacional da Mulher, a Rádio Senado leva ao ar uma reportagem especial que mostra que a primeira lei escolar do Brasil, de 1827, restringia o ensino para as meninas. Enquanto os homens aprendiam aritmética e geometria, elas tinham aulas das chamadas “prendas domésticas”, para que pudessem cuidar da casa e dos filhos. Com base nos documentos históricos do Arquivo do Senado, “O machismo na primeira lei escolar do Brasil” revela os discursos dos senadores, nos quais fica clara a defesa da desigualdade e as diferenças nas relações de gênero. Antes de entrar em vigor, a lei de 1827 foi debatida e votada no Senado. A reportagem traz as discussões travadas pelos senadores do Império. Muitos argumentaram que o currículo das meninas tinha que ser mais simples que o dos meninos porque, na visão deles, as alunas tinham menos capacidade intelectual do que os alunos para entender conceitos mais complexos de matemática. O historiador André Paulo Castanha, especialista na educação do século 19, explica que, apesar desse machismo, a lei de 1827 é um dos grandes marcos da história do Brasil, pois deu início à organização da rede pública de ensino e, ao estabelecer que as meninas só poderiam ter aulas com professoras, permitiu a entrada das mulheres no mercado de trabalho. A reportagem especial “O machismo na primeira lei escolar do Brasil” foi produzida pelo jornalista Ricardo Westin, da Agência Senado, em parceria com a Rádio Senado, e é dividida em cinco partes (os três últimos capítulos estarão disponíveis na terça-feira, 10 de março).
Milhões de raros

Milhões de raros

2020-03-0625:10

Rádio Senado apresenta série sobre Doenças Raras As reportagens falam sobre as dificuldades em se conseguir o diagnóstico, opções de tratamento, o aspecto familiar e novas terapias para essas pessoas A série “Milhões de Raros” fala sobre os mais de 15 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de doença rara. Isso significa dizer que, mesmo que a incidência de cada uma delas seja baixa, quando os pacientes são somados eles representam uma parcela importante da população. E elas são lembradas em uma data especial: 29 de fevereiro, Dia Nacional de Doenças Raras. As dificuldades em conseguir um diagnóstico ao mesmo tempo em que a doença avança é um dos temas abordados. A maioria dos pacientes leva anos para ter um resultado conclusivo. Depois, precisam descobrir se há tratamento disponível, onde conseguir o medicamento e qual o valor. A opção, muitas vezes, é entrar na Justiça, outro tema discutido na reportagem. Os cinco capítulos pretendem contar a história de pessoas com doenças raras e suas famílias. Os desafios que precisaram ser enfrentados ao longo dessa jornada e quais as perspectivas na medicina para a ampliar a qualidade de vida.
Em cinco partes, ‘Ó abre alas’ mostra as muitas faces da maior festa popular brasileira  O carnaval é uma festa democrática, que toma e colore as ruas de centenas de cidades pelo Brasil. O feriado mais animado do país tem festas para todos os gostos. E este é o tema da reportagem especial “Ó abre alas: os muitos carnavais”, produzida pela Rádio Senado. As mensagens sociais e histórias que dominam as marchinhas; o recado claro do “Não é não”; os cuidados com a saúde e a segurança; as escolas de samba, os apaixonados pelo axé e pelo frevo e até os que preferem o descanso, o retiro e a meditação são os temas abordados no programa que vai ao ar de 17 a 21 de fevereiro. Desde 2018, a importunação sexual é crime tipificado em lei. A pena prevista é de um a cinco anos de reclusão. Uma das representantes da bancada feminina no Senado, a senadora Zenaide Maia (Pros-RN), diz que, além do rigor na legislação, é preciso mais consciência das pessoas sobre assédio e importunação: “Carnaval é cultura, é alegria, vamos ajudar a conscientizar o folião para que todos e todas possam brincar sem sofrer assédio”. Mas os cuidados vão além. Alguns deles são essenciais para evitar problemas mais graves, como uma infecção sexualmente transmissível. Coordenadora da Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, Angélica Miranda explica que a preocupação das autoridades públicas aumenta nos dias de folia por conta do uso de bebidas alcóolicas: “É muito comum ficar focado mais na folia, na diversão, em novos relacionamentos. Ainda tem o aumento do consumo de bebida alcóolica, o que diminui a percepção do indivíduo ao risco que ele está correndo”. A dimensão lúdica e extrovertida do carnaval faz parte da identidade nacional. Mas alguns grupos preferem buscar alternativas à festa tradicional. Segundo o médico Marco Antonio Brasil, chefe do Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal da UFRJ, o feriado é uma espécie de controle do tempo: “Hoje, a sociedade atual vive uma tirania do tempo. E esse afastamento serve para muitas pessoas vivenciarem esse momento em que o tempo passa a ficar ao seu serviço, sem se preocupar mais com horário”.
Você costuma ir de um lugar para outro na sua cidade de carro ou de transporte público? Mesmo que andar a pé não faça parte da sua rotina, não tem jeito: uma hora você terá que passar por uma calçada. A situação dos caminhos usados pelos pedestres em nossas cidades é o assunto da reportagem especial “No meio do caminho tinha uma pedra”. Produzida em cinco capítulos, a reportagem destaca o estudo Campanha Calçadas do Brasil, do portal Mobilize Brasil, que analisou — e reprovou — as calçadas de Brasília e das 26 capitais dos estados. “No meio do caminho tinha uma pedra” traz depoimentos de pessoas que contam como é a experiência de andar pelas cidades e encontrar pela frente buracos, postes, degraus, carros e outros obstáculos. No meio do caminho de Vilmara, por exemplo, não tinha uma pedra... — Eu estava indo para um espetáculo musical que acontece no Palácio da Música, em Teresina, todos os domingos. De repente eu tropecei e fui de joelho ao chão. Foi um tombo horrível. Aí olhei para trás para ver o que tinha acontecido: um quebra-molas na calçada!
Rádio Senado mostra o que deve ser destaque no Legislativo em 2020 O ano Legislativo de 2020 foi aberto nesta segunda-feira (3) em sessão solene do Congresso Nacional. E a Rádio Senado preparou uma série de reportagens especiais sobre os principais projetos de lei, propostas de emenda à Constituição, medidas provisórias, além de outras proposições legislativas e assuntos que vão dominar os debates no plenário e nas comissões do Senado.
Ruy Barbosa em Cordel

Ruy Barbosa em Cordel

2019-12-2027:25

Rádio Senado conta a história de Ruy Barbosa Reportagem Especial em formato de Cordel mostra feitos do baiano que foi senador por cinco mandatos “No plenário do Senado / se destaca uma imagem / um busto, bem lá no alto / compondo a paisagem / que figura é aquela? / e por que a homenagem?” O Senado promoveu uma série de homenagens aos 170 anos de Ruy Barbosa, um dos políticos mais importantes da história brasileira. Foram cinco mandatos no Senado, quatro tentativas de chegada à presidência, além da visibilidade internacional ao participar de fóruns e assembleias que estavam decidindo o rumo do mundo no início do século XX. Você vai conhecer a história de Ruy Barbosa na Reportagem Especial “Ruy Barbosa em Cordel”. Através de rimas e estrofes, a história de Ruy, da Bahia ao destaque na Conferência de Haia, vai sendo contada com falas de historiadores, senadores e integrantes do conselho editorial do Senado. Muitos textos de Ruy estão sendo reeditados pelo Senado Federal, caso de “Oração aos Moços” e “A Imprensa e o dever da verdade”, já disponíveis para acesso ao público. Essas e outras informações estão na reportagem que conta também algumas das batalhas enfrentadas por Ruy no campo do direito. “Ruy Barbosa em Cordel”  está dividida em cinco capítulos e vai ao ar de segunda (9) a sexta-feira (13) no programa Conexão Senado, às 8h30 da manhã, e às 22 horas. Os áudios também podem ser acessados e baixados na página da Rádio Senado na internet:  senado.leg.br/radio  ou no seu aplicativo de Podcasts Favorito.
Rádio Senado apresenta série sobre os 20 anos da política nacional de educação ambiental As reportagens falam da educação ambiental em suas variadas vertentes, a sua implementação e os desafios para aumentar a percepção da sociedade em relação ao meio ambiente Neste ano, a política nacional de educação ambiental completou 20 anos de vigência. Ao prever ações que vão muito além do ensino formal, a lei nº 9.795/1999 buscou envolver todos os segmentos da sociedade com o objetivo de criar valores, habilidades e atitudes voltados para a conservação do meio ambiente. Mas será que ao longo dessas duas décadas os indivíduos, as instituições públicas e privadas e o setor produtivo se envolveram de fato com essa questão? O que foi feito, o que ainda carece de investimento e os desafios da educação ambiental serão os assuntos a serem abordados nessa reportagem especial em cinco capítulos. Na primeira parte, o ouvinte saberá em qual contexto a política foi elaborada e quais as questões gerais da lei. Na segunda, a educação ambiental será abordada em sua vertente formal, que envolve as instituições de ensino de todos os níveis. A terceira parte será destinada à educação ambiental em sua vertente não-formal, que envolve as pessoas e demais segmentos da sociedade civil. A forma como o setor produtivo trata a questão será o assunto da quarta parte. Para encerrar, a reportagem trará alguns desafios para aperfeiçoar a educação ambiental.
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Comentários (3)

Peralta 199

muito bom

Oct 16th
Responder

Welma Reis

Sempre muito bem feito esse podcast!

Oct 14th
Responder

Welma Reis

Que podcast legal! Estava procurando algo sobre Chico Mendes e encontrei a maravilhosa Reportagem Especial sobre o nosso grande ecologista.

Aug 27th
Responder
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