DescobrirSons Literários: Contos, Cordéis, Crônicas e Poesias do IFPB
Sons Literários: Contos, Cordéis, Crônicas e Poesias do IFPB

Sons Literários: Contos, Cordéis, Crônicas e Poesias do IFPB

Autor: Rosa Samara Silveira, Maria Eliziana Pereira de Sousa, George Gláuber Félix Severo e Sérgio Araújo de Mendonça Filho

Inscrito: 0Reproduzido: 32
compartilhar

Descrição

A Editora IFPB tem a satisfação de apresentar o mais recente acréscimo ao seu acervo: o primeiro audiobook. Esta obra eclética transcende as limitações literárias ao explorar os diversos universos da poesia, cordéis, crônicas e contos.
20 Episodes
Reverse
Equipe talentosa colaborou para criar uma produção auditiva única, combinando narrativa, interpretação, e elementos sonoros para proporcionar uma experiência envolvente aos ouvintes desse primeiro audiobook da Editora IFPB.
 A crônica “Precipitado” de Afonso Manoel é um texto sobre a precipitação – uma brincadeira com o tempo, as palavras e as imagens.
 A crônica “Onomatopeia que conecta” explora as onomatopéias dos sons mais escutados pelos professores em suas aulas remotas durante a pandemia pelo Covid-19 nos anos de 2020 e 2021. Annuska Macedo destaca a capacidade de criação destes sons imitativos, presentes na fala cotidiana e nas expressões naturais, de uma conexão profunda e imediata entre as pessoas, que foi tão necessária durante o isolamento social.  
 O conto “Pés Molhados” narra uma experiência que transcende o tempo e o espaço, misturando a realidade cotidiana com elementos de um universo mágico e atemporal. A narrativa de Radharanny Ribeiro Rodrigues segue uma personagem, que, ao encontrar marcas de pés molhados, desencadeia uma jornada inesperada.
 O conto Acrofobia mergulha no universo psicológico e emocional de um personagem que não é acrofóbico, ou seja, não tem medo de altura, pelo contrário, é fascinado por ela. Mas, no decorrer da história ele se encontra com um outro personagem que, este sim, é acrofóbico. Deste encontro sai uma forte constatação.
 O Transcendente é uma reflexão profunda sobre a formação do homem sertanejo. Segundo Nilda Cordeiro é um homem forjado em várias metamorfoses. É um poema que dialoga com Euclides da Cunha de forma poética, densa, no entanto breve.
Esse cordel é um poderoso chamado à consciência e à ação em prol da inclusão e igualdade para pessoas com deficiência. O cordel destaca o Estatuto que assegura direitos fundamentais, incentivando uma vida livre, participativa e repleta de oportunidades. Além disso, aborda a Lei que criminaliza a discriminação, estabelecendo penalidades significativas.
Essa poesia é uma expressão melancólica de saudade e perda, centrada na ausência de um querido amigo. A narradora destaca a persistência da presença desse amigo ausente em sua vida diária, ouvindo sua voz enquanto rega as plantas e sentindo sua falta nos lugares que costumavam frequentar juntos. O poeta transmite uma mistura de tristeza, anseio e aceitação da inevitabilidade da perda, pintando um retrato emotivo da complexidade do luto e da saudade.
A poesia é uma homenagem vibrante a Lourdes Ramalho, uma figura marcante que transcende a vida cotidiana para se tornar uma contadora de histórias e uma artista encantadora. A narrativa poética celebra a vida de Lourdes, imersa em contos, cantos, encantos e danças, evocando uma jornada poética através de gerações e memórias. Ciro Leandro Costa da Fonsêca destaca a importância da figura de Lourdes na preservação e transmissão da cultura popular nordestina.
Uma celebração da ancestralidade e da história que moldam a identidade do poeta. O poema evoca uma jornada através de épocas e eventos históricos, desde os primeiros navegantes até o encontro com índios, cangaceiros, vaqueiros, e grandes navios. A poesia culmina na imagem poética do "candeeiro da história" e o poeta como pavio, sugerindo seu papel vital na preservação e continuação dessa chama histórica.
Essa poesia é uma homenagem poética à força e à importância da voz da mulher. Edy Justino sugere que é mais preocupante quando uma mulher se cala, e assim propõe uma nova perspectiva de entendimento da fala de uma mulher.  
Uma reflexão poética sobre a passagem inexorável da vida e a importância do amor em meio a essa jornada efêmera. A autora destaca que, no passo da vida que passa no passo do tempo, é crucial lembrar do amor como elemento fundamental para uma jornada plena e significativa.
A produção evoca a imagem da noite como uma presença elevada, semelhante a um jangadeiro que deixa o mar. A poesia destaca a riqueza de significados e sensações que a noite carrega, revelando a complexidade de suas manifestações na experiência humana.
 A poesia "Fogueira" de Rosilene Leonardo é uma reflexão melancólica sobre a efemeridade do fogo, utilizando a metáfora da fogueira para explorar a transitoriedade das experiências humanas. A poesia é uma meditação lírica sobre a natureza efêmera da vida, capturando a beleza e a fragilidade das experiências humanas.
Uma contemplação poética da imensidão do mar e do universo, contrastando a grandeza externa com a pequenez humana. O poeta descreve a praia, o mar e o céu como elementos que o transcendem, destacando a imensurabilidade do universo. Ao olhar para dentro de si mesmo, ele reconhece a finitude do ser humano, representado por células, átomos e pó, contrastando com o ilusório infinito que se apresenta.
Corpo Mulher é uma poderosa expressão que celebra a complexidade do corpo feminino. Em um confronto com o Estado conservador, a poeta aborda o corpo como alvo de repressão e objetificação. Renálide Carvalho, ao final, ressalta sua voz como uma força que não se cala, uma "FALA" que permanece ativa, evidenciando a importância da expressão para romper com estereótipos e afirmar a identidade feminina.
A poesia "Cinderela Revolucionária" reinterpreta o conto clássico de Cinderela com uma abordagem revolucionária e empoderada. As entrelinhas da poesia sugerem uma riqueza de experiências e significados que essa Cinderela oferece ao mundo, redefinindo a narrativa clássica com uma abordagem revolucionária e afirmativa.
Uma reverência lírica e contemplativa à personificação das águas, uma entidade celestial cuja presença abrange oceanos, rios e lagos. O poema termina com um pedido simbólico de uma flor de jasmim-laranja, simbolizando gratidão e reverência eterna. 
Essa poesia é uma reflexão satírica sobre a diversidade de bolsas presentes na sociedade, abordando desde as econômicas até as simbólicas. A poesia explora a multiplicidade de significados atribuídos a esse objeto cotidiano, culminando na observação crítica do "bolso caro para os idiotas".
Seleção de poesias, cordéis, contos e crônicas do IFPB – Homenagem a Marília Arnaud e a Lourdes Ramalho – 100 anos da Semana de Arte Moderna.
Comentários