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VDCast com Victor Damásio
VDCast com Victor Damásio
Author: Victor Damásio
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© Victor Damásio
Description
Victor Damásio há anos lidera e facilita Grupos de Empreendedores Digitais do bem. Apaixonado por marketing Digital, ajuda consistentemente seus clientes a alcançarem e ultrapassarem o marco de 7 dígitos de faturamento com programas e serviços online.
Meu Instagram: @victordamasiooficial
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Neste episódio do VDCast, você vai conhecer Max Satiro, fundador da Sócio Estratégico. Ele vendeu queijo na rua dos 9 aos 15 anos, entrou na V4 quando a empresa faturava 300 mil por mês e saiu, em 2026, com ela em 50 milhões por mês e mais de 200 pessoas lideradas por ele. A conversa vai da decisão de recomeçar do zero ao funil do currículo, que o Victor cria ao vivo.🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube🤖 CONGRESSO IA PARA MENTORES: entre na lista e receba o acesso antecipado 👉 https://congressodementores.com.br/congresso-ia📹 SOBRE O EPISÓDIO:Max nasceu em Itanhandu, cidade pequena no interior de Minas. Foi ajudante de padeiro e, aos 18, operador de higienização e de estação de tratamento de água. Ainda em Minas, conheceu o mercado de afiliados e lançou o Max Produtividade, que faturou 1.392 reais.Em 2018, ele escreveu para vários nomes do digital. O Victor, a quem pediu conselho sobre uma fábrica de produtos de limpeza, foi um dos poucos que responderam sem tentar vender nada. Outra resposta veio da V4, e o Max pediu para trabalhar lá. Com 19 ou 20 anos, uma filha de 10 meses e dinheiro emprestado para a passagem, mudou para o Rio Grande do Sul sem nunca ter visto uma escada rolante.Na V4, passou um ano e meio na pré-venda e só foi promovido depois de deixar a barba crescer com minoxidil. Depois fechou vendas, liderou o time comercial por uns seis meses e, em 2020, assumiu o marketing, com a missão de ligar o sonho da empresa à operação. Em 2023, ficou também com as vendas. Quando saiu, 25 dos cerca de 40 líderes da empresa tinham sido liderados dele.Ali aprendeu sobre o significado do trabalho. Um vendedor do time queria um Punto T-Jet. A foto do carro virou proteção de tela, o time se dedicou para ele chegar lá e o primeiro passeio foi junto. Durante esses anos, anotou tudo num Notion chamado Virtude e Fortuna, que está virando livro.Em fevereiro de 2026, com 1,89% de participação no negócio, ele saiu atrás da liberdade de empreender. Passou março em casa, de chinelo, com remorso e recusando propostas para ser executivo. Foi a esposa quem deu nome ao que ele faz: um sócio estratégico, alguém que resolve o curto prazo enquanto constrói valor no longo prazo.Em março, foi comprar a Mentoria e pediu direto um programa mais avançado. O Victor recusou e propôs um exercício de humildade: quem fatura zero entra no grupo de quem fatura zero. Fez um lançamento, que deu errado, e devolveu o dinheiro porque não era o produto que queria vender. Depois pegou o telefone, ligou para a própria lista de contatos e fez os primeiros 100 mil com Mentoria.Mesmo assim, o Max conta que ainda não acredita muito no formato. O Victor responde que falta repertório, explica por que vende para quem fatura mais do que ele, mostra a diferença entre coach, Mentor, conselheiro e consultor e desenha para o Max uma escada até virar sócio do cliente.💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE:✅ O papel de quem resolve o curto prazo sem sacrificar o longo prazo✅ A resposta de 2018 que o Victor deu sem vender nada✅ A trajetória do Max na V4, de 300 mil a 50 milhões por mês✅ O significado do trabalho e a história do Punto T-Jet✅ A teoria das restrições e o único gargalo de cada empresa✅ O exercício de humildade de entrar no grupo de quem fatura zero✅ O lançamento que deu errado e as ligações que renderam 100 mil✅ A diferença entre coach, Mentor, conselheiro e consultor✅ Como montar uma escada de serviço até virar sócio do cliente✅ O funil do currículo, criado ao vivo no episódio
Neste episódio do VDCast, você vai conhecer Delano Zonta, um ex-endividado que já negociou mais de 300 milhões de reais em dívidas. Ele quebrou três vezes, chegou a ter 42 reais de patrimônio e hoje ajuda pequenas e médias empresas a sair das dívidas. A conversa vai da quina da Mega-Sena que ele entregou ao banco até a virada que levou o negócio dele a mais de 1 milhão por ano.🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube📹 SOBRE O EPISÓDIO:Filho e neto de empresários, Delano sempre empreendeu e as empresas dele sempre faturaram, mas ele deixava o dinheiro sem cuidado. Quebrou três vezes. Na última, em 2016, tinha 42 reais de patrimônio líquido, consertava computadores numa loja dividida com um amigo e teve síndrome do pânico por causa das cobranças.Numa segunda-feira, depois de umas 47 ligações do banco, o amigo o chamou até a loja com o jogo da Mega-Sena na mão: cinco números certos. Ele tinha jogado o 59, e saiu o 60. Em vez de cerca de 27 milhões, vieram 35 mil reais. Ele pegou o prêmio numa quarta de manhã e, às duas e meia da tarde, já não tinha um real, sem ter quitado nenhuma dívida. Hoje ele diz que, com os 27 milhões, estaria devendo 9.Naquele dia veio o basta. Pela primeira vez, ele levantou tudo o que devia: 216.583 reais e 37 centavos. Foi estudar como os bancos funcionam e pagou a última dívida em janeiro de 2020, um mês depois do nascimento da filha.Para o Delano, a dívida é sintoma, e tratar só dela é como baixar a febre sem procurar a causa. Ele explica por que começar pela dívida de maior juros é o erro mais comum, já que o juro mede o risco do banco, e mostra o que leva ao endividamento: doença, divórcio, desemprego e, principalmente, gastar mais do que se ganha.Em 2020 ele fez a formação de educador financeiro com a Aline Soaper, pegou o primeiro cliente quinze dias depois, por 300 reais, e seis meses depois já estava na equipe dela. Antes de virar Mentorado, atendeu um caso a pedido do Victor: uma dívida de 1 milhão e 422 mil, com penhora, negociada por 398 mil.Quando entrou na Mentoria, em 2023, ele cobrava 5 mil reais de qualquer cliente. O Victor mostrou o tamanho do valor que ele gerava, e o Delano passou a atender empresas, cobrando um percentual sobre a economia do cliente. O faturamento foi de 214 mil em 2022 para 751 mil em 2023, 858 mil em 2024 e 1 milhão e 216 mil em 2025. Os dois explicam ainda por que quem deve 10 milhões costuma ser mais fácil de atender do que quem deve 10 mil.No fim, Delano fala da esposa, Gabi, da fé que o segurou no dia mais difícil e deixa um recado para quem guarda conhecimento por medo: dê o próximo passo.💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE:✅ A quina da Mega-Sena que ele entregou inteira ao banco✅ Por que a dor da dívida vai além do dinheiro✅ O dia do basta e o levantamento de tudo o que se deve✅ Como o banco ganha com quem está endividado✅ Por que pagar primeiro a dívida de maior juros é um erro✅ Os quatro motivos que levam ao endividamento✅ Dívida boa e dívida ruim, na pessoa física e na empresa✅ Da primeira Mentoria, de 300 reais, ao contrato de 240 mil✅ Por que quem deve 10 milhões pode ser mais fácil de atender✅ Como cobrar um percentual sobre a economia do cliente✅ Por que guardar conhecimento por medo é egoísmo
Neste episódio do VDCast, Victor Damásio recebe Moreno Comini e Denis Gustavo, sócios da Impulse, que há cerca de seis anos lança experts no digital, entre eles a Giovanna Antonelli. Os dois vieram da publicidade, começaram na pandemia com 300 reais de anúncio e chegaram a um evento de 3 milhões.🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube📹 SOBRE O EPISÓDIO:Os dois trabalharam juntos na Leo Burnett. O Denis está no digital desde 1998 e cuidava da produção; o Moreno vinha da criação e dirigia comerciais nos fins de semana. Na pandemia, o Denis lembrou do mercado de lançamentos e sugeriu dois amigos, uma nutricionista e um fisioterapeuta. Hoje eles são sócios de todos os experts com quem trabalham.O primeiro lançamento teve uma semana de lives, 300 reais de anúncio e um e-book de 29 reais, tudo gravado no celular, sem microfone. Voltaram 8 mil. Com 5 mil desse dinheiro, o lançamento seguinte fez 160 mil. Na visão deles, se não der certo no pequeno, não vai dar certo no grande.Victor conta a própria versão dessa história: dizia que dava para fazer tudo com o celular enquanto gravava num estúdio com telão de LED, grua e vinte pessoas. Se sentiu uma fraude. O lançamento seguinte foi feito de um quarto de hotel, com o abajur como luz, e a conversão foi igual.Com a Giovanna Antonelli, que eles lançam há quase cinco anos, as primeiras gravações também foram no celular. Depois de dois encontros pequenos veio o ELAS, o evento proprietário dela, para milhares de mulheres. Os ingressos iam da plateia ao diamante, com direito a um jantar com ela. O evento custou 3 milhões, e o objetivo dele, desde o começo, era a Mentoria vendida no fim.É aqui que o Victor entra: a Hotmart o apresentou a menos de uma semana do evento, para revisar o pitch. Eles queriam vender a Mentoria por 10 mil, subiram para 15 e venderam mais de cem vagas. Na Mentoria seguinte, da Mônica, pensavam em 25 mil e foram a 45. Para o Victor, muitas vezes o limite do preço está no que a gente acredita ser possível cobrar.Victor explica ainda por que o jantar tem a maior margem do evento, onde está o lucro de empresas pequenas, médias e grandes e como vender Mentoria entre um evento e outro com uma página de aplicação e quatro perguntas. No fim, sugere aos dois uma Mentoria própria, que funcione como um tubo de ensaio para escolher os próximos experts que eles vão lançar.💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE:✅ Como 300 reais de anúncio viraram o primeiro lançamento✅ Como dois publicitários da Leo Burnett viraram sócios de experts✅ Por que o celular muitas vezes converte mais que a superprodução✅ O estúdio de LED que fez o Victor se sentir uma fraude✅ Como um evento de 3 milhões começou com encontros pequenos✅ A escada de ingressos, da plateia ao diamante com jantar✅ Por que o jantar tem a maior margem do evento✅ Onde está o lucro de empresas pequenas, médias e grandes✅ Como o preço de uma Mentoria foi de 25 para 45 mil✅ As quatro perguntas que fazem o cliente disputar a vaga✅ Por que uma Mentoria que se renova precisa de tempo
Neste episódio do VDCast, Victor Damásio recebe Gleison Muzzo, fundador do Alerta de Voos, a empresa que manda alertas de passagem aérea abaixo do preço médio e que está chegando em cinquenta mil clientes. Gleison levou cinco anos para fazer o primeiro milhão acumulado. O segundo veio em três ou quatro meses. Hoje o negócio fatura um milhão por mês.🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube📹 SOBRE O EPISÓDIO:Gleison começou no digital há oito anos, ao lado do Rafa, amigo de infância e sócio em todas as empresas até hoje. Os primeiros anos foram lentos, e ele conta por quê: enquanto gente que começou depois dele crescia mais rápido aceitando vender qualquer coisa, ele segurou o que chama de uma trava boa, uma trava de princípios e valores.A frase que resume a postura dele é antiga: eu não quero vender o almoço para pagar a janta. Foi essa visão de longo prazo que atravessou os anos de resultado pequeno, e sem ela, nas palavras dele, nada ia dar certo. Em 2020, no meio desses anos, ele entrou no Maestria.O coração do episódio é o modelo que o Victor chama de genial. Desde a segunda semana de novembro de 2023, o Alerta de Voos faz um lançamento por semana, com o mesmo produto. Nesse caminho melhorou o produto, melhorou a oferta e subiu o preço, e nenhuma semana ficou no negativo. Começou como um lançamento montado com peças de vários métodos, sem live e sem vídeo gravado, só com texto no WhatsApp.Gleison abre a estrutura da semana: de quarta a sexta, foco na dor do cliente e na prova de que existe passagem barata; no fim de semana, o produto; na segunda, as vagas abrem às sete da noite e fecham à meia-noite. Mostra também a operação que sustenta isso, com mais de trezentos e trinta grupos de WhatsApp ativos todos os dias.Victor explica por que insistir na mesma oferta é uma vantagem que o mercado despreza, e desenha a esteira fractal que existe dentro de uma base de cinquenta mil clientes: uma parte sempre quer ir mais fundo, e o próximo produto nasce dessa parte.O episódio passa ainda pelos eventos presenciais do outro negócio dele, na área de consórcio, pelo Executive Club e pelo curso de milhas que está saindo do forno, e termina numa mensagem sobre fé, família e não abrir mão dos próprios valores.💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE:✅ Por que ele levou cinco anos para o primeiro milhão, e só três ou quatro meses para o segundo✅ A trava de princípios que atrasou o começo e sustenta o negócio hoje✅ O que significa não vender o almoço para pagar a janta✅ Como funciona um lançamento por semana com o mesmo produto, sem nenhuma semana no negativo✅ A estrutura da semana: dor de quarta a sexta, produto no fim de semana, vagas na segunda✅ A operação por trás de mais de trezentos e trinta grupos de WhatsApp ativos✅ Por que insistir na mesma oferta é uma vantagem✅ A esteira fractal dentro de uma base de cinquenta mil clientes✅ Como cada evento presencial subiu o valor da mentoria✅ Por que o ambiente em que você anda define para onde você vai✅ Por que produzir conteúdo acelerou todos os projetos dele✅ O que muda quando o trabalho deixa de ser por necessidade
Neste episódio do VDCast, Victor Damásio recebe Thiago Roas, uma das principais referências do país em venda para público frio. A conversa começa com ele corrigindo a própria apresentação, dizendo que não criou nada, e termina numa tese sobre janela histórica. No meio, um mapa completo de como vender para quem nunca ouviu falar de você.🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube📹 SOBRE O EPISÓDIO:Thiago abre com uma correção. O Victor o apresenta como o pai do formato no Brasil, e ele devolve dizendo que não inventou nada. A analogia é o Henry Ford: não criou o automóvel, organizou a linha de produção de um jeito que a indústria nunca mais foi a mesma.O trecho mais desconfortável vem em seguida. Há cinco anos, quando alguém perguntava com quem aprender aquilo, a resposta honesta era procurar um bandido. Quem dominava a técnica vendia nutracêutico que não entregava resultado, vendia golpe, vendia toque de celular para idoso. A técnica funcionava, e estava toda na mão de quem não merecia.A partir daí ele constrói a distinção que dá nome ao episódio. Explica por que estuda linguagem, e como a palavra que você usa autoriza ou desautoriza o que você faz. Conta que levantou a bandeira do marketing digital do bem pelo mesmo motivo que o Victor levantou a do mentor que mentora. E entrega um critério simples para separar os dois lados: se isso que você faz crescer dez vezes, cem vezes, o mundo fica melhor? Se sim, é do bem.Na parte técnica, a conversa vira aula. Onde a empresa pequena, a média e a grande realmente lucram. Por que o mercado nunca copia o funil inteiro, só o que é fácil de copiar. Como escolher o processo de venda certo para cada faixa de ticket, e por que webinário, ligação e até carta impressa são processos de venda. Por que o Pix virou o assassino do produto barato. O jogo de funil do Russell e a recorrência que funciona nos Estados Unidos e ainda não pegou aqui. Por que a oferta extra tem que sair da tela de pagamento. E como dar desconto reduzindo tempo de acesso, sem desonrar quem pagou o preço cheio.Tem ainda o caso do Wendel, que ganhou oito dígitos a mais no ano seguinte por causa de um ajuste, e o momento em que Thiago enquadra o próprio trabalho como uma alforria moderna.No fim, ele libera de graça uma palestra que até agora só existia dentro do programa dele, abrindo por dentro um lançamento que passou de cem milhões em três dias vendendo um livro.💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE:✅ Por que organizar o que já existe vale mais do que inventar do zero✅ Como a técnica de vender para público frio ficou anos na mão errada✅ O critério simples que separa o trabalho do bem do trabalho do mal✅ Como a linguagem autoriza ou desautoriza o que você faz✅ Onde a empresa pequena, a média e a grande realmente lucram✅ Por que o mercado nunca copia o funil inteiro✅ Como escolher o processo de venda certo para cada faixa de ticket✅ Por que o Pix virou o assassino do produto barato✅ Por que a oferta extra na tela de pagamento derruba a conversão✅ Como dar desconto sem desonrar quem pagou o preço cheio✅ O ajuste que rendeu oito dígitos a mais no ano seguinte✅ Por que o digital é uma janela que talvez não exista para sempre








