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A diretora da Anistia Internacional no Brasil, Jurema Werneck, é a convidada do último episódio desta temporada. Em uma conversa com Melina Risso, diretora de pesquisa do Instituto Igarapé, ela fala sobre as mortes de mulheres brasileiras por armas de fogo. Apresentação: Ilona Szabó.
Neste episódio, Claudelice dos Santos e a pesquisadora Renata Giannini, do Instituto Igarapé, conversam sobre a violência contra as mulheres no campo. A ativista relata sua luta por justiça após o assassinato de seu irmão e da sua cunhada há 11 anos. Apresentação: Ilona Szabó.
A atriz Carolina Dieckmann conversa com Michele dos Ramos, assessora especial do Instituto Igarapé, sobre a violência e os crimes cometidos no ambiente virtual. Vítima de assédio e exposição, Carolina dá nome à lei que tenta tonar a internet mais segura para as mulheres. Apresentação: Ilona Szabó.
A jornalista e pesquisadora Dandara Tinoco, do Instituto Igarapé, conversa com Anielle Franco sobre como ela inspira e conecta mulheres negras, periféricas e LGBTQIA+ no Instituto Marielle Franco. Irmã da vereadora que foi assassinada em 2018, ela transformou a dor em reação contra a violência política praticada contra mulheres. Apresentação: Ilona Szabó.
Única brasileira a discursar na abertura da COP26, Txai Suruí impressionou o mundo com sua fala em defesa da floresta e dos povos indígenas. A estudante conversa com Ilona Szabó sobre a resistência de mulheres indígenas contra o avanço do desmatamento e do garimpo na Amazônia.
Mulheres que mudam o mundo conversando com mulheres que mudam o mundo. Nesta terceira temporada, Ilona Szabó recebe Txai Suruí, Anielle Franco, Carolina Dieckmann, Claudelice dos Santos e Jurema Werneck. Elas falam sobre como enfrentar os diferentes tipos de violência contra a mulher. Os cinco episódios especiais são uma parceria com a plataforma EVA, criada pelo Instituto Igarapé, com apoio da Uber.
Advogada criminalista, comentarista política e apresentadora, Gabriela Prioli é uma das grandes difusoras de informação política de qualidade no país. Polarização, discurso de ódio, controle de armas, política de drogas, saúde mental e, claro, engajamento cívico estão entre os temas da conversa com Ilona Szabó para o último episódio desta temporada de Você Pode Mudar o Mundo.
Nascida no Pará em 1985, Alessandra Korap, do povo Munduruku, vem lutando pela proteção das terras indígenas e a demarcação desses territórios, denunciando atividades ilegais de garimpo e da indústria madeireira. Ilona Szabó conversa com esta ativista que é uma das maiores vozes na defesa dos povos indígenas, do meio ambiente, dos direitos das mulheres e da democracia brasileira.
Ilona Szabó conversa com a bióloga Natália Pasternak, uma das principais disseminadoras de dados qualificados sobre a Covid-19 e da ciência no Brasil. Neste episódio, Natália mostra como vem combatendo de maneira heroica o negacionismo e a avalanche de informações falsas difundidas, inclusive, pelo governo federal.
De jovem analfabeta a candidata à Presidência da República. Os brasileiros conhecem bem a trajetória de luta de Marina Silva, sétima convidada de Ilona Szabó. Ela relembra, neste episódio, os desafios enfrentados na infância pobre e os momentos mais marcantes de sua vida pública.
Ingrid Silva é a primeira bailarina do Dance Theatre of Harlem, uma das mais respeitadas companhias de dança do mundo, em Nova York. A militância contra o racismo é um dos temas da conversa entre Ilona Szabó e esta artista inspiradora, que até pouco tempo atrás pintava as sapatilhas de marrom para que ficassem no tom de sua pele.
Priscila Cruz está à frente do movimento Todos Pela Educação, uma organização sem fins lucrativos que se dedica a um objetivo muito nobre: mudar para valer a qualidade da Educação Básica no Brasil. Nesta conversa com Ilona Szabó, ela fala sobre os desafios de seu trabalho para impactar diretamente a vida de milhões de crianças e jovens.
Tabata Amaral é cientista política, astrofísica e uma batalhadora incansável por educação de qualidade e participação política. Tendo sido eleita deputada federal com apenas 24 anos, ela mostra, nesta conversa com Ilona Szabó, como e por que é uma voz inspiradora das mulheres na política.
Nesta conversa com Ilona Szabó, a ativista Luana Génot fala sobre sua trajetória pessoal até a fundação da instituição que promove a igualdade racial no trabalho. No último ano, ela dobrou o número de colaboradores de seu Instituto Identidades do Brasil para atender às novas demandas de empresas como Nubank e Unilever.
Ilona Szabó conversa com a repórter especial e colunista da Folha de S. Paulo Patrícia Campos Mello sobre o papel da imprensa no combate às fake news e ao discurso de ódio. Seu jornalismo corajoso fez com que Patrícia se tornasse alvo de uma violenta campanha de difamação de milícias digitais.
Referência para mulheres e líderes no Brasil, Luiza Trajano é a primeira entrevistada de Ilona Szabó na nova temporada. Ela começou a trabalhar aos 12 anos, como balconista na loja dos tios, até comandar a grande expansão do Magazine Luiza anos depois. A empresária fala sobre suas inovações e seu papel de liderança e empreendedorismo.
Na segunda temporada, Ilona Szabó conversa com dez mulheres que mobilizam pessoas do Brasil todo a partir de suas ideias e projetos. Entre elas, Luiza Trajano, Luana Genót, Gabriela Prioli e Marina Silva. A cada episódio, uma nova história para inspirar e engajar cidadãos na defesa da ação cívica e da democracia.
No último episódio da temporada, a juíza federal Clara Mota aborda o ativismo judicial, a politização da justiça e as questões de gênero que afetam a carreira da magistratura. Clara é doutoranda em direito econômico pela USP e também secretária-geral da Associação dos Juízes Federais do Brasil.
No oitavo episódio, Ilona Szabó recebe o General Carlos Alberto dos Santos Cruz, ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo, ex-secretário Nacional de Segurança Pública e ex-comandante das forças de paz no Haiti e no Congo.
Ilona Szabó conversa com a jornalista Nil Moretto, uma das mais populares criadoras de conteúdo digital do país. Fundadora de canais de vídeo como o "Coisa de Nerd" e o "Cadê a Chave", ela fala sobre engajamento, influência nas redes sociais, mudança e democracia.
Comments (4)

Karla Oliveira

show parabéns pelo conteúdo e ambas abordaram de maneira inspiradora a proposta apresentada. Simplesmente amei as perguntas e as sábias respostas...estou me esforçando para reconfigurar minha vida e a parcela de responsabilidade no desenvolvimento social e interpessoal, acrescentando essa realidade virtual que não fez parte de nenhuma estação da minha vida. Mas de fato, todo o esforço antes concentrado nos bastidores do serviço público, hj não tem mais efetividade qndo me deparo com os inimagináveis danos que as redes estão causando na humanidade e nas relações interpessoais; e o que é pior, em uma velocidade inatingível. Por isso que, venho analisando esses operacionais ha meses, pra conhecer qual seria um primeiro passo eficaz que viabilize esse propósito de pacificar e atrair justamente esse publico alvo influenciavel e vulneravel, sugestao? 🙂...pq é desesperador assistir o desastre social causado pelo uso desinteressado e individualista, sequer imaginam as consequencias que de uma navegação "de boa pra passar o tempo" que acessa vídeos e lê conteúdos elevados pela simples leitura, auxiliando de forma irreversível a má intensão dos caçadores dedicados e perseverantes na nas ceva sociais. Ate formar ambientes que desde o nome sugere a ideia de cativeiro mental e social "rede social", uma leitura pura sem conceito técnico, já denota a compreensão de grupos interligados captadores de mentes enquanto rede mantém cativo almas e corações.

Nov 6th
Reply (1)

Paulo Lavigne

Entrevista boa, mas a entrevistadora tende a "disparar" às vezes e não deixa o Wagner falar. 🙄

Oct 19th
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Van Ricardo

São brilhantes a trajetória e o esforço pessoal da entrevistada para mudar o próprio destino e o de outras pessoas através do seu trabalho. Entretanto, ao ouvir que não há dinheiro para aumentar o investimento em saúde, se destaca falha comum no discurso/ação de tais propostas como caminho para modificar graves problemas da sociedade, por exemplo, reduzir desigualdades socioeconômicas estritamente através da ação econômica, descolando-as da esfera política ou de opções politicas. Não considerar absurdo teto de gastos para áreas sociais ou sequer tocar em percentual do PIB gasto com dívida pública, normalizando tais absurdos, explica o alcance limitado e o viés "marketing" deste tipo de iniciativa. Talvez, não seja a toa o convite à entrevistada para atuar no governo de São Paulo, o mais marqueteiro do país! Propagandas e discurso maravilhosos, mas realidades estruturalmente cruéis que sequer serão arranhadas com tais ações, perpetuando o estreito funil da ascenção social experimentado pela entrevistada.

Oct 10th
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