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Sobe o preço do barril de petróleo, sobem os custos de produção e os preços de quase tudo para os consumidores finais, trabalhadores e trabalhadoras. O É da sua conta #36 é sobre essa maldição e como se livrar dela. Cloviomar Cararine e Juliane Furno explicam como acontece a formação do preço do petróleo e de seus derivados no Brasil e no mundo, o peso da pandemia de covid-19 e da guerra na Ucrânia nessa dinâmica, como as empresas petroleiras se beneficiam desse cenário e os impactos sobre a inflação.  Suzana Ruiz e Juliane apontam também as medidas de justiça fiscal que podem ser tomadas para minimizar esse problema global. Mais informações: www.edasuaconta.com 
Tão logo a guerra na Ucrânia começou, os governos dos Estados Unidos e da União Europeia se mobilizaram e lançaram sanções econômicas e financeiras contra a Rússia, inclusive mirando oligarcas e super-ricos do país. Foram decisões-relâmpago diante de uma situação excepcional de guerra. Mas enquanto o sigilo financeiro existir, será muito difícil rastrear bens e ativos dos super-ricos russos ou de qualquer outra parte do mundo. O É da sua conta #35 mostra  como é possível pôr um fim no sigilo financeiro e, com isso, combater a corrupção global, abuso fiscal e fluxos financeiros ilícitos. Esses crimes  causam enormes danos para populações no mundo inteiro há muito tempo, e não são cometidos apenas por oligarcas russos.
O podcast destaca a precarização do trabalho, também chamada de uberização pela sua relação com o objetivo das grandes empresas de lucrar cada vez mais às custas das pessoas. Explicamos o conceito de uberização e os efeitos nefastos para o mercado de trabalho e a economia, inclusive as implicações tributárias desse modelo de negócio que vão contra todos os princípios de justiça fiscal. Mas há saída: a Espanha e a União Europeia estão implementando regulação para minimizar a uberização e o final feliz da história de um motorista de aplicativo que ajudou a construir uma cooperativa de trabalhadores e trabalhadoras que opera seu próprio aplicativo de viagens. *O podcast É da sua conta respeita e defende a diversidade, por isso optamos por destacar em nosso título a linguagem neutra.
Abusos fiscais ocorrem em todos os países, sejam eles de alta ou baixa renda. Mas as desigualdades em investimentos nas administrações tributárias e na capacitação de auditores fiscais faz a diferença na arrecadação entre Sul e Norte Global.   O episódio #33 do É da sua conta mostra com exemplos vindos da Guiné Bissau e África do Sul que para diminuir esses abusos é preciso investir na formação e treinamento de auditores fiscais. Afinal, como arrrecadar receitas e contribuir para projetos de nação com justiça social e igualdade se esses profissionais não estiverem bem preparados?  
Auditor fiscal, técnico alfandegário, cobrador de impostos. Sem essas trabalhadoras e trabalhadores não teríamos arrecadação de receitas para um governo criar e executar políticas públicas que promovam direitos, como educação, saúde, saneamento básico e muitas outras. O É da sua conta de dezembro de 2021 traz histórias impactantes desses heróis e heroínas invisíveis e a importância do seu trabalho. Profissionais aposentados do fisco narram situações de trabalho nas quais arriscam a própria vida e especialistas falam sobre a importância de fortalecer a administração tributária em tempos de austeridade fiscal. Gilvan David, que iniciou sua trajetória de auditor fiscal em Goiás nos anos 1960, conta sua história, que envolve ameaças, oferta de propinas e até o assassinato de um colega Os riscos da PEC 32, que propõe uma reforma administrativa que precariza os serviços públicos o Brasil Como valorizar o trabalho e a carreira dos auditores e auditoras fiscais Clair Hickman, auditora da Receita Federal, narra como agiu nos anos 1990, na busca de sonegadores no Brasil Os ataques às administrações tributárias globalmente
Enquanto países de baixa renda, como Angola, têm apenas 6% da população vacinada contra a covid-19, só com os US$ 483 bilhões do abuso fiscal de multinacionais e super-ricos em 2021 daria para vacinar o planeta inteiro mais de três vezes com duas doses. Ao não contribuírem com os impostos que deveriam, grandes corporações e pessoas super-ricas são responsáveis pelo agravamento das desigualdades no mundo. Estudo elaborado pela Tax Justice Network, em parceria com a Global Alliance for Tax Justice e a Public Service International, revela “O Estado da Justiça Fiscal 2021”. Os principais achados deste relatório estão no episódio #31 do É da sua conta.   US$ 483 bilhões são perdidos em um ano com práticas de abuso fiscal por empresas multinacionais e super-ricos, aponta relatório “O Estado da Justiça Fiscal 2021” Valor perdido com abuso fiscal daria para vacinar 1.000 pessoas por segundo contra covid-19 Crimes apontados pelo relatório reforçam desigualdade no mundo em meio às crises econômica e sanitária Reino Unido é responsável por 32% de todas as perdas fiscais corporativas Estudo também recomenda ações para combater abusos, entre eles a adoção de imposto sobre lucros corporativos extraordinários na pandemia Mais informações: O Estado Atual da Justiça Fiscal 2021 Pfizer, BioNTech e Moderna obtendo US$ 1.000 de lucro a cada segundo, enquanto países mais pobres do mundo permanecem não vacinados
O episódio #30 do É da sua conta mostra o papel dos Pandora Papers como prova da degradação do sistema financeiro no mundo todo. O denunciador argentino Hernan Arbizu detalha o papel dos bancos na lavagem de dinheiro. A diretora do Instuto de Justiça Fiscal Clair Hickman explica como o segredo oferecido pelos paraísos fiscais protegem sonegadores. O economista Uállace Moreira conta como as grandes multinacionais que usam offshores em paraísos fiscais prejudicam o ambiente de negócios e as pequenas e médias empresas. Além disso, Andrés Arauz, ex-candidado à presidência do Equador e ativista por justiça econômica, fala da perseguição que vem sendo vítima após exigir que uma lei de seu país seja cumprida e investigue o presidente Guillermo Lasso por ter empresas offshore. E a repórter Ethel Rudnitzki, que participou da cobertura dos Pandora Papers pela Agência Pública, fala sobre a importância para a democracia de vazamentos de informações sobre onde está o dinheiro dos super-ricos para a democracia. Mais informações: https://www.edasuaconta.com 
O episódio #29 do É da sua conta mostra que há uma disputa no mundo hoje: recuperar a economia ou reestruturará-la e torná-la mais justa e sustentável? Um sistema tributário justo é aquele em que os que têm mais contribuam proporcionalmente com mais. Mas não é bem isso que está acontecendo. Governos mundo afora encaixam as peças erradas nos lugares errados nesse quebra-cabeças. Fazem quem tem menos contribuir proporcionalmente com mais. Em Angola o recém-criado Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA) amplia as desigualdades. Em Portugal o IVA começa a ser sentido pelas pequenas empresas. Ou seja, esse imposto sobre a compra de um celular ou a ida a um salão de beleza, por exemplo, acaba pesando muito mais sobre os mais pobres do que sobre os mais ricos. O Brasil corre o risco de seguir caminho parecido, mas pode seguir também o exemplo da Colômbia, onde o povo não aceitou uma reforma tributária injusta. www.edasuaconta.com
O racismo estrutural característico do Brasil se reflete no sistema tributário, que reforça a desigualdade e privilegia os brancos. Isso também ocorre em outras parte do mundo. No episódio #28 do É da sua conta, entrevistados trazem fatos históricos para explicar como a população negra é afetada por um sistema econômico e social excludente e mostram que mais impostos sobre consumo do que sobre renda, riqueza e patrimônio ampliam desigualdades e o racismo. Mas é possível ter um sistema tributário antirracista. Ouça e descubra!
Enquanto o mundo retoma o debate sobre a necessidade de taxar mais grandes empresas, e já tributa há anos a distribuição de lucros e dividendos, para distribuir a renda de uma forma mais justa, o Brasil segue na contramão, mesmo na recente proposta de reforma do imposto de renda.  Especialistas entrevistados no episódio #27 do É da sua conta defendem que grandes corporações e as pessoas mais ricas contribuam mais para que o país possa proteger sua economia, garantir direitos e reduzir desigualdades. Esses são também os objetivos  de uma reforma tributária baseada em justiça fiscal. “O local por excelência para lidar com a questão da desigualdade é a tributação de renda e patrimônio, em particular a tributação de renda.” Rodrigo  Orair, pesquisador e especialista em política fiscal, tributação e desigualdade “Falar em queda de arrecadação no Brasil é muito complicado, porque vivemos uma crise fiscal expressiva e ao mesmo tempo precisamos garantir bens e serviços públicos e principalmente a proteção social para lidar com os efeitos da pandemia. Então, eu não vejo espaço fiscal para reduzir carga tributária no momento.” Débora Freire, professora de economia da UFMG “As grandes reformas da tributação não são feitas em momentos de paz e tranquilidade, mas  em momentos de crise aguda. Nós temos uma janela de oportunidade histórica pra avançar efetivamente.” Paulo Gil Introini, diretor do Instituto de Justiça Fiscal. Ouça no É da sua conta #27: Mudanças no imposto de renda devem respeitar os princípios de direitos humanos para garanti-los e reduzir desigualdades Detalhamento da proposta de reforma do imposto de renda em discussão no Brasil Tributação de lucros e dividendos Proposta para empresas contribuirem menos com o imposto de renda no Brasil na contramão da realidade internacional Participam desta edição: Débora Freire - UFMG Matti Kohonen - Financial Transparency Coalition Paulo Gil Introini - Instituto de Justiça Fiscal Rodrigo Orair - Ipea Mais informações: Proposta põe país na contramão ao reduzir carga dos mais ricos  Tributação sobre  renda da pessoa física: isonomia como princípio fiscal de justiça fiscal  Qual reforma tributária o Brasil precisa?  Desigualdades e os 4 Rs da tributação Os 4 Rs da tributação e a realização de direitos  Sem democracia não há justiça fiscal Iniciativa Principios de Direitos Humanos para a Política Fiscal
A principal política econômica hoje é a política de vacinas. E é possível vacinar 80% da população mundial num espaço curto de tempo, por um fim à pandemia e, assim , retomar melhor a economia, mostra o episódio #26 do É da sua conta. Entretanto, muitos países estão ficando para trás. “Mais de 70% das vacinas disponíveis estão apenas nos países mais ricos e nos países mais pobres estão menos de 0,3% das vacinas”, afirma Felipe Carvalho. É necessário por um fim ao apartheid de vacinas através do compartilhamento do conhecimento e o fim da propriedade intelectual. E isso é possível! Ouça: FMI/Banco Mundial/OMC e OMS propõem vacinação global até 2022 a um custo de US$ 50 bilhões Public Citizen elabora roteiro com pólos regionais de fabricação de 8 bilhões de doses de vacinas em um ano Como financiar com justiça fiscal a produção descentralizada de vacinas para a população global FMI precisa ser coerente alinhando sua prática de empréstimos com seu discurso em defesa de vacinas e retomada econômica para todos países Apenas 1,2% da população angolana foi vacinada.Em Moçambique, menos de 1% dos habitantes tomou a vacina. Ouvintes brasileiros relatam a emocionante experiência de tomar a 1ª dose da vacina.
O governo Joe Biden planeja o imposto mínimo global corporativo para gerar empregos e reativar a economia  estadunidense com investimento em infraestrutura sustentável. Essa proposta pode mudar os rumos do debate dentro da OCDE, onde a ideia já vinha sendo discutida há anos. Mas a proposta de Biden ou a discutida na OCDE para a implementação do imposto mínimo global corporativo beneficiaria todos os países? Ou só  aumentaria as receitas dos países ricos? No episódio #25 do É da Sua Conta especialistas apontam o caminho para que essa medida não aumente ainda mais a desigualdade entre as nações. Conheça também a proposta dos movimentos globais por justiça fiscal de imposto com alíquota mínima efetiva, o que há de melhor elaborado nesse sentido. Mais em: https://www.thetaxcast.com/?lang=pt-br
Mais de 270 milhões de pessoas estão em alto risco ou já em situação de fome, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). E o abuso fiscal de multinacionais reduz a capacidade dos Estados de garantir direitos e acabar com a fome. Assim sendo, enfrentar o abuso fiscal é também uma maneira de reduzir a fome no mundo. Uma ferramenta importante nessa luta é o  Índice de Paraíso Fiscal Corporativo 2021 da Tax Justice Network, que mostra quais são os países que mais facilitam esse abuso, além de trazer recomendações para acabar com ele.   As grandes multinacionais precisam contribuir com tributos nos países onde geram seus lucros. Por isso, é essencial acabar com os mecanismos de envio do lucro para paraísos fiscais. Com esse recurso, os Estados poderiam agir para acabar com a fome, ampliar as ações de enfrentamento da pandemia e acabar com outros problemas que o mundo em crise enfrenta. Como o fim do abuso fiscal pode reduzir a fome? Ouça no episódio #24 do É da sua conta.
Você sabia que absorventes menstruais têm alta carga tributária? E que desodorantes femininos são mais caros do que os masculinos? E por que as mulheres são proporcionalmente mais tributadas que os homens? Mulheres e justiça fiscal é o tema do episódio #23 do É da sua conta. Você também vai ouvir sobre as injustiças do sistema tributário brasileiro e angolano, o subsídio dado pelas mulheres às economias através do trabalho de cuidado e como abusos fiscais - que muitas vezes estão relacionados ao crime organizado - afetam mais a vida de mulheres e meninas. Mais informações: Economia do Cuidado: como podemos visibilizar o trabalho invisível das mulheres na economia do cuidado? (Think Olga) Live de lançamento do estudo sobre o impacto da Covid 19 da vida das mulheres zungueiras em Luanda (Assoge) Privatização da água na cidade de Manaus e os impactos sobre as mulheres (Instituto Equit) Trabalho de cuidado: uma questão também econômica (Oxfam Brasil) Reforma tributária e desigualdade de gênero (FGV Direito SP) O estado atual da Justica Fiscal Internacional (Tax Justice Network)
Mais de US$ 40 bilhões em recursos que poderiam ser investidos no desenvolvimento da região, em educação, saúde, na compra de 2 bilhões de doses de vacina contra a covid-19 estão vazando da América Latina e Caribe em forma de fluxos financeiros ilícitos. Esse dinheiro sai de nossos países de maneira ilegal e sustenta o tráfico de pessoas, drogas, armas, a lavagem de dinheiro e também muitos abusos fiscais. Esses vazamentos criminosos são destaques da edição #22, do É da sua conta, que traz as informações do recém-lançado estudo "Vulnerabilidades e exposição a riscos de fluxos financeiros ilícitos na América Latina", da Tax Justice Network. De acordo com o material, os principais buracos que permitem essas perdas bilionárias estão no comércio internacional, nos investimentos estrangeiros nos países latinoamericanos e em movimentações bancárias suspeitas. Além de colocar a lanterna e mostrar onde está o problema, o podcast também traz as ferramentas para vedar esses canais de fluxos financeiros ilícitos apresentados no estudo da TJN. Acabar com essa prática criminosa é possível. Ouça o podcast e descubra como.
US$ 26 bilhões anuais podem ser arrecadados na América Latina com impostos sobre grandes riquezas! Além de contribuir com o financiamento de ações contra a crise atual, a taxação dos super-ricos é essencial para reduzir desigualdades. O É da sua conta #21 te convida a conhecer e participar das campanhas pela tributação de grandes riquezas. Isso é possível: mais de cem super-ricos defendem a tributação sobre suas riquezas e participam da campanha global Milionários pela Humanidade. Especialistas latinoamericanos explicam como funcionam os impostos sobre riqueza que já existem na Colômbia e na Argentina. Também contam a experiência dos países que ativaram esse tributo para enfrentar a pandemia: Bolívia e Argentina. Mostramos ainda iniciativas de Chile e Brasil, que tentam aprovar leis de imposto sobre riqueza. Mais informações:  Campanha Impuestos a la riqueza Campanha Tributar os Super-Ricos Campanha Milionários pela Humanidade Imposto sobre Riqueza na Colombia   Imposto sobre Riqueza na Argentina É da sua conta é o podcast mensal em português da Tax Justice Network. Produção de Daniela Stefano, Grazielle David e Luciano Máximo. Coordenação: Naomi Fowler. Download gratuito. Reprodução livre para rádios.
Essa é a conta do prejuízo global por causa de abusos fiscais cometidos por corporações multinacionais e super-ricos em 2020. Esse dinheiro, que poderia combater as crises social e econômica da pandemia de covid-19 ou ainda a crise climática, é desviado da justa contribuição com impostos e enviado a paraísos fiscais. Tudo isso está no relatório Estado da Justiça Fiscal Internacional 2020, destaque deste episódio do É da sua conta - https://www.edasuacontacom.
Carrefour e Pão de Açúcar cometem diversos abusos - tributários, trabalhistas, com fornecedores e clientes. Tudo para lucrar ainda mais. Isso é o que revela o livro “Donos do mercado”, dos jornalistas João Peres de Victor Matioli. Os abusos tributários e comerciais das duas maiores redes de supermercados do Brasil estão no episódio #19 do É da sua conta. Destaque: ouça o podcast e saiba como concorrer ao sorteio de três exemplares do livro!  Mais informações: https://www.edasuaconta.com
Quando impostos se destinam a taxar poderosos a elite econômico-financeira do mundo nos faz acreditar que são verdadeiros fantasmas. Mas o episódio #18 do É da sua conta desmistifica a tributação sobre transações financeiras e mostra  como esse imposto pode, com um desenho adequado, reduzir desigualdades ao taxar mais quem tem mais dinheiro e o setor financeiro. O podcast explora as vantagens desse imposto como um meio para governos regularem melhor o fluxo de capital no mundo e arrecadarem de forma mais justa, transparente e diminuindo a “maldição” da financeirização. Ouça o podcast e descubra como o imposto vem sendo colocado em prática no Quênia e proposto em Nova York e na União Europeia. Mais informações: https://bit.ly/37REzLZ https://bit.ly/2HNPbk3 https://bit.ly/3mJPTyj
Google, Facebook e muitas outras empresas da economia digital são muito lucrativas e, ao mesmo tempo, pagam menos impostos que uma loja perto da sua casa, proporcionalmente. Governos de todo o mundo têm dificuldades  para tributar propaganda ou serviços de streaming de áudio ou vídeo. Focado na produção e comercialização de bens, mercadorias e serviços mercadorias “físicos”, os sistemas tributários internacional e nacionais precisam urgentemente se modernizar e chegar a um formato mais justo e que inclua as corporações da economia digital. Esse é o tema do É da sua conta #17. Mais informações: https://bit.ly/360aPM8 https://bit.ly/32StqYC https://bit.ly/3cqiLrp https://bit.ly/33SQJkb https://bit.ly/3kI5CwF
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