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Já dizia Carlos Drummond de Andrade, mesmo que a gente não queira, mesmo que a gente resista. Começamos o ano animadonas com perspectivas caóticas de carnaval, eleições e copa, na esperança de que agora vai! E antes que a gente pudesse perceber veio uma avalanche de novas informações, mudança de algoritmo, cenário político duvidoso e mais incertezas do que tínhamos planejado.  O Outras Mamas é o que nos move e nos fortalece todos os dias, principalmente, no contato diário com vocês! Além de gravar, editar e lançar no mundo, fazer podcast exige muito trabalho em mandar emails, tentar conseguir recursos, estudar sobre as redes sociais, estudar pros episódios e manter um relacionamento com vocês online e, pra isso, a gente precisa estar bem. Decidimos fazer essa pausa porque precisamos fortalecer nossas bases pra conseguir fazer esse trabalho de forma bem feita e de forma que seja sustentável, física e emocionalmente.  As postagens nas redes continuarão, a newsletter para apoiadores também, assim como nossos episódios na Orelo, pois temos um contrato com eles e também precisamos manter esse relacionamento. Então, pedimos que vocês não larguem nossas mãos e continuem engajando em nossas postagens e continuem fortalecendo não só a gente, mas todo mundo que produz conteúdo político de esquerda e contra-hegemônico, porque esse ano o circo tá pegando fogo já! Beijos, Babi e Thais e até breve!
A gente já fala aqui que tudo o que produzimos e fazemos é político, mas queríamos um conteúdo específico e achamos que esses convidades seriam as pessoas perfeitas pra abrir essa série (ainda sem nome) sobre política pra além das eleições: Thais Trindade, a @artivistha, e Matheus Carvalho, o @militantecansado! Conversamos sobre a falácia da neutralidade política, sobre eleições passadas, sobre as diferentes formas de comunicação e as nossas expectativas pra corrida eleitoral desse ano e em como a arte pode influenciar nesse cenário.
Geni Núñez é ativista indígena guarani, psicóloga, membra da ABIPSI (𝐀𝐫𝐭𝐢𝐜𝐮𝐥𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐁𝐫𝐚𝐬𝐢𝐥𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐨𝐬(𝐚𝐬) 𝐈𝐧𝐝𝐢́𝐠𝐞𝐧𝐚𝐬 𝐏𝐬𝐢𝐜𝐨́𝐥𝐨𝐠𝐨𝐬(𝐚𝐬)) e co-assistente da Comissão Guarani Yvyrupa. Produz conteúdo na internet no perfil @genipapos e dá cursos sobre não monogamia, descolonização dos afetos e impacta um tanto de gente com suas falas e textos potentes que vão contra todo tipo de monocultura. Nesses quase 4 anos de Outras Mamas a gente já falou sobre não monogamia algumas vezes e eles são sempre uns dos mais ouvidos da nossa história. E desde que conhecemos o trabalho da Geni, fomos impactadas de uma maneira linda e potente e, por isso, estamos muuuuito felizes, emocionadas e honradas de receber ela aqui no nosso espaço! Dá o play aí pra compartilhar essa potência com a gente!
É mais fácil imaginar o fim do mundo que o fim do capitalismo? Será que perdemos nossa capacidade imaginativa? O mundo, a humanidade, ainda tem jeito ou acabou de vez? E depois do fim do mundo, vem o que? Nesse episódio falamos de séries, podcasts, filmes e livros que nos trazem esses questionamentos e nos fazem exercitar essa imaginação de um futuro possível pra todes. Bora imaginar juntes?
Convidamos Martina Davidson para engrossar o caldo da luta antiespecista feminista e conversar sobre quais são esses veganismos que queremos construir. Martina é poeta, militante pela libertação animal, anarquista, sapatão não-binárie, argentine-brasileire, tem formação em biologia pela Universidade Federal Fluminense, mestrado e doutorado em bioética, ética aplicada e saúde coletiva pela UFRJ. Publicou o livro de poesias Declararam guerra contra a Ilha Sapatão e o livro Repensando o Veganismo, pela Editora Apeku. Um dos papos mais importantes e empolgantes que tivemos esse ano, aquela injeção de ânimo para seguir lutando quando tudo parece não fazer sentido. Obrigada, Martina. Você é incrível!
Resolvemos testar um novo formato. Pra quem não viu, lançamos um vídeo recente falando sobre a notícia da descriminalização do aborto na Colômbia até 24 semanas de gestação e resolvemos transformar isso em podcast também. A ideia é trazer notícias importantes pra mesa, sem ser um episódio longo com convidades e tornar os episódios mais recorrentes. E aí, curtiram? Comenta aí pra gente saber de continua ou reformula esse formato.
Jonas Maria é escritor, educador e produtor de conteúdo. Formado em Letras pela UFSJ e com uma pós em semiótica. Em 2014, lançou seu blog, o DEGENERAD$, onde compartilhava suas experiências pessoais enquanto pessoa trans. Hoje, além de blog, tem canal no Youtube, um clube de leitura e apresenta o podcast Degenerados, junto com Vitor Lourenço. Estamos muito felizes de receber Jonas aqui e conversamos sobre um monte de coisas: veganismo, a Política Sexual da Carne, feminismo, o seu processo de transição e a cobrança eterna de uma transição "perfeita", binariedade e as representações de pessoas trans na mídia. Amamos e estamos ansiosas pra saber o que vocês acharam!
Espelho, espelho meu, existe alguém mais vegane que eu?! Esse ano completamos 6 anos de veganismo e 4 anos de podcast e viemos aqui contar um pouco dessa trajetória de veganismo e ativismo. Como será que mudou nossa percepção dos movimentos, nossa percepção de lutas e relacionamentos com outras pessoas e os animais? Escuta aí o episódio pra saber!
Estamos de volta com o primeiro episódio dessa temporada de 2022!!! Voltamos animadas pra construir mais um ano de parceria e muitas descobertas e transformações com vocês e nosses convidades! Falando em convidade, a gente gosta de começar o ano já pá com alguém muito especial e no episódio de hoje recebemos a maravilhosa Aline Valek ❤. Aline é uma contadora de histórias, escritora, ilustradora e colega podcaster no Bobagens Imperdíveis. Nasceu em Minas, cresceu em Brasília e hoje vive em São Paulo. Escreveu os livros “As águas-vivas não sabem de si”, “Cidades afundam em dias normais” e “Neuroses a Varejo”, mas seus textos moram mesmo é na internet. Ela escreve no seu blog desde 2009 e é dona da newsletter Uma Palavra, a mais aclamada por nós duas aqui! Além de tudo isso, ela da curso de escrita (aliás estamos fazendo e amando esse curso na Domestika) e tá sempre no Twitter dando suas maravilhosas contribuições. Aline é especialista em criar histórias e personagens, então convidamos ela para gente escolher juntas quais personagens vamos criar pra nós mesmas em 2022!
O Outras Mamas surgiu em 2018 como um podcast sobre feminismo e veganismo e, desde então, nos transformamos todos os dias a partir dos diálogos com convidades e desafios que encontramos no nosso caminho. Hoje, trabalhamos para produzir conteúdo e compartilhar os questionamentos e ideias que acreditamos serem importantes na construção de mundos e de relações mais justas e livres para e com todas as pessoas, os animais e o planeta. Bora construir juntas?
É isso mesmo, galera. Tamo terminando o ano com um episódio clássico de balanço final, lembrando de tudo que aconteceu de bom e ruim durante esse ano de 2021 que nunca começou. Teve menos episódios, mas convidadas muito especiais, teve choro, teve risada, teve vacina e muita esperança. E é com essa esperança e vontade que seguimos pra 2022!
Recebemos a querida Ellen Monielle, a Ecofada no instagram, para conversar com a gente sobre justiça ambiental e especialmente sobre sua participação na COP26, mês passado, em Glasgow, na Escócia. Ellen é ativista ambiental e alimentar, pesquisadora, formada em Relações Internacionais e estuda agora Gestão Ambiental e Gestão pública e Cooperação Internacional. Atualmente, constrói com o MLB do RN, movimento que luta pelo direito de moradia digna, e atua também no Manas na Rua, coletivo vegano, autogerido por mulheres, que distribui comida vegetal para pessoas em contexto de vulnerabilidade social. Ellen foi junto do @perifasustentável na vigésima sexta conferência das partes das nações unidas, a Cop26, que aconteceu de 31 de outubro a 12 de novembro em Glasgow na Escócia, e nós acompanhamos com muito orgulho, tanto Ellen e quanto outras tantas representações brasileiras, jovens, indígenas e do movimento negro. A participação e mobilização das ativistas foi o que fez valer essa conferência e nos confirma, mais uma vez, que as mudanças acontecerão pela luta das pessoas que sofrem o maior impacto nessa emergência climática e seus aliados e não através de governos e instituições.
#123 - Meu amigo vibrador

#123 - Meu amigo vibrador

2021-11-2301:02:411

A gente sempre fala como tudo teria sido mais fácil (e gostoso), se conversas mais sinceras e livres sobre sexualidade existissem quando éramos mais novinhas. Você se lembra do seu primeiro vibrador? Se lembra de ter entrado constrangide num sex shop? Pois é. Pensar em dildos, vibradores, como imitações de pênis, e ainda maiores, pensando somente em penetração é tão século passado. Hoje a variedade de produtos é enorme e o discurso e conhecimento de que o prazer pode estar em diversas partes do corpo também. Que bom que isso vem mudando, que vemos corpos diversos vivendo e falando sobre seus desejos. Ainda temos muito que caminhar e seguimos tomando pra gente o que é nosso. Por isso, aceitamos um convite da pantynova pra falar sobre o nosso relacionamento com vibradores e prazer. Esse episódio conta com o apoio mais que especial da pantynova. A pantynova é uma empresa LGBTQIA+ , pioneira na produção de produtos e conteúdos para o bem estar sexual de todes, de forma leve e bem humorada, com objetivo de ajudar as pessoas a desenvolverem uma sexualidade mais positiva e vibrante. Hoje elas tem uma coleção de 14 vibradores, além de dildos, strapons e lubrificantes próprios, tudo lindo, cuidadoso, moderno.
Convidamos Karla Burgoa pra conversar com a gente sobre cultura andina e a luta dos seus povos. Karla é jornalista boliviana brasileira (potiguar ❤), produz o Quipus Podcast, além de participar do Giro Latino, um podcast de notícias e curiosidades da América Latina, e de escrever fios incríveis na rede do passarinho. O Quipus é um espaço para falar sobre cultura andina, pelos povos andinos, onde Karla recebe convidades imigrantes ou filhes de imigrantes que contam suas experiências de como é viver no Brasil e trazem informações e curiosidades de suas culturas nativas.
Lançamento de Carol J. Adams no Brasil!!! Esse é o nosso momento, sim! Cozinha de protesto é um livro de ativismo vegano com foco na alimentação lançado lá na gringa em 2018 e traduzido esse ano pela Editora Alaúde. Claro, que se tratando de Carol J. Adams, o livro é bem mais que alimentação. Além de receitas muito legais, ele conta com dicas de ações diárias que você pode fazer pra mudar ou inserir nos seus hábitos e teoria. Então ficamos muito animadas com essa leitura e pra trazer as nossas impressões pra vocês, boraaaa! . Esse episódio conta com o patrocínio da editora Alaúde e estamos muito honradas de fazer parte dessa lançamento.
Convidamos Caroline Costa, do perfil @afrosou, pra compartilhar com a gente sua trajetória com a culinária, lembranças de infância, transição pro veganismo, a criação do perfil Afrosou e seus estudos da culinária afrodiaspórica, saúde e questões ambientais. Carol é cozinheira, bailarina, turismóloga, da baixada fluminense e criou em 2017 o perfil para compartilhar seu processo de transição alimentar. Hoje, ela ajuda milhares de pessoas a fazer pratos deliciosos em uma alimentação à base de vegetais, como ela diz: comida que tem identidade, sabor, cor e afeto!
Convidamos nossa amiga Luiza Allan, essa delícia conhecida por aí como Alfacinha, do perfil @naocomosoalface pra conversar com a gente sobre essa barra que é gostar (e trabalhar) na internet. Luiza é vegana, de Aracaju e contou pra gente como tem sido esse processo de produzir conteúdo. A Alfacinha faz vídeos incríveis pra plataforma, muito bem produzidos, tem humor, tem receita, tem papo sério. Um primor!
O veganismo, assim como todo movimento popular de luta, não é um, são vários, e as narrativas estão sempre em disputa. Queremos a libertação animal? Queremos. Mas como queremos, o que mais queremos e o que não toleramos, isso pode ser bem diferente. Pode ser frustante ver um vegano falando besteira por aí e não podemos deixar de apontar: tem muito vegan racista, tem muito vegan goodvibes despolitizado. Então, se você tá chegando agora, se liga nas dicas pra identificar (e não ser) um vegan babaca. Se você já é outrasmamers e constrói um veganismo político junto com a gente, também escuta pra argumentar quando se deparar com esses absurdos por aí. E se você não é vegane, e veio aqui só pra ouvir treta, fica um pouquinho mais, bora conversar de verdade porque, além de tudo, esse é um episódio sobre diálogo e sobre limites na construção de um veganismo bom pra todes.
Em 2019, a gente recebeu Dani Rosendo para um episódio todinho sobre Ecofeminismo e a ética do cuidado e, desde então, queríamos trazer mais um episódio dedicado ao tema. Em meio às discussões sobre gênero, feminismos binários e sua transfobia, achamos que era o momento perfeito e convidamos Maria Alice Silva para conversar com a gente. Maria Alice é Professora de filosofia e Doutora em Ética e Filosofia Política. Tem tese, artigos e livro publicado sobre o assunto e vem responder a pergunta que mais recebemos: o ecofeminismo é biologizante ou existe um ecofeminismo queer? Bora descobrir a resposta pra isso e muito mais juntas nessa conversa que está boa demais!
As Olimpíadas de Tóquio acabaram, mas continuamos no clima! Mesmo com muitas críticas ao evento, especialmente, acontecendo em meio a pandemia, não deixamos de reconhecer sua importância e o quanto ela tem a capacidade de mexer com nossas emoções. Vivemos 17 dias de fuso horário trocado, muitas vitórias e com tantas cenas incríveis que ficarão na memória por um bom tempo. Por isso, convidamos nossa querida Mari Bastos pra conversar com a gente sobre o tema! Mari é jornalista e tradutora, produz conteúdo sobre feminismo, não-monogamia e, agora, descobrimos agora que sobre esportes também. Ela foi jornalista esportiva por muitos anos, cobriu algumas Olimpíadas  é idealizadora do projeto “Intrusas — um olhar feminista sobre o esporte”.
Comments (65)

Luiza Teles Mascarenhas

qual o nome da loja ? não consegui entender pelo áudio

Dec 14th
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@Entomophill

parabéns pelo posicionamento! #GoVegan

Jul 28th
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@Entomophill

incrível!!! podcast foda só uma coisa: surdo- mudo é um termo que deve ser evitado. digam somente "surdo", ou "mudo".

Dec 22nd
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@Entomophill

incrível

Dec 22nd
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Isabele Pinto Oliveira

acho que algo que ficou bem marcado é que toda violência precisa de ferramentas. tanto a violência contra animais como o estupro, no caso o pênis. Aí ela vai fazendo essa ligação entre os processos.

Dec 1st
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Alexandra Zaze

a Lana é maravilhosa e todas as falas dela me encantam 😍💓👏👏

Sep 15th
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Alícia Grossmann

Obrigada meninas, muuuito informativo! ❤

Aug 14th
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Carlo Ponzi

Nossa, esse EP é uma bostejada sem fim! Misturar estoicismo com revolução cultural é bizarro! Aliás, todo estoico ignora movimentos de massa! Opressão não é virtude, então não tem como ser estoico e ultra-autoritário ao mesmo tempo.... comunista, feminista e veranista são visou utópicas! Estoicos aceitam a realidade!

Jul 11th
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plank

Sovar a massa pra descontar a raiva do presidente kkk que ícone!

Jun 28th
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Sam

Eu ainda não tinha parado para prestar a atenção nessa música do Marron 5, realmente, repulsiva e mostra escancaradamente como apesar de serem dois movimentos diferentes, se entrelaçam! Tô amando maratonas vocês !

Jun 17th
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Paulinha Silva

Adorei ❤️

Apr 29th
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Paulinha Silva

Maravilha ❤️

Apr 26th
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Paulinha Silva

Quando vocês se referem ao sistema, o que é que vocês entendem por sistema? Estão-se a referir a 100 ou + pessoas que pertencem/trabalham para/no governo ? Quando dizem que a culpa não é nossa mas sim do sistema fodido, a quem se referem como responsáveis do tal sistema fodido ? Referem-se ao Bolsonaro ? ao Trump? e por aí fora ? Se é isso, eu acho que dizer tal coisa é que é injusto! Pois não é o governo quem sustenta a população, mas sim a população que governa e sustenta o governo e o mundo a sua volta. A indústria animal, tal como a farmacêutica, são indústrias muito rentáveis para os ricos, e quem sustenta os ricos ? Nós os "pobres" O Consumismo é causado pelo os menos abastados (maioritariamente) mas não é culpa do governo, nem dos líderes/chefes das multi-nacionais, pois só se nós comprarmos o que eles vendem e promovem é que lhes será rentável! Daí a má distribuição do dinheiro pelo mundo fora. Pois as pessoas nem sempre pensam quando compram seja o que for, não pensam a quem estão a entregar o seu pouco dinheiro, e para que é que estão a contribuir! No caso do consumo de produtos animais, estamos a contribuir para a fome em muitas partes do mundo como a África. Por isso a tarefa do veganismo, que eu prefiro chamar de ambientalismo, é alertar para a falta de consciência geral. " Essas carnes tão sendo distribuídas assim.." porque as pessoas compram se não nem eram distribuídas de todo. . Ou seja nós temos SIM de nos culpabilizar=Responsabilizar a nós mesmos! Pois as poucas centenas de pessoas no governo não se compara à força de milhões de pessoas fora dele! O que quero dizer com isto é que o povo está sempre à espera de centenas de "gatos pingados" para lhes dizerem como e resolverem todos os problemas no mundo como a fome, a economia, o aquecimento global, mas isso é algo completamente absurdo=Comodismo... 1° Porque sabemos que a maior parte dos nossos governantes são gananciosos e egoístas é a sua condição de vida, ou seja não interessa o que digamos , eles vão sempre a pôr os seus interesses pessoais a frente! 2° Imaginamos que eles até ditavam leis maravilhosas, mas se as pessoas não mudarem realmente as suas acções não adianta de nada o que está escrito em papel. . Temos de aceitar de uma vez por todas que o governo não passa de uma ilusão , que fomos todos nós que criamos o capitalismo e que decidimos se continuamos contribuímos o ou não para o capitalismo. CADA UM DE NÓS. O petróleo não vale nada se o povo não pagar para encher o deposito. Os futebolistas nunca ganhariam mais que os médicos e outras profissões essenciais se o povo não gastasse o pouco dinheiro que tem em tudo que tem a ver com o futebol. O aquecimento global diminuiria drasticamente se o povo deixasse de consumir carne. Resumindo: Os ditos governantes têm pouco poder sobre o mundo, apesar de nos terem feito acreditar o contrário. . O ser humano não é de todo uma espécie horrível , somos uma espécie maravilhosa como qualquer outra, no entanto estamos desconectados da nossa essência. Como o Sadhguru disse " A única coisa que precisa de ser arranjada no planeta são os seres humanos, tudo o resto está bem" Resumindo: Tudo nesta vida é sobre dar e receber, semear para colher, e claro que este vírus fomos nós que o plantamos conscientemente ou inconscientemente, é o tal KARMA! Claro que ninguém o fez por mal, mas sim por não estarem cientes dos seus atos, daí termos de ser firmes quando alertamos para o sofrimento dos animais e a destruição do planeta. Se os veganos quisessem assim tanto a aniquilação do ser humano, não estavam a lutar tanto para a salvar. Estamos sim em estado de urgência. Pois a principal causa do aquecimento global é a pecuária. O problema é que muitos se nós não percebe que já não temos muito tempo para resolver as coisas.

Apr 15th
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Debora Helena de Rezende Rodrigues

ai gente, vocês são muito maravilhosas! 🥰

Feb 19th
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Bruna Padilha

Manxs.. coloquem os nomes de astrologxs citadxs no episódio.. por favor!

Dec 17th
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Jean Farias M. Rosewarne

simmm relatem no insta, seria super interessante. quem sabe um desafio chamando outras pessoas!

Nov 27th
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Jean Farias M. Rosewarne

tem jambo no Ceará tb. e a rua fica toda rosa na época da estação. que episódio lindo!!!

Nov 27th
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Grazielle Garcia

Gente , qual o nome do livro?

Nov 1st
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Fernanda Lima

compersão 🤗

Oct 21st
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Debora Helena de Rezende Rodrigues

as falas mais sensatas sobre o que a Paola Masterchef disse no twitter se referindo ao hambúrguer do futuro

Oct 17th
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