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Boteco Behaviorista

Boteco Behaviorista
Author: Felipe Epaminondas
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Description
Encontro de behavioristas radicais transmitido e gravado ao vivo, com objetivo de discutir temas diversos relacionados à Análise do Comportamento de forma informal e descontraída. http://www.botecobehaviorista.com/
54 Episodes
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Felipe Epaminondas: @felipefrog
César Rocha: @alvesdarocha
Táhcita M. Mizael
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
National University of Ireland, Maynooth (NUIM)
Vinicius Pereira de Sousa
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Universidade Nove de Julho (UNINOVE)
Referências sugeridas:
Cavalleiro, E.S. (2014). Do silêncio do lar ao silêncio escolar: racismo, preconceito e discriminação na educação infantil (6º ed). São Paulo: Contexto.
Fidalgo, A. P. (2016). O controle instrucional segundo analistas do comportamento: convergências, divergências e estado atual do debate. Tese de Doutorado. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.
Guerin, B. (1994). Attitudes and beliefs as verbal behavior. The Behavior Analyst, 17(1), 155-163.
Guerin, B. (2005). Combating everyday racial discrimination without assuming racists or racism: New intervention ideas from a contextual analysis. Behavior and Social Issues, 14, 46-70.
Hauserman, N., Walen, S. R., & Behling, M. (1973). Reinforced racial integration in the first grade: A study in generalization. Journal of Applied Behavior Analysis, 6, 193-200. doi: 10.1901/jaba.1973.6-193
Holland, J. (1978). Behaviorism, part of the problem or part of the solution? Journal of Applied Behavior Analysis, 11, 163-174.
Jardim, P.H. (2018). Análise do Comportamento e o negro no Brasil: avaliação de um procedimento de formação de classes equivalentes de estímulos relacionadas ao viés racial em adultos negros e brancos. Dissertação de Mestrado. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.
Kleg, M. (1993). Hate prejudice and racism. Albany: State University of New York.
Mizael, T. M. (2015). Estabelecimento de classes de estímulos equivalentes com estímulos significativos: Investigando a atitude racial preconceituosa. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP. 65pp.
Mizael, T.M., & de Rose, J.C. (2017). Análise do comportamento e preconceito racial: Possibilidades de interpretação e desafios. Acta Comportamentalia, 25(3), 365-377.
Rogers, R. W., & Prentice-Dunn, S. (1981). Deindividuation and anger-mediated interracial aggression: Unmasking regressive racism. Journal of Personality and Social Psychology, 41, 63-73. doi: 10.1037/0022-3514.41.1.63.
Sidman, M. (2009). Coerção e suas Implicações (M. A. Andery, T. M. Sério, trads.). Campinas: Livro Pleno. (Trabalho original publicado em 1989).
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18:38 Hannah Gadsby: Nanette. https://www.imdb.com/title/tt8465676/
19:56 O Riso: Ensaio Sobre o Significado do Cômico https://amzn.to/2XAKSLG
20:16 Comedy Writing Step by Step. https://www.amazon.com/Comedy-Writing-Step-Gene-Perret/dp/0573606056
20:33 Stand-Up Comedy: The Book. https://amzn.to/2KZImgB
23:04 Manual Prático de Bons Modos em Livrarias. https://amzn.to/2PnNPME
26:07 O Guia do Mochileiro das Galáxias. https://amzn.to/2GBz3ix
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Carol Franceschini
08:32 Franceschini, A. C. T. (2015). Introdução a Finanças Comportamentais. In: F. Ávila; A. M. Bianchi, (Orgs.). Guia de Economia Comportamental e Experimental (176-188), 1a ed. São Paulo, SP: www.economiacomportamental.org
22:43 O príncipe da bolsa: https://www.youtube.com/watch?v=HX4T5FLlHSI
33:40 Staddon, J. (2012), The Malign Hand of the Markets: The Insidious Forces on Wall Street that are Destroying Financial Markets – and What We Can Do About it. London: McGraw-Hill.
38:23 Me Poupe https://www.youtube.com/channel/UC8mDF5mWNGE-Kpfcvnn0bUg
38:37 Gustavo Cerbasi https://www.youtube.com/channel/UC_mSfchV-fgpPy-vuwML8_A
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40:44 Marilena Chaui https://pt.wikipedia.org/wiki/Marilena_Chaui
40:48 Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (Laprev) http://www.laprev.ufscar.br/
41:05 Norwood, Robin (2011) Mulheres Que Amam Demais - Quando Você Continua a Desejar e Esperar Que Ele Mude. Rio de Janeiro: Rocco. ISBN 9788532527141
41:20 Melo, Fábio de (2013) Quem me roubou de mim? Sâo Paulo: Planeta. ISBN 9788542201604
41:33 Manfredini, B.; Muneratto, G. (2017) A louca não sou eu. ISBN 8592411408
42:10 Jout Jout (2015) Não tira o batom vermelho. https://www.youtube.com/watch?v=I-3ocjJTPHg
42:54 Pereira, D., Camargo, V., & Aoyama, P. (2018). Análise funcional da permanência das mulheres nos relacionamentos abusivos: Um estudo prático. Revista Brasileira De Terapia Comportamental E Cognitiva, 20(2), 10-25. https://doi.org/10.31505/rbtcc.v20i2.1026
43:17 Guerin, B., Ortolan, M. O. (2017) Analyzing Domestic Violence Behaviors in their Contexts: Violence as a Continuation of Social Strategies by other Means. Behavior and social issues, 16, 5-26. https://doi.org/10.5210/bsi.v26i0.6804
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Daniel Gontijo
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20:33 Shermer, M. (2012) Cérebro e crença. São Paulo: JSN. ISBN-10 8585985321
20:48 Dalgalarrondo, P. (2008). Religião, Psicopatologia e Saúde Mental. Porto Alegre: Artmed. ISBN 9788536310824
21:00 Galen, L. K.; Pasquale, F. L.; Zuckerman, P. (2016). The Nonreligious: Understanding Secular People and Societies. Oxford University Press.
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Thiago Del Poço: Laboratório de Estudos de Psicologia e Tecnologias da Informação e Comunicação
Links relacionados sugeridos pelo Thiago:
Janus: https://www.pucsp.br/janus
Workshop sobre "Impactos da Exposição de Crianças e Adolescentes na Internet: https://www.youtube.com/watch?v=ptgWlS2dPaU
Tinderelas: busca amorosa por meio de aplicativos para smartphones: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/18981
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Rafael Andrade Ribeiro: Hospital Sobrapar
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17:43 Baptista, M. N.; Dias, R. R. & Baptista, A. S. D. (2018) Psicologia Hospitalar: Teoria, Aplicações e Casos Clínicos (3ª ed). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. ISBN 9788527733151
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1:33 O Estado de S.Paulo, 18 Junho 2018. https://goo.gl/jzbdHM
14:00 Sprong, Matt. (2014). Establishing the Behavioral Function of Video Game Use: Development of the Video Game Functional Assessment. Journal of Addictive Behaviors, Therapy & Rehabilitation. 03. 10.4172/2324-9005.1000130. https://goo.gl/mQYNWP
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Paula Nogueira: http://instagram.com/paulxnogueira
3:33 Carter R. B. (1853). On the pathology and treatment of hysteria. London: J. Churchill.
5:23 Laqueur, T. W. (2004). Solitary sex: A cultural history of masturbation. Zone Books.
11:35 Telles, L. F. (1973). As meninas. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio.
11:54 Marquez, G. G. (1986). O Amor Nos Tempos Do Cólera (51ª ed). Rio de Janeiro: Record. ISBN 9788501028723
15:30 Margolis, J. (2007) A história íntima do orgasmo. Rio de Janeiro: Ediouro.
16:15 Preciado, P. B. (2004) Manifesto Contrassexual - Praticas Subversivas De Identidade Sexual. São Paulo: N-1 Ediçoes. ISBN 9788566943139
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Rodrigo Boavista: http://paradigma.nemag.com.br/
02:04 Singh, N.N. (2010) Mindfulness: A Finger Pointing to the Moon. Mindfulness, 1(1). https://doi.org/10.1007/s12671-010-0009-2
21:10 Fletcher, Lindsay & Hayes, Steven. (2005). Relational Frame Theory, Acceptance and Commitment Therapy, and a functional analytic definition of mindfulness. Journal of Rational-Emotive and Cognitive-Behavior Therapy. 23. 315-336. 10.1007/s10942-005-0017-7. https://www.researchgate.net/publication/226488470_Relational_Frame_Theory_Acceptance_and_Commitment_Therapy_and_a_functional_analytic_definition_of_mindfulness
21:28 Boavista, R. (2016, Agosto 17). Esse tal de mindfulness… Recuperado de https://www.comportese.com/2016/08/esse-tal-de-mindfulness
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Nesta conversa o Dr. Paulo Abreu nos explica o que é a Ativação Comportamental e qual o seu diferencial em relação à outras psicoterapias.
Paulo Abreu: http://www.iaccsul.com.br
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Marcela Ortolan
2:00 - Abreu, P., & Abreu, J. (2017). Ativação comportamental: Apresentando um protocolo integrador no tratamento da depressão. Revista Brasileira De Terapia Comportamental E Cognitiva, 19(3), 238-259. https://doi.org/10.31505/rbtcc.v19i3.1065
5:26 - Jacobson, N. S., Dobson, K. S., Truax, P. A., Addis, M. E., Koerner, K., Gollan, J. K., ... Prince, S. E. (1996). A component analysis of cognitive-behavioral treatment for depression. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 64(2), 295-304. http://dx.doi.org/10.1037/0022-006X.64.2.295
7:38 - Dobson, K. S., Hollon, S. D., Dimidjian, S., Schmaling, K. B., Kohlenberg, R. J., Gallop, R., … Jacobson, N. S. (2008). Randomized Trial of Behavioral Activation, Cognitive Therapy, and Antidepressant Medication in the Prevention of Relapse and Recurrence in Major Depression. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 76(3), 468–477. http://doi.org/10.1037/0022-006X.76.3.468
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O Boteco Behaviorista está voltando com um formato diferente, veja o que mudou.
O que torna o comportamento resistente a mudanças? Há décadas, analistas do comportamento têm pesquisado esse efeito, manipulando variáveis que o produzem e formulando equações que o representem adequadamente. Como uma metáfora da segunda lei de Newton, “momentum comportamental” foi a expressão cunhada para se referir ao fenômeno em questão. Nas palavras de Nevin e Shahan (2011)*:
“Quando uma força externa é aplicada a um objeto em movimento, a mudança de velocidade está diretamente relacionada à magnitude dessa força, e inversamente relacionada à massa inercial do objeto. Traduzido em termos comportamentais: quando um disruptor é aplicado ao comportamento contínuo, a diminuição na taxa de resposta está diretamente relacionada à magnitude do disruptor, e inversamente relacionada ao equivalente comportamental da massa” (p. 878).
Mas como pensar teoricamente esse tal “equivalente comportamental da massa”? E como exatamente são delineados os experimentos sobre momentum comportamental? E quais seriam as possíveis aplicações?
Para bater um papo sobre o assunto, o Boteco Behaviorista recebe 2 experts no assunto: Carlos Eduardo Costa (UEL) e Carlos Cançado (UnB).
- Carlos Cançado
- Carlos Eduardo Costa
- César Antonio Alves da Rocha
- Felipe Epaminondas
- Marcela Ortolan
* Nevin, J. A., & Shahan, T. A. (2011). Behavioral momentum theory: equations and applications. Journal of Applied Behavior Analysis, 44(4), 877–895. http://doi.org/10.1901/jaba.2011.44-877
Em 12 de agosto de 2012, 5 anos atrás, era feita a primeira transmissão do nosso querido Boteco Behaviorista (https://youtu.be/BAegSYdK0VY). Desde então, foram quase 60 edições do (agora tradicional) hangout online, edições especiais (‘Conversa de Boteco’, ‘Boteco LIVE’), participação de grandes nomes da AC do Brasil e do mundo, temas variados e de alta relevância científica e social, debatedores de localidades e formações diversificadas, parceria com a maior rede de canais de ciência brasileiros (Sciencevlogs Brasil), presença em reuniões científicas de diferentes níveis, reconhecimento internacional etc.
Tudo isso por meio de uma iniciativa informal, colaborativa e sem fins lucrativos, e somente possível pela gentileza dos profissionais e especialistas que integraram nossos painéis, e o constante feedback daqueles que são o motivo primeiro da nossa existência: nossa audiência. Por isso gostaríamos deixar registrado nosso MUITO OBRIGADO a todos vocês!
Para comemorar esses 5 anos de existência, teremos uma edição muito especial no dia 20 de Agosto. Para repensar as conquistas, os equívocos, os aprendizados, as críticas e os desafios que enfrentamos durante esses 5 anos que passaram e dos anos que estão por vir, teremos uma edição sobre Análise do Comportamento e divulgação científica, com convidados queridíssimos e muito especiais:
- César Rocha
- Felipe Epaminondas
- Fernanda Oda (A fonte e a ponte)
- Luciano Queiroz (Dragões de Garagem)
- Marcela Ortolan
- Umbelino Neto (ACearáCAST)
- Yan Valderlon (ACearáCAST)
Abordagens para o tratamento da dependência química encerram propostas diversas, algumas delas com ideias muito conflitantes entre si. O movimento antimanicomial e a reforma psiquiátrica ajudaram a deslocar o foco da instituição hospitalar para redes de atenção psicossocial, e de práticas como a internação compulsória, dependentes químicos passaram a contar com outras possibilidades, como estratégias preventivas e de redução de danos.
Apesar disso, ainda hoje vigem práticas arcaicas, ancoradas em higienismo e paternalismo, que muitas vezes tratam problemas relativos ao abuso de drogas ilícitas como casos de polícia, e não de saúde. No caso de drogas lícitas, campanhas de conscientização e uma alta tributação sobre os produtos têm sido estratégias comuns.
Independentemente de opiniões pessoais sobre cada uma dessas estratégias, nos perguntemos: quais seriam as alternativas possíveis? Mais especificamente, do ponto de vista do tratamento para a dependência química, como a análise do comportamento poderia instruir a construção de tais alternativas?
Para falar a respeito disso, contaremos com as presenças ilustres da Fernanda Calixto (UFSCar/Grupo ABA-Autonomia) e André Miguel (Unifesp) que participará com a gente direto de Cambridge!
Boteco Behaviorista #58 - Dependência química e manejo de contingências
- André Miguel (Unifesp)
- César Rocha
- Felipe Epaminondas
- Fernanda Calixto (UFSCar/Grupo ABA-Autonomia)
- Marcela Ortolan
Autores sugeridos pelo prof. André Miguel:
Higgins, S
Stitzer, M
Nancy, P
Silverman, K
Bickel W
Livros recomendados:
1. Motivating Behavior Change Among Illicit-Drug Abusers: Research on Contingency Management Interventions
Stephen T. Higgins and Kenneth Silverman
https://goo.gl/nmfR8p
2. Contingency Management in Substance Abuse Treatment
Joseph V. Brady PhD, Stephen T. Higgins PhD, Sarah H. Heil PhD and Kenneth Silverman PhD
https://goo.gl/XC9U4U
3. Contingency Management for Substance Abuse Treatment: A Guide to Implementing This Evidence-Based Practice
Nancy M. Petry
https://goo.gl/mZgZr9
4. Contingency Management for Adolescent Substance Abuse: A Practitioner's Guide
Scott W. Henggeler PhD, Phillippe B. Cunningham Phd, Melisa D. Rowland MD and Sonja K. Schoenwald PhD
https://goo.gl/wDYtST
Compreendida como uma modalidade terapêutica destinada a promover a autonomia e a plena inserção social do cliente, o acompanhamento terapêutico (AT) é uma prática que tem ganhado cada vez mais destaque. Tendo como setting o ambiente natural, fora do conforto e controle proporcionados pela clínica tradicional, o trabalho do AT demanda habilidades e aptidões específicas.
Por um lado, a possibilidade de operar diretamente no contexto em que o cliente enfrenta suas dificuldades particulares permite ao AT uma intervenção de incomparável especificidade. Por outro lado, a atuação desse profissional implica desafios específicos, diferentes daqueles enfrentados pelo clínico “de portas fechadas”.
Quais seriam os principais desses desafios? Quais seriam as principais competências a serem desenvolvidas pelo profissional interessado em atuar como AT? E no caso do AT analista do comportamento?
Boteco Behaviorista #57 - Acompanhamento terapêutico
Cesar Rocha
Felipe Colombini (Equipe AT)
Felipe Epaminondas
Lidiane Queiroz (Imagine Tecnologia Comportamental)
Marcela Ortolan
Boteco Behaviorista na JAC Unesp/Bauru 2016:
Utopismo, Ciências Comportamentais e Políticas Públicas
De acordo com o site do Conselho Nacional de Justiça*, a justiça restaurativa seria "uma técnica de solução de conflitos que prima pela criatividade e sensibilidade na escuta das vítimas e dos ofensores", em funcionamento há mais de uma década no Brasil. Trata-se de uma alternativa a estratégias convencionais, que comumente são identificadas como justiça punitiva ou retributiva.
Ainda de acordo com a mesma fonte, "se trata de um processo colaborativo voltado para resolução de um conflito caracterizado como crime, que envolve a participação maior do infrator e da vítima . . . A mediação vítima-ofensor consiste basicamente em colocá-los em um mesmo ambiente guardado de segurança jurídica e física, com o objetivo de que se busque ali acordo que implique a resolução de outras dimensões do problema que não apenas a punição, como, por exemplo, a reparação de danos emocionais".
Considerando isso, como poderia a análise do comportamento contribuir para práticas relativas à justiça restaurativa? Há iniciativas em andamento, ou propostas para a atuação do analista do comportamento nessa área?
Boteco Behaviorista #56: Justiça restaurativa
César Rocha
Cindy Vaccari (UFPR)
Felipe Epaminondas
Lígia Fernandes (UEL)
Marcela Ortolan
* http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/62272-justica-restaurativa-o-que-e-e-como-funciona
Referências recomendadas pelas convidadas:
Bacellar, R. P., & Santos, M. L. (2016). Mudança de cultura para o desempenho de atividades em justiça restaurativa. Em P. I. C. Gomide, & S. S. Staut Júnior (Eds.), Introdução à psicologia forense (pp. 135-148). Curitiba: Juruá.
Pallamolla, R. P. (2009). Justiça restaurativa : da teoria à prática. 1.ed. - São Paulo:IBCCRIM.
Santos, M. L. & Gomide, P. I. C. (2014). Justiça restaurativa na escola: aplicação e avaliação do programa. Juruá. Curitiba, PR.
Slakmon, C., R. De Vitto; R. Gomes Pinto, org (2005). Justiça Restaurativa (Brasília – DF: Ministério da Justiça e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD). Disponível em: http://www.dhnet.org.br/dados/livros/dh/livro_sedh_justica_restaurativa.pdf
Zehr, H. (1990). Changing Lenses. A New Focus on Crime and Justice. Scottdale: Herald Press.
Zehr, H. (2008). Trocando as lentes. São Paulo: Palas Athena
Zehr, H. (2012). Justiça restaurativa. São Paulo: Palas Athena
Conforme informa o site do AMBULIM¹ (Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo):
“Transtornos Alimentares são caracterizados por perturbações no comportamento alimentar, podendo levar ao emagrecimento extremo (caquexia - devido à inadequada redução da alimentação), à obesidade (devido à ingestão de grandes quantidades de comida), ou outros problemas físicos. Os principais tipos de transtorno alimentar são a Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa, e ambos têm como características comuns uma intensa preocupação com o peso e o medo excessivo de engordar, uma percepção distorcida da forma corporal, e a auto-avaliação baseada no peso e na forma física.”
Segundo a mesma fonte, a anorexia nervosa apresenta uma taxa de mortalidade de 5% a 15% dos casos. Considerando a gravidade do tema em questão, nos perguntamos: o que a análise do comportamento pode fazer a respeito? De que maneira seria possível estudar tais transtornos, e propor alternativas de intervenção eficazes?
¹ http://www.ambulim.org.br/
Boteco Behaviorista #55 - Transtornos Alimentares
- Cesar Rocha
- Felipe Epaminondas
- Liane Dahás
- Marcela Ortolan
- Paola Almeida
O estudo da inteligência pela psicologia é frequentemente baseado em modelos e teorias estranhas a uma perspectiva comportamental. Isso se reflete nos diferentes testes e índices considerados adequados para a medida da inteligência. Isso não quer dizer, contudo, que analistas do comportamento nada tenham a dizer a respeito.
Como o analista do comportamento compreende a inteligência? Como se mede a inteligência? Seria possível um diálogo entre análise do comportamento e psicometria? Como construtos de base comportamental, como a teoria das molduras relacionais e o paradigma da equivalência de estímulos, poderiam auxiliar nesse diálogo?
Essas e outras questões serão assunto do próximo Boteco Behaviorista, com a participação de dois experts no tema: Laura Rabelo (UFSCar) e Roberto Veloso (UFPR).
Boteco Behaviorista #54 - Inteligência
César Rocha
Felipe Epaminondas
Laura Rabelo (UFSCar)
Marcela Ortolan
Roberto Veloso (UFPR)
























Que bom encontrar esse canal aq. Pensa num behaviorista faceiro!
Oi Pessoal! Vários episódios estão com problema para ouvir/baixar. O que será que houve? Aproveitando, parabéns pelo excelente trabalho!! Sou fã de vcs.