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Educando Seu Bolso

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Author: Frederico Torres

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Description

O Educando Seu Bolso é um portal criado por profissionais do mercado financeiro justamente para quem não é do mercado.

Nosso objetivo é facilitar o relacionamento do cidadão comum com seu dinheiro, de forma rápida e objetiva e, principalmente, em linguagem acessível.

Chega de financês, chega de textos longos e abstratos, vamos nos arriscar aqui sempre pra te dizer o que você deve fazer e como, baseado naquilo que nós mesmos fazemos ou faríamos.

Finanças pessoais é um tema importantíssimo para dezenas de milhões de brasileiros e ao mesmo tempo não é simples. Buscaremos sempre traduzir para o brasileiro comum as práticas e novidades do sistema financeiro de uma maneira que você pode usar para melhorar a sua situação financeira.

Finalmente, afirmo nossa independência. Não somos pautados por nenhuma instituição financeira, não estamos aqui para te vender nenhum produto ou serviço financeiro. Nosso principal objetivo é te ajudar a não fazer bobagens com o seu suado dinheirinho.

É um prazer contar com você como leitor e ouvinte, e esperamos que goste. Mas, se não gostar, escreva pra nós criticando que a gente dá um jeito.

Forte abraço,

Frederico Torres
295 Episodes
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Você sabe como escolher o melhor plano de internet e telefonia? O plano que você tem atualmente é o mais barato, ou será que você está perdendo dinheiro? Além do custo, existem outros fatores essenciais que você deve considerar na hora de escolher seu plano ou operadora.  Nos problemas para o episódio de hoje, uma empresa de referência no mercado de comparadores de serviços de assinatura doméstica, como internet e telefonia. O nome da empresa já diz o que você vai encontrar ouvindo esse episódio: o  Melhor Plano!  O que você vai encontrar nesse episódio Contextualização do mercado de telefonia e internet em meio a crise; Como comparar diversas opções disponíveis no mercado; Crescimento na busca por provedores regionais; Como escolher o melhor plano de internet e telefonia; Dicas e ferramentas que podem comparar e escolher o melhor plano.  Para acessar o blog do Educando Seu Bolso: https://educandoseubolso.blog.br/ . Fale conosco: marketing@educandoseubolso.blog. Nossas redes sociais: https://www.instagram.com/educandoseubolso/?hl=pt-br https://www.facebook.com/educandoseubolso/ Esse episódio foi produzido por: Apresentação: Frederico Torres Produção de conteúdo: Fernanda Almeida Especialista convidado: Felipe Byrroo
Um episódio para quem quer saber sobre maquininha de cartão! Esse meio de pagamento móvel é quase indispensável para quem tem um negócio hoje em dia. Mas é importante saber escolher qual é a ideal para você. Então, fique por dentro das melhores soluções para o seu empreendimento, com serviço e custo-benefício mais vantajosos! Em uma entrevista com o Gabriel Lellis, da Sumup, nós conversamos sobre os diferentes modelos de maquininhas, as condições comerciais da empresa e indicaremos qual leitor de cartão é o que melhor se adéqua ao seu negócio. O que você vai encontrar nesse episódio: Contextualização da empresa SumUp; Qual a relação da empresa com os microempreendedores; Programas e iniciativas para ajudar microeempreendedores na crise do Coronavírus; O que saber para escolher uma maquina certa para o negócio; Modelos de maquininha de cartão da SumUp; Taxas e condições da empresa; Para acessar o blog do Educando Seu Bolso: https://educandoseubolso.blog.br/ . Fale conosco: marketing@educandoseubolso.blog. Nossas redes sociais: https://www.instagram.com/educandoseubolso/?hl=pt-br https://www.facebook.com/educandoseubolso/ Esse episódio foi produzido por: Apresentação e roteiro: Fernanda Almeida Especialista convidado: Gabriel Lellis Edição: Maria Júlia Bamberg 
Nesse episódio, vamos ajudar quem busca uma renegociação de dívidas . Em uma entrevista com Dilson Sá, da fintech Acordo Certo - focado em ajudar os consumidores a renegociar suas dívidas - você vai encontrar uma resposta para uma série de perguntas sobre o processo de renegociação de dívidas. O que você vai encontrar nesse episódio: O que é uma renegociação de dívidas; Como e esse serviço no Brasil hoje em dia?; Onde buscar por uma renegociação ?; Como fazer uma renegociação; Empréstimo: como fazer um; Principais causas que levam à inadimplência; Serviços oferecidos pelo Acordo Certo Para acessar o blog do Educando Seu Bolso: https://educandoseubolso.blog.br/ . Fale conosco: marketing@educandoseubolso.blog. Nossas redes sociais: https://www.instagram.com/educandoseubolso/?hl=pt-br https://www.facebook.com/educandoseubolso/ Esse episódio foi produzido por: Apresentação e edição: Ewerton Veloso Produção de conteúdo: Clara Sardenberg Especialista convidado: Dilson Sá
Muitas dúvidas surgem nas pessoas quanto aos planos de saúde, diante da crise causada pelo Coronavírus. Será que é o melhor momento para quem não tem um plano buscar um? Ou então, será que para quem tem o plano e vem enfrentando dificuldades para pagá-lo é o um bom momento para deixá-lo de lado? A ANS tomou medidas para facilitar o pagamento dos planos de saúde?Você vai encontrar essas e outras respostas aqui. O que você vai encontrar nesse episódio: Informações variadas sobre planos de saúde: Carências; Pagamentos; Soluções de atendimento alternativos na quarentena; Venda de planos de saúde por corretores; Dúvidas gerais mais comuns sobre planos de saúde  Para acessar o blog do Educando Seu Bolso: https://educandoseubolso.blog.br/ . Fale conosco: marketing@educandoseubolso.blog . Nossas redes sociais: https://www.instagram.com/educandoseubolso/?hl=pt-br https://www.facebook.com/educandoseubolso/ Esse episódio foi produzido por: Apresentação e roteiro: Letícia Vilela Especialista convidado: Luiz Quadros Produção de conteúdo: Clara Sardenberg Edição: Maria Júlia Bamberg  
As vendas online já são extremamente comuns no Brasil em tempos normais. Recentemente, com o isolamento social causado pelo coronavírus, elas se tornaram ainda mais importantes. Muitas lojas agora têm como única saída comercializar online, e algumas delas não estavam preparadas para essa mudança. No episódio de hoje nós vamos mostrar opções para tornar as vendas online possíveis para quem está começando, como o link de pagamento. O que você vai encontrar nesse episódio: Qual plataforma usar para vender?; Como cuidar das vendas online nas redes sociais?; Como receber o dinheiro das vendas online?; O que é o link de pagamento (como funciona e quanto custa esse serviço; Checkout; Maquininhas de cartão. Para acessar o blog do Educando Seu Bolso: https://educandoseubolso.blog.br/ . Fale conosco: marketing@educandoseubolso.blog . Nossas redes sociais: https://www.instagram.com/educandoseubolso/?hl=pt-br https://www.facebook.com/educandoseubolso/ Esse episódio foi produzido por: Apresentação: Bruna Paisante Produção de Conteúdo: Clara Sardenberg Edição e roteiro: Maria Júlia BambergEspecialista convidada: Gabriela Araújo
A renda fixa é de fato um investimento tão seguro e estável quanto parece? Como essa crise impacta no mercado de investimento? Esse episódio é para você que tem investimento e quer entender melhor como ele vai se comportar nesse momento de crise.  O que você vai encontrar nesse episódio: Como está o cenário atual de investimentos; Porque o tesouro direto caiu?; Fundos de investimento em renda fixa; CDB, LCI, LCA, LF, RDC O que fazer de agora para frente?; Para acessar o blog do Educando Seu Bolso: https://educandoseubolso.blog.br/ . Fale conosco: marketing@educandoseubolso.blog . Nossas redes sociais: https://www.instagram.com/educandoseubolso/?hl=pt-br https://www.facebook.com/educandoseubolso/ Esse episódio foi produzido por: Apresentação: Frederico Torres Edição e roteiro: Ewerton VelosoEspecialistas: Frederico Torres e Ewerton Veloso
A crise chegou sem avisar e com isso o planejamento financeiro deve ser prioridade para reestruturar empresas e negócios. Nesse episódio vamos falar sobre planejamento financeiro em tempos de crise e como reestruturar seu empreendimento. Para enriquecer o podcast, conversamos com um convidado de peso. Goldwasser Neto, co-fundador da startup Accountfy, tem grande experiência como executivo e é um empreendedor de sucesso. O que você vai encontrar nesse episódio: Planejamento financeiro em tempos de crise; Custos (custos oficiais,trabalhistas e fornecedores); Crédito; Reestruturação de receitas; Como se preparar para depois da crise; Para acessar o blog do Educando Seu Bolso: https://educandoseubolso.blog.br/ . Fale conosco: marketing@educandoseubolso.blog . Nossas redes sociais: https://www.instagram.com/educandoseubolso/?hl=pt-br https://www.facebook.com/educandoseubolso/ Esse episódio foi produzido por: Apresentação e roteiro: Ewerton VelosoEspecialista convidado: Goldwasser Neto Edição: Maria Júlia Bamberg
Você provavelmente já ouviu falar no termo "antecipação de recebíveis", mas pode ser que não saiba o que é. Se você tem um negócio e quer saber como conseguir capital de giro nesse momento de crise, esse episódio é para você! Venha descobrir como funciona a antecipação de recebíveis, onde você pode buscar por ela e se ela é uma opção mais vantajosa que um empréstimo.  O que você vai encontrar nesse episódio: Explicação sobre o que é antecipação de recebíveis; Como buscar por essa modalidade;  Como calcular a taxa de antecipação; Antecipação de recebíveis X Empréstimo; Impactos do Coronavírus no mercado de antecipações.  Para acessar o blog do Educando Seu Bolso:https://educandoseubolso.blog.br/. Fale conosco:marketing@educandoseubolso.blog. Nossas redes sociais: https://www.instagram.com/educandoseubolso/?hl=pt-br https://www.facebook.com/educandoseubolso/ Esse episódio foi produzido por: Apresentação, roteiro e edição: Maria Júlia Bamberg:  Produtora do conteúdo e Especialista convidada: Fernanda Almeida
Nesse episódio iremos ajudar quem é MEI ou quem quer se tornar um. Em uma entrevista com o especialista em marketing digital Carlos Nascimento, conversamos sobre dicas e estratégias, para tornar o seu negócio mais lucrativo e mais estável diante das mudanças do setor econômico.  O que você vai encontrar nesse episódio: Dicas de como planejar o seu negócio; A importância de estudar o mercado;  Como  se preocupar com a viabilidade do seu negócio antes mesmo de abri-lo?  Como executar estratégias simples de marketing no seu negócio; Como se reinventar nesse momento de crise diante da pandemia do Coronavírus.  Para acessar o blog do Educando Seu Bolso:https://educandoseubolso.blog.br/. Fale conosco:marketing@educandoseubolso.blog. Nossas redes sociais: https://www.instagram.com/educandoseubolso/?hl=pt-br https://www.facebook.com/educandoseubolso/ Esse episódio foi produzido por: Apresentação e roteiro: Maria Júlia Bamberg Especialista convidado: Carlos Nascimento Produtora do conteúdo: Clara Sadenberg Edição: Ewerton Veloso Se quiser saber os detalhes para abrir um MEI escute o podcast 285.
Nosso assunto nesta semana não poderia ser outro: a crise provocada pela pandemia do Coronavírus.  O planeta inteiro mobiliza-se perplexo, diante de um contexto absolutamente inédito. A humanidade já passou por outras pandemias antes, mas nenhuma foi tão abrangente, especialmente no século XXI, era marcada por economia globalizada e intensa mobilidade de pessoas. Além da apreensão relacionada à saúde das populações, teme-se pelo o forte impacto nas economias – tanto as nacionais como a global. O que você vai encontrar nesse epsódio: Como fica a situação das famílias e dos empreendedores brasileiros – especialmente os pequenos e médios? Quais são os impactos imediatos e como é possível reduzi-los? Quais são as principais medidas que os governos federais e estaduais vêm tomando para amenizar a crise? Quais são as atitudes que você pode e deve tomar para passar por esta turbulência com o menor impacto possível?  Para acessar o blog do Educando Seu Bolso:https://educandoseubolso.blog.br/. Fale conosco:marketing@educandoseubolso.blog. Nossas redes sociais: https://www.instagram.com/educandoseubolso/?hl=pt-br https://www.facebook.com/educandoseubolso/ Esse episódio foi produzido por: Apresentação: Frederico Torres Especialistas: Ewerton Veloso e Frederico Torres  Produção, roteiro e edição: Ewerton Veloso
Nesse episódio nós vamos conversar sobre 5 maneiras diferentes de adquirir um carro. Algumas podem te surpreender, outras você já conhece, mas é sempre bom se atentar para alguns detalhes.  O que você vai encontrar: 1.Comprar o carro à vista. 2.Financiamento. 3.Leasing. 4.Consórcio. 5.Carro por Assinatura. Para acessar o blog do Educando Seu Bolso:https://educandoseubolso.blog.br/. Fale conosco:marketing@educandoseubolso.blog. Nossas redes sociais: https://www.instagram.com/educandoseubolso/?hl=pt-br https://www.facebook.com/educandoseubolso/ Esse episódio foi produzido por: Apresentação, produção e roteiro: Maria Júlia Bamberg  Convidado especialista: Leticia Vilela  Edição: Ewerton Veloso
"Qual é a maquininha mais barata?", "Qual a máquina de cartão com as menores taxas?". Essas são algumas das perguntas mais comuns que as pessoas fazem na hora de escolher essa importante ferramenta para o negócio. E, sem dúvida, é um questionamento muito importante. Afinal, não faz sentido pagar a mais sem necessidade. Todo mundo quer enxugar as contas do negócio e aumentar os lucros da empresa. Ainda assim, sabia que você pode estar jogando fora mais de R$1.500 reais por mês? O Educando seu Bolso avaliou mais de 60mil pesquisas feitas em nosso site. Chegamos à resposta de qual a maquininha mais barata, mas ela pode não ser a que você espera. Leia abaixa e descubra como economizar R$100, R$300, R$1 mil reais TODOS OS MESES com a máquina de cartão! [GERENTESONHOS_RANKING_MAQUININHAS]   Qual a maquininha mais barata? Pois, já existe um problema logo na pergunta acima. Qual "a" maquininha mais barata. Em grande parte das vezes a resposta não está na contratação de apenas um aparelho. E, sim, em mais de um. Mas, antes de te explicar como economizar centenas de reais com isso, é preciso pincelar um ponto muito importante. Acompanhe a explicação: O maior custo que você tem com a máquina de cartão do seu negócio são as taxas cobradas sobre as vendas (ou ao menos, deveriam ser). Os custos com um leitor de cartão dividem-se em dois: (1) o custo fixo, representado pelo preço de aquisição do aparelho OU aluguel e (2) o custo variável, representado pelas taxas sobre as vendas, que são cobradas a cada transação. Quanto mais você vende, mais vezes essa taxa é cobrada: por isso custo 'variável'. O custo fixo deve representar uma porcentagem pequena do gasto total com a máquina em um negócio. Em termos práticos, não faz sentido pagar R$150,00 de aluguel todos os meses se o valor que você passa na máquina de cartão é baixo. Existem máquinas que você adquire por um valor equivalente a poucos meses de aluguel de outras. Ou então, não compensa comprar uma máquina de R$1.000,00 para vender brigadeiros por R$2,00. Faz sentido, não é? E enxugar o custo fixo com a máquina de cartão é simples. Existem inúmeras maquininhas com custo de aquisição muito baixo ou com desconto no aluguel do aparelho. O pulo do gato está nas taxas.   O segredo está em economizar nas taxas, ou no custo variável É com as taxas que deve haver o maior esforço para economizar nos custos da maquineta. No mercado, ainda há diferença grande entre taxas de diversas empresas do setor de maquininha de cartão. Isto é, existem empresas que cobram 2% de taxa no crédito enquanto outras cobram 5%. Escolher a taxa mais baixa faz MUITA diferença nas contas do negócio.  Só que escolher a taxa mais baixa em grande parte das vezes não é optar por uma empresa só. É contratar uma máquina de cartão para débito, uma para crédito à vista e outra para parcelado. A economia vem pela contratação de máquinas de cartão de empresas diferentes.   Como economizar contratando mais de uma máquina de cartão? Você certamente já presenciou essa cena em algum lugar. Você vai à padaria fazer compras e, na hora de fazer o pagamento no caixa, vê que tem duas máquinas de cartão no balcão: uma amarelinha e outra azul. Você opta por pagar no cartão. O atendente te pergunta: "no crédito ou débito?". Se você responder débito, ele pega a azul. Se responde crédito, a amarela. Por que isso feito? Para que o lojista pague a menor taxa possível em cada transação (em outras palavras, use a maquininha mais barata para cada venda). Isso já é uma realidade em muitos negócios, e também pode ser para o seu.   Ter mais de uma máquina de cartão compensa para mim? Muitas pessoas podem pensar que ter duas ou mais maquininhas para gastar menos dinheiro com taxas é algo vantajoso apenas para grandes negócios. Isso é um erro enorme! Ter mais de um aparelho para usar separadamente nas vendas no débito e outro no crédito à vista e parcelado, por exemplo, é uma boa escolha para grande parte dos vendedores, mesmo os bem pequenininhos. Portanto, se você é MEI e acha que isso não é pra você, continue lendo e veja quanto dinheiro pode estar desperdiçando.. Assim como mencionado no início do texto, o Educando seu Bolso utilizou uma base de mais de 60mil buscas feitas em 2019 no Simulador de Máquinas de Cartão gratuito disponibilizado no site. Isto é, milhares de comerciantes, lojistas, prestadores de serviço pesquisaram esse tipo de informação no nosso site visando encontrar a melhor solução para eles. Assim, conseguimos construir um panorama da situação dos lojistas e empresários brasileiros. E concluímos que não são apenas grandes negócios que podem ser beneficiados. Com base nos dados coletados, em pelo menos 46% dos casos pode haver economia na contratação de 2 ou mais máquinas de cartão. Mas o número pode ser bem mais alto. Calma! Vamos explicar:   Maquininha mais barata: entenda melhor os números O número de 46% foi obtido comparando um combo de máquinas de cartão VS. a máquina de cartão sozinha mais barata para cada comerciante. Porém, sabemos que nem todo mundo tem a maquininha com os custos mais baixos. Então, quando fazemos a comparação com alguns dos aparelhos mais populares do país, os números ficam ainda mais expressivos, como veremos no próximo tópico. O valor acima foi atingido com 90,71% dos usuários do site informando um faturamento com a máquina de cartão abaixo de R$20mil por mês. Ou seja, O seu Zé da padaria, a dona Cláudia manicure também podem ter 2 ou mais máquinas de cartão por um preço menor do que contratando apenas uma.   Quantos reais vou economizar por mês? A economia varia conforme três fatores: (1) o valor vendido por mês (quanto mais você vende, maiores as chances de economizar), (2) os tipos de venda que você mais realiza e (3) a máquina de cartão que você já possui. Em alguns casos, a economia pode não compensar. Por exemplo, provavelmente você não vai querer comprar duas maquinetas de empresas diferentes para economizar alguns centavos. Porém, é possível encontrar valores significativos de economia a partir de R$3mil reais vendidos no mês, com base no nosso usuário médio. Nesse valor já dá para economizar cerca de R$90 reais/mês. Isto é: R$1080 a mais por ano que sobram para você investir no seu negócio! Se o valor faturado com máquina de cartão ultrapassa R$100 mil, é possível facilmente encontrar economias de mais de R$7.000 reais mensais. Tudo isso tirado das próprias informações fornecidas pelos usuários aqui do blog ;)   As empresas de máquina de cartão escondem isso de você... Geralmente, cada empresa coloca um dos custos um pouco mais baixo para chamar atenção. Por exemplo, a empresa X joga o custo da taxa no débito no chão para anunciar que tem a menor taxa nessa modalidade. Mas então, compensa essa taxa mais baixa aumentando o valor de outra. Dessa forma, quando você utiliza apenas aparelhos daquela empresa, acaba que a taxa mais baixa pode não ser tão significativa. É como se o custo mais baixo do débito fosse abatido por algum outro mais alto. Estamos propondo é que você fuja disso. Fuja dessa armadilha de que o melhor negócio é ter uma maquininha só, aproveite-se dos descontos cada vez maiores nos preços das maquinetas, compre mais de uma e use-as em conjunto. Passe cada venda, convenientemente na maquininha que cobra a menor taxa para aquela modalidade. Além de economizar dinheiro, você acaba tendo uma ou duas maquininhas de reserva para o caso de uma bateria acabar, dar defeito ou mesmo não conseguir passar a transação por problemas de sistema ou conexão à internet ou a rede de dados das empresas de telefonia.   Em quais situações devo contratar mais de uma máquina de cartão para economizar nas taxas? Se você tem muitas vendas em duas ou mais modalidades (débito, crédito à vista e parcelado). Em geral, se o valor do seu faturamento mensal com máquina de cartão é R$3mil reais ou mais (pode ser R$1.500, se comparado com máquinas de taxas médias para pequenos negócios. Isto é, se você tem uma maquininha que já não é das mais baratas)   Em quais situações não vale a pena contratar mais de uma máquina de cartão? Se você vende principalmente em um uma única modalidade. Se o valor das vendas é muito baixo.   Quais são as maquininhas mais baratas por modalidade? Agora que você já entendeu que pode contratar mais de uma máquina de cartão para economizar nas taxas, veja abaixo as principais opções para cada modalidade de venda. Assim, você contrata o melhor combo de maquininhas para o seu negócio!   Débito As taxas no débito são as mais baixas em qualquer empresa. E, em geral, o repasse do dinheiro é feito em até dois dias úteis. AqPago - a partir de 1,23% SafraPay - a partir de 1,85% SumUp - 1,90%   Crédito à vista Uma das principais modalidades de vendas com maquininha. Para receber antecipado GetNet - a partir de 2% Mercado Pago - a partir de 3,60%   Sem antecipação SafraPay - a partir de 0% Mercado Pago - a partir de 3,03% AqPago - a partir de 3,17%   Crédito parcelado Nem todos os negócios realizam vendas no crédito parcelado. Porém, para quem faz, essa é uma das modalidades que mais influencia no custo total de manter uma máquina de cartão. Então, é preciso estar atento aqui para ter a maquininha mais barata. Para receber antecipado InfinitePay - a partir de 2,97% AqPago - a partir de 3,17%   Sem antecipação C6 Pay - 3,89% SumUp - 3,90%   Nós gostamos tanto da descoberta de qual a maquininha mais barata que já atualizamos nosso Simulador de Maquininhas de Cartão para incluir as combinações de maquinetas como possibilidade de resposta. Agora, ao simular o que é melhor para o seu negócio, você já recebe gratuitamente a informação de que melhor do que ter apenas a maquininha da empresa A, pro seu faturamento e ramo de negócio, o melhor seria combinar duas maquinetas, uma da empresa B e outra da C. Que tal?  Essa informação te ajudou? Então compartilhe com outros comerciantes ou prestadores de serviços que estão lutando como você, assim mais gente economiza com taxas e passar a ter a maquininha mais barata, mesmo que seja mais de uma.
Nosso assunto hoje, no post e no podcast, é financiamento imobiliário. Certamente já falamos nisso mais de uma dezena de vezes aqui no Educando Seu Bolso. Mas nunca de forma repetitiva. É que este mercado está sempre se modificando, sempre trazendo novidades. E a novidade de hoje é o financiamento prefixado. Vamos saber tudo sobre ele e, principalmente, vamos compará-lo com as modalidades de financiamento já existentes anteriormente. Vamos apresentar as 3 modalidades de correção – TR, IPCA e prefixado. As características de cada uma, seus riscos e os cuidados que devem ser tomados na hora de escolher e contratar. Vamos fazer alertas importantes, principalmente em relação aos contratos corrigidos pelo IPCA, modalidade também relativamente nova. Temos recebido relatos de leitores que não foram devidamente informados sobre as regras, contrataram a operação e depois se arrependeram. Ao final, apresentamos as diferentes formas com que podemos ajudar. Não apenas a tomar a melhor decisão. Podemos ajudar até mesmo a quem já contratou o financiamento imobiliário IPCA ou TR e agora está em dúvida se fez bom negócio. Não deixe de ler todo o post e ouvir o podcast, as informações são valiosas. Financiamento imobiliário Vamos fazer um brevíssimo resumo sobre o que é e como funciona um financiamento imobiliário. Trata-se de uma operação de crédito em que o cliente – tomador – adquire um imóvel, mas quem paga por ele, na hora da compra, é uma instituição financeira – geralmente um banco. O tomador usa o imóvel normalmente e vai pagando a dívida ao longo dos anos. Enquanto isso o imóvel permanece sob propriedade da instituição financeira. Após a quitação, ele passa para o nome do tomador. Os prazos de um contrato de financiamento geralmente são longos. Em média, são de mais de 20 anos, podendo chegar a até 35 anos. Nós temos Simulador de Financiamento de Imóveis que ajuda a encontrar, dentre as instituições financeiras e bancos, qual é o melhor opção de financiamento para cada caso.  Uma prestação de financiamento imobiliário é composta por 4 componentes: Amortização mensal: é o valor que é abatido do montante da dívida. Depende do prazo do contrato e do saldo devedor – que é o valor que ainda falta para a quitação da dívida. Você pode usar o Simulador de Amortização do Educando Seu Bolso, para saber como ficaria o seu financiamento. Juros: é o custo do “aluguel” do dinheiro. Depende do saldo devedor e da taxa de juros acertada entre as partes na hora da contratação. Seguros: proteção contra problemas graves com o imóvel ou com o tomador do crédito. É combinado no momento da contratação. Taxa de administração. Valor pago mensalmente pelo trabalho do banco em gerenciar a operação. Tem sido questionado por muitos tomadores. SAC e Price As duas formas de amortização de um contrato de financiamento imobiliário são o SAC – Sistema de Amortizações Constantes – e o Price. Para compreendermos melhor essa parte é preciso voltar a falar sobre o principal ponto deste post: a correção do saldo devedor. Se desconsiderarmos a correção do saldo devedor,  podemos dizer que, no SAC, as prestações começam em um valor mais alto e vão se reduzindo ao longo do tempo. No Price elas se mantêm fixas durante todo o contrato. Nos testes que fizemos para elaborar o post e o podcast, consideramos sempre a modalidade SAC, que é a mais utilizada no Brasil. Se quiser saber mais sobre SAC e Price e novas regras do financiamento de imóveis já falamos sobre isso também, vale a pena conferir. Financiamento imobiliário IPCA, TR e Pré-fixado Um contrato de financiamento tem prazo muito longo. E o dinheiro tem valor ao longo do tempo. Por isso é preciso definir no momento da contratação qual será a forma de correção do saldo devedor. Vamos conhecer alguns detalhes de cada uma das três modalidades de correção. As taxas de juros informadas estão, evidentemente, sujeitas a alteração a qualquer momento. Por isso trouxemos apenas as taxas da Caixa, unicamente para efeito de comparação entre as modalidades. IPCA Em agosto de 2019 a Caixa lançou a modalidade de financiamento imobiliário com saldo devedor corrigido pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. É o principal índice de inflação brasileiro. Foi uma novidade muito impactante. Afinal, mesmo quando o IPCA está muito baixo – digamos, 3% –, ainda assim é uma taxa bastante alta quando se trata de corrigir o saldo devedor de contratos de financiamento, cujos valores normalmente são de centenas de milhares de Reais. Atualmente, apenas Caixa e Banco do Brasil oferecem contratos com correção pelo IPCA. A Caixa tem trabalhado com taxas de juros de 2,95% a 4,95% para a modalidade. Como se vê, as taxas de juros são bem menores. Em compensação, a correção do saldo devedor pelo IPCA pode encarecer muito o contrato. TR Até agosto de 2019, a única forma de correção do saldo devedor de um contrato era a TR – Taxa Referencial. Ela não é um índice de inflação, e sim uma taxa – cujo cálculo é bastante complexo – usada na correção de certas operações. Seu valor é bem baixo. Nos idos de 2015 e 2016, quanto a inflação chegou aos 10% ao ano, a TR mal passou dos 2%. Desde agosto de 2017, quando o país já estava em movimento de queda da inflação e dos juros básicos, o valor da TR é zero. Todos os bancos que trabalham com financiamento imobiliário oferecem contratos com correção pela TR. Quando este post foi redigido, a Caixa trabalhava com taxas de juros de 7,25% a 8,75% para esta modalidade. Prefixado Recentemente, em fevereiro de 2020 a Caixa inovou mais uma vez, lançando a modalidade de financiamento imobiliário prefixado. Nela não há correção do saldo devedor, independentemente do que aconteça com a inflação ou com qualquer outro componente da economia. É, também, uma novidade importante. Afinal, trata-se de fixar condições de pagamento para um contrato que pode durar décadas. Como é uma modalidade muito nova, apenas Caixa a oferece, por enquanto. Notícias dão conta de que o Banco do Brasil estuda adotá-la para breve. A Caixa tem trabalhado com taxas de juros de 8% a 9,75% para a modalidade. Como identificar a melhor? Não existe uma modalidade que seja a melhor para todas as pessoas, em todos os casos. Então é preciso saber avaliar as principais peças desse tabuleiro para tomar a melhor decisão. Os dois principais aspectos a serem levados em conta são as taxas de juros oferecidas pelos bancos para cada modalidade e o comportamento da inflação para os próximos anos ou décadas. Juros As taxas de juros oferecidas pelos bancos estão em constante mudança, a partir das conjunturas da economia e da concorrência entre as próprias instituições. O que nós, do Educando Seu Bolso, pudemos fazer é elaborar uma simulação entre as condições oferecidas por um banco, na mesma data, para o mesmo perfil de operação, para cada uma das três modalidades, e compará-las. Você verá o resultado desta simulação no próximo tópico " Nosso teste''. Mas é importante ressaltar que esse resultado pode mudar, caso este mesmo banco passe a oferecer uma taxa muito mais alta para uma modalidade, ou muito mais baixa para a outra. Por isso é preciso avaliar bem cada caso. E é possível fazer isso, acredite. Nós podemos ajudar. Inflação Quanto ao comportamento da inflação, este é totalmente imprevisível. O máximo que conseguimos é uma estimativa para os próximos meses. Assim, quando fazemos a opção por qual modalidade de correção vamos utilizar, estamos fazendo uma aposta, querendo ou não. Vamos, então, entender em linhas gerais esta aposta: Prefixado: optar pelo prefixado significa escolher a previsibilidade e proteger-se do aumento da inflação. Caso o IPCA dispare, a pessoa estará protegida, pois o saldo devedor não é corrigido. IPCA: escolher o contrato corrigido pelo IPCA significa apostar que a inflação vai se manter bem baixa durante todo o período. Ou, pelo menos, durante os primeiros anos do contrato, que é quando o saldo devedor está mais alto. Um aumento da inflação pode ser desastroso para quem faz essa opção. TR: escolher a tradicional correção pela TR significa admitir variações pequenas na inflação, para cima ou para baixo. Nosso teste Fizemos um teste para comparar as três modalidades de correção. Primeiro, imaginamos um caso concreto: compra de um imóvel de R$ 400 mil, dando R$ 80 mil de entrada e financiando os R$ 320 mil restantes por um prazo de 360 meses. Em seguida, acessamos o site de um banco, inserimos os mesmos dados – CPF, data de nascimento, cidade, estado, dados do imóvel, seguradora – e recebemos os resultados das simulações para as três opções de financiamento. Valor do dinheiro no tempo Para fazer uma melhor comparação, cabe lembrar novamente que o dinheiro tem valor ao longo do tempo. Por exemplo: se eu empresto R$ 1.000 a um amigo, e ele me paga a mesma quantia no ano que vem, quando ele me pagar o dinheiro já não terá o mesmo valor. Uma inflação de, por exemplo, 3,80% ao ano teria comido quase R$ 37 dele. No caso das nossas simulações de financiamento imobiliário, é fundamental trazer todas as prestações para o valor que elas teriam no presente. Isto porque em duas das modalidades o valor da prestação começa mais alto e vai decrescendo constantemente. Na outra, a prestação começa mais baixa, mas vai subindo ao longo do tempo. São valores muito diferentes entre si, em cada época. Por isso é fundamental trazer todas as prestações ao valor de hoje. Para calcular o valor das prestações no presente e a correção das prestações na modalidade IPCA, adotamos o índice de inflação de 3,80% ao longo de todo o período. Nessas condições a TR certamente se manteria zerada. Resultados Prefixado Prestação inicial: R$ 3.349,68 Prestação final: R$ 920,47 Comportamento da prestação: reduz-se constantemente Valor de todas as prestações no presente: R$ 514.762,53 IPCA Prestação inicial: R$ 2.144,91 Prestação final: R$ 2.747,66 Comportamento da prestação: aumenta durante 25 anos, depois reduz Valor de todas as prestações no presente: R$ 547.171,57 TR Prestação inicial: R$ 2.978,48 Prestação final: R$ 919,44 Comportamento da prestação: reduz-se constantemente Valor de todas as prestações no presente: R$ 467.167,68 A seguir, o gráfico com o comportamento das prestações ao longo do tempo, nas três modalidades: (DEIXAR ESPAÇO PRO GRÀFICO) Interpretação Fica claro que, para o caso concreto que testamos, a melhor opção é o financiamento com correção pela TR. Mesmo levando-se em conta que a prestação inicial é bem maior. Basta comparar o valor presente das prestações em cada modalidade. É importante deixar muito claro que este resultado refere-se a um caso específico, e nas condições dadas pelo banco em uma data específica. Ou seja, não estamos, de forma alguma, afirmando que a TR será vantajosa sempre, ou quase sempre. Como dissemos, isso depende das taxas de juros oferecidas pelos bancos para cada modalidade, e do comportamento da inflação durante o período. Para muitas famílias, o financiamento pelo IPCA será a única opção possível. Isto porque, nesta modalidade, o valor das prestações começa mais baixo. Por isso, pode ser a única opção que o banco liberaria para conceder o crédito.  Neste caso, recomendamos atenção redobrada na hora de contratar. É preciso estar preparado para os aumentos das prestações, que certamente virão. Saiba mais sobre isso a seguir. Atenção ao alerta O site do banco em que fizemos a simulação forneceu planilhas com o detalhamento de todas as 360 prestações. Causou-nos surpresa que a planilha da modalidade IPCA não levava em consideração justamente... o IPCA! Um leitor mais distraído tenderia a pensar que, naquela modalidade, as prestações também seriam decrescentes. E, pelo que já explicamos aqui, não é isso que acontece. Recentemente recebemos mensagens e comentários de leitores nossos que haviam contratado o financiamento IPCA e estavam surpresos – na verdade, desesperados – ao perceberem suas prestações e seu saldo devedor aumentando mês a mês, no início do contrato. Segundo eles, isso não lhes ficou claro antes da contratação. Nosso papel, portanto, é alertar as pessoas que pretendem fazer cotações de financiamento imobiliário a exigir dos gerentes de banco, correspondentes bancários, ou quem quer que os atenda, que lhes forneça uma planilha com a previsão da correção pelo IPCA. Mesmo que o sistema do banco não forneça o cálculo, ele não é muito complicado. Portabilidade de financiamento imobiliário As novas modalidades de contrato também aceitam portabilidade de financiamento imobiliário. Isto é, o tomador pode transferir o seu financiamento de um banco para outro, se encontrar condições melhores. O alerta que fazemos é para os custos envolvidos na portabilidade, especialmente os de cartório. Antigamente eles eram muito altos, tornando praticamente inviável a portabilidade. De algum tempo para cá, porém, eles se reduziram bastante. Nos primeiros meses após o surgimento do financiamento IPCA, as notícias que obtivemos juntos a bancos e seus clientes era de que não seria possível fazer a portabilidade entre modalidades. Isto é, quem tinha financiamento pelo IPCA no banco X não poderia migrar para um financiamento TR no banco Y. Na nossa interpretação, na norma  não há impedimento para que isso ocorra. Depende apenas de o banco receptor aceitar a operação de crédito. Caso aceite, o banco em que o crédito se originou não pode se negar a liberar a portabilidade. Portanto, se você tem um financiamento imobiliário, independentemente de qual seja sua modalidade de correção, fique de olho na portabilidade. Pode lhe render uma ótima economia. Podemos ajudar Se você precisa de ajudar para tomar sua decisão, entre em contato conosco. O mesmo cálculo que fizemos para construir este artigo, podemos fazer adaptado ao seu caso. Isso pode lhe render uma economia de milhares de Reais, além de poupar muita dor de cabeça. Mas se você já contratou seu financiamento e está em dúvida se fez um bom negócio, podemos ajudar também. Como dissemos, temos recebido relatos de leitores que contrataram recentemente o financiamento pelo IPCA e agora estão surpresos ao verem as prestações e o saldo devedor aumentando. Vamos conversar? Talvez a coisa não seja tão catastrófica quanto pareça. Com uma boa estratégia de amortizações extraordinárias, você pode conseguir contornar a situação. E se tiver qualquer dúvida sobre o financiamento imobiliário, fale com a gente! Já respondemos a – literalmente – milhares de comentários sobre o assunto. Será um prazer ajudar.
Se você já se deparou com alguma situação desconfortante acontecendo perto de você, na relação entre pais e filhos, e que, ainda por cima, implica diretamente no processo de formação da criança, sabe que é difícil entrar nessas questões, porque essa é uma responsabilidade dos pais. Mas nem sempre o adulto responsável pela criança sabe quais atitudes podem interferir no processo de formação do menor, e na sua futura relação com o dinheiro.  Como fazer a criança aprender o real valor do dinheiro? Boas referências são fundamentais na vida de um jovem e de uma criança. Então, qual é o seu papel, como adulto, na educação do seu filho, neto, sobrinho, afilhado? Certamente, esse é um assunto muito importante para todo mundo que tem criança em casa. Para saber mais sobre educação financeira para crianças, continue lendo e escute o podcast!  Educação financeira para crianças Vamos começar esse texto falando de um termo um pouco forte, mas que servirá de base para tudo relacionado a educação financeira para crianças que trataremos aqui. É o “incesto financeiro”, termo usado pelos doutores em psicologia Brad e Ted Klontz. Em outras palavras, é uma forma de abuso emocional, onde o adulto usa o dinheiro para manipular uma criança para satisfazer uma necessidade. Muitas vezes o indivíduo acaba colocando na criança uma carga maior do que ela suporta na fase infantil, e assim ela desenvolve conceitos errados e prejudiciais sobre o dinheiro. Muitas das práticas são feitas na correria, no dia-a-dia e devido a falta de educação financeira dos próprios pais. Ou seja, não necessariamente são feitas com o intuito de ser maldoso para a criança. Ainda assim, maus exemplos acontecem e é muito importante que a criança estabeleça uma relação positiva com o dinheiro. Afinal de contas, ele é parte muito importante da vida das pessoas, e é preciso saber lidar com as finanças da melhor forma.   Maus exemplos para as crianças: A criança absorve muito do que é falado e passado a ela, principalmente quando vindo dos pais ou de pessoas que são referência para a criança. Vamos então, falar agora sobre alguns desses maus exemplos que podem vir dos próprios pais e que devem ser evitados: 1) Pedir para a criança atender ao telefone para poder fugir de uma situação de cobrança Você já pode ter presenciado alguma situação como essa, onde, para fugir de uma cobrança a criança faz o papel de “intermediador” entre o adulto e a cobrança. Porém isso pode prejudicar muito o processo de formação do filho.  Em casos como esse, a criança tem como exemplo, e passa a acreditar, que pode fugir de suas responsabilidades. E isso acaba ultrapassando o dinheiro. Pode interferir também em tarefas escolares, onde a criança, espelhada nas atitudes dos pais, faz o mesmo que eles.    2) Quando algum dos pais dá um presente para o filho e pede para que ninguém saiba Isso acaba colocando a criança como cúmplice de uma situação. É mais do que uma criança consegue carregar e é incorreto. Vamos exemplificar como se desenrola uma situação dessas. Suponhamos que a criança peça alguma coisa para os pais, mas eles negam porque estão economizando dinheiro, por exemplo, para uma viagem no fim do ano. Porém, depois de explicarem isso para a criança, um dos pais,  para satisfazê-la, opta por dar o presente e, além disso, ainda pede para que a criança não conte para ninguém. Isso pode gerar, na criança, uma sensação de competição entre os pais. Ou seja, o que cede ao desejo do filho, antes negado, se enquadra como o “o mais legal”, e o outro, como "chato". Além de colocar a criança numa situação de cumplicidade com uma atitude errada do adulto. Para te ajudar com isso leia nosso conteúdo sobre como organizar as contas do casal.   3) Pedir para a criança fazer investigação financeira do cônjuge Essa situação é mais comum quando os pais são separados e pode acabar colocando o filho em uma situação de vulnerabilidade. Vamos ao exemplo:  o pai ou a mãe pede para a criança conferir se há novos “presentes” na casa do outro, como o carro ou aquisições novas na casa. Ou para inspecionar hábitos e práticas, quando a criança está sob cuidado do outro.   Isso não é saudável para a criança e a coloca em um estágio de vulnerabilidade emocional. O filho já pode estar enfrentando um processo complicado com a separação dos pais, por exemplo, e além disso tem que assumir uma “função’’ que não é dela.  Isso ocorre, em muitas das vezes, porque o ex-cônjuge sente que o acordo do divórcio não foi justo, ou que há problemas com a pensão, por exemplo, e acaba pedindo para o filho averiguar como está a situação financeira do ex-parceiro. Mas em hipótese alguma o filho deve ser envolvido em questões judiciais de fim de matrimônio. Isso deve ser resolvido entre os pais, sem expor e envolver a crianças nesse tipo de problema.   4) Pais que culpam os filhos pela sua própria falta de planejamento com as finanças “Você só dá despesa, menino”. Frases como essas são péssimas para o desenvolvimento da criança, que acaba se enxergando como um peso para os pais. A criança ou adolescente não podem ser responsabilizadas pela falta de planejamento financeiro da casa. Envolver os filhos desde cedo nas finanças do lar é bom, mas com educação financeira ou conversas educativas. O que não pode acontecer é responsabilizar o filho pelas questões de orçamentárias da família, que são de responsabilidade do adulto. Se, por exemplo, uma viagem do filho foi a responsável pelo desequilíbrio financeiro em determinado mês, é preciso lembrar que a viagem não aconteceu sem que os pais permitissem. Há maneiras de se economizar em viagens ou impedir que elas aconteçam. A responsabilidade é dos pais. Vale reforçar a importância que os pais têm no processo de educação e formação da criança e do adolescente. Então, atitudes assim, como culpar o filho pelo problema financeiro, podem realmente ser prejudiciais. Se você quiser saber como ensinar educação financeira para adolescentes, acesse outro conteúdo completo sobre o assunto.    Anotou o que não fazer? Agora veja algumas dicas de educação financeira para crianças: Saiba diferenciar educação financeira e transferência de responsabilidade.  Fique atento aos seus próprios sinais: preocupação, ansiedade, sobrecarga e falta de apoio podem contribuir para esse distúrbio... Fique atento aos casos de infidelidade financeira, isto é, os pais descumprem os acordos. Assuntos desse tipo devem ser resolvidos entre os responsáveis. Saiba equilibrar os pedidos feitos pela criança. Evite discutir sua insatisfação financeira com quem não pode te ajudar.   Educação financeira  para os adultos e toda a família É muito importante entender que a educação financeira para crianças é essencial para o processo de formação delas. E que boas referências são fundamentais na vida do seu filho, neto, sobrinho ou de qualquer criança que você conviva. Mas para isso, você como adulto tem um papel importante e precisa estar educado financeiramente para ser um bom exemplo para a criança. Pensando nisso, o Educando o Seu Bolso lançou um livro,  feito por cinco profissionais da área de finanças, que retrata os diversos caminhos da educação financeira. Essa pode ser uma boa saída para você aprender cuidar melhor do seu dinheiro e replicar os aprendizados para as crianças.   É saudável incentivar o filho menor de idade a trabalhar?  Cada família tem uma realidade. Há famílias em que o fato de o filho ter uma renda faz muita diferença, em outras não. Se o filho conseguir algum emprego, como de jovem aprendiz, é interessante que ele contribua de alguma forma para a renda da casa. Mas isso tem que ser algo acordado. E o filho tem que entender para que está fazendo aquilo e, assim, construir a sua responsabilidade financeira. Algumas escolhas podem ajudá-lo a controlar suas finanças, como, por exemplo, ter um conta bancária exclusiva para o menor, para que ele possa, na prática, ir aprendendo a cuidar do próprio dinheiro.   Saídas alternativas Agora, se a família estiver passando por dificuldades financeiras, além de se educar financeiramente, outras soluções imediatas podem ser tomadas. Nós temos no nosso blog um Simulador de Empréstimo Pessoal  que pode te ajudar a encontrar as melhores opções de empréstimo, caso você precise solicitar um crédito. Já se você estiver com a situação financeira equilibrada e pensando em maneiras de investir, nós convidamos você a usar o nosso Simulador de Investimento em Renda Fixa e encontrar a opção que seja mais adequada para você investir o seu dinheiro! Não deixe também de navegar no nosso blog e conferir diversos outros artigos e podcasts. Eles podem te ajudar a organizar suas contas em casa e sempre tomar a melhor decisão para as suas escolhas financeiras! Gostou do nosso texto? Deixe aqui embaixo comentários, dúvidas ou sugestões para a gente!
Para quem deseja abrir uma pequena empresa ou se formalizar como trabalhador autônomo existe no Brasil, desde 2009, a opção de se tornar um MEI, sigla para Microempreendedor Individual. A vantagem é que a carga tributária paga por um MEI é baixa, e mesmo assim ele tem acesso a benefícios do governo, como previdência social. Caso você queira saber o que precisa fazer para abrir um MEI, conhecer os encargos, os direitos e receber algumas dicas, basta continuar lendo esse texto! Como abrir um MEI   Abrir um MEI pode ser mais fácil do que se pensa, tendo em vista que o processo de abertura é todo online. Benefício para você, que não precisa se locomover ou enfrentar filas enormes. Basta acessar o site do empreendedor e seguir o passo a passo a seguir: 1- Entre nesse link, no site portal do empreendedor; 2- Clique em “formalize-se”; 3- Na plataforma para a qual você foi redirecionado, caso você tenha um cadastro, informe seu CPF e senha. Caso não tenha, clique em “fazer cadastro” e informe os dados pedidos; 4- Autorize o uso dos seus dados pelo Portal do Empreendedor; 5- Informe o número do recibo da sua declaração de imposto de renda ou título de eleitor, caso sejam solicitados; 6- Preencha as informações e declarações solicitadas e conclua a inscrição.   O que é preciso para abrir um MEI Para abrir seu MEI serão solicitados os seguintes documentos e dados: RG; Título de eleitor ou declaração de Imposto de Renda; Dados de contato e endereço residencial; Dados do seu negócio (tipo de atividade econômica realizada, local onde a atividade é realizada).   Quem pode se tornar MEI Atualmente, são mais de 500 tipos de atividade que podem se enquadrar no MEI. Caso você queira conhecer melhor quais são as atividades permitidas no momento, temos um artigo e podcast sobre as mudanças do MEI em 2020 que pode te ajudar nisso. O pré-requisito principal para se tornar MEI é que seu faturamento seja de até R$81 mil por ano ou R$6750 por mês. Além disso, o MEI pode ter até 1 funcionário, que receba um salário mínimo ou o piso da categoria. Caso você tenha, portanto, 2 funcionários, não pode se enquadrar na modalidade MEI. É importante ressaltar também que quem é administrador ou sócio de outra empresa não pode se tornar MEI.    Benefícios aos quais o MEI tem acesso Ao abrir um MEI você tem alguns direitos assegurados, que são: auxílio maternidade; afastamento remunerado por problemas de saúde; aposentadoria; isenção de tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI, CSLL); cobertura da Previdência Social para o MEI e sua família. Você sabia que existem serviços voltados diretamente para MEIs, por exemplo planos de saúde? Essa categoria de plano de saúde que se enquadra para o MEI funciona como um plano coletivo empresarial. Ele tem como características ser um plano de modalidade individual, porém o contratante tem perfil jurídico. Além disso, para aderir ao plano de saúde para MEI, os beneficiários devem estar ligados à pessoa jurídica com relação empregatícia, estatutária ou familiar. Se ainda ficou alguma dúvida sobre esse tema, temos um artigo no blog que explica como funcionam esses planos de saúde para MEI, e se eles te fazem economizar ou não. Abrir MEI é gratuito? Sim, você não paga nenhum valor para abrir o MEI. Esse serviço é gratuito! Após a abertura, porém, o MEI precisa pagar um tributo chamado DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Esse tributo engloba os impostos destinados à Previdência Social, ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e ISS ( Imposto sobre Serviços). O Simples deve ser pago mensalmente, e tem um valor fixo anual. Esse valor atualmente varia dentro da faixa de R$52,25 e R$58,25, dependendo do tipo de negócio exercido. Entretanto, vale lembrar que ano a ano esse valor é atualizado de acordo com o salário mínimo. O MEI fica isento, portanto, dos seguintes tributos federais: Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, PIS, Cofins, IPI e CSLL. O DAS pode ser emitido pelo portal e-CAC. Se quiser saber mais sobre o e-CAC confira o nosso conteúdo completo! Empréstimo para MEI Nem sempre estamos financeiramente preparados para empreender, e uma saída que muitas pessoas buscam para essa situação é pegar um empréstimo. Fazendo uma análise do mercado de crédito para MEI, porém, concluímos que o tipo de empréstimo que mais é contratado entre os MEIs é o Empréstimo Pessoal. Por isso, é importante tentar manter o CPF sem restrições, mesmo que você se torne um MEI, para que a concessão do crédito seja facilitada.  Além disso, é importante ressaltar que decisões desse tipo devem ser sempre tomadas com muita cautela, e baseadas num planejamento. Temos aqui no blog um artigo que fala sobre pegar um empréstimo para abrir um negócio, com algumas dicas interessantes.  Se depois de fazer o planejamento de sua empresa você chegou à conclusão de que realmente precisa de um empréstimo, saiba que existem algumas empresas que oferecem empréstimos online mais baratos que os de bancos tradicionais. Temos aqui no Educando Seu Bolso um Simulador de Empréstimo Pessoal no qual você preenche alguns dados básicos sobre você e sobre o empréstimo que você deseja, e nós te mostramos as melhores opções.    Vale a pena ser MEI? Podemos perceber que ao abrir seu MEI o empreendedor se depara com um gasto a mais: o DAS. Entretanto, quando comparado aos benefícios conquistados, esse gasto pode ser considerado pequeno. Na maioria dos casos vale a pena legalizar seu negócio e contar com benefícios do governo, mesmo que isso signifique um gasto a mais. Fique atento a saídas que vão te ajudar a economizar nesse fase de tomada de decisões para o seu MEI. O Simulador de Maquininha de Cartão ajuda quem está começando a empreender a encontrar a maquinha que seja a ideal para o o seu tipo de empreendimento. Você também pode ver as maquinhas mais bem avaliadas no Ranking das melhores Maquininhas de Cartão, a seguir: Ranking melhores maquininhas segundo Educando seu Bolso Posição Maquininha Saiba Mais 1 Moderninha Pro 2 67% OFF CONFIRA 2 SumUp ON 5% OFF CONFIRA 3 SafraPay Máquina Sem Bobina 3G 100% OFF CONFIRA 4 SumUp TOTAL 29% OFF CONFIRA 5 Minizinha Chip 2 55% OFF CONFIRA 6 Point Pro 58% OFF CONFIRA 7 Stone S920   CONFIRA 8 SuperGet com bobina | Compra 42% OFF CONFIRA 9 Izettle Maquinão 34% OFF CONFIRA 10 C6 Pay   CONFIRA Se você ainda tiver alguma dúvida ou sugestão sobre o assunto, pode deixar nos comentários!
Você certamente já ouviu falar sobre o assunto que trataremos nesse texto: Fundos Imobiliários. Possivelmente conhece alguém que investiu neles no ano passado e ficou muito satisfeito. E, se você acompanha mais de perto o mercado financeiro, provavelmente já sabe que em janeiro eles andaram assustando muita gente. Foi justamente isso que nos motivou a falar sobre Fundos Imobiliários agora. Dada a dimensão do susto, percebemos – na verdade, já sabíamos – que havia muita gente investindo neles sem saber direito o que estava fazendo. O que é fundo imobiliário? De uma maneira simplificada e objetiva, fundos Imobiliários são uma modalidade de investimento em renda variável. E a renda variável tem esse nome justamente porque... varia! Parece óbvio, não é? Mas, infelizmente, muitos entraram nesta barca por ser o investimento da moda. O Ifix subiu quase 36% em 2019 e muita gente se empolgou. Investiu em renda variável como se fosse renda fixa. Acontece que movimentos como o que ocorreu em janeiro são normais. Principalmente depois de uma alta com as características da que vimos em 2019. E não será surpresa se outras quedas semelhantes aconteçam em 2020! Por isso é tão importante falar sobre isso agora. Veja o gráfico do comportamento do IFIX, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários de 13 de janeiro a 13 de fevereiro de 2020.   Mas, afinal, o que é um Fundo de Investimento Imobiliário – FII? Quais são suas vantagens, desvantagens e, principalmente, riscos? Como investir neles?  Saiba tudo isso lendo este texto e ouvindo o podcast, que está no início da página!   Fundos de Investimento Antes de mergulhar nos Fundos Imobiliários, vamos falar um pouco sobre os fundos de investimento de modo geral. Eles são sociedades de pessoas, constituídas em forma de condomínio, que têm por objetivo obter lucro por meio de investimentos financeiros. A palavra condomínio é boa para enxergarmos melhor como eles funcionam. Imagine um edifício comercial com várias salas. Cada sala representa uma cota do condomínio. Os proprietários das salas são, portanto, donos também do condomínio. Eles elegem, em assembleia, o síndico, que é quem vai tomar as decisões para o bom funcionamento do edifício. Um fundo de investimento funciona de forma semelhante. Cada investidor é dono de uma quantidade de cotas. O síndico de um fundo chama-se gestor. É ele quem toma as decisões quanto à estratégia de investimentos do fundo. Além do gestor, existe também a figura do administrador. É o responsável pela parte formal do fundo – despesas, registros, prestação de contas. Geralmente é uma instituição financeira. Conforme o tipo de fundo, o gestor toma as decisões de investimento, cujos rendimentos deverão – espera-se – gerar lucro para o condomínio. Para o funcionamento do fundo há despesas administrativas. Para arcar com elas existe a taxa de administração, que os cotistas pagam ao administrador do fundo. Os resultados de todo esse movimento financeiro provocam aumento ou redução do patrimônio do fundo, o que impacta diretamente no preço das cotas. O aumento no preço da cota é o lucro que os investidores tanto buscam, ao aplicar em um fundo. Fundos Imobiliários Existem vários tipos de fundos, conforme o tipo de ativos em que investem. Alguns dos exemplos mais conhecidos são os fundos de Renda Fixa, os de Ações, os Cambiais, os Multimercado e, claro, os Imobiliários. O que caracteriza os Fundos de Investimento Imobiliários – FIIs é que eles investem em ativos diretamente ligados ao mercado imobiliário. Podem ser os imóveis, propriamente ditos, ou títulos financeiros ligados ao setor. Uma característica importante dos FIIs é que, além da valorização da cota, eles podem proporcionar ao investidor o recebimento de rendimentos. Por exemplo, por meio dos alugueis dos imóveis que compõem o fundo. Esta é uma das principais particularidades dos FIIs, e é o que tem atraído tanta gente para eles. Para adquirir cotas de FIIs é necessário ter conta em uma corretora de valores. Tradicionalmente, as boas corretoras independentes oferecem uma variedade maior de Fundos Imobiliários. Mas recentemente as corretoras dos grandes bancos têm se esforçado para também oferecer mais opções de FIIs aos seus clientes. Se quiser saber mais sobre corretoras de valores veja nosso conteúdo completo. Tipos de Fundos Imobiliários A Anbima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais, instituição que representa e regula os agentes do mercado, classifica os Fundos Imobiliários da seguinte forma: FII de Desenvolvimento para Renda: fundos que têm por objetivo investir predominantemente em imóveis em fase de projeto ou construção, para geração de renda com locação ou arrendamento; FII de Desenvolvimento para Venda: fundos que investem predominantemente em imóveis em fase de projeto ou construção, para geração de renda com sua venda; FII de Renda: fundos que investem predominantemente em imóveis já construídos, para geração de renda com locação ou arrendamento; FII de Títulos e Valores Mobiliários: fundos que investem em títulos ligados ao setor imobiliário, como Letras de Crédito Imobiliário – LCI, Certificados de Recebíveis Imobiliários – CRI, cotas de fundos de investimento, ações, entre outros; FII Híbrido: fundos que combinam mais de uma das estratégias definidas anteriormente. Esta é uma classificação oficial. Entre os analistas e investidores, é comum vermos outra forma de classificar os fundos imobiliários, com linguagem mais popular: Fundos de Tijolo: investem diretamente em imóveis físicos. Por exemplo: shoppings centers, escritórios cooperativos e galpões logísticos. (Englobariam os tipos 1, 2 e 3 acima.) Fundos de Papel: investem em títulos como LCI, CRI e semelhantes. (Englobaria o tipo 4.) Fundos de Fundos: investem em cotas de outros Fundos Imobiliários. (Englobaria o tipo 5.) Vantagens Investir em Fundos Imobiliários tem vantagens interessantes, tanto se comparados com investir diretamente em imóveis, como em relação a outras modalidades de investimentos financeiros. Conheça agora algumas dessas vantagens: 1. Pouco dinheiro necessário Para comprar um imóvel, um investidor normalmente precisa desembolsar centenas de milhares de Reais. Não é todo mundo que tem esse dinheiro para investir em um único ativo. Já os fundos imobiliários permitem começar com pouco dinheiro. Uma cota de FII geralmente custa no máximo algumas centenas de Reais, se tanto. Com poucos milhares de Reais o investidor já pode ter uma carteira de FIIs bem diversificada. 2.Duas fontes de rendimento Como foi dito acima, os FIIs podem remunerar o investidor de duas formas diferentes: por meio da valorização da cota ou dos rendimentos operacionais. É semelhante ao que acontece com ações de companhias que distribuem dividendos regularmente. A valorização da cota acontece quando o mercado se dispõe a pagar mais por ela. Isso pode acontecer, por exemplo, quando os investidores percebem uma melhora na qualidade do fundo, ou quando veem boas perspectivas para seu futuro. Ou também pode acontecer devido a uma euforia generalizada no mercado, que acaba impactando o preço das cotas da maioria do fundo – aparentemente foi isso que aconteceu em 2019 com as cotas de FII. Mas o inverso também pode acontecer. Quando o mercado percebe piora na qualidade ou nas perspectivas do FII, passa a pagar menos por sua cota. Ou quando algum fator impacta negativamente o mercado como um todo – como parece ter acontecido em janeiro de 2020. Quanto aos rendimentos operacionais, sua forma mais conhecida é o recebimento de aluguéis, nos fundos de renda. Imóveis de boa qualidade, bem locados, rendem bom retorno – geralmente superiores aos da Renda Fixa. 3.Isenção de Imposto de Renda Os ganhos oriundos de alugueis em Fundos Imobiliários são isentos de Imposto de Renda. Isso é uma grande vantagem, se comparado com outros tipos de investimento financeiro e, principalmente, com rendimentos de aluguel de imóveis propriamente ditos. É importante esclarecer que os ganhos oriundos da valorização das cotas é tributado, da mesma forma que a maioria dos investimentos financeiros. Apenas os rendimentos dos alugueis são isentos. Desvantagens e riscos Já falamos aqui que qualquer investimento financeiro precisa ser avaliado segundo três de suas características: rentabilidade, risco e liquidez. Nenhum investimento tem um desempenho ótimo nas três ao mesmo tempo. Vimos que os FIIs têm rentabilidade acima da média. Isto, evidentemente, não vem de graça. Eles têm uma boa dose de riscos, é preciso conhecê-los. Risco de Liquidez Liquidez é a velocidade com que um ativo pode se transformar em dinheiro. A Caderneta de Poupança, por exemplo, é um investimento muito líquido, pois está pronto para ser sacado a qualquer momento. Ações muito negociadas na Bolsa também têm boa liquidez, pois podem ser vendidas a qualquer momento, se transformando em dinheiro na conta em pouco tempo. Imóveis tem liquidez muito baixa. Um proprietário pode demorar meses, ou até anos, para vender seu imóvel e transformá-lo integralmente em dinheiro. Cotas de FII podem ter boa liquidez... e podem não ter. Fundos Imobiliários são negociados na Bolsa de Valores. Isso dá a eles um mecanismo ágil para compra e venda. É fundamental para dar liquidez a esses ativos. Acontece que o volume de negócios envolvendo FIIs, hoje em dia, ainda não é muito alto. Está em franco crescimento, mas ainda é inferior ao que acontece com ações. Existem FIIs que são muito líquidos, porque sempre há um bom número de investidores comprando e vendendo suas cotas. Sendo assim, quando alguém quer vender cotas, não demorará a encontrar, por meio da plataforma de sua corretora, compradores interessados. Há outros FIIs que não são tão líquidos assim. Seu volume diário de negócios ainda é baixo e, por isso, há o risco de um investidor querer vender suas cotas e não encontrar compradores. E há também – e aqui mora o perigo! – FIIs que apresentam boa liquidez por um tempo, mas que, por algum problema, perdem liquidez. Imagine um Fundo Imobiliário proprietário de um shopping center, por exemplo. Se, por algum motivo – crise no comércio, inauguração de outro shopping center na região, mudanças drásticas no trânsito, deterioração da vizinhança – as lojas deixarem de ser alugadas, o FII deixa de ser atraente aos investidores. Consequentemente, suas cotas perderão liquidez. Risco de mercado Vamos retomar o exemplo anterior, do Fundo Imobiliário proprietário de um shopping center. Imagine que este FII tenha começado promissor: um empreendimento arrojado, atraente, bem gerido. Já no início da operação torna-se sucesso de público e suas lojas são muito procuradas e alugadas por preço bom. Torna-se um FII muito rentável, portanto. Enquanto o empreendimento está prosperando, a tendência é que suas cotas seja muito procuradas no mercado e, portanto, se valorizem. Continuando a história que havíamos contado, suponhamos que algo grave aconteça com o shopping center, e que as lojas vão sendo desocupadas, pouco a pouco. O fundo deixa de ser rentável e, portanto, de ser atraente ao investidor. Naturalmente o preço de suas cotas tende a cair. Este é um tipo de risco de mercado. Neste caso, o problema foi algo diretamente relacionado ao ativo que compõe o fundo – o chamado risco de vacância. Mas existem outras formas de risco de mercado. Em janeiro de 2020 a Bolsa de Valores sofreu um abalo. Tanto ações como Fundos Imobiliários foram impactados. Muitos analistas atribuíram a crise ao surto do corona vírus, descoberto na China na virada do ano. Este segundo tipo de risco de mercado é um fator sistêmico totalmente desvinculado dos ativos negociados na Bolsa. Neste mesmo mês de janeiro, muitos dos analistas concluíram que, além do surto do corona vírus, grandes detentores de cotas de FII decidiram realizar parte dos lucros que obtiveram em 2019, e venderam massivamente seus ativos. Quando há excesso de oferta, os preços tendem a cair. Este terceiro tipo de risco de mercado é um fator que atinge especificamente um determinado setor, mesmo que não diretamente ligado à qualidade dos ativos dos fundos. Renda variável É preciso entender que Fundos Imobiliários são renda variável. E, como dissemos acima, renda variável tem esse nome porque varia! Percebemos muita gente se dispondo a entrar no mercado de FII como se fosse renda fixa. Sem se atentar para as regras e, principalmente, para os riscos. Como escolher Fundo Imobiliário? Não é o objetivo deste post se aprofundar nos métodos de avaliação de um FII. Este é um assunto extenso, suficiente para mais um post – ou até mais de um. Vamos apresentar alguns dos principais indicadores e indicar fontes de informações. O investidor precisa conhecer os ativos do fundo, analisar seus indicadores, entender o segmento e avaliar o gestor. É bastante coisa! Vamos a elas. Ativos e segmento Antes de adquirir cotas de um Fundo Imobiliário, é fundamental conhecer os ativos que o compõem. O site da Comissão de Valores Mobiliários – CVM  pode ajudar. Ao acessar o link e informar o CNPJ do fundo, o investidor tem acesso a informações cadastrais e recebe um link para o site da BMF Bovespa. Neste site é possível visitar o Relatório Gerencial mais recente do fundo. Neste Relatório são descritos os segmentos em que o fundo investe e os ativos que ele possui. É importante pesquisar bastante sobre a situação atual e as perspectivas para o segmento na região em que estão os imóveis em que o fundo investe. Lembre-se: cotas de fundos de tijolo são pequenas partes de imóveis. O desempenho do fundo depende do desempenho dos imóveis. Se o fundo em que você deseja investir é proprietário de um shopping center em São Paulo, por exemplo, é importante saber as perspectivas para o comércio varejista e o emprego naquela região. Isso o investidor só vai saber pesquisando, lendo notícias em veículos especializados e acompanhando análises de bons profissionais. Indicadores Relatórios gerenciais são ricos também em indicadores econômico-financeiros dos fundos. Além dos sites da CVM e da BMF Bovespa, há sites privados especializados que oferecem essas informações. Algumas corretoras têm convênios com serviços de informações, oferecendo-os de forma gratuita ou com descontos. Alguns dos principais indicadores são: Vacância É, como o nome indica, a parcela do imóvel que está vaga, isto é, sem gerar renda. Existem dois indicadores de vacância. A vacância física indica quantas lojas, salas ou metros quadrados do imóvel estão efetivamente desocupados. A vacância financeira indica qual proporção do fluxo de caixa máximo esperado para um imóvel está deixando de ser recebida – seja por desocupação, descontos ou inadimplência. Exemplo: suponha um fundo possua um edifício composto por 100 salas com 30 m² cada. O aluguel de cada uma delas custa R$ 1000,00 mensais. Se todas as salas estiverem locadas por este preço, o fluxo de caixa esperado pelo fundo será, portanto, de R$ 100 mil mensais. Acontece que apenas 90 salas estão locadas. E, destas 90, algumas vêm pagando menos que os R$ 1000. Algumas negociaram desconto, outras fizeram pequenos reparos no imóvel e descontaram do aluguel. O total que o fundo recebeu pelos aluguéis foi de R$ 87 mil. A vacância física deste edifício é de 10% – pois, das 100 salas, 10 estão desocupadas. Já a vacância financeira é de 13% – já que, dos R$ 100 mil esperados, o fundo recebe apenass R$ 87 mil. Índice de capitalização, ou Cap Rate. Indica quanta renda um imóvel gera num determinado período, dividida pelo seu valor patrimonial. Por exemplo: um imóvel cujo valor patrimonial é de R$ 100 milhões, que gere uma renda anual de R$ 6 milhões, tem um Cap Rate de 6% ao ano. Geração de dividendos, ou Dividend Yield. É o volume de dividendos pagos pelo fundo em um período – geralmente 1 ano – dividido pelo seu valor de mercado. É oportuno chamar a atenção para um ponto importante. No Cap Rate normalmente usa-se o valor patrimonial. No Dividend Yield usa-se o valor de mercado. No longo prazo, estas duas métricas caminham juntas, mas, devido à volatilidade do mercado de renda variável, podem eventualmente se descolar. Valor patrimonial é quanto valem efetivamente os ativos do fundo. Valor de mercado é quanto valem suas cotas, isto é, quanto o mercado está se dispondo a pagar por elas naquele momento. Voltando ao nosso indicador. Se o fundo pagou, no total, R$ 5 milhões de dividendos em um ano, e o valor de mercado do total de suas cotas é de R$ 100 milhões, então seu Dividend Yield é de 5%. Preço dividido por Valor Patrimonial, ou P/VP. É a divisão do preço de todas as cotas do fundo pelo valor patrimonial de seus ativos. Indica justamente o quanto estas duas métricas estão descoladas. Em outras palavras, indica se o preço atual da cota reflete o valor efetivo do seu patrimônio. Se o preço total das cotas de um fundo é de R$ 95 milhões e seu valor patrimonial é de R$ 100 milhões, então seu P/VP é de 0,95. De modo geral, quando o P/VP é inferior a 1, diz-se que as cotas estão mais baratas do que o patrimônio real do fundo. Mas, atenção: isto nem sempre indica que adquirir cotas nestas circunstâncias seja um bom negócio. Há muitos outros fatores envolvidos nesta análise. Por isso, cuidado!   Comparar sempre Estes foram apenas alguns dos indicadores mais conhecidos. Sua análise deve ser feita em conjunto. É importante também comparar a situação de um fundo com a de outros fundos semelhantes. Isto é, fundos do mesmo segmento, mesma região e de porte semelhante. 2 Fundos Imobiliários são bom negócio? Agora que você já sabe um pouco sobre os Fundos Imobiliários, fica a pergunta: afinal, é um bom negócio investir neles? Evidentemente não existe uma resposta única para esta pergunta. De modo geral, as regras dos FIIs são interessantes, especialmente para o pequeno investidor. Mas existem fundos bons e ruins. Existem crises – gerais ou específicas – que podem afetar um segmento ou alguns fundos específicos de maneira irreversível. Por isso é muito importante saber interpretar as condições da economia e a estruturação de um FII. Bons Fundos Imobiliários – assim como ações de boas companhias – tendem a ser bons negócios, pelo menos em médio e longo prazos. É preciso saber escolhê-los. Esperamos ter ajudado nesta caminhada. Continue acompanhando nosso conteúdo. E, se tiver alguma dúvida ou comentário, fale conosco. Estamos à disposição.
Todo mundo sabe dos enormes custos de se ter um carro. Uma saída para quem só precisa do veículo às vezes, mas não quer arcar com todos esses gastos, é o aluguel de carro. Mesmo quem já possui um automóvel, às vezes precisa alugar um carro quando está em outra cidade, ou em uma viagem. Por isso, esse texto vai te ajudar a entender melhor como funciona e quais são as curiosidades do aluguel de carro.  Quanto custa o aluguel de carro ? O valor do aluguel de carro pode variar em muitos casos. O preço muda de acordo com a cidade, com a empresa e também com o modelo de carro escolhido. Assim, você pode escolher o veículo e a empresa que mais se encaixam nas suas necessidades e no seu orçamento.  Por exemplo, em São Paulo, o valor da diária para se alugar um carro varia de R$ 38,00 a R$160,00! Por isso é necessário pesquisar bastante para achar o melhor custo-beneficio para o seu bolso. Além do valor da diária, é importante também levar em conta o preços das proteções. Você pode escolher contratar uma proteção parcial, ou completa. A contratação de um seguro é importante para te proteger, caso aconteça algo com o veículo. Assim você pode curtir o carro com mais tranquilidade.    Ranking melhores empresas de pedágio expresso segundo Educando seu Bolso Posição Empresa Nota Interessado? 1 Veloe       Contratar 2 C6 Taggy      Contratar 3 ConectCar       Contratar 4 Move Mais       Contratar 5 Sem Parar       Contratar Atualizado em 06/02/2020 Grupos e modelos de carros Existem diversos modelos de veículos no mercado. Assim como o preço de aquisição, o preço do aluguel também muda, dependendo de qual carro você escolher. O grupo de carros econômicos conta com modelos populares, com câmbio manual. Já, no outro extremo, o grupo dos executivos são carros mais luxuosos: possuem bancos de couro, câmbio automático, entre outros atributos. Confira alguns desses grupo abaixo: Econômico: Fiat Mobi, Fiat Uno, Renault Kwid. Intermediário: HB20, Onix, VW Virtus Comfortline, Ford Ka. SUVs: Jeep Renegade, Ford Ecosport, Carros executivos:  Toyota Corolla, GM Cruze Sedan Variação de preços por cidades Dependendo da cidade que você irá alugar, os preços das diárias variam. Por isso, se você pretende alugar o veículo em outra cidade, é muito importante pesquisar os preços e se preparar financeiramente para esse gasto, para não ter surpresas depois. Se planejar para evitar os gastos desnecessários é essencial. Abaixo estão alguns exemplos dos valores de aluguel de carro em cada cidade. São Paulo São Paulo – Aeroporto Guarulhos Grupo Econômico Grupo intermediário Grupo executivos Unidas R$ 38,90 R$52,00 R$ 93,00 Movida R$ 41,11 R$56,00 R$112,00 Localiza  R$ 52,90 R$71,40 R$ 125,00 Belo Horizonte Belo Horizonte – Aeroporto Confins Grupo Econômico Grupo intermediário Grupo executivos Unidas R$ 28,20 R$ 40,00 R$ 121,00 Movida R$ 37,54 R$ 41,11 nd Localiza  R$ 57,45 R$ 65,00 R$ 133,00 Rio de Janeiro Rio de Janeiro – Aeroporto Santos D. Grupo Econômico Grupo intermediário Grupo executivos Unidas R$ 41,54 R$ 53,08 R$ 110,00 Movida R$ 43,79 R$ 57,18 R$ 112,00  Localiza  R$ 52,45 R$ 60,12 R$ 138,00   Seguro do aluguel de carro Além do valor da diária é preciso incluir nesse preço o custo do seguro do veículo. Em média, o seguro básico do carro Econômico custa R$28,00 por dia e do grupo Intermediário pode variar de R$28,00 até R$39,00 por dia, dependendo da empresa. Enquanto a cobertura para terceiros custa por volta R$10,00 por dia em todos os grupos de carros. Então, é importante contar com esses gastos extras na hora de escolher qual carro alugar. As coberturas vão mais além, existem pacotes que cobrem proteção dos vidros entre outros. Lembre-se de adicionar ao valor da diária também o valor da proteção do veículo.   Como funciona o aluguel de carro  O que é necessário para alugar um carro?  Os requisitos para o aluguel de carro podem mudar de empresa para empresa. Mas, em geral, é necessário: Ter mais de 21 anos Ter carteira nacional de habilitação permanente, ou seja, mais de um ano de carteira Ter cartão de crédito Além do dinheiro para pagar pelo aluguel, é preciso que você tenha um bom limite no seu cartão de crédito, pois é necessário deixar uma caução no cartão de crédito. Isso quer dizer que a empresa deixará um certo valor “preso” no seu cartão de crédito.   Esses requisitos mudam de empresa para empresa. Por isso, pesquise o que é necessário para fazer o aluguel de carro na locadora que você deseja. A Movida, por exemplo, oferece aluguel para jovens de 19 a 21 anos mas cobra uma taxa de R$29,90 por dia para esses clientes. Como fazer o aluguel de carro? Nas grandes locadoras já é possível fazer sua reserva toda on-line. Assim, você escolhe o modelo do veículo e informa a data, o horário e em qual agência quer pegar seu carro. Dessa forma, é só chegar na agência, apresentar seus documentos, fazer o pagamento do aluguel e sair com o carro.  O que acontece se houver algum acidente com o veículo ? Uma preocupação pode ser os gastos com eventuais acidentes, afinal de contas nunca sabemos o que pode nos acontecer. Caso aconteça algum pequeno acidente com o carro, um arranhão, ou um pequeno amassado, a empresa fará a avaliação e cobrará uma quantia para o conserto. Mas, se acontecer um furto, roubo ou perda total, é importante que você tenha contratado um seguro. Assim você pagará apenas a franquia do seguro. Caso contrário, terá que arcar com o valor total do veículo. Se eu receber multas com o carro alugado? Se você levar alguma multa com o carro alugado, a responsabilidade é sua. A empresa entrará em contato com você, que precisará pagar a multa e ainda arcar com os pontos na sua habilitação.   Aluguel por um longo período de tempo Outra opção para você, que não quer comprar um carro, mas precisa do veículo para o dia a dia é o carro por assinatura. Essa é uma modalidade cada vez mais atrativa para muitos brasileiros. No carro por assinatura você paga uma mensalidade pelo carro e não precisa se preocupar com nenhum outro gasto, como: IPVA, seguro, manutenção.    Ter ou não um carro ? Quem tem ou já teve um carro sabe como um veículo custa caro. E em uma época onde é fácil ter acesso a produtos e serviços, ter um carro não é uma necessidade tão grande assim. Afinal de contas, você pode usar transporte público, aplicativos de carona, e carros alugados. Por isso, fizemos um comparativo entre ter ou não um carro, levando em conta uma pessoa que trabalha 5 vezes na semana (levando em conta uma distância de 10 km entre o serviço e a residência, e consumo médio de 7 km por litro na cidade). Além disso, consideramos que essa pessoa passeia aos fins de semana, e faz uma viagem curta uma vez por mês.  Ter um carro Caso de uma pessoa que tem um carro (financiado) e usa o veículo com frequência. Ter um carro  Gasto com:  Preço  Total mensal Trabalho  Estacionamento R$ 15,00 / dia R$ 315,00 Trabalho  Combustível  R$ 12,00 / dia R$ 252,00 Viagem (curta) Combustível  R$ 200,00 / vez R$ 200,00 Lazer  Estacionamento R$ 10,00 / semana R$ 43,00 Lazer Combustível  R$ 9,00 / semana R$ 38,70 Fixo Seguro e IPVA R$ 280,00 / mês R$ 280,00 Fixo  Manutenção R$ 800,00 / ano R$ 67,00 Fixo Parcela do carro (financiamento do carro) R$ 800,00 / mês R$ 800,00       R$ 1.995,70 Não ter um carro Caso de alguém que não tem carro, e opta por usar aplicativos de carona (Uber, 99 Pop, Cabify) e alugar carro às vezes. Não ter um carro Gasto com:  Preço  Total Trabalho Aplicativo de carona R$ 32,00 / dia R$ 672,00 Viagem (curta) Aluguel de carro  R$ 120,00 / vez R$ 120,00 Viagem (curta) Combustível  R$ 200,00 / vez R$ 200,00 Lazer  Aplicativos de carona R$ 30,00 / semana R$ 129,00        R$ 1.121,00 Você pode usar essas tabelas como inspiração e adapta-las para a sua realidade. Dependendo da sua rotina, outros gastos podem ser adicionados ou retirados. , por exemplo o custo de oportunidade, que é o valor que você “deixa de ganhar” com a compra de um carro. Ou seja, se você não precisasse pagar as parcelas do carro, você poderia investir esse dinheiro e ganhar um retorno desse investimento. Desse modo, você pode comparar se para você vale ou não a pena ter um carro. Afinal, vale a pena alugar carro? Com base no que explicamos ao longo do texto, se você fez as conta do quanto gastaria com um carro próprio e chegou a conclusão que optar pelo aluguel sai mais em conta, como no exemplo que demos acima, certamente desapegar da ideia do carro próprio e escolher o aluguel será mais vantajoso para você! A praticidade e o conforto de não precisar se preocupar com alguns detalhes do carro próprio como IPVA, seguro, manutenção, e até mesmo a busca por vaga e estacionamentos aos sair com o carro, pode ser um grande aliado na decisão de alugar, além do fator econômico, claro. Mas se mesmo assim você chegou a conclusão que ter o carro próprio é o melhor para você, confira algumas opções para manter o conforto no seu veículo, como a utilidade do pedágio expresso.   Qualquer dúvida, sugestão ou idéias, deixe aqui nos comentários para a gente!
O carnaval pode ser uma ótima época do ano, não só para o folião, mas também para quem está pensando em gerar um dinheiro extra. Durante esse período as ruas ficam lotadas e os foliões ficam bem animados e dispostos a consumir produtos que são praticamente indispensáveis no carnaval! Por isso, esse é um momento propício para fazer vendas e gerar uma renda extra.  Hoje, nós vamos te dar dicas de como lucrar nesse carnaval! 1 - Vender fantasias Vender fantasias pode ser uma ótima forma de ganhar dinheiro nesse carnaval. Para isso você não precisa ser um costureiro experiente. Claro que uma certa familiaridade com atividades manuais ajuda muito, mas se você não possui essa experiência, uma boa saída pode ser fazer customizações de adereços simples, como  arquinhos de cabelo ou brincos, por exemplo. Caso você já tenha prática, uma ideia legal é divulgar nas suas redes sociais e receber encomendas! Assim você não corre o risco de ficar com o estoque parado.  Entretanto, se você acha que fazer fantasias não é para você, temos uma outra dica: você pode comprar fantasias no atacado e vendê-las mais caras. Ir para a rua e vender as fantasias nos bloquinhos é uma boa sacada. Você encontrará uma multidão de foliões, e uma boa parte deles estará dispostos a comprar fantasias e adereços para entrar na folia. Pensando em abranger todos os públicos e aumentar suas vendas, é essencial diversificar não só as fantasias, mas também os meios de pagamentos. Procure atender o maior número de pessoas possíveis aceitando pagamentos com cartão.  Uma boa maquininha nesse caso é a SumUp top. Maquininha sem fio, com conexão pelo celular. Ela tem um custo baixo de aquisição R$ 58,00 . Além disso, conta com boas taxas Pois, é cobrado 1,90% no débito, de 3,10% a 4,6% no crédito à vista e a partir de 3,9% no crédito parcelado. Se quiser saber sobre a maquininha da SumUp top leia nosso conteúdo completo. 2 - Vender bebidas na rua Uma das formas mais comuns de fazer renda extra no carnaval é vendendo bebidas na rua. Os blocos ficam lotados e as altas temperaturas do começo do ano fazem com que as pessoas consumam muitas bebidas durante a festa. Você pode vender bebidas alcoólicas, sucos, água mineral e refrigerantes. Mas é importante lembrar que é necessário ser cadastrado na prefeitura para fazer a venda de bebidas, explicaremos melhor sobre esse cadastro logo adiante.  O tipo de bebida deve ser condizente com o público dos bloquinhos que você irá vender. Por exemplo, em bloquinho infantil, não faz sentido levar muitas bebidas alcoólicas. Mas é sempre bom apostar em água mineral. Onde quer que você vá, a procura por água vai ser grande.  Uma dica super importante e que pode fazer com que você venda muito mais é ter uma maquininha de cartão! Muitas pessoas ficam com medo de sair com dinheiro na rua, por isso, aceitar vendas com cartão é algo extremamente importante. Nesse caso, a maquininha ideal para você é aquela sem fio e com conexão no celular. Para esses vendedores uma boa pedida é a maquineta Minizinha Pag Seguro, essa maquininha conta com uma baixo custo de aquisição: 12x de R$3,34 (R$40,00). Suas taxas também são bem atrativas, e podem conquistar o público! A taxa no débito é de 2,39%. As taxas no crédito à vista variam de 3,19% a 4,99%. Para crédito parcelado, as taxas são a partir de 3,79% + 2,99% por parcela. Essa pode ser uma boa escolha pois a maquininha aceita uma grande variedade de bandeiras.   Quer saber mais sobre a Minizinha Pag Seguro? Leia o nosso conteúdo completo!     3 - Colocar sua casa, ou algum quarto para alugar Se você mora em alguma cidade que recebe muitos foliões durante o carnaval, ou tem algum apartamento disponível em uma cidade de folia, o aluguel pode ser bastante interessante para você! Nessa época do ano o fluxo de viajantes aumenta, e consequentemente o número de pessoas interessadas em alugar um local para curtir a festa. Então, se você possui um quarto vago em casa, ou irá passar o carnaval em outra cidade, esse pode ser o momento ideal para alugar seu imóvel por temporada e fazer uma renda extra.  Existem alguns aplicativos que te auxiliam e garantem uma segurança maior na hora do aluguel. O airbnb é um deles, nele você pode colocar fotos da sua casa, ou quarto, selecionar as datas disponíveis e assim achar alguém que esteja interessado em alugar seu imóvel.    Se quiser saber mais sobre o Airbnb, leia o nosso conteúdo sobre 11 dias de fazer renda extra, que lá você encontra mais informações.   4 - Fazer maquiagens  Muita gente se empolga nessa época do ano e aproveita para ousar nas maquiagens e produções para  a folia. Por esse motivo, maquiagens bem feitas e temáticas são muito procuradas. Então, se você faz boas maquiagens e nunca pensou em aproveitar essa época, divulgue seu trabalho nas redes sociais e arrase no carnaval. Se você é microempreendedor, saiba quais são as melhores maquininhas de cartão para o seu negócio.  A maquininha Point Mini também é uma boa opção para esse segmento. O preço de aquisição dela é baixo, apenas R$58,80 com um desconto especial do Educando seu Bolso. Além disso, as taxas dessas maquininhas são bem competitivas:  1,99% no débito, a partir de 3,03% no crédito à vista e, no parcelado, 3,60% + taxa adicional.  Para saber mais sobre a maquininha da Point Mini veja o nosso conteúdo completo.    5 - Customizar abadás e itens personalizados Se você tem muita criatividade, customizar abadás pode ser uma boa fonte de renda extra. Essa é uma ótima época para as costureiras, que costumam receber inúmeras encomendas no carnaval.  Se você não tem habilidades de costura, pode optar por personalizar itens indispensáveis para essa época do ano, como por exemplo: Cordinha para Óculos de Sol Chapéus  Viseiras Bonés Capas de Chuva Porta Dólar / Doleira Pochetes Esses são produtos úteis e que podem ser vendidos em todas épocas do ano. Personalizá-los pode ser uma ideia muito atrativa para os foliões. Na internet você encontra inúmeros tutorias de customização, o que pode tornar esse trabalho mais fácil e divertido! Além disso, você pode começar a divulgar seu trabalho nas redes sociais.   [GERENTESONHOS_RANKING_MAQUININHAS] Como fazer o cadastro de ambulante para o carnaval? Se você decidir vender bebidas na rua, saiba que é preciso se legalizar. Desse modo, você pode trabalhar tranquilamente sem ficar com medo da fiscalização recolher toda sua mercadoria. As regras do cadastro de ambulantes para o carnaval de rua mudam de cidade para cidade. Então, é preciso conferir no site do seu município quais são as regras e os prazos de inscrição. Mas, em geral você precisa: Ser maior de 18 anos; CPF; Identidade (RG); Comprovante de endereço    Não perca vendas! Agora que você já sabe o que fazer para ganhar uma renda extra no carnaval, é hora de escolher a melhor maquininha de cartão de crédito para você! Com uma maquineta você pode vender muito mais e não corre o risco de perder clientes. Para saber qual é a melhor maquininha de cartão para o seu caso, e pagar as menores taxas possíveis, não deixe de acessar o nosso Simulador de Maquininhas de Cartão, lá você vai encontrar a melhor opção para você. Descubra quais são as 5 melhores maquininhas de cartão para celular e não perca nenhuma venda no carnaval! Se ficou alguma dúvida não deixe de nos perguntar nos comentários!
Estar em dia com a regularização do MEI Microempreendedor é muito importante para não ter problemas no seu negócio. Por isso, é essencial ficar de olho em todas as novidades do MEI em 2020. O  MEI (microempreendedor individual) é um segmento relativamente novo, surgiu em 2008 e um dos principais intuitos da criação desse novo segmento é tirar os trabalhadores autônomos da informalidade. Dessa forma, o trabalhador conta com uma carga tributária reduzida, ou seja, paga menos impostos e ainda assim possui os benefícios previdenciários garantidos.  Cadastro de funcionários no e-Social  Em 2020, todo MEI Microempreendedor individual deve fazer o cadastro de seus funcionários no e-Social. Além dos dados pessoais do funcionário, também é preciso cadastrar informações relacionadas à exames admissionais, periódicos e demissionais. Saiba como acessar o e-CAC e o e-Social.  A partir do dia 8 de janeiro de 2020, o envio da folha de pagamento do colaborador também passa ser obrigatório. Assim, o sistema e-Social auxiliará o MEI nos cálculos dos encargos que devem ser recolhidos, como: FGTS, contribuição da previdência, entre outros. O que pode facilitar muito a vida do microempreendedor.    Algumas atividades foram excluídas do MEI Microeempreendedor em 2020 ? No final de 2019, foram divulgadas algumas atividades que não poderiam mais ser exercidas por MEIs. Entre essas atividades, estão: professor particular, esteticista, cantor, músico independente. Mas, a resolução que excluía essas atividades foi revogada e quem exerce as seguintes funções, ainda poderá ser um microempreendedor individual.  Funções que ainda permanecem na categoria MEI Microempreendedor: Astrólogo Independente Cantor(a) / Músico(a) Independente Disc Jockey (DJ) ou Video Jockey (VJ) Independente Esteticista Independente Humorista e Contador de Histórias Independente Instrutor(A) De Arte E Cultura Em Geral Independente Instrutor(A) De Artes Cênicas Independente Instrutor(A) De Cursos Gerenciais Independente Instrutor(A) De Cursos Preparatórios Independente Instrutor(A) De Idiomas Independente Instrutor(A) De Informática Independente Instrutor(A) De Música Independente Professor(A) Particular Independente Proprietário(A) De Bar E Congêneres, Com Entretenimento, Independente *Resolução CGSN Nº 150 Mudanças na nomenclatura de algumas atividades MEI 2020 Algumas atividades do MEI Microempreendedor tiveram uma mudança na nomenclatura. O que quer dizer que elas não foram excluídas, ou seja, quem trabalha com alguma dessas atividades pode continuar sendo um microempreendedor individual. Veja abaixo alguns exemplos de mudanças na nomenclatura:  Se sua atividade foi afetada, é preciso atualizar o seu cadastro. Para isso, você precisa entrar no portal do empreendedor com o seu login e senha, e depois clicar em “Alterar Dados”. Por isso, é importante consultar o MEI para entender se você está dentro dessas alterações.   Valor do DAS para o MEI em 2020  Com o reajuste do salário mínimo, que passou de R$ 998,00 para R$ 1.039,00 o valor do DAS também mudou. A taxa base é de 5% do salário mínimo, ou seja R$ 51,95, mas dependendo do ramo de atuação essa taxa pode aumentar. Adicionando R$ 1,00 de ICMS (Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços) e R$ 5,00 de ISS (Imposto sobre Serviço). Portanto, a taxa pode variar de R$ 51,95 até R$ 57,95.  R$ 51,95  Esse valor é válido para quem exerce atividade predominantemente de locação de bens próprios. Nesse caso, não incide o ISS nem o ICMS.  R$ 52,95 Quem exerce atividades de produção ou revenda de mercadorias paga R$52,95. Nesse caso existe a incidência do ICMS.  R$ 56,95 Microempreendedores Individuais que exercem atividades de prestação de serviço (exceto locação de bens próprios) pagam R$56,95. Além da taxa baixa há a incidência do ISS.  R$ 57,95  Caso você exerça atividades mistas, na qual além de realizar a venda de produtos também exista a prestação de serviços. Essa taxa contém o ISS e o ICMS.  O DAS é uma taxa mensal, e todo microempreendedor individual deve fazer o pagamento dessa taxa no dia 20 de todos os meses.    Datas para entregar a declaração de faturamento  O MEI, como qualquer outro empreendedor tem direitos e deveres. E um dos deveres mais importantes do microempreendedor é fazer a declaração de faturamento. O microempreendedor tem até o dia 31 de março para fazer a Declaração Anual do Simples Nacional. Fique atento com o faturamento do MEI,  o microempreendedor pode ter faturamento anual de até R$ 81 mil.  A declaração deve ser feita de forma totalmente on-line no site do portal do empreendedor.  A DASN-SIMEI (Declaração Anual do MEI) é diferente da Declaração Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física!   Fique sempre atento!  É importante ficar sempre atento às mudanças no MEI 2020. Dessa forma, você mantém o seu negócio sempre em dia com as obrigações fiscais e legais! Se ficou com qualquer dúvida é só nos perguntar nos comentários!
Conseguir um cartão de crédito quando se é um universitário muitas vezes pode ser uma tarefa difícil. Isso porque alguns bancos podem cobrar tarifas muito altas para a realidade financeira de um jovem nesse período da vida. Outro fator que dificulta é que alguns bancos pedem comprovação de renda para liberar um cartão de crédito, e muitos universitários não têm nenhuma renda. É para isso que existem os cartões de crédito e as contas bancárias voltados especialmente para universitários. Os grandes bancos oferecem esse tipo de modalidade, e geralmente as tarifas são mais baixas que as das contas convencionais. Outro benefício desse tipo de cartão é que muitos deles não pedem comprovação de renda.  Entretanto, o lado ruim é que geralmente o limite de crédito é baixo, não costumando passar muito dos R$1000. Separamos aqui, portanto, as opções de cartões universitários oferecidas pelos principais bancos tradicionais do Brasil. Além disso, mais à frente no texto apresentaremos algumas opções de contas digitais gratuitas ou com tarifas baixas, que podem ser boas para universitários também, apesar de não serem voltadas exclusivamente para eles. Caso você queira conhecer todas essas contas e decidir qual é a melhor para você, continue lendo esse texto! Opções de cartão universitário em bancos tradicionais Fizemos uma tabela que resume os principais benefícios e condições de cada um dos principais bancos do país. Caso você queira conhecer essas contas com um pouco mais de detalhes, os próximos tópicos do texto te ajudam nisso.   Exige comprovação de renda? Anuidade Limite máximo Bradesco Sim R$147 Não informado Caixa Não R$207 R$800 Banco do Brasil Não R$0 R$1200 Santander Não R$252 Não informado Itaú Não R$255 Não informado Bradesco O Bradesco oferece um cartão de crédito Visa Internacional para o público universitário que exige comprovação de renda de pelo menos um salário mínimo. Essa comprovação já exclui alguns universitários da possibilidade de ter o cartão, mas muitos outros ainda são inclusos. Ele oferece benefícios como descontos no cinema, prêmios, e a primeira anuidade grátis. As demais anuidades são de R$147,00, ou seja, R$12,25 por mês.  Caixa Econômica Federal O cartão universitário de crédito Visa Internacional da Caixa não exige comprovação de renda, e tem limite de até R$800. Ao fazer compras nele você pontua no programa de recompensas da Caixa, e pode, além disso, parcelar sua fatura. A anuidade é de R$207, ou seja, R$17,25 por mês. A primeira anuidade, entretanto, é de R$51,75 (75% de desconto). Banco do Brasil O Banco do Brasil oferece um Ourocard internacional para quem é universitário que não exige comprovação de renda e tem limite pré aprovado de R$1200. Além disso, o cartão não cobra anuidade, o que é uma ótima vantagem. Santander O cartão universitário Mastercard oferecido pelo Santander também não exige comprovação de renda. Sua anuidade é de R$252 por ano, R$21 por mês. Entretanto, o banco oferece um benefício, e sua parcela mensal da anuidade é zerada quando você acumula a partir de R$50 em compras em cada fatura. Esse valor é baixo, e o benefício consegue atingir muitas pessoas. Com esse cartão você participa, além disso, do programa de benefícios e descontos do banco, o Esfera.  Itaú O Itaú oferece um cartão universitário Visa internacional que não exige comprovação de renda. Nele você consegue parcelar sua fatura, ter descontos em cinemas, participar do programa Sempre Presente. A anuidade dele é R$255, ou R$21,25 mensais. A primeira anuidade, entretanto, é de graça, e você tem 50% de desconto até a 6ª. Ou seja, só começa a pagar esse valor total a partir da 7ª.   Outra opção: contas digitais Mostramos, até agora, as contas e cartões universitários oferecidos pelos bancos tradicionais. Esses cartões, entretanto, não são necessariamente gratuitos. Além disso, elas se enquadram nos modelos tradicionais de banco, onde o cliente deve ir à uma agência caso precise resolver algum problema, enfrentar filas e etc. Sabemos que, principalmente entre os jovens, os meios digitais são muito usados. Porque não procurar, então, por uma conta digital? As contas digitais não são voltadas especialmente para universitários, mas o modelo delas pode agradá-los bastante. Várias contas oferecem seus serviços de forma gratuita, inclusive o cartão de crédito. Além disso, esse tipo de banco tem pouca burocracia e muita praticidade na hora de fazer transações.  Sendo assim, separamos aqui algumas delas para que você as conheça melhor.  Além disso, montamos um Ranking que ordena as melhores contas digitais para te ajudar mais ainda na hora de fazer sua escolha. Depois de apresentar nosso Ranking, portanto, traremos um breve resumo de algumas dessas contas digitais. Vale lembrar também que caso você deseje conhecer alguma dessas contas mais profundamente, temos aqui no Educando Seu Bolso artigos detalhados sobre cada uma delas! [GERENTESONHOS_RANKING_CONTAS_DIGITAIS] Nubank O Nubank é o maior banco digital do Brasil atualmente, e oferece uma conta com rendimento automático mais alto que o da poupança e quase todos os seus serviços de forma gratuita, menos o saque (R$6,50). O cartão de crédito do Nubank não cobra anuidade e não exige comprovação de renda, o que faz dele uma ótima opção para os universitários. Inter O Banco Inter vem crescendo cada vez mais no país, e oferece uma grande variedade de produtos, todos de maneira gratuita. Seu cartão de crédito também não exige comprovação de renda, e não cobra anuidade. Next O Next é um dos únicos bancos digitais que oferece um programa de benefícios para seus clientes, chamado "mimos". Os clientes recebem cupons de desconto em restaurantes, aplicativos de transporte, cinema etc. Além disso, serviços como TEDs, DOCs, transferências e saques também são gratuitos nesse banco. [toggle title="Leia mais sobre essas contas digitais..."]Acesse nossos artigos completos sobre esses bancos por aqui: Banco Inter, Nuconta, Banco Next, C6 Bank.[/toggle]   Vale a pena ter um cartão universitário? Os cartões universitários podem sim ser bons para os jovens que desejam abrir uma conta num banco tradicional. Entretanto, para quem não procura necessariamente um banco tradicional e prioriza preço e praticidade, pode valer mais a pena buscar uma conta digital. Separamos aqui, portanto, as maiores vantagens de cada uma dessas opções: cartão de crédito universitário ou cartão de crédito de banco digital. Vantagens de ter um cartão de crédito universitário Na maioria das vezes você não precisa comprovar renda; A maioria desses cartões é internacional; Os clientes podem contar com o atendimento e apoio da rede de agências dos bancos tradicionais; A maioria dos bancos tradicionais oferece programas de pontos e benefícios para seus clientes; Desvantagem A maioria cobra anuidade, apesar de essa anuidade ser menor que a de uma conta normal;   Vantagens de ter um cartão de crédito de um banco digital Alguns não pedem comprovação de renda; A maioria não cobra anuidade; Esses bancos tem maior foco no meio digital e na praticidade de se conseguir resolver tudo pelo celular; Desvantagem A maioria dos cartões de bancos digitais não oferece programas de pontos e benefícios;   Para quem prefere os bancos digitais, como escolher o melhor? Aqui no Educando Seu Bolso oferecemos uma ferramenta que te ajuda a descobrir qual o banco digital ideal para você, o nosso Simulador de Contas Digitais! Você preenche algumas informações sobre suas necessidades num banco e te mostramos, de forma gratuita, qual é o melhor para você. Não deixe de conferir! Por fim, caso você ainda tenha alguma dúvida, pode deixar nos comentários que a gente te ajuda!
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Comments (29)

Natalia Sales

Muito obrigada pelas informações ✅🥰🙏

Apr 13th
Reply (1)

Guilherme Morais

Que podcast incrível, eu precisava realmente saber disso.

Jan 18th
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Everton Bertolai

Estou há alguns dias fazendo a maratona para ouvir todos os episódios. Já ouvi 169 dos 273 disponíveis em alguns dias. Eu não conhecia o quadro da rádio pois sou de Ribeirão Preto / SP mas agora vou finalizar de ouvir todos os que já aconteceram e ficar ligado em todos os novos episódios que lançar no podcast. Abordagem sobre educação financeira muito pertinente. Parabéns a todos os envolvidos.

Dec 31st
Reply (2)

Joaquim Pires da Costa

Comentários pertinentes, e bem direcionados para o assunto em questão. Obrigado pelo conteúdo.

Dec 16th
Reply (1)

Francisco Kleber

Obrigado pelo conteúdo apresentado. Vocês são show de bola

Nov 10th
Reply (3)

Lucas Bulhões

Quanto vocês cobram por backlinks? sou corretor de seguros tenho um site https://www.carroporassinaturaporto.com.br gostaria do meu link no seu website, meu e-mail é lucasbulhoes76@gmail.com

Nov 5th
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Bruno Rodrigues

Excelentes dicas. Eu uso o app "minhas finanças" ele é muito bom.

Oct 31st
Reply (1)

Eduardo Castro

Parabéns pelo excelente canal !!!!?

Oct 9th
Reply (1)

Angela Bacic

Desafio vocês a me acompanharem num dia de compras para ver que não adianta pechinchar. Cansei de pedir desconto em compras a vista, sempre respondem que é o mesmo preço do parcelado.

May 31st
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Erik Priante

qual a vantagem de cimprar o dolar ao inves de comprar a moeda local de uma vez???

Feb 27th
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Erik Priante

nunca mais eu entro nessa o meu acabou esse mes.

Feb 27th
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Erik Priante

eu ja fiz esse pic...cai na cilada do banco! kkkk

Feb 27th
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Mário Said Vieira

Na minha opinião, um dos melhores podcasts de educação financeira da internet! Informação e descontração na medida!

Feb 14th
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Canal sombrio

cool

Feb 4th
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Michell Henrique Lima

Bom Conteúdo. Simples e gera valor.

Jan 29th
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Leandro Albuquerque

Ótimo! Muito esclarecedor.

Sep 23rd
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Raphael William

E quando a associação é uma empresa de marketing multinível? poderia me ajudar?

Sep 20th
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Carlos Alberto Morais Menezes Junior

excelente!! aproveitando para incrementar os conhecimentos financeiros

Mar 30th
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Pedro Augusto

Muito bom!! Excelentes dicas!!

Jan 10th
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