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Author: Fora dos Rótulos

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Abra os ouvidos e o coração para juntos quebramos padrões! Toda terça-feira, a jornalista Thamiris Rezende acompanhada de um convidado traz reflexões e discussões de temas que envolvem o universo de pessoas gordas e/ou que se consideram fora dos rótulos impostos pela sociedade.
Muitos são os motivos que nos fazem reverberar preconceitos ou odiar a si mesmo de forma natural, mas é chegada a hora de repensar o modo com que vemos e nos relacionamos com o mundo ao nosso redor. Preparados para um papo cabeça bem leve e desconstruído?
34 Episodes
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Falamos muito sobre autoestima, mas às vezes esquecemos que ela começa a ser construída na primeira infância. Nós, quanto adultos somos automaticamente responsáveis por quebrar os ciclos da ditadura da beleza e permitir que nossas crianças sintam-se seguras em ser quem são para no futuro serem adultos mais autoconscientes. Estamos fazendo isso? Um estudo de uma organização australiana, a Pretty Foundation aponta que 34% das meninas de 5 anos fazem dieta enquanto outros 38% se dizem insatisfeitas com os próprios corpos. É isso mesmo, meninas de 5 anos estão insatisfeitas com seus corpos. Essa pesquisa me assusta e por este motivo, convidei as psicólogas Gabrielle Menezes e a Laís Oliveira para entendermos o papel da família nuclear na construção da autoestima das nossas crianças:
Hoje nosso papo é sobre política. Ao contrário do que aprendemos ao longo na nossa vida, política é sim tema que se discute e são essas discussões que pautam as mudanças sociais que almejamos. Como cidadãos nosso papel político social é eleger vereadores, senadores, deputados, governadores e presidente ou podemos atuar com política sem ter cargos públicos eletivos? Uma pesquisa inédita, realizada em 2017, pela consultoria paulistana Consumoteca com 3.000 jovens de 17 a 21 anos, de todas as regiões do país, revela uma juventude interessada nos rumos do país: 61% dizem seguir políticos em redes sociais e 58% afirmam defender alguma causa social publicamente. No topo dos temas preferidos para a militância está a igualdade racial: um terço dos entrevistados levanta a bandeira.Como podemos mudar efetivamente a sociedade que vivemos? Como podemos combater a gordofobia com política? Hoje, recebo o professor doutor Jorge Miklos para entender o porquê viver é político e como podemos atuar em busca da mudança
Uma Pesquisa realizada pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP mostra que a palavra “nordestino” está impregnada de preconceito e de construções sociais que levam alguns brasileiros de outros Estados a enxergarem os migrantes do Nordeste como “seres inferiores”. De acordo com dados da Pnad, do IBGE, o Estado de São Paulo é o principal destino de migrantes do Nordeste, representando, em 2015, quase 13% da população totalPois é, a xenofobia é uma realidade no Brasil e nosso atual presidente não nos deixa mentir quando em meio a uma inauguração de uma usina na Bahia diz que 'só falta crescer a cabeça' para ser nordestinoPara refletirmos sobre preconceito, xenofobia e os desafios de ser nordestina em São Paulo recebo hoje a Clara Fagundes que é uma Sergipana em São Paulo, Creator, Futuróloga e Comunicóloga formada e pós graduada na USP. Bora para esse papo importante, mas muito gostosinho?Conheça o trabalho da Clara em: Instagram: https://www.instagram.com/clarafagundes/Blog: https://blogdeclara.com/Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCcejQ6BYe8QIEw2H_EhOwsg
Olá Olá pessoas, Sejam todos bem-vindes ao GordaCast!No episódio de hoje eu gostaria de propor que subíssemos juntas mais um degrau na discussão de feminismo.Quero começar este episódio citando Audre Lorde, uma escritora caribenha-americana, feminista, lésbica e ativista dos direitos civis. “Eu não sou livre enquanto alguma mulher não o for, mesmo quando as correntes dela forem muito diferentes das minhas.”É pensando justamente nas diferentes correntes que nos prendem que proponho a discussão sobre como o feminismo apoia o movimento antigordofobia. Esse episódio não é apenas para nós mulheres gordas, mas para todas as mulheres que acreditam no feminismo como rotor de mudança da sociedade que vivemos, afinal, como dizia Maya Angelou, uma mulher se defende, sem perceber, ela defende todas as mulheres. Para discutirmos sobre como é que, assim como Angela Davis, vamos mudar as coisas que não podemos aceitar recebo a Marcella Rosa que é professora, escritora e autora do livro “Guia Prático do Feminismo: como dialogar com machistas” e do “Jogadas na Rede”
Uma pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência em 2019 mostra que 52% dos internautas brasileiros seguem influenciadores digitais em redes sociais e metade deles (50%) afirma que se sente influenciada em relação aos produtos e serviços que os influencers indicam nas plataformas. Porém, nós sabemos que não são só produtos e serviços que os influencers promovem, muitos deles jogam luz em assuntos desconfortáveis e promovem debates sobre temas socialmente importantes. No papo de hoje, recebo a Kamyla Dias que é mestre em educação e autora da tese de mestrado: ““PEDAGOGAS” BODY POSITIVE: ANALISANDO REPRESENTAÇÕES DE CORPO GORDO NO YOUTUBE” e autora do artigo científico: “#PareDeSeOdiar: aprendizados sobre o corpo gordo e ativismo body positive no YouTube”Vamos lá? Redes sociais da Kamyla: - Twitter: https://twitter.com/kamylainthesky- Instagram: https://www.instagram.com/kamylainthesky/Link para download do artigo cientifico: https://www.researchgate.net/publication/335753369_Aprendizados_sobre_o_corpo_gordo_e_ativismo_body_positive_no_YouTubeLink da dissertação: https://www.academia.edu/43721548/_Pedagogas_body_positive_analisando_representa%C3%A7%C3%B5es_de_corpo_gordo_no_YouTube
Em tempos de filtros que “embelezam”, feeds perfeitos e harmônicos, cultura da comparação e, consequentemente, eterna insatisfação com o próprio corpo e a própria história, ficamos cada vez mais vulneráveis à transtornos de saúde mental, mas esquecemos que esse looping eterno de “querer o corpo como da fulana” “ter sucesso como a ciclana” “viver a vida perfeita da beltrana” nos conduz direto e reto para os transtornos alimentares. De acordo com a OMS, 4,7% da população brasileira sofre com transtornos alimentares. O número de jovens acometidos chega à 10%. Hoje, recebo aqui no GordaCast a Beatriz Klimeck que é cientista social e mestre em saúde coletiva. Baseada na dissertação dela: “"Anorexia? Não, olha seu tamanho”: anorexia nervosa “atípica” em mulheres gordas” , nossa conversa enveredou por pontos como: gordofobia na área da saúde, transtornos alimentares em mulheres gordas, investimento em ciência, pandemia e sobre o porquê obesidade não deveria ser considerada doença. Aperte play: Link para download da dissertação: http://bit.ly/anorexianervosaemmulheresgordas
Você já ouviu falar em setembro amarelo? Setembro Amarelo é uma campanha brasileira de prevenção ao suicídio, iniciada em 2015. O mês de setembro foi escolhido para a campanha porque, desde 2003, o dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.Todos os anos, o mês de setembro é dedicado à discussão de saúde mental. Falando nisso, como anda a sua saúde mental em um ano de pandemia? Saúde mental é assunto sério. Você sabia que, Segundo dados da OMS, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos? O suicídio também é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. 79% dos suicídios no mundo ocorrem em países de baixa e média renda. Portanto, saúde mental é assunto sério e precisa ser abordado cada vez mais e mais. Hoje, recebi aqui no GordaCast a Marina Caminada e o Victor Casanova, que são os fundadores do Sampatalks, uma marca que promove diálogos horizontais.Vamos falar sobre saúde mental, política, representatividade e diálogo?
Ei, psiu, vem cá! O nosso papo de hoje é um pouco desconfortável, afinal não é fácil assumir como reverberamos preconceito de forma praticamente despercebida. No episódio de hoje do GordaCast recebemos o publicitário e creator Dave Avigdor para falaremos sobre expressões gordofobicas que devem ser excluídas do seu vocabulário JÁ!
De uma forma geral, nós mulheres lutamos para conquistar grande parte dos espaços que ocupamos hoje e no futebol não é diferente. Houve um tempo, nos anos 40 para ser mais específica, que mulheres eram proibidas por lei de praticar futebol. Aqueles 42 anos de proibição nos prendeu à uma evolução lenta e pouco reconhecida do futebol feminino profissional no Brasil. Para falarmos sobre futebol ser coisa de mulher sim, recebo aqui a Japa Mayumi que é treinadora de futebol. Vamos lá?
Em 2018, a #gordofobiamedica levantada pela Flávia Durante trouxe à tona uma questão recorrente: a negligência do setor da saúde no atendimento à pessoas gordas. Se você é gordo provavelmente já foi mal atendido, desrespeitado, impedido de ter um diagnóstico correto ou de receber o tratamento por causa do seu peso e tamanho. Se você não é gordo provavelmente nunca se atentou a seriedade da dificuldade que as pessoas gordas de todas as classes sociais têm de receber atendimento, diagnóstico e respeito dentro dos consultórios e centros de saúde.Esse assunto é complexo e precisa urgentemente ser aprofundado, por isso, hoje faremos uma introdução sobre o tema: gordofobia na área da saúde com a Julia Criscoullo Romano, que é nutricionista. Prontos? Vamos lá?
O que é autoestima para você? Você já deve ter reparado que a autoestima está em alta nos últimos anos. Caiu na boca do povo mesmo, mas às vezes eu tenho a sensação de que tá todo mundo falando sobre a famigerada autoestima mas quase ninguém entende o que ela realmente é. Por este motivo recebemos hoje no GordaCast, a Nuta Vasconcellos que é criadora do projeto @chadeautoestima e psicóloga em formação para repensarmos juntxs o que é autoestima. Você vem explodir a cabeça com a gente?
Todos nós falamos sobre os padrões estéticos impostos pela mídia, mas péra! Como a mídia faz isso? Como os filmes, séries, desenhos e notícias que consumimos influenciam na nossa autopercepção? No episódio de hoje recebemos a jornalista, doutora em comunicação, Agnes Arruda que é autora da tese “ O peso e a mídia: uma autoetnografia da gordofobia sob o olhar da complexidade”.Neste episódio, o GordaCast também conta com a participação da publicitária produtora de conteúdo Andrea Gouveia, a @gordeia_Link da tese da Agnes Arruda: bit.ly/teseagnesarruda
Diante do que vivemos no Brasil e no mundo, a nossa pauta não podia fugir da pandemia, isolamento social e quarentena, portanto, hoje o nosso papo é sobre porque as pessoas têm tanto medo de engordar? Há gordofobia escondida por trás desse pânico e das piadas? Infelizmente, você já deve ter se deparado com alguma piada nos grupos de whatsapp ou nas redes sociais sobre engordar na quarentena. Se você recebeu e , assim como eu se sentiu mal ou ficou irritada, eu sinto muito. Se você passou a piada à frente, desculpe o banho de água fria, mas essas “piadas” não são engraçadas e são bastante gordofóbicas. Ridicularizar o corpo de outra pessoa não é engraçado e corrobora para a imposição de padrões estéticos que levam à transtornos de diversas naturezas. Além disso, sabemos que a busca incessante pelos padrões estéticos matam.Para aprofundarmos um pouco a discussão recebemos aqui, a Gabi Menezes, psicóloga body positive, Gabriele Menezes para falarmos sobre as intersecções de gordofobia, pressão estética e saúde mental.
GordaCast #22 |  Bullying

GordaCast #22 | Bullying

2019-10-0850:211

Se você foi uma criança gorda provavelmente foi motivo de zoação dos colegas ou alvo de bullying na escola. Não é à toa que para muitos a escola é uma época meio tenebrosa e boa de ser esquecida.  Em tom de brincadeira, o bullying chega e devasta física e emocionalmente crianças e adolescentes. Que tal tentarmos refletir sobre o cenário que nossas crianças estão inseridas? Para entendermos um pouco mais sobre a raiz do bullying tal qual suas causas e consequências contamos com a participação da psicóloga e palestrante do Kids Festival Olga Tessari e psicopedagoga e orientadora educacional do Colégio Qi Maria Carolina Nemec. Além das especialistas, ao longo desse episódio teremos o privilégio de conhecer e reviver as histórias de três mulheres que se reconstroem dia a dia do bullying sofrido na infância e adolescência. A Mariana Hessel, Luana Nardon e Ana Luiza Ferreira compartilham conosco de forma corajosa suas histórias. Aperte play:
As empresas não admitem, mas conquistar um espaço no mercado de trabalho é um desafio de décadas para pessoas gordas (mesmo quando o desenvolvimento econômico do país ia de vento e polpa). Além das exigências comuns como experiência na área de atuação, inglês ou outros idiomas fluentes, cursos técnicos, o corpo também é um critério velado na seleção dos profissionais. Uma pesquisa realizada pelo Grupo Catho, em 2005 apontou que entre 31 mil presidentes e diretores de grandes organizações, 65% têm alguma restrição na contratação de pessoas gordas. Para o papo de hoje, Thamiris Rezende recebe a Carol Vayda idealizado do projeto Meu Trampo Plus (@meutrampoplus) . Aperta play:
5 anos atrás o gordo só estava na mídia quando o assunto era doença, obesidade, bariátrica e etc. Esse cenário evoluiu, mas parou no papo da autoestima, moda, empoderamento. Um empoderamento bem raso, afinal como eu posso me sentir bem comigo mesma se eu não consigo frequentar um espetáculo no centro cultural da minha cidade porque lá não há poltronas minimamente confortáveis ou que caiba uma pessoa gorda? Como eu posso me sentir em paz com o meu corpo se eu não posso ir ao bar badalado da minha cidade porque lá não tem um banheiro que eu sequer consiga entrar e usar com um mínimo de conforto? No papo de hoje, o GordaCast recebe a Nadya Machado idealizadora do @cabeogordo, um perfil no Instagram que mapeia locais acessíveis para pessoas gordas. Aperte play e não se arrependerás:
Atualmente o assunto queridinho da internet é autoestima. É claro que o tema é muito importante, afinal, ser quem você é e sem medo ou pudores é maravilhoso, mas não é fácil. Me preocupa muito que quando falamos sobre autoestima esquecemos que não é só a saia listrada, o top cropped, a roupa justa que importam na construção da autoconfiança, auto respeito e amor próprio. Estamos esquecendo ou falando muito pouco dos nossos direitos. Toda vez que uma pessoa gorda perde uma vaga de emprego pelo corpo que tem, a autoestima dela é afetada. Toda vez que uma pessoa gorda tem dificuldade de entrar ou sentar em um veículo de transporte público, a autoestima dela é afetada. Toda vez que uma pessoa é ridicularizada na internet por ser exatamente quem ela é a autoestima dela é afetada. Toda vez que uma pessoa é recusada em um convênio médico pelo peso que tem a autoestima dela é afetada. Não importa o quanto você se ame ou aceite o seu corpo, a sociedade vai esfregar na sua cara dia a dia o quanto você é inadequado. Para falarmos sobre os nossos direitos convidei a advogada Monize Crepaldi para nos esclarecer sobre pontos importantes da nossa vida. Aperte play
Você que está aí do outro lado do fone de ouvido se considera uma pessoa autêntica? Na era da hiper conexão, aplicativos de relacionamentos, redes sociais fica difícil saber o que é real e aos poucos vamos aceitando e assumindo como “comum” gestos menos autênticos. Além disso, a busca por um padrão de beleza e comportamento acabam nos tornando cada vez menos autênticos. Para falarmos sobre o assunto convidei hoje a blogueira Natália Blima do Blah Blog​ (@blah_blog)​ que é uma das pessoas mais autênticas que eu conheço para falar sobre o assunto. Aperte play: *TEDs citados e indicados pela Nat Blima : - Looking past limits (Caroline Casey): http://bit.ly/tedcasey- O poder da Vulnerabilidade (Brene Brown): http://bit.ly/TEDbrene --------------------------------------------------------------------------Conheça a Nat Blima e o Blah Blog: - Instagram: www.instagram.com/blah_blog- Facebook: https://www.facebook.com/blahhblog/- Youtube: https://www.youtube.com/user/blahhblog- Blog: http://www.blahblog.com.br/
[Episódio Reprise] Hoje é celebrado o Dia Internacional da Mulher, mas a pergunta é: há motivos para comemorá-lo? Para entendermos o panorama da mulher na sociedade trouxemos alguns dados: Segundo o Ministério dos Direitos Humanos (MDH), que administra a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, o Ligue 180, foram registradas no primeiro semestre de 2018 quase 73 mil denúncias. O resultado é bem maior do que o registrado (12 mil) em 2006, primeiro ano de funcionamento da Central.Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a taxa de feminicídios no Brasil é a quinta maior do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de assassinatos chega a 4,8 para cada 100 mil mulheres. O Mapa da Violência de 2015 aponta que, entre 1980 e 2013, 106.093 pessoas morreram por sua condição de ser mulher. As mulheres negras são ainda mais violentadas. Apenas entre 2003 e 2013, houve aumento de 54% no registro de mortes, passando de 1.864 para 2.875 nesse período. Muitas vezes, são os próprios familiares (50,3%) ou parceiros/ex-parceiros (33,2%) os que cometem os assassinatos.De acordo com dados do IBGE, as mulheres trabalham, em média, três horas por semana a mais do que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas. Mesmo assim, e ainda contando com um nível educacional mais alto, elas ganham, em média, 76,5% do rendimento dos homens.No episódio de hoje, a professora, feminista e autora do livro “Guia Prático do Feminismo: como dialogar com um machista”, Marcella Rosa bate um papo profundo sobre o tema. Vem ouvir ****Foto de Brianna Santellan em Unsplash
De uma forma geral, a convivência humana é bem complicada. Quando levamos essa experiência para o ambiente de trabalho a dificuldade é elevada à enésima potência porque por si só o esse ambiente tende a ser hostil, competitivo e por fim, desgastante. Eu não sei porque, mas culturalmente é assim.De acordo com dados levantados em 2017 pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a depressão e o estresse ocupacional estão entre as cinco principais causas de afastamento do trabalho no Brasil. Para aprofundarmos e discutirmos esse tema com a seriedade que ele exige, hoje recebemos a psicóloga, coach e especialista em Recursos Humanos, Amanda Salvalaio (@amandasalvalaio_psicologa). Aperte play:
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Comments (3)

Priscila Rossetto

Episódio Maravilhoso!!! o Dave é demais, uma das pessoas mais maravilhosas que possa existir!!! 😍😍😍😍

Oct 9th
Reply (1)

Priscila Rossetto

Adorei esse episódio! realmente, além da representatividade, quando ela acontece precisamos mesmo consumir o conteúdo e ou produto! eu já baixei o seu livro para ler! 😍

Sep 1st
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