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Larvas Incendiadas

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Author: Portal Desaprender

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Um podcast de divulgação científica de estudos de gênero e sexualidade. A cada quinze dias entrevistamos um pesquisador ou pesquisadora sobre seus trabalhos. #LGBTPodcast

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30 Episodes
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Nessa semana, conversamos com Maíra Marcondes Moreira que é psicóloga e mestra em psicologia pela UFMG. Nossa conversa foi sobre seu livro O Feminismo é Feminino? A inexistência da mulher e a subversão da identidade, publicado pela editora Annablume.  Com essa pergunta instigante e com diversos sentidos possíveis, Maíra se propõe a fazer uma aproximação entre a psicanálise lacaniana, em especial a noção de feminino em Lacan, com a teoria queer da filosofa feminista Judith Butler. É um trabalho que busca, a partir dessa dupla aproximação, repensar os modos contemporâneos de se fazer política e expandir os nossos horizontes de possibilidades.O livro de Maíra pode ser comprado no site da editora.AvisosCom esse episódio, nos despedimos de 2019. Foi um ano muito intenso para nós. Foram 28 episódios, divulgando algumas das melhores pesquisas recentes em gênero e sexualidade. Alcançamos todos os estados do Brasil e mais de 14 países estrangeiros. E isso só em nosso primeiro ano de existência. Agora, vamos dar um pequeno intervalo para descansar, mas não se esqueçam da gente! Em janeiro retornaremos com novos episódios para vocês.Redes Sociais Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Essa é a segunda parte de nossa conversa com a Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Se você ainda não escutou a primeira parte, corre e escuta porque a Gabriela nos contou sobre a história da epidemia e das políticas da aids no Brasil. Agora nessa parte, vamos aprofundar na análise que a pesquisadora desenvolveu em sua tese de doutorado intitulada Políticas públicas de saúde e reconhecimento: um estudo sobre prevenção da infecção pelo HIV para homens que fazem sexo com homens na cidade de São Paulo. É um trabalho muito rico que ajuda a avançar na nossa compreensão das políticas públicas para HIV e Aids no Brasil, permitindo observar com clareza alguns aspectos em que a política fracassou e aprimorá-la. Você pode baixar gratuitamente o trabalho da Gabriela em: http://bit.ly/2RCsNwWAntes de passar para o episódio, temos um anúncio. Nós já usávamos a #lgbtpodcasters para divulgar nossos episódios, agora, inspirados pelas mulheres podcasters estamos buscando ir além da hashtag e construir uma rede de apoio entre podcasters LGBT. Procure por lgbtpodcasters em todas as redes sociais para conhecer mais do nosso trabalho. Além disso, se você é uma pessoa lgbt que produz conteúdo em podcast, vem colar com a gente nessa iniciativa e use a #lgbtpodcasters para divulgar seu conteúdo.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Conversamos com Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga, mestra em psicologia e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Atualmente, é pesquisadora vinculada ao Laboratório Processamento de Dados Biomédicos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado intitulada Políticas públicas de saúde e reconhecimento: um estudo sobre prevenção da infecção pelo HIV para homens que fazem sexo com homens na cidade de São Paulo. Tivemos um papo tão gostoso e importante que acabou durando horas. E aí, resolvemos dividir a conversa em dois episódios especiais que integram nossa campanha para o Dezembro Vermelho contra à AIDS. No episódio de hoje, Gabriela vai nos contar sobre a história das políticas de prevenção ao hiv e aids no Brasil. História essa que fez parte da sua vida e também da sua pesquisa de doutorado. No próximo episódio, adentraremos na maneira como ela analisa criticamente como essas políticas tem funcionado. Fique agora com a nossa conversa!Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
No episódio de hoje, Regina Facchini entrevistou Júlio Simões, que é antropólogo, professor da Universidade de São Paulo e pesquisador do NUMAS  - Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença. A conversa foi sobre o clássico livro O Negócio do Michê, do poeta e antropólogo argentino Néstor Perlongher. Entre os anos de 1982 e 1985, Perlongher se jogou nas ruas de São Paulo para etnografar a prostituição viril que ali ocorria, buscando analisar as dinâmicas de poder e desejo que atravessavam essa prática, além dos processos de territorialização e desterritorialização do espaço urbano, dos corpos e das identidades. Esse rico trabalho até hoje influencia diversos campos do saber como a antropologia urbana e os estudos de gênero e sexualidade. Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasInstagram: @larvasincendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Instagram da Regina: @facregSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
O episódio de hoje é bem diferente do nosso padrão. Se você acompanha nossas redes sociais, você já sabe que fomos convidados pelo Spotify para participar do #SpotifyForPodcastersSummit. Foi um encontro enorme que reuniu podcasters do país inteiro durante dois dias. E lá, nós participamos da gravação desse episódio que você vai ouvir agora, um crossover com o POC de Cultura, o Podcastão e o Santíssima Trindade das Perucas. Quatro podcasts maravilhosos, gravando juntos e conversando sobre como é ser LGBT e produzir essa mídia. Foi muito divertido, espero que vocês gostem. Fique agora com a nossa conversa.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Siga também os outros podcasts que participaram desse crossover:POC de CulturaTwitter: https://twitter.com/pocdeculturaInstagram: https://www.instagram.com/pocdecultura PodcastãoInstragram do Podcast: https://www.instagram.com/podcastaoLela Gomes: https://www.instagram.com/lelagomes/Juliana de Paiva: https://www.instagram.com/julianadepaiva_/Santíssima Trindade das PerucasBianca Della Fancy https://twitter.com/DELLAFANCYDuda Dello Russo: https://www.instagram.com/dudadellorusso/LaMona Divine: https://twitter.com/LaMonaDivine Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Nesta semana, inauguramos uma nova linha de episódios chamada Incendiando os clássicos em que divulgaremos trabalhos que ajudaram a fundar ou que de alguma maneira marcaram o nosso campo de estudos de gênero e sexualidade no Brasil. Incendiar os clássicos, como quero fazer aqui, deve ser entendido numa chave de colocá-los em movimento e de renovação, de fazê-los circular e aprendermos mais uma vez com eles, sem que isso signifique sacralizar esses textos. Afinal, a renovação pelo fogo é sempre um pouco de destruição.Para inaugurar o Incendiando os clássicos, conversei com James Green, que é historiador e professor de História da América Latina da Brown University. Nossa conversa foi sobre seu livro Além do Carnaval: a homossexualidade masculina no Brasil do século XX, publicado pela editora UNESP. Por meio de uma pesquisa em jornais, arquivos médicos e policiais e uma miriade de entrevistas, James reconstrói e analisa as sociabilidades, as resistências e as opressões enfrentadas pelos homens homossexuais do Rio de Janeiro e São Paulo no longo período que vai do final do século XIX até o início da década de 1980. Além do Carnaval é um rico trabalho que costura o cotidiano com as grandes tendências sociais e políticas de cada momento. Em função desse amplo recorte temporal, contribui também para demonstrar as mudanças ao longo do tempo nas maneiras como compreendemos a sexualidade, nos identificamos e nos organizamos. Ainda hoje, esse trabalho é uma das principais fontes sobre a história da homossexualidade no Brasil.Após um tempo esgotado nas livrarias, a editora da UNESP lançou uma segunda edição. Você pode adquirir o livro no site da editora: http://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539307937,alem-do-carnaval-2-edicaoLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Nesta semana, damos continuidade ao debate sobre os retratos transnacionais da cruzada antigênero. Thiago e Regina Facchini conversaram com o Marco Aurélio Máximo Prado, do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos LGBT da UFMG, e Sônia Correa, do Sexuality Policy Watch. Caso ainda não tenha ouvido o primeiro episódio dessa nossa sequência, corre lá e ouça. Lá oferecemos uma genealogia do que vem hoje sendo chamado de “ideologia de gênero” (sempre entre aspas) e traçamos um breve panorama dessa ofensiva na Europa ocidental. Nessa segunda parte, Sonia e Marco nos explicaram com mais detalhes os aspectos conceituais e os parâmetros analíticos que são necessários para corretamente compreender esse fenômeno. Além disso, compararam as experiências da Europa com as da América Latina, demonstrando as diferenças e aproximações dos casos.O dossiê que baseia a nossa conversa pode ser lido gratuitamente no site da Revista Psicologia Política: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1519-549X20180003&lng=pt&nrm=isoAlém disso, recomendamos fortemente que você vá ao site do SPW e confira os materiais que vem sendo produzidos a partir do projeto de investigação sobre a ofensiva antigênero na América Latina: https://sxpolitics.org/GPAL/Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Nesta semana, Regina Facchini conversou com Camila Pierobon que é cientista social pela UEL, mestra e doutora em Ciências Sociais pela UERJ. Atualmente realiza seu pós-doutorado no CEBRAP. A conversa foi sobre sua tese de doutorado Tempos que duram, lutas que não acabam: o cotidiano de Leonor e sua ética de combate. A partir do cotidiano de Leonor, uma mulher idosa moradora de uma ocupação no centro da cidade do Rio de Janeiro, Camila analisa o as temporalidades e as memórias de dor e sofrimento; a ética e o trabalho do cuidado; a precariedade infraestrutural da moradia e as relações que Leonor e a ocupação desenvolvem com o Estado. Fique agora com a nossa conversa.Você pode ler a tese gratuitamente aqui.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Nesta semana, conversamos com Gleicy Mailly da Silva, que é antropóloga, mestra e doutora em antropologia. Atualmente, realiza seu pós-doutorado no Núcleo de Estudos de Gênero Pagu da UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu recente artigo Corpo, política e emoção: feminismos, estética e consumo entre mulheres negras, publicado na revista Horizontes Antropológicos. A partir de uma etnografia realizada no ateliê Xongani, uma marca de moda afro, seu trabalho analisa um complexo trançado entre consumo, feminismo negro, redes sociais e outros fios que atravessam a diversidade de atividades político-identitárias protagonizadas por mulheres negras na atualidade.Você pode ler o artigo gratuitamente aqui.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Nesta semana, conversamos com Gab Lamounier, que é psicólogo e mestra em psicologia pela UFMG. Seu trabalho é uma análise transviada da pioneira política de Alas LGBT no Sistema Prisional de Minas Gerais. Por meio da ida semanal na ala de Vespasiano, da interação com as pessoas encarceradas, da entrevista com gestores e da análise dos documentos e normativas que regem a política, Gab descreve e analisa as relações de poder que atravessam aquele lugar bastante peculiar, revelando as violências e também as resistências que ali ocorrem. É um convite para repensarmos a política das alas tendo em vista a sua melhora, mas sem perder o horizonte da abolição das prisões.Você pode baixar gratuitamente a íntegra do trabalho aqui.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Siga Gab no instagram: @comtato.gabSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Nesta semana, Thiago Coacci e Regina Facchini entrevistaram Marco Aurélio Máximo Prado e Sonia Corrêa sobre o dossiê Retratos transnacionais e nacionais das cruzadas antigênero que organizaram para a Revista Psicologia Política. Esse dossiê reúne diversos artigos que oferecem desde uma genealogia do que temos chamado de ideologia de gênero até alguns estudos de caso de como esse fenômeno têm operado na Europa e no Brasil. É uma contribuição importante para entendermos o momento político que passamos em nosso país e também no mundo. Como o assunto é bastante complexo e longo, faremos um segundo episódio aprofundando no tema.O dossiê pode ser lido gratuitamente no site: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1519-549X20180003&lng=pt&nrm=isoTemos também uma novidade. Fizemos uma parceria com a antropóloga Regina Facchini, que é pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP. A partir de hoje, Regina colaborará com alguns episódios.Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Nesta semana, conversamos com Letícia Cardoso Barreto que é psicóloga e doutora em Ciências Humanas pela UFSC. Seu trabalho resgata e sistematiza a história do movimento de prostitutas de Belo Horizonte e do Brasil, bem como o conhecimento produzido sobre a prática do trabalho sexual. Ao fazer essa imersão quase arqueológica, Letícia se interessa por analisar as diferentes relações entre feminismos e prostituição que emergem. É uma contribuição importante para conhecermos mais sobre esse movimento social e essa população que paradoxalmente está tão visível nas ruas das grandes cidades, mas que tão pouco tem sua voz ouvida.Referências e indicações mencionadas no episódio:Letícia Barreto, Somos sujeitas políticas de nossa própria história": prostituição e feminismos em Belo HorizonteJornal Beijo da RuaFlávia Teixeira, L’italia dei diviettiCarole Vance, States of ContradictionMonique Prada, PutafeministaAmara Moira, E se eu fosse puraLembre-se de nos seguir nas redes sociais:Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Nesta semana, Beatriz Santos, Dann Carreiro/Dimitra Vulcana e Thiago Coacci conversaram com o João Manuel de Oliveira, que é doutor em psicologia social e professor visitante na UFSC, sobre os estudos e teorias queer.  João nos oferece uma pequena introdução a esse campo indisciplinado do saber. Em função de alguns problemas pessoais, não conseguimos terminar a edição do episódio que seria lançado essa semana. Para não ficar sem conteúdo, o pessoal do HQ da Vida veio ao nosso resgate e autorizou a reprodução em nosso feed desse episódio que você ouvirá. Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/HQ da Vida: https://halfdeaf.com.br/shows/hq-da-vidaDimitra Vulcana: @DimitraVulcanaBeatriz Santos: @beatriz_santosSe gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Nesta semana, conversamos com Alícia Krüger que é farmacêutica pela UEPG, mestra em Saúde Coletiva pela UNB e doutoranda em Endocrinologia Clínica pela UNIFESP. Nossa conversa foi sobre sua pesquisa de mestrado que buscou descrever empiricamente a frequência e os padrões de usos de hormônios pelas mulheres transexuais e travestis de Brasília. Seu trabalho oferece dados quantitativos e insights sobre essa população que podem auxiliar a fomentar políticas públicas, bem como orientar melhores práticas de atenção à saúde para pessoas trans. Você pode acessar o trabalho de Alícia em: http://bit.ly/2KTUU8tGostaríamos de lembrar da nossa parceria com a Editora Devires e a loja Queer Livros. Ao comprar um livro com o nosso link, o Larvas receberá uma porcentagem da sua compra como apoio. Você ganha mais conhecimento, apoia uma pequena editora independente e também o seu podcast de estudos de gênero e sexualidade. Mas lembre-se, só vamos receber de volta parte da sua compra se você utilizar esse link aqui: http://fmais.co/?aff=547191Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Facebook ABRASITTI: https://www.facebook.com/ABRASITTI/Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadasQuer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb
Conversamos hoje com Viviane Vergueiro, que é formada em economia pela UNICAMP, possui mestrado em Cultura e Sociedade pela UFBA e atualmente realiza seu doutorado em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismos também na mesma universidade. Nossa conversa foi sobre seu livro Sou Travestis: estudando a cisgeneridade como uma possibilidade decolonial, publicado pela padê editorial. Em uma escrita fluida, que mistura relatos autoetnográficos com denso diálogo teórico, Viviane nos oferece de forma pioneira uma analítica da cisgeneridade, destrinchando como essa norma social opera em nossa sociedade. Seu trabalho contribui para uma virada nos estudos de gênero e sexualidade, no sentido de possibilitar uma análise mais simétrica da múltiplas possibilidades de gêneros ao nomear e retirar do lugar de naturalidade esse outro antes não nomeado.Você pode adquirir a versão física do livro clicando aqui. Em breve, uma versão digital  estará disponível gratuitamente no site da padê. Além disso, você também pode acessar a dissertação de mestrado de Viviane em: http://bit.ly/diss-vergueiro-vivianeGostaríamos de lembrar da nossa parceria com a Editora Devires e a loja Queer Livros. Ao comprar um livro com o nosso link, o Larvas receberá uma porcentagem da sua compra como apoio. Você ganha mais conhecimento, apoia uma pequena editora independente e também o seu podcast de estudos de gênero e sexualidade. Mas lembre-se, só vamos receber de volta parte da sua compra se você utilizar esse link aqui: http://fmais.co/?aff=547191Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comPortal Desaprender: https://desaprender.com.br/Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadasQuer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb
Conversamos hoje com Silvia Aguião, que é doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu livro Fazer-se no Estado: uma etnografia sobre o processo de constituição dos "LGBT" como sujeitos de direitos no Brasil contemporâneo, publicado pela Editora da UERJ em 2018. Seu trabalho é uma análise rica do processo de coprodução de sujeitos, direitos e políticas públicas LGBT que ocorreu entre os anos 2000 e início da década de 2010. Infelizmente, o livro já se encontra esgotado no site da editora, mas em breve estará disponível gratuitamente no scielo books.O Larvas possui uma parceria com a Editora Devires e a loja Queer Livros. Ao comprar um livro com o nosso link, o Larvas receberá uma porcentagem da sua compra como apoio. Você ganha mais conhecimento, apoia uma pequena editora independente e também o seu podcast de estudos de gênero e sexualidade. Mas lembre-se, só vamos receber de volta parte da sua compra se você utilizar esse link aqui: http://fmais.co/?aff=547191Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comSe gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadasQuer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb
Nessa semana, conversamos com Marília Moschkovich, que é socióloga e doutora em educação pela UNICAMP. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado Feminist Gender Wars em que analisa a circulação global do conhecimento feminista e as controvérsias que existiram na recepção brasileira do conceito de gênero. Esse rico trabalho contribui tanto para compreendermos mais adequadamente a configuração atual dos estudos de gênero no país, quanto para situar nossa produção numa dinâmica global, rompendo com algumas leituras reducionistas que nos coloca como simplesmente absorvendo categorias produzidas no norte e posteriormente aplicando-as por aqui.Você pode acessar a tese completa da Marília em: http://bit.ly/2Jx4kWWO Larvas Incendiadas faz parte do Portal Desaprender, uma iniciativa que agrega diversos podcasts sobre educação. Não deixe de conferir o nosso portal e os podcasts parceiros.Antes de passar para a entrevista, gostaríamos de lembrar da nossa parceria com a Editora Devires e a loja Queer Livros. Já falamos dessa parceria no episódio passado, mas queremos reforçar. Ao comprar um livro com o nosso link, o Larvas receberá uma porcentagem da sua compra como apoio. Você ganha mais conhecimento, apoia uma pequena editora independente e também o seu podcast de estudos de gênero e sexualidade. Mas lembre-se, só vamos receber de volta parte da sua compra se você utilizar esse link aqui: http://fmais.co/?aff=547191Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comMarília Moschkovich: @MariliaMoscou (em todas as redes sociais)Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadasQuer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb
Nessa semana, conversamos com Guilherme Rodrigues Passamani, que é doutor em ciências sociais pela UNICAMP, professor na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e coordenador do Núcleo de Estudos Néstor Perlongher. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro, Batalha de confete - Envelhecimento, condutas homossexuais e regimes de visibilidade no Pantanal-MS, publicado em 2018 pela editora Papéis Selvagens. A partir de um trabalho de campo em Corumbá e Ladário, duas cidades na fronteira do Brasil e Bolívia, no coração do Pantanal, Guilherme Passamani analisa os cursos de vida de pessoas com condutas homossexuais que envelheceram nesses locais. Dessa maneira, seu trabalho nos auxilia na compreensão de algumas dinâmicas pouco exploradas pelas ciências sociais como o envelhecimento de pessoas com condutas homossexuais e, talvez ainda mais importante, as especificidades das trajetórias dessas pessoas que por diversas razões não migraram para os grandes centros urbanos e vivenciaram - e ainda vivenciam - suas condutas homossexuais em pequenas cidades do interior.Você pode adquirir o livro direto no site da editora: http://bit.ly/2J6wyY1Esse é o nosso primeiro episódio lançado pelo Portal Desaprender, uma iniciativa que agrega diversos podcasts sobre educação. Não deixe de conferir o nosso portal e os podcasts parceiros em desaprender.com.br. Com essa mudança é possível que tenha ocorrido erros em alguns agregadores, na maior parte das vezes basta você cancelar a sua inscrição e se inscrever novamente para resolver. Caso o erro persista e você não esteja recebendo normalmente o episódio em seu feed, entre em contato com a gente que tentaremos te ajudar.Temos mais um anúncio. Agora tem mais uma forma de você apoiar financeiramente o Larvas: comprando livros. Isso mesmo! Fizemos uma parceria com a Editora Devires, uma pequena editora independente especializada em publicar livros na área dos estudos de gênero e sexualidade. Ao comprar um livro na loja da editora, a Queer Livros, o Larvas receberá uma porcentagem da sua compra como apoio. Você ganha mais conhecimento, apoia uma pequena editora independente e também o seu podcast de estudos de gênero e sexualidade. Mas lembre-se, só vamos receber de volta parte da sua compra se você comprar utilizando esse link: http://fmais.co?aff=547191Lembre-se de nos seguir nas redes sociais.Twitter: @incendiadasFacebook: /IncendiadasSite: http://www.larvasincendiadas.comE-mail: larvasincendiadas@yandex.comSe gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadasQuer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb
Nessa semana, conversamos com Isabela de Oliveira Dornelas, que é historiadora, mestra e doutoranda em história pela UFMG. Seu trabalho analisou as controvérsias sobre o aborto terapêutico no século XIX, demonstrando como os discursos médicos, jurídicos e religiosos se entrelaçaram para produzir distintas posições relativas a essa técnica. Resgatar uma parte pouco conhecida da história possui valor em si mesmo, todavia a pesquisa de Isabela vai além. Esse olhar histórico e com uma perspectiva de gênero sobre o aborto provoca estranhamento e auxilia a desnaturalizar algumas concepções atuais que possuímos, permitindo a abertura de novos caminhos para se compreender o aborto e suas regulações. Como anunciado anteriormente, o Larvas agora integra o portal Desaprender que reúne diversos podcasts que de alguma maneira abordam o tema da educação, como o Entre Fraldas, o GizCast, o Plena Mente e outros que ainda virão. Não deixe de conferir o nosso portal e os podcasts parceiros. Com isso, teremos algumas mudanças no Larvas. Nas próximas semanas migraremos o nosso feed para um novo servidor e também faremos algumas alterações em nosso site. Se você escuta por meio de um agregador, você deve continuar recebendo normalmente os nossos episódios. Por meio de nossas redes sociais, daremos mais detalhes sobre o processo de migração e sobre qualquer problema eventual. Então, não esquece de nos seguir! Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram: @larvasincendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas Quer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb
Nessa semana, conversamos com Bruna Cristina Jaquetto Pereira, que é bacharel em relações internacionais pela UNESP, mestra e doutoranda em Sociologia pela UNB. Nossa conversa foi sobre seu livro Tramas e Dramas de Gênero e de Cor: A Violência Doméstica contra Mulheres Negras, publicado em 2016 pela editora Brado Negro. O livro é fruto de sua pesquisa de mestrado em que por meio de um cuidadoso trabalho de entrevistas faz emergir de maneira bastante complexa as formas como gênero e raça se cruzam no fenômeno da violência doméstica contra as mulheres negras, sempre destacando as maneiras distintas como essa violência pode afetar mulheres pretas e pardas. Para adquirir uma cópia do livro, entre em contato com a autora: brunacjpereira@gmail.com Lembre-se de nos seguir nas redes sociais. Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: larvasincendiadas@yandex.com Twitter da Bruna: @BrunaCJPereira Se gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas Quer receber por e-mail avisos de novos episódios e outras notícias? Então, cadastre-se em nossa mailing list: http://eepurl.com/gdVZCb
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Comments (4)

Carlos Alberto Tostes

Muito bom, adorei. Mamá

Jul 25th
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Augusto Menna Barreto

Vocês deveriam entrevistar alguém que trate da história do HIV. Minha pesquisa de doutorado na UFPR trata da história do trauma da epidemia de AIDS/HIV no Brasil entre os anos 80 e 90... pano pra manga viu!!!

Apr 24th
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Augusto Menna Barreto

ótima entrevista !

Apr 24th
Reply

Augusto Menna Barreto

Esses pós modernos. Discurso radical, prática conservadora. De praxe são pessoas muito privilegiadas, que podem se dar ao luxo de negar as instituições; e as transformações institucionais. Servem como critica cultural, mas não mudam a vida das pessoas.

Mar 13th
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