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Ciências, universidade, tecnologia, educação, cultura e atualidades, o Jornal da USP em sua versão podcast
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Tema mais do que atual, as fake news ganharam importância nas eleições presidenciais de 2018 e, desde então, vêm sendo instrumento de luta política, contribuindo para a polarização do País. O problema é tão sério que até o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu iniciar uma investigação por conta própria para tentar conter esse fenômeno, que tem potencial explosivo para minar as bases do regime democrático e de suas instituições. Nesta edição do Brasil Latino, o advogado Francisco Brito Cruz, mestre e doutor pela Faculdade de Direito da USP, falou sobre a necessidade de um ordenamento jurídico que impeça a disseminação das fake news sem agredir a liberdade de expressão, cláusula pétrea da Constituição brasileira. Especialista em políticas públicas digitais e membro do Conselho de Legislação Eleitoral da OAB-SP, ele admite que estamos diante de um grande desafio, por ser uma nova forma de comunicação digital na contemporaneidade. “Os processos eleitorais recentes, no Brasil e nos demais países latino-americanos, marcaram definitivamente o início de uma nova fase para se compreender o papel das redes sociais e seu impacto na construção da democracia”, afirma. Brasil Latino O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17h, pela Rádio USP FM 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). As edições do programa estão disponibilizadas em @brlatino, nos podcasts do Jornal da USP (jornal.usp.br) e nos agregadores de áudio como Spotify, iTunes e Deezer. . 
Na atual pandemia da covid-19, que mantém parte significativa da população em isolamento, os bancos se transformaram em canais fundamentais para a oferta de respaldo financeiro para as empresas e a população, seja como repassadores de recursos disponibilizados pelo governo federal ou de recursos próprios. São recursos necessários para que a economia mantenha um dinamismo mínimo de funcionamento. Cinco bancos, que detêm cerca de 80% do mercado, estão na linha de frente do socorro às empresas e cidadãos. Tendo em vista esse quadro, o sistema bancário está operando de um modo satisfatório diante das necessidades atuais da crise? Nesta edição, Desafios debate a situação dos bancos na pandemia com o economista Márcio Nakane, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, doutor em Economia pela Universidade de Oxford.
A pandemia de covid-19 e a necessidade de distanciamento social imposta por ela trouxeram uma nova realidade para uma parcela dos trabalhadores: a possibilidade de executar suas tarefas remotamente. Afinal, há realmente vantagens nesse sistema de trabalho para empresas e colaboradores? E o que diz a legislação sobre os direitos e deveres de ambos? Para discutir essas questões, o USP Analisa traz esta semana o professor da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, Eduardo Saad Diniz, a professora da Universidade Diego Portales do Chile, Carolina Busco, e a doutoranda em Direito pela Faculdade de Direito da USP, Victoria Laurentiz. Victoria explica que há uma diferenciação técnica na legislação brasileira entre teletrabalho, que se dá especificamente por computadores e telecomunicação, e o chamado home office, ou seja, o trabalho remoto realizado da casa do colaborador, que pode ou não ser em regime de teletrabalho. “Atualmente, com a pandemia de coronavírus, o que temos observado é que, por conta das medidas de isolamento, o home office se tornou praticamente o principal regime de trabalho viável para milhões de pessoas, não só no Brasil ou no Chile, mas no mundo inteiro. E esse isolamento tem provocado uma verdadeira reflexão sobre o futuro da forma de trabalho a partir de agora”, afirma ela.  Uma pesquisa dentro do tema está sendo desenvolvida pelas duas universidades para entender o cenário do teletrabalho dentro do contexto atual de isolamento social. Os pesquisadores estão aplicando um questionário semiestruturado a trabalhadores no Brasil e no Chile. “O questionário vem para coletar os dados e informar as intervenções possíveis. Então, a gente quer conhecer melhor, precisar as evidências sobre as vantagens e desvantagens, para, a partir daí, formular as ações estratégicas, seja no plano de políticas públicas ou no âmbito organizacional das iniciativas corporativas”, diz Diniz. Segundo Carolina, no quesito digitalização do trabalho, as organizações na América Latina ainda estão atrasadas em relação às de países desenvolvidos. “As transformações provocadas pela quarta revolução industrial têm provocado um aumento exponencial da digitalização de processos, informações e tomadas de decisão. As economias mais desenvolvidas mostram maior capacidade de adaptar suas ocupações ao teletrabalho, porque o teletrabalho é, em última análise, um indicador da digitalização de ocupações profissionais. Quanto melhor nos adaptarmos, não apenas poderemos trabalhar durante o período de pandemia, mas também estaremos mais bem preparados para a competição que começa com esse novo modelo de produção, onde a Inteligência Artificial e a impressão 3D são a nova maneira de fazer as coisas”, diz ela.  Saiba mais ouvindo este episódio do USP Analisa na íntegra. USP AnalisaO USP Analisa Vai ao ar pela Rádio USP às quartas-feiras, às 18h05, com reapresentação aos domingos, às 11h30, e também está disponível nos principais agregadores de podcast. O programa é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP. Apresentação e edição: Thaís Cardoso. Produção: João Henrique Rafael Junior. Coordenação: Rosemeire Talamone.    .
Não é de agora que a matemática é uma aliada em estudos epidemiológicos. Modelos matemáticos podem auxiliar no planejamento de ações no combate a pandemias, como é o caso atual da covid-19. E lá na Escola Politécnica (Poli) da USP cientistas trabalham no desenvolvimento de um novo modelo matemático que poderá, num breve futuro, auxiliar no combate à doença que já atinge o mundo todo. Em entrevista aos Novos Cientistas desta quinta-feira (4), a física Cristiane M. Batistela explicou como desenvolveu um novo modelo a partir de um outro já consagrado, o SIR. Os estudos de Cristiane vêm sendo realizados no programa de pós-doutorado do Departamento de Engenharia de Telecomunicações e Controle da Poli, sob a supervisão do professor José Roberto Castilho Piqueira. “O modelo SIR foi publicado em 1927, por W. O. Kermack (bioquímico escocês) e A. G. McKendrick (médico escocês)”, contou a física. Eles criaram o sistema que considera uma população fixa com apenas três compartimentos: suscetíveis (S), indivíduos saudáveis mas que podem contrair a doença; infectados (I), aqueles que contraíram a doença e são capazes de infectar os suscetíveis; e recuperados (R), que não podem contrair a doença novamente. Daí a sigla SIR. O trabalho de Cristiane foi adaptar o SIR e incluir mais dois compartimentos: os imunizados (I2), que são a classe de indivíduos que contraíram a doença e estão imunes; e óbitos (O), que são a classe dos que contraíram a doença e morreram. “Com essa inclusão de mais dois compartimentos fizemos então um novo modelo que permite descrever a propagação na população que possui todos esses grupos”, explicou.
Versatilidade das Teclas é uma série de quatro programas que aborda pianistas e tecladistas especialmente originais dos anos 70 e 80. Suas contribuições para a pluralidade da música popular brasileira são tratadas por meio da pesquisa de Carlos Eduardo Samuel, do Grupo de Estudos Radiofônicos da ECA-USP. Com uma sonoridade eletrizante, este episódio evidencia os grupos A Barca do Sol, Veludo e A cor do som. A Barca do Sol, que lançou seu primeiro disco independente em 1974, sob direção do músico Egberto Gismonti, vem representado pelas canções Arremesso e Alasca. Ambas com características importadas do rock progressivo, apresentam um lirismo e delicadeza na instrumentação e um aspecto trovadoresco na voz. Já Veludo, grupo que se tornou um dos maiores expoentes do rock progressivo brasileiro, traz um diálogo eletrizante entre o órgão e a guitarra. Diálogo presente nas músicas Veludeando, Egoísmo e Antenórium II. E, finalmente, A cor do som, grupo baiano fundado em 1977 que lançou o primeiro disco independente de Moraes Moreira. Com uma sonoridade cheia de vida e trazendo características da brasilidade, a música Frutificar traz um generoso solo de piano elétrico, uma sensação de diálogo entre os sintetizadores e uma enérgica participação da percussão. Embarque nesta viagem sonora psicodélica e extraordinária e aproveite.   Créditos do programa Direção, curadoria, montagem e edição: Carlos Eduardo Samuel Supervisão: Ivan Vilela
Comparadas com as composições de Haydn e Mozart, as obras de juventude de Beethoven são mais óbvias e parecidas com a música de outros autores clássicos. Possivelmente, isso aconteceu porque Beethoven não teve uma boa educação musical em sua infância, tendo que percorrer um caminho bastante árduo até alcançar a riqueza de sua Quinta Sinfonia ou a poesia de sua Sonata ao Luar. Este programa trata dessas obras de Beethoven e as compara com composições escritas por Haydn quando ele tinha a mesma idade. Com isso, tentamos mostrar não só o tamanho do percurso que Beethoven teve que realizar em seu aprendizado, mas também tratar das diferenças entre começar a compor no auge da linguagem clássica, como foi seu caso, e começá-lo a partir do Barroco, uma linguagem de formas mais simples. Neste programa, são apresentadas: Do compositor Joseph Haydn – Missa brevis em Fá maior, sua primeira composição conhecida; Do compositor Ludwig van Beethoven – Concerto para piano WoO 4 e a Terceira sonatina parta piano WoO 47. Créditos do Programa Apresentação, roteiro e montagem: Vitor Ramirez
Neste Momento Sociedade, José Luiz Portella fala que, na pandemia, além das questões de saúde, focadas em salvar vidas e das questões de economia, que visam a garantir emprego e sobrevivência, há também as questões psicológicas, capazes de impactar não somente o presente, com desdobramentos como estresse, depressão, ansiedade e insônia, mas também o futuro: a saída da quarentena e o estado psicológico da sociedade. Portella acredita que as políticas públicas precisarão ser elaboradas para cuidar do coletivo e garantir às pessoas experiências reais e prazerosas: “A saída da quarentena é um desafio porque envolve uma reeducação completa. A cidade pode ser um ambiente facilitador ou inóspito, pode ser gentil ou rude. Os espaços públicos ganham uma enorme relevância porque são simbólicos. Então, a questão é como utilizá-los para criar um ambiente físico e mental que cause prazer, liberdade e harmonia a tudo o que não estamos tendo”. Segundo Portella, a saída da quarentena pode representar uma oportunidade para que as cidades produzam, por meio da arte e dos esportes, o ambiente harmonioso que já não existia devido à rotina diária dos cidadãos: “Todo mundo sabe que São Paulo é uma cidade tensa, hostil, mas vai se enfronhando no dia dia de cada um e deixa isso para terceiro plano. Os instrumentos para isso são arte e esportes, mas, mais do que esporte, atividade física no geral e o local são os espaços públicos que temos e não ocupamos, como deveríamos, com a intensidade e cuidado que deveríamos. A gente pensa na arte só como atividade de contemplação e não é, pois teria que ser a arte de participação, daí vem a arteterapia e o esporte num aspecto mais de entretenimento do que de disputa, juntar pessoas, mostrar a necessidade do coletivo”.  Para ele, o celular e as novas tecnologias colocaram as pessoas muito próximas do contato, mas não de forma pessoal, física, de convivência real, porque as pessoas acabaram se afastando, o que torna a arte e o esporte fundamentais no processo de readaptação social e valorização do coletivo: “Precisamos cuidar do real, mas também do simbólico”. Saiba mais ouvindo o episódio na íntegra.
Seja no diagnóstico, prognóstico, modelagem epidemiológica ou monitoramento do isolamento, a Inteligência Artificial é uma arma poderosa contra a pandemia, porém requer um debate ético constante. O quanto dados pessoais devem ser protegidos num cenário emergencial? Até que ponto decisões como quem deve ocupar UTI quando faltam vagas podem ser auxiliadas por tecnologia? Tudo isso são escolhas que a sociedade deve fazer em conjunto. Este e outros temas foram discutidos na quarta edição do Webinar Ciência USP: Covid-19: Inteligência Artificial na Medicina, promovido no Canal USP dia 27 de maio, e que você pode ouvir nesta versão podcast. Três convidados falaram no evento, com mediação da editora de Ciências do Jornal da USP Luiza Caires. São eles: Paulo Lotufo é médico e professor titular da Faculdade de Medicina da USP, diretor científico da Associação Paulista de Medicina e ex-superintendente do Hospital Universitário da USP. Realizou pós-doutorado na Universidade de Harvard (EUA), sendo autor de diversos livros de referência em medicina e epidemiologia. Em 2018, figurou na lista de pesquisadores mais influentes do mundo em suas respectivas áreas, em relatório da consultoria Clarivate Analytics. Alexandre Chiavegatto Filho Alexandre Chiavegatto Filho é economista e doutor em Saúde Pública pela USP e professor livre-docente da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, onde dirige do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva (Labdaps), que tem como objetivo aplicar algoritmos preditivos de Inteligência Artificial a problemas importantes na área da saúde. Foi também professor convidado e pesquisador visitante na Universidade de Harvard (EUA). Marcela Mattiuzzo é advogada especializada em proteção de dados pessoais e sócia da VMCA Advogados nas áreas de antitruste e proteção de dados. Atualmente doutoranda na Faculdade de Direito (FD) da USP, foi assessora e chefe de gabinete da Presidência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e e pesquisadora visitante na Universidade de Yale (EUA). Produção: Luiza Caires e Kleison Paiva Mediação: Luiza Caires Edição de som: Guilherme Fiorentini
Reação normal frente a situações de medo ou expectativa, a ansiedade é considerada doença quando o indivíduo não consegue controlá-la, sofrendo por longo período. Nesses casos, o diagnóstico pode ser Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). TAG é uma condição que envolve preocupação excessiva e desproporcional com os acontecimentos. Pode estar associada à depressão e aumentar o impacto negativo na vida das pessoas que sofrem com o problema, podendo levar a comportamentos de risco e dependência química. No Brasil, o diagnóstico de TAG marca a vida de quase 10% da população, sendo 7,7% dos casos em mulheres. No resto do mundo, a média é bem menor, ficando em torno de 3,6%. E, neste momento de pandemia, transtornos ansiosos como o TAG precisam ainda mais de cuidados. Neste episódio do podcast Pílula Farmacêutica, a acadêmica Giovanna Bingre, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP em Ribeirão Preto, dá detalhes sobre esse transtorno e alerta sobre o fato de que “as coisas que costumam induzir uma crise de ansiedade, os chamados gatilhos, nem sempre são reconhecidas pelas pessoas que passam por isso. As crises podem aparecer sem motivo aparente”. Em tempos de incerteza, como o que é vivido com a pandemia, isso pode ser potencializado. Saiba mais ouvindo o episódio na íntegra. Pílula Farmacêutica   Apresentação: Kimberly Fuzel e Giovanna Bingre Produção: Professora Regina Célia Garcia de Andrade e Rita Stella Co-produção: Rita Stella Edição geral: Cinderela Caldeira E-mail: ouvinte@usp.br Horário: segunda e quarta, às 10h40 Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS . Veja todos os episódios de Pílula Farmacêutica .
Uma das formas mais comuns de transmissão do novo coronavírus, o sars-cov-2, é pelas suas partículas, que também ficam alojadas na cavidade oral, na saliva e nas secreções das vias aéreas superiores. O professor Paulo Henrique Braz da Silva, da Faculdade de Odontologia da USP, campus de São Paulo, acaba de publicar na revista Oral Diseases o artigo Sars-cov-2: O que a saliva pode nos dizer? junto com colegas brasileiros, um chinês e uma italiana. No artigo, os pesquisadores falam sobre as vantagens do uso da saliva para o diagnóstico de contaminação pelo novo coronavírus, como agilidade e custo, por exemplo. E, ainda, que o indivíduo pode fazer sua própria coleta, não expondo o profissional de saúde. No Momento Odontologia desta semana, ele alerta sobre o perigo das partículas do vírus presentes na saliva e sobre o comportamento do vírus na boca.  Braz da Silva explica que o diagnóstico sobre a presença do novo coronavírus na cavidade oral é feito no material genético colhido que passa por análise molecular.  Além da eficácia dos exames feitos com saliva, esse material é importante “na busca por um medicamento para o tratamento da infecção pelo novo coronavírus, e até mesmo para uma futura vacina”. O pesquisador lembra que as únicas medidas atualmente para evitar o contágio pelo novo coronavírus continuam sendo o isolamento social e o uso de máscaras.  Também alerta para as fake news e mensagens de WhatsApp com fórmulas para bochechos que supostamente evitam o contágio ou a permanência do vírus na boca. Sobre a cavidade oral, concluiu que outros vírus também habitam esse ambiente e não vão necessariamente causar doenças, pelo contrário, podem ser benéficos. Ouça no áudio acima a íntegra do Momento Odontologia.  Momento Odontologia Produção e Apresentação: Rosemeire Talamone Co-Produção: Alexandra Mussolino de Queiroz (FORP), Letícia Acquaviva (FO), Paula Marques e Tiago Rodella (FOB) Edição Sonora: Gabriel Soares Edição Geral: Cinderela Caldeira E-mail: ouvinte@usp.br Horário: segunda-feira, às 8h05 Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS   Veja todos os episódios do Momento Odontologia     .
Os humanos são os únicos seres a habitar um planeta no Universo? Existe algum tipo de vida fora da Terra? E se houver alguma outra civilização, similar a nossa, seria possível a comunicação e o intercâmbio tecnológico com eles? E qual seria o impacto dessa descoberta para a humanidade? Nesta edição, a equipe do podcast ViaCast conversou sobre esses temas com o pesquisador de astrobiologia Douglas Galante. Ele explicou o que é o Paradoxo de Fermi, quais são os sinais que podem indicar a existência de vida extraterrestre e se é possível que seja inteligente. O podcast discute ainda o que são e qual a importância das bioassinaturas e tecnoassinaturas. A equipe do podcast também fala sobre o cientista Carl Sagan e a divulgação científica, além de exploração espacial brasileira e o futuro da tecnologia. Sobre o convidado: Douglas Galante, bacharel em Ciências Moleculares pela USP, doutor em Astronomia pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP e pós-doutor pelo mesmo instituto. Atualmente é pesquisador do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS/CNPEM), trabalhando principalmente na área de Astrobiologia e Ciências Planetárias. É também pesquisador associado do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia, NAP-Astrobio (IAG/USP) e tem experiência no estudo dos efeitos da radiação sobre sistemas químicos e biológicos, da micro à macro escala. Utiliza ferramentas teóricas, experimentais e de trabalho para o estudo da interação da vida com seu ambiente, de maneira a extrapolar para outros planetas a informação da vida atual em regiões extremas da Terra, e da vida pretérita, do registro fóssil. Trabalha também com o fenômeno da origem da vida, sua adaptação às superfícies planetárias e a habitabilidade do Sistema Solar, inclusive utilizando plataformas espaciais. Conheça mais do Via Saber! Siga-nos em nossas redes sociais para sempre ficar ligado em mais eventos, rolês e conteúdo científico! Insta: instagram.com/via.saber Ficha técnica do episódio: Direção: Felipe Alonso Produção: Breno Natale Apresentação: Henrique Damasceno (host), Lilian Sagan (host) e Caio Dallaqua (not a host). Edição: Felipe Alonso e Daniel Gomes Redação: Breno Natale Design da capa: Julia Lago Matsui Apoio: Jornal da USP
O programa Diálogos na USP, exibido no dia 22/5 no Canal USP discutiu a situação e a invisibilidade dos indígenas na pandemia, tanto em comunidades que vivem nas periferias das cidades e enfrentam situações de abandono e perda de referências culturais quanto em regiões distantes de Estados como Amazonas, Maranhão e Pará.  Os problemas crônicos que as comunidades estão enfrentando com as questões da pandemia do coronavírus são: higiene e saúde básica. Os convidados foram Sonia Guajajara, liderança indígena, Marcos Wesley de Oliveira, do Instituto Socioambiental, e Marta Rosa Amoroso, do Centro de Estudos Ameríndios da USP.   Diálogos na USP   Apresentação: Marcello Rollemberg Produção: Fátima Alves e Christiane Braga Edição geral: Cinderela Caldeira Edição Sonora: Guilherme Fiorentino Horário: sexta-feira, às 11h00 Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS . .
A desigualdade social que marca a história do continente latino-americano fica mais acentuada no atual quadro da covid-19. Espalhada por praticamente todos os países, a doença exige medidas severas de controle sobre a mobilidade das pessoas e a adoção de protocolos sanitários rígidos. Além da população mais pobre das periferias das grandes cidades, existe um contingente que está sendo bastante afetado: os imigrantes. Com o fechamento das fronteiras entre os países, muitos deles vivem uma situação crítica, sendo obrigados a recorrer ao auxílio de entidades beneficentes para sobreviver. Sua situação jurídica está paralisada e muitos que desejam voltar ao seu país de origem, não podem fazê-lo. Como fica a situação dos imigrantes em meio à pandemia? Que respostas é possível dar a eles para garantir condições mínimas de vida? Essas e outras questões foram debatidas nesta edição do Brasil Latino, que teve a participação do advogado Victor del Vecchio, consultor da ONU Migração e pesquisador do Grupo de Estudos sobre Proteção Internacional de Minorias da Universidade de São Paulo (Gepim-USP). Brasil Latino O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17h, pela Rádio USP FM 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). As edições do programa estão disponibilizadas em @brlatino, nos podcasts do Jornal da USP (jornal.usp.br) e nos agregadores de áudio como Spotify, iTunes e Deezer. . 
A água é um recurso essencial que percorre todos os lados do nosso cotidiano. No entanto, sete anos atrás, a região metropolitana de São Paulo sofreu com a falta dela durante uma das piores crises hídricas do Estado. A recuperação foi possível, mas será que aprendemos com ela a fim de evitarmos futuros problemas? Durante o período de isolamento, o Momento Cidade fará uma série de episódios diferentes. Nas próximas edições, conversaremos com pesquisadores que estudaram temas específicos sobre São Paulo e, de vez em quando, vamos além da capital paulista para entender em detalhes o passado, os problemas e os avanços dessa região. Nesta semana, entrevistamos o pesquisador Fabiano Alves, autor da dissertação Escassez, segurança hídrica e os negócios com a água na região metropolitana de São Paulo, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Alves estudou o fenômeno da estiagem de dois verões que acarretou a crise hídrica de São Paulo entre 2013 e 2015. O estudo analisou elementos históricos no serviço de saneamento da cidade que podem ter interferido no abastecimento de água da região. Além disso, mostrou como a crise impactou nas estratégias dos agentes responsáveis pela regulação e distribuição da água na região, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e o próprio governo estadual. Para Alves, o trabalho nos ajuda a pensar melhor em métodos de prevenção para que a falta de água não volte a assombrar São Paulo. De acordo com o pesquisador, “é importante que a sociedade civil esteja muito atenta aos passos que serão dados pelas empresas de saneamento que fazem a distribuição desse precioso recurso que é a água”. A dissertação completa pode ser acessada neste link. Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou seu aplicativo de podcast favorito.  
A busca por informações confiáveis sobre ciência e saúde cresceu durante a pandemia de covid-19. Além da mídia tradicional, os veículos ligados a instituições de pesquisa e divulgadores científicos estão entre as fontes buscadas pela população. Dentro desse contexto, o USP Analisa apresenta nesta semana a segunda parte da entrevista com a editora de Ciências do Jornal da USP, Luiza Caires, e com o coordenador do Pint of Science no Brasil e também coordenador de projetos educacionais do Instituto Questão de Ciência, Luiz Gustavo de Almeida. Além de discutir o papel da divulgação científica neste momento, eles falam das próprias experiências no cenário atual. Além do crescimento na demanda por divulgação dentro da Universidade e do crescimento expressivo do acesso às mídias da Universidade, Luiza se deparou com um desafio: a organização de webinars. Mesmo não sendo algo novo, ela acredita que a modalidade funciona bem, diante do isolamento social. “Talvez pela vontade de estar engajado com o público de alguma maneira, mesmo que não seja presencial, estar ao vivo faz um pouco de diferença. Todo mundo interagindo ali no chat, na mesma hora, assistindo à mesma coisa, acaba sendo um pouco diferente do que simplesmente um vídeo postado ali no YouTube”, diz ela. Almeida também trouxe sua experiência com a organização de uma versão digital do Pint of Science, festival internacional de divulgação científica realizado anualmente em vários países.“É uma coisa que a gente não pensava muito em fazer, porque a experiência proporcionada durante o evento presencial ainda é impossível de criar no ambiente virtual. Mas a gente se surpreendeu muito com esse alcance, eu acho que nenhum dos palestrantes, dos apresentadores que estavam ali, falaram para mais de 400 pessoas ao mesmo tempo. E lá eles estavam falando para 1.500 pessoas e o pessoal interagindo no chat. Então, o alcance da internet é realmente incrível”, diz ele. Saiba mais ouvindo este episódio do USP Analisa na íntegra. USP AnalisaO USP Analisa Vai ao ar pela Rádio USP às quartas-feiras, às 18h05, com reapresentação aos domingos, às 11h30, e também está disponível nos principais agregadores de podcast. O programa é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP. Apresentação e edição: Thaís Cardoso. Produção: João Henrique Rafael Junior. Coordenação: Rosemeire Talamone.    .
Por causa da covid-19, já faz meses que o assunto mais falado do nosso dia a dia é um vírus. Em meio aos cuidados na prevenção à doença e de tantas notícias sobre o coronavírus, às vezes falta tempo para fazer as perguntas mais básicas sobre o universo desse “vilão” microscópico. Neste episódio da série Ciência USP em Quarentena conversamos com o professor Elliot Kitajima, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP. Ele é agrônomo, trabalha com vírus há mais de 60 anos e contou o que os cientistas sabem sobre as origens e o comportamento dos únicos seres acelulares do nosso planeta. Apresentação e produção: Silvana Salles Edição de som: Guilherme Fiorentini Este episódio contém conteúdos da EBC.
Versatilidade das Teclas é uma série de quatro programas que aborda pianistas e tecladistas especialmente originais dos anos 70 e 80. Suas contribuições para a pluralidade da música popular brasileira são tratadas por meio da pesquisa de Carlos Eduardo Samuel, do Grupo de Estudos Radiofônicos da ECA-USP. Quatro bandas do final dos anos 1960 se destacavam com um rock psicodélico e progressivo de excelência, através de experimentações das mais variadas com a música popular brasileira e o rock feito lá fora. Eram as bandas Equipe Mercado, A Tribo, Som Imaginário e Módulo 1000, fazendo um som de vanguarda que chegou às mãos da gravadora Odeon para a antológico disco-coletânea Posições, de 1971. O Som Imaginário, banda formada para acompanhar Milton Nascimento, participou com a música A Nova Estrela. O rock psicodélico dos anos 60, com ênfase na harmonia dissonante, está presente na banda Equipe Mercado. Assim como A Tribo, na qual figuraram músicos como Naná Vasconcelos e Toninho Horta, que procurava sonoridades não convencionais dos instrumentos e da voz. O Módulo 1000 era uma banda carioca com experiência de músicos da noite, dos bailes da época. Contudo, com excelência técnica, criaram um rock progressivo e psicodélico que chamou muita atenção, chegando a ter participação no filme Despertar da Besta, de Zé do Caixão. As experimentações sonoras com os amplificadores, manipulação de fita magnética e com equipamentos criados por eles mesmos fizeram parte da sonoridade do grupo. Também há destaque para o grupo Vímana, formado por dissidentes do Módulo 1000 reunidos com outros integrantes, entre os quais o hoje bem conhecido Lulu Santos, tendo mais tarde outros ilustres como Lobão e Patric Moraz, ex-Yes. Muitos desses músicos integrariam o background instrumental da música popular brasileira nos anos seguintes. Surpreenda-se.   Créditos do programa Direção, curadoria, montagem e edição: Carlos Eduardo Samuel Supervisão: Ivan Vilela
Em sua infância, Beethoven estudou violino e sempre se interessou muito pelos outros instrumentos de corda, tendo frequentado assiduamente as sessões de quartetos de corda realizados na residência do príncipe Lichnovsky durante a década de 1790. Esse gosto de Beethoven se alia à sua vocação para o piano, resultando num intricar muito sutil entre violino e piano em suas composições para essa formação. Abordamos esse repertório, mostrando as diferenças entre a simplicidade de suas Variações escritas em 1792, época em que residia em Bonn, e a discursividade mais desenvolvida de duas Sonatas para Violino e Piano compostas oito anos depois, quando já residia no meio musical de Viena. No programa, são apresentadas: Variações para Violino e Piano sobre a ária “Si vuol Ballare” da ópera “As Bodas de Fígaro”, de Mozart. Sonata para Violino e Piano Op. 24. Sonata para Violino e Piano Op. 30 n. 3. Jornadas com BeethovenSérie semanal sobre a vida e a música do compositor Ludwig van Beethoven para comemorar os 250 anos de seu nascimento. A série está dividida em capítulos mensais: o primeiro programa do mês é essencialmente biográfico e delimita o período da vida de Beethoven a ser tratado, cujas músicas são apreciadas nos demais programas do mês. O programa é transmitido pela Rádio USP, às sextas-feiras, às 21h, e disponibilizado como podcast às quartas-feiras.Roteiro e apresentação: Vitor Ramirez Revisão: Gustavo Xavier   .
O podcast Saúde Sem Complicações desta semana recebe a professora Luciana Martins de Carvalho, especialista em Reumatologia Pediátrica do Departamento de Pediatria e Puericultura da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, para falar sobre a síndrome de Kawasaki.  A professora explica que a síndrome de Kawasaki é uma doença inflamatória descoberta na década de 60 pelo médico japonês Tomisaku Kawasaki. É caracterizada por alterações na boca, olho, pele e também por febre persistente que acomete, na maior parte dos casos, crianças menores de 5 anos de idade e pode evoluir para aneurismas nas artérias coronárias.    Luciana diz que a doença é rara e acontece com mais frequência no continente asiático, geralmente pela combinação de disposições genéticas com fatores ambientais, como as infecções virais. A professora chama a atenção para a realização do tratamento, feito com medicações logo no começo dos sintomas, pois a doença pode deixar sequelas por toda a vida e provocar até mesmo infarto no futuro.  Chama a atenção também devido ao aumento de casos nos últimos meses. A culpa é da pandemia do novo coronavírus, diz Luciana, já que a síndrome de Kawasaki é induzida, geralmente, por infecções virais em pacientes com predisposição genética para a doença. Itália e Inglaterra, observa a professora, foram os países que apresentaram aumento dos casos da síndrome e, portanto, acredita-se que pode ter relação com a covid-19.  Para saber mais, ouça o podcast na íntegra no player acima. Saúde sem complicações Apresentação: Mel Vieira Produção: Mel Vieira e Flávia ColtriEdição: Rita Stella Edição Sonora: Mariovaldo Avelino e Luiz Fontana Coordenação: Rosemeire Talamone Edição Geral: Cinderela Caldeira E-mail: ouvinte@usp.br Horário: terça-feira, às 13h. Veja todos os episódios da Saúde sem complicações Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS   .
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Comentários (7)

Guilherme Bossardi

Não está sendo possível ouvir. Não está rodando

Mar 30th
Responder

andressa soli

sensacional!!

Mar 21st
Responder

Walkyria Louzada

ótimo

Mar 6th
Responder

Murilo Alencar Alves Júnior

O áudio da entrevistada está bem ruim.

Feb 5th
Responder

Cecilia Bastos Ribeiro

Fui citada nesse episódio do Ciência USP.. logo logo sai o vídeo que fizemos nessa expedição de caça aos dinossauros em Mato Grosso. Quer saber como é o trabalho de um paleontólogo?? escuta aí...

Nov 21st
Responder

Pablo Saavedra

som com ruídos. difícil de ouvir

Aug 28th
Responder

Augusto Menna Barreto

Muito bom. Parabéns

Jan 29th
Responder
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