DiscoverFrequência Política
Frequência Política
Claim Ownership

Frequência Política

Author: InfoMoney

Subscribed: 745Played: 20,759
Share

Description

Podcast de análise política do InfoMoney e da XP Investimentos. Um bate-papo leve sobre os assuntos mais relevantes da semana, sempre de olho no que mexe com a economia. Tudo o que você realmente precisa saber dos três poderes.
85 Episodes
Reverse
A pouco mais de um mês das eleições municipais, o governo Jair Bolsonaro e o senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator da PEC do Pacto Federativo e do Orçamento, decidiram deixar para depois do pleito a apresentação dos detalhes do programa Renda Cidadã e suas fontes de financiamento.Com isso, o calendário que já era apertado para a aprovação de proposições com tramitação complexa no Congresso Nacional se torna um desafio ainda maior para os articuladores políticos do Palácio do Planalto.Outro obstáculo vem da queda de braço antecipada entre grupos de deputados pela sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) no comando da Câmara. O impasse entre o atual presidente, que tenta emplacar o nome de um aliado na disputa, e o líder do "blocão" Arthur Lira (PP-AL) já começou a interditar os trabalhos na casa legislativa.No Judiciário, em meio às homenagens a Celso de Mello, que deixa o Supremo Tribunal Federal pouco antes de completar os 75 anos, o desembargador Kassio Nunes Marques intensifica conversas com senadores antes de ser sabatinado para o cargo. O indicado pode ampliar a porção de ministros garantistas na Corte.Também têm forte repercussão no mundo político o encontro entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Dias Toffoli, a fala do mandatário que diz ter terminado com a Lava Jato por não haver mais corrupção no governo e a decisão do STF de levar o julgamento de ações penais das Turmas para o plenário.
A ideia apresentada pelo governo federal de financiar o Renda Cidadã, novo programa social que substituirá o Bolsa Família e sucederá o auxílio emergencial, com recursos de precatórios de do Fundeb gerou reações negativas de agentes econômicos e de parte dos mundos político e jurídico.O movimento foi associado pelos críticos a um truque para escapar de qualquer corte de gastos que o benefício exigiria e recebeu posteriores ataques do próprio ministro Paulo Guedes, que participou do anúncio do acordo político no início da semana. Com isso, os debates sobre como tirar o programa do papel voltam à estaca zero.Quais seriam os caminhos possíveis para viabilizar o novo programa? Qual é o ambiente político para essa discussão? Há tempo hábil para a aprovação de uma proposta ainda em 2020? É o que nossos analistas discutem nesta edição do podcast.A vitória da Petrobras no Supremo Tribunal Federal (STF) com o aval para a venda de refinarias sem necessidade de aprovação pelo Congresso Nacional ou processos licitatórios mais complexos e a indicação do desembargador Kassio Nunes para a vaga do decano Celso de Mello no tribunal também foram analisados no programa.
Donald Trump e Joe Biden estiveram, pela primeira vez, frente a frente pela disputa presidencial nos Estados Unidos. Em debate marcado por ataques, interrupções e muita gritaria, os dois candidatos pouco falaram sobre propostas para o país e buscaram desqualificar um ao outro em uma disputa que promete esquentar nas próximas semanas. Qual o saldo do encontro? E o que esperar pela frente? É o que nossos analistas comentam neste episódio especial sobre eleições americanas.
O governo federal voltou a intensificar as apostas na criação de um imposto sobre transações financeiras. O movimento ocorre dias antes da esperada votação de vetos presidenciais no Congresso Nacional - entre eles o que impediu a prorrogação em um ano da desoneração da folha de salários a 17 setores econômicos. E também na semana em que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está afastado dos trabalhos, em recuperação da Covid-19. O parlamentar é um dos maiores críticos à ideia do novo imposto.O ministro Paulo Guedes tenta emplacar a proposta como solução para viabilizar uma desoneração mais ampla, que também poderia dialogar com o novo programa social que o governo tenta construir para suceder o auxílio emergencial.Qual é o ambiente político para essa discussão? Quais são as chances de o tema avançar no parlamento, mesmo com as resistências de Maia e o calendário apertado?É isso que nossos analistas respondem nesta edição do podcast, que também analisou as costuras no mundo político para a geração de espaço no orçamento suficiente para turbinar o Bolsa Família com outro nome.No segundo bloco, a discussão migrou para o Poder Judiciário, com o Supremo Tribunal Federal às vésperas de um julgamento importante para o futuro da Petrobras e da política de privatizações do governo Bolsonaro.
As notícias de que o governo federal estudava congelar o salário mínimo e aposentadorias por dois anos e promover cortes em programas sociais destinados a idosos e deficientes para viabilizar a construção de um novo programa de renda mínima irritaram o presidente Jair Bolsonaro, que chegou a dizer que estava proibido falar em Renda Brasil até o fim de sua administração e ameaçou membros da equipe econômica de "cartão vermelho".No entanto, menos de 24h depois, o próprio presidente deu sinal verde para o senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator da PEC do Pacto Federativo e do Orçamento de 2021, dar continuidade às discussões sobre o novo programa que deverá substituir o Bolsa Família. O movimento gera novas dúvidas sobre os caminhos para financiar o sucessor do auxílio emergencial e o espaço que o ministro Paulo Guedes (Economia) terá nas discussões.Quais são as mudanças trazidas pelo fato novo? O risco fiscal de descumprimento do teto de gastos cresceu? O que é possível fazer para viabilizar financeiramente o novo programa sem gerar impactos sobre programas sociais já existentes? Como fica a equipe econômica após mais uma reprimenda pública do presidente? É o que nossos analistas políticos respondem neste episódio. O pontapé inicial para a corrida eleitoral nos municípios e a nacionalização de algumas estratégias partidárias também foram assunto do programa, assim como os impactos políticos da tragédia ambiental das queimadas na Amazônia e no Pantanal e o negacionismo por parte de autoridades federais.
A disparada nos preços de produtos da cesta básica, especialmente do arroz, gerou preocupação no Palácio do Planalto e fez com que o governo eliminasse alíquotas para importação do produto e cobrasse "patriotismo" a donos de supermercados.Quais são os impactos políticos da alta nos preços de alimentos em um momento de redução nos repasses do auxílio emergencial, de R$ 600 para R$ 300? O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode sofrer os efeitos da conjuntura em sua popularidade? E como reagiram os agentes econômicos às respostas dadas até o momento?São algumas das perguntas respondidas por nossos analistas políticos neste episódio. O programa também abordou as discussões para a inclusão do Renda Brasil (novo programa de renda mínima que substituirá o Bolsa Família) na PEC do Pacto Federativo, sob a relatoria do senador Márcio Bittar (MDB-AC). Além dos desafios para a instalação da CCJ na Câmara dos Deputados, movimento fundamental para a tramitação da reforma administrativa na casa.No segundo bloco, o destaque ficou com as expectativas com a gestão do ministro Luiz Fux no comando do Supremo Tribunal Federal pelos próximos dois anos. Quais devem ser as pautas prioritárias? O que esperar do futuro da Lava Jato? Como deverá ser a relação com o presidente Jair Bolsonaro? Acompanhe!
O governo Jair Bolsonaro encaminhou, nesta semana, sua proposta de reforma administrativa ao Congresso Nacional. O texto cria cinco tipos de vínculo para servidores e prevê estabilidade em apenas um dos casos. As regras, porém, só envolveriam futuros servidores e têm pouco impacto fiscal a curto e médio prazos.Como foi a reação dos parlamentares ao texto? O que esperar da tramitação da proposta às vésperas das eleições municipais? Há chances de avançar? É o que nossos analistas respondem nesta edição do podcast.O Projeto de Lei Orçamentária de 2021 também foi assunto do programa. O texto mostra um aperto sobre as despesas não obrigatórias e coloca a regra do teto fiscal como a principal âncora fiscal do país. A ausência do programa Renda Brasil nas previsões de despesas gerou dúvidas, e analistas voltam a falar em riscos de furo do teto ou "shutdown". A batalha terá capítulos decisivos no Congresso.Por fim, nossos analistas discutem os movimentados eventos do Poder Judiciário, com a confirmação do afastamento do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), por 180 dias pela Corte Especial do STJ, a saída de Deltan Dallagnol do comando da Lava Jato em Curitiba e as expectativas com a gestão de Luiz Fux à frende do STF.
A recusa do presidente Jair Bolsonaro à proposta apresentada pela equipe econômica para o programa Renda Brasil traz novamente o complexo mosaico orçamentário e os riscos de flexibilização do teto de gastos ao centro do debate político.A disputa entre a área fiscalista e a "gastadora" do governo deverá ser ampliada para o Congresso Nacional, com a entrega da peça orçamentária em 31 de dezembro.Como o governo fará para acomodar todas as pressões diante de uma realidade cada vez mais apertada de recursos? É possível encontrar outros modelos para um programa de renda mínima amplo, que agrade ao presidente?É o que nossos analistas discutem nesta edição do podcast.Também foram assunto a nova estratégia do governo para avançar com a privatização da Eletrobras, as expectativas com uma nova rodada de votação de vetos presidenciais no parlamento e a nova derrota sofrida pelo lavajatismo na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal.
Após uma surpreendente derrota no Senado Federal, o governo Jair Bolsonaro teve que suar para evitar que o veto que proibiu reajustes salariais, novas contratações e progressão na carreira de servidores públicos federais, estaduais e municipais fosse derrubado pelos deputados.O resultado foi uma vitória para o governo, mas mostra dificuldades enfrentadas pela agenda fiscal no parlamento e deixou fissuras que terão de ser resolvidas para o andamento da pauta até o fim do ano. A dependência do poder de articulação de Rodrigo Maia (DEM-RJ), as declarações duras do ministro Paulo Guedes (Economia) e a hesitação do próprio presidente em defender com ênfase a responsabilidade fiscal dão alguns sinais do que pode estar por vir.O cenário que se desenha para as pautas econômicas com os eventos recentes é um dos assuntos desta edição especial do podcast.O programa também aborda os balões de ensaio do governo para tentar fechar o apertado Orçamento de 2021, o julgamento do chamado "dossiê antifascista" e a corrida pela vaga do ministro Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal.
Nossos analistas comentam as movimentações no mercado de apostas (muito acompanhado na antecipação de tendências para as eleições americanas), os resultados das convenções partidárias com a confirmação de Joe Biden como candidato pelos Democratas, e a polêmica envolvendo a votação pelo correio em tempos de pandemia.
A "debandada" de dois secretários especiais do Ministério da Economia acendeu o sinal de alerta para Paulo Guedes, que cobrou do presidente Jair Bolsonaro uma defesa mais enfática da agenda de responsabilidade fiscal. A ambiguidade de Bolsonaro ressalta uma guerra que se intensifica no governo federal às vésperas do envio do Orçamento de 2021 ao Congresso Nacional. Como Bolsonaro irá se comportar daqui para frente? Quais são os limites para a permanência de Guedes no governo? O que esperar da agenda liberal neste contexto? É o que nossos analistas respondem nesta edição.
Na estreia do Política sem Fronteiras, bloco especial do podcast, em que o foco é política internacional, Victor Scalet e Sol Azcune conversam sobre as eleições nos EUA. Os temas foram o sistema eleitoral americano, o estado da corrida e a possível escolha de vice-presidente de Joe Biden. Não deixe de seguir o Política sem Fronteiras e também o Frequência Política.
Audiência pública com Paulo Guedes marca a retomada dos trabalhos na comissão mista da reforma tributária no Congresso Nacional e sinaliza obstáculos para o avanço de um texto mais robusto sobre o assunto. Expectativas com o Orçamento de 2021 explicitam disputa interna no governo, e riscos de furos no teto de gastos tornam-se mais evidentes. No Senado, os planos de reeleição de Davi Alcolumbre levam à pauta um projeto que limita os juros do cartão de crédito e cheque especial. Enquanto no Supremo, Edson Fachin escreve novo capítulo na guerra entre as forças-tarefas da Lava Jato e a PGR.
Os analistas políticos da XP Investimentos analisam os principais temas que dominarão a pauta dos Três Poderes no segundo semestre. O que esperar da reforma tributária no Congresso Nacional? Como o governo vai construir o Renda Brasil? E qual será a bandeira da gestão de Luiz Fux no Supremo Tribunal Federal?
Nessa semana a saída do MDB e do DEM do bloco de centro chamou atenção de todos que analisam a política brasileira. No episódio de hoje, nossos analistas conversam sobre os impactos desse movimento e também sobre a pauta do STF que interessa muito ao ministro Paulo Guedes. Esse é o Frequência Política.
O governo entregou nessa semana a proposta para a reforma tributária. No episódio de hoje, Marcos Mortari, Paulo Gama, Débora Santos e Victor Scalet analisam e comentam os pontos da proposta e quais as chances de aprovação. Esse é o Frequência Política, o podcast de política da XP Investimentos e do InfoMoney.
No episódio #67 do podcast, Paulo Gama, Victor Scalet, Débora Santos e Marcos Mortari debateram sobre o anúncio feito pelo governo da prorrogação do pagamento do auxílio emergencial e sobre a possibilidade da criação de um novo programa de renda. A briga entre a PGR e a equipe da Lava Jato também foi assunto do podcast. Esse é o Frequência Política, o podcast de política da XP Investimentos e do InfoMoney.
No episódio #66, Debora Santos, Paulo Gama, Victor Scalet e Erich Decat discutem como a aprovação do novo marco legal do saneamento básico impacta a economia brasileira. Esse é o Frequência Política, o podcast de política da XP Investimentos e do InfoMoney.
No episódio #65 do Frequência Política, nossos analistas debateram sobre os efeitos da prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro e o que isso representa para o governo. Esse é o Frequência Política, o podcast de política da XP Investimentos e do Infomoney.
loading
Comments (7)

janice ribeiro

Vc desconhecem bastante sobre os mecanismos de "aumentos ' do funcionalismo ...Esses aumentos se referem basicamente ao crescimento vegetativo da Folha, ou seja, aumentos automáticos por tempo de serviço, etc

May 9th
Reply

Salatini

23h59: A CPMF é um abuso. O presidente não pode concordar com o retorno dela. 00h: Presidente demite defensor da CPMF porque ele (presidente) sempre foi contra a criação de novos impostos. Imprensa: Defensor da CPMF foi demitido porque estava se aproximando da família Bolsonaro. tsc tsc tsc

Sep 14th
Reply

Leonardo Alves

excelente discussão e pontos de vista da equipe do podcast

Aug 26th
Reply (1)

Leonardo Alves

olha o nível de discussão que estamos tendo no Brasil... discutindo quem será o protagonista de uma reforma ... onde tem uma competição por qual a melhor proposta.. onde seria possível pensar nessa situação ... independente se é o PSL o partido de situação, é esse modelo que devemos seguir nos próximos governos... todos pelo Brasil

Aug 26th
Reply

Augusto Menna Barreto

Bolsonaro cai até julho. Só não vê quem não quer. Não tem pacto nenhum.

Jun 4th
Reply

Ivone Raiser

Ele está tentando fazer o melhor para o Brasil que deixaram quebrar.

May 6th
Reply
Download from Google Play
Download from App Store