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E eu com isso?

E eu com isso?

Autor: Instituto Brasil Israel

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O podcast do Instituto Brasil-Israel (IBI). Com Anita Efraim e Amanda Hatzyrah.

Anita Efraim é jornalista, paulistana judia e fã incondicional de futebol.

Amanda Hatzyrah é professora e pesquisa temas relacionados à literatura e cultura judaica, língua hebraica e sociedade israelense, na Universidade de São Paulo. Yogin não praticante, tem uma obsessão estranha pelo ator Nicolas Cage (assistiu ao filme "Adaptação" ao menos uma vez com cada um de seus amigos).
73 Episodes
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#73 Humor judaico

#73 Humor judaico

2020-07-0835:30

O judaísmo vai além de religião. É também cultura. Tem culinária judaica, literatura judaica, música judaica e tem também o humor judaico. Mas de onde vem essa característica? Por que judeus criaram uma forma específica de humor? Será que o humor é, também, uma tentativa de escape? Nosso convidado hoje é o humorista e mágico Ben Ludmer. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Anita Efraim
Você já reparou que vários judeus não comem carne de porco, frutos do mar e não misturam carne com leite? Essas restrições fazem parte de um conjunto de leis judaicas chamada KASHRUT. Quem segue a kashrut ou comida que está dentro dessas leis é kasher. E mesmo aquilo que é considerado kasher deve passar por uma série de inspeções. O abate dos animais, por exemplo, deve ser supervisionado por um rabino e segue regras específicas. Alguém que segue a kashrut compra um tipo específico de carne, por exemplo. Mas, para algumas pessoas, ser kasher vai além da alimentação, tem a ver com atitudes do dia a dia. Essas restrições, compõem uma tradição milenar ou têm relevância para os judeus no séc XXI? Kashrut é nosso tema desse episódio do “E eu com isso?”, o podcast do Instituto Brasil-Israel. Nosso convidado hoje é o rabino Natan Freller.
O mundo inteiro parece estar falando sobre George Floyd, Rayshard Brooks, sobre o caso Miguel, que caiu da janela em Pernambuco, sobre João Pedro, assassinado pela polícia do Rio de Janeiro, e Black Lives Matter. Nesse contexto, como se posiciona a comunidade judaica? Como judeus, se fala sobre uma obrigação de nos responsabilizar sobre qualquer tipo de discriminação, e evitar que outro holocausto venha a tomar forma de alguma maneira. Deveríamos ser os combatentes na linha de frente da luta contra o racismo? =A realidade pode ser muito diferente se pensarmos de um ponto de vista de uma comunidade ashkenazi normativa. Predominantemente brancos, temos todos os privilégios de um branco no Brasil, e dificilmente se reconhecem judeus na rua. No episódio de hoje vamos falar de uma visão bastante específica - quem são os judeus negros na comunidade judaica e como se posicionam sobre sua negritude. Hoje temos três convidados, Gabriel Richards, Rebeca Regen e Maurício Korenchendler, que têm em comum o fato de serem negros e judeus.
#70 Vida de kibutz

#70 Vida de kibutz

2020-06-1733:30

Você sabe o que são kibutzim? Se você procurar na wikipédia, você vai encontrar que são “uma forma de coletividade comunitária israelita”. Mas será que é isso mesmo? Hoje vamos conversar com alguém que viveu boa parte da vida em um kibutz e, espante-se: demorou anos pra ver uma nota de dinheiro! Hoje nosso convidado o Asi Garbarz, que já esteve aqui com a gente hoje, no episódio sobre shlichim. O Asi cresceu no kibutz Ramot menashe e vai contar um pouco da experiência que ele teve. Hoje temos mais uma pessoa da nossa equipe do “E eu com isso?” que vai participar com a gente, nossa editora de conteúdo, Malka Buchmann.
Em Israel o cenário político está cheio de novidades, o que não necessariamente é sinônimo de boas notícias. O primeiro ministro Benjamin Netanyahu está sendo julgado por corrupção.  E, além disso, o projeto de anexação dos territórios ganhou força nos últimos dias. A Autoridade Palestina anunciou uma ruptura do diálogo com Israel. Hoje vamos entender qual o contexto desses dois fatos e se, de alguma maneira, eles estão ligados. Hoje nosso convidado é João Koatz Miragaya, historiador, educador, editor e escritor do site Conexão Israel, brasileiro que vive em Israel.
Na última semana, as redes sociais se encheram de termos como “Noite dos Cristais”, “Terceiro Reich”, nazismo e outros. Não foi para falar de Holocausto exatamente… Mas sobre uma operação da Polícia Federal para desarticular uma rede de notícias falsas. Como resposta, vieram as famigeradas notas de repúdio. Da Confederação Israelita do Brasil, a Conib, do Comitê Judaico Americano. Esse é o “E eu com isso?”, podcast do Instituto Brasil Israel - que também fez nota de repúdio. Mas hoje a gente quer entender qual é a verdadeira relevância de usar o nazismo para falar de qualquer coisa, de banalizar esse termo. Hoje temos dois convidados: Karina Iguelka, psicanalista e diretora da Marcha da Vida, e Celso Zilbovicius, coordenador educacional da Marcha da Vida.
Na última sexta-feira foi Iom Ierushalaim, o dia de Jerusalém. A cidade é considerada sagrada para as três grandes religiões monoteístas. É onde está o Muro das Lamentações, o Santo Sepulcro e também o Domo da Rocha. Mas, no dia de Jerusalém, há o que comemorar? A cidade é centro de disputas políticas relevantes na região. Há quem peça para que Jerusalém se torne capital internacional de Israel e Palestina. Outros, afirmam que é a capital indivisível do estado de Israel. Esse é o “E eu com isso?”, podcast do Instituto Brasil Israel. Nosso convidado hoje é o Leonardo Leizerovith, também conhecido como Coto. Ele é guia em Israel, ou moré derech, como o André ensinou pra gente no episódio anterior, formado em Guia de Turismo pela universidade de Haifa e atualmente trabalha como sheliach no Chile.
Até segunda-feira, 18 de maio, Israel tem mais de 16 mil casos confirmados de coronavírus e quase 300 pessoas morreram de COVID-19. O governo considera os números controlados e, por isso, permitiu a reabertura gradual do país. Se você conhece alguém que vive em Israel, já deve ter visto, nas suas redes sociais, que, lá, eles já encontram amigos, podem ir à praia e estão fazendo piqueniques nos parques recém abertos. Como está a situação por lá? As fronteiras já abriram? Como fica o turismo? Vai dar pra viajar pra Israel no verão? Esse é o “E eu com isso?”, podcast do Instituto Brasil Israel. Também vamos conversar um pouco sobre como é ser guia turístico em Israel, já que nosso convidado é um especialista. Recebemos o André Wajnberg, historiador e guia turístico em Israel, da Adamá Israel.
Em árabe, Fauda significa caos. Definitivamente, caos resume bem a história da série Fauda, produção israelense que mostra a rotina, ou falta dela, de uma célula do exército israelense. A terceira temporada está no ar e, a cada episódio, a tensão domina o espectador. Nesse episódio nossa ideia é falar sobre a veracidade da série, a relevância dessa produção, o sucesso em diversos países árabes e sobre como Fauda tenta explica o tão complexo conflito israelo-palestino. Nossos convidados são Monique Shochaczewski, pesquisa associada Coordenadora Acadêmica e de Projetos do Centro Brasileiro de Relações Internacionais, e Eitan Gottfried, brasileiro que mora em Israel há 5 anos, foi paraquedista do exército Israelense, foi comandante e sargento e esteve nas fronteiras com Gaza, Hebron e Nablus. É estudante de Ciências Políticas e estudos judaicos na universidade hebraica de Jerusalém.
O iídiche era a língua oficial dos judeus na Europa até a metade do século 20. O idioma, uma mistura de hebraico com alemão, define muito da identidade judaica vivida pela comunidade naquela época. Eram filmes, livros e ecossistemas inteiros dedicados ao iídiche. Após a fundação do Estado de Israel, o iídiche foi aos poucos se dissolvendo entre as gerações que vieram e hoje são poucos os falantes da língua, que basicamente se limitam entre ultra-ortodoxos, estudiosos e gerações de avós e bisavós. Porém, sabemos o quanto o iídiche definiu muito do vocabulário da comunidade, que estão “na boca do povo” até hoje. Shleper, Shmutzik, Meshuggeneh, Mensch, Oy Vey são apenas algumas das expressões constantemente repetidas no dia-a-dia comunitário. O que essas palavras significam? Qual o status do iídiche hoje em dia? Podemos definí-lo língua morta? Esse é o “E eu com isso?”, podcast do Instituto Brasil Israel. Nossa convidada é a Lilian Starobinas, ex-presidente da Casa do Povo, que antes hospedava a escola tradicionalmente iídiche Sholem Aleichem. Participou da reconstrução da biblioteca iídiche e faz parte de grupos que estudam iídiche.
Desde que o ministro Luiz Henrique Mandetta deixou o governo Jair Bolsonaro, os judeus voltaram a ser tema em matérias de jornais, sites e outros meios jornalísticos. Isso porque, entre os cotados para o cargo, havia um judeu. Não foi o judeu que assumiu o cargo, mas Nelson Teich, um médico que nunca falou sobre a religião que segue. Por que em tantas notícias surgiram informações de que ele era judeu ou, no mínimo, “influente na comunidade judaica de São Paulo? Esse é o “E eu com isso?”, podcast do Instituto Brasil Israel. Eu sou Amanda Hatzyrah, professora e pesquisadora de temas ligados a cultura judaica e sociedade israelense. Nosso convidado é o jornalista do jornal O Globo Roberto Maltchik, apresentador do podcast diário Ao Ponto.
A gente vai voltar hoje em um tema sobre o qual falamos há bastante tempo aqui no ‘E eu com isso?’: evangélicos e a ligação com Israel. Vamos falar ainda sobre os estereótipos que circundam evangélicos e judeus. E vamos falar um pouco sobre esse momento de pandemia e como líderes religiosos podem ajudar. Nosso convidado é o pastor Henrique Vieira, que também é ator, escritor e poeta. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Anita Efraim.
Enquanto o mundo todo se preocupa com a pandemia do coronavírus, Israel enfrenta outro problema: a falta de definição no governo. Depois da terceira eleição, o presidente Reuven Rivlin deu a Benny Gantz o direito de formar coalizão. O prazo acabou nesta quarta-feira. E agora, o que aconteceu? Com a pandemia tomando as notícias, está difícil entender a situação política em Israel. Hoje, vamos falar sobre isso no “E eu com isso?”, podcast do Instituto Brasil Israel. E nossa convidada já é uma conhecida dos ouvintes. Eu sou Anita Efraim, jornalista falando diretamente de Santiago, no Chile. Nossa convidada é a Karina Calandrin, doutoranda em Relações Internacionais pelo Programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas e pesquisadora do Grupo de Estudos de Defesa e Segurança Internacional.
Chegamos ao nosso episódio de número 60 e é dia de falar de uma das séries do momento: Unorthodox, ou Nada Ortodoxa. A história de uma judia ultraortodoxa que vive no bairro de Williamsburg, no Brooklyn, Nova York, e decide fugir para Berlim. A história é baseada na autobiografia de Deborah Feldman e estrelada por Shira Haas. Nossa convidada é Marta Topel, diretora do Centro de Estudos Judaicos da USP. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Anita Efraim.
A reação do mundo, depois da Segunda Guerra, foi de uma profunda conexão entre as pessoas. Será que essa será também uma reação no mundo pós-coronavírus? Hoje, além de termos que lidar com essa memória judaica de confinamento, de medo, de fuga, também há as fake news sobre Israel, afirmando que lá não há isolamento ou que a sociedade faz o "culto do bunker". Para falar sobre esse assunto convidamos o psicanalista Christian Dunker, professor na Universidade de São Paulo e youtuber no canal "Falando nisso", e que esteve recentemente em Israel e nos territórios palestinos, a convite do IBI.
Em tempos de coronavírus, os judaísmo precisa se reinventar. Tem gente fazendo shabat por streaming, minian pela janela, famílias se reorganizando e gente tentando se adaptar. Essa semana, em vez de entrevistar uma só pessoa, pegamos diversos relatos de pessoas que estão fazendo o judaísmo acontecer de uma nova forma, que estão lutando pra se reorganizar e seguir em frente. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah
No episódio de número 57 do “E eu com isso?”, vamos falar sobre uma parte pouco conhecida da história da imigração judaica para o Brasil: as polacas. Mulheres judias muito pobres do leste europeu que vinham para o Brasil onde acabavam exercendo a prostituição para sobreviver. Nossa convidada é a historiadora e pesquisadora Beatriz Kushnir, autora do livro “Baile de Máscaras: mulheres judias e prostituição - as polacas e suas associações de ajuda mútua”. Apresentação: Marília Neustein e Anita Efraim.
No dia 2 de março, Israel viveu sua terceira eleição em menos de um ano. Os principais concorrentes são o atual primeiro ministro, Benjamin Netanyahu, do Likud, e Benny Gantz, do Azul e Branco. Nas duas primeiras oportunidades, nenhum deles conseguiu formar coalizão. Agora, na terceira tentativa, Netanyahu saiu na frente. O seu partido conseguiu 36 cadeiras, enquanto o de Gantz ficou com 32. No entanto, isso não quer dizer que Netanyahu seguirá no posto. É preciso ter uma coalizão que some pelo menos 61 cadeiras. Vamos entender qual o cenário do momento em Israel e quem parece ter mais chances de ganhar. Convidado: Rafael Reuben. Apresentação: Anita Efraim e Marília Neustein.
O coronavírus tem se espalhado por todo o mundo e, em Israel, não é diferente. Já são mais de dez casos confirmados e a doença prejudicou, inclusive, as eleições no país. Para entender como anda a situação por lá, conversamos com o doutor Daniel Fiterman Molinari, que é brasileiro, mas vive em Israel, onde atua como médico sênior do Departamento de Emergência do hospital Universitário Samson Assuta Ashdod. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Marília Neustein.
No dia 9 começa a comemoração da mais alegre das festas judaicas: Purim! Hoje, vamos explicar o que é esse chag - que quer dizer festa em hebraico. Nessa data, os judeus se fantasiam, comem banquetes e bebem até confundir Haman com Mordechai! E, claro, relembram a importância da Rainha Esther para a continuidade do povo judeu. Nosso convidado é o rabino Sany Sonnenreich. Apresentação: Anita Efraim.
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