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E eu com isso?

E eu com isso?

Autor: Instituto Brasil Israel

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O 'E eu com isso?' é o podcast do Instituto Brasil-Israel. Com convidados diferentes, aprofundamos questões religiosas, éticas, políticas e sociais, sempre evitando análises rasas e estereótipos vazios.
Anita Efraim é jornalista, mestranda em comunicação política pela Universidad de Chile e santista. Amanda Hatzyrah é professora e pesquisa temas relacionados à literatura e cultura judaica, língua hebraica e sociedade israelense, na Universidade de São Paulo.
Ana Clara Buchmann, mais conhecida como Malka, é relações públicas de formação e ativa na comunidade judaica há mais de 10 anos.
117 Episodes
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O mundo todo está falando sobre Jerusalém. Nos últimos dias, a cidade virou um cenário de guerra por causa do conflito entre a polícia e o exército de Israel e os cidadãos palestinos que vivem na cidade. Mísseis saem de Gaza para Israel e de Israel para Gaza. Tudo isso, em meio a um momento político delicado: Israel tenta formar um novo governo e o atual primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, não conseguiu somar as 61 cadeiras para continuar no cargo. Nosso convidado é Michel Gherman, professor de Sociologia e coordenador do Núcleo de Estudos Judaico da UFRJ, o Niej, também é pesquisador da Universidade Ben Gurion e Diretor Acadêmico do Instituto Brasil-Israel. Apresentação: Ana Clara Buchmann e Anita Efraim. O link mencionado no episódio: https://jewishunpacked.com/sheikh-jarrah-the-story-behind-the-story/ 
A Conib, Confederação Israelita do Brasil, é a entidade que representa os judeus brasileiros, em especial no âmbito político. Claudio Lottenberg foi eleito em novembro para voltar a ser presidente, posto que já ocupou em outras duas gestões. Pra contar um pouco sobre os projetos pros próximos anos, é ele quem está com a gente hoje. A Conib é a responsável por juntar todas as federações israelitas espalhadas pelo Brasil e por fazer todo o contato entre comunidade judaica e instituições a nível federal, como a Câmara dos Deputados, Senado Federal e presidência da República. Esse é o E eu com isso?, podcast do Instituto Brasil Israel. Como já anunciado, Claudio Lottenberg, presidente da Conib, é nosso convidado nesse episódio.
Se a gente te perguntasse quem é o judeu mais famoso da história, quem é a primeira pessoa que vem na sua cabeça? Talvez seja Moisés, Abrahão… mas eu tenho certeza que outro nome que vale ser considerado é o de Jesus Cristo. Responsável pelo início da maior religião monoteísta do mundo, Jesus nasceu judeu. Mas o que há sobre ele no judaísmo, nas fontes judaicas? Como os judeus se relacionam com a figura de Jesus? Nosso convidado é Bernardo Sorj, doutor em sociologia e professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah.
Aqui no "E eu com isso?", já falamos sobre eleições americanas, israelenses e, também, brasileiras. Agora vamos falar sobre as próximas eleições na Palestina. Marcadas para o dia 22 de maio, os palestinos irão às urnas para decidir qual será o seu novo legislativo. A situação agora se encontra fragmentada: além do clássico Hamas versus Fatah, os palestinos têm uma opção alternativa, liderada por Marwan Barghouti, político do Fatah condenado como terrorista pelo Estado de Israel por ações relacionadas à segunda Intifada. O jornal Jerusalem Post já o chamou de "Nelson Mandela Palestino". Nosso convidado é o Diogo Bercito, repórter, doutorando em História na Universidade Georgetown, ex-correspondente em Jerusalém pela Folha em 2013 e 2014, e autor do blog Orientalíssimo, na Folha de S.Paulo.
Esse episódio do “E eu com isso?”, podcast do Instituto Brasil Israel, é sobre o julgamento de Adolf Eichmann, que completou 60 anos em 11 de abril. Adolf Eichmann era chefe da Seção de Assuntos Judeus no Departamento de Segurança de Hitler. Pra tentar fugir de condenações, ele mudou de nome e foi para a Argentina. Em 1960, ele foi encontrado pelo Mossad, serviço secreto de Israel. Eichmann foi a única pessoa que recebeu a pena de morte em Israel e teve a sentença cumprida. Nossa convidada é Renata Nagamine, doutora em direito internacional pela USP e bolsista no Programa Nacional de Pós-Doutorado na Universidade Federal da Bahia, onde é professora do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais. Apresentação: Anita Efraim e Ana Buchmann Ao longo da nossa conversa, vocês vão ouvir outros trechos do relato de Zevi Ghivelder, em uma entrevista para o site Café História, na voz do Daniel Douek.
O próprio nome que se dá ao período menstrual, no hebraico, o termo niddah, quer dizer “separação”. E o tema não é tabu só na comunidade judaica, mas em toda a sociedade. É só olhar a quantidade enorme de eufemismos para designar um ciclo tão natural e biológico do corpo da maioria das mulheres, como se menstruação fosse uma palavra proibida, algo que não deve ser nomeado: “aqueles dias”, “costumes femininos”, e o mais intrigante, “regras”. E haja regra para neutralizar essa grande ameaça! Segundo o Velho Testamento, a mulher menstruada permanece sete dias impura. Qualquer um que a toque ficará impuro até o dia seguinte. A cama em que ela dormir será impura e quem tocar esse leito terá de se lavar e lavar suas roupas e por aí vai. Sem falar de questões ligadas ao moralismo religioso e à tentativa incansável de controle sobre os nossos corpos. Nada disso é coincidência. Nossa convidada é a rabina Fernanda Tomchinsky-Galanternik. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Ana Clara Buchmann
O governo Bolsonaro sempre se vendeu como um governo amigo dos judeus e de Israel. Mas, nesses dois anos de mandato do presidente, vários aliados e membros do governo - e até o próprio Jair Bolsonaro - já tiveram falas antissemitas ou desrespeitosas em relação à comunidade judaica ou ao Holocausto, quando morreram 6 milhões de judeus. A mais recente foi por parte de Roberto Jefferson, presidente do PTB e aliado do presidente. Em um post no Instagram, com a imagem de uma “deidade satânica”, Jefferson escreveu que “caananistas e judeus sacrificavam crianças para receber sua simpatia” e ainda afirmou que “hoje a história se repete”. A Confederação Israelita do Brasil, a Conib, fez uma notícia-crime contra Jefferson e um grupo de advogados denunciou o político por preconceito. O Instagram apagou o post. Pra falar sobre o Bolsonarismo e o antissemitismo, recebemos hoje Daniel Douek, cientista social, mestra em Letras pelo Programa de Estudos Judaicos e Árabes da USP e diretor do IBI, e Ricardo Brajterman, advogado que faz parte do grupo que denunciou Jefferson. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah
A gente ainda não sabe o resultado da eleição em Israel, mas o favorito é o mesmo dos últimos três pleitos: Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro desde 2009. Mais conhecido como Bibi, ele é líder do partido Likud, uma legenda de direita. Mais do que o resultado da eleição, que por ora parece um pouco óbvio, o que nos interessa saber é: Bibi é o maior político em atuação no mundo hoje? São 12 anos consecutivos no poder. De que forma isso influencia a democracia israelense? Nosso convidado é Guga Chacra, comentaria da Globonews, TV Globo e da Rádio CBN. Apresentação: Ana Clara Buchmann e Anita Efraim
Chegamos ao último episódio da nossa série sobre imigracao judaica. Até agora, já falamos dos primeiros judeus que pisaram em terras brasileiras, da imigração marroquina na Amazônia e também daqueles que saíram do leste europeu para desembarcar por aqui. Foram verdadeiras aulas de História, que nos ajudam a entender um pouco mais sobre a formação da comunidade judaica aqui no Brasil. E pra não deixar mais duvidas sobre a pluralidade do povo judeu, no episódio de hoje falaremos sobre a imigração egípcia, os judeus sefaradim, ou sefaraditas. Vamos entender juntos os motivos que levaram essa comunidade a deixar a vida no Egito e também como vieram parar justo aqui, no Brasil. Como era a vida judaica naquela região? Nossa convidada é Joelle Rouchou, que e jornalista e Doutora em Comunicação e Cultura pela ECA/USP, autora da tese que virou livro, com o título “Noites de verão com cheiro de jasmim: memórias de judeus do Egito no Rio de Janeiro”.
Os judeus chamados de ashkenazim, ou asquenazitas, são os que têm origens europeias. Alguns deles chegaram ao Brasil durante a Segunda Guerra Mundial, mas há um capítulo anterior dessa história, os judeus que chegaram do leste europeu, que já estão no Brasil há mais de 100 anos. A história judaica é marcada por perseguições. E os judeus no leste europeu tem até uma palavra específica para o que passaram: pogroms. Em iidishe, o termo quer dizer “perseguição a um grupo religioso” e surgiu na Rússia, no fim do século 19. No terceiro episódio da nossa série sobre imigração judaica para o Brasil, nosso tema são os judeus que tiveram de fugir do leste europeu. Nosso convidado é Roney Cytrynowicz, doutor em história pela Universidade de São Paulo.
8 de março é Dia Internacional da Mulher. Não necessariamente um dia de comemorar, mas com certeza pensar no papel que ocupamos na sociedade. Dentro disso, está o judaísmo. Uma das instituições mais conhecidas na luta das mulheres por espaço na religião são as Mulheres do Muro, ou, em hebraico, as Nashot HaKotel. Hoje, temos o prazer de receber Anat Hoffman, presidente do conselho das Women of the Wall. Apresentação de Amanda Hatzyrah, Ana Buchmann (Malka) e Anita Efraim. 
A primeira sinagoga do Brasil, a Kahal Zur Israel, foi fundada em Recife, quando chegaram ao Brasil os holandeses. A comunidade judaica que ali começou é o tema do segundo episódio da nossa série sobre imigração judaica para o Brasil. Quem eram esses holandeses? De onde eles vieram e para onde foram depois? A história da primeira sinagoga no Brasil é, também, a história da fundação de Nova York. Perseguidos na Inquisição deixaram a Península Ibérica, passaram pela Holanda, pelo Brasil e chegaram aos Estados Unidos. Nosso convidado é Lira Neto, jornalista e autor de "Arrancados da Terra". Apresentação: Ana Clara Buchmann e Anita Efraim.
A gente adora falar no “E eu com isso?” que a comunidade judaica é diversa. Essa diversidade diz respeito a posições políticas, crença e prática religiosa e, também, às origens. Nem todo judeu é europeu, mas alguns são. E não há comunidades apenas no sul e sudeste do Brasil. Na nossa nova série, vamos falar sobre a imigração judaica para o Brasil, a diversidade das origens e destinos dos judeus em solo brasileiro. Nosso primeiro episódio é sobre os judeus marroquinos, que chegaram ao Brasil a partir da metade do século 19 e se estabeleceram em Manaus. Sim, há judeus na Amazônia. Muitos deles são de origem sefaradi, saídos do norte de África para se estabelecerem no norte do Brasil. Nossa convidada é Anne Benchimol, nascida e criada em Manaus, colaboradora do Comitê Israelita do Amazonas desde 2006, onde ocupou, em 2012, o cargo de presidente. Hoje ela é vice-presidente desse mesmo comitê e há 15 anos tem se dedicado à pesquisa sobre o "Judaísmo na Amazônia". Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah.
Tikun Olam, o conceito de consertar o mundo é basicamente a definição de como nós, judeus, nos implicamos com as questões externas a nossa comunidade. Não só relacionado a ação social, o termo também é associado ao comportamento mais universalista do judaísmo. Talvez você esteja se perguntando “Como praticar Tikun Olam” ou “o que eu posso fazer para inserir esse conceito na minha vida?". Hoje vamos falar sobre a teoria e prática relacionada ao Tikun Olam. Nosso convidado é o rabino Rabino Adrian Gottfried, da Shalom, sinagoga masorti de São Paulo. Apresentação: Ana Buchmann e Anita Efraim Esse episódio tem apoio da Comunidade Shalom. 
A comunidade judaica tem várias instituições próprias. Escolas judaicas, as sinagogas e até mesmo um hospital judaico. Como é o caso do Hospital Israelita Albert Einstein. Mas por que a comunidade criou um hospital pra chamar de seu? O que tem de judaico no trabalho de um hospital? E de que forma a instituição se relaciona com a comunidade e os valores judaicos atualmente? Nosso entrevistado de hoje é o doutor Sidney Klajner, presidente do Einstein. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Anita Efraim
A campanha de vacinação continua em Israel, país que mais vacinou proporcionalmente sua população em todo o mundo. Ainda assim, a despeito da esperança trazida pela vacina, Israel passa por um grande problema interno que desafia a coexistência entre uma maioria laica e uma minoria ultraortodoxa. Os haredim, grupo de judeus ultrarreligiosos, são apenas 13% da população, e mesmo assim representam mais de um terço dos contaminados pela Covid-19 no país. Essa disputa não é de hoje, o confronto entre religião e Estado começou muito antes da pandemia. Dentro desse contexto, não é difícil imaginar que confrontos ocorram de tempos em tempos, mas nenhum deles foi tão expressivo quanto o da última semana, envolvendo grupos haredi e a polícia israelense. Com destruição e queima de ônibus, os ultrarreligiosos protestaram contra a intervenção das forças de segurança para conter aglomerações, já que, ignorando as recomendações do ministério da saúde, eventos como casamentos e sinagogas estão sempre cheios. Nossos convidados são a antropóloga Marta Topel, professora e diretora do Centro de Estudos Judaicos da USP. E o Richard Sihel, pedagogo e guia do Yad Vashem que mora em Jerusalém e está acompanhando tudo de perto. Apresentação: Ana Buchmann e Amanda Hatzyrah. 
27 de janeiro é o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto, isso porque neste dia, em 1945, o campo de Auschwitz foi libertado. Lá, mais de um milhão de pessoas foram vítimas dos nazistas. Entre os judeus, há uma grande preocupação para que a história seja repassada, que os jovens visitem campos de concentração, vejam filmes e leiam livros sobre o assunto. É uma tentativa comunitária de construir uma memória do maior genocídio vivido pelo povo judeu. E faz parte desse processo ouvir os sobreviventes que estão entre nós. A questão é: em breve, já não poderemos ouvir a história contada por eles mesmos. Como manter essa memória viva? Nossos convidados Marcos Guterman, jornalista do Estadão, historiador pela USP e autor dos livros “Nazistas entre Nós” e “Holocausto e Memória”; e Paulo Nassar, professor da Escola de Comunicações e Artes da USP, doutor também pela mesma ECA e autor de vários livros, entre eles, “Relações Públicas: a construção da responsabilidade histórica e o resgate da memória institucional das organizações”. Apresentação: Anita Efraim e Ana Buchmann
Quem achou que 2021 seria um ano mais calmo levou um balde de água fria logo no dia 6 de janeiro, quando centenas de apoiadores de Donald Trump invadiram o Capitólio, sede do Congresso nos Estados Unidos. Grupos diferentes se juntaram, como QAnon, Masculinistas e teve até gente com camiseta fazendo alusão a Auschwitz. Os Estados Unidos são o grande parceiro de Israel no mundo, a maior comunidade judaica fora do estado judeu e passa por um momento delicado de sua democracia. Trump prometeu apoio incondicional a Israel, mas sua base é composta por grupos de extrema direita. A convidada é Letícia Duarte, que já esteve com a gente antes, no episódio 89. Ela é jornalista radicada em Nova York, mestra em Política e Assuntos Internacionais pela Universidade de Columbia, que estuda a ascensão da extrema-direita diversos países do mundo. Apresentação: Ana Buchmann e Anita Efraim
2021 chegou trazendo pra muitos esperanças de que a crise sanitária possa chegar ao fim e, assim, a gente consiga retomar a vida como era antes. Pra que isso aconteça, só tem um jeito: a vacinação contra a covid-19. Israel tem chamado atenção em todo o mundo pela velocidade com a qual está vacinando sua população. O país tem 9 milhões de habitantes e até março, pretende vacinar todos eles. Nossa convidada é driana Del Giglio, ela é brasileira, médica e vive em Israel há dois anos. Atualmente, trabalha no hospital Ichilov, em Tel Aviv, e recebeu a primeira dose da vacina em 20 de dezembro. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah
Último episódio de 2020. Além de coronavirus, poderemos lembrar sobre esse ano, e bastante, da questão da diversidade. Teve Black Lives Matter, caso dentro do Carrefour, múltiplas campanhas de equidade racial e de gênero e até um episódio sobre judeus pretos. Teve supremacia branca nas eleições americanas, uma nova ascensão do antissemitismo na Europa, que também colocamos em episódio e o que fica desse ano tem muito a ver com empatia e um olhar diferente em torno daquele que chamamos de "o outro". Nossos convidados são o rabino Natan Freller, da comunidade Etz Chaim e a Assucena Assucena, vocalista do grupo As Baias. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Ana Clara Buchmann
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