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E eu com isso?

E eu com isso?

Autor: Instituto Brasil Israel

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Descrição

O 'E eu com isso?' é o podcast do Instituto Brasil-Israel. Com convidados diferentes, aprofundamos questões religiosas, éticas, políticas e sociais, sempre evitando análises rasas e estereótipos vazios.
Anita Efraim é jornalista, mestranda em comunicação política pela Universidad de Chile e santista. Amanda Hatzyrah é professora e pesquisa temas relacionados à literatura e cultura judaica, língua hebraica e sociedade israelense, na Universidade de São Paulo.
Ana Clara Buchmann, mais conhecida como Malka, é relações públicas de formação e ativa na comunidade judaica há mais de 10 anos.
95 Episodes
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Mais que um rabino ortodoxo, Lord Jonathan Sacks foi um dos maiores líderes judeus da modernidade. Sacks nasceu em 8 de março de 1948, na Inglaterra, e teve uma vida pautada por estudar e ensinar o judaísmo, além de combater a assimilação. Sacks morreu em 7 de novembro de 2020, mas não sem deixar um enorme legado que perpassa barreiras. Nesse episódio, vamos conhecer melhor essa história. Eu sou Ana Clara Buchmann, mais conhecida como Malka, ativista comunitária de longa data. Nosso convidado é o rabino Daniel Fainstein, reitor e professor de estudos judaicos e educação da Universidade Hebraica do México. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Ana Clara Buchmann UM AVISO: Nosso convidado fala espanhol. Se você não tem familiaridade com a língua, dá um pause aqui, vai no site do IBI e pega a transcrição das falas dele pra acompanhar!
#93 Os judeus e o PSOL

#93 Os judeus e o PSOL

2020-11-2501:03:26

A cidade de São Paulo está no meio da corrida do segundo turno pela prefeitura. De um lado, Bruno Covas, do PSDB. Do outro, Guilherme Boulos, do PSOL. Em 2016, no Rio de Janeiro, de um lado estava Marcelo Freixo, do PSOL, do outro, Marcelo Crivella, do Republicanos. Nos dois cenários, a comunidade judaica se divide, e até se ataca, para dizer em qual lado é certo votar. Há argumentos dos dois lados. Enquanto judeus que votam no PSOL acham ser a melhor escolha política para a cidade, outros argumentam que há, dentro do partido, membros antissemitas e posicionamentos contrários à criação do Estado de Israel. Como se sentem judeus que estão dentro do partido? Como eles veem essas contradições? Esse é o “E eu com isso?”, podcast do Instituto Brasil Israel. Convidados: Graziela Cohen, estudante de ciência sociais na USP, militante do RUA - Juventude Anticapitalista e do PSOL, e Bruno Cintra, ativista e militante do PSOL, formado em Direito e historiador pela PUC-RJ. Também faz parte do CoJE, um coletivo de judeus de esquerda do Rio de Janeiro. Apresentação: Ana Clara Buchmann e Anita Efraim.
#92 Casamento judaico

#92 Casamento judaico

2020-11-1853:23

Mesmo quem nunca foi a um casamento judaico, já deve ter visto em filmes ou seriados aquela cena típica do noivo pisando em um copo enquanto os convidados gritam “mazal tov”, ou do casal sendo levantado em cadeiras numa dança frenética no ar. Tem também as sete voltas debaixo da chupá, que vocês já vão saber o que é, e vários outros simbolismos. Mas o que significam todos os elementos desse ritual? Os casamentos judaicos são famosos pelas suas festas super alegres, cheias de música e muita dança. E já que o tema apareceu no último episódio do nosso podcast, decidimos aprofundá-lo no episódio dessa semana. Nosso convidado é Lucas Lejderman, o Pato, rabino do Circulo Israelita de Santiago. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Anita Efraim
Esse é um episódio um pouco diferente do ‘E eu com isso?’. Falamos sobre feminismo. Feminismo no judaísmo, na comunidade judaica, no ativismo comunitário. Essa não é uma entrevista, mas uma conversa entre quatro ativistas comunitárias e feministas. Amanda Hatzyrah, Ana Clara Buchmann, a Malka, e Anita Efraim conversam com Hanna Rosenbaum sobre como é ser mulher, judia e feminista.
Em um dia como hoje, em um 4 de novembro, o primeiro ministro de Israel, Yitzhak Rabin, discursava em uma praça no centro de Tel Aviv. Na ocasião, ele foi orientado a colocar um colete à prova de balas. Com a bandeira da paz, ele preferiu não usar e passar uma mensagem. Mas a decisão custou caro demais. Em 4 de novembro de 1995, Rabin foi assassinato por um israelense que era contra as iniciativas de paz do primeiro ministro. Há 25 anos sem Rabin, Israel se vê cada dia mais longe do diálogo e da paz com os palestinos. O primeiro-ministro ainda é a marca mais forte de paz no país. Nossa convidada é Revital Poleg, ex-presidente da Agência Judaica no Brasil, até dois anos e meio atrás. Ela foi diplomata e trabalhou com Shimon Peres durante os acordos de Oslo.  Hoje é o CEO da Wikimedia Israel. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Ana Clara Buchmann, a Malka.
A Segunda Guerra Mundial, talvez o auge da extrema direita na Europa, acabou há 75 anos. Mas isso não quer dizer que a ideologia que levou Hitler e outros líderes radicais ao poder tenha acabado também. Nesse episódio do ‘E eu com isso?’, vamos tentar entender o que é a extrema direita hoje na Europa e como isso se reflete em outros lugares do mundo. Hoje temos dois convidados, a Letícia Duarte, jornalista radicada em Nova York, mestra em Política e Assuntos Internacionais pela Universidade de Columbia, que estuda a ascensão da extrema-direita diversos países do mundo. E também Milton Blay, jornalista, correspondente em Paris e autor do livro “A Europa Hipnotizada: a escalada da extrema direita”.
Há mais de dez anos, o sequestro de um jovem soldado Israelense tomou conta do noticiário em Israel e no mundo. Gilad Shalit foi capturado na Faixa de Gaza durante um ataque contra um posto militar em 25 de junho de 2006. A operação deixou dois outros soldados israelenses e dois palestinos mortos. Shalit só saiu de seu cativeiro em Gaza cinco anos mais tarde, aos 24 anos, depois de intensas negociações com o Hamas, que exigiu que o estado israelense libertasse 1027 homens e mulheres palestinas em troca de Gilad. Mas o que esse sequestro simbolizou para a sociedade israelense na época e qual a sua importância ainda hoje? Nossa convidada hoje é a Gaby Glazman, Representante da Agencia Judaica para o cone sul.
Se você vem acomapnhando o "E eu com isso?" há algum tempo, já sabe que a situação política em Israel anda um pouco… caótica. Múltiplas eleições, casos de corrupção, problemas econômicos por conta da pandemia e agora, manifestações constantes pelas ruas. O pivô desse contexto tem sido Benjamin Netanyahu, primeiro ministro que ainda passa por julgamento por corrupção, a ser resumido em janeiro de 2021. Qual o futuro de toda essa revolta e incerteza? O que podemos esperar dentro dos próximos meses? Nosso convidado hoje é Rodrigo Baumworcel, mestrando na Universidade Hebraica de Jerusalém, onde estuda educação judaica, e estudante de rabinato.
No dia 15 de novembro, brasileiros de todas as cidades do país vão às urnas para eleger vereadores e prefeitos. Em caso de segundo turno, voltam no dia 29 para decidir mais uma vez. E como votam os judeus? É importante eleger um judeu para te representar na câmara municipal? E quais são os interesses que dizem respeito à comunidade judaica? Como os políticos se relacionam com os judeus - além de ir às sinagogas nas grandes festas? Nosso convidado é o Ricardo Berkinstat, presidente-executivo da Federação Israel do Estado de São Paulo, a FISESP.
Quando se fala em Cabala, muitos dizem que é o lado mais místico do judaísmo. A prática e o estudo dessa filosofia se popularizaram depois que a cantora pop Madonna e outras celebridades se tornaram adeptas. Daí, surgiram instituições como o Kabbalah Centre no Brasil, prometendo ensinar Cabala a quem os procurasse. Anita: Mas o que é realmente a Cabala? E até que ponto transformar um saber milenar em uma cartilha comercializável não banaliza o próprio judaísmo? Eu sou Anita Efraim, sou jornalista, e esse é o 'E eu com isso?', podcast do Instituto Brasil-Israel. Amanda: E eu sou Amanda Hatzyrah, estudiosa de cultura judaica e sociedade israelense. Nosso convidado hoje é o Felipe Pinchas Grytz, mais conhecido como Pipo, que é maestro e compositor formado pela Faculdade Santa Marcelina, e também já foi chazan do Colégio Renascença e diretor musical da Congregação Israelita Paulista. Hoje em dia ele estuda e ensina Cabala.
No dia 3 de novembro, os Estados Unidos vão às urnas escolher quem será presidente do país pelos próximos quatro anos. De um lado, o republicano Donald Trump tenta a reeleição. Do outro está Joe Biden, democrata que foi vice de Barack Obama. Grande aliado de Israel, os Estados Unidos tem 5 milhões de judeus, maior comunidade judaica fora de Israel. Por isso, a gente vai tentar entender como essa eleição influencia o mundo judaico como um todo, além da política externa israelense. Esse é o ‘E eu com isso?’, podcast do Instituto Brasil Israel. Nosso convidado hoje é Roberto Simon, diretor senior de políticas públicas do Conselho das Américas, de NY e é analista de política internacional, além de mestre em políticas públicas pela Universidade de Harvard.
Se aproximam dois dos feriados mais importantes do calendário judaico: Rosh Hashana, o ano novo, e Iom Kippur, o dia do perdão, quando judeus passam 25 horas em jejum. São também os dias em que sinagogas de todo o mundo recebem centenas de pessoas. Acontece que, em 2020, tudo isso deve ser diferente. Os grandes jantares em família para quebrar o jejum e celebrar a chegada de um novo ano também devem ser reformulados. O coronavírus deve ser responsável por mudanças intensas na forma de comemorar os chaguim, ou seja, as festas judaicas. Nosso convidado hoje é o rabino Adrian Gottfried, da comunidade Shalom, comunidade masorti da cidade de São Paulo. Adrian, seja muito bem vindo ao nosso podcast.
Todos os anos, no mês de setembro, líderes de diversos países do mundo se reúnem em Nova York para participarem da Assembleia Geral das Nações Unidas. Esse ano, com a pandemia do coronavírus, o evento deve ser diferente: por vídeo. Nosso assunto hoje é a relação entre Israel e a ONU, qual o papel no país nesse encontro de líderes mundiais. E a gente ainda aproveita nosso convidado pra falar um pouco do Brasil, claro. Nosso convidado hoje é o jornalista Jamil Chade, que é correspondente internacional e tem uma coluna no portal UOL.
Há 15 anos Israel se dividia em duas opiniões diferentes: os que eram contra e os que eram a favor da retirada unilateral da Faixa de Gaza. A decisão, todos já sabem qual foi. Israel tirou as forças militares da região. Depois de tantos anos, como está a Faixa de Gaza e o que ela significa para a sociedade israelense? Como é para um israelense viver tão perto de uma região considerada tão perigosa? Nosso convidado hoje é o Marki Levy, ele foi sheliach, ou seja, enviado do movimento judaico juvenil Hashomer Hatzair. E se você não sabe exatamente o que é um movimento juvenil, você pode encontrar um episódio nosso sobre isso. Além disso, ele vive em Israel desde 1971, no kibutz Zikim, a três quilômetros da Faixa de Gaza.
Nos últimos dias, a discussão sobre o aborto tomou conta do país depois que uma menina de apenas 10 anos passou pelo procedimento, em Recife. Ela foi abusada sexualmente por um tio desde os 6 anos de idade e acabou engravidando. Semana passada, protestos tomaram conta das ruas em Israel, após o estupro coletivo de uma adolescente vir à tona. O crime no Brasil é mais comum do que se pensa, o que leva 6 meninas entre 10 e 14 anos de idade a abortar todos os dias. Em Israel, as leis sobre aborto são mais flexíveis se comparadas à legislação brasileira. Aqui o procedimento só é permitido em casos de estupro, anencefalia do feto e quando existe risco à vida da gestante. Mesmo assim, não é raro que nesses casos o Estado e até mesmo a Igreja tente intervir para que a interrupção da gravidez não aconteça, como vimos ser noticiado. Mas como o Judaísmo enxerga a questão do aborto? Como a discussão sobre os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres é vista a partir de uma perspectiva judaica e feminista? Nossos convidados são Rogério Cukierman, que é rabino na Congregação Israelita Paulista, e Bruna Zolfan, feminista e ativista pelos direitos das mulheres. Apresentação: Anita Efraim e Ana Clara 'Malka' Buchmann O que diz a lei israelense sobre o aborto: http://institutobrasilisrael.org/noticias/comportamento/o-que-diz-a-legislacao-israelense-sobre-o-aborto
No dia 13 de agosto de 2020, Israel e Emirados Árabes Unidos anunciaram um acordo de normalização diplomática. O acordo entre Benjamin Netanyahu e o xeque Mohammed Bin Zayed foi mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Entre as consequências dos chamados Acordos de Abraham, Israel suspendeu a anexação dos territórios da Cisjordânia. Mas no que mais impacta esse acordo? Quem fala sobre esse assunto é o jornalista Diogo Bercito, repórter, doutorando em História na Universidade Georgetown, foi correspondente em Jerusalém pela Folha em 2013 e 2014, e autor do blog Orientalíssimo, na Folha de S. Paulo. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah
Os três primeiros episódios da nossa série sobre conversão falaram sobre linhas liberais do judaísmo. Nesse quarto episódio, vamos saber mais sobre a conversão na ortodoxia. Quais as diferenças desse processo na linha ortodoxa? Por que a opção por esse caminho? Nosso convidado hoje é o Erick Abenbahen.
Esse é nosso terceiro episódio da série sobre conversão. No primeiro, falamos sobre as questões religiosas envolvendo esse processo. No segundo, a Luiza Rizzi contou sobre sua história de aproximação com o judaísmo. Hoje é dia de mais uma história, mas dessa vez, diferente. É a história do resgate de uma herança familiar, que nunca se perdeu pelo caminho. Nosso convidado hoje é o Leonardo Bueno, que se sentiu inspirado para contar sua história depois do nosso primeiro episódio.
Esse episódio é o segundo sobre nossa série de conversão. Depois de explicar a visão religiosa do judaísmo sobre a conversão, é dia de ouvirmos uma história de alguém que concretizou essa escolha. Conversamos com a Luiza Rizzi, brasileira que vive em Israel já um ano e meio e está prestes a começar a estudar psicologia na Universidade Hebraica de Jerusalém. Se você conhece outras histórias de conversão que são interessantes e legais de serem contadas, conta pra gente. Lá pelo instagram do IBI, @institutobrasilisrael.
Hoje começamos mais uma série aqui no “E eu com isso?”. Nosso tema é Conversão. Nesse primeiro episódio você vai entender como o judaísmo encara o processo de escolher ser judeu, mesmo não sendo uma religião proselitista. Quem foi a primeira pessoa a se converter na história do judaísmo? quais os processos atuais para a conversão? E ao longo dos próximos episódios vamos contar histórias e pessoas que optaram pela conversão. Quais os motivos, como foi esse caminho e se hoje, depois de tudo isso, elas se sentem realizadas. Esse é o “E eu com isso?”, podcast do Instituto Brasil Israel. Eu sou Anita Efraim, sou jornalista e já aproveito pra te contar que tive que passar por um processo de conversão pra ser considerada judia pela minha comunidade. Nosso convidado hoje é o rabino Ariel Kleiner, do movimento masorti ou conservador.
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