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Não é novidade pra ninguém que o Brasil vive um momento político conturbado. 2022 é um ano eleitoral, mas é também um ano em que a sociedade brasileira vê, bem na sua frente, autoridades do país flertando com um possível golpe. A democracia brasileira é jovem e, podemos dizer, ainda tenta se consolidar, ao mesmo tempo que alguns tentam derrubá-la. E é por isso que a gente decidiu falar de democracia aqui no “E eu com isso?”. Qual o nosso papel enquanto judeus na manutenção e no fortalecimento da ordem democrática? Esse tema vai gerar dois episódios do nosso podcast, com a ideia de mostrar que democracia não é uma questão de espectro ideológico. Nossa convidada é Clara Ant. A Clara é arquiteta de formação e militante política desde a década de 60, quando fazia oposição ao regime militar. Foi dirigente da CUT até 1988, vice-presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e deputada estadual pelo Partido dos Trabalhadores em São Paulo entre 1987 e 1991. A Clara também foi assessora especial do ex-presidente Lula e é filiada ao PT até hoje. Apresentação: Anita Efraim e Ana Clara Buchmann. 
Em um estudo divulgado em 2020, uma substância identificada como maconha contendo inclusive o composto psicoativo da cannabis, o THC, foi encontrada em um templo de 2,700 anos de idade no sítio arqueológico de Tel Arad, na região central de Israel. ​​Esta foi a primeira evidência de drogas psicotrópicas sendo usadas em um ritual religioso judaico na antiguidade. Hoje, em Israel, a maconha ainda não é liberada para uso recreativo, mas a substância recebe bastante incentivo para pesquisas e uso medicinal. O consumo da maconha em Israel também é descriminalizado, o que significa que o usuário apenas recebe multas ou tratamentos e também evita que haja uma guerra às drogas como a que a gente acompanha acontecer no Brasil. Já deu pra perceber qual o tema do episódio de hoje, né? Nosso convidado é mais uma vez, o rabino Rabino Natan Freller, da comunidade Etz Chaim.
No período de um mês, os judeus de todo o mundo têm quatro datas importantes no calendário - mas que não falam sobre a religião. Pra falar a verdade, algumas delas são especificamente importantes para os judeus que se consideram sionistas. Estamos falando de Iom Hashoá, Iom Hazikaron, Iom Haatzmaut e Iom Ierushalaim. De forma bem resumida, são o Dia do Holocausto, o Dia da Lembrança dos Soldados Mortos de Israel e das Vítimas do Terrorismo, o Dia da Independência e o Dia de Jerusalém. Como essas datas se relacionam entre elas? E como todas elas influenciam na formação de uma identidade nacional israelense? Nosso convidado é Yoel Schvartz, sociólogo e historiador, professor de história judaica e palestrante no Yad Vashem, o museu do Holocausto em Jerusalém. Nasceu na Argentina, mora em Israel faz trinta anos, foi diretor do instituto para a formação de liderança em Jerusalém e morou no Brasil no começo dos anos dois mil. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah. 
Pessach acabou de passar. Nessa festa judaica, relembramos anualmente que os nossos antepassados hebreus, estrangeiros e escravizados no Egito, foram libertos e puderam enfim se constituir como uma nação. Essa não foi a primeira vez em que o povo judeu esteve nessa condição de deslocamento, narrativas assim estão presentes em muitos outros momentos da história judaica. Durante décadas de antissemitivo na Europa que antecederam o surgimento do nazismo, o povo judeu foi visto como estrangeiro. Anos mais tarde, os judeus e judias de origem Mizrahi, expulsos de países árabes como resposta à fundação do Estado de Israel, tornaram-se refugiados em outros países. E até hoje, chamamos de diáspora qualquer lugar fora de Israel. No episódio de hoje, vamos discutir sobre a condição de se estar refugiado a partir de uma experiência judaica, mas também sobre o que o tema representa hoje. Nossos convidados são o rabino Rabino Natan Freller, da comunidade Etz Chaim, e com a Laura Waisbich, Doutora em Geografia pela University of Cambridge, mestra em Ciência Política pelo Sciences Po Paris e internacionalista pela PUC-SP. Apresentação: Ana Clara Buchmann e Amanda Hatzyrah.
“E os namoradinhos? E as namoradinhas? Vai casar quando? Não pode demorar muito, hein? Tá passando da hora - sua prima já casou, falta você”. Se você é ou já foi um jovem judeu, provavelmente deve ter ouvido algumas dessas perguntas durante o seder de pessach, um jantar de shabat ou até numa quebra de jejum em Iom Kipur. À primeira vista, pode parecer que são perguntas vazias, mas o quanto será que a pressão pelo casamento influencia a vida de jovens judeus? Além de casar cedo, tem de casar com judeu - e quando casa, a pressão não acaba, porque ainda tem a cobrança pelos filhos. Será que a pressão pelo caminho mais óbvio faz com que as escolhas sejam tomadas de forma automática, e não com a calma que demandam? Nossa convidada é Beatriz Len, psicóloga clínica de orientação psicanalítica. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah. 
Se aproxima uma das semanas mais importantes para os judeus: Pessach começa na noite do dia 15 de abril - ou 14 de nissán, no calendário judaico - e vai até o dia 23 do mesmo mês. No entanto, a data, amplamente celebrada por judeus de todo o mundo, foi precedida por um dos mais relevantes ataques terroristas dos últimos tempos em Israel. No dia 7 de abril, na rua Dizengoff, uma das mais movimentadas de Tel Aviv, um ataque terrorista deixou três israelenses mortos e diversos feridos. Tomer Morad, Eytam Magini e Barak Lufan foram as vítimas do atentado. Não é o primeiro e, infelizmente, dificilmente será o último atentado terrorista que acontece em Israel. Mas por que esse, particularmente, mexeu tanto com a comunidade judaica em todo o mundo nos últimos dias? Nosso convidado é João Miragaya, ele que mora em Israel, é escritor e editor do Conexão Israel e participante do podcast “Do Lado Esquerdo do Muro”. Apresentação: Anita Efraim e Ana Clara Buchmann. 
Se você é judeu e estava vivo entre os anos 90 e 2000, com certeza reconheceria em qualquer lugar aquele sotaque norte-americano, fazendo um serviço religioso dentro da Congregação Israelita Paulista. Se não é judeu, já deve ter ouvido falar do rabino que esteve no Ato Ecumênico da Sé após o assassinato de Vladimir Herzog. Ou também, do rabino pego roubando gravatas nos Estados Unidos.  Henry Sobel foi uma das maiores referências da comunidade judaica brasileira - o que, claro, não quer dizer que tenha sido um homem isento de defeitos. O novo livro sobre sua história o classifica como “o rabino do Brasil”. E é sobre essa obra que vamos falar aqui hoje. Nosso convidado hoje é Jayme Brener, jornalista e autor de “Henry Sobel, o rabino do Brasil”. A apresentação é de Amanda Hatzyrah e Anita Efraim.
O dia 31 de março de 1964 é, sem dúvidas, um dos mais sombrios da história do Brasil. Foi há 58 que o exército brasileiro derrubou o então presidente, João Goulart, e tomou o poder no país. Foram 21 anos de ditadura, com as decisões de todo um país tomadas por um pequeno grupo de pessoas, mais precisamente de homens, em sua maioria militares, em conjunto com aqueles que eram condescendentes com suas ações. Foram 21 anos até que houvesse o reestabelecimento da ditadura militar. Em 2014, a Comissão da Verdade reconheceu 434 mortos pela ditadura, além de 200 desaparecidos. A situação ficou ainda pior no país depois de 13 de dezembro de 1968, quando Costa e Silva estabeleceu o Ato Institucional número 5 - também conhecido como AI-5, o que aprofundou a repressão no Brasil. Entre eles, há judeus. Judeus que foram resistência, judeus que lutaram pela democracia, judeus que não aceitaram que o país estivesse nas mãos de um regime antidemocrático. Esse é o “E eu com isso”, podcast do Instituto Brasil Israel. Eu sou Ana Clara Buchmann e comigo estão Anita Efraim e Amanda Hatzyrah. E hoje nós vamos compartilhar com vocês as histórias de Vladimir Herzog, Iara Iavelberg e Ana Rosa Kucinski.
Neste episódio trouxemos o psicanalista Christian Dunker, professor do Instituto de Psicologia da USP e youtuber no canal "Falando nisso", para falar sobre um tema sempre muito polêmico: é possível separar a arte do artista? O que fazemos com as obras geniais de homens abusadores e monstruosos? Que posição deveríamos assumir? Cabe apenas o boicote e a indignação? Esse é o podcast do IBI, o Instituto Brasil-Israel. Quem conduz esse papo são as hosts Amanda Hatzyrah e Ana Clara Buchmann.
Desde o início da guerra da Rússia, surgiram diversas narrativas sobre esse conflito. Da parte de pessoas do espectro ideológico da esquerda, uma das mais fortes foi a comparação do que faz a Rússia com a Ucrânia com o que faz Israel com a Palestina - mas as sanções contra a Rússia seriam muito mais fortes do que contra Israel. Outra argumentação que apareceu nas redes sociais foi sobre Israel ser nazista. Há quem argumente que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky não poderia ser responsável pela “nazificação da Ucrânia”, mas pessoas de esquerda rebatem: para elas o que Israel faz contra os palestinos é nazista. Daí pras ofensas e estereótipos chegarem aos judeus, é um passo. Aqui no “E eu com isso?”, a gente já falou várias vezes sobre esse antissemitismo mais clássico, vindo da direita, aquele que tem raízes nazistas. Mas não é só daí que vem o preconceito. A esquerda progressista, de forma corriqueira, reproduz teorias conspiratórias anti-judaicas, fazendo com que a gente se lembre que, dificilmente, há um lugar seguro. Nosso convidado é Gabriel Carvalho, graduando em ciências sociais pela Universidade do Vale do São Francisco e pesquisador da temática do antissemitismo e segunda escravidão. Apresentação: Anita Efraim e Ana Buchmann. 
Conhecido como o "carnaval judaico", até pela proximidade das datas, Purim é a festa que celebra a vitória dos judeus sobre os persas, no século 4 antes da era comum. Esse chag, ou festa judaica, é uma daquelas que se encaixam perfeitamente na anedota do "tentaram nos matar, não conseguiram, vamos comer". Hoje não falaremos muito de Haman, do rei Ahasuerus ou mesmo de Mordechai, tio de Esther. Hoje falaremos da rainha Vashti, uma personagem que aparece tão rápido quanto desaparece da narrativa, e da própria Esther, que apesar de dar nome ao livro, não é representada como protagonista da própria história. É possível compreender e celebrar Purim a partir de uma perspectiva feminista? Nossa convidada é Andrea Kulikovsky, Estudante de Rabinato no Instituto Iberoamericano de Formação Rabínica Reformista, assistente de Rabinato da Associação Religiosa Israelita do Rio de Janeiro, bacharel em Direito e membro do International Youth Committee da WPJ e da comissão de revisão do Plaut Chumash para o Português. Apresentção: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah. 
Na última semana, as notícias são praticamente monotemáticas: só se fala no conflito entre Rússia e Ucrânia. Israel assumiu uma posição clara e condenou a invasão de tropas de Vladimir Putin ao território ucraniano. Além disso, a Ucrânia chegou a pedir para Israel mediar a situação. Mas qual a relação prévia entre Israel e a Rússia? Como o país está lidando com essa crise mundial? Nossa convidada hoje é Daniela Kresch, jornalista, correspondente internacional em Israel da Folha de S. Paulo e da Rádio França Internacional, além de colaboradora do IBI. Apresentação: Anita Efraim e Ana Clara Buchmann. 
No último dia 18, estreou a quarta temporada da série The Marvelous Mrs. Maisel. A série é a mais premiada do serviço de streaming da Amazon e está sendo exibida em mais de 240 países ao redor do mundo. Só pra você ter ideia, a série já ganhou 20 prêmios Emmy com 54 indicações nas suas três primeiras temporadas. E um aviso: se você ainda não viu a série, é provável que se depare com alguns spoilers durante a nossa conversa, então fica por sua conta e risco. Se você acompanha a série, sabe como os elementos que retratam uma herança judaica ficam em evidência, seja nas expressões em ídiche, muitas delas incorporadas à língua inglesa até hoje, nas referências culinárias, ou pelas paisagens das Montanhas Catskill, onde Midge passa todos os verões com a família. No episódio de hoje, nós três, Amanda Hazyrah, Ana Clara Buchmann e Anita Efraim, vamos bater um papo sobre a Mrs. Maisel, mas também sobre a incorporação do judaísmo dentro da cultura norte-americana. 
Na Idade Média, especialmente na órbita do Islã, era comum que judeus praticassem a astrologia. Um conhecimento profundo desta arte é evidenciado no Zohar e no Sefer Raziel, e a astrologia é frequentemente referida na poesia litúrgica medieval, nas obras de poetas como Kalir e Ibn Gabirol. Nesse episódio, nosso papo é sobre um dos assuntos preferidos dos millenials, a astrologia, além de curas e outras místicas. Convidamos para esse episódio a Rafaela Tempel, que mora em Israel, é Terapeuta de Energy Healing, Kinesiologia e especialista em espiritualidade judaica.
O termo “apartheid” ganhou notoriedade durante o século 20, por causa do regime de segregação racial que vigorava na África do Sul, quando negros eram impedidos de acessar os mesmos direitos que os brancos. Recentemente, esse termo passou a ser usado por críticos de Israel. A alegação é de que os palestinos e árabes israelenses - assim com os negros sul-africanos - vivem em um regime de segregação, sem os mesmos direitos. No dia 1o de fevereiro, a ONG britânica Anistia Internacional publicou um relatório acusando Israel de estabelecer um regime de apartheid. Esse é nosso tema neste episódio: o uso do termo apartheid é preciso? Nosso convidado hoje é Omar Ribeiro Thomaz, ele que é professor livre-docente do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social e do Programa de Pós-Graduação em História na Universidade Estadual de Campinas, e também coordena o Centro de Estudos de Migrações Internacionais na mesma universidade.
Se não houvesse uma cultura de cancelamento hoje em dia, quase daria para acreditar que a Folha postou o artigo de Antonio Risério para se aproveitar de um assunto polêmico. O autor tentou aplicar uma lógica de "racismo reverso", no qual exibiu uma suposta frente organizada de negros contra brancos, e seu envolvimento com o antissemistimo. Resultado: a Folha saiu bem machucada. Ao utilizar o antissemitismo para legitimar a existência de um “racismo preto antibranco”, o autor colocou os judeus como parte do coletivo branco e descreveu o antissemitismo como uma das consequências desse racismo reverso - o que nos leva ao episódio de hoje. Nossos convidados são a professora Rosiane Rodrigues, que é doutora em antropologia pela UFF, e o Daniel Duek, que vocês já conhecem, cientista social, Mestre em Letras pelo programa de Estudos Judaicos e Árabes da USP e diretor do IBI. Apresentação: Ana Clara Buchmann e Amanda Hatzyrah.
No dia 27 de janeiro de 1945, o campo de concentração de Auschwitz foi libertado pelos russos. Esse dia marca, no calendário internacional, o Dia Internacional da Memória do Holocausto. A gente sempre fala sobre a shoá, o genocídio dos judeus aqui no “E eu com isso?”, porque a gente precisa sempre repetir: “nunca mais”. Mas falar “nunca mais” exige que a gente vá além, que a gente pense em genocídio além do genocídio do nosso povo. Por isso, a gente vai aproveitar a data pra falar do genocídio de outro povo, que, de certa forma, chegou até a inspirar a morte em massa de judeus durante o regime nazista. Hoje, vamos falar sobre o genocídio armênio. Nosso convidado é o Sarkis Sarkissian, professor dos cursos de 'Arte e Cultura Armênia', 'Língua Armênia Clássica I, II, III e IV' e 'Língua Armênia Ocidental' na Universidade de São Paulo, onde também é mestrando.
Logo mais entraremos no período de volta às aulas, e não poderíamos deixar de aproveitar o gancho para falar um pouco sobre educação e escolas judaicas. Educação sempre foi tema importante no judaísmo, na tradição judaica os mais velhos têm a obrigação de transmitir os conhecimentos para os mais novos. Na Torá e em outros livros considerados sagrados, não faltam exemplos e alusões à importância do recebimento e da transmissão de conhecimentos entre indivíduos. Você que está ouvindo a gente, sabe como funciona uma escola judaica? Já se perguntou quais são as características, similaridades e se há muitas diferenças quando comparamos com outras escolas?  E mais do que isso, quais são os desafios que envolvem construir um ensino judaico significativo para as crianças e jovens do século XXI? Nossos convidados são Gabriel Douek, pedagogo e professor de educação infantil e Jacques Griffel, presidente do Conselho Deliberativo do Renascença e membro do Vaad haChinuch da Federação Israelita do Estado de São Paulo, a Fisesp, e também faz parte de um grupo que representa o Museu Yad Vashem em São Paulo. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Ana Clara Buchmann. 
Começamos o ano de 2022 com a notícia de que a surrogacia, prática popularmente conhecida como "barriga de aluguel", foi aprovada para casais gays em Israel, entrando em vigor a partir do dia 4 de janeira. No entanto, a medida, que parecia ser mais uma conquista para a comunidade LGBTQIA+, passou a ser criticada por setores feministas da sociedade israelense, a partir de uma questão complexa que, até então, não estava na pauta: como ficam as mulheres e pessoas com útero depois de passar por esse processo? Dá para dizer que é uma questão de escolha quando, na maioria das vezes, essas mulheres se submetem ao procedimento por necessidade financeira? E, para além dos efeitos físicos, quais são os efeitos mentais e os impactos nas relações sociais dessas pessoas? O assunto de hoje é bastante delicado e merece uma discussão mais aprofundada, por isso, temos dois convidados, a Elisa Tetelbom Schucmann, ela é judia, lésbica, médica gineco-obstetra, mae da Sofia. E também o Márcio Albino, que é jornalista, gay, esteve educador social de HIV/Aids no Grupo Dignidade e já foi diretor de comunicação da Aliança Nacional LGBTI+ (@aliancalgbti). É idealizador dos Voluntários Arco-Íris (@voluntariosarcoiris), organização comunitária LGBTQIA+ em Curitiba (PR). Prestou assessoria LGBT+ para o Museu do Holocausto de Curitiba e está como consultor LGBT+ do Memorial do Holocausto do Rio. Os dois são ativistas lgbtqia+ e fazem parte do coletivo Ga'avah. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Anita Efraim
Nas duas últimas semanas do ano de 2021, a TV Globo exibiu a minissérie “Passaporte para a liberdade”. A produção promete contar a história de Aracy de Carvalho. O roteiro mostra a história de uma funcionária do consulado de Hamburgo, na Alemanha, que teria concedido vistos para judeus alemães fugirem. Aracy de Carvalho tem, inclusive, o título de “justa entre as nações”, ou seja, é uma pessoa que não é judia e que teria arriscado a vida para ajudar judeus a se salvarem. Acontece que há contestações sobre os mitos que foram criados ao redor da história do consulado de Hamburgo. Nossos convidados são Fabio Koifman, doutor em história e professor Associado da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, e Rubens Glasberg, jornalista e escritor, autor do livro “Os Indesejados: Uma História de Refugiados no Tempo do Nazismo”. Pra escrever o livro, acompanhou de perto as políticas do Estado Novo e da Europa em relação à imigração de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Apresentação: Ana Clara Buchmann e Anita Efraim. 
Comentários (1)

Camis

Vc escuta o episódio querendo negar que isso seja verdade. Vou conferir a indicação da série Babylon Berlim que foi deixada no final do episódio.

Oct 7th
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