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Donas da P* Toda

Author: Donas da P* Toda

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Um podcast sobre carreira, comportamento e feminismos. As jornalistas Larissa Guerra e Marina Melz conversam sobre temas que não estão nas capas das revistas e trazem ângulos não tão comuns para assuntos da moda. Novos episódios todas as terças-feiras. Mais informações em: www.donasdaptoda.com.br.
102 Episodes
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Qual é a linha que separa a autoconfiança da arrogância? Quando o corpo não se encaixa no padrão, a percepção é outra? Neste episódio, conversamos sobre a forma como nos vemos, a construção da autoestima e o que passa pela nossa cabeça quando queremos postar aquela foto em que estamos nos sentindo gatas. Conversamos sobre isso com duas mulheres que admiramos muito: a beauty artist Renata Libardo e a modelo Tiane Felix.
Estreamos neste episódio uma nova série. De vez em quando, vamos conversar com empreendedoras numa espécie de divã. A ideia é bater um papo sobre o que significa ter o seu negócio e as tretas que cada uma enfrenta. E não poderíamos começar melhor: ouvimos a Nina Masnik, da @panosinceros. Ela fez um desabafo nas redes sociais repercutindo os questionamentos sobre o preço dos seus produtos e a atribuição de valor de algumas pessoas na internet. O papo rendeu para vários outros assuntos - e boas risadas. Vem!
A pressão por ser mais produtiva chegou aí? Hoje? Na última hora? Pra nós, essa resposta é sim a qualquer momento. E conversamos sobre isso com a jornalista, consultora de estratégia e professora de cursos online, Manu Barem. No papo, relacionamos essa pressão pela produtividade com a procrastinação e com a organização da rotina e também falamos sobre como ela atinge também nossos momentos de lazer.
A dicotomia entre o medo e a esperança está ganhando novas nuances. A vacinação está acontecendo (muito depois e mais devagar do que gostaríamos, mas acontecendo) e, ao mesmo tempo, as mortes se acumulam e o luto também. A esperança de um pós-pandemia chegou, mas será que esse outro momento existe? E será que temos a capacidade de imaginar? A esperança deve ser apreciada com moderação? Conversamos sobre isso com a psicanalista Bárbara Raulino no último episódio da temporada. Voltamos no dia 13 de julho!
O primeiro semestre está acabando e começamos a refletir sobre as metas que nos impomos lá no início de 2021. A primeira era seguir ou iniciar exercícios físicos de forma regular. Pra compartilhar como está sendo essa experiência e ainda bater um papo sobre como encaramos essa área tão importante da vida, convidamos a Camila Gancho Portella, do @exerciciosemjulgamento. Falamos sobre a diferença entre atividade física e exercício, alguns estigmas da prática e como driblar os preconceitos e incluir na rotina.
Consumo é muito mais do que compra, como aprendemos no episódio passado. Esta semana, convidamos quatro especialistas incríveis para refletirmos juntas sobre o que nós consumimos: Dagmara Spautz sobre consumo de informação, Vanessa Barth (da Mundo Barth) sobre roupas, Lidiane Barbosa sobre alimentação e Amanda Maria Buzzi (da Miniatural) sobre sustentabilidade e beleza. Mais um papinho íntimo sobre os nossos hábitos pra pensarmos juntas as nossas escolhas.
Capitalismo, consumismo, sustentabilidade. Comportamento, tendência, escolha. O episódio de hoje é uma aula com a Hilaine Yaccoub, é PhD em antropologia do consumo pela Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ) sobre esses conceitos que norteiam nossa vida. É pra pensar no que temos, em quem somos e como uma coisa interfere na outra.
Para quem mora sozinho, é excesso. Para quem divide a casa, é falta. A solidão tem desafios, mas também tem muitos benefícios. Há dois anos, quando estreamos o podcast, falamos sobre solidão no empreendedorismo. Agora, convidamos a jornalista e mestranda Tamara Belizário para conversar sobre a solidão na pandemia. Vem refletir com a gente sobre isso.
Dá pra comemorar mesmo nesse cenário louco, em que estamos todos de luto, com raiva e desesperados? E mais: celebrar é preciso? Nossos apoiadores escolheram este como tema para o episódio de dois anos. Pra essa conversa, convidamos cinco mulheres que admiramos demais e fazem parte da história do podcast: a psicanalista Fabiana Villas Boas, a consultora de estilo Fernanda Wachholz, a chef Ana Spengler, a sommelière de cervejas Rosária Penz Pacheco e a musicista Bárbara Damásio.
Domingo foi Dia das Mães. Mas, será que engravidar é mesmo tão planejado e simples como imaginamos na adolescência? Conversamos com duas mulheres que sempre tiveram esse desejo, mas concretizaram de formas muito diferentes. A Bruna Brognoli engravidou sem planejar e, a partir daí, se tornou mãe solo e empreendedora - o filho, Noah, inclusive inspirou o negócio dela que já está virando franquia. Já a Daniela Dalmolin Feldens escreveu um livro chamado Enquanto Você Não Vem contando sobre os oito anos de tentativas de engravidar sem saber que, na última possibilidade, a gestação aconteceria. Esse episódio é uma homenagem não só as mães, mas também as mulheres que estão no processo de tentar gestar.
De emoção, de tristeza, de dor, de saudade, de alegria. Chorar. No início da vida, apenas um ato instintivo. Com o passar dos anos e dezenas de novos significados, o choro se torna uma maneira consciente ou não se demonstrar emoções. Neste episódio, conversamos com a psicóloga Letícia Perfeito, da @oficinadeinsights, sobre chorar e o quanto esse ato fala sobre a sociedade em que vivemos, a forma como nos enxergamos e como cada um de nós lida com as suas emoções.
Uma matéria publicada no NY Times e traduzida pela Folha de S. Paulo motivou nossa conversa neste episódio. Também pudera: ela colocou em palavras o que há muito sentíamos sem conseguir expressar tão bem: o que estamos sentindo nesse 2021 é definhamento. Chamamos a psicóloga Isadora Moraes Vieira pra conversar sobre o que significa definhar neste contexto e pra discutir pontos que mais chamaram a nossa atenção nesse conteúdo, que viralizou nos últimos dias. Texto na íntegra: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2021/04/ha-um-nome-para-seu-mal-estar-na-pandemia-chama-se-definhamento.shtml
Precisávamos respirar. Pra isso, fomos pra aquela que está sendo nosso refúgio nesses tempos difíceis: a música. Convidamos a musicista e doutoranda em música Camila Werling pra uma conversa sobre memórias, gostos e afetos relacionados à música. Pega seu drink, sua gelada, sua água com gás e vem pensar em como essa arte nos molda, nos representa e nos acompanha por toda a vida.
Estamos dormindo mal, estamos acordando cansadas. Os relatos sobre insônia, noites agitadas e ansiedade se acumulam. Isso impacta muito no nosso dia a dia e essa semana conversamos com a Dra. Helena Hachul, especialista do Instituto do Sono e estudiosa sobre o sono da mulher, pra entender o que está acontecendo e como podemos melhorar. Vem!
Comer está muito caro. Entre aqueles que não precisam fazer conta e os que estão no mapa da fome (sempre vale o reforço: isso é muito sério e triste), estamos nós: precisando economizar, cansadas de cozinhar todos os dias e tentando estabelecer melhores critérios para o que colocamos no prato. Conversamos sobre isso tudo isso com a jornalista do site e podcast Vai se Food, crítica de gastronomia e jurada do Top Chef, Ailin Aleixo. Sirva-se!
Pela primeira vez, abrimos as nossas cotas: ouvimos, pela primeira vez, um homem neste episódio. Por que homens são os que mais matam. Também são os que mais morrem. Hoje nos propusemos ao exercício da escuta para entender de que forma a construção social do homem "de verdade" os prejudica e impacta diretamente na falta de equidade de gênero em todos os âmbitos. Recebemos por aqui o Ken Fujioka, que é caseiro do Memoh, apresentador do Naruhodo e publicitário, ele tem um talk no TEDxBlumenau incrível sobre o assunto. Falamos sobre caixa do homem, silêncio e violência. Descobrimos que a necessidade de se falar sobre masculinidades e feminismo, no fundo, estão mais próximos do que a gente imaginava.
Estamos com raiva. Muita raiva. Do descaso, da situação política, das pessoas que parecem ignorar a necessidade de fazer o mínimo, de quem - nessa altura do campeonato - ainda renega a ciência. O que fazer com esse grito constantemente entalado na nossa garganta? Como fazer com que ele não nos adoeça ainda mais? Hoje recebemos a psicóloga Larissa Queiroz, do perfil @allegorica.psicologia, pra nos explicar o que é a raiva e como tentar lidar melhor com ela, já que parece que esse sentimento está longe de deixar as nossas vidas.
Maternidade, empreendedorismo, carreira, política. Fatores íntimos e externos somados que resultam num cenário absolutamente desafiador para as mulheres: desemprego, carga mental ainda mais pesada, negócios fechando e trajetórias profissionais sendo interrompidas. Todas as especialistas concordam: estamos acumulando décadas de retrocesso nos direitos e nos espaços conquistados pelas mulheres no mercado de trabalho. Conversamos com Paula Tavares, especialista em gênero do Banco Mundial, e Cecília Machado, professora e colunista da Folha de S. Paulo, sobre os impactos dessa situação no presente e no futuro das brasileiras.
Cansaço, tristeza, raiva, ansiedade, medo, frustração. Exaustão. É verdade que, chegando a um ano dos efeitos da pandemia nas nossas vidas, esses sentimentos se acumularam. Mas o que percebemos é que nesse início de 2021, a bad bateu pra todo mundo ao mesmo tempo: estamos todas exaustas. Convidamos a mestre em psicologia clínica pela USP, Fabiana Villas Boas, pra uma conversa íntima e sincera sobre os efeitos da pandemia nas nossas vidas e os porquês dessa fadiga generalizada. Uma reflexão coração quentinho, daquelas que mostram que estamos isoladas, mas não sozinhas.
É pra se comemorar que corpos diferentes estejam aparecendo cada vez mais no nosso feed. Mas a proliferação de mulheres de biquíni nos últimos tempos também nos acendeu aquele bom e velho alerta: será que está todo mundo se amando mesmo ou a autoaceitação é o novo e exigido padrão? Se não postar foto, não se ama o suficiente? E se postar, os likes dão conta de segurar a autoestima? A Renata Corrêa (escritora e roteirista que a gente ama!) conversa com a gente sobre gênero e renovação dos padrões que tentam nos afetar. A Camila Iara contribuiu com a vivência inspiradora dela no processo de autoaceitação. Um spoiler: o processo de amor e aceitação com quem a gente é sempre vai ser individual e íntimo.
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