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Nos últimos meses as idas dos brasileiros aos supermercados são marcadas pela surpresa. Mas infelizmente está longe de ser algo bom. A inflação corroeu o poder de compra das famílias e o salário que já não é alto, ficou ainda menor menor com as variações nos preços de produtos básicos.  Para se ter uma ideia do tamanho do problema, em março de 2022 o Brasil registrou a maior inflação para o mês desde o lançamento do Plano Real. Durante o período, os preços subiram 1,62% depois de já terem subido 1,01% em fevereiro. Até então, o acumulado dos últimos 12 meses chegou a 11,30%, o maior valor desde outubro de 2013.Na Bahia este cenário não é diferente, pelo contrário. O IPCA-15 da Região Metropolitana de Salvador, índice que mede a prévia da inflação, ficou em 1,15% em maio, a segunda maior entre as regiões metropolitanas do país.  O Terceiro Turno desta semana debate o impacto da inflação no bolso e no voto dos baianos.
“Toda unanimidade é burra'', já dizia Nelson Rodrigues. Não estamos afim de criar polêmica contra a afirmação do gênio da literatura brasileira, mas podemos dizer que sim, existem exceções, e o transporte público de Salvador é uma delas.Não é exagero dizer que o sistema de ônibus da capital baiana é um dos maiores problemas que os moradores da cidade enfrentam no seu dia-a-dia. As reclamações são as mais variadas possíveis, que vão desde atraso, queixas sobre o trajeto, violência e claro, o preço da tarifa. O que era ruim piorou ainda mais com a pandemia provocada pela Covid-19, que causou uma queda brusca na arrecadação e trouxe o risco real de colapso. O Terceiro Turno desta semana debate a crise no transporte público em Salvador e os possíveis impactos deste assunto nas eleições deste ano.
O período eleitoral ainda nem começou oficialmente, mas as principais casas legislativas do estado já estão em ritmo de campanha. Tanto na Assembleia Legislativa da Bahia quanto na Câmara de Vereadores de Salvador, as sessões do plenário, que costumam ocorrer pelo menos uma vez por semana, ficaram esquecidas por um bom espaço de tempo.Na Assembleia, foram quatro semanas sem que uma sessão fosse convocada para a discussão de um projeto. Entre 13 de abril e 10 de maio, o plenário ficou praticamente parado, recebendo apenas uma solenidade de entrega de comendas. Na Câmara de Salvador, um pouco menos: foram aproximadamente três semanas sem que os vereadores fossem convocados ao plenário, o que provocou algumas confusões na Casa legislativa.As sessões do plenário até retornaram nos últimos dias, mas o “apagão” parlamentar nas últimas semanas talvez já indique o futuro do legislativo baiano nos próximos meses até a eleição. O Terceiro Turno desta semana debate então os motivos da paralisação das atividades nas duas principais casas legislativas da Bahia e seus desdobramentos políticos.
A troca de João Leão por seu filho, Cacá, ambos do Progressistas, na posição de pré-candidato ao Senado na chapa encabeçada por ACM Neto (UB) na disputa ao Palácio de Ondina é só mais uma das constantes movimentações na política local. Dessa vez, o motivo apresentado foi a saúde do vice-governador, que já tem 76 anos, para caminhar ao lado de Neto e aguentar o acelerado ritmo de pré-campanha.A mudança, no entanto, não será uma grande novidade na família Leão, já que em outra oportunidade Cacá aproveitou a herança de votos deixada por seu pai. O Terceiro Turno desta semana debate então a novidade na chapa majoritária de ACM Neto, os impactos disso e o possível recall de votos deixado por João Leão que pode ser coletado por seu filho.
Em qualquer disputa que promete ser bastante acirrada, todo apoio se torna valioso, e com as eleições na Bahia em 2022 tudo indica que não será diferente.Em um estado com 417 municípios, todo aliado conta muito e disso os pré-candidatos ao Palácio de Ondina sabem bem. Não à toa, quase todos os dias os postulantes ao governo fazem questão de ostentar as alianças formadas neste processo de pré-campanha.No episódio desta semana do Terceiro Turno, vamos falar sobre o peso eleitoral dos prefeitos e prefeitas no pleito de 2022, e se isso por si só pode ser garantia de vitória em outubro.
Desde o ano passado, quando rompeu com ACM Neto e assumiu o Ministério da Cidadania, João Roma articula para ser o candidato do campo bolsonarista ao governo da Bahia. Na época membro do Republicanos, ele esperava reunir ao redor da sua candidatura todos os partidos aliados de Bolsonaro nacionalmente.Doce ilusão. O PP até deixou a base de apoio ao governo Rui, mas foi direto para os braços de ACM Neto. Seu próprio partido na época, o Republicanos, não bancou sua candidatura e também anunciou apoio a Neto. O Pros acabou seguindo o mesmo caminho e o PTB, que até então caminhava com Roma, decidiu lançar candidatura própria. Só restou mesmo o PL, partido de Bolsonaro, que o impôs como candidato.No episódio desta semana do Terceiro Turno, explicaremos o isolamento de João Roma dentro do campo bolsonarista na Bahia e vamos debater as consequências disso para a disputa rumo ao Palácio de Ondina em outubro. Vem com a gente!
Entre os principais candidatos ao governo da Bahia nas eleições de outubro, nós temos dois em cenários parecidos, com um ambiente polarizado que favorece o discurso nacional, e um que tenta, repetidamente, se descolar de qualquer vínculo presidenciável.No caso do atual grupo governista a estratégia traçada já estava clara mesmo com a indefinição de quem seria o candidato. Com o martelo batido por Jerônimo Rodrigues a ideia é a mesma de antes: nacionalizar a campanha, surfando na boa avaliação do ex-presidente Lula no Estado e até abocanhando um legado de votos deixado pelo atual governador Rui Costa.Situação parecida é vivida pelo atual deputado federal e ex-ministro João Roma, que vem colado à imagem do polo oposto ao petismo: a do presidente Jair Bolsonaro. O objetivo é viabilizar um palanque para a reeleição de Bolsonaro aqui no estado e, na busca pelo Palácio de Ondina, Roma quer abocanhar os votos dos que ainda caminham com o presidente na Bahia. Um pouco diferente de seus principais adversários está ACM Neto. O ex-prefeito de Salvador cravou durante o lançamento de sua pré-candidatura, lá em dezembro de 2021: quem vai resolver a eleição são os baianos. De lá para cá o pensamento de Neto segue o mesmo e recentemente ele teve um abacaxi para descascar dentro de seu próprio partido e que poderia afetar seu desempenho nas urnas este ano. O Terceiro Turno desta semana vai abordar a nacionalização da eleição na Bahia e suas implicações.
Quem apostava que a política baiana não poderia trazer mais emoção após as intensas mudanças na chapa governista para as eleições e o rompimento do PP com o PT, errou feio e muito feio. Depois do racha com os progressistas e o anúncio do vice-governador João Leão como nome que vai disputar o Senado na majoritária de ACM Neto, o contra-ataque de Jaques Wagner e Rui Costa, veio duas semanas depois, com o retorno de um antigo aliado à sua base, que trouxe também um personagem que até então fazia parte do núcleo oposicionista.O MDB, liderado na Bahia pelos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima, não apenas fizeram as pazes com o PT no estado, como também indicou o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Geraldo Júnior para a vice na chapa encabeçada por Jerônimo Rodrigues ao Governo do Estado, pegando boa parte da imprensa de surpresa. O Terceiro Turno desta semana vai debater o impacto da chegada dos emedebistas na base governista e o rompimento de Geraldo Júnior, com Neto e Bruno Reis.     
As mudanças nas composições dos principais grupos políticos do estado teve um reflexo direto nas bancadas da maioria e da minoria na Assembleia Legislativa. Em alguns dias, a confortável diferença de 23 deputados mantida pelo governo se esvaiu. Agora, apenas 9 parlamentares separam o grupo governista da oposição.Com a saída do PP da base do governo diretamente para a oposição, a maioria caiu de 43 para 36 deputados, enquanto a minoria subiu de 20 para 27 parlamentares. Isso já provocou mudanças no andamento das sessões da Assembleia e preocupa o governo, que prevê mais dificuldades para aprovar projetos complexos na continuidade do atual mandato.O Terceiro Turno desta semana debate a nova configuração das bancadas do governo e da oposição na Assembleia e as consequências dessas mudanças no andamento da Casa em pleno ano eleitoral. Vem com a gente!
O cenário para as eleições estaduais na Bahia começou a tomar forma. Após bater cabeça para definir quem seria o candidato ao governo, o grupo liderado por Rui Costa e Jaques Wagner definiu: a bola da vez é o secretário de Educação, Jerônimo Rodrigues do PT. Para o senado, Otto Alencar, do PSD, vai para a reeleição. A única vaga que resta é a de vice-governador.Do outro lado, ACM Neto encabeçando a chapa na disputa, terá João Leão como nome ao Senado, Progressista que até outro dia era carne e unha com Rui e Wagner, mas que rompeu relações e mudou de lado após descobrir pela imprensa que Rui permaneceria no cargo de governador até 31 de dezembro, contrariando conversas prévias que o Bonitão herdaria o mandato tampão por nove meses.Apesar de apenas as vagas de vice-governador nas duas principais chapas para o pleito de outubro estarem desocupadas, ainda tem muita água para rolar debaixo dessa ponte. O Terceiro Turno dessa semana vai abordar a situação de alguns partidos que ainda não definiram os caminhos que seguirão em 2022 na Bahia e ainda estão no campo do "Nem Nem": nem na base e nem na oposição.
Um dos principais alicerces para qualquer tipo de relação é a confiança. Sem este ingrediente mais que especial, a parceria, seja lá qual for, está fadada ao fim. E talvez na política esse item seja ainda mais significativo, já que é muitas vezes com a palavra que se conquistam novos aliados ou antigas alianças se desfazem.E a quebra de confiança colocou fim no poderoso teodolito formado por PT, PSD e PP na Bahia. Os progressistas, liderados no estado pelo vice-governador João Leão, anunciaram nesta semana a sua saída da base que já comanda a Bahia por quase 16 anos. Essa talvez seja a mais dura das consequências que o grupo de Rui Costa e Jaques Wagner enfrentou depois daquela reunião feita às pressas lá em São Paulo, há algumas semanas, na qual selou a saída do senador petista na disputa ao Palácio de Ondina.Com o rompimento oficializado, não demorou a Leão e Neto convocarem uma coletiva de imprensa e anunciar que o “Bonitão” será o candidato da chapa de ACM Neto ao Senado, batendo de frente com o antigo aliado Otto Alencar. O Terceiro Turno desta semana vai debater os rumos do PP e o impacto para as eleições da Bahia após o rompimento com o PT. Vem com a gente!
O bate-cabeça para a formação da chapa governista continua. Depois de Wagner desistir da sua candidatura ao governo do estado, foi a vez de Otto Alencar declinar do convite, o que devolveu a batata quente para as mãos do PT. Agora, o partido que governa a Bahia por quase 16 anos tenta escolher um candidato para pacificar a base aliada.Enquanto o PT não escolhe seu candidato, o principal candidato de oposição espera e esfrega as mãos. ACM Neto já disse que não definirá sua chapa antes do governo definir a sua. O ex-prefeito de Salvador tenta atrair insatisfeitos da base governista para o seu lado, em uma movimentação que incendeia os bastidores da política baiana.E agora: quem será o candidato do PT ao Palácio de Ondina? O governo conseguirá manter intacto a base aliada que o sustentou nesses 16 anos? E ACM Neto: vai conseguir atrair algum partido governista para o seu lado? O Terceiro Turno desta semana vai debater os possíveis nomes petistas para a candidatura ao governo da Bahia e como ACM Neto tenta tirar proveito da confusão na base governista. Vem com a gente!
Depois que uma bomba explode, o que resta aos seus sobreviventes é catar os cacos, pensar nos próximos passos e seguir em frente em meio ao cenário de destruição. No caso da base governista na Bahia, essa destruição já deixou muita gente fora de sua zona de conforto e resistente a certas mudanças.Isso porque após o governador Rui Costa bater o pé para bancar uma candidatura ao Senado, enquanto o grupo já tinha todas as definições encaminhadas com Jaques Wagner candidato ao governo e Otto Alencar candidato ao Senado, o PT precisou rearrumar a casa. O resultado foi a desistência de Wagner de sua candidatura no início da semana e uma enxurrada de críticas de partidos aliados que alegam não ter participado das deliberações.Com a celeuma criada, o pensamento que nos vem à mente é se o PT estaria enfrentando esse impasse a exatos 7 meses das eleições de 2022, se tivesse construído um nome ao longo dos últimos anos para a sucessão estadual? Faltou planejamento ao governador Rui Costa em definir seu sucessor confiando na força de Wagner para retornar ao Palácio de Ondina? É sobre os impactos de o Partido dos Trabalhadores não ter nomes para uma renovação política que a discussão será pautada hoje pelo Terceiro Turno.
Uma bomba sacudiu as estruturas da política baiana na última semana. Revelado em primeira mão aqui pelo Bahia Notícias, uma reunião feitas às pressas entre o governador Rui Costa e os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo, pode ter mudado de vez o desenho da chapa governista para as eleições de outubro.O motivo do encontro entre as lideranças aconteceu para ajustar as arestas após Rui manifestar o desejo de concorrer ao Senado. Mas para isso acontecer sem abalo no teodolito formado na Bahia por PT, PSD e PP, vários ajustes precisarão ser feitos para contemplar todas as partes envolvidas neste processo.E é sobre essa mudança repentina no núcleo da base governista que a discussão de hoje vai caminhar. Afinal, o que vai acontecer nos próximos capítulos desta novela? Rui vai mesmo renunciar ao governo e disputar uma cadeira no Senado? Wagner vai abrir mão da candidatura ao Governo do Estado? Otto vai topar entrar na disputa contra ACM Neto pelo Palácio de Ondina e deixar de lado a reeleição quase certa ao Senado? E João Leão e o PP como ficam nesta história? O Terceiro Turno desta semana avalia a decisão de Rui de concorrer ao Senado e as consequências que isso pode causar no grupo que governa a Bahia há 16 anos.
No último dia 1º de fevereiro, a Assembleia Legislativa da Bahia promulgou uma lei que veda a aplicação de multas ou a responsabilização pessoal, no âmbito do Tribunal de Contas dos Municípios, a gestores quando não ficar comprovado o dolo ou o enriquecimento ilícito. Para o autor da lei, o deputado estadual Rosemberg Pinto, o novo dispositivo legal corrige injustiças.Por outro lado, tanto o TCM quanto os procuradores do Ministério Público de Contas demonstraram insatisfação com a lei aprovada na AL-BA. Em uma sessão ocorrida no último dia 8 de fevereiro, todos os conselheiros da Corte de Contas se manifestaram contrariamente à nova legislação, afirmando que ela seria inconstitucional e que a Assembleia não possui competência para legislar sobre o tema.Neste episódio do Terceiro Turno, vamos discutir o que já tem sido chamado de “Lei Rosemberg”, em homenagem ao autor da norma, e todas as suas consequências políticas.
A pouco menos de sete meses para as eleições de 2022, onde a população vai eleger presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, o cenário político segue bastante aquecido. Se por um lado as casas legislativas, seja Assembleia ou Câmara de vereadores, ainda estão em ritmo de retomada das atividades, nos bastidores as articulações políticas estão a todo vapor.Para as eleições deste ano, contudo, o contexto ainda é de muita nebulosidade em torno desses arcos de alianças. As equações não são fáceis de serem resolvidas, principalmente no eixo regional - em cada estado - e na mesa ainda há elementos que pretendem estender as discussões entre políticos até o limite da janela partidária, no início de abril, como é o caso da federação entre os partidos, que virou alvo de cobiça de algumas legendas em busca de espaço ou sobrevivência.E é sobre "espaços" que a discussão de hoje vai caminhar. Quais são os impactos das alianças que vêm sendo costuradas em busca do Executivo baiano na estrutura das eleições proporcionais? Como ficam os deputados federais e estaduais? O Terceiro Turno desta semana avalia o movimento de migração de parlamentares entre partidos, em busca de espaço e viabilização de suas candidaturas em outubro.
A possibilidade de federação entre partidos têm movimentando de forma intensa os bastidores da política no Brasil neste início de 2022. Sem exagero, nas últimas semanas, em praticamente todos os dias, surgem notícias do interesse de cada vez mais legendas na união. Seja de esquerda, direita, de centro, nanicos ou gigantes, a novidade despertou o interesse de um bom número de siglas.Mas como se trata de uma novidade, a federação ainda deixa muitas dúvidas na cabeça dos eleitores e até mesmo dos atores políticos envolvidos no processo eleitoral, que claro, estão diretamente interessados nas mudanças que podem trazer algum tipo de vantagem na disputa do próximo pleito. Mas afinal, que mudança é essa que deixou a política brasileira alvoroçada? O que os partidos têm a ganhar com isso? A novidade também pode trazer alguma desvantagem?Neste episódio do Terceiro Turno, vamos discutir os impactos das federações partidárias nas eleições de 2022 e quais poderão ser as consequências no cenário nacional e estadual.
Desde os últimos meses de 2022, o setor de eventos na Bahia vinha retomando suas atividades. Com o avanço na vacinação em todo o país, os empresários baianos se preparavam para retomar as grandes festas do verão de Salvador. Entretanto, a chegada a variante ômicron no Brasil começou a mudar um pouco as perspectivas. Com o aumento do número de casos e de internações provocadas pela nova variante da Covid, o governo do estado, que havia liberado eventos para até 5 mil pessoas, voltou atrás no dia 10 de janeiro, e reduziu o limite máximo para 3 mil pessoas. A mudança, considerada repentina pelos empresários, provocou o cancelamento de diversas festas, grande parte delas já com ingressos vendidos. Para piorar a situação do setor de eventos, uma nova redução do público máximo, agora para 1.500 pessoas, resultou no cancelamento da maioria dos shows marcados para o verão de Salvador. Os empresários, então, protestam, reclamando da falta de diálogo do governo Rui Costa com o setor de eventos. Neste episódio do Terceiro Turno, os repórteres Gabriel Lopes, Lula Bonfim e Anderson Ramos discutem a relação conturbada entre o governo Rui Costa e o setor de eventos durante a pandemia da Covid-19, bem como suas repercussões políticas e econômicas no estado.
Neste início de 2022, ano que promete ter uma das eleições mais acirradas dos últimos anos, eventos envolvendo pesos pesados da política baiana estão movimentando os bastidores do poder no estado. Por motivos distintos, o deputado federal e presidente do Podemos, Bacelar, e o também deputado federal Marcelo Nilo, do PSB, podem sair da base de apoio do governador Rui Costa, do PT. Enquanto o parlamentar do Podemos se viu numa verdadeira saia justa por causa da filiação e pré-candidatura à Presidência da República do ex-juiz Sérgio Moro, o ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia forçou a barra em busca de mais espaço, disparando diversas críticas contra a cúpula que governa o estado há quase 16 anos. Neste episódio do Terceiro Turno vamos discutir a situação de Bacelar e Marcelo Nilo e os possíveis rumos que dois dos políticos com muita influência na Bahia podem tomar nas próximas eleições.
O ano começou com uma surpresa nada agradável para quem mora em Salvador. Na primeira semana de 2022, a prefeitura iniciou o envio dos carnês para pagamento do Imposto Territorial Urbano, o famigerado IPTU. Porém, o que muitos não sabiam, é que o tributo veio com um reajuste salgado, que vai pesar no bolso dos contribuintes soteropolitanos.A prefeitura tomou como base para o aumento do IPTU a inflação de 2021, que ficou em 10,7%. Além disso, o reajuste que mais assustou veio na TRSD, a taxa de lixo, que subiu nada mais nada menos que 50%, 5 vezes mais que a inflação oficial do ano passado.A autorização para esse aumento, que muitos consideram abusivo, veio com a aprovação do Procultura, projeto polêmico enviado pelo Executivo à Câmara de vereadores. Agora, diante da repercussão negativa, o Ministério Público decidiu pedir mais explicações sobre todo o processo que culminou na cobrança, o que pode mudar o jogo.Na pauta desta semana, o Terceiro Turno debate então o aumento do IPTU e da taxa de lixo em Salvador.
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