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Autor: NEPAT - Núcleo Brasileiro de Estudos de Nazismo e Holocausto

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A seus postos, Aliança Rebelde! Seja bem-vindo ao Desnazificando, um podcast de iniciativa totalmente feminina realizado pelas coordenadoras do Núcleo Brasileiro de Estudos de Nazismo e Holocausto (NEPAT). Nesse espaço iremos falar sobre pesquisa, educação, nazismo, século XX e o que mais der na telha. Nosso objetivo é debater conceitos, ideias e acontecimentos de maneira descontraída, mas com profundidade e qualidade.
28 Episodes
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🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando! E no episódio de hoje nós vamos falar sobre um tema que infelizmente tem voltado a popularidade: julgamentos de nazistas. Mais especificamente, vamos falar sobre o primeiro de todos os julgamentos, o Julgamento de Nuremberg, ocorrido na cidade de Nuremberg, na Alemanha, entre os anos de 1945 e 1946. Nuremberg voltou à cena depois que foi citado na CPI da COVID nos últimos dias, alguns dias depois de o julgamento de Adolf Eichmann também ter sido citado. Mas o que foi esse julgamento em Nuremberg? Quem eram os homens julgados? Quais foram as sentenças? Bom, a tese da nossa coordenadora Maria Visconti é justamente sobre esse julgamento e seus réus. Vamos conversar hoje sobre a dinâmica desse polêmico tribunal, sobre essa complicada justiça de transição no processo de desnazificação e também sobre a relação disso com a CPI da COVID. Vamos lá?
🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. Os episódios de hoje fazem parte da mesa "Nazismo e neonazismo: reverberações na história" que contou com as apresentações do Prof. Dr. Guilherme Franco de Andrade (História-UFMS/IFMT), do Prof. Dr. Alexandre de Almeida (História-UFJF/UFABC) e da Prof. Dra. Adriana Dias (Antropologia-UNICAMP). Esse episódio é com a apresentação de Adriana Dias (Antropologia-UNICAMP), intitulada "Misocracia e o Brasil contemporâneo: Observando discursos de ódio na política brasileira”. Vamos lá?
🎙 A seus postos, Aliança Rebelde!  Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast.   Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão.   Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. O episódio de hoje faz parte da mesa "Nazismo e neonazismo: reverberações na história" que contou com as apresentações do Prof. Dr. Guilherme Franco de Andrade (História-UFMS/IFMT), do Prof. Dr. Alexandre de Almeida (História-UFJF/UFABC) e da Prof. Dra. Adriana Dias (Antropologia-UNICAMP). Esse episódio é com a apresentação de Alexandre de Almeida (História-UFJF/UFABC), intitulada "A produção documental de organizações White Power no Brasil contemporâneo”. Vamos lá?
🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Ele é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas você pode conferir lá no nosso canal do Youtube. O episódio de hoje faz parte da mesa "Nazismo e neonazismo: reverberações na história" que contou com as apresentações do Prof. Dr. Guilherme Franco de Andrade (História-UFMS/IFMT), do Prof. Dr. Alexandre de Almeida (História-UFJF/UFABC) e da Prof. Dra. Adriana Dias (Antropologia-UNICAMP). Esse episódio é com a apresentação de Guilherme Franco de Andrade (História-UFMS/IFMT) intitulada “A reorganização da extrema direita e o neonazismo na Europa (1945-2002)”. Vamos lá?
🎙 A seus postos Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e no episódio de hoje nós vamos falar sobre um tema super inédito: a percepção de meninas e meninos sobre a Segunda Guerra Mundial e a ocupação nazista na França. Para isso, temos uma convidada super especial: a Franciele Becher, que desenvolve sua pesquisa de doutorado em História no Institut d’Histoire du Temps Présent (IHTP), da Université Paris 8 e também faz parte do nosso grupo “Pensar os Extremos: Rede Interdisciplinar de Estudos sobre Nazismo, Memória e Guerra”. A temática da percepção de crianças e jovens sobre conflitos militares, como a Segunda Guerra, é algo que intriga não apenas historiadoras e historiadores, como também outros profissionais que trabalham com esse recorte, além da sociedade em geral. No cinema, por exemplo, são muitos os filmes que trazem uma perspectiva infantil para problematizar as atrocidades cometidas nesses conflitos. Uma produção recente que aborda esse assunto é o premiado Jojo Rabbit, do diretor Taika Waititi. Entre acertos e equívocos, essas produções costumam levantar os ânimos das discussões com relação ao trauma e à vivência da guerra: quais são os limites éticos para evocar uma perspectiva infantil em narrativas sobre a Segunda Guerra? É possível trazer, efetivamente, uma visão infantil ou jovem do conflito que não relativize o sofrimento? As crianças e jovens percebiam a guerra de forma diferente? Ou somos nós, adultos, que achamos que elas não refletem sobre tais atrocidades e tendemos a minimizar as suas percepções? Essas são só algumas provocações para abrir a nossa conversa, então podem se preparar que tem muita fritação por aí! Vamos lá? [Imagem da capa: Desenho de 1944 feito por um jovem de 17 anos. Centro de Observação de Crimée, Arquivos departamentais do Essonne, França.]
🎙 A seus postos, Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e o episódio de hoje vai ser um pouco diferente do usual. Esse episódio é parte de uma série de episódios extras em que vamos disponibilizar os áudios das falas dos professores convidados para as mesas redondas do evento “O que resta da suástica” em formato de podcast. Para quem não sabe, entre os dias 05 e 09 de abril, nós do NEPAT organizamos um evento acadêmico online intitulado “O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória”. O objetivo do evento foi trazer reflexões e debates sobre os perigos das permanências da ideologia e do discurso nazista na atualidade e, também, construir discussões proveitosas em torno do Terceiro Reich, buscando novas abordagens e caminhos de compreensão. Nós inclusive já fizemos um episódio de divulgação do evento aqui do Desnazificando, em que a gente conversou sobre a programação. Como vocês sabem, um dos nossos principais objetivos como núcleo é a divulgação científica, feita de sempre com muita responsabilidade e qualidade, então toda a programação do evento não só foi gratuita, como está inteiramente disponível de modo permanente no nosso canal do Youtube. Então se você perdeu o evento ao vivo, ou alguma das mesas, não tem problema, você pode entrar no nosso canal e acessar os vídeos das transmissões. Além disso, nós decidimos transformar as falas dos professores em áudios de podcast para quem preferir escutar ou estudar por esse formato. A única parte que não vai ser incluída aqui são as respostas às perguntas da audiência, mas vocês podem conferir lá no nosso canal do Youtube. O primeiro episódio é com a fala da Prof. Dra. Wendy Lower (pesquisadora sênior William Rosenburg, Universidade de Yale -em sabático-/ Professora de História na Faculdade Claremont McKenna). Lower fez a conferência de abertura do nosso evento, com a apresentação "As mulheres do nazismo: espectadoras, colaboradoras e perpetradoras". O objetivo da conferência foi apresentar a participação das alemãs dentro do regime nazista e sua atuação nos territórios ocupados no leste, pensando nas suas diversas contribuições para o regime: como professoras, secretárias, enfermeiras e esposas. Nem todas se tornaram perpetradoras, mas ignorar a atuação das mulheres que participaram da máquina genocida limita severamente nossa compreensão do Holocausto. O episódio, assim como a conferência, estão em inglês, mas no futuro iremos repostar o vídeo no nosso Youtube com legendas em português. Vamos lá?
🎙 A seus postos Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando, e no episódio de hoje nós vamos falar sobre alguns conceitos da obra do historiador Ian Kershaw. Vamos falar aqui hoje da ideia de "trabalho em direção ao Führer", "autoridade carismática", opiniões da população alemã durante o Terceiro Reich, enfim, uma miscelânea de um monte de coisa que o Kershaw falou ao longo da vida. Como vocês sabem, estamos fazendo aqui no nosso instagram a Semana Ian Kershaw em homenagem ao aniversário desse historiador que nós amamos tanto e que é uma referência enorme para qualquer pessoa que queira se aventurar a estudar nazismo. Infelizmente a maioria das obras do Kershaw ainda não foram traduzidas para o português, então esperamos que esse conteúdo possa auxiliar a divulgar mais esses conceitos tão importantes para a compreensão do Terceiro Reich. Então esperamos que vocês gostem de mais esse conteúdo da Semana Kershaw! Kershaw faz parte da linha de historiadores que tenta compreender a (des)organização do regime nazista em conjunto com a construção da imagem de Hitler. Ele é uma das maiores e mais reconhecidas referências sobre Terceiro Reich. Em português, temos acesso, infelizmente, apenas à monumental biografia de Hitler (2008), "O fim do Terceiro Reich: a destruição da Europa de Hitler" (2015) e “De volta ao Inferno: Europa, 1914-1949” (2016), "Dez decisões que mudaram o mundo" (2008), todos lançados pela Companhia das Letras. Kershaw também é conhecido por ser conselheiro histórico nas séries da BBC “The Nazis: a warning from history” (1997) e “War of the century” (1999). Hoje nós vamos falar um pouquinho sobre alguns conceitos da obra do historiador e pode ter certeza que vem muita fritação por aí. Vem com a gente!
🎙 A seus postos Aliança Rebelde! Está começando mais um Desnazificando e no episódio de hoje nós vamos fazer um negócio que na verdade nem é um episódio direito, nada mais é do que um enorme jabá do evento online que nós estamos organizando. É isso mesmo minha amiga ouvinte, se você não nos acompanha nas nossas redes sociais (por sinal, deveria, é @nepat.ufmg no instagram e @nepat_ufmg no twitter) nós temos anunciado ao longo desse mês que o NEPAT está organizando um evento internacional online para abril de 2021. O evento se chama "O que resta da suástica: nazismo, negacionismo e memória" e vai rolar entre os dias 5 e 9 de abril de 2021 no nosso canal do Youtube (inclusive estamos muito chiques agora que temos inscritos o suficiente e pudemos personalizar nosso link, agora vocês podem encontrar nosso canal em youtube.com/c/nepatufmg tal qual profissionais que somos). Com exceção dos minicursos toda a programação do evento é gratuita e não requer inscrição prévia. Emitiremos certificado de ouvinte de 25 horas para quem comparecer em 4 das 8 mesas do evento. A presença será computada através do formulário que será enviado durante as mesas no chat do Youtube e o certificado de ouvinte será enviado em até 30 dias após o término do evento. Todas as mesas ficarão gravadas no nosso canal do Youtube, então se não rolar de você assistir no horário, você pode assistir depois! Bom, hoje nós viemos aqui falar um pouquinho sobre o evento, contar pra vocês a programação e convidar vocês a participarem com a gente e prestigiarem essa nossa iniciativa! Então bora lá pro marketing do evento!
🎙 A seus postos Aliança Rebelde! No episódio de hoje do Desnazificando nós falamos sobre a continuação do famoso “O Conto da Aia”: “Os Testamentos”. No nosso episódio sobre o “O Conto da Aia”, nós falamos sobre o regime que foi estabelecido nos Estados Unidos em uma perspectiva guiada pelo conceito de totalitarismo, de Hannah Arendt. A gente abordou questões relativas à ideologia, ao terror e ao isolamento, que são elementos fundamentais quando falamos sobre totalitarismo. Hoje, nós vamos falamos sobre outras questões presentes na sequência da primeira obra da Margaret Atwood, que foi lançada em 2019. Em “Os Testamentos”, a autora nos leva de volta à Gilead, ainda que em um momento diferente: conhecemos um regime mais bem estruturado e consolidado, porém igualmente repressivo. A história se desenvolve por meio de três vozes: Agnes, Daisy (a princípio!) e Tia Lydia, que já era nossa conhecida da época da June. A partir delas nós vamos falar, hoje, sobre outros aspectos presentes nos regimes totalitários e, mais especificamente, que constituíram o regime de Gilead. Vamos falar de machismo, misoginia, repressão, mitologias de liderança, colaboração, perpetradoras, da construção do regime e sobre resistência. Vamos lá?
A seus postos, Aliança Rebelde! 🎙 No episódio de hoje do Desnazificando nós vamos falar sobre um tema que gostamos bastante: literatura. Mais especificamente sobre representações literárias da Segunda Guerra Mundial. A Segunda Guerra, foi sem dúvida, um dos eventos mais marcantes do século XX, afinal foi senão o maior, um dos maiores conflitos bélicos na história, que aconteceu em uma escala global e causou um nível de destruição nunca antes visto. Tendo em vista o quão emblemática foi a Segunda Guerra Mundial, não parece surpreendente que ela seja recuperada com bastante frequência. Mas o que podemos observar é que cada vez mais conteúdo é produzido sobre a Segunda Guerra - filmes, séries, documentários, livros, quadrinhos, sites e blogs, etc., tanto que nunca falta material para trazermos aqui para o NEPAT. E nesse mundo a gente não pode tomar nada como dado. Especialmente nós, que somos historiadoras, não podemos deixar de nos perguntar que memória está sendo construída sobre a Segunda Guerra Mundial. Afinal de contas, a visão que temos do passado é algo em constante construção e alvo de disputas. Mas, no episódio de hoje, vamos focar nas representações dentro da literatura, afinal de contas sem um recorte seria impossível gravar um episódio. E para fazer essa discussão aqui conosco, nós temos hoje um convidado muito especial: José Otaviano da Mata Machado, ou Tavos. O Tavos faz parte de um projeto incrível de divulgação científica que provavelmente vocês conhecem, o Mimimidias. O Mimimidias, desde 2017, produz vídeos sobre internet, música, cinema, games, design, literatura e tudo que é mídia, sempre com rigor acadêmico, bom humor e muito mimimi, como eles próprios dizem. O Tavos também é um membro do NEGUE (Núcleo de Estudos de Guerra e Literatura), um grupo de estudos da Faculdade de Letras lá da UFMG. E ano passado nós fizemos uma participação no podcast deles, o Guerras Imaginadas. As meninas do grupo me receberam super bem e a gente conversou sobre a obra da Svetlana Aleksiévitch. Podemos deixar o link do episódio para vocês irem lá conferir o podcast deles. E, agora, chegou a vez deles de fazerem uma participação aqui no Desnazificando! Por isso, o Tavos veio aqui bater esse papo com a gente. Vamos lá?
A seus postos Aliança Rebelde! 🎙 Finalmente chegou a segunda temporada do Desnazificando! Vocês estavam com saudade? 🖤   No primeiro episódio dessa temporada nós vamos trazer mais um tema para a série de Dicionário de Conceitos: hoje, nós vamos falar sobre os conceitos de culpa e responsabilidade. Pra quem não conhece, nessa série de Dicionário de Conceitos nós tentamos fazer um debate teórico e historiográfico de algum conceito específico, trazendo também suas possíveis aplicações. Lembramos, é claro, que esse dicionário não tem a pretensão de exaurir a discussão sobre um determinado conceito e é claro que vai ficar muita coisa de fora. A ideia é a de trazer um debate com alguns autores e algumas teorias e convidamos vocês ouvintes a complementar a nossa discussão com mais bibliografia e outros autores e perspectivas, combinado? Bom, resolvemos fazer um dicionário para falar de dois conceitos justamente porque eles são complementares. Mas vocês vão reparar que ao longo do episódio mencionaremos outro conceito fundamental para essa discussão, que é o conceito de moral. Responsabilidade, culpa e moralidade caminham juntos nesse rolê complexo de compreender a conduta humana. Pensando especificamente no caso do nazismo, as perguntas que pairam são: de quem foi a culpa pelo Terceiro Reich? Podemos responsabilizar apenas Adolf Hitler pelo Holocausto? E a população alemã, como fica nessa história? Vem com a gente que vamos conversar sobre isso!
A seus postos, Aliança Rebelde! 🎙 Está no ar mais um episódio do Desnazificando! Esse é o último episódio da nossa primeira temporada e gostaríamos de agradecer muito a todos vocês que nos ouvem e a todos os convidados incríveis que tivemos! Obrigada por fazer esse projeto dar certo 🖤  E hoje, nós vamos falar sobre os desafios da educação com relação a temas sensíveis. Como elaborar propostas pedagógicas e educacionais para trabalhar com responsabilidade eventos traumáticos? Pensando especificamente no Holocausto, Andreas Huyssen, em "Seduzidos pela memória", diz que houve uma hollywoodização dessa temática, com um excesso de apelo memorialístico que não necessariamente implica em uma verdadeira compreensão daquele trauma. Por isso, precisamos pensar em formas efetivas de abordagem que saiam da superfície e que de alguma forma façam com que as pessoas reflitam não apenas sobre o evento em si, mas sobre as raízes do evento e suas consequências na atualidade. Como lembra Zygmunt Bauman, o Holocausto, infelizmente, não é um problema só dos judeus: ele faz parte de uma estrutura burocrática moderna e se constitui em discursos ideológicos racistas que ameaçam a sociedade democrática. A educação aparece então como um dos pilares na compreensão desse fenômeno e na possibilidade de novos caminhos no futuro. Enfim, chamamos pra bater esse papo com a gente o Carlos Reiss, coordenador-geral do Museu do Holocausto de Curitiba, o primeiro museu do Holocausto no Brasil, e que, segundo eles, tem como objetivo "relembrar as vítimas e alertar as novas gerações sobre os perigos do ódio, da intolerância e do Racismo". Vem com a gente?
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje nós vamos falar um pouco sobre a obra  O Conto da Aia. Lançada em 1985 e escrita pela autora canadense Margaret Atwood, o romance ganhou sua primeira edição brasileira em 1987 e, em 2017, ganhou uma nova edição, que veio acompanhada do lançamento de uma série homônima no canal de streaming Hulu. O livro já foi adaptado para um filme (1990), uma ópera (2000) e uma graphic novel (romance gráfico, 2019). Nos mais variados formatos que a história criada por Atwood assumiu, ela suscitou intensos debates e foi razão de grande sucesso: o livro foi extremamente aclamado em seu lançamento, ganhando o Governor General's Awards em 1985 e o primeiro Prêmio Arthur C. Clarke em 1987, e a série que ganhou oito prêmios no Emmy e dois Globos de Ouro. O recente sucesso da série e do livro, que inclusive ganhou continuação em 2019, aponta para um aspecto tenebroso em nossa realidade, como afirmou Atwood em entrevista: estamos mais próximos de Gilead do que gostaríamos. Tendo isso em vista e encarando a ficção como fonte para a reflexão e a compreensão acerca da realidade do nosso mundo, hoje vamos fazer uma análise de O Conto da Aia a partir do conceito de totalitarismo da filósofa Hannah Arendt, nossa conhecida por aqui, para, não só entender o universo criado por Atwood, mas também para refletir sobre o nosso próprio mundo. Vamos lá?
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje, nós vamos falar sobre os conceitos presentes na obra Modernidade e Holocausto, de Zygmunt Bauman, que nos auxiliam a compreender não só o Holocausto, como também a sociedade moderna. Como vocês sabem, estamos fazendo no nosso instagram a Semana Zygmunt Bauman em homenagem ao aniversário desse sociólogo que nós amamos tanto. Vocês sabem que a gente fala do Bauman desde o nosso episódio piloto, mas ainda não tínhamos feito um episódio mais elaborado sobre ele ou sobre sua teoria. Então esperamos que vocês gostem de mais esse conteúdo da Semana Bauman! Bom, acho que todas iremos concordar que Modernidade e Holocausto é um dos livros mais famosos de Bauman, apesar de ele ser reconhecido pela sequência de líquidos: Modernidade líquida, Amor líquido, Medo líquido, Tempos líquidos. Vamos falar aqui hoje sobre alguns dos conceitos que perpassam essa obra, pensando sobretudo nas continuidades do Holocausto presentes na sociedade moderna, ou seja, os elementos que tornaram possível esse "genocídio com propósito" que ainda estão vivos na nossa sociedade até os dias atuais. Esse é um episódio que vai conversar bastante com o nosso episódio sobre o conceito de banalidade do mal em Hannah Arendt justamente porque Bauman tem uma perspectiva similar a da filósofa: o que tornou o Holocausto possível foram homens racionais que transformaram o extermínio em uma técnica, com a produção social da distância e a divisão do trabalho, aliados a um senso fortíssimo de autopreservação. Prepara que vem muita fritação por aí!
A seus postos, Aliança Rebelde! Está o ar mais um episódio do Desnazificando! Hoje vamos falar sobre um tema cuja importância cresceu muito nesses tempos difíceis e surreais nos quais vivemos: o ensino remoto. A adoção dessa modalidade de ensino por diversas universidades e algumas escolas suscitou muitos debates e fez os alunos se desdobrarem para tentar acompanhar essa nova realidade. Longe de ser ideal, essa situação tornou-se incontornável enquanto a pandemia não nos dá trégua. A desigualdade no acesso à internet e aos equipamentos, o contato extremamente reduzido com colegas e professores e a falta de ambientes adequados para o estudo e para assistir às aulas são alguns dos problemas encarados, ainda que não sejam nem de longe os mais sérios. Pensando nisso, decidimos falar um pouco sobre a nossa experiência com o ensino remoto, trocar um pouco as angústias e as dificuldades que nos afligem nesse momento de tantas incertezas e inseguranças - tanto para a vida pessoal, quanto para a acadêmica. Então vamos lá?
A seus postos, Aliança Rebelde! Está o ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje nós vamos falar sobre um tema que vocês já nos pediram muito: o conceito de banalidade do mal. Como vocês sabem, estamos fazendo no nosso instagram a Semana da Hannah Arendt em homenagem ao aniversário dessa filósofa que nós amamos tanto. Vocês sabem que a gente fala da Arendt desde o nosso episódio piloto, mas ainda não tínhamos feito um episódio mais elaborado sobre ela ou sobre sua teoria. Então esperamos que vocês gostem de mais esse conteúdo da Semana Hannah Arendt!  O conceito de banalidade do mal é possivelmente o conceito mais famoso de Arendt, fruto de sua análise do julgamento do nazista Adolf Eichmann em Jerusalém. Mas como podemos definir esse conceito? E quais são as aplicações possíveis? Afinal, será que ainda podemos falar de um mal banal na atualidade? Pensando nisso, nós chamamos pra bater esse papo com a gente o Adriano Correia, professor de ética e filosofia política da Universidade Federal de Goiás. Ele atualmente é um dos maiores pesquisadores brasileiros da obra de Hannah Arendt, com destaque para os livros: "Hannah Arendt e a modernidade: política, economia e a disputa por uma fronteira", de 2014, "Hannah Arendt", de 2010 e "Transpondo o abismo: Hannah Arendt entre a filosofia e a política" de 2002. Ele também foi responsável pela revisão e a apresentação das duas edições brasileiras de "A condição humana", de Hannah Arendt. Já deu pra perceber que estamos muito bem acompanhadas hoje, né?
A seus postos, Aliança Rebelde!  Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje, nós vamos falar um pouco mais sobre a resistência ao regime nazista. Vamos pensar nas problemáticas da definição da resistência durante o Terceiro Reich e a complexa relação entre resistência e participação. Apresentamos pra vocês a Rosa Branca, grupo formado por estudantes de Munique que resistiu por meio de panfletos entre 1942 e 1943. Quem eram esses personagens? Como se deram suas trajetórias e qual foi o caminho percorrido até a resistência? A partir da pesquisa para a dissertação de mestrado da nossa coordenadora Maria Visconti, abordamos as duas fases da resistência da Rosa Branca, os aspectos de mudança de forma de ação que surgem em 1943 e que não ficam tão claros na mobilização panfletária, as contradições e complexidades das fontes disponíveis, personagens que caíram no esquecimento e que foram fundamentais para a construção dessa resistência, declarações polêmicas escondidas...  Enfim, aqui vocês vão conseguir saber um pouco mais do trabalho de historiador que às vezes parece de detetive! Vem com a gente?
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje nós vamos falar sobre um tema que vocês sempre nos perguntam no instagram: métodos de estudo! Como fazer anotações e fichamentos? Como utilizar o método pomodoro para aproveitar os intervalos de tempo de estudo? Como organizar nossa vida em uma agenda, ou planner, ou bullet journal? Como conciliar estudo com trabalho e com as louças que não param de acumular? Rabiscar livro: sim ou não? Vamos tentar responder essas e outras perguntas com a ajuda de uma convidada muito querida e nossa amiga pessoal, Fernanda Vianna, graduada em História, professora do curso "Leitura e Aprendizagem" e produtora de conteúdo no Instagram e no Youtube. Fizemos uma live com a Fernanda sobre esse tema mas quisemos gravar um podcast porque assim a gente consegue elaborar melhor esse tema tão importante! A Fernanda vai conversar com a gente sobre métodos de estudo, formas de organização e dicas de leitura e de aprendizagem. Vem com a gente!
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando, e hoje nós falamos sobre o vilão mais famoso do cinema nos últimos anos: Thanos. Esse episódio é uma elaboração de uma live que fizemos no nosso Instagram, quando ainda não dava pra salvar no IGTV. Vocês gostaram muito então trouxemos pra esse formato do podcast onde podemos falar com mais calma! Também conhecido como o Titã Louco, Thanos possui um objetivo muito claro: aniquilar de maneira aleatória metade da vida de todo o universo, em busca do equilíbrio perfeito. Ao estalar os dedos, o titã acredita estar criando um mundo de abundância e igualdade, uma vez que os seres vivos restantes poderiam desfrutar de todos os recursos que o universo pode oferecer. Seriam tais argumentos realmente fruto de uma mente perturbada? Ou será que eles poderiam ser mobilizados para algo concreto no nosso mundo? Hoje, queremos debater com vocês de que maneira os nefastos elementos mobilizados pelo Titã povoam o nosso imaginário e verificar quais são os possíveis paralelos entre o seu mundo e o nosso a partir de uma ideia presente na nossa história: o mito nazista.
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando, uma adaptação de uma live que fizemos aqui no nosso instagram e transformamos em um episódio.  Nesse episódio falamos de um queridinho do público: o filme Bastardos Inglórios, do diretor Quentin Tarantino. Bastardos Inglórios já é conhecido por muita gente, por isso é um bom ponto de partida para discutir certas construções do imaginário popular sobre o período. Analisamos as representações dos nazistas que o filme constrói e fizemos uma reflexão sobre as mensagens subjacentes à narrativa, sobretudo pensando no aspecto da caça aos nazistas e da importância das aparências. Vem com a gente?
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Comentários (4)

Aretha Guimarães

adooooro a abertura de vcs e a combinação nepat +Fernanda! Ótimo episódio

Sep 18th
Responder

Olhares Podcast

Parabéns pelo piloto, ainda vamos aprender muito com vocês! Adoramos a citação de Hanna Arendt no final! Vida longa ao DesNazificando! #mulherespodcasters juntas produzindo conteúdo relevante!

Jun 25th
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Frederico Bethônico Monteiro

amoooo vocês, sou muito fã! Amando esse novo projeto já 😍

Jun 25th
Responder

Aretha Guimarães

gente vou comentar em todos os canais de vcs desculpe ser fã kkkkk mas realmente o assunto é muito bom e muito urgente. vcs já pensaram em criar um fórum pra nós nepafãs discutirmos? seria muito legal. falando dessa última parte, fiquei aqui pensando que a violência, o racismo e agora esse neo facismo que estamos vivenciando (é um movimento mundial, estou na Inglaterra e aqui está acontecendo o mesmo movimento do Brasil - com menos intensidade claro). esses movimentos são tão alarmantes porque rompem com o contrato social (segurança e justiça para todos por exemplo) no sentido de que os direitos são apenas garantidos para um grupo dominante em específico. gostei muito das reflexões de vocês. nos realmente não resolvemos nenhum dos problemas do facismo, pois ele está aí e assustadoramente mais vivos do que nunca. temos que ser resistência (agora mais do que nunca na ação e não só no discurso). parabéns pelo podcast, aprendo muito com vocês.

Jun 24th
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