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Author: Agência Pública

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Conduzido pela jornalista Andrea Dip, o Pauta Pública é um podcast semanal para refletir sobre os desafios do Brasil e do mundo. Em sua sexta temporada, o programa  vai receber convidados para entender o que é real em um ano decisivo.

Episódios inéditos toda sexta! 
248 Episodes
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Em clima de carnaval, o Pauta Pública da semana recebe a cantora Eliana de Lima, que foi uma das primeiras intérpretes e puxadoras de samba no Carnaval de São Paulo. Ela conta sobre sua trajetória nas escolas de samba e na carreira solo, marcada pela persistência e pelo enfrentamento do machismo. Com hits como “Volta Pra Ela” e “Desejo de Amar”, a cantora ganhou destaque dentro e fora do Brasil, com mais de dois milhões de discos vendidos e cantando ao lado de nomes como Jorge Aragão, Aldir Blanc, Luiz Carlos do Raça Negra e muitos outros.Na conversa com Andrea Dip, Eliana de Lima fala sobre preconceitos que persistem até os dias atuais, a profissionalização no carnaval e as transformações do samba e da indústria da música ao longo das décadas. Entre memórias e reflexões sobre o que faz uma música atravessar o tempo, ela também relembra os sucessos que a fizeram emocionar na Avenida.  Ouça o episódio completo e compartilhe suas memórias de carnaval nos comentários. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
O aumento dos feminicídios e os crescentes casos de crueldade contra mulheres e também contra animais voltaram a expor um tipo de violência que, em geral, é praticada por homens e meninos. Mais do que episódios isolados, esses crimes revelam uma cultura de agressividade que atravessa as relações pessoais e é incentivada e, por vezes, até exibida nas redes sociais.Neste episódio do Pauta Pública, a conversa é com a antropóloga Isabela Venturoza, que pesquisa masculinidades e atua  em grupos de reflexão com homens autores de violência e em rodas de conversa sobre o tema com adolescentes. Na conversa com Andrea Dip, ela analisa como a masculinidade se organiza e porque esses discursos e práticas violentas são tão eficientes em se espalhar.Existe saída para esse ciclo? Ouça o episódio completo e deixe sua opinião nos comentários. Curta e compartilhe o Pauta Pública para que este debate alcance mais pessoas. Você também pode colaborar com nosso trabalho em apoie.apublica.org Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
O colonialismo, enquanto sistema de dominação política, econômica e cultural, foi historicamente justificado por ideologias de superioridade. Diferentemente dos séculos passados, hoje ele não se manifesta apenas pela exploração de recursos naturais e da força de trabalho, mas se materializa também na coleta massiva de informações e dados para o desenvolvimento de tecnologias. Esses dados, concentrados nas mãos de grandes corporações do Norte Global, passam a operar segundo interesses políticos e econômicos que aprofundam desigualdades sociais e flertam com ideologias autoritárias.Como superar esse colonialismo digital e de dados? Existe um caminho para o Brasil garantir sua soberania digital? Essas são algumas das questões levantadas neste episódio do Pauta Pública, que conta com a participação de Sérgio Amadeu. Sociólogo e professor da UFABC, ele é referência no debate sobre tecnologia e sociedade. Amadeu já esteve à frente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e do Comitê Gestor da Internet no Brasil, além de apresentar o podcast Tecnopolítica.Ouça agora mesmo o episódio completo e deixe sua opinião nos comentários. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
O ano de 2026 começou com uma notícia que surpreendeu a todos, mas que preocupa particularmente os países da América do Sul: o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a prisão de Nicolás Maduro e Cilia Flores. Neste episódio, o Pauta Pública recebe o cientista político Guilherme Casarões para analisar os riscos de transformar o discurso do combate ao chamado “narcoterrorismo” em licença para invadir países, derrubar governos e redesenhar fronteiras à força. Professor da Florida International University, nos Estados Unidos, e coordenador do Observatório da Extrema Direita, Casarões explica o que está por trás do “Corolário Trump”: a  retomada da Doutrina Monroe, que determina que cabe aos Estados Unidos o controle dos recursos naturais, da infraestrutura e do fluxo de pessoas no que considera seu espaço natural de interesse: as Américas. Uma lógica que, segundo ele, aprofunda instabilidades, rompe regras do direito internacional e ameaça diretamente os países da região.O Pauta Pública chega ao episódio número 200! Agradecemos a companhia dos ouvintes de longa data, e damos as boas-vindas aos que estão chegando agora! Se você gosta do nosso trabalho, compartilhe com os amigos e acompanhe as demais coberturas da Agência Pública em apublica.orgO curso “Lawfare – a influência dos EUA ontem e hoje”, com Natalia Viana, vai explicar como a lei pode deixar de ser instrumento de justiça para se tornar arma política. Saiba mais em apoie.apublica.org/cursoSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
Começa hoje a sexta temporada do Pauta Pública, num ano que desde os primeiros dias já se mostra decisivo na geopolítica, na democracia, na tecnologia e na história. Na temporada de 2026, com o tema “Diálogos para entender o que é real”, a jornalista Andrea Dip irá conduzir conversas para nos situar num mundo onde imagens fictícias parecem de verdade, e narrativas se apresentam como fatos.Neste primeiro episódio, trazemos um dos maiores nomes da literatura brasileira contemporânea: Jeferson Tenório, vencedor do Prêmio Jabuti em 2021, com “O Avesso da Pele” (Companhia das Letras, 2020). Tenório fala sobre seu lançamento mais recente, “De Onde Eles Vêm” (Companhia das Letras, 2024), um romance sobre a universidade como espaço de hostilidade e desejo, e reflete sobre o papel da literatura em meio à crescente dificuldade de distinguir informação de invenção.Ouça agora e deixe seu comentário.Quem faz o Pauta: ● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto● Produção: Stela Diogo● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro VituriSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
No ano de 2025, tivemos as palavras como catalisadoras das crises do nosso tempo. Discursos usados como arma de guerra e opressão, termos em disputa e a luta pelas narrativas. A linguagem desenhando o mundo, o tempo e os corpos que os habitam. E neste episódio que encerra a quinta temporada do Pauta Pública, falamos sobre a linguagem como ato político, social e também como código de pertencimento e resistência. No caso, o pajubá ou bajubá.Uma mistura de palavras da línguas africanas com um português “devorado”, a linguagem começou a ser praticada entre as travestis, principalmente durante a ditadura, para se protegerem nas ações policiais e de pessoas hostis. Desde então, a linguagem tem se espalhado pela cultura popular através das trocas cotidianas entre a comunidade LGBTQAIP+, e aparecido em músicas, filmes e na literatura.A convidada para refletir sobre o tema é Amara Moira, autora de "Neca: romance em bajubá". A escritora, professora e ativista brasileira, traz nesta obra histórias sobre o trabalho sexual, o amor, o sonho e a palavra, de uma forma sofisticada, sem filtro, às vezes escatológica e sempre bem humorada. Um dos nomes mais promissores da literatura contemporânea brasileira, Amara também fala de como essa linguagem já faz parte da história do país e destaca a importância da iniciativa da ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transsexuais), junto com o mandato da Erika Hilton, para o reconhecimento do Bajubá como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
No dia 05 de novembro, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Decreto Legislativo 3/25. Este PDL na prática suspende os efeitos da Resolução 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que trata do atendimento humanizado de meninas e adolescentes vítimas de violência sexual, garantindo o acesso ao aborto legal nos casos previstos em lei, de forma segura, sem revitimização e com a garantia da escuta protegida.Se aprovado, o projeto dificulta o acesso ao aborto legal e seguro, em mais uma demonstração de como a mesma misoginia que mata pelas mãos dos homens, também pode violentar pelas mãos da lei. O Pauta de hoje vai abordar o risco que esse projeto agora tramitando no Senado representa, a dificuldade de debater essa questão e os caminhos para se opor a mais essa tentativa de violar e dominar o corpo de mulheres e meninas no Brasil. Para essa conversa fundamental, a gente recebe novamente a antropóloga, professora e escritora Débora Diniz.Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
Depois da maior chacina da história do Rio de Janeiro, marcada por corpos enfileirados por moradores do Complexo do Alemão e da Penha, a vida dos moradores das favelas segue com indignação e medo, mas também com mobilização e trabalho de base. Existem outras histórias acontecendo em busca por dignidade, respeito e pertencimento, especialmente para a juventude, que neste contexto de falta de oportunidades, acaba sendo cooptada pelo tráfico.Neste episódio do Pauta Pública, a conversa é com David Amen, morador do Complexo do Alemão e cofundador do Instituto Raízes em Movimento. Ele fala sobre o que acontece longe das câmeras e da espetacularização da violência: as ações de educação, cultura, comunicação comunitária e apoio à juventude que continuam acontecendo todos os dias nos territórios, e destaca a importância de escutar a favela por dentro. Confira também a pesquisa “Raio X Real da FavelaOuça agora e deixe seu comentário. Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública no seu tocador e compartilhar com quem se interessa pelos temas.==== Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
O cinema nacional vive uma nova fase de ouro, consagrado pelo Oscar inédito dado ao “Ainda Estou Aqui”, como melhor filme internacional. O destaque da vez é "O Agente Secreto", que levou dois prêmios do festival de Cannes: o de melhor ator, para Wagner Moura, e o de melhor direção para o cineasta Kleber Mendonça Filho. O filme, que  já foi eleito como representante do Brasil no Oscar 2026, também se passa durante o período da ditadura militar.Neste episódio do Pauta, Kleber Mendonça Filho fala sobre cinema nacional, sobre o desafio de narrar a ditadura militar com complexidade e responsabilidade e sobre sua relação com a memória. O cineasta pernambucano também reflete sobre a importância de mostrar o Brasil real nas telas e como os filmes podem ajudar a romper silenciamentos construídos ao longo de décadas.Ouça agora e compartilhe o que achou nos comentários e não esqueça de seguir e avaliar o Pauta Pública.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.======Quem faz o Pauta: ● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgVSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
A Venezuela volta a viver momentos de tensão na relação com os Estados Unidos. Sob o pretexto de combater o narcotráfico, o governo Trump intensificou as operações militares no Caribe e anunciou a autorização de uma operação secreta da CIA para derrubar Nicolás Maduro. O país vive sob bloqueio naval, enfrentando também crise econômica e repressão crescente contra oposições internas que não reconhecem a legitimidade do atual governo.Neste episódio, a jornalista venezuelana Lorena Meléndez fala sobre o impacto deste cenário sobre a vida real dos venezuelanos. E a analista internacional, Rose Martins complementa o debate com uma leitura sobre as consequências regionais dessa escalada: o papel do Brasil, os riscos de militarização e o impacto dessa nova disputa de poder na América Latina. Ouça o episódio completo e não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.==== Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
A Operação Contenção, realizada no dia 28 de outubro, no Rio de Janeiro, é a operação policial mais letal da história do Brasil. Com objetivo de atacar pontos estratégicos da facção Comando Vermelho em bairros dos complexos do Alemão e da Penha, foram 121 mortos, incluindo os 4 policiais. As cenas de tiroteio, pânico e corpos expostos por moradores na Praça São Lucas chocaram o país e dividiram opiniões: enquanto parte da população viu a operação como uma chacina executada pelo Estado, muitos celebram o massacre como sinônimo de combate ao crime organizado. Pesquisas realizadas após a operação mostram que a maioria da população do Rio de Janeiro  aprova a ação, chegando a mais de 87% de acordo com a Atlas/ Intel.Para analisar esse cenário e as atuais políticas de combate às facções criminosas, o Pauta Pública desta semana recebe o sociólogo Daniel Hirata, pesquisador da UFF. Ele reflete sobre os motivos que levam a maioria da população a manifestar apoio à operação e sobre o papel da mídia na normalização da violência. Ouça o episódio completo e deixe sua opinião nos comentários. Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.==== Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
No dia 13 de outubro, foi assinado no Egito um acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, defendido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O plano previa a liberação de capturados por ambos os lados e a redução gradual da ocupação de Gaza pelo exército israelense. O acordo, no entanto, tem se mostrado instável e frágil. A última terça-feira, 28, foi o dia mais mortal desde o início do cessar-fogo. Israel atacou novamente Gaza, matando 104 pessoas, incluindo dezenas de crianças.Diante desse cenário, muitas perguntas permanecem em aberto: como a história vai tratar Israel e os países que apoiaram o genocídio? Como a extrema-direita deixou de ser negacionista do Holocausto e passou a ser negacionista do genocídio? E será que Benjamin Netanyahu está realmente interessado em um cessar-fogo? Neste episódio, o sociólogo e historiador Michel Gherman analisa o contexto político e simbólico do atual acordo, as narrativas que se constroem em torno da guerra e o papel da extrema direita internacional na reconfiguração do discurso sobre o genocídio.Ouça o episódio e compartilher sua opinião nos comentários.==== Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
Em 2019, as revelações que ficaram conhecidas “Vaza Jato” desfizeram a moral daquela que era conhecida como a maior operação anticorrupção da história do país. As mensagens trocadas entre o então juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol que vieram à público no vazamento colocaram em dúvida a imparcialidade da operação e um novo questionamento ganhou força: até que ponto os Estados Unidos interferiram na Lava Jato?A jornalista Natalia Viana faz essa investigação na série em áudio “Confidencial: as digitais do FBI na Lava Jato”, produzida pela Agência Pública em parceria com a Audible Brasil. Neste episódio, o Pauta Pública retoma esse tema em uma análise com a Natalia Viana e o pesquisador Fábio de Sá, doutor em Direito, Política e Sociedade pela Northeastern University. Eles discutem o papel histórico dos EUA em operações internacionais e como a política intervencionista norte-americana continua a moldar as relações de poder na América Latina neste novo governo Trump.Ouça o episódio completo e nos conte o que achou sobre esse tema nos comentários. Não deixe também de curtir e compartilhar o Pauta Pública.  Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA==== Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
Desde o período colonial, as manifestações artísticas da população negra e indígena são criminalizadas no Brasil. Um problema que está longe de pertencer ao passado: até hoje, principalmente o funk e o rap continuam sendo alvo de repressão e censura. Em 13 de maio de 2025, foi instaurada em São Paulo a CPI dos Pancadões, que trata os bailes funk como problema de segurança pública, ignorando o aspecto cultural e social desses eventos. Assim como as chamadas “leis anti-Oruam”, que tentam silenciar artistas do rap e do funk sob a justificativa de apologia ao crime. No Pauta Pública desta semana, o jornalista e antropólogo Spensy Pimentel analisa esse processo de perseguição à cultura periférica e mostra como o movimento hip-hop, que completou 40 anos no Brasil, segue sendo uma ferramenta de pertencimento, consciência política e resistência. Autor do “Livro Vermelho do Hip-Hop”, Spensy defende que essas manifestações artísticas refletem a luta por espaço e dignidade para uma população que foi historicamente marginalizada. Ouça o episódio completo e comente o que achou do tema. Não esqueça também de seguir e curtir o Pauta Pública no seu tocador favorito.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.Quem faz o Pauta: ● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
Mesmo com as mulheres negras produzindo literatura nos últimos séculos, parte dessas obras só começou a ser reconhecida recentemente. Em 2025, Ana Maria Gonçalves, autora de “Um Defeito de Cor”, tornou-se a primeira mulher negra imortal na Academia Brasileira de Letras, fundada em 1897. Um marco que expõe a baixa representatividade no mercado cultural brasileiro.Para refletir sobre esses atravessamentos das desigualdades e o papel da escrita para repensar o país, Andrea Dip recebe no Pauta Pública desta semana a escritora, professora e jornalista Bianca Santana, autora de “Como me descobri negra” e “Apolinária”. Destaque na literatura brasileira contemporânea, ,  a autora ressalta que, ao contar histórias silenciadas, a literatura negra é um passo na cura dos traumas deixados pela escravidão e pelo colonialismo.Confira o episódio completo e não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública e também deixar sua opinião nos comentários.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA====Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
No Brasil, os debates sobre sexualidade e sobre drogas ainda são cercados por tabus, desinformação e moralismo, mesmo com os dados apontando a urgência de propor reflexões sobre o tema. Há desde jovens escondendo a orientação sexual por falta de acolhimento, até o crescimento de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) agravado pela desinformação nas redes sociais. No campo das substâncias, pesquisa do Datafolha mostrou que 1 em cada 5 adultos reconhece exagerar no consumo de álcool e um levantamento da Fiocruz revela que parte da população admite já ter feito uso de alguma droga ilícita. Mas há quem olhe para essa realidade e promova debates acessíveis, com foco na redução de danos. É o caso do médico e influencer Uno Vulpo, criador do projeto Senta, que desde a pandemia se dedica a traduzir informação científica em conversas francas sobre sexo seguro, acolhimento e redução de danos no uso de substâncias. Neste episódio do Pauta Pública, Uno reflete sobre os impactos do conservadorismo, explica por que a educação sexual é fundamental e mostra como o diálogo sem julgamentos pode salvar vidas.Ouça agora e compartilhe o que achou nos comentários.Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA====Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
Estamos comemorando 5 anos no ar: em 25 de setembro de 2020 foi ao ar o primeiro episódio do podcast Pauta Pública. . Por isso, essa semana temos uma  edição especial,  com a participação de Thiago Domenici, chefe da sucursal de Brasília da Agência Pública, que apresentou a primeira temporada do programa ao lado de Andrea Dip. Há quase seis anos, Domenici entrevistou o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, quando Bolsonaro ainda era presidente e o país vivia uma conjuntura de tensões, agravadas pelas políticas ambientais negacionistas, os discursos antidemocráticos e a postura do governo diante da pandemia de Covid-19. Agora Thiago retoma essa conversa com Viveiros, gravada justamente no dia 21 de setembro, quando brasileiros foram às ruas em todas as capitais para cobrar a responsabilização do ex-presidente e dos envolvidos na trama golpista de 8 de janeiro.Neste episódio você confere uma seleção dos principais trechos dessa longa conversa, com as reflexões de Viveiros sobre os últimos anos, os crimes do bolsonarismo, e, em especial, as grandes questões que nos atravessam nos campos político e climático. Você também pode ler os demais temas abordados nessa conversa em apublica.orgNão esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA  ● Apresentação e produção: Thiago Dominici● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Roteiro: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro●● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
Do trumpismo nos EUA ao bolsonarismo no Brasil, a extrema direita tem mostrado uma capacidade cada vez maior de se reinventar: aposta no caos geopolítico, constrói narrativas de perseguição ideológica e usa as redes sociais para espalhar discursos de ódio. Enquanto Bolsonaro é condenado pelo STF por atentar contra a democracia, Trump segue defendendo o ex-presidente, e a radicalização ganha força nos Estados Unidos. Além do país ter sido recentemente palco do assassinato de um comentarista político conhecido por discursos de incentivo à violência, por um jovem ainda ainda mais extremista. Para entender essas conexões entre Brasil, Estados Unidos, redes sociais, extrema direita e também o papel importante das big techs nesse tabuleiro, recebemos no Pauta Pública o pesquisador David Nemer, professor da Universidade da Virgínia. Ele integra o Departamento de Estudos de Mídia, o Departamento de Antropologia e o Programa de Estudos Latino-Americanos da universidade, além de ser autor dos livros Tecnologia do Oprimido e Favela Digital.Confira o episódio e deixe seu comentário. ||FICHA TÉCNICA||Apresentação e entrevista: Andrea Dip ||Produção: Rafaela de Oliveira e Stela Diogo ||Roteiro: Stela Diogo ||Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz ||Identidade visual: Tayná Gonçalves ||Trilha original composta por Pedro Vituri ||Comunicação: Ethieny Karen, Guilherme Silva, Lorena Morgana e Raphaela Ribeiro ||Coordenação de podcast: Sofia Amaral ||Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
Enquanto ocorre o julgamento histórico de Bolsonaro e militares, vale relembrar que os bolsonaristas não foram os únicos a se voltar contra as instituições brasileiras. Elon Musk e Mark Zuckerberg atacaram ou fizeram insinuações tentando minar a credibilidade do STF e junto de outras gigantes da tecnologia atuaram diretamente para enterrar o PL das Fake NewsO lobby que as chamadas big techs mobilizaram para derrubar o projeto de lei traz um panorama explícito da aproximação destas empresas com a extrema-direta. Essa movimentação e outras reportagens fazem parte do especial A Mão Invisível das Big Techs, uma investigação transnacional que mostra como big techs usam lobby para influenciar leis e frear regulação em todo o mundo.O projeto é liderado pela Agência Pública e o Centro Latinoamericano de Investigación Periodística (CLIP).No episódio desta semana o Pauta conversa com a diretora executiva da Pública, Natalia Viana, a repórter Laura Scofield, da nossa sucursal em Brasília, e a jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias. Um time de jornalistas que acompanham de perto a atuação destas empresas que acumulam um imenso poder financeiro e que tem interesses cada vez mais claros em interferir em democracias pelo mundo. Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA====Quem faz o Pauta: ● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
A República Democrática do Congo, um dos países com maior abundância e riqueza de minerais do mundo, enfrenta um conflito há mais de 25 anos, com envolvimento de inúmeros grupos armados e uma disputa territorial que envolve Ruanda, o país vizinho, mas também sofre influencias dos EUA e da China, com acusações à grandes empresas de tecnologia, como a Apple, que poderiam estar se beneficiando da instabilidade na região. Essa disputa, que já deixou milhões de mortos e jogou o país com um território tão valioso na miséria e na instabilidade, tem pouca cobertura da imprensa e interesse da comunidade internacional. Essa invisibilidade reforça a violência e transmite a ideia de que algumas vidas parecem importar menos do que outras para a comunidade internacional.Mas qual será a  saída para esta crise? Quem se beneficia de um conflito em um território tão rico? Por que o silêncio em torno desta guerra? Para conversar com a gente hoje sobre isso o Pauta recebe Prosper Dinganga, coordenador do coletivo A Voz do Congo, e Pedro Borges co-fundador e jornalista da agência Alma Preta, para trazer um pouco do apanhado histórico do terror que atinge a região, além de comentar o estado atual do conflito e da vida no país.Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA====Quem faz o Pauta: ● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: podcasts@apublica.orgSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!
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Comments (5)

BrendeAq

entrevista excelente

Oct 14th
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Janes Rocha

adorei a entrevista! sempre achei que nem todas as ansiedades se trata com remédio, mas agora o Alexandre confirmou

Apr 14th
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Amir

Entrevista excepcional e muito esclarecedora sobre o assunto.

Apr 10th
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Vinicius Tumelero

👍Ótima entrevista.

Apr 7th
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Luis Cesar

Muito bom esse primeiro programa! Sinto me satisfeito ao apoiar vcs com esse projeto. Minha dica para o quadro de cultura: "A Boa da Pública".

Oct 5th
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