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Author: Rafael Baltresca

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Olá, eu sou o Rafael Baltresca e prometo chacoalhar o seu cérebro... Conheça o BalCast, um PodCast sobre negócios que fala a sua língua...
70 Episodes
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Guilherme Cardoso é um amigo que conheço há pouco tempo, mas com a impressão de anos de convivência. É uma das pessoas mais generosas e competentes que conheço. Este, foi um incrível papo sobre finanças. Você verá como sua história de sucesso é genuína - será impossível não se inspirar com ele. Assista ao BalCast que acabou de sair do forno e mergulhe na cabeça deste parceiro. Senhoras e senhores, ladies and gentlemen, boys and girls, hombres e mujeres, com vocês, mais um, o meu, o seu, o nosso... BalCast!RB: Quase não foi, hein...GC: Estou mais esperto, agora.RB: Fala, pessoal. Bom dia, boa tarde e boa noite. Boa madrugada ou sei lá onde a pessoa está assistindo à gente. Eu sou o Rafael Baltresca e este aqui é mais um BalCast.E, algo me diz, as energias moleculares...GC: Quânticas...RB: Quânticas da polenta, do meu amigo dark coach. Conhece o dark coach, não?GC: Não.RB: Eu vou te contar depois.Hoje, para mim – todos os BalCasts são especiais – mas cada um tem um tempero diferente. Esse aqui é muito legal. Primeiro, o tema, que é super interessante. Hoje a gente vai falar sobre finanças, sobre mentalidade financeira.GC: Sobre grana...RB: Sobre grana, né... que é um tabu no Brasil, infelizmente. Mas, mais do que isso, devidoà pessoa que está comigo aqui, a minha frente, o Guilhermão – daqui a pouco eu apresento ele – mas o Guilhermão tem uma coisa legal. Não sei se você sentiu o que eu senti.Eu estava meio perdido – ainda estou, né?! – com lance de finanças. Não sei direito para onde ir, estou sempre com interrogação e aí mandei para um amigo meu, que foi o Everton.GC: O Everton...RB: Falei: ‘’Cara, você conhece alguém que é bom nisso para me explicar o mínimo, o básico, para eu tirar algumas dúvidas?’’ e ele falou: ‘’Cara, eu tenho o Guilherme’’. Aí ele me passou o seu contato.E quando eu mandei para você, fiz perguntas tipo assim... argh.GC: Perguntas boas, vai...RB: Perguntas básicas. Tipo como é que eu me engatinho. Alguma coisinha assim. Quando eu fiquei sabendo para quem eu estava fazendo esta pergunta, fiquei com vergonha.Porque o cara é especialista em finanças pessoais. Ele é especialista em Traiding. Ele é professor de Forex. Ele vai contar para gente tudo isso.Caso tenha interesse em receber a TRANSCRIÇÃO COMPLETA deste vídeo com o Guilherme Cardoso, envie uma solicitação para o e-mail abaixo:comunica@rafaelbaltresca.com.br
Saca aquele esporte de tiro ao alvo? Joga-se o prato para cima e você tem que sacar a arma, apontar, mirar, ser rápido no gatilho e acertar em pleno voo. A vida também é assim; ela joga pratos ao alto o tempo todo. São amigos contando sobre projetos, são problemas que cruzam seu caminho e dezenas de ideias que surgem em sua cabeça. Se você não estiver atento o suficiente para mirar, atirar e acertar, o prato cai no chão. Já é tarde demais... ou, então, alguém acerta no seu prato.Para entender tudo isso e um pouco mais, confira a entrevista que fiz com meu amigo Flávio Maneira, professor especialista em neurociência e criador do BrainTalks. RB: Senhoras e senhores, ladies and gentlemen, you, me, everybody em mais um... BalCast!Fala, pessoal. Bom dia, boa tarde e boa noite. Boa madrugada. Bom mundo para você!Porque hoje eu estou com um cara, mais do que especial, como sempre, a gente só traz gente do coração, gente querida.Eu comecei in english porque ele é um cara... eu não vou falar poliglota, vou falar mais do que poliglota, ele é polivalente.Estou aqui com Flávio Maneira.FM: Legal!RB: Boa tarde, Flávio. Como você está?FM: Boa tarde. É um prazer imenso estar aqui, cara. Muito legal, muito legal!RB: Prazer é meu. A gente já está enrolando faz tempo com isso. Não é?FM: É... já faz um tempo que estou para vir aqui...RB: Estou enrolando contigo.FM: Deu certo!RB: Até que você me apertou e eu falei: ‘’Vamos marcar, agora, a data!’’.FM: É... isso aí! Isso aí!RB: E eu sabia que a minha agenda estava complicada, mas vai dar um jeito e deu jeito.FM: Isso aí!RB: Por que polivalente, né?Eu, como te falei pelo WhatsApp hoje... cara, para mim, você é multifaceta. Mas para quem ainda não conhece o Flávio Maneira. Como é que você se apresenta e se resume, se puder, em poucas palavras? Senão, o microfone é todo seu...FM: Bom, Rafa... é...Eu tenho hoje bem dividido, mas nem sempre foi assim, essa confusão da minha vida.Hoje, a vida vai ensinando a gente a se dividir. Mas eu, de forma muito prática, trabalho no setor da saúde, né? Trabalho em uma empresa já há 20 anos no segmento da saúde. Trabalhei muito tempo no mundo Farma, indústria farmacêutica, mas eu nunca larguei das outras coisas que eu também gosto. Então, eu sempre dei aula. Nunca me distanciei da Academia, da aula. Sempre fui muito atrás das coisas, de pesquisar, muito curioso, e... sempre gostei de empreender, também.Então, hoje eu tenho três lados:O meu, trabalhando em uma grande empresa. Trabalho em uma multinacional. Hoje, no segmento de equipamentos de Medical Device. Também, dou aula. Atuo, dando aula. E, também, lancei dois projetos que eu sou apaixonado.Eu tive a imensa sorte de ter muita gente boa na minha vida. Você conhece várias pessoas do nosso núcleo de amizade, né?! Mas, eu sempre...Tem gente que coleciona coisas e eu coleciono pessoas.RB: Amigos...FM: É!Eu criei alguns projetos para ajudar, de alguma forma, outras pessoas através de conhecimento. Eu sou um cara apaixonado por conhecimento.Então... que é o BrainTalks. E do BrainTalks nasceu o braço de educação que é o BrainAction.Então, um é TED mais focado em neurociência e o outro é, junto com alguns amigos, a gente faz um workshop e cursos de curta duração para levar conhecimentos que se conversam neste universo de neurociência.Caso tenha interesse em receber a TRANSCRIÇÃO COMPLETA deste vídeo com o Flávio Maneira, envie uma solicitação para o e-mail abaixo:comunica@rafaelbaltresca.com.br
A vida é um levanta e cai danado. Aprendemos, desaprendemos, erramos e muitas vezes erramos de novo. Mas é assim, é no ringue que se aprende a lutar, é tomando porrada que ficamos porretas! E a cada ralada no joelho da estrada da vida, a nossa casca fica mais grossa. Senhoras e senhores, menininhos e menininhas sejam muito bem-vindos!Eu sou o Rafael Baltresca e este aqui é mais um... BalCast!RB: Fala, galerinha! Buenas tardes a todos. Este vai ser um BalCast bem especial, em que eu fiz a entrevista com o Ricardo Ventura. Meu grande amigo veio aqui, até o meu escritório, a gente fez um bate papo bem legal. Ele me entrevistou, a gente falou sobre a minha carreira, hipnose e comunicação extrema, que é a área dele. E você vai ouvir, neste BalCast aqui, como é que foi a entrevista de Ricardo Ventura com Rafael Baltresca.Dá só uma olhada como é que foi...RV: Fala, galera! Aqui é Ricardo Ventura para mais uma entrevista com comunicadores extremos. Sim, senhor. Sim, senhora.Hoje eu tenho o grande prazer de estar entrevistando o maior hipnólogo do mundo.Meu amigo, de verdade...O mais legal é que ele é meu amigo!E fique até o final que você verá o Ricardo Ventura sendo popotizado.Olha quem está aqui... Rafael Baltresca!!!E aí?RB: Cheguei!RV: Demorou, mas conseguiu. RB: Cara... demorou hein?RV: Mais de um ano tentando fazer esta entrevista.RB: A gente está nisso faz tempo. Faz tempo, hein...RV: Casseta!RB: Eu gostei que você me jogou agora para ‘’do mundo’’, ‘’hipnólogo do mundo’’.RV: Para mim, você é o melhor do mundo.RB: Caramba... e olha que até a sua vinda aqui, eu era o melhor hipnólogo do escritório.RV: Não. Agora você é do mundo. Eu vou dizer o porquê. Daqui a pouco eu vou dizer o por quê...Porque a coisa não começou na hipnose.RB: Não começou...RV: A coisa começou – que eu saiba – lá atrás, com mágica, fazendo mágica nos trens e tals.RB: Ele é o responsável por eu ter entrado na hipnose.RV: Olha que loucura! Olha que loucura!RB: Você sabe disso... é..RV: Mas vamos lá...Primeiro aquela ficha, a sinopse.RB: Vamos começar do começo...RV: Sinopse...RB: Tá bom. Vamos lá...RV: Quem é Rafael Baltresca? Onde nasceu? Como se reproduz? O que come? Lá atrás...Tipo assim: ‘’Baltresquinha nasceu!’’ e aí?!Caso tenha interesse em receber a TRANSCRIÇÃO COMPLETA deste vídeo com o Ricardo Ventura, envie uma solicitação para o e-mail abaixo:comunica@rafaelbaltresca.com.br
Se você ainda não conhece Ricardo Ventura, prepare-se para uma entrevista ÉPICA cheia de dicas e técnicas sobre manipulação e persuasão de pessoas! No meio da entrevista o Ricardo analisou minhas expressões faciais enquanto respondia algumas perguntas que ele preparou. Ficou curioso? Solta o play no BalCast #55!   Senhoras e senhores, menininhos e menininhas, ladies and gentlemen! Eu sou o Rafael Baltresca e esse aqui é o meu, seu, nosso... BalCast! Fala, galerinha! Baltresca de novo para mais uma edição de BalCast. Hoje, estou aqui com o meu brother, Ricardo Ventura. Fala, Ricardão! Tudo bem contigo? RV: Prazer enorme estar aqui com você! RB: Prazer enorme, cara! RV: Nesses multicanais aqui, porque eu sei que vou aparecer em vários lugares ao mesmo tempo. RB: Em tudo, cara! RV: É BalCast, YouTube, Instagram... RB: Olha! Esta entrevista aqui, você pode ter certeza que vai ficar show de bola! Ricardão! Putz, cara... eu poderia falar com você sobre um monte de coisa. Daria para fazer uma entrevista inteira sobre PNL. RV: Verdade! RB: Daria para falar apenas sobre palestrar, estar no palco, terapia, porque você é um super terapeuta. Para quem não te conhece, eu sei disso. Dá para falar sobre os seus livros... Cara, hoje eu pensei numa coisa que eu acho que vai ser legal a gente falar apenas sobre o seu coração, aqui. RV: Então eu vou ter que voltar outras vezes, também. RB: Vai e eu vou te entrevistar em outras situações. RV: Boa! RB: Você trouxe vários livros para mim. Você trouxe este ‘’Crenças’’. RV: Esse é o de terapia. RB: E trouxe ele aqui lacrado porque eu sei que ele vai levar embora para vender. Está lacradinho, aqui. Esses que vieram abertos, acho que são meus. RV: Os três são seus. RB: Os três? Muito obrigado. RV: Você é tão chato, tão pilantra, cara... você é citado em dois livros meus e você nem para fazer o favor de comprar e botar um dinheirinho no meu bolso. RB: Porque eu estava esperando esta entrevista para você me dar de presente. RV: É... eu imaginei! RB: Comunicar e vender com PNL. RV: Você é citado neste livro aqui, também. RB: Fala quanto que é esta merd% que eu vou te pagar agora, também. RV: Não, é presente. RB: O Lucas vai te pagar aqui. RV: Agora, quem quiser adquirir, vai lá na Amazon e digita: Ricardo Ventura. RB: Esse aqui é novo, né? Como manipular e persuadir milhares de pessoas? Caso tenha interesse em receber a TRANSCRIÇÃO COMPLETA deste vídeo com o Ricardo Venturao, envie uma solicitação para o e-mail abaixo: comunica@rafaelbaltresca.com.br
Muita gente tem dez vezes menos do que você e se sente dez vezes mais feliz. Muita gente tem dez vezes mais do que você e se sente 10 vezes mais triste. Nunca foi sobre quanto ou o que temos; sempre foi sobre como percebemos o que temos. Saúde, dinheiro, prosperidade, amigos, profissão ou família... não existe uma régua de bom/ruim, pouco/muito, grande/pequeno, bonito/feio, fracassado/com sucesso. Cada fato que acomete sua vida vem com uma tonelada de percepção para ampliar ou diminuir este fato. Um milionário pode se sentir pobre ao lado do @geracaodevalor. O @paueoficial não tem as duas pernas e faz mais atividade física que você, que reclama que não tem disposição. Entenda... não estou dizendo para você fechar os olhos para o mundo e criar ilusões fantásticas de uma verdade inventada. Não, não é isso. A ideia é entender que nossa insatisfação, ingratidão e pequenez vem, muitas vezes, de uma perspectiva distorcida que fazemos do nosso mundo. A grande habilidade de uma criança é transformar um pequeno punhado de história em um gigantesco mar de oportunidades. Mude a sua percepção e mude a sua realidade.   Senhoras e senhores, pititinhos e pititinhas, homens e mulheres, ladies and gentleman, você, eu, somos todos... BalCast! Fala, pessoal! Sou o Rafael Baltresca, empolgado numa manhã de terça-feira. Meio sonado, meio sonolento, mas feliz para te apresentar a segunda parte do bate-papo que eu tive com o Maycon Tuneli, meu amigo há mais de 20 anos e, hoje, é um especialista em marketing, em carreira, um consultor de negócios de outro nível. Para você ter uma ideia, ele faz consultoria aqui para minha empresa. Então, neste bate-papo, eu falei sobre carreira, segunda metade do Gencast. Caso não tenha ouvido a primeira, para aí, meu amiguinho. Dá uma olhada no outro que você vai achar no nosso portal, no BalCast número um com Maycon Tuneli. E essa aqui é a parte dois do nosso bate-papo. Dá uma olhada como é que ficou... MT: Rafa, como você entrou no contexto de que você cortou ou até como você contratou, eu queria fazer uma pergunta para tentar ajudar quem está nos ouvindo. O que, hoje, o Rafael leva em consideração na hora de fazer uma contratação? Quais aspectos você está observando e o que você está dando efetivamente maior peso, hoje? As questões são realmente relacionadas ao comportamento, a história pessoal desta pessoa, o que ela está te apresentando ali, no corpo, enquanto ela está conversando, se ela está mais otimista ou mais pessimista, o momento que ela está vivendo ou efetivamente o seu olhar está mais voltado para a questão técnica, o conhecimento que ela vai trazer, como ela vai agregar tecnicamente no seu negócio. RB: É... três pontos. O primeiro ponto é localização. Onde a pessoa mora, para mim, isso é muito importante. Eu moro aqui na região Noroeste de São Paulo e já trabalhei, quando eu trabalhava para a NEC, no Brasil, lá em Arujá. Então, eu levava – todos os dias eu pegava oito conduções – quatro para ir e quatro para voltar. Então, eu acredito que a pessoa que leva três horas para chegar no ambiente de trabalho, que demora mais três horas, ela vai ter uma qualidade de vida ruim. Ela vai chegar cansada já, não vai ter tempo com o filho, sabe?! Vai chegar, fazer uma comida, fazer uma coisa rápida e colocar todo mundo para dormir, vem já cansada e suada. Então, eu acredito que a localização é importante. Então, normalmente... MT: Porque ela pode qualificar uma questão de saúde mental e física. RB: Eu acredito nisso. Eu trabalhava muito longe, chegava cansado e sempre suado. Sabe?! MT: Isso compromete. RB: Isso, para mim, compromete. Então, sempre eu prezo por buscar pessoas que estão a distâncias saudáveis. Agora, assim... ponto dois que eu acho o mais importante de todos esses pontos é o tesão, cara. O olho no olho, sabe?! É sentir que a pessoa vai estar comigo no processo, no projeto. Isso é muito mais forte do que técnico, cara. Muito mais forte. O Lucas é um deles.
O Brasil é líder em desemprego, mas, não e só isso; também somos campeões em desculpas. É o governo, a criação familiar, o perfil físico, quanto temos ou deixamos de ter. E por mais que o problema seja real, grave e intenso, uma boa desculpa tem o poder de abrandar qualquer situação. E este é o grande problema... o antidoto para o sintoma de mediocridade e grátis, eficiente e está sempre a mão. Muita gente nasceu 'virado pra lua', como já dizia minha mãe, oportunidades incríveis caem no colo sem nenhum de tipo esforço, mas, infelizmente, este nunca foi o meu caso. Se também não é o seu, aposente as desculpas e, de uma vez por todas, entenda que o problema é seu. E de mais ninguém...     Senhoras e senhores, menininhos e menininhas, ladies and gentlemen... Eu sou o Rafael Baltresca e este aqui é mais um BalCast! Fala, meu amigo, minha amiga que me ouve, me vê, me percebe aí do outro lado da telinha, aí do outro lado do headfone... Neste BalCast, um BalCast diferente porque ele vai ser um crosscast, é um crosscast. Eu vou trazer para você um papo que eu fiz em outro Podcast. E foi o Podcast do meu amigo, Maycon Tuneli. Maycon é uma figura rara. Conheço ele há muito tempo, desde a época que eu dava aula em cursinhos, lá para quem fazia faculdade de Engenharia. Estou falando do ano de 2000, 99... faz quase 20 anos que eu conheço este menino que hoje virou um monstro do marketing. É isso mesmo! Ele é consultor, tem uma empresa chamada Neohack, uma empresa de growth marketing. Olha que bonito, hein! Ele faz um monte de coisas e, numa das coisas tão legais, uma dessas coisas legais que ele faz é o Podcast, Gencast. Neste Podcast, ele fala sobre carreira, negócio, marketing crustrado na mente das pessoas e ele quis fazer uma entrevista com o Rafaelzinho Baltresquinha. Esta pessoa sonolenta que vos fala, agora. Então, ele veio aqui no meu escritório, a gente fez um Podcast muito legal. Neste episódio de BalCast, vou te apresentar uma parte do bate-papo que eu fiz com Maycon Tuneli. Então, ouça como foi o nosso Gencast, gravado aqui. Dá uma olhada... MT: Fala, gener! Hoje vocês não tem ideia do tamanho da minha felicidade e o tamanho da minha gratidão em estar recebendo aqui – você deve até ter ouvido o barulhinho do café caindo na xícara neste momento – uma pessoa que eu tenho muito orgulho de chamar de amigo. E normalmente, Rafael – primeiro que todo mundo te conhece pelo segundo nome, creio eu, né?! – eu peço para a pessoa se apresentar. Antes de pedir para você se apresentar, porque talvez você se esqueça de apresentar vários pontos da sua vida aqui, eu vou te apresentar e depois eu vou pedir para você apresentar do jeito que você está se apresentando agora. RB: Nossa! Eu não entendi nada, mas tudo bem. MT: Vamos lá! Então, para quem não conhece, estou aqui hoje com o Rafael Baltresca, este cara sensacional que é professor, mágico, hipnólogo, palestrante e, diga-se de passagem, eu já falei isso para ele e muitas pessoas, na minha humilde opinião, o maior palestrante do Brasil. RB: Achei que você ia falar assim: ‘’Lindo’’. MT: Além de ser lindo, né? Já foi mais. Está muito careca agora, mas já foi mais lindo. Não que carecas não sejam lindos, mas você era mais lindo de cabelo. RB: Obrigado! MT: Empresário e agora, recentemente, pai da Luna que deve ser o seu maior projeto de vida até hoje. Fala aí, Bal! RB: Com certeza, absoluta. MT: Cara! Muito, muito obrigado pela generosidade de conseguir um espaço na sua agenda para desconstruir comigo o segundo episódio da nossa cast série: Cada um tem a carreira que merece. Estou me sentindo extremamente honrado, você não tem ideia. Obrigado, de coração, porque você sabe que hoje eu tenho orgulho de te chamar de amigo, mas você é um grande ídolo da minha vida, um cara que eu sou muito fã, muito fã mesmo. Seja muito bem vindo ao Gencast, Bal. RB: Boa noite, bom dia, boa tarde a todos que nos ouvem aí no Gencast. Eu também sou ouvinte. Cara! Espetacular este papo!
Hoje em dia não mais é mais novidade que o fortalecimento emocional das ciranças vai refletir em um adulto estável e feliz. O Processo Goulding é uma ferramenta super legal para quem se interessa pelo desenvolvimento infantil.   RB: Senhoras e senhores, menininhos e menininhas, ladies and gentlemen!Hoje estou aqui com uma pessoal muito especial para mais um seu, meu, nosso BalCast!Fala, pessoal! Que saudades de vocês, que saudades deste BalCast, aqui.Antigamente ele era produzido semanalmente, depois foi para quinzenalmente, depois trimestralmente e hoje está vidamente. Entendeu? A cada vida minha, eu faço um BalCast, mas sempre estou por aqui e, hoje, com uma pessoa mais que especial, como sempre eu só trago gente especial, aqui. Minha xará, Raphaela.Bom dia, Rapha!RA: Bom dia, Rafa! Muito obrigada pelo convite. É um prazer estar aqui com você.RB: O prazer é todo meu.Para quem não te conhece, porque você não é uma pessoa muito midiática. Você não está o tempo todo aí, você é tipo mineirinho, né? Você está ali no seu lugarzinho, fazendo as suas coisas e fazendo um estrondo nas suas áreas, porque eu sei, eu te conheço, mas para quem não te conhece... o que é Raphaela Alencar? Você veio de onde? Para começar...Antes disso tudo. O que você fazia?Você tem cara de bancária.RA: Bancária...RB: Bancária.RA: Não. Não mesmo! Eu sou completamente da área de humanas.RB: Você nunca trabalho em um banco, Rapha? Sério?RA: Não, sério.RB: Tem cara de gerente de banco.RA: Não, jamais.RB: É mesmo? Você veio de onde?RA: Na verdade, tudo começou aí, trabalhando com inglês. Eu sou formada como intérprete e tradutora. Desde então, eu trabalho com isso vinculado a trabalhar com pessoas, a treinar pessoas de alguma forma. Através deste treinamento, foi que eu descobri uma palavrinha que mudou a minha vida, a chamada rapport. Então, através do rapport, eu acabei entrando na área da programação neurolinguística que acabou me levando para hipnose e me trouxe exatamente onde eu estou, hoje. Então, desde quando eu entrei na área da programação neurolinguística, trabalho com alta performance, na área da educação com aprendizagem acelerada, focada em PNL e hipnose, faço atendimentos focados em hipnoterapia, adultos e crianças. Foi quando recebi uma grande oportunidade, que é sobre o que a gente vai falar aqui, hoje, sobre o processo Goulding para crianças.RB: A gente vai chegar lá em algum momento. Quando que você começou a estudar/trabalhar com PNL? Foi o primeiro curso que você fez de transição? A gente pode dizer assim ou não?RA: Foi. O primeiro curso de transição foi em relação a auto-hipnose.RB: Auto-hipnose. O primeiro curso foi de auto-hipnose?RA: Foi.RB: Antes de PNL?RA: Foi antes de tudo.RB: Porque, normalmente, a pessoa entra na PNL, vira um ‘’peneleiro’’, né?RA: Isso mesmo.RB: Vira um ‘’peneleiro’’. Como é que o pessoal chamava dos peneleiros?‘’Chatitioner’’.RA: ‘’Chatitioner...RB: É porque quando a pessoa faz practitioner é pré-requisito, não que ela seja chata, mas que ela fique chata. Entendeu?Porque eu fiz, também. Aí só fala termo de PNL.RA: Verdade.RB: Você está na feira, aí o feirante fala assim: ‘’Olha! Hoje é tudo fresquinho’’, aí o PNL chato fala assim: ‘’Mas tudo, tudo fresquinho? Tudo? Até a banca é fresquinha? Você falou tudo’’, aí vira um ‘’chatitioner’’, entendeu?Caso tenha interesse em receber a TRANSCRIÇÃO COMPLETA deste vídeo com a Raphaela Alencar, envie uma solicitação para o e-mail abaixo:comunica@rafaelbaltresca.com.br
Não adianta você ter uma empresa incrível e um produto impecável se você não sabe ou consegue cativar sua clientela. Para te ajudar nisso, trouxe mais uma vez o Rafa Prado para o BalCast! Só que dessa vez vamos explorar a arte da Alta Influência! Então se prepare para receber uma rajada de dicas e macetes que vão te mostrar o jeito certo de influenciar seus clientes da forma mais inteligente e ética.     RB: Ladies and gentlemen! Vou falar em espanhol, hoje, tá? Hombres e mujeres, son todos muy bienvenidos. Yo soy Rafael Baltresca e este aqui... RP: Fala em russo, agora! RB: É mais um BalC... Nós temos que falar... BalCast!!! RB: Bom dia, amiguinho! Você aí que está em algum lugar deste planeta, que pode estar ouvindo a gente de uma caverna. RP: Na Patagônia? RB: Pode ser, se tiver... RP: Tem caverna na Patagônia? RB: Qualquer lugar tem caverna. Você nunca fez uma caverninha em casa? Assim com lençol, isso é uma cabana. Estou aqui hoje com o Rafa Prado. Na semana passada, nós exibimos o primeiro episódio e se você não ouviu o papo com ele, clique correndo e ouça o primeiro. Faz uma semana já, Rafa? Mesma camisa.. RP: Então, eu não troco de roupa, não... Aquele negócio Mônica, sabe? Eu aprendi uma coisa, no Vale, que você tem que ter todas as roupas iguais, assim você não gasta a sua energia do pensamento para você falar: ‘’Meu! Vou combinar essa roupa aqui..’’. NÃO! Você não tem que ter outro look. RB: Steve Jobs. RP: Exatamente. O próprio Mark Zuckerberg, o Doug Funnie. RB: Barack Obama e Mônica. Então, eu estou aqui, hoje, com o Rafa. A gente falou um pouco sobre a vida dele, as porradas que tomou e como que ele muda um mindset. Espetacular! Mas este aqui, vai ser assim: direto ao ponto. Rafa, o momento que você fala assim: ‘’Cara, o mercado digital tem um monte de gente que fez curso com o Conrado Adolpho, Érico Rocha e eu sou mais um desses caras. Eu tenho uma..’’ – não sei se você fez curso com eles, estou chutando, mas assim: ‘’Sei fazer marketing, eu sou bom nisso, mas sou mais um entre um monte.’’ Qual foi o momento que você pegou essa expertise técnica, começou a empreender e viu uma mudança significativa seu trabalho? Como é que foi isso? RP: Cara! Principalmente no momento que eu resolvi ir direto na fonte. Quando eu falo fonte, é você ir beber conteúdo com os criadores dos conceitos que muitas vezes são replicados aqui, ou seja, lá fora. Novamente, da última vez eu falei que é muito importante você aprender inglês, falar inglês para você ter essa arma a seu favor. RB: Você foi ver com quem? RP: Cara, diversos! A fórmula, para você ter ideia, eu peguei o conteúdo diretamente com o Jeff. Lá fora tem vários e vários caras. Hoje em dia, tem alguns expoentes, posso citar alguns, o próprio Russell Brunson tem gerado muito conteúdo bacana. RB: Você foi para lá? RP: Naquela época, não. Naquela época, eu comprei produtos, daqui, online e eu fiz vários treinamentos e cursos por aqui. Eu fui, sim, um pouco mais para frente, principalmente quando já tinha me recuperado da crise financeira e assim por diante que eu até falei... RB: Aí você foi estudar lá. RP: Exatamente! Aí eu fui! Passei no Vale do Silício, eu fiz Disney University, eu fiz uma série de coisas lá fora. RB: Tá, mas aqui, quando você fez este curso, primeira pergunta – vou fugir um pouquinho, mas já volto – O Brasil, como está em marketing, hein? A gente vê coisas mirabolantes e tal, você acredita que está engatinhando ainda? RP: Cara, que engraçado! Eu sou aquele – aí volta o meu lado crítico. – Todo mundo fala aquele velho clichê: ‘’O Brasil está cinco anos atrás dos Estados Unidos’’. Tá bom. Com base em que? Com base em qual estudo? Com base num.. De onde você tirou isso? RB: Marketing digital que você vê por aqui e lá. Como é que é? Caso tenha interesse em receber a TRANSCRIÇÃO COMPLETA deste vídeo com o Rafa Prado,
No BalCast estou com uma figura ilustre! Meu xará Rafa Prado! O Rafa é autor do best seller “100 Graus” e idealizador do evento de empreendedorismo "Ebulição Instantânea", do programa de mentoria internacional "Mastery" e responsável por diversos lançamentos de produtos pela internet. Se você não o conhece, estou te dando a oportunidade de conhece-lo nessa épica entrevista que fizemos para meu podcast. RB: Senhoras e senhores, menininhos e menininhas! Sejam todos muito bem-vindos! Eu sou o Rafael Baltresca e esse aqui é mais um... BalCast! Fala, galera! Bom dia, boa tarde, boa noite! Hoje eu estou com um cara muito legal! Olha.. ele é empresário, ele é escritor, tem um livro espetacular, ele já movimentou milhões de dólares com eventos, trouxe gente de altíssimo calibre para o Brasil. RP: Você vai falar que eu sou modelo, também? RB: Putz, cara... adoraria! Mas, na Índia, ele é modelo. RP: É modelo na Índia, de ‘’Bollywood’’. Modelo plus size, hein! RB: ‘’Bollywood’’ é punk, hein! O Rafa já lançou produto do Roberto Justus, da Solange Frazão, o Rafa já tirou fotinho, com o rostinho coladinho, com a irmã do Zuckerberg. Cara! Ele é um cara espetacular, eu estou falando do Rafa Prado. Fala, Rafa! Bom dia, cara! É um prazer estar, aqui, com vocês. RP: Bom dia, BalCast! RB: Com vocês não! Você viu só? Você é tanta coisa que eu te ponho no plural, Rafa! RP: Nossa senhora! Múltiplas.. eu sou o Rafa, o Prado e o Celso. RB: Para resumir... Ah! Tem Celso no meio? RP: Tem, cara! É engraçado o meu nome porque é Rafael Prado Celso. Meu nome completo. RB: Mas Celso é um nome, né? RP: Pois é, né? É nome, mas ficou lá no fim. RB: Você nunca pensou em mudar para Celso Prado? RP: Rafael Celso Prado.. put% vida! RB: Bom, vamos lá! Hoje, Rafa Prado, quem é? RP: Cara, quem é Rafa Prado? É até difícil, né? Autodescrever.. Cara, mas.. hoje em dia, eu trabalho bastante com a produção de eventos na área de empreendedorismo, não só eventos. Também, a gente tem um posicionamento bem bacana no mercado digital. A gente fez vários lançamentos de pessoas bem conhecidas no mercado.. desde de Roberto Shinyashiki, Roberto Justus, algumas outras pessoas do empresarial.. Christian Barbosa e assim por diante. Criando essa ideia de produtos de conhecimento para o público em geral e isso evoluiu ao longo do tempo. É algo que eu tenho feito nos últimos seis anos, pessoalmente e isso evoluiu para uma plataforma que incorpora, como eu te falei.. eventos, a gente tem feito muitas conexões, também, video making. A gente acabou crescendo e quando eu falo ‘’a gente’’, falo o grupo como um todo, tem certas pessoas envolvidas no processo. RB: No mercado digital, quando a gente fala de marketing digital, eu comecei a cheirar um pouco disso. Sabe? Entender um pouquinho em.. 2014. Eu não comecei em 2014, eu comecei a saber que existia em 2014. E quando a gente começa, lá nos primórdios – que eu acho que vem bem antes disso – mas vamos falar 2014/2015. A gente tinha Erico Rocha, Conrado Adolpho, muito fortes, ensinando marketing digital, um monte de gente aprendendo e, hoje, não são muitos, mas.. vamos dizer que a gente conta em.. vou chutar duas palmas, algumas pessoas que apareceram muito, fora Erico e Conrado. E você é um dos caras. Hoje, no mercado digital, quando a gente fala, por exemplo, de nomes como: Fagner Borges.. RP: Samuel Pereira.. RB: Samuel Pereira. Quem mais? Putz! Tem tanta gente legal.   Caso tenha interesse em receber a TRANSCRIÇÃO COMPLETA deste vídeo com o Rafa Prado, envie uma solicitação para o e-mail abaixo: comunica@rafaelbaltresca.com.br
Para se dar um bom feedback, primeiramente, é necessário saber receber. Essa é uma das principais dicas que minha amiga Daniela do Lago conta no seu livro "Feedback" e no BalCast de hoje.  Tenho certeza  que depois de ouvir esse papo, você vai ficar fera em feedbacks! Aproveite! RB: Senhoritas e senhoritos, hominhos e menininhas.. Esse eu dei uma variada! DL: É... RB: Sejam todos muito bem-vindos! Eu sou o Rafael Baltresca com cada vez mais barba, cada vez menos cabelo e estou aqui, hoje, para mais um.. BalCast! RB: Fala, galerinha! Rafael Baltresca, aqui, numa continuação de um papo. Certo? A gente esteve nas últimas semanas aí, Daniela do Lago que você já conhece. Se você não conhece, clique em algum lugar aqui. Não sei.. DL: danieladolago.com.br Me acha lá! RB: Vê aí, os últimos BalCast.. você vai ver que teve um papo muito bom que ela falou sobre a vida dela, carreira.. DL: A gente fala muito, por isso que não coube em um BalCast. Precisou de vários outros para fazer.. RB: Qual signo você é? DL: Eu sou de peixes. Pisciniana, dia 6 de março. RB: Como eu não entendo nada de peixe, de signo.. DL: Ah, então! Você é qual? RB: Sagitário. DL: Ah, é? Você é agora de novembro? RB: Dia 28 de novembro, daqui a pouco.. DL: Ai que legal! Vamos ter festa! RB: Vamos ter festa! O que você achou do último BalCast? DL: Eu achei ótimo. Curti! Nossa.. papo fluiu! RB: O que dá para melhorar? DL: Pode melhorar?! Talvez.. Eu não sei, dependo do feedback do público. Né?! RB: Por que eu perguntei isso?! Por um motivo muito fútil! Não sei se vocês perceberam.. DL: Sutil! Peguei isso aqui no pulo! RB: A Dani escreveu um livro sobre Feedback. Esse aqui.. ele é de quando, Dani? DL: É de 2018. Agora, no meio do ano, foi em junho de 2018. RB: Que legal! DL: Meu terceiro livro. Uma ferramenta que foi pautada mais de 10 anos de pesquisa. Sou professora nessa área de gestão de pessoas e o feedback é uma das ferramentas direta. Né? Assim que o líder tem que ter, não só o líder, mas toda e qualquer pessoa. Então, por exemplo, na área de gestão de pessoas são escassas as ferramentas, Rafa. Não são muitas que a gente tem. Eu costumo dizer que se o líder chega para mim, assim: ‘’Daniela, eu não dou condição de fazer nenhuma, me dá uma única ferramenta para eu pegar e sair correndo na minha vida’’. Qual que eu pegaria?! Feedback... RB: Essa! Eu sempre fui muito criticado no meio que eu estive... DL: Por dar ou por receber? RB: Por dar. Porque eu tenho uma mania de ser muito verdadeiro, Dani e como machuca as pessoas, isso. DL: Não. O problema não é ser verdadeiro, o problema é a forma, muitas vezes, que se fala. RB: Então, Dani.. vamos falar mais sobre isso, mas eu vou te contar um caso muito bem específico sobre feedback. DL: Legal! RB: É.. eu tenho um amigo – não vou citar o nome, senão ele passa a ser meu inimigo – que ele falou, assim: ‘’Rafa, eu quero que você assista uma palestra minha’’. Ele é palestrante, também. DL: Boa! RB: Fui lá assistir a palestra dele e ele falou: ‘’O que você achou?’’, aí eu fui bem sincero e falei: ‘’Olha! Eu posso ser sincero na minha opinião?’’ DL: Ele: ‘’Claro!’’ RB: ‘’Ou você prefere que eu seja o seu amigo que dá tapinha nas costas?’’ e ele falou: ‘’Claro! Quero que seja sincero’’. Eu não acho que sou uma pessoa que tenha uma boa forma de dar feedback. DL: Por enquanto... RB: Porque eu gosto... É que você não deixou eu ler. Né? DL: É, por enquanto! RB: Você falou: ‘’Eu vou aí te dar em mãos’’. DL: Isso! RB: Então, tá bom! Mas eu vou ler! Porque eu aprendi e eu gosto quando as pessoas são muito diretas comigo. DL: Funciona para você. RB: Para mim, funciona. Então, como funciona para mim, você fala: ‘’Rafa, dói’’, dói. Eu não sou robô. Entendeu? Eu não sou de metal. Claro que dói, só que eu aprendi a já tomar porrada, dar uma sacudida e falar: ‘’Meu! Eu vou usar!’’.   Caso queira acompanha a transcrição inteira do BalCast com a Daniela do Lago,
Acompanhe a segunda parte de um papo alto astral, que vai te dar boas dicas caso você esteja naquele momento "será que?" da sua carreira. Confira agora o desfecho do primeiro BalCast de 2019 com minha amiga Daniela do Lago!RB: Senhoras e senhores, ladies and gentlemen, hombres y mujeres, como ustedes?Minha amiga, Daniela do Lago, em mais um... BalCast!Fala pessoal! Voltamos, aqui! Tá bom o papo. Né, Dani?!DL: Tá ótimo!RB: Você está curtindo?DL: Estou adorando!RB: Você imaginou que iria ser tranquilo, assim?DL: A gente fala muito.RB: Claro.DL: É relax! O papo flui, hein...RB: Bom, estamos aqui, agora, a parte 2, com a Daniela do Lago.DL: Isso!RB: Fomos!RB: Bom, vamos parar esse momento. Troca!DL: Não existem garantias.RB: Momento João Kléber...DL: Momento decisivo! Ah! Para tudo.RB: Qual dica você dá para essa pessoa que te ouviu, agora e falou: ‘’Putz! Estou com Será que?’’, pode ser na empresa, com o meu marido, namorado, pode ser com qualquer coisa.Você me deu uma dica, já! Uma das dicas que parece, você falou: ‘’Olha! Eu fiz uma reserva financeira’’. Então, não dei uma de louca, simplesmente, joga tudo para cima...DL: É planejado. O negócio é planejado.RB: É isso. O básico é planejar. O básico!O que mais?DL: E aí, eu fiz uma reserva financeira e falei: ‘’Tá bom. Eu vou, como todo e qualquer profissional, como administradora, eu não posso ter uma visão romântica do negócio’’, porque quando a gente tem uma visão muito romântica do negócio, a gente quebra. Tá?Então, eu falei: ‘’Tá bom. Caso tudo der errado, eu tenho um recursos financeiro por um ano e meio/dois’’. Eu travei isso como meta e ralei para conseguir conquistar esse montante.RB: E, também, se tudo der errado, você pode voltar ao que estava fazendo...DL: É, isso mesmo.Eu tinha esse fôlego financeiro. Você tem que ter esse fôlego. Tá?! Porque, senão, você não aguenta. Porque é uma coisa que não vai dar certo do dia para a noite, gente. As coisas não funcionam assim. Pode ser que aconteça, mas é um fenômeno, não é regra. A regra é outra. Tá?!E aí, eu sugiro que você converse com mais de uma pessoa e, principalmente, com pessoas de círculos diferentes. Caso você tiver a oportunidade e ter acesso a um profissional qualificado, como por exemplo, eu falo: ‘’Hoje eu trabalho com processos de coaching’’ e eu valorizo muito isso, então, é legal. Mas, de repente, você fala assim: ‘’Eu não tenho esse recurso financeiro. O que eu faço?’’. O ideal é que você converse com pessoas, as quais você confia, mas de círculos diferentes. Às vezes, igual, por exemplo, as nossas áreas, elas conversam, mas são áreas diferentes, são áreas distintas. Eu adoro bater papo com você porque você tem uma visão diferente. Então, você amplia o meu norte, a minha esfera, minha perspectiva. Então, conversar com pessoas diferentes. Né?!Pessoas, as quais você admira e pessoas, as quais deram esse pulo. Fizeram isso, deram esse pulo. Né?! E bate um papo.E aí, por exemplo, eu vou te falar a real. Sabe?!Aí você vai... não é fácil. Nossa! Você fica sendo nisso, você chora... porque é uma ‘’super’’ decisão, mas aí eu tomei.Uma vez... essa é uma outra dica que eu dou. Decidiu por um caminho, não olhe para trás. A grama do vizinho não é mais verde do que a sua. Nada iria adiantar, eu num momento de, sei lá, fraqueza, num momento em que as coisas estão dando errado na estrada nova, eu ficasse olhando lá, para aquela empresa e falar, assim: ‘’Se eu tivesse lá... onde é que eu estaria?’’. Mesma coisa quando você escolhe casar... eu até brinco, falando: ‘’Homem não sabe o que quer. Né, gente?!’’. Quando está solteiro, quer casar. Quando está casado, quer morrer.RB: É uma estrada, também. É um ‘’busão’’ que pega.DL: É.Então, ao invés de você olha para a pessoa e falar, assim: ‘’Eu escolhi essa’’. Você olha como a sua escolhida... tem gente que escolhe uma coisa, só que olha: ‘’Olha quantas estou perdendo por aí...’’, aí você não fica nem lá, nem cá. É horrível! Você sofre. Tá?!   Então, assim,
No primeiro BalCast de 2019 você vai acompanhar um papo alto astral, cheio de risadas, debates e dicas que podem te ajudar a progredir na vida. Daniela do Lago é professora, escritora e uma palestrante com uma história inspiradora! Confira agora a primeira parte da entrevista épica:RB: Senhoras e senhores, ladies and gentlemen, menininhos e menininhas sejam todos muito bem-vindos. Eu sou o Rafael Baltresca e este aqui é mais um... BalCast! Muito bem, muito bem, muito bem... Bom dia aí, galerinha que está me assistindo, vendo e ouvindo. Faz tempo que eu não faço BalCast, hein... faz bastante tempo! Acho que a gente não grava faz dois ou três meses. Esse é um projeto, eu falo que é um projeto que sou apaixonado, adoro. O que a gente está gravando vai para Podcast, ele vai para Videocast, ele é transcrito, também. DL: Eu sei, eu assisto vários. RB: Ele é um filhote que a gente não tem... aquela coisa de ‘’ter que gravar toda semana’’. DL: Não tem uma regularidade. RB: Não... e eu quis que fosse assim, justamente para fluir, só para entrevistar pessoas que eu gosto... no momento legal e não ter que ter uma tabela toda certinha. Eu tenho algumas tabelas e muitas outras coisas disciplinadas nas minhas palestras e tudo mais, mas o BalCast não. Este daqui é uma edição mais que especial. Estou aqui, hoje, com a minha amiga, recém amiga... né?! Faz pouquinho tempo que a gente se conhece... um ano. DL: Um ano e pouquinho... RB: Daniela do Lago. Dani, obrigado pelo convite. DL: Eu que agradeço. RB: Seja bem-vinda. DL: É um privilégio estar aqui com vocês participando do BalCast. Esse programa tão bacana, interativo, diferente. Obrigada pelo convite, viu?! RB: Não, sou eu que agradeço. Quando eu conheci a Dani, a gente... DL: Na verdade, a gente se viu em um primeiro almoço de final de ano. RB: Final de ano, é... DL: A gente se conheceu pela internet. RB: E, assim, foi interessante porque eu não te conhecia, nem pessoalmente, nem profissionalmente e é muito legal começar a conhecer coisas de você, porque você faz um monte de coisas. Você escreve, você dá aula, você é consultora, você faz palestras. DL: Várias frentes... RB: Então, Dani, uma resumida rápida. A Dani, hoje... o que você faz, o que você curte, qual é a sua vibe... qual é o seu momento? DL: O que que pega... qual é o meu momento?! Gente, eu tenho várias frentes de trabalho, coisas que eu nem chamo de trabalho, eu chamo de coisas do meu coração que eu vim fazer na terra. A minha área principal, a vertente principal, a espinha dorsal do que eu faço é o comportamento no trabalho. Foi o que eu estudei, eu sou pesquisadora nessa área e, com isso, eu sou professora. Eu acho que essa é a minha maior missão na terra, como professora. RB: Carreira? Ou carreira é uma vertente do comportamento? DL: Não, a carreira... então, você diz o comportamento no trabalho e a carreira em si? Elas andam juntas. RB: É. Porque eu sei que você é especialista em carreira, você sabe falar muito bem com quem quer ter uma ascensão na carreira, mas comportamento no trabalho é algo maior. É um ‘’guarda-chuvão’’? DL: Então, talvez, a gente pudesse falar, por exemplo, a carreira seria uma grande estrada e o comportamento é a alma no decorrer da caminhada. RB: É o que você faz, hoje? DL: É o que eu faço, hoje. RB: E aí, vem livros... vem palestras... DL: Vem os meus livros, todas as revistas e colunas que eu escrevo, os artigos menores, também, os meus três livros, por enquanto... já tem dois no forno que vão sair no ano que vem. RB: É uma adicta em escrever livros. DL: É o que eu quero. Na minha estrada de carreira, agora a gente pode falar disso, como é que funciona os ciclos das nossas carreiras. O que eu quero é mais da escrita, estou me encontrando, de verdade, na escrita. É muito legal, é muito da hora. RB: Sabe que tem um nicho aí. Ensinar pessoas a escreverem livros. Porque escrever um livro é muito mais do que pôr em um papel e sair vendendo, né?! Você sabe disso. É um filho,
Hoje temos a parte 2 do BalCast com meu amigo Ton Lucas! Na segunda metade deste papo, o Ton nos fala um pouco mais sobre o mundo das técnicas cognitivas comportamentais, como essas técnicas agregaram no seu trabalho e, a "rixa" entre a área da psicologia e a hipnoterapia. Confira a entrevista épica!Senhoras e senhores, menininhos e meninotas... Sejam todos muito bem vindos.Eu sou o Rafael Baltresca...Eu estou aqui hoje com um rapaz que mora em Fortaleza...TL: Estamos aí...RB: Estamos aqui hoje... Eu, Ton Lucas e você para mais um...BalCast!!!RB: Fala galerinha! Rafael Baltresca de novo aqui com o Ton Lucas, que é de São Paulo.TL: Sou de São Paulo.RB: Que nasceu em...?TL: Bragança Paulista.RB: Bragança... e mora em...?TL: Em Fortaleza.RB: É um menino do mundo.TL: Eu sou rodado... mais rodado que aquele círculo da hipnose.RB: Bom, então a gente está aqui para a segunda parte do papo, porque a primeira foi espetacular.Coincidência... mesma roupa?!TL: Olha só... coincidência...RB: Vamos para a segunda parte do nosso papo com Ton Lucas.TL: Vamos que vamos!TL: É... O criador da TCC, como é conhecida, ele era psicanalista, né? O Aaron Beck era psicanalista e começou a estudar escalas de pacientes com depressão. Então, ele era um especialista em pacientes com depressão. E ele começou a perceber que a forma que os pacientes com depressão viam a vida... tinham erros de processamento.Então, foi naquela época em que a cibernética começou a surgir mais... programas de computador... e começou a comparar estruturas de pensamento com estruturas de comunicação do computador, com a forma de processamento do Software de computador.Então, ele viu o seguinte...Chegava o paciente com depressão e falava assim:- Ninguém me ama. Ninguém gosta de mim.- Mas ninguém?! Quem são as pessoas que você convive? Será que ninguém mesmo, gosta de você?- Não... o mundo todo me odeia...- Mas... cara, o mundo todo é muita gente... existem 8 bilhões de pessoas no mundo, será que todas elas te odeiam assim?E começou a jogar esses questionamentos para essas pessoas e elas viram: ‘’Não... mas pensando bem, minha mãe gosta de mim.’’, então já não é o mundo todo... olha só, alguém gosta de você.Então, ele começou a perceber que a forma que essas pessoas viam o mundo tinham erros cognitivos. Começou a ver que as estruturas de pensamento dessas pessoas que geravam esses sentimentos ruins. Então, quando ele deixou a psicanálise de lado...A gente pode falar: ‘’A psicanálise não presta... e criou a TCC...’’, né?RB: Não funciona...TL: Mas ele nunca falou isso.Ele começou a perceber que as estruturas de pensamento, os pensamentos automáticos, pensamentos automatizados geravam uma alteração de sentimento que altera um comportamento. Então, essas são as primícias da TCC.RB: Entendi. É como se um programa de computador tivesse um defeitinho de programação.TL: Exatamente.RB: Né? Ele está lá com uma variável desconexa. Assim começou com o ‘Alan Becker’...TL: É... Aaron Beck. B-E-C-K.RB: Aaron Beck! E ele é o teu ídolo?TL: Ele está vivo ainda...RB: Está vivo?TL: Está com noventa e poucos anos, lá na faculdade da Pensilvânia.RB: Duas perguntas...É... vamos por partes.Como que a hipnose pode ser integrada com isso? Porque eu queria que você falasse um pouco do seu TCC também, né?!Você defendeu um TCC bem atípico na faculdade de Psicologia, que é falando de hipnose...TL: A briga foi grande...RB: É... então, quero saber disso!Vamos começar por essa... vai! E aí?Primeiro, a briga... o seu TCC, sobre o que é, como você integra e se você integra a hipnose com a Teoria Cognitiva Comportamental. TL: Então... cara, no começo da faculdade foi essa briga toda.Eu já estudava hipnose antes de entrar na faculdade, por conta de que eu trabalhava como instrutor de mergulho, então eu usava hipnose para algumas coisas lá. E comecei a aprofundar mesmo, no início da faculdade.Cara, eu hipnotizava na faculdade e o pessoal assim ‘’para com esses negócios, você está banalizando a hipnose...’’,
Hoje temos a parte 1 do BalCast com meu amigo Ton Lucas! Neste papo, vamos falar um pouco sobre o trabalho do Ton no ramo da odontologia usando a hipnose, sua formação em psicologia e outros questionamentos hipnóticos. E fique tranquilo que semana que vem teremos a segunda parte que vai concluir essa entrevista épica! Senhoras e senhores, menininhos e menininhas, ladies and gentlemen... Eu sou o Rafael Baltresca e esse aqui é mais um... BaaaaalCast!!! Rafael Baltresca, de novo aqui, para mais um BalCast. Dessa vez, de paletó e camiseta em homenagem ao... Cara, para mim, você é o cara mais hippie da hipnose brasileira. Mas depois que você cortou o cabelo e veio o Wender... Ai você não é mais. E agora, psicólogo então, né? TL: Então, eu não sei se ser psicólogo ajuda a ser mais ou menos hippie, cara. Eu não sei ainda... RB: Vou te chamar agora de... Doutor. Ton Lucas, para quem não conhece, vou fazer uma explicação rápida. Esse poldcast é transmitido via ‘poldcast’, obviamente... Via videocast e também por texto. Então, muita gente vai estar te vendo em vários cantos do mundo e se perguntando: Quem é Ton Lucas? Ton Lucas é um cara que eu conheci de um jeito muito maluco. Você lembra quando a gente se conheceu pessoalmente? TL: Lembro, cara. Foi um dia memorável e bem doido... RB: É, vou resumir para quem está ouvindo a gente. TL: Vamos lá. RB: Fui fazer uma palestra em Fortaleza e tinha mais ou menos cinco mil pessoas. TL: Você achou que não era tão grande, né? RB: Eu não achei, cara. Quando eu cheguei lá, era um público de pessoas com quarenta/ cinquenta para cima, muitas senhoras de setenta/ oitenta anos. Quando eu vi aquele público, pensei na minha palestra – que seria no dia anterior – e falei: ‘’Cara, quando eu fizer a hipnose, tem uma parte com as mãos grudadas que é um processo de seleção da hipnose, teriam umas quinhentas pessoas, com as mãos grudadas, nessa plateia gigante de cinco mil pessoas. Então, eu comecei a procurar por hipnólogo de Fortaleza, perguntando para um e outro, alguém me falou: Cara, o Ton Lucas. A gente tinha se falado pela internet, né? TL: É, pelo Facebook, pouca coisa... RB: Eu falei: ‘’Ton, me ajuda! Eu preciso disso para amanhã, doze hipnólogos aqui às 7h da manhã, porque vou precisar de ajuda’’. Quando tiver quinhentas pessoas com as mãos grudadas, quem é que vai desgrudar? E você me ajudou, cara... TL: E tem gente que não desgruda, né? RB: Você me ajudou, cara. A gente fez um paredão de um lado e do outro, né? E, na hora da hipnose, foi espetacular! TL: Foi engraçado que você deu essa missão e falou: ‘’Consegue dez; doze; quinze hipnólogos para ajudar?’’. Eu falei: ‘’Beleza, tenho uma noite para encontrar essa galera’’. Comecei a colocar nos grupos dos meus alunos de Fortaleza. Quando eu vi, tinha uns trinta querendo ir, eu falei: ‘’Cara! Calma.’’ E foi demais. Só vamos limitar... E todo mundo querendo ajudar, mas foi espetacular! RB: E, assim, conheci Ton Lucas... Bom, o Ton trabalha com hipnose, é hipnólogo clínico. Você fazia um trabalho muito forte com dentistas, com a parte anestésica, né? Me conta um pouquinho do que você fazia... TL: É. Comecei  no finalzinho de 2013/ início de 2014 a trabalhar com uma amiga minha que é dentista. Na verdade, começou como uma brincadeira na prima dela, que tinha problemas e sentia muita dor, então ela falou: ‘’Vamos lá no consultório para fazer esse negócio de hipnose, de repente você pode ajudar ela’’. Na época, eu estava hipnotizando os amigos nos lugares, na casa dos outros para fazer sessões de hipnose. Então eu fui, já tinha começado o canal no YouTube, na época tinham uns dois/ três vídeos na Internet, e gravei a experiência. Foi tão legal, porque o resultado também foi e o vídeo deu uma bombada nos grupos de hipnose, muita gente comentando sobre aquilo: ‘’Nossa, que legal! Um hipnólogo trabalhando junto com uma equipe de dentistas’’. Bombou! Então, ela achou aquilo legal e me chamou para trabalhar.
Hoje estou aqui com o cara que é o ‘’Top das galáxias’’, o tradutor mais espetacular do universo... César Melo! Cara, que felicidade ter aqui, neste BalCast, a sua pessoa que veio fazer mais um trabalho, né?Amanhã começam três dias de trabalho e eu consegui te raptar aqui.Vou falar uns quinze segundos só, porque eu gosto tanto desse cara aqui e quero que ele conte mais da história dele.O César trabalha como intérprete e tradutor, que são duas coisas diferentes, e... Em quantos idiomas?CM: Quatro idiomas. Inglês; Português; Espanhol e Italiano.RB: Com certeza, pelo o que fiquei sabendo, quando você era pequenininho já viajava para o mundo inteiro, né? Com dez anos, com uma família rica...CM: Quem me dera... Filho de diplomata, né?RB: Hoje, o César Melo é o cara mais requisitado que eu conheço no meio que eu estou inserido, que é nos Congressos de Hipnose para traduzir. Já traduziu dezenas. Não sei quantos você já traduziu.Cara... Já traduziu muita gente.CM: Sim.RB: E, uma coisa legal, todo mundo que trabalha com o César, não sei se foi coincidência mas acho que não, todos os eventos que eu estive, no final eles param para te homenagear. Isso é muito legal! Porque, teoricamente, o intérprete é uma pessoa que deveria estar invisível. Não é?CM: Sim.RB: Porque o palestrante fala , você traduz e quem está lá esperando a palestra, está ouvindo como se fosse um Google automático. Então, teoricamente, você fica em uma ‘’cabaninha’’ invisível.CM: Em uma cabine.RB: Uma cabine, não em uma cabana.CM: Uma cabana seria legal.RB: Nunca traduziu índio?CM: Já interpretei índio...RB: Só que não. Eles não te deixam invisível. Eles querem te saudar, inserir-te. Dá para ver o quanto você é querido e também como o seu trabalho é especial, porque não é simplesmente uma tradução do tipo, eles falam , esperam um pouquinho e você traduz. Não é assim. É uma tradução simultânea. Eles estão falando em inglês, italiano, javanês e você está traduzindo português.Pelo o que eu vi, é um trabalho extremamente estafante, porque você não para.CM: Eu diria, Baltresca, que é mais do que estafante, acho que é desafiador. Porque se você para e pensa no meu trabalho como estafante, ele torna-se. Agora, quando você olha para ele e vê desafiador, ele também torna-se desafiador. Eu sempre digo que há um desafio maior. Imagine, por exemplo, eu vou interpretar o Rafael Baltresca, que tem quase ou mais de vinte anos com hipnose.RB: Não. Dez!CM: Meia década! Uma década de hipnose, né?Então, eu tenho que pegar a informação que está na cabeça do Rafael Baltresca, dos seus dez anos de hipnose, não sei quantos shows e, enfim, tudo que você já fez e, transferir isso para a cabeça do nosso amigo Lucas, que é um cara que entende e conhece de hipnose, porém ele não é um especialista no assunto, mas ele conhece muito do assunto também. Muitas vezes, o Lucas é um especialista. E o Baltresca é um especialista, mais especialista do que o Lucas, só que o Lucas precisa aprender com o Baltresca. Então, eu tenho que pegar o conhecimento que está na cabeça do Baltresca e transferir para a cabeça do Lucas, sem qualquer tipo de intervenção. Eu sou apenas um fio condutor, eu não sou filtro. Só que em várias áreas, por exemplo, quando eu trabalho com governos; empresas que dão curso de tecnologia e essas coisas, eu tenho que manter uma postura muito mais... Como posso dizer? Sem qualquer tipo de intervenção no processo. Eu sou muito neutro.RB: É um condutor mesmo.CM: É o fio condutor. Com a hipnose, porque tem muita linguagem não verbal inserida nela. Tem muitas coisas, por exemplo, para quem está ouvindo, o tom de voz faz diferença. Se o palestrante está falando: ‘’Então, neste exato momento você vai fechar os olhos’’. No momento que ele mudou o tom de voz, o intérprete segue na mesma linha de tom de voz que ele estava antes e, ele não traz essas nuanças para interpretação, ela se perde. E, você sabe muito bem que na hipnose, a fala é o único elemento, né?
Hoje temos a parte 2 do BalCast com meu amigo Michael Arruda! Na primeira parte ficamos sabendo um pouco da sua história de infância, como a hipnose apareceu na vida dele e como a superação o ajudou a seguir firme na carreira empreendedora. Na segunda parte o Michael conta sobre seus primeiros contatos com a OMNI, como se tornou o primeiro instrutor OMNI na América Latina e responde a uma bateria de perguntas enviadas pelo meu público! Aproveite a continuação deste papo incrível que tive com o meu convidado de hoje! MA: Nessa época, foi quando eu encontrei a OMNI. O Gerald tinha um curso à distância e eu disse: ‘’Acho que é disso aqui que eu preciso’’. Então eu investi, comecei a fazer, trocava algumas perguntas com eles, na época com o próprio Gerald e vi que aquilo ali, realmente, fazia todo sentido. RB: Aí você fez o curso que era por vídeo na época? Eram videoaulas? Textos? MA: Eram várias videoaulas, tinham as apostilas que eles mandavam em textos e alguns anexos separados. RB: Você chegou a trocar email com o Gerald nessa época? Ele respondia? MA: Sim, respondia. Respondeu um, na verdade. Eu mandei várias dúvidas, ele respondeu uma e depois mandei outro e-mail para a certificação. Depois de concluir o curso, eu descobri como funcionava a hipnoterapia e falei: ‘’É isso que eu preciso colocar na mente’’. Comecei a trabalhar as minhas técnicas e comecei a atender algumas pessoas para testar. Como esse era o primeiro contato que eu tinha com a hipnoterapia, eu não acreditava que aquilo iria funcionar com total eficiência. Eu aplicava vários conceitos, como a PNL. No começo eu cobrava baratinho pela sessão, a maioria fazia de graça para experimentar. Fiquei um tempo com este negócio, mas, não via a oportunidade de realmente me sustentar disso. Até que um dia eu falei: ‘’Bom... eu quero divulgar esse negócio que eu gosto tanto. Quero fazer isso!’’. Foi quando eu tive a ideia de começar a divulgar o trabalho do Gerald e de vários hipnotistas. RB: Então começou a colocar os vídeos na internet... MA: Comecei a colocar os vídeos na internet, legendar. Isso é um negócio engraçado porque todos os vídeos que eu colocava, entrava em contato direto com pessoal e pedia: ‘’Olha... vou colocar o vídeo para divulgar’’. Já o vídeo do Gerald, eu tinha mandado o email, mas, ele não respondeu, então pensei: ‘’Bom... ele não deve mais trabalhar com isso”. Não sei qual era a situação de e eu também não tinha o contato da OMNI naquela época. Já que ele não respondeu, falei: ‘’Bom... vou colocar os vídeos aqui, estou divulgando’’. Eu realmente queria apenas divulgar. Então fiquei, acho que um ano, só divulgando e, um ano depois, o Hans viu esses vídeos. RB: Por enquanto você trabalhava como hipnoterapeuta, é isso? Você dividia o tempo entre colocar vídeo pirata na internet e a hipnoterapia? Ou não? Tinha um outro trabalho? MA: Nessa época, eu estava fazendo bico com manutenção de computador, porque na hipnoterapia, eu atendia alguns colegas, mas, não divulgava e, não via como viver disso, então fui fazendo bicos. O canal começou a crescer, as pessoas começaram a me conhecer, até que o Hans viu o vídeo e mandou uma mensagem no YouTube para mim. Ele falou: ‘’Olha, esse vídeo aí é conteúdo de propriedade da Omni, hoje eu sou o representante da empresa e peço para você retirar. Se você estiver interessado na Omni, em breve, terá um treinamento da Omni no Brasil e você pode participar’’. Ele mandou essa mensagem no privado no YouTube e na mesma hora, eu já o busquei no Facebook. Ele escreveu em português para mim e mandei uma mensagem pra ele, falei: ‘’Oi, Hans! Acabei de ver sua mensagem no YouTube, eu sou Michael Arruda, não estou querendo piratear nada, estou querendo divulgar, sou Omni também, fiz o curso à distância com o Gerald. Aqui no Brasil, as pessoas não conhecem a OMNI, não conhecem o Gerald e eu tenho uma paixão grande pela filosofia de vocês, mas, se quiser eu tiro o vídeo e vai ser um prazer estar no curso quando ele v...
No BalCast de hoje trago um nome de peso para falar sobre hipnose e empreendedorismo. Michael Arruda é hipnoterapeuta há 9 anos e foi o primeiro instrutor OMNI da América Latina.É possível que você pense que o Michael chegou aonde chegou do dia para a noite, mas, como toda pessoa de sucesso, há muita dedicação, suor e empenho na história por trás.Fique com a primeira parte desta entrevista fantástica!RB: Esse é um programa que falamos de empreendedorismo, negócios e ideias interessantes. Vou tentar hoje não ficar muito no tema hipnoterapia. Claro que a gente vai se esbarrar nesse assunto porque faz parte da minha e da sua vida, mas, eu queria conhecer um pouco sobre o Michael que eu conheci, mestre da hipnose que tinha um canal no YouTube e, o Michael que é presidente da Omni Brasil, pra quem não sabe, é uma empresa focada em treinamento de hipnoterapia. Sei que é uma empresa que está no Brasil há poucos anos, mas, no mundo ela já existe há bastante tempo, que foi administrada por Gerald Kein e hoje é administrada pelo Hansriedi Wipf. Conta um pouquinho pra mim como que foi, quem era o Michael há uns 10 anos, você tem 31 anos hoje. Você se formou em que? O que você fazia da vida? Você acordou um dia e falou: ‘’Quero ser dono da Omni’’. Conta para gente!MA: Você falou que na nossa vida a gente está sempre focado na área da hipnoterapia. Eu, atualmente, estou muito mais ligado na questão do empreendedorismo e eu uso a hipnoterapia para ajudar pessoas, empresários a alavancarem seus negócios através da mente.RB: Mas como começou isso lá atrás?MA: Eu quero contar que a minha vida mudou por causa disso. Então, eu comecei na hipnose bem novinho, como um hobby, tentando conquistar uma garota com 13 anos de idade, mas essa história fica para outra hora.RB: Começou a hipnose com 13 anos?! Ah, não... tem que contar!MA: Quando eu estava começando a adolescência, ali com 13 anos de idade, eu era um cara que tinha um nível de timidez e com medo de falar com qualquer garota, mesmo aquelas que eram da minha turma. E eu estava meio apaixonado por uma menina, que era de outra turma, que nem sabia da minha existência, porque eu não falava com ninguém. E eu falei: ‘’Bom, uma forma de chamar a atenção dela seria aprender a fazer hipnose, e então, começou a hipnotizar as pessoas da escola, viro o garoto mais popular e ela vai ver que eu existo e me querer’’. Só que há quase 20 anos atrás, ninguém pensava nisso, em hipnose. Mas de onde veio isso?Quando eu tinha 8 anos de idade, meu irmão mais velho começou a estudar hipnose também. E um dia brincando lá no meu prédio, eu vi um grupinho de pessoas com alguns rindo e outros chorando e meu irmão saindo ali do meio e perguntei para o meu colega: “O que está acontecendo ali?”. E ele me disse que meu irmão estava fazendo hipnose e fez a menina ver o ídolo dele. Eu vi aquele grupo, achei um máximo meu irmão fazendo aquilo e, estava plantada a sementinha da hipnose em mim. E aos 13 anos começou a florescer.E então, comecei a estudar com os livros antigos, mas, só no livro ali não deu muito certo, não era tão simples quanto parecia na época e ali ficou meu sonho de querer continuar a aprender, Só que, ao mesmo tempo, nesse período, como qualquer pré-adolescente, acreditava que a vida era perfeita e, tudo era uma questão de tempo. Acabaria a escola, faria uma faculdade, depois arrumaria um emprego perfeito, ganharia um bom dinheiro e estava tudo bem. Só que, essa crença não durou muito tempo porque, nesse período, a gente descobriu que a minha mãe estava com câncer de mama e foi um impacto para toda a família, mas, com o suporte do meu pai, que era muito presente, a gente superou, deu tudo certo. Quatro anos depois, houve outro abalo, que foi quando meu pai faleceu. Sofreu um infarto e faleceu praticamente nos braços da minha mãe.RB: E você tinha 17? Fazia faculdade? Colegial?MA: Eu tinha 18 anos, nessa época eu estava estudando porque eu queria ser um pianista, que era o meu sonho desde pequeno.
Tempo de leitura: 4 minVocê se lembra do meu convidado do BalCast passado? Não? Então pode ficar despreocupado porque Robinson Gessoni está aqui comigo de novo, mas, dessa vez, para te ajudar a TURBINAR a sua memória. Depois de contar um pouco da vida dele na edição passada (clique aqui para conferir), hoje ele vai falar mais a fundo sobre seus conhecimentos no ramo da memorização e compartilhar algumas técnicas que você vai poder usar no seu dia-a-dia.RB: Olha, esse BalCast não vai ter enrolação. Para você que está querendo passar em um concurso público, um vestibular ou apenas quer dar uma melhorada na sua memória, o Robinson é o especialista que vai nos ajudar. Conta um pouco pra gente os tipos de memorização. Você falou que são 3 tipos, queria entrar mais nesse assunto, como eu memorizo algo?RG: Como eu tenho formação em PNL – Programação Neurolinguística – eu a uso como pano de fundo em todos os meus trabalhos, seja um trabalho de inteligência emocional ou de memória. Falando especificamente da memória, nós temos do ponto de vista prático da PNL, três tipos de memória: memória visual, auditiva e cinestésica. Então, a palavra cinestésica, iniciada com a letra C para quem não sabe, abrange a memória gustativa, olfativa e memória tátil. Ela também está relacionada com a memória de procedimentos ou memória de manipulação de objetos. RB: Então não é só o que eu ouvi, mas também o que vi, senti... tudo isso de alguma forma vai ficar guardada em alguma parte do meu cérebro.RG: E tem um estudo recente que comprova o seguinte: quando você apenas ouve uma informação, você registra e retém na memória em torno de 20%; quando você ouve e vê algo, é registrado e retido torno de 50%; quando você ouve, vê e pratica aquele conhecimento, você registra de 70% a 90% no seu cérebro.RB: Porque você usou todos os seus sentidos para poder registrar aquilo.RG: Exato.RB: Mas como que a gente aprende a memorizar?RG: Nós temos 3 moduladores da memória, são eles: associação, repetição e emoção.RB: Certo. Vamos pegar um exemplo para a repetição... poderia ser a tabuada!RG: Isso! A tabuada é um tipo de decoração, no sentido de memória, por exaustão mental do cérebro, portanto, você acaba gravando aquilo e uma espécie de cicatriz é gerada. Já por associação é muito mais simples e fácil. Quer ver um exemplo? Alguém aqui se lembra do que estava fazendo no dia 11 de setembro de 2001?RB: Eu lembro. Ainda trabalhava como engenheiro em outra empresa.RG: E por que você lembra?RB: Bom, imagino que seja associando ao fato do atentado... ou emoção nesse caso?RG: Pode ser as duas coisas. Você associou uma emoção marcante, no caso ataque terrorista às Torres Gêmeas, de como se sentiu depois de ver aquilo e, pelo próprio episódio em si, que virou um fato histórico por ser um dos maiores atentados terroristas.Imagino que depois de ler um pedacinho dessa conversa, você deve ter ficado com uma pulga atrás da orelha para saber como tudo isso termina. Posso garantir que o seu cérebro vai salivar por mais conhecimento depois de ouvir essa entrevista completa ou conferir o vídeo que está no topo desta página.
A cada BalCast, um convidado diferente. Hoje, eu converso com um velho amigo: Robinson Gessoni. 14 anos atrás fiz um curso de memorização em que ele era quem ministrava. Depois de muito tempo sem ver o Robinson, no BalCast de hoje, você vai descobrir como ele chegou no ramo da memorização; uma área desconhecida por muitos e como o instinto empreendedor dele levou-o a ganhar a vida com essa habilidade magnífica! RB: Conta um pouquinho da sua história para quem está ouvindo a gente. Quem é o Robinson, você começou com o que, como que foi o estalo para você entrar nessa área do comportamento humano, porque eu não conheço essa história. Se me perguntarem eu vou falar de você a partir de 2004 para cá, mas antes disso tem chão né? RG: Tem bastante, viu? Primeiro eu tenho que agradecer o convite, eu me sinto muito honrado de poder compartilhar a minha história com o seu público e quero dizer que está sendo uma jornada muito rica em termos de conhecimento. Eu sempre fui empreendedor; desde os 11 anos de idade eu trabalho fora. Meu pai tinha uma construtora de prédios e ganhava muito bem, mas eu sempre fui muito independente financeiramente, sempre busquei meu dinheiro para ter uma renda. RB: Tem irmãos? RG: Tenho irmãos, somos 4 irmãos. Dois deles moram fora do país, um na Argentina e minha irmã nos Estados Unidos em São Francisco na Califórnia. Falam outros idiomas, inclusive aplicam as técnicas de memorização para o aprendizado de espanhol e inglês. Aos 15 anos de idade eu comprei uma banca de jornal falida – é muito boa essa história. O dono da banca, quando me recebeu para comprar a banca, estava completamente bêbado, alucinado. Daí, eu ofereci para ele o dinheiro que eu guardei vendendo jornais. Ele aceitou daquele jeito meio “Canabrava” e eu fiquei com a banca. Eu sei que em 6 meses, Baltresca, eu consegui levantar o ponto. Para você ter uma ideia, eu morava no ABC em Santo André e eu lembro que fiz um diferencial. Além do horário normal das outras bancas, aos domingos eu aproveitava os clientes de uma casa de frangos assados que ficava perto. As pessoas que iam comprar frango assado, geralmente passavam na banca para comprar jornal comigo. Então, imagina uma banca que estava falida, que vendia nenhum jornal aos domingos e passou a vender 80 unidades do Estadão, da Folha de São Paulo. Realmente, o Robinson não chegou aonde chegou do nada. Desde criança estava no meio do empreendedorismo. Se você quer saber o resto dessa história, como Robinson saiu de jornaleiro para chegar a ser um profissional que trabalha com a mente humana, confira a entrevista na íntegra ouvindo nosso podcast ou assistindo ao vídeo no topo da página.
Tempo de leitura: 3 minUm novo mês acaba de começar e um novo BalCast acaba de ser lançado! Você estava com saudades de algumas dicas empreendedoras para energizar o seu negócio ou para tirar aquele projeto do papel? Porque eu estou com elas bem aqui!Vini Casagrande me acompanhou nos dois últimos vídeos do BalCast. Falou sobre sua história de vida, contando como conseguiu emplacar seu negócio, sendo muito perspicaz, inteligente e estratégico (clique para conferir a parte 1 e a parte 2).Nesta edição o Vini colocou as cartas na mesa e trouxe pra gente uma metodologia que ele mesmo desenvolveu depois de muitos estudos, onde ele mostra seis passos para alcançar o sucesso. Vale ressaltar que são os passos que o Vini segue e dão certo para ele, mas eu tenho certeza de que tem muitas coisas nessa metodologia que vão te abrir os olhos e fazer você repensar o que está fazendo com o seu negócio!RB: Eu pensei em colocar o nome desse episódio “ Os 6 passos do meu sucesso”, como se você estivesse falando porque eu também não gosto de rotinas, como se fossem fórmulas mágicas, que se todo mundo no planeta fizesse chegaria no mesmo ponto. Se isso funcionasse, esse livro custaria alguns bilhões de dólares, que você ia comprar e ter sucesso instantaneamente. Mas eu achei legal quando você falou para mim hoje um pouco mais cedo, que foi o que você aprendeu, o que funciona pra você e que quer compartilhar com a gente hoje.VC: Isso. Porque, na verdade, existe um passo-a-passo. Você não consegue chegar para uma pessoa e falar o segredo do sucesso se ela não está preparada. Se a pessoa não estiver procurando, com a mentalidade certa, não adianta. Então, antes de tudo, as pessoas precisam entender como elas funcionam. Isso é o que eu considero o passo número um do sucesso: autoconhecimento.RB: Vamos lá então! O primeiro dos seis passos para o sucesso: Autoconhecimento!E aí? Ficou curioso para saber um pouco mais sobre autoconhecimento? Quer descobrir quais são os outros cinco passos que o Vini desenvolveu para alcançar o sucesso? Assista à entrevista completa lá no topo da página ou clique no player de áudio. Você também pode baixar este episódio do BalCast e escutar onde e quando quiser. Tenha um ótimo BalCast!
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