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Neste episódio, Laerte Cerqueira, Angélica Nunes e João Paulo Medeiros fazem uma análise do cenário político da Paraíba pós-eleição. Os recados das urnas e os personagens da política paraibana que ganharam e perderam no processo. E ainda, as divisões e uniões que podem se consolidar a partir de agora.
Neste episódio, Laerte Cerqueira e João Paulo Medeiros analisam os números da primeira pesquisa Ipec, do segundo turno na Paraíba, contratada pela TV Cabo Branco. Entre os destaques, o empate técnico entre João (PSB) e Pedro (PSDB), mesmo com vantagem numérica do socialista; as possíveis transferências de votos, o cenário eleitoral na capital e no interior. E ainda, a influência do bolsonarismo, do lulismo e da neutralidade nas campanhas.
A expectativa para o resultado das eleições do dia 02 de outubro na Paraíba. Entre as interrogações, a disputa pela segunda vaga um eventual segundo turno, a indefinição na disputa pelo Senado, com Ricardo Coutinho (PT) concorrendo com registro indeferido pelo TRE e a renovação “fake” que se projeta na bancada federal paraibana e no parlamento do estado.
Neste episódio, Laerte Cerqueira, Angélica Nunes e João Paulo Medeiros analisam os números da pesquisa de intenções de voto para governador e senador na Paraíba. Os dados são da primeira pesquisa do Ipec, contratada pela TV Cabo Branco.
Neste episódio do Papo Político, Laerte Cerqueira, João Paulo Medeiros e Angélica Nunes destacam a força da “boataria” e especulações que tomam conta disputa na Paraíba, a menos de 100 dias das eleições. E ainda, os impasses entre partidos que estão no mesmo campo que tornam o cenário imprevisível. Entre os assuntos, também tem a repercussão das declarações de pré-candidatos ao governo que participam da Sabatina CBN João Pessoa.
No ano em que o paraibano vai às urnas, o debate sobre o desenvolvimento econômico do estado ganha força. Para onde vamos? Quais os nossos desafios e gargalos? Quais os projetos são transformadores a curto e longo prazos? Quando deixaremos para trás problemas seculares? Neste episódio, nós conversamos com Erik Figueiredo, paraibano de Conceição, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, ligado ao Ministério da Economia. O Ipea auxilia o governo na elaboração de políticas públicas para o país. Profundo conhecedor da realidade do semiárido nordestino e paraibano, o professor de Economia da UFPB, com pós-doutorado na Universidade do Tennessee, no Estados Unidos, defende o desenvolvimento com valorização das riquezas locais, do meio ambiente, participação efetiva da iniciativa privada, investimento eficiente na educação básica e profissional. Na lista de soluções, inclui projeto inovadores, como os que preveem a venda de crédito de carbono em áreas do semiárido e obtenção de recursos com reciclagem e aterros sanitários; além do aproveitamento eficiente das energias renováveis e da produção de minério com instalação de zonas de processamento de exportações. Confere com a gente.
Na tentativa de conter e reduzir o preço dos combustíveis, o governo federal tem defendido mudanças na cobrança do ICMS sobre o diesel, gasolina, etanol e gás de cozinha GLP.Em alguns casos, como diesel e gás de cozinha, zerar o ICMS e compensar os estados com repasse de R$ 29 bilhões, em cinco parcelas, até o fim do ano.No caso da gasolina e outros combustíveis, limitar a cobrança em 18% do ICMS e zerar os impostos federais.O ICMS é colocado na fogueira eleitoral e esse é o tema de uma conversa com o advogado tributarista Jurandi Eufrauzino. Neste episódio, ele opina sobre as propostas de redução que passaram pelo Congresso e fala das repercussões positivas e negativas depois da investida do governo. Laerte Cerqueira conduz o bate-papo.
As apostas vão parar nos coretos e praças juninos. Chegou o mês do São João e o cenário eleitoral paraibano continua com muitas incertezas e indefinições. As festas, por sua vez, serão mais uma vez palco de articulações. Campina, Bananeiras, Patos, Monteiro, Santa Rita e pelo menos quatro dezenas de municípios estão na lista de cenários para as movimentações político-eleitorais. Elas estarão também sob o olhar atento dos órgãos de controle para evitar o exageros e o desperdício do dinheiro público. A quatro meses da eleição cinco pré-candidatos ao governo continuam firmes e um novo nome entra no jogo. Neste edição, Laerte Cerqueira, Angélica Nunes e João Paulo Medeiros comentam sobre as escolhas dos vices governadores, sobre posicionamento do partido Republicanos no jogo político e as disputas que podem ser travadas num possível segundo turno.
O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba cassou o mandato de três deputados estaduais, Bosco Carneiro (Republicanos), Chió (Rede), Dr. Érico (MDB), eleitos na Coligação A Força do Trabalho 5, nas eleições de 2018. Com a anulação e retotalização de votos, determinadas pela Corte, quem também pode perder o mandato é a suplente Rafaela Camaraense (PSB). A acusação é de que houve fraude na cota de gênero no Cidadania, antigo PPS. O partido integrava a coligação. Seis mulheres, segundo a Justiça Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral, foram usadas pela legenda para cumprir a legislação, mas não realizaram campanha. Ou seja, eram candidatas laranjas. Neste episódio do Papo Político, a gente conversa com os advogados eleitoralistas Rodrigo Farias, Frederich Diniz e Edísio Souto sobre esse caso concreto, os efeitos práticos e simbólicos, mas também colocamos em discussão a questão da cassações de políticos geradas por fraudes dos partidos.
Aos poucos o cenário vai tomando forma, mas algumas dúvidas rodam o debate político-eleitoral, dia após dia, na Paraíba. Uma delas é o lugar que o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) irá ocupar na corrida eleitoral. Aguinaldo é uma incógnita, tenta garantias, mas, para muitos, enfraquece a base do governo quando não define onde estará.Definido, mas sob pressão está o Republicanos. Suas principais lideranças já empenharam apoio ao pré-candidato ao Senado, Efraim Filho (UB), mas uma contraofensiva governista coloca a fidelidade à prova. Um nome do Republicanos pode compor a chapa majoritária do governo. Depois dessa definição, o que pode acontecer?Laerte Cerqueira e João Paulo Medeiros analisam o cenário.
Os pré-candidatos que vão disputar as eleições de outubro estão autorizados a realizar campanha prévia de financiamento coletivo, a chamada vaquinha virtual, a partir de 15 de maio. Mas a doação e liberação dos recursos têm regras e condições. Essa modalidade de arrecadação para campanhas eleitorais foi regulamentada em 2017 e utilizada nas Eleições Gerais de 2018 e nas Municipais de 2020. Neste episódio, a gente explica como o eleitor pode fazer as doações, quais as regras, como e quando o pré-candidato pode usar o dinheiro. O advogado eleitoralista José Fernandes Mariz ainda explica detalhes sobre os valores e a importância desse dinheiro para políticos de partidos pequenos, ou para quem ainda não consegue se beneficiar com o dinheiro público destinado a financiar as disputas eleitorais.
Neste episódio, Laerte Cerqueira, Angélica Nunes e João Paulo Medeiros comentam a repercussão da visita do presidente Jair Bolsonaro, pré-candidato a presidência da República, à Paraíba. Ele veio inaugurar duas obras e, claro, fazer pré-campanha, sentir sua popularidade em uma região que precisa de votos. Saiu empolgado...Por outro lado, deixou muita ciumeira. Bolsonaristas que buscam espaço e valorização na disputa de outubro perceberam que seus “lugares” podem ser invadidos, numa estratégia para ampliar capital eleitoral.Entre um olhar atravessado e outro, vimos a direita da PB unida no palanque de Bolsonaro. E o que isso representa a partir de agora?Em live aqui na Paraíba, o presidente anunciou auditoria do partido dele, o PL, nas urnas eletrônicas. Seu “algoz” no TSE, Luis Roberto Barroso, em Campina Grande, defendeu a segurança do sistema eleitoral brasileiro e atacou as milícias digitais. Não dá nomes, mas nem precisava.Ajusta o som e confere este Papo Político.
Foi a semana de externar a ciumeira política na Paraíba. Todo mundo querendo “colar” os nomes nos cabos eleitorais. Veneziano (MDB), pré-candidato ao governo da PB, quer apoio exclusivo de Lula. Lula quer todo mundo e João Azevêdo (PSB), pré-candidato à reeleição, contenta-se com a metade do apoio. O pré-candidato ao Senado, Bruno Roberto (PL), não quer Bolsonaro com ninguém e em qualquer tentativa de aproximação, ele “puxa a peixeira” virtual nas redes sociais e diz que o apoio do presidente já tem dono. Foi assim com Sérgio Queiroz, recentemente, e, esta semana, com Efraim Filho, que está cada vez mais bolsonarista. Ambos são pré-candidatos ao Senado. Nesta edição do Papo Político, Laerte Cerqueira e Angélica Nunes comentam os movimentos políticos da semana, os bastidores e a repercussão dos fatos que vão desenhando como será a eleição em outubro na Paraíba, a 5 meses da votação.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a registrar um aumento no número de jovens interessados em votar na Eleição deste ano. As novas emissões ocorrem em meio a uma campanha de mobilização promovida pela Justiça Eleitoral, nas redes sociais, com ajuda espontânea de celebridades e influenciadores digitais. De acordo com as estatísticas oficias, até janeiro deste ano, o TSE registrava, no total, pouco mais de 730 mil títulos emitidos para jovens de 16 a 17 anos de idade. Agora, já são mais de um milhão e cem novos eleitores. Para os adolescentes de 16 e 17 anos, o voto é facultativo.Nesta edição edição, vamos saber como está a situação aqui na Paraíba e discutir sobre consciência política. A gente volta a conversar com Vanessa do Eypto, coordenadora do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba. Quem também participa é Iasmin Soares, que conduz o projeto “Politizades”, da Rede Paraíba de Comunicação. O projeto coloca em destaque a importância da participação dos jovens no processo eleitoral e na vida política do estado.
No episódio desta semana, Laerte Cerqueira e Angélica Nunes analisam os fatos que agitaram o cenário político-eleitoral. Entre os destaques, as férias de 10 dias do governador João Azevêdo (PSB), que estão dando o que falar na oposição, claro, e entre os governistas.A senadora Nilda Gondim (MDB), em entrevista à CBN, afirmou que se encontrou com o ex-senador Cássio Cunha Lima (PSDB). Mas, depois, emitiu nota negando o encontro. Na entrevista, falou ainda que pode se aliar aos Cunha Lima num eventual segundo turno. A repercussão da fala, o recuo e as consequências você acompanha também neste episódio. E os gestores, neste ano de eleição, turbinam a distribuição de peixe, principalmente em um período no qual a licitação nem é exigida. Numa conta rápida, são mais de R$ 4 milhões em peixes e outros produtos para doações. Aperta o play.
O Congresso Nacional promulgou, esta semana, a proposta que garante recursos do fundo eleitoral e do partidário para as mulheres candidatas. No mínimo, 30%. Esse percentual também deve ser respeitado para rateio do tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão. A distribuição deverá ser realizada conforme critérios definidos pelos respectivos órgãos de direção e pelas normas estatutárias, considerados a autonomia e o interesse partidário. E ainda, se o partido lançar mais que 30% de candidaturas femininas, o tempo de rádio e TV e os recursos devem aumentar na mesma proporção. Por outro lado, apesar de incentivar a participação das mulheres no processo eleitoral, a PEC também concede anistia aos partidos políticos, que não preencheram a cota mínima de recursos ou que não destinaram os valores de repasses por gênero e etnia em eleições ocorridas antes da promulgação da futura emenda constitucional. A anistia envolve sanções de qualquer natureza, inclusive de devolução de valores, multa ou suspensão de repasses do fundo partidário. Ou seja, esquece o que ficou para trás.Nesta edição do Papo Político, Laerte Cerqueira e Angélica Nunes discutem o tema como Victor Barreto, advogado eleitoral, Mestre em Direito pela UNB.
Falta uma semana para o fechamento da “janela partidária” e as definições esquentam o cenário político-eleitoral da Paraíba. Entre os últimos movimentos, a decisão de Efraim Morais de deixar a Secretaria de Agricultura do governo João Azevêdo. Agora, com liberdade para ficar na base ou anunciar que Efraim Filho (União Brasil), pré-candidato ao Senado, integrará a chapa de oposição. O deputado Walber Virgulino vai para o PL e deixa o Patriotas; Tião Gomes anunciou que se abrigará no PSB. Teve ainda a debandada de tucanos. Mais à esquerda, a decisão do PT Nacional de punir Anísio Maia e outros, pela insubordinação em 2020, gerou muita polêmica. Com candidatura inviabilizada dentro do PT, Maia deve ir para o PSB ou PCdoB e levar colegas. A direção nacional emitiu nota e negou autoritarismo, apenas cumprimento de regras. A gente fala ainda das possíveis candidaturas do secretário de Saúde da PB, Geraldo Medeiros, e do Comandante-Geral da PM, Coronel Euller Chaves. Confira esses e outros detalhes da política paraibana neste episódio do Papo Político.
Uma pesquisa realizada pelo instituto DataSenado revela um dado desalentador (e desafiador): 70% dos jovens nordestinos entrevistados têm vergonha do seu país. Boa parte motivada pela atuação dos gestores públicos. Nesse cenário, o direito ao voto acaba sendo uma ferramenta para que o jovem assuma o protagonismo no processo de escolha desses políticos. Esta semana, a Justiça Eleitoral iniciou uma campanha para estimular que os jovens tirem o título eleitoral e votem nas Eleições Gerais de 2022. Podem se alistar jovens a partir de 15 anos de idade, que terão completado 16 no dia 2 de outubro. Para esta faixa etária, o voto é facultativo. O interessado tem até o dia 4 de maio para realizar o processo.Neste episódio, falamos sobre esse protagonismo; sobre a importância da participação desses eleitores na construção de um país melhor para viver, menos desigual, e onde tenham mais orgulho e menos vergonha. Nossa convidada é a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, Vanessa do Egypto, que traz informações sobre os jovens eleitores paraibanos e mostra, com números, como eles são essenciais no ecossistema eleitoral. 
Para confundir eleitores sobre o sistema eleitoral do Brasil, muita gente espalha desinformação. Cria cenários, situações fantasiosas. Mas provas, não têm nenhuma. Ano passado, no auge do debate sobre o assunto, uma Proposta de Emenda à Constituição, que queria a impressão do voto, chegou a ser analisada no Congresso, mas foi derrubada.Volta e meia, os questionamentos retornam e ganham destaque nas redes sociais, após declarações de alguns políticos. As provas da insegurança no sistema não aparecem. Recentemente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução para dar mais visibilidade aos procedimentos de segurança e relacionados à totalização dos votos no processo eleitoral. As instituições, órgãos de controle e a sociedade estão sendo convocados a acompanhar para que não haja dúvidas sobre a segurança da votação eletrônica e, claro, para que menos pessoas sejam contaminadas pelas informações falsas. Nesse podcast, a gente conversa com José Cassimiro, secretário de Tecnologia do TRE-PB. Ele desmonta as mentiras que você precisa saber para não ser enganado. O Papo Político está no ar.
Esta semana foi a aberta a chamada “janela partidária”. Período destinado aos parlamentares brasileiros para trocarem de partido sem que sejam acusados de “infidelidade partidária”. Na Paraíba, as mudanças na Assembleia Legislativa devem passar dos 30% dos 36 parlamentares. Mas por que essa janela é tão importante para os políticos? E o que ela diz sobre “ideias e ideais” de nossos agentes públicos? Essas e outras repostas você terá neste episódio do Papo Político, que recebe o especialista em Direito Eleitoral, o advogado e professor Edísio Souto. Ele fala também sobre o “fundo eleitoral” de R$ 4,9 bilhões, retirado de nossos impostos, que será usado para financiar as campanhas eleitorais desse ano. Sobre o tema, algumas questões: por que a população tem que pagar a conta? E por que uma conta com este valor?Aperta o play que te apresentamos as repostas para todas essas perguntas e refletimos sobre muito mais. Em foco, claro, o processo político eleitoral de outubro. Hoje, com Laerte Cerqueira, está João Paulo Medeiros. Angélica Nunes, que compõe este núcleo, curte merecidas férias. Na verdade, “toma fôlego” para aguentar o que vem pela frente, neste ano de disputa “nas urnas”. 
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