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A Psicóloga Cinthia Cruz e o Gerente de Software Bruno De Mauro falam sobre Comportamento Humano, Saúde Mental, Vida, Relacionamentos, Psicologia, Evolução Pessoal e Professional. Venha ouvir a nossa CorajosaMente.
Episódio novo nas quartas!
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Nesse episódio do CorajosaMente, mergulhamos fundo numa das perguntas mais antigas da humanidade: será que existe alguém feito sob medida para a gente? Exploramos a origem do conceito de alma gêmea, de Platão, passando pelo rei Arthur e Romeu e Julieta, até o que a ciência, a matemática e a psicologia têm a dizer sobre compatibilidade, projeção e relacionamentos reais. Falamos sobre por que nos sentimos incompletos, como a solidão das grandes cidades alimentou esse mito e o que os casais que envelhecem juntos têm em comum.Também discutimos os padrões que repetimos nos relacionamentos, o papel da terapia nesse processo, e analisamos o filme 500 Dias com Ela como um espelho poderoso das projeções que fazemos no outro. No final, chegamos a uma resposta, não a que a gente espera, mas talvez a que a gente precisa ouvir. Se você já se perguntou se está esperando pela pessoa certa ou perdendo tempo com a errada, esse episódio é pra você.Episódios RelacionadosSair da defensiva e se abrir para relações verdadeiras E136Você merece afeto, você merece amor, você merece muito isso tudo! #069Amores imperfeitos e como os relacionamentos são complicados #080Livre arbítrio, temos realmente escolhas na vida? E105Capitulos00:00:00 - Introdução: Existe a tampa para a sua panela?00:01:16 - De onde vem a ideia de alma gêmea?00:03:03 - Rei Arthur, Romeu e Julieta e o amor inacessível00:05:20 - O amor como completude: além do sexo00:06:30 - Solidão nas grandes cidades e a busca por pertencimento00:09:00 - O que a matemática diz sobre compatibilidade00:11:30 - Psicologia: o que é realmente sentir que "encontrou" alguém00:14:00 - O mito do "para sempre" e a pressão sobre os relacionamentos00:17:00 - Quando o relacionamento enfrenta a realidade do dia a dia00:20:00 - Casais que envelhecem juntos abandonaram a alma gêmea?00:24:00 - A ilusão da perfeição e o cheiro de humanidade do outro00:27:00 - Padrões herdados: repetindo o que aprendemos na infância00:30:00 - Atraídos pelo oposto — e o que isso diz sobre nós00:33:00 - Quando viramos o que odiávamos no outro00:36:00 - Responsabilidade afetiva e a importância da terapia00:39:00 - Análise de 500 Dias com Ela: projeção e expectativa00:42:00 - O outro não é vilão: aprendendo com o ponto de vista alheio00:44:30 - Conclusão: Você não é o centro do universo (e tá tudo bem)00:46:00 - Encerramento e chamada para a comunidadeContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzPhoto FloatFlower Huang
Nesse episódio do CorajosaMente, nos fazemos uma pergunta que pode ser desconfortável: você seria seu próprio melhor amigo? Nós exploramos como é fácil cobrar presença, lealdade e comprometimento dos outros, enquanto raramente viramos o espelho para nós mesmos. Falamos sobre disponibilidade emocional e prática, sobre memória nas amizades, sobre cancelamentos de última hora e sobre o que realmente significa ser alguém com quem se pode contar.Nós também mergulhamos em temas como a diferença entre amizade prática e emocional, os perigos de ser nota 11 de 10 como amigo, as expectativas não ditas que destroem vínculos, como acolher sem se perder e a arte de comunicar o que ficou por dizer. No final, ainda deixamos dicas de filmes e livros que exploram relações de amizade de formas que vão te fazer pensar muito. Venha refletir com a gente!Capítulos0:00 - Introdução e apresentação do tema1:22 - Qual nota você se dá como amigo?2:44 - Pesquisa sobre disponibilidade e amizade4:33 - Por que me considero uma amiga nota 75:34 - O problema da memória seletiva nas amizades7:27 - Cansaço e como ele limita a disponibilidade8:00 - Amigos não precisam lembrar de tudo11:28 - O que está acontecendo com as amizades hoje12:20 - Cancelamentos de última hora e o desgaste dos vínculos13:18 - A arte de ser comprometido com a agenda14:47 - Amizades desalinhadas: quando o rolê não é mais seu16:00 - Amigo ou trabalho não remunerado?17:04 - Disponibilidade prática vs. disponibilidade emocional19:48 - Pare de apontar para os outros e olhe para si22:42 - A armadilha de só "atualizar" o amigo26:45 - Expectativas não ditas que destroem amizades28:53 - Ter a casa como abrigo: acolher como forma de amizade31:37 - Aprender a receber pessoas em casa33:10 - Dicas de filmes e livros sobre amizade36:23 - Encerramento e convite para sugestões de temasContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzPhoto Erik Mclean
Nesse episódio do CorajosaMente, mergulhamos de cabeça nessa expressão tão brasileira e tão gostosa: o molho. Falamos sobre o que é esse magnetismo pessoal que algumas pessoas têm e que faz a gente querer ficar perto, a sensualidade que vai muito além do físico, a sagacidade, o sorriso que desarma, o rebolado e tudo mais que entra nesse caldeirão do borogodó. Debatemos o que faz um molho ser bom, o que azeda, como a insegurança e a seriedade travada, e também lembramos que andar com pessoas de molho bom potencializa o nosso próprio sabor na vida.Nós também viramos o espelho para nós mesmos e refletimos sobre qual é o nosso próprio molho: o que entregamos para o mundo, o que escondemos na tapuera do fundo da geladeira e como fazer as pazes com quem somos é o primeiro passo para o molho aparecer naturalmente. Do macarrão sem molho ao trufado, do Pulp Fiction ao Hamnet, passamos por referências deliciosas enquanto discutimos autenticidade, autoconhecimento e conexão humana. Aquela conversa que deixa gostinho de quero mais.Episódio RelacionadoEntre a validação e o conflito E145Pessoas MencionadasWagner MouraClovis de BarrosLazaro RamosDicasPulp Fiction Os 8 OdiadosFilmes do Almodovar HamnetCapítulos0:00:00 - Introdução: Wagner Moura, Oscar e o papo de molho0:01:17 - O que é "ter molho"? A cultura brasileira de saborear pessoas0:03:25 - Macarrão sem molho não tem graça: a metáfora do borogodó0:04:51 - A evolução do paladar: do molho vermelho ao trufado0:06:13 - Paladar infantil e o impacto das pessoas que nos rodeiam0:07:00 - O molho do amigo: quando o brilho do outro potencializa o seu0:08:05 - O caldeirão do molho: o que faz uma pessoa ser irresistível?0:09:04 - Sensualidade vai além do físico: o jeito de ser, sorrir e ocupar espaço0:10:07 - O que azeda o molho: insegurança, seriedade travada e molho escondido0:13:29 - O molho na tapuera: quando a gente esconde quem é por medo0:15:25 - Sagacidade, perspicácia e o sorriso que desarma0:15:48 - O molho brasileiro: sorriso acolhedor, alegria e espontaneidade0:17:12 - Pimenta e acidez: ter um pé na realidade como parte do molho0:20:37 - O rebolado importa: o molho também é corporal e físico0:22:41 - Qual é o seu molho? Identificando o que você leva para o banquete da vida0:29:04 - Molho mé: as pessoas do meio-termo e o que fazer com elas0:31:32 - Autenticidade como base: fazer as pazes consigo mesmo faz o molho vir0:34:10 - Memórias de molho: pessoas que marcaram (e as que não deixaram sabor)0:37:16 - Será que dá pra desazedar o molho? Reflexão sobre mudança e autopercepção0:39:45 - Dicas e filmes com molho: Pulp Fiction, Tarantino, Almodóvar e Hábit0:45:39 - Encerramento: comentários, carinho e um brinde a uma vida mais saborosaContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia Cruz
Nesse episódio do CorajosaMente, nós mergulhamos num tema que é desconfortável para quase todo mundo: como lidamos quando alguém discorda da gente, e por que isso dói tanto. Nós exploramos como as bolhas de validação nas redes sociais nos tornam cada vez menos preparados para lidar com opiniões diferentes, e como a ausência de fricção pode impedir nosso crescimento real. Também trouxemos a neurociência por trás disso: por que ser contestado, na dose certa, cria novos caminhos neurais e nos torna pessoas mais completas.No segundo bloco, nós compartilhamos histórias pessoais sobre reatividade, ego fragilizado e os momentos em que a crítica bate justamente nas nossas inseguranças mais profundas. Falamos sobre a diferença entre discordância como ataque pessoal versus discordância como ferramenta de crescimento, sobre como aprender a dar e receber feedback honesto, e por que às vezes dizer a verdade ao outro é um ato de amor. Encerramos com dicas de filmes e um livro que dialogam lindamente com o tema de hoje.RelacionadosFracasso no planejamento sucesso no improviso E142O que é ser homem sem se perder no caminho E143Você merece afeto, você merece amor, você merece muito isso tudo!DicasHamnetO filho de mil homensClube da LutaLivroA coragem de ser imperfeitoCapítulos0:00:00 — Abertura e desabafo: o mundo em 2026 e a energia do episódio0:01:30 — Apresentação do tema: concordar, discordar e as bolhas de validação0:03:40 — Por que a gente se cerca só de quem concorda com a gente0:05:00 — Crítico interno, síndrome do impostor e a anestesia do elogio0:05:25 — Sem fricção não há crescimento: o papel do atrito no desenvolvimento0:06:32 — Neurociência da contestação: como novos caminhos neurais se formam0:07:52 — Crescer em ambientes hostis e a reatividade como padrão aprendido0:09:00 — Positividade tóxica: quando só o positivo também faz mal0:09:53 — Como ouvir com empatia mesmo discordando: a postura de validar primeiro0:11:37 — A infância e o trabalho: onde aprendemos (ou não) a discordar0:13:35 — Discordância não é ataque pessoal: separando opinião de identidade0:15:36 — Autoestima e a liberdade de não precisar de validação externa0:16:51 — O ego fragilizado e a cena de "Um Gênio Indomável"0:18:57 — Quando brigar é necessário: direitos, escala 6x1 e limites saudáveis0:20:11 — Criar ambientes seguros para a crítica: oficinas e contextos de feedback0:22:36 — História real: o feedback que veio endereçado errado e o que ele ensinou0:25:07 — "Quando você não diz a verdade, impede o outro de decidir": a frase do terapeuta0:26:15 — O desafio de quem ocupa lugar de autoridade e recebe discordância0:29:28 — A ignorância e a certeza: quando não saber nada te dá convicção absoluta0:32:16 — Conclusão: melhore, ouça a si mesmo e entenda o que vale a pena discutir0:34:06 — Recado especial e carinho para ouvintes fiéis0:34:54 — Dicas de filmes: Humanist Vampire e O Filho de 1000 Homens0:36:08 — Dica de livro: A Coragem de Ser Imperfeito, de Brené Brown0:37:13 — EncerramentoContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzPhoto: Bob Brewer
Nesse episódio do CorajosaMente, nós conversamos sobre aquele incômodo que atravessa o corpo quando alguém nos critica, ou quando percebemos que a pessoa tem uma imagem de nós que não é a que gostaríamos. Nós exploramos por que isso pode gerar raiva, vergonha, vontade de se defender ou de se recolher, e como esse “toque” do outro encontra pontos sensíveis que já existiam por dentro.Ao longo da conversa, nós mostramos como esse impacto pode ser entendido por diferentes lentes (como ideal de eu, crítico interno, transferência, crenças centrais e pensamentos automáticos) e por que algumas pessoas ou contextos ativam gatilhos muito mais fortes. Nós fechamos com caminhos práticos para regular as emoções, diferenciar discordância de rejeição e transformar reatividade em curiosidade, usando a crítica como bússola de autoconhecimento, não como sentença.Episódio RelacionadoO que é ser homem sem se perder no caminho E143DicasGenio indomavelO Filho de Mil HomensHamnet Capítulos00:00 Abertura pós-carnaval e clima de férias01:38 O incômodo da crítica e da imagem que fazem de nós02:21 “Por que isso me incomoda tanto?” (a pergunta que se repete)03:11 Ideal de eu e o instinto de se defender03:40 O crítico interno: quando já tem uma voz cobrando por dentro04:16 O encontro doloroso: crítica de fora + insegurança de dentro04:36 Transferência: às vezes não é sobre “a pessoa de hoje”05:20 Um gatilho no trabalho e o “eu adolescente” aparecendo06:54 Inferioridade, hierarquia e autoridade: por que pega diferente09:02 Crenças centrais e pensamentos automáticos10:33 Distorções cognitivas e “leitura mental” do que o outro pensa12:36 Quando está resolvido, não pega: um exemplo no cinema14:30 Regulação emocional: crítica construtiva x ataque15:01 Discordância não é rejeição: desfazendo um nó comum17:35 Segurança interna vs fragilidade: refletir ou levantar defesa19:12 Por que algumas pessoas incomodam mais que outras20:03 Amor e vínculo: quando a crítica ativa histórias antigas24:21 Preconceitos: reconhecer sem se limitar27:04 Trocar reatividade por curiosidade: um treino transformador33:24 E quando nós incomodamos alguém sem querer?35:01 Dicas culturais + convite para interagir e encerramentoContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzPhoto: Christopher Ott
Nesse episódio do CorajosaMente, nós conversamos sobre como a ideia de “ser homem” está mudando, e por que tanta gente se sente sem lugar nesse processo. Nós falamos de estereótipos de gênero, dessas “caixinhas” que a cultura impõe desde a infância, e de como isso aparece nas relações, na forma de discutir e até na maneira como a gente aprende (ou desaprende) a sentir. Nós também exploramos a diferença entre uma masculinidade reativa e uma masculinidade mais consciente: o que muda quando a gente troca performance por reflexão, força por presença e controle por conexão. No fim, nós fechamos com provocações práticas e referências de filmes/séries para seguir pensando, porque evoluir pode ser mais leve (e muito mais gostoso).Episódio RelacionadoTeorias da Personalidade e Quem é Você? E133RecomendaçõesPsicopata Americano Clube da LutaAll Her FaultA Mentira (2010)O Carteiro e o Poeta (1994)Capítulos00:00 Boas-vindas e volta do podcast 00:59 Por que falar de masculinidades agora 03:21 Estereótipos de gênero: o começo da “caixinha” 06:22 Cultura pop como espelho: disputa de masculinidades 09:45 Sensibilidade vira rótulo: por que isso acontece 10:12 O perigo de “só replicar” (sem sentir o que é nosso) 13:41 “Afeminado”: o que querem dizer com isso, na prática 16:20 Falta de referência e busca por validação masculina 19:01 “Energia masculina/feminina”: o que faz sentido e o que confunde 22:25 Estereótipo vs realidade: quem é “racional” de verdade? 24:27 Masculinidade inclusiva: quando o afeto vira força 26:53 Poder e emoções: a chave pra diferenciar tóxico x saudável 30:48 Reatividade, ameaça e a escalada para a violência 40:06 “Broderagem” e vergonha: como isso afeta prazer e intimidade 42:03 Vulnerabilidade cria conexão (e melhora a vida sexual) 48:39 Referências pra pensar masculinidade: filmes e série 50:39 Dicas rápidas e fechamento do episódio 52:31 Recado final: que a masculinidade se cureContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzPhoto: Jurien Huggins
Nesse episódio do CorajosaMente, nós falamos sobre a frustração de olhar para as metas e sentir que “falhamos”, mesmo tendo vivido tanta coisa importante fora do planejamento. Nós exploramos por que o fim de ano aumenta a cobrança, como as expectativas (nossas e dos outros) pesam, e como o inesperado pode virar parte valiosa do caminho — sem culpa e sem drama.Também compartilhamos formas práticas de rever o ano com mais honestidade e leveza: registrar pequenas conquistas, ajustar metas que perderam sentido, celebrar progresso sem transformar tudo em cobrança, e criar limites saudáveis para redes sociais. No fim, nós lembramos que o plano é só um mapa, e que crescer, muitas vezes, acontece justamente quando a vida sai do roteiro.Capítulos00:00 Abertura: frio, roupa e improviso01:42 Tema do dia: quando o plano falha02:20 Metas que não foram… e conquistas que foram03:43 Quando o inesperado toma o palco05:05 Expectativas: nossas e dos outros06:20 Fim de ano: exaustão, realidade e pedir ajuda07:01 Metas como direção, não sentença08:13 A magia do improviso no caminho09:30 Autocompaixão na revisão do ano10:43 A ilusão de controle no planejamento12:19 Crise dos 30 e a vida que não segue roteiro13:00 Ajustar metas: o que faz sentido agora14:33 Cobrança semanal: 80% ainda é vitória15:52 Trabalho novo: expectativa vs realidade17:59 Ferramenta prática: registrar pequenas conquistas20:54 Fracassar com orgulho (e ganhar paz)22:09 O “efeito janeiro”: promessas e pressão24:02 Redes sociais: voltar com limites26:05 Metas se adaptam: intenção e escolhas27:17 Constância e crescimento com o processo31:35 Dicas para metas mais leves e flexíveis33:18 Meta fundamental: sono e saúde mental35:39 Leitura, rotinas e valorizar o progresso38:42 Celebração mensal sem virar cobrança40:08 Dica cultural: um filme sobre “fracasso” e silêncio42:55 Dica de série: reflexões que ninguém planejou45:26 Encerramento e boas festaContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia Cruz
Nesse episódio do CorajosaMente, nós exploramos a fundo a essência de ser brasileiro, indo muito além dos estereótipos para entender nossa relação única com o sol, a comida de verdade e a forma calorosa como celebramos a vida, mesmo diante das dificuldades. Discutimos como nossa identidade é moldada por profundas diferenças regionais, pela nossa história colonial e pela famosa criatividade que muitas vezes surge da necessidade e da escassez, revelando por que somos vistos como um povo tão acolhedor e alegre em qualquer lugar do planeta.Também trazemos reflexões importantes sobre como o nosso passado influencia as relações de trabalho e liderança atuais, além de debatermos a sexualidade à flor da pele, o nosso jeito espaçoso de ser e os hábitos de higiene que chocam os estrangeiros. Analisamos se existe uma única "identidade nacional" ou se somos uma mistura complexa de tradições, músicas e vivências, finalizando com ótimas recomendações de obras que ajudam a entender melhor o nosso país.Episódios RelacionadosComo a arte transforma as nossas vidas E138Celebrações e Festas São Importantes #025Acromatopsia, aprendendo com o olhar do outro E131MecionadoRodrigo Faro e Pedro Cardoso video sobre brasileiro não dar valor a serviço no Brasil https://www.youtube.com/watch?v=BbKRMQBJU1M00:00 - Abertura e memes clássicos brasileiros 01:55 - A cadeira de plástico e a identidade latina 04:00 - O clima tropical e as chuvas intensas 05:35 - A importância vital do sol na nossa rotina 07:50 - A sagrada hora do almoço: comida vs. lanche 11:10 - As diferenças regionais num país continental 13:02 - A alegria de encontrar brasileiros no exterior 14:30 - Comida regional e o almoço de domingo 19:33 - Festas, aniversários e o calor humano 21:45 - Criatividade e improviso na escassez 24:00 - A solidariedade e o costume de ajudar estranhos 26:40 - O impacto da imigração e da escravidão na cultura 31:00 - Crítica à liderança e cultura de trabalho no Brasil 36:20 - Identidade nacional versus tradição 42:45 - Relacionamentos, sexualidade e contato físico 46:30 - Ocupando espaço: barulho e regras sociais 51:00 - Como a internet mudou a identidade cultural 55:00 - A diversidade da música brasileira 58:00 - A obsessão brasileira por higiene pessoal 01:01:40 - Recomendações culturais: filmes e livros 01:06:00 - Considerações finais e agradecimentosContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzFoto: Pietra Cruz
Nesse episódio do CorajosaMente, nós mergulhamos na importância de encontrar, sustentar e expressar a nossa própria voz. Falamos sobre como a autenticidade pode se perder em meio às pressões das redes sociais, no ambiente de trabalho ou nas relações pessoais e como esse silenciamento afeta diretamente nossa autoestima, saúde mental e conexão com o mundo.Também refletimos sobre o medo da rejeição, o peso das máscaras sociais e o poder de dizer o que pensamos com respeito e amor. Conversamos sobre como a autenticidade é um ato de coragem, de autoconhecimento e acima de tudo, de amor-próprio.ContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzFoto: David Clode
Nesse episódio do CorajosaMente, nós celebramos o ato de reclamar, sem culpa e com bom humor! Falamos sobre como colocar pra fora o que sentimos pode ser libertador e até terapêutico. Entre risadas e reflexões, exploramos o lado positivo da reclamação e como ela pode até aproximar as pessoas.Nós também refletimos sobre os diferentes tipos de reclamação: aquelas que aliviam o coração, as que nos conectam com os outros e as que apenas drenam nossa energia. Conversamos sobre transformar a reclamação em consciência e leveza, entendendo quando ela é sinal de algo mais profundo e quando é só esporte mesmo.Episódios relacionadosFofocar ou não fofocar, eis a questão E115Pessoas que só sabem falar delas mesmas E120A dor que nos move #008Capítulos00:00 - Introdução: Viva aos reclaminhas!00:43 - Reclamar faz bem (e sem culpa!)01:09 - As queixas do capitalismo02:05 - Dinheiro traz felicidade?02:56 - Reclamar de trilha e de mato04:35 - O tipo de reclamação que irrita: falar mal do Brasil06:32 - Entendendo o tom das reclamações sobre o país08:20 - Reclamar do jeito certo (e com humor)09:16 - Reclamação como energia motivadora10:02 - Quando reclamar faz mal: cortisol e estresse12:25 - Reclamar com raiva x reclamar com leveza17:02 - A reclamação como febre: o sintoma de algo mais profundo19:00 - Reclamar aproxima as pessoas21:16 - A reclamação que gera conexão e pertencimento23:18 - Como ouvir quem reclama sem tentar resolver25:13 - A diferença entre reclamar e pedir ajuda28:10 - Aprendendo a reclamar com consciência30:28 - Reclamar como autoconhecimento e vínculo33:08 - As “coveirinhas”: quando reclamar se torna tóxico36:09 - Quando se afastar de quem só reclama38:40 - O prazer de reclamar junto (e dar risada disso)41:20 - Reclamar com quem sabe ouvir44:15 - Encerramento e reflexões finaisContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzFoto: Judy Beth Morriss
Nesse episódio do CorajosaMente, nós exploramos como a arte vai muito além da estética e se torna uma parte essencial da experiência humana. Conversamos sobre o poder da música, da literatura, do cinema e de tantas outras formas de expressão para transformar emoções, curar feridas e dar sentido às nossas vivências.Também refletimos sobre como a arte se conecta com a nossa identidade, trazendo inspiração, consciência e uma forma única de lidar com os desafios do dia a dia. É um convite para olhar a arte não só como entretenimento, mas como uma necessidade vital que nos ajuda a crescer, compreender e compartilhar quem somos.Capítulos00:00:00 Introdução e abertura00:03:16 O que é arte no nosso dia a dia00:06:32 A música como linguagem universal00:09:48 Como a literatura nos transforma00:13:04 O cinema e a construção de sentidos00:16:20 A importância do teatro na experiência humana00:19:36 Arte visual e expressão individual00:22:52 A criatividade como forma de resistência00:26:08 Arte e identidade pessoal00:29:24 Como a arte ajuda no autoconhecimento00:32:40 Arte como ponte entre culturas00:35:56 O papel da arte na cura emocional00:39:12 A arte e a educação00:42:28 Como a arte molda a sociedade00:45:44 O impacto da arte digital00:49:00 Reflexões finais sobre a importância da arte00:52:16 Encerramento e mensagem final00:55:42 CréditosRecomendaçõesFilmesAmelie pulan As HorasJogos vorazesFrances haDias perfeitos Uma historia de LisboaDirija o meu carroSete minutos depois da meia noiteA grande belezaAlmodóvar - Volver / O quarto ao ladoDreamersDirija meu carroLivrosDon casmurro O reverso da medalhaMusica Chico Buarque - construçãoPessoas mencionadas Aucel valencia Nei MatogrossoCaetano VelosoGilberto Gil Wagner Moura Fernanda TorresPaulo Coelho Podcast MencionadoGostosas também choramContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzFoto Mario La Pergola
Nesse episódio do CorajosaMente, nós falamos sobre como as nossas relações refletem muito de quem somos e do que valorizamos. Exploramos aquela sensação de pertencimento quando encontramos pessoas com quem nos identificamos de verdade, e também o incômodo de estar em ambientes onde parecemos fora de lugar.Conversamos sobre o impacto das nossas escolhas nas amizades, na forma como nos mostramos e no tipo de vínculo que cultivamos. E refletimos sobre como, com o tempo, percebemos que estar com pessoas parecidas com a gente não é exclusão, é conexão.Capítulos00:00 - Abertura e apresentação do tema03:05 - O que significa ser “gente legal”06:10 - Primeiras impressões e conexões sociais09:15 - A influência do ambiente nas relações12:21 - A importância da autenticidade15:26 - Como atraímos pessoas semelhantes18:31 - Empatia e ressonância emocional21:36 - O papel dos valores compartilhados24:42 - Relações superficiais vs. relações profundas27:47 - O impacto da autoestima nos vínculos30:52 - Vulnerabilidade como ponto de encontro33:57 - A reciprocidade nas relações saudáveis37:02 - Por que nos afastamos de pessoas tóxicas40:08 - O equilíbrio entre dar e receber43:13 - Quando as diferenças também aproximam46:18 - O papel do tempo na construção da confiança49:24 - Aprendizados das relações passadas52:29 - Encerramento e reflexões finaisContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzPhoto Ace Failagao
Nesse episódio do CorajosaMente, nós falamos sobre como a defensiva se instala na nossa vida como um mecanismo de proteção. Muitas vezes, reagimos com irritação, ironia, negação ou até silêncio, achando que estamos nos defendendo de algo externo, quando, na verdade, estamos nos afastando de nós mesmos. Exploramos como esse escudo emocional se forma e como ele pode nos impedir de criar vínculos reais e viver com autenticidade.Também refletimos sobre o que acontece quando deixamos cair essa armadura. Não é sobre se expor sem filtro, mas sobre reconhecer que, por trás da defensiva, geralmente existe dor, medo ou experiências mal digeridas. Conversamos sobre os pequenos passos que podemos dar para sair desse modo automático e construir relações mais abertas, maduras e livres.Episódios RelacionadosVocê merece afeto, você merece amor, você merece muito isso tudo! #069Amores imperfeitos e como os relacionamentos são complicados #080Livre arbítrio, temos realmente escolhas na vida? E105Capítulos0:00 - Abertura e saudade do que foi1:42 - Quando viver na defensiva vira o normal3:10 - O que é estar na defensiva?5:05 - Defensiva como escudo emocional7:30 - O medo de se machucar de novo9:15 - Reações automáticas: raiva, silêncio, ironia11:50 - A origem da defensiva na infância13:40 - A falsa proteção que nos isola16:10 - Quando a defensiva atrapalha os vínculos18:00 - O que está por trás das nossas reações20:30 - Como reconhecer que estamos nos defendendo23:00 - Vulnerabilidade como caminho de cura25:10 - Sair da defensiva com consciência27:45 - Abertura, escuta e conexão verdadeira30:00 - Pequenos passos fora da armadura32:10 - Encerramento e convite à auto-observação36:40 Abrindo espaço para conversas mais autênticas45:20 Relações reais: o valor da vulnerabilidade53:10 Conclusão e reflexões finaisContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzBlog Post Por que criamos barreiras nas relações e vivemos na defensiva
Nesse episódio do CorajosaMente, nós mergulhamos fundo no tema do abandono, esse sentimento que, em maior ou menor grau, toca quase todo mundo. Falamos sobre como ele se manifesta nas nossas relações, desde pequenos desconfortos até medos intensos de sermos deixados de lado. Compartilhamos experiências, questionamos de onde vem essa dor e refletimos sobre como a infância, as perdas e as ausências moldam nossa maneira de amar, confiar e até de nos proteger.Também discutimos como esse medo pode aparecer disfarçado: no ciúme, na necessidade de controle, na dificuldade de dizer o que sentimos. E, mais importante, falamos sobre caminhos para lidar com isso sem nos tornarmos reféns do passado. É um episódio cheio de afeto, escuta e coragem para falar do que, muitas vezes, tentamos esconder até de nós mesmos.Evento de Oficina de Escrita Terapêutica em São Paulo da Cinthia Cruz e Kamilla Naves09 de agosto - 2025 as 09:00https://bit.ly/bio-IG-oficina-de-escrita-terapeutica-SPEpisódios RelacionadosVocê merece afeto, você merece amor, você merece muito isso tudo! #069Amores imperfeitos e como os relacionamentos são complicados #080Livre arbítrio, temos realmente escolhas na vida? E105Capítulos00:00 - Abertura descontraída com música01:45 - O medo de ser abandonado04:20 - Primeiras experiências de perda07:00 - Quando o abandono não é físico, mas emocional10:15 - A forma como aprendemos a nos proteger13:30 - O impacto da infância nas relações adultas16:50 - Como o medo molda nossas escolhas afetivas20:10 - A diferença entre estar só e sentir-se só23:40 - Controle, ciúme e carência: sintomas silenciosos27:10 - Abandono e a busca por validação30:25 - Como é difícil confiar quando já fomos deixados34:00 - A importância de reconhecer nossas feridas37:20 - Quando o medo de abandono nos sabota40:00 - O desafio de ficar mesmo quando dá medo42:15 - Cuidar da dor sem se afundar nela44:10 - A solidão que também pode curar46:20 - Fechamento e convite à autorreflexãoContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzPost Por que o medo de abandono nos persegue?Foto Elio Santos
Nesse episódio do CorajosaMente, nós falamos sobre como a inteligência artificial vem transformando o modo como lidamos com a saúde mental, desde ferramentas de autoconhecimento até o uso de algoritmos para terapia online. Nós refletimos sobre os impactos positivos, os riscos da automatização do cuidado e o que ainda é insubstituível na relação humana.Também exploramos dilemas éticos, privacidade de dados e a influência da tecnologia na forma como sentimos e entendemos nossas emoções. Nós discutimos como encontrar equilíbrio entre inovação e bem-estar emocional, trazendo exemplos práticos e questionando até onde queremos que a IA participe da nossa vida íntima.Evento de Oficina de Escrita Terapêutica em São Paulo da Cinthia Cruz e Kamilla Naves09 de agosto - 2025 as 09:00https://bit.ly/bio-IG-oficina-de-escrita-terapeutica-SPEpisódios RelacionadosA Importância do Brincar na Vida Adulta E132Teorias da Personalidade e Quem é Você? E133Capítulos00:00 - Abertura02:36 - Introdução Por que falar de IA e saúde mental06:26 - Como a tecnologia chegou à terapia10:16 - Ferramentas de autoconhecimento com IA14:06 - O papel dos chatbots terapêuticos17:56 - Vantagens da automação para quem busca ajuda21:46 - Limites éticos e privacidade de dados25:36 - IA substitui terapeuta humano?29:26 - Casos reais de uso de IA em clínicas33:16 - A experiência de conversar com máquinas37:06 - O que muda na relação paciente terapeuta40:56 - Dependência emocional de algoritmos44:46 - Dados sensíveis e riscos de vazamento48:36 - IA como apoio, não como solução única52:26 - Impactos culturais e geração digital56:16 - Expectativas para o futuro da terapia online1:06:00 - Reflexão a té onde queremos ir?1:03:56 - Conclusão e convite para reflexãoContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia Cruz
Nesse episódio do CorajosaMente, nós mergulhamos nas principais teorias da personalidade para entender de onde vêm as nossas características, padrões de comportamento e maneiras de sentir o mundo. Nós exploramos ideias clássicas e contemporâneas, sempre questionando o quanto realmente sabemos sobre quem somos.Nós conversamos sobre como diferentes abordagens influenciam nossa forma de viver, trabalhar e nos relacionar. Também refletimos sobre como podemos usar esse conhecimento para nos transformar, crescer e lidar melhor com os outros, sem esquecer de nos acolher no caminho.Evento de Oficina de Escrita Terapêutica em São Paulo da Cinthia Cruz e Kamilla Naves09 de agosto - 2025 as 09:00https://bit.ly/bio-IG-oficina-de-escrita-terapeutica-SPRecomendaçõesCenas de um Casamento (HBO)A Maldição da Residência Hill (Netflix)Severance (Apple)Despachos de Algum LugarCapítulos00:00 - Introdução e boas-vindas03:49 - Por que falar de teorias da personalidade07:38 - Principais correntes psicológicas11:28 - Freud e a psicanálise15:17 - Behaviorismo e personalidade aprendida19:07 - Humanismo e autorrealização22:56 - A abordagem cognitiva26:45 - Traços e Big Five30:35 - O papel da cultura na personalidade34:24 - Personalidade e relações interpessoais38:14 - Testes de personalidade: prós e contras42:03 - Mitos comuns sobre personalidade45:52 - A personalidade é fixa ou muda?49:42 - Impacto na vida profissional53:31 - Autoconhecimento na prática54:06 - Dicas Finais57:21 - Perguntas frequentes de ouvintes61:10 - Fechamento e convite para refletirContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzPhoto Axp Photography
Nesse episódio do CorajosaMente, nós falamos sobre como brincar pode ajudar a tornar a vida adulta mais leve. Lembramos de situações do dia a dia em que a gente se leva a sério demais, e mostramos como pequenos momentos de brincadeira podem mudar o nosso humor, aliviar a tensão e até melhorar as relações com os outros. Mesmo depois de crescer, continuar brincando faz bem para a mente, ajuda na criatividade e nos conecta com o presente.Também falamos sobre como a sociedade acaba tratando a brincadeira como algo bobo ou infantil, e o quanto isso nos afasta de momentos divertidos e espontâneos. Relembramos como é importante rir, fazer bobagem de vez em quando e se permitir descansar das exigências de ser adulto o tempo todo. Se você sente que anda levando tudo a sério demais, esse episódio é um convite para redescobrir o prazer de brincar, do seu jeito, no seu tempo.Episódios RelacionadosO que buscamos e aceitamos em relações #095Pessoas Mimadas, Descubra os Prós e Contras de Ser Mimado na Vida Adulta #092IndicaçõesIrmao do JoelHomem com H - Nei Matogrosso7 minutos depois da meia noiteVa na parte infantil das livrariasBrinque com as crianças!Capítulos00:00 – Introdução e clima do episódio02:50 – A roupa, o frio e o humor que aquece05:40 – O brincar como potência e resistência09:10 – Memórias da infância e o que ainda nos diverte14:00 – Adultos que se autorizam a brincar19:30 – Por que sentimos vergonha de ser lúdicos?23:15 – Brincar para descomprimir a rotina28:00 – Brincar sozinho, em casal, em grupo32:50 – O brincar como expressão da liberdade37:10 – A desconexão emocional quando não há espaço para brincar41:40 – O brincar como forma de estar inteiro45:00 – Quando o brincar vira performance e deixa de ser genuíno48:50 – Criatividade, espontaneidade e corpo em movimento52:00 – O medo do julgamento e o retorno à leveza54:30 – Dicas práticas para reintroduzir o brincar na vida56:30 – Encerramento e convite à reflexãoContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzPhoto Honey Yanibel Minaya Cruz
Nesse episódio do CorajosaMente, nós mergulhamos no universo da acromatopsia, uma condição rara que afeta a percepção de cores, a visão em ambientes claros e outros aspectos da experiência visual. Falamos sobre como esse diagnóstico impacta o cotidiano, como é feito o reconhecimento clínico da condição e quais adaptações são possíveis para uma vida mais funcional e confortável.Também compartilhamos vivências pessoais e profissionais, já que um de nós convive diretamente com a acromatopsia e o outro desenvolveu um trabalho acadêmico aprofundado sobre o tema. Foi uma conversa informativa, afetiva e cheia de nuances sobre como é possível entender melhor a neurodiversidade e criar pontes com quem enxerga o mundo de um jeito diferente.Episódio RelacionadoO dor que nos move LivrosEm preto e branco superando acromatopsia - Olga BarbosaA Ilha dos Daltonicos - Oliver Sacks Texto "O caso do pintor daltonico" Oliver Sacks - https://www.deficienciavisual.pt/r-O_caso_do_pintor_daltonico-Oliver_Sacks.htmPessoas MencionadasDr Fernanda Belga Ottoni PortoBarbara Canal no Youtube - https://www.youtube.com/channel/UC6_e9iBTbRAJNq7MpEWY7rgSimone KichelCapítulos00:00 – Introdução descontraída e bastidores do episódio01:40 – O que é acromatopsia?04:50 – Diferença entre acromatopsia total e parcial07:35 – Como a luz afeta quem tem acromatopsia10:20 – Sintomas comuns e sinais desde a infância13:05 – Diagnóstico: testes, exames e limitações16:15 – Impacto emocional do diagnóstico19:45 – Estratégias para adaptar o dia a dia22:30 – Usar óculos escuros, lentes e outras soluções práticas25:10 – Como lidar com ambientes escolares e sociais28:00 – Experiências pessoais com a condição32:20 – A importância da informação e da empatia35:10 – Relato sobre desenvolvimento de um trabalho acadêmico sobre acromatopsia38:00 – Relação entre acromatopsia e outras condições visuais41:00 – Como falar com crianças sobre a diferença na visão44:20 – Convivência afetiva e social: desafios e descobertas46:40 – Encerramento e reflexões finaisMaterial de ApoioPais - https://bit.ly/acromatopsia-apoio-paisDocente - https://bit.ly/acromatopsia-apoio-docentesContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia CruzPhoto Lucas George
Nesse episódio do CorajosaMente, nós falamos sobre aquela sensação difícil de explicar, quando a vida parece estar em modo normal, mas algo dentro da gente não encaixa. Não é tristeza profunda, não é crise, é só uma espécie de desalinho interno, como se uma peça do quebra-cabeça tivesse se soltado sem a gente perceber.Exploramos o que pode causar esse desencaixe, como identificamos esse sentimento e por que, muitas vezes, tentamos ignorá-lo. Também conversamos sobre como pequenos gestos ou reflexões podem nos ajudar a recolocar essa peça no lugar, sem pressa, com mais escuta e menos cobrança.Episodios RelacionadosAmor, afeto e rede de apoio. Porque relacionamentos são importantes #065A importância de dar e receber Elogios #072Você merece afeto, você merece amor, você merece muito isso tudo! #069Captiulos00:00 – Línguas latinas, sotaques e a leveza de começar02:51 – Apresentamos o tema: quando algo desencaixa05:36 – O desconforto que não é tristeza, mas desalinho07:58 – O quebra-cabeça emocional: quando tudo desmonta10:27 – O mundo externo parece estar contra: será?13:12 – Entre racionalizar e sentir: o conflito interno15:54 – A tentativa de entender o que está fora do lugar18:40 – Quando nada muda fora, mas dentro não encaixa21:17 – Elogios, expectativas e o não saber reagir24:03 – A influência do passado nas nossas emoções27:00 – O medo de se escutar de verdade29:48 – Pequenos deslocamentos e grandes efeitos32:45 – Por que evitamos olhar para o que não encaixa35:38 – Reconhecer que estamos perdidos sem julgamento38:22 – O papel do corpo nas nossas percepções41:00 – Estratégias suaves para voltar a se alinhar43:30 – Viver o desencaixe como parte do caminhoFilmes IndicadosDias PerfeitosFrances HaLivros IndicadosO que resta de nós - Virginie GrimaldiUma vida bela - Virginie GrimaldiContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia Cruz
Nesse episódio do CorajosaMente, nós conversamos sobre as origens do nosso “não”, de onde vem essa palavra que, muitas vezes, aparece como defesa, proteção ou até resistência. Falamos sobre como o não se constrói ao longo da vida, a partir de experiências, medos, inseguranças e aprendizados que moldam nossa forma de negar ou aceitar o mundo ao nosso redor.Também refletimos sobre como o nosso não pode ser tanto uma barreira quanto um cuidado. Discutimos como ele nasce em diferentes contextos: na infância, nas relações, no trabalho, e como ele impacta a maneira como colocamos (ou não colocamos) limites. Uma conversa para quem quer entender suas respostas automáticas, reconhecer suas histórias e descobrir como transformar o não em uma escolha mais consciente.Episodios relacionadosPor que é tão difícil começar algo novo? E128Livre arbítrio, temos realmente escolhas na vida? E105Pessoas Mimadas, Descubra os Prós e Contras de Ser Mimado na Vida Adulta #092Peça - A Alma Imoral - Clarice Niskier e Nilton BonderLivrosO ano em que disse sim - Shonda RhimesA Alma Imoral: Traição e tradição através dos tempos - Nilton BonderSérieAfter LifeCapítulos00:00 Introdução: gravando no feriado e contexto da conversa03:14 De onde vem o nosso não? As primeiras reflexões06:28 O não como defesa: o que estamos protegendo?09:42 O não aprendido na infância e nas relações familiares12:56 O medo de desagradar e a construção do não16:10 O não como barreira emocional19:24 Quando o não vira um automático que fecha portas22:38 A diferença entre o não consciente e o não defensivo25:52 O impacto do não nas relações sociais e afetivas29:07 O papel da cultura no modo como aprendemos a negar32:21 O não no trabalho: limites profissionais35:35 Quando o não significa cuidar de si38:49 Como identificar de onde vem o seu não42:03 Reaprendendo a escolher seus nãos e sims45:17 O não que protege sem afastar48:31 O não como espaço para o sim verdadeiro51:45 Encerramento e reflexões finaisContatosInstagram@corajosamentepodcast@brunodemauro@quintaldacinthiaYouTube@corajosamente@cortescorajosamenteBruno de MauroCinthia Cruz



























