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Uma cambada de professores de historia, juntos, batendo papo sobre infinitas questões sobre a área: desde a escola até a historiografia...
49 Episodes
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Em 1997 o filósofo e escritor italiano Umberto Eco lançou o seu livro “O Fascismo Eterno”. A publicação nasceu a partir de uma conferência em celebração à libertação da Europa durante a Segunda Guerra, dada em 2015 na Universidade de Columbia. Na época, os universitários norte-americanos viviam o trauma do atentado de Oklahoma, orquestrado por grupos de extrema direita. As bombas mataram cerca de 168 pessoas tendo sido, até o 11 de setembro, o pior ataque doméstico desde então. Em sua palestra, Eco relembra o tempo em que viveu numa Itália assolada pelo nazifascimo da Segunda Guerra Mundial. Ele contou também suas memórias sobre a libertação da sua cidade graças às ações da Resistência Italiana. Em seu livro, o autor busca destrinchar características do que chama de “Ur-Fascismo”. A lição dada pelo escritor italiano está no alerta de que governos com tendências fascistas podem mudar de tempo, época ou ganhar vestes mais inocentes e civis, mas precisam ser sempre reconhecidos, desmascarados e denunciados. No Brasil de 2020, em meio à pandemia da Covid-19, grupos vinculados às torcidas organizadas, principalmente a lendária Democracia Corintiana, organizam um protesto anti-fascista contra o governo Bolsonaro na Avenida Paulista. No dia seguinte, bandeiras antifascistas assim como inúmeras hashtags sobre o assunto dominaram as redes sociais. O termo “fascista” se popularizou e ganhou a boca do povo, dos youtubers e até da cantora Anitta! Mas o fascismo é realmente um termo de fácil definição? O que, de fato, o texto de Umberto Eco elenca como características Ur-Fascistas? Quais lições o livro de Eco podem nos ensinar sobre o Brasil do governo Bolsonaro? Afinal, existem traços fascistas no atual governo? Quais seriam? Fique com a gente porque esse é Sobre História número 45: Sobre História Antifa! Participantes: Karla Rodrigues Licia Quinan Mariana Lins Marina Sá Arte da Capa: Matheus Quinan Edição: Banco de Cérebros Referências: Livro - "As teorias das formas de governo" - Noberto Bobbio Livro - "O século XX" - René Remond Livro - "Era dos extremos" - Eric Hobsbawn Artigo - "Os fascismos" - Francisco Carlos Teixeira da Silva. Disponível no livro: "O século XX: O Tempo das crises. Revoluções, fascismos e guerras" - Daniel Aarão Reis Filho e outros. Livro - “Anatomia dos Fascismo” - Robert Paxton Livro - “A Era dos Extremos” - Eric Hobsbawn Livro - “Como funciona o fascismo: a política do “nós” e “eles” - Jason Stanley Livro - "Fascismo" - Benito Mussolini e León Trotsky Vídeo - “O que é Fascismo” - Vladimir Safatle - Revista Cult Vídeo - Canal Leitura ObrigaHistória - “O que é fascismo ? Conceitos Históricos” - Icles Rodrigues (2017) Podcast - Café da Manhã- Folha - "O que há de fascismo no bolsonarismo?" Documentário - "Fascism Inc." (2014) Filme - "A Onda" (2008) Livro - Hannah Arendt - "Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal"
SH 44 - A Distância

SH 44 - A Distância

2020-05-0401:45:473

A pandemia do Coronavírus que paralisou escolas e universidades tencionou demandas por ensino à distância. Para atender aos pedidos de responsáveis, direções, secretarias e sociedade, os professores e professoras foram para a frente das telas de seus computadores virando youtubers, atores, diretores e editores de vídeo. Quando foi criado, o ensino à distância tinha como principal objetivo democratizar a educação ultrapassando longas distâncias entre professores e alunos. No Brasil, essa modalidade surgiu sem regulamentação de qualidade. Embora os primeiros passos tenham se dado em instituições públicas, a expansão ocorreu, sobretudo, na esfera privada. Segundo o Censo de Educação Superior de 2017, a modalidade à distância subiu 91% no setor privado, representando 21% do total de matrículas. Cursos como o de Pedagogia, por exemplo, já contam com a maioria de seus estudantes à distância. Atualmente, a expansão da EAD tornou-se um grande negócio não sendo possível tratar essa modalidade de ensino sem levar em consideração a força do mercado educacional e a participação de empresários na tomada de decisões de conteúdos escolares. Mas o ensino à distância promove realmente a inclusão ou exclui? Quais são os limites do ensino à distância? Ele pode ser usado também para a educação básica? Até que ponto o ensino à distância não segue a lógica do mercado? Qual é o papel da escola em tempo de pandemia? Esse é o Sobre História número 44: à distância! Participantes: Karla Rodrigues Licia Quinan Mariana Lins Marina Sá Arte da Capa: Matheus Quinan Edição: Banco de Cérebros Referências: http://www.abed.org.br/revistacientifica/Revista_PDF_Doc/2011/Artigo_07.pdf - Educação a Distância: conceitos e história do Brasil e no mundo - Lucineira Alves. Livro Educação contra a Barbárie - “Educação a Distância: tensões entre expansão e qualidade” (Catarina de Almeida Santos) “Homescholing e a domesticação do aluno” (Matheus Pichonelli) Ensino de História no Rádio - “História de Chinelo: o ensino de história através do rádio no Brasil dos anos de 1950” - Angela de Castro Gomes In: O Ensino de História em Questão” https://educacaovigiada.org.br/ https://epoca.globo.com/sociedade/tatiana-lebedeff-mauro-aguiar-debatem-educacao-em-tempos-de-quarentena-24390559 https://www.revistabula.com/31077-hipocrisia-a-distancia-a-escola-finge-que-esta-educando-e-os-pais-fingem-que-os-filhos-estao-aprendendo/ https://www.nexojornal.com.br/ensaio/debate/2020/Como-o-ensino-a-dist%C3%A2ncia-pode-agravar-as-desigualdades-agora https://vidasimples.co/colunistas/nao-seja-produtivo-na-quarentena/?fbclid=IwAR20TsKfyaUgNapraAw326WMIlTN9imzYYTQQv8okzEr7CHWh77RvGcUOFg https://mais.opovo.com.br/jornal/opiniao/2020/03/27/eduardo-junqueira--atividade-escolar-remota-nao-e-ead.html https://brasil.elpais.com/autor/gianluca-battista/ https://www.andes.org.br/conteudos/noticia/entidades-do-setor-da-educacao-defendem-suspensao-do-calendario-escolar-em-todo-o-pais1 https://elpais.com/sociedad/2020-04-07/el-consejo-escolar-del-estado-aprueba-que-los-contenidos-de-la-cuarentena-educativa-sean-evaluables-para-los-que-tienen-internet.html https://www.wort.lu/pt/portugal/portugal-mantem-escolas-fechadas-ate-setembro-5e8f3873da2cc1784e35b347 https://g1.globo.com/educacao/noticia/2020/04/09/estados-adotam-plataformas-online-e-aulas-na-tv-aberta-para-levar-conteudo-a-estudantes-em-meio-a-pandemia-de-coronavirus.ghtml https://g1.globo.com/educacao/noticia/2020/04/11/nova-york-decide-manter-escolas-fechadas-pelo-resto-do-ano-letivo-em-meio-a-expansao-de-casos-de-coronavirus.ghtml https://www.youtube.com/watch?v=DJEKzpBXXzg
Essa noite eu tive um sonho De sonhador Maluco que sou, eu sonhei Com o dia em que a Terra parou Foi assim No dia em que todas as pessoas Do planeta inteiro Resolveram que ninguém ia sair de casa Como que se fosse combinado em todo O planeta Naquele dia, ninguém saiu de casa, ninguém ninguém! O empregado não saiu pro seu trabalho Pois sabia que o patrão também não tava lá Dona de casa não saiu pra comprar pão Pois sabia que o padeiro também não tava lá E o guarda não saiu para prender Pois sabia que o ladrão, também não tava lá E o ladrão não saiu para roubar Pois sabia que não ia ter onde gastar E nas Igrejas nem um sino a badalar Pois sabiam que os fiéis também não tavam lá E os fiéis não saíram pra rezar Pois sabiam que o padre também não tava lá E o aluno não saiu para estudar Pois sabia o professor também não tava lá E o professor não saiu pra lecionar Pois sabia que não tinha mais nada pra ensinar O comandante não saiu para o quartel Pois sabia que o soldado também não tava lá E o soldado não saiu pra ir pra guerra Pois sabia que o inimigo também não tava lá E o paciente não saiu pra se tratar Pois sabia que o doutor também não tava lá E o doutor não saiu pra medicar Pois sabia que não tinha mais doença pra curar No dia em que a Terra parou! O cenário descrito por Raul Seixas finalmente aconteceu,. A pandemia do Covid-19 impôs o isolamento da humanidade. A Terra parou!! Mas até que ponto epidemias e pandemias afetam o nosso comportamento em sociedade? As pandemias podem estigmatizar um grupo social? Como as epidemias mudaram o rumo da história? Quais foram as medidas tomadas pela saúde pública ao longo da história para conter o crescimento de doenças contagiosas? Será que é realmente possível toda a Terra parar? Venha fazer a quarentena conosco e lavar bem as mãos! Esse é o Sobre História número 43, Hoje eu não saio não! Referências: Livro - Decameron - Giovanni Bocaccio Livro - Metrópole a Beira Mar - Ruy Castro Livro - Necropolítica - Achille Mbembe Livro - História do Medo no Ocidente - Jean Delumeau Matéria The Intercept Brazil - https://theintercept.com/2020/03/17/coronavirus-pandemia-opressao-social/ Vídeo Nerdologia - https://youtu.be/r9r_VwoZvho Entrevista Átila Lamarino - https://youtu.be/s00BzYazxvU Documentário - Carta para além dos muros Artigo - História da Medicina: a varíola no Brasil Colonial (Séculos XVI e XVII), Cristina Brandt F. Martins Gurgel e Camila Andrade P. Rosa. Participantes: Karla Rodrigues Licia Quinan Mariana Lins Marina Sá Arte da capa: Matheus Quinan
Olha o sambão, aqui é o país do futebol Brasil está vazio na tarde de domingo, né? Olha o sambão, aqui é o país do futebol No fundo desse país Ao longo das avenidas Nos campos de terra e grama Brasil só é futebol Nesses noventa minutos De emoção e alegria Esqueço a casa e o trabalho A vida fica lá fora Dinheiro fica lá fora A cama fica lá fora A mesa fica lá fora Salário fica lá fora A fome fica lá fora A comida fica lá fora A vida fica lá fora E tudo fica lá fora (Milton Nascimento e Fernando Brant) Participantes: Licia Quinan Mariana Lins Marina Sá Carlos Eduardo Valdez Arte da capa: Matheus Quinan
SH 41 - Profissão Professor

SH 41 - Profissão Professor

2019-10-2801:48:375

Segundo a enciclopédia virtual Wikipedia, "professor ou docente é uma pessoa que ensina ciência, arte, técnica ou outros conhecimentos. Para o exercício dessa profissão, requer-se qualificações acadêmicas e pedagógicas, para que consiga transmitir/ ensinar a matéria de estudo da melhor forma possível ao aluno". Definições como essas percebem o professor da educação básica meramente como um transmissor. Nesse ato de transmitir saberes, o educador somente adapta o conhecimento produzido pela academia tornando-o, assim, ensinável para os seus alunos. Pensamentos como esses ajudaram na desvalorização e diminuição da profissão. Entretanto, diversos pesquisadores vêm mostrando, há algum tempo, em seus trabalhos exatamente o contrário. Refletindo acerca de conceitos como saber escolar, saber ensinado e cultura escolar, colocaram os saberes produzidos pela escola como protagonistas. Os docentes do chão da escola são capazes de produzir novos saberes?! Como professores e professoras produzem um saber escolar ou um saber docente?! Professor: vocação inata ou profissão?! Qual é o lugar da educação hoje?! Professores ainda são necessários?! Venham celebrar e refletir conosco sobre a importância do ofício do professor nos dias de hoje! Esse é o Sobre História número 41: Profissão professor! Participantes: Licia Quinan Mariana Lins Marina Sá Ana Maria Monteiro Arte da capa: Matheus Quinan Referências: Livro: Ana Maria Monteiro. Professores de História: entre saberes e práticas. Livro: Ana Maria Monteiro e Fernando de Araújo Penna. Ensino de História: saberes em lugar de fronteira. Ilmar Rohlloff de Mattos. "Mas não somente assim!" Leitores, autores, aulas como texto e o ensino-aprendizagem de História. Anisio Teixeira. Educação não é privilégio. Chervel. História das Disciplinas escolares: reflexões sobre o campo de pesquisa. Chevallard. La Transposicion Didactica. Del saber sabio al saber ensenado. Vera Candau (org.) Magistério: construção cotidiana. Carmem Teresa Gabriel. O saber histórico escolar: entre o universal e o particular. Dissertação de Mestrado PUC - RJ Philippe Perrenoud. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Saberes e competências em uma profissão complexa. LOPES, A R. C. Conhecimento escolar: processos de seleção e mediação didática. GASPARELLO, A. M; MAGALHÃES, M de S; MONTEIRO, A. M (orgs). Ensino de História, sujeitos, saberes e práticas. NOVOA, A. Profissão professor. Sobre História Podcast #37 - Vai começar a balbúrdia! Sobre História Podcast #12 - Escolas são assas.
A Floresta Amazônica ocupa 7 % do território mundial, mas abriga 60% do total das espécies do Planeta. Sua bacia hidrográfica possui cerca de 20% da água doce do mundo. Sua área contínua de manguezais armazena grande parte do carbono, responsável pelo aquecimento global. A Amazônia não é só um patrimônio natural. Mesmo antes da chegada dos europeus, sociedades indígenas transformaram a natureza da região. Por esse motivo e pelo fato da floresta ser sempre alvo das modificações pela ação humana durante toda a sua história, podemos afirmar que ela é também um patrimônio histórico brasileiro. Infelizmente a Amazônia é vítima de uma de suas principais características: a riqueza ecológica. Observando sua história, percebemos que a floresta sempre foi rentável e útil tanto para a Metrópole quanto para o Brasil, mas essa sua riqueza não foi revertida em favor das comunidades locais. A Amazônia gera recursos para fora, mas pouco retorno para os seus moradores. Segundo os dados do INPE, entre 1500 e 1970 (470 anos) apenas 2% da floresta foi desmatada. Em 30 anos, de 1970 e 2000, 14% foi devastada. Que fatos históricos explicam esse crescimento exponencial da devastação da floresta nos últimos anos? Até que ponto o argumento da soberania nacional é válido para proteger ou destruir a Amazônia? Ainda há tempo de proteger a Amazônia? Esse é o Sobre História número 40: Enquanto a floresta queima... Participantes: Mariana Lins Licia Quinan Marina Sá Karla Rodrigues Eric Mota Arte da Capa: Matheus Quinan Referências do programa: Livro: Anna Roosevelt. "Arqueologia Amazônica" Em: História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras. Artigo: Violeta Reefkalefsy. "Amazônia: uma história de perdas e danos, um futuro a (re) construir" http://www.revistas.usp.br/eav/article/view/9872 Serie Guerras do Brasil.doc - episódio 1 "As Guerras de Conquista" Livro: Ruggiero Romano. Mecanismos da Conquista Colonial. Perspectiva, 1973 BOLTON, H. E. La mission como instituición de la frontera en el septentrión de Nueva España. In: BARNABEU, S.; SOLANO, F. de. (Orgs.). Estudios (nuevos y viejos) sobre la frontera. Madri: Consejo Superior de Investigaciones Cientificas, p. 45-60, 1991. Livro: Francisco Foot Hardman. Trem-fantasma: a modernidade na selva. São Paulo:: Companhia das Letras, 1988. Livro: General Golbery. Geopolítica do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1967. Podcast: Guilhotina #33 - Carlos Ritti Reportagem: The Intercept Brasil. "Movido a Paranóia" - Tatiana Dias. https://theintercept.com/2019/09/19/plano-bolsonaro-paranoia-amazonia/ (sobre a Projeto Barão do Rio Branco) Reportagem: Human Rights Watch. "Máfias do Ipê: violência e desmatamento na Amazônia" https://www.hrw.org/pt/news/2019/09/17/333865 Livro: Bertha K. Becker. Amazônia. Geopolítica na virada do III milênio. Garamond, 2006. Artigo: José Augusto Pádua. "Biosfera, história e conjuntura na análise da questão amazônica"
SH 39 - Paraíbe-se!

SH 39 - Paraíbe-se!

2019-09-2301:50:238

Tempos atrás, na década de 1990, entre parte da classe média carioca era muito comum a generalização do nordestino como “Paraíba”. Nas escolas particulares do Rio, “Paraíba” era sinônimo de tudo que era atrasado, feio, brega, fora de moda ou burro. Felizmente, com o tempo, esse termo preconceituoso e grosseiro foi caindo em desuso desaparecendo da boca da juventude classe média privilegiada carioca. Entretanto, recentemente, o presidente Jair Bolsonaro, referindo-se ao governador do Maranhão Flávio Dino, utilizando a expressão “Paraíba” ressuscitou o termo. Mas, afinal, o que é ser nordestino? Porque nos referimos ao Nordeste de maneira tão generalizante? Podemos afirmar que o Nordeste é uma invenção? Quais interesses a invenção do Nordeste procurava e procura atender? Quais são as representações dos nordestinos ao longo da história? Venha conosco entender que o Nordeste é muito mais do que seca, messianismo, cabra macho, coronel e cangaceiro! Esse é o Sobre História número 39: Paraíbe-se! Participantes: Mariana Lins, Marina Sá, Karla Rodrigues, Licia Quinan e Armando Ferreira Referências citadas no programa: Livro de Durval Muniz de Albuquerque: "Invenção do Nordeste e outras artes" Livro de Durval Muniz de Albuquerque: "Nordeste: uma invenção do falo" Peça de teatro: "A Invenção do Nordeste" - grupo Carmim Livro de Gilberto Freyre: "Casa Grande e Senzala" Euclides da Cunha "Os Sertões" Graciliano Ramos. "Vidas Secas" João Cabral de Mello Neto " Morte e Vida Severina" ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Trad. Dora Flaksman. 2ª edição. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1981. p.279 FRABBONI, Franco. A Escola Infantil e a Ciência Pedagógica. 1998 BENJAMIN, WALTER, Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. São Paulo-SP: Summus, 1984. COSTA, Jurandir Freire. Ordem médica e norma familiar. Rio de Janeiro: Graal,1989. p.153-273 PINTO, Manuel; SARMENTO, Manuel Jacinto. (coord.) As crianças: contexto e identidades. Braga: Centro de Estudos da Criança - Universidade do Minho, 1997. p.25 PRIORE, Mary Del. História das crianças no Brasil. São Paulo: Contexto, 1999. p.60-130 SARMENTO, M.J. As culturas da infância nas encruzilhadas da 2ª modernidade. Braga: Instituto de Estudos da Criança, Universidade do Minho, 2003. https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/17270-pnad-continua.html?=&t=o-que-e (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) https://www.ilo.org/brasilia/temas/trabalho-infantil/lang--pt/index.htm (Organização Internacional do Trabalho) http://renastonline.ensp.fiocruz.br/recursos/boletim-epidemiologico-transtornos-mentais-relacionados-trabalho-brasil-2006-2017 (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Programa_de_Erradica%C3%A7%C3%A3o_do_Trabalho_Infantil (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI) https://youtu.be/Ab2ZFnqu4dg (A História da Infância) https://youtu.be/Xa8v6DFdTvo (Na Íntegra - Clarice Cohn e Mary Del Priori) Livro de Mary Del Priori: Ao Sul do Corpo Coleção de Livros: História da Vida Privada Coleção de Livros: História da Vida Privada no Brasil Documentário Ônibus 174. 2002 Livro de Michel Foucault: Sociedade Disciplinar. Livro de Ariano Suassuna: "Auto da Compadecida" Livro de Ariano Suassuna: "Romance da Pedra do Reino e o Príncipe de Sangue do Vai-e-Volta" Livro de José Lins do Rego: "Fogo Morto" Livro de José Lins do Rego: "O Moleque Ricardo" Livro de Jorge Amado: "Capitães de Areia" Filmes: "Vidas Secas" direção Nelson Pereira dos Santos (1963), "Deus e o Diabo na Terra do Sol" direção Gláuber Rocha (1964), "O Auto da Compadecida" direção Guel Arraes (2000)e "Lisbela e o Prisioneiro" direção Guel Arraes (2003).
Em recente declaração do mês de julho, falando sobre o projeto de lei que criminaliza o trabalho infantil, o presidente Jair Bolsonaro defendeu que o trabalho infantil não prejudica as crianças. Segundo o presidente; "hoje em dia é tanto direito, tanta proteção que temos uma juventude aí que parte considerável não está na linha certa", afirmando ainda que o trabalho dignifica o homem, não importando a sua idade. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2016, 2 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos trabalham. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, entre essas atividades algumas oferecem grande risco à saúde, ao desenvolvimento e à moral de crianças e adolescentes, como o trabalho nas ruas, nas carvoarias, nos lixões, na agricultura e serviços domésticos. Mas será mesmo necessário proteger a criança do trabalho? Quando a infância foi inventada? Existem diferentes modos de perceber a infância? Podemos afirmar que existe uma diversidade de experiências da infância no mundo? Vem com a gente na busca por essas respostas rumo aquela fase em que ninguém paga boletos! Esse é o Sobre História Podcast número 38! E se ninguém fosse criança? Participantes: Licia Quinan, Mariana Lins e Marina Sá. Arte da capa: Matheus Quinan Referências: ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Trad. Dora Flaksman. 2ª edição. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1981. p.279 FRABBONI, Franco. A Escola Infantil e a Ciência Pedagógica. 1998 BENJAMIN, WALTER, Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. São Paulo-SP: Summus, 1984. COSTA, Jurandir Freire. Ordem médica e norma familiar. Rio de Janeiro: Graal,1989. p.153-273 PINTO, Manuel; SARMENTO, Manuel Jacinto. (coord.) As crianças: contexto e identidades. Braga: Centro de Estudos da Criança - Universidade do Minho, 1997. p.25 PRIORE, Mary Del. História das crianças no Brasil. São Paulo: Contexto, 1999. p.60-130 SARMENTO, M.J. As culturas da infância nas encruzilhadas da 2ª modernidade. Braga: Instituto de Estudos da Criança, Universidade do Minho, 2003. https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/17270-pnad-continua.html?=&t=o-que-e (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) https://www.ilo.org/brasilia/temas/trabalho-infantil/lang--pt/index.htm (Organização Internacional do Trabalho) http://renastonline.ensp.fiocruz.br/recursos/boletim-epidemiologico-transtornos-mentais-relacionados-trabalho-brasil-2006-2017 (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Programa_de_Erradica%C3%A7%C3%A3o_do_Trabalho_Infantil (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI) https://youtu.be/Ab2ZFnqu4dg (A História da Infância) https://youtu.be/Xa8v6DFdTvo (Na Íntegra - Clarice Cohn e Mary Del Priori)
Nos dias 15 e 30 de maio de 2019, milhares de estudantes e professores ocuparam as ruas de todo o país contra o corte de verbas nas universidade federais, implementado pelo governo Bolsonaro, e a favor da educação pública. Segundo Abraham Weintraub, ministro da educação, as universidades que estariam produzindo “balbúrdia” em seus campus, passariam por um processo não de corte definitivo de recursos, mas de “contingenciamento”. Posteriormente, o ministro se retratou afirmando que todas as universidade federais teriam suas verbas contingenciadas até que a Reforma da Previdência fosse aprovada. A declaração desastrosa de Bolsonaro chamando os estudantes de “idiotas úteis” “imbecis” e “massa de manobra” só serviu para atiçar os conflitos. Mas o que estaria por trás do pensamento anti-intelectual do governo Bolsonaro? Os cortes de verbas teriam somente justificativas econômicas? Após a declaração de Bolsonaro, dizendo que os alunos deveriam aprender mais regra de três e menos política nas escolas, poderíamos afirmar que existem conhecimentos mais úteis do que os outros? Quais seriam as origens da universalização da educação pública? Até que ponto a universalização da educação pública reflete também um espaço de lutas políticas e sociais? Venha fazer “balbúrdia” conosco pois está entrando no ar o Sobre História Podcast número 37. Participantes: Licia Quinan, Marina Sá e Mariana Lins. Arte da capa: Matheus Quinan Referências: www.recantodasletras.com.br/ensaios/3920034 (educação no mundo antigo) www.youtube.com/watch?v=k4qFN1O93oc (História da educação Antiguidade, Idade Média e Moderna). www.youtube.com/watch?v=gHZwR47vzTw (História da educação Antiguidade, Idade Média e Moderna). www.youtube.com/watch?v=sz74hnOpwJ8 (História da Educação Brasileira – linha do tempo) brasilescola.uol.com.br/historia/univ…ade-media.htm (universidades medievais) brasilescola.uol.com.br/historiag/edu…ade-media.htm (universidades medievais) jornalggn.com.br/politicas-sociai…ducacao-publica/ (educação prussiana) Mario Alighiero Manacorda. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. Unesp, 1989. Professora Doutora Marisa Bittar (Universidade Federal de São Carlos) www.youtube.com/watch?v=y0Px1po7j6o (Estado Burguês e a educação) www.youtube.com/watch?v=gj5be7GGrFI (Escola no século XX) www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca…/0337.html (Breve relato da educação brasileira excludente) www.gazetadopovo.com.br/educacao/a-hi…s2j8nnqn8d91/ (História da educação no Brasil) fenetbrasil.blogspot.com/p/historia-d…ecnicas.html (História das escolas técnicas) epoca.globo.com/as-origens-intele…s-artigo-23676332 ( Gabriel Trigueiro - pensamento anti-intelectual de Bolsonaro)
Nos dias 15 e 30 de maio de 2019, milhares de estudantes e professores ocuparam as ruas de todo o país contra o corte de verbas nas universidade federais, implementado pelo governo Bolsonaro, e a favor da educação pública. Segundo Abraham Weintraub, ministro da educação, as universidades que estariam produzindo “balbúrdia” em seus campus, passariam por um processo não de corte definitivo de recursos, mas de “contingenciamento”. Posteriormente, o ministro se retratou afirmando que todas as universidade federais teriam suas verbas contingenciadas até que a Reforma da Previdência fosse aprovada. A declaração desastrosa de Bolsonaro chamando os estudantes de “idiotas úteis” “imbecis” e “massa de manobra” só serviu para atiçar os conflitos. Mas o que estaria por trás do pensamento anti-intelectual do governo Bolsonaro? Os cortes de verbas teriam somente justificativas econômicas? Após a declaração de Bolsonaro, dizendo que os alunos deveriam aprender mais regra de três e menos política nas escolas, poderíamos afirmar que existem conhecimentos mais úteis do que os outros? Quais seriam as origens da universalização da educação pública? Até que ponto a universalização da educação pública reflete também um espaço de lutas políticas e sociais? Venha fazer “balbúrdia” conosco pois está entrando no ar o Sobre História Podcast número 37. Participantes: Licia Quinan, Marina Sá e Mariana Lins. Arte da capa: Matheus Quinan Referências: https://www.recantodasletras.com.br/ensaios/3920034 (educação no mundo antigo) https://www.youtube.com/watch?v=k4qFN1O93oc (História da educação Antiguidade, Idade Média e Moderna). https://www.youtube.com/watch?v=gHZwR47vzTw (História da educação Antiguidade, Idade Média e Moderna). https://www.youtube.com/watch?v=sz74hnOpwJ8 (História da Educação Brasileira – linha do tempo) https://brasilescola.uol.com.br/historia/universidades-na-idade-media.htm (universidades medievais) https://brasilescola.uol.com.br/historiag/educacao-na-idade-media.htm (universidades medievais) https://jornalggn.com.br/politicas-sociais/a-historia-do-nascimento-da-educacao-publica/ (educação prussiana) Mario Alighiero Manacorda. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. Unesp, 1989. Professora Doutora Marisa Bittar (Universidade Federal de São Carlos) https://www.youtube.com/watch?v=y0Px1po7j6o (Estado Burguês e a educação) https://www.youtube.com/watch?v=gj5be7GGrFI (Escola no século XX) http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/0337.html (Breve relato da educação brasileira excludente) https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/a-historia-da-educacao-no-brasil-uma-longa-jornada-rumo-a-universalizacao-84npcihyra8yzs2j8nnqn8d91/ (História da educação no Brasil) http://fenetbrasil.blogspot.com/p/historia-das-escolas-tecnicas.html (História das escolas técnicas) https://epoca.globo.com/as-origens-intelectuais-do-ataque-bolsonarista-as-universidades-publicas-artigo-23676332 ( Gabriel Trigueiro - pensamento anti-intelectual de Bolsonaro)
SH 36 - Vamo Ocupar!

SH 36 - Vamo Ocupar!

2019-07-0101:11:232

A questão da moradia no Brasil é complexa e há tempos se reflete em graves problemas para nossa sociedade. O déficit habitacional é grave, e vivenciado por muitas cidades no Brasil e no mundo. Será que a ocupação do espaço urbano segue uma lógica natural ou é inflada por outros interesses? A população mais pobre sempre teve que brigar pelo direito à moradia? Moradia é direito ou privilégio? Será que falamos em Invasão ou ocupação? Prepare seu megafone e vista seu espírito de luta. Esse é sobre história nº 36: Vamo ocupar!
Diga a verdade: quem nunca, quando se deparou com um espelho, aproveitou para dar um tapa no visual? Somos acompanhados a todo momento por espelhos. Espelhos para todos os lados nos banheiros, elevadores e até celulares. Junto com eles a nossa necessidade de nos sentirmos belos. A obsessão da beleza está refletida nos dados da FECOMERCIO que apontam que em 2015 as famílias brasileiras gastaram 18% a mais com salões e cosméticos do que com educação, por exemplo. O Dicionário Aurélio define como belo o que tem forma ou aparência agradável, perfeita, harmoniosa, desperta sentimentos de admiração, de nobreza, de grandeza e prazer. Mas de onde vem o belo? A beleza estará nos olhos de quem vê? Como muda a imagem da beleza no tempo? A beleza vale riqueza? Qual é o valor simbólico da beleza hoje em dia? Em que medida os padrões de beleza podem ser também uma forma de controle social? Preparem os seus cremes, maquiagens e bases da Dior porque o Sobre história de número 33 está no ar: Espelhos, o belo na história. *Programa gravado em Fevereiro de 2019* Esse é o programa de número 33, que está sendo lançado fora de ordem por motivos de: houve um pequeno problema com ele e por isso está atrasado, mas, no caso, não ligamos muito para esses padrões de ordem mesmo afinal, ninguém é obrigado... rsrs Participantes: Licia Quinan, Marina Sá e Dani Moraes Brum. Para seguir Dani Moraes Brum no Instagram: @danimoraesbrum. E para seguir seu projeto: @feminiismo (com duplo i mesmo)
Os veículos de comunicação revelam todos os dias aos brasileiros que estamos mergulhados em uma profunda crise econômica. Nos últimos tempos, calorosas discussões nos levam a refletir sobre as possibilidades de solução. Por vezes temos sido levados a crer que as esperanças para o tão sonhado ajuste nas contas públicas podem estar na reforma de nossa deficitária previdência social. Será que o nosso sistema de previdência é realmente deficitário? Será que um déficit na previdência é o grande problema das contas públicas no Brasil? Qual o sentido e a finalidade da previdência? Venha discutir conosco essa proposta que impacta a vida de milhões de brasileiros. Esse é sobre história número 35: Previdência ou seguridade: reforma pra quem?
SH 34 - É de chocolate!

SH 34 - É de chocolate!

2019-05-0601:27:171

Diz a lenda asteca que Quetzacoatl, deus da vida, certo dia estava tão contente com os humanos, que resolveu dar-lhes um presente, algo que proporcionasse energia e prazer. Porém, havia um problema: o presente precisava ser roubado das sementes da árvore sagrada. Quando os outros deuses descobriram o roubo de Quetzacoatl, o expulsaram do reino do sol. Antes que pudesse ser pego, Quetzacoatl lançou as sementes da árvore sagrada para o mundo dos homens e logo elas deram origens a belas árvores: os cacaueiros. Nessa ocasião, o deus jurou que iria regressar por onde o sol sai, num certo ano do calendário asteca. O Imperador asteca Montezuma sempre bebia uma mistura de cacau e água antes de ir para o seu harém. Certa vez, o imperador ofereceu essa bebida ao conquistador espanhol Hernan Cortez, acreditando estar diante do deus Quetzacoatl, já que ele teria surgido do lado de onde o sol nasce, montado à cavalo. Ao provar dessa deliciosa bebida, Cortez passou a acreditar que o chocolate aumentava a performance sexual, uma vez que foi recebido por 600 mulheres no harém de Montezuma. Dos astecas ao século XXI, quem resiste ao chocolate? Mas o que o chocolate tem a ver com a História? Existe um lado amargo em seu sabor? Vem com o Sobre História se lambuzar desse fruto sagrado. Esse é o Sobre História número 34: é de chocolate! Referências citadas no episódio: Filme "Chocolate", ano 2000, dirigido por Lasse Hallstöm Documentário "o lado negro do chocolate", de 2010, dos diretores Miki Mistrati e Robin Romano.
SH 32 - Viva Pinóquio!

SH 32 - Viva Pinóquio!

2019-01-2901:17:488

Leite com manga mata, dizia a vovó. Não era verdade, mas alterava apenas um hábito alimentar! Todos nós sentimos saudades da época em que os boatos espalhados não afetavam decisivamente nossas vidas. Da época que não separava famílias, não colocava em dúvida os conhecimentos científicos, DA ÉPOCA QUE NÃO ELEGIA PRESIDENTES! “Péra...”! Será que isso é novidade? Será que as Fake News, o novo jeito de chamar os antigos boatos, começaram a impactar as nossas vidas de forma decisiva só agora? Vem com a gente perceber que às vezes focinho de porco não é tomada e que antes da era da internet notícias construídas também mudavam o rumo da história. Afinal, quem é o pai da mentira? Cortem o nariz do Pinóquio, pois está no ar o Sobre História nº 32: "Viva Pinóquio!" Ficha técnica Participantes: Karla Rodrigues Raone Ferreira Licia Quinan Marina Sá Mariana Lins Napoleão Júnior Arte da capa: Matheus Quinan Referências O Big data dará a fake news certa para as pessoas certas -Nerdologia: https://www.youtube.com/watch?v=hEFFCKxYbKM Parecer do TSE sobre as Fake News, às vésperas do segundo turno: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/tse-decide-reforcar-combate-a-fake-news-e-tera-tecnicos-em-centro-de-controle-com-pf.shtml Checando uma notícia falsa: https://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2018/09/um-guia-de-como-verificar-se-uma-noticia-e-falsa-antes-de-voce-mandar-no-grupo-da-familia.html www.boatos.org História das fake news - El País https://brasil.elpais.com/brasil/2018/06/08/cultura/1528467298_389944.html Comentário da Jornalista Ucraniana Olga Yurkova https://www.ted.com/talks/olga_yurkova_inside_the_fight_against_russia_s_fake_news_empire/up-next?language=pt-br#t-21531 Buzzfeed - Notícias falsas https://www.buzzfeed.com/br/gasparjose/este-e-o-site-de-noticias-que-voce-precisa-seguir
Afinal, onde começam os direitos universais? Em pequenos lares, perto de casa. Tão perto e tão pequenos que eles não podem ser vistos em qualquer mapa do mundo. No entanto, estes são do mundo do indivíduo. A vizinhança em que ele vive, a escola ou a universidade que ele frequenta, a fábrica ou o escritório em que ele trabalha. Tais são os lugares onde cada homem, mulher e criança procuram igualdade de justiça, igualdade de oportunidade, igualdade de dignidade, sem discriminação. A menos que esses direitos tenham significado aí, eles terão pouco significado em qualquer outro lugar. Sem a ação organizada do cidadão para defender esses direitos perto de casa, nós procuraremos em vão pelo progresso no mundo maior. (Eleanor Roosevelt) Até que ponto esses direitos são universais? Por que a maioria da população brasileira considera que direitos humanos protegem bandidos? Os direitos humanos têm força de lei? E, afinal de contas, vale a máxima 'diretos humanos são para humanos direitos'? Esse é o Sobre História n°31: "Uma senhora universal". Ficha técnica Participantes: Licia Quinan, Mariana Lins, Marina Sá, Karla Rodrigues e Maria Priscila chagas. Arte da capa: Matheus Quinan Referências citadas no programa Declaração Universal dos direitos Humanos: http://www.mp.go.gov.br/portalweb/hp/7/docs/declaracao_universal_dos_direitos_do_homem.pdf Vídeo produzido pelo MP: https://g1.globo.com/politica/noticia/2018/12/10/mp-lanca-videoclipe-para-lembrar-70-anos-da-declaracao-universal-dos-direitos-humanos.ghtml Vídeo produzido pela Anistia Internacional: https://m.youtube.com/watch?v=quQQrPC7WME Vídeo com Marcelo Freixo em debate na UCAM: https://m.youtube.com/watch?v=Q2IyYAQm5Rg#menu
Levanta a mão quem nunca ficou preso no sofá para saber quem matou Odette Roitman ou o destino de Carminha. É fato que a telenovela no Brasil é um produto cultural e de consumo de massa. Ela ocupa o posto dos programas mais assistidos por todos os gêneros e idades. Até mesmo entre as crianças, os folhetins têm mais que o dobro da audiência de outros programas infantis. Por que as novelas ocupam tanto espaço? Como as questões são abordadas e o povo as discute? Como os grupos sociais são representados na telinha? Se o sobre história discute a sociedade, não poderia deixar de discutir as telenovelas. Pegue seu controle, se acomode e vem com a gente no sobre história número 30: "cenas do próximos capítulos". Ficha Técnica Participantes: Licia Quinan, Karla Rodrigues e Mariana Lins. Arte da Capa: Matheus Quinan Link - documentário A Negação do Brasil (2000): https://www.youtube.com/watch?v=PrrR2jgSf9M Observação importante: Esse programa foi gravado em setembro de 2018.
Quem nunca ouviu naquela conversa de família, ou leu naquele grupinho de Whatsapp: 'Por que comemorar o dia da consciência negra?' 'Não precisamos de um dia da consciência negra, mas 365 dias de consciência humana!' 'Se é pra comemorar, melhor o 13 de maio, a abolição da escravidão!' De um ponto de vista mais simplista, talvez você tenha pensado que isso fizesse algum sentido. Mas será que é isso mesmo? Antes de lançar um sonoro 'É só minha opinião', vem com a gente refletir um pouco sobre a realidade dos negros no Brasil e sobre o que seria essa tal Consciência Negra. Meninas e meninos, esse é o SobreHistória n° 29: "Consciência Negra pra quem?"
SH 28 - Tá Rindo de Quê?

SH 28 - Tá Rindo de Quê?

2018-11-2401:08:502

“Eu odeio História!”, diz o estudante de Ensino Médio, numa tradicional escola carioca. Esse relato bem poderia ser de um aluno de qualquer escola, pública ou privada. Poderia ser de qualquer estado ou país ou mesmo de qualquer outra disciplina. Na tentativa de melhorar essa relação, inúmeros recursos são mobilizados: músicas, jogos, teatralização e o humor (produção de riso), sendo este último uma ferramenta muito útil no fazer pedagógico. Das charges aos modernos memes, esse programa se propõe a analisar o riso não só como um poderoso aliado da educação, mas como ferramenta para entender a sociedade. Refletimos sobre a historicidade do riso e seus usos ao longo do tempo. Até que ponto o riso pode reforçar discursos hegemônicos, classistas, racistas? Como o humor pode ser usado em sala de aula ou para compreender a sociedade em diferentes tempos? Existem limites para o humor? Afinal, estamos rindo de que? Venha rir (ou não) conosco! Está no ar o SobreHistória n° 28: “Tá rindo de que?”
Em edição extra, o sobre história senta no divã. Diante de todo esse avanço do conservadorismo/fascismo em nossa sociedade, promovemos essa sessão de terapia coletiva e te convidamos a participar desse papo. Embora todos os nossos programas venham tocando de forma crítica nesses assuntos, achamos que era necessário dividir com vocês nosso posicionamento nesse momento. Vem com a gente ser resistência e luta em uma sociedade que ainda precisa avançar tanto no amor e na solidariedade. Não podemos desanimar e deixar a desesperança vencer. Como diz a canção: é preciso estar atento e forte, não temos tempo de temer a morte! Só o amor vence o ódio! E sempre haverá motivos para sonhar.
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Comments (37)

Grazielle Garcia

Tem povos indígenas no Sul! Pesquisem documentários sobre barragens construídas próxima ao território indígena

Oct 10th
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Adriano Maropo

gostaria de entrar com contato com os professores do Sobre História. alguém pode me ajudar ?

Sep 27th
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Lucas Souza

começa no 11:18

Sep 3rd
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Maysa Leão

Começa em 9 minutos

Aug 27th
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Luiza Novaes

A abertura de "a muralha" é uma música de villa lobos, a floresta dos Amazonas, e interpretada por um coral indígena. No fim não era uma cruz jesuíta e sim um estandarte bandeirante. Valeu pela lembrança. Vou rever hahha

Jul 23rd
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Pi NascimentoGM

encontrei meu podcast!

Jun 3rd
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Fernando Pereira

Essa comparação da deforma da previdência proposta pelo Bolsonaro com z lei do sexagenário foi sensacional.

May 25th
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Marcos Amorim

uma bosta, esse karl marx foi um fanfarrão, muito ruim mesmo

Mar 22nd
Reply (2)

Nalua Cheia

aqui dá erro pra baixar esse ep

Feb 11th
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Alexandre Cabral

Escutando o programa me lembrei do negacionismo histórico e do livro Negação debora lipstad. abraços

Jan 30th
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Thiego Bento

seus lixos

Jan 9th
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GILBERTO ASSUMPÇÃO

De boa, parei aos 35 minutos. Com essa música de fundo alta, não dá.

Jan 4th
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GILBERTO ASSUMPÇÃO

Episódio 3 com música de fundo muito alta.

Jan 4th
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Socialogando

Sensacional a ampla análise que vocês fazem. Ótimo para tratar do assunto indústria cultural

Jan 3rd
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Socialogando

Vocês são muito bons! Programa com muito conteúdo e análises fodas. Vida longa a vocês!

Jan 3rd
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Sharley Cunha

Parabéns! Simples e diretos. As vezes as pessoas complicam tanto a obra de grandes intelectuais que eles parecem inassináveis, mas vocês foram nos pontos chaves. Obrigado!

Dec 21st
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Gabriel Bastos

Meu Deus. Que cast horrível. Professoras de história que não sabem o que é o capitalismo. Na hora de falarem de certos sejam imparciais as pessoas querem aprender e não doutrinas.

Dec 12th
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Ingrid Caroline Maciel

u\

Dec 5th
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Maicke Andrew

Amo história, achei que ia achar algo delicioso pra ouvir, e na verdade é só militantes contra Bolsonaro, da nem pra levar em conta os outros podcast, uma vez que tenho certeza que vai deixar o lado político falar mais alto que os próprios fatos histórico, uma pena pra quem ama história =(

Oct 25th
Reply (3)

Welington [CRF]

Por indicação é a primeira vez que escuto vocês, fiquei decepcionado com o preconceito regional quando comentam sobre o Lobo de Wall Street. Vocês citam que é carioca e logo em seguida: " Putz, o pior lobo possível".

Oct 24th
Reply (1)
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