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Bienal, 70 anos

Author: UOL

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Description

Com apresentação de Marina Person, o podcast Bienal, 70 anos traz 10 episódios. Os sete primeiros, divididos em décadas, buscam entrelaçar as histórias das Bienais e o cenário cultural e social de cada época. O programa é uma coprodução do UOL e da Fundação Bienal de São Paulo.
11 Episodes
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“Já teve algum roubo na Bienal?", “quem foi o artista mais jovem a participar da mostra?”, “como fazer para expor uma arte na Bienal?”, “quem monta as obras a serem exibidas?”. No último episódio do programa , a apresentadora Marina Person traz estas e outras perguntas enviadas pelos ouvintes, além das respostas dadas por curadores, pesquisadores e também gestores culturais.
E você sabe o que acontece nos intervalos entre as mostras? Neste episódio, Marina Person conta algumas delas --como a Bienal de Veneza, o Programa de Itinerâncias-- e também traz a história do arquivo Wanda Svevo (aqui o documentário: https://youtu.be/A3vXnkr5tSU). Você também ouve curiosidades sobre a mostra “Tradição e Ruptura”, de 1984, que apresentou uma das maiores seleções de arte brasileira já vistas. Na página deste podcast no UOL (www.uol.com.br/splash/podcast/bienal-70-anos/), você pode ver algumas imagens das histórias aqui contadas em áudio.
Marina Person traz, no oitavo episódio, detalhes sobre a 34ª Bienal de São Paulo, 'Faz escuro mas eu canto' --prevista para 2020, ela foi adiada por causa do coronavírus. Além dos eventos realizados antes da pandemia --como a performance do Neo Muyanga e a instalação da peruana Ximena Garrido-Lecca--, este episódio traz detalhes sobre a exposição de 2021. Caso do sino da capela do Padre Faria, do octógono onde eram feitas as negociações da bolsa de valores de Chicago e da arte indígena.
Marina Person conta, no sétimo episódio, detalhes das bienais realizadas entre 2010 e 2019. Teve a polêmica obra com urubus vivos, do artista Nuno Ramos. E os desenhos de Gil Vicente, que mostravam agressões físicas contra líderes políticos. Foi a década da reestruturação da Bienal, que permitiu “encomendar” peças, como uma do artista chinês Ai Weiwei. E também marcou mais espaço para as pautas dos movimentos negro, feminista e LGBTQIA+, além do debate sobre o “roubo” de nossa atenção pelos telefones celulares.
Marina Person traz, no sexto episódio do podcast, detalhes sobre as exposições dos anos 2000. Em 2004, a mostra foi tema do Carnaval de São Paulo. Também teve a Bienal do Vazio, quando um andar inteiro do pavilhão ficou sem obras, o que gerou uma invasão de artistas, que picharam paredes, janelas e pilares do prédio. Tem muita curiosidade, como o transporte de um muro da Bahia para São Paulo, a reconstrução de um ateliê dentro da mostra e a performance em que um artista dependeu da bondade do público para sobreviver.
Marina Person traz, no quinto episódio do podcast “Bienal, 70 anos”, detalhes sobre as mostras realizadas nos anos 90. Teve recorde no número de países participantes (70 na edição de 1994), a arte abstrata do russo Kazimir Malevich, os murais do mexicano Diego Rivera, a pirotecnia de Cai Guo Qiang, a “Bienal da Antropofagia”, peças dos brasileiros Hélio Oiticica, Adriana Varejão, Cildo Meireles e também a internet como obra de arte.
Marina Person conta como, nos anos 80, a reabertura democrática do Brasil, a volta dos artistas exilados após a Lei da Anistia e o fim do boicote provocaram uma avalanche de novas obras, criatividade e questionamentos na Bienal. O evento teve destaques como as obras de Keith Haring, apresentações do grupo Fluxus, pinturas dos pacientes da psiquiatra Nise da Silveira, a montagem da 'Grande Tela' e uma performance de Marina Abramović. Também nesta década, a mostra passou a ter um curador por edição.
Marina Person traz um recorte dos anos 70, quando a Bienal precisou se reinventar após o boicote sofrido em 1969. As obras da década traziam elementos da repressão vivida no Brasil, além de experimentações com drogas psicodélicas, ativismo ambiental e tecnologia: em 1975, a 13ª edição ficou conhecida como a Bienal dos videomakers.
Marina Person traz um retrato dos anos 60, quando as edições da mostra estavam imersas no ambiente da ditadura militar. Teve boicote (a 10ª edição ficou conhecida como Bienal do Boicote), arte interativa e também artistas pop internacionais, como Andy Warhol, Edward Hopper e Roy Lichtenstein.
Marina Person conta como surgiu a Bienal de São Paulo, que foi realizada pela primeira vez em 1951. Você conhecerá personalidades como Ciccillo Matarazzo, o criador da mostra, e sua mulher, Yolanda Penteado. Também tem curiosidades sobre a montagem da primeira exposição. E detalhes de como, em 1953, a tela Guernica, de Pablo Picasso, veio parar no Brasil --uma história cheia de negociações, viagem de navio e também um caminhão atolado.
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