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Quanto vale o apoio a cultura no Brasil? Neste episódio, Caio e Luciana investigam as mentiras e verdades por trás da Lei Rouanet, um dos principais mecanismos de financiamento de projetos culturais do Brasil. Em paralelo, eles tentam entender como a geração deles pode fazer as pazes entre o setor artístico e a população brasileira.
Qual é a primeira fake news que você tem lembrança? A dos nossos apresentadores era uma sobre o Bolsa Família. Nesse episódio, Caio e Luciana falam sobre as mentiras em torno do programa Bolsa Família, toda a campanha por trás de politicas de redistribuição de renda e constroem junto com os convidados uma maneira de combater a desigualdade no nosso país.
Luciana e Caio retornam aos microfones agora com a missão de reunir Gabriel Richard e Samela Sateré Mawé para conversarem sobre onde essa geração vai parar além de introduzir o tema principal dessa temporada: política e fake news.
Luciana Petersen e Caio Santos estão juntos para conduzir o podcast, agora em novo formato, para continuar debatendo temas importantes para a juventude. Escute o trailer da nova temporada do podcast Essa Geração, da Fundação Tide Setubal, e produzida pela Griô Podcasts. Dia 9 de Setembro em todas as plataformas digitais.    
Gabriel, aos 24 anos, se vê como parte de uma galera que alia educação e transformação: que acredita no conhecimento como ferramenta para construir um futuro melhor. E você, também pensa assim?
Gabriel morava no Morro do Turano, Zona Norte do Rio de Janeiro, e precisava atravessar a cidade rumo à Zona Sul para poder estudar ou mesmo se divertir. Para ele, parecia um movimento de todos os jovens, normal. Acontece que, como ele acabou percebendo, essa não é a realidade de todo mundo. Hoje professor de uma escola privada judaica, Gabriel vê que seus alunos têm uma relação diferente com a cidade, ou seja, a desigualdade está presente.Ë possível mudar essa realidade?
Você lembra do movimento de ocupação das escolas? Em 2016, Gabriel esteve à frente da ocupação do Colégio Estadual Amaro Cavalcanti. Como diversos jovens no Brasil, ele lutava por melhorias. Esse foi um momento histórico. O carioca, que hoje migrou para a frente do quadro, como professor, conta a sua experiência e se pergunta: o que mudou depois das ocupações?
Samela foi uma das 40 representantes dos povos indígenas brasileiros no maior encontro sobre o clima (COP26), em Glasgow, no Reino Unido. Essa viagem a conectou ainda mais com o legado das suas ancestrais e a fez pensar em como ela quer representar o seu povo hoje.
Como a maioria dos jovens, Samela Sateré-Mawé tem acesso à internet. Ela usa as redes sociais para comunicar sobre a luta dos povos indígenas e ajudar a quebrar estereótipos. Durante a pandemia, o seu ativismo digital ganhou evidência, mobilizou pessoas e chegou até os partidos políticos. Afinal, Samela pretende se candidatar?
Samela Sateré-Mawé tem 25 anos, estuda Biologia e é de Manaus (AM). Nascida na Associação de Mulheres Indígenas Sateré-Mawé, ela sempre esteve envolvida na luta pelos direitos do seu povo e do meio ambiente. Mas, por ser jovem, percebe que muitas vezes seus conhecimentos são desacreditados. Como fazer para que acreditem mais nessa geração?
Caio e Sheyla marcam o casamento para dezembro e o tão aguardado “sim” será dito diante de alguns amigos e familiares. No final das contas, o tio conservador será convidado?
Caio envia uma mensagem para o tio conservador. Sem retorno, ele dedica-se às comemorações do aniversário de Sheyla, sua companheira, e conta sobre os valores que o casal quer levar para o casamento dos dois. No dia seguinte, o tio rompe o silêncio e responde a mensagem do sobrinho.
Caio Santos tem 28 anos e é cientista político. Mesmo sendo apegado à família, ele entrou para a estatística dos jovens que brigaram com os parentes conservadores após as eleições de 2018. Vale a pena tentar uma reaproximação após quase 4 anos?
Para entender a própria espiritualidade, Luciana Petersen decide conhecer igrejas de todos os tipos, desde as mais descoladas até as tradicionais. Durante a busca, ela consegue encontrar as respostas para o seu dilema pessoal e responde à pergunta da temporada: o que essa geração pensa sobre fé?
Os encontros esperados por Luciana acontecem: ela visita a casa da Jenny para conhecer rituais de Candomblé, leva dois colegas não-cristãos para participar de um webculto e, finalmente, conversa com os seus pais sobre a sua grande dúvida.
Luciana Petersen tem 24 anos e não sabe se quer ou não ser pastora. Além de cristã, ela é negra e feminista e faz cultos pela internet, reunindo mulheres de vários cantos do Brasil. Mas o que seu pai, um tradicional pastor da Igreja Batista, acha disso?
Quatro jovens. Quatro trajetórias. Muitos dilemas. O podcast da Fundação Tide Setubal percorre o país para saber o que Essa Geração pensa sobre religião, família, política e educação. Na segunda temporada, conhecemos a história de Caio Santos para entendermos como é a relação dele com a família. Episódios novos às quartas-feiras.
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