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Be The Story – por Jerónimo Martins e Renascença
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Be The Story – por Jerónimo Martins e Renascença

Author: Jerónimo Martins

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No podcast Be The Story, As Três da Manhã da Renascença - Ana Galvão, Joana Marques e Inês Lopes Gonçalves - moderam conversas com especialistas para clarificar mitos e dúvidas sobre temáticas de sustentabilidade: ambiente, desperdício alimentar, plástico, alimentação saudável e comunidade. Um projecto do Grupo Jerónimo Martins em parceria com a Renascença.
9 Episodes
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Fernando Barbosa, presidente da Cooperativa Focus, e Paulo Ramos, Director do Hiper Pingo Doce da Póvoa de Varzim e formador para o projecto Search são os convidados do oitavo episódio do podcast Be The Story. Inês Lopes Gonçalves, d'As Três da Manhã da Renascença, conduz esta conversa sobre inclusão.Sabia que mais de 50 mil portugueses têm perturbações do espectro do autismo? Os sintomas deste síndroma neuro-comportamental, com origem em perturbações do sistema nervoso central, manifestam-se sobretudo nos primeiros três anos de vida e podem ser agrupados em três grandes domínios: social, comportamental e comunicacional. Através do programa Incluir, as Companhias do Grupo Jerónimo Martins em Portugal têm vindo a desenvolver projectos que visam a promoção da empregabilidade de grupos de pessoas vulneráveis no acesso ao mercado de trabalho, entre os quais migrantes e refugiados, pessoas em situação de risco social e pessoas portadoras de deficiência. Para isso, desenvolveu em parceria com a cooperativa Focus o “Project Search”, baseado numa metodologia formativa criada há mais de 20 anos no Children’s Cincinnati Hospital para pessoas com dificuldades intelectuais e cognitivas.Através da filosofia de learning by doing, o que, no caso das deficiências cognitivas é a única opção possível para garantir a aprendizagem, o Grupo criou um programa de empregabilidade colaborativo entre a instituição que apoia o desenvolvimento dos jovens com deficiência cognitiva (Cooperativa Focus) e a empresa empregadora (Jerónimo Martins), enquanto entidade de acolhimento, que proporciona um modelo único de transição escolar para o trabalho.Durante um ano lectivo completo (10 meses), os jovens participantes aprendem com base num modelo de completa imersão no local de trabalho: as lojas Recheio e Pingo Doce. Os alunos completam duas a três rotações de estágio de 12 semanas para o desempenho de tarefas e aquisição de competências de trabalho, tendo também apoio na procura de emprego personalizado após a formação. As tarefas desempenhadas são selecionadas de acordo com os seus talentos, interesses e aptidões, em áreas tão diversas como a cozinha, o restaurante, as secções de loja (Frutas e Vegetais, Garrafeira), a reposição de produto, o trabalho de marketing operacional ou a creche (criada para os colaboradores do Grupo). O projecto concluiu a sua quarta edição tendo decorrido em lojas Pingo Doce e Recheio no norte do País.Fruto das políticas e acções que promovem a inclusão, a holding do Grupo Jerónimo Martins e a companhia Recheio foram distinguidas com o prémio Marca Entidade Empregadora Inclusiva, atribuída pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).Saiba mais em:     https://www.be-the-story.com/pt/comunidade/     https://www.jeronimomartins.com/pt/carreiras/trabalhar-connosco/igualdade-e-diversidade/
Rita Martelo, nutricionista do Grupo Jerónimo Martins, e José Archer, presidente da Associação Bandeira Azul da Europa, são os convidados do sétimo episódio do podcast Be The Story. Inês Lopes Gonçalves, d'As Três da Manhã da Renascença, conduz esta conversa sobre alimentação infantil. Em Portugal, quase 30% das crianças entre os 6 e os 9 anos têm excesso de peso, incluindo obesidade. Numa década, passámos da 2.ª para a 14.ª posição entre os países com maior prevalência do excesso de peso e obesidade infantil. A oferta alimentar escolar foi alterada, a publicidade dirigida a crianças foi limitada e o número de iniciativas de promoção de literacia alimentar aumentou.  Ao mesmo tempo, registou-se um aumento no número de produtos destinadas a públicos infantis com perfis nutricionais mais saudáveis e equilibrados. Com mais de 460 lojas em Portugal, o Pingo Doce não utiliza corantes nem intensificadores de sabor nos seus produtos de Marca Própria destinados a crianças. A Associação Portuguesa de Nutrição e a Direcção-Geral da Saúde definiram algumas orientações que devem ser seguidas para criar almoços saudáveis, tendo por base a promoção de bons hábitos junto das crianças em idade escolar – incluindo a incorporação de vegetais, não abusar dos açúcares nem de comida processada, evitar sal e gorduras em excesso, bem como fugir ao fast food. O Grupo Jerónimo Martins apoia o projeto Alimentação Saudável e Sustentável, lançado pelo Programa Eco-Escolas da ABAE (Associação Bandeira Azul Europa), com o objectivo de motivar as crianças, jovens, professores e família para um maior conhecimento acerca das questões que se relacionam com a alimentação saudável e sustentável. Todos os anos são lançados um conjunto de desafios práticos adequados à idade dos alunos, numa lógica de formação multidisciplinar.  Saiba mais em: https://www.be-the-story.com/pt/alimentacao-saudavel/https://www.jeronimomartins.com/pt/responsabilidade/promover-saude-pela-alimentacao/
Gonçalo Costa, chef executivo do Pingo Doce, é o convidado do sexto episódio do podcast Be The Story. Joana Marques, d'As Três da Manhã da Renascença, conduz esta conversa sobre o combate ao desperdício alimentar em todas as frentes. Mais de 1,3 mil milhões de toneladas de alimentos são desperdiçados todos os anos em todo o mundo, o equivalente a cerca de 1/3 de toda a comida produzida. Se a isto juntarmos o facto de existirem mais de 820 milhões de pessoas em situação de fome e subnutrição, torna-se ainda mais urgente fazer desta causa uma prioridade. Está na altura de declarar guerra ao desperdício. O desperdício alimentar começa na produção agrícola. Colheitas abandonadas ou estragadas devido a doenças, infecções ou contaminação dos solos, fazem com que muitos dos alimentos produzidos sejam logo descartados. A estes podem juntar-se também os chamados “legumes feios” que, apesar de não terem o aspecto imaculado e o calibre necessário para estarem à venda nos supermercados, têm o mesmo perfil e valor nutricional que os “legumes bonitos”.  Desde 2011 que as principais cadeias de Distribuição Alimentar do Grupo Jerónimo Martins incorporam nas suas receitas os “legumes feios”. Antes eram simplesmente deixados nos campos ou deitados fora, mas agora são usados para a confecção de refeições prontas a comer, como sopas ou saladas, à venda nas lojas Pingo Doce em Portugal ou Biedronka na Polónia. No supermercado, a fruta e os vegetais que apresentam pequenas pisaduras são muitas vezes rejeitados pelos consumidores. Também o pão que sobra das últimas fornadas, os bolos que não são consumidos até ao final do dia ou os produtos cujas datas de validade estão muito próximas acabam por não ser vendidos e resultam naquilo a que os retalhistas chamam “quebra”. Daí que a escolha cuidadosa de tudo aquilo que vai para as lojas seja muito importante para garantir stocks equilibrados: nunca a menos, mas também é importante evitar quantidades a mais. No final de cada dia, o Pingo Doce em Portugal, a Biedronka na Polónia e a Ara na Colômbia, associam-se às instituições próximas das lojas e Centros de Distribuição para apoiar as comunidades envolventes, oferecendo por isso os produtos que iam resultar em desperdício.Saiba mais em: https://www.be-the-story.com/pt/desperdicio-alimentar/desperdicio-alimentar-a-dura-verdade-em-9-bolachas/https://www.jeronimomartins.com/pt/responsabilidade/desperdicio-alimentar/
Susana Pasadas, responsável de nutrição do Grupo Jerónimo Martins, é a convidada do quinto episódio do podcast Be The Story. Joana Marques, d'As Três da Manhã da Renascença, conduz esta conversa sobre a importância de moderar o consumo de açúcar. De acordo com os dados estimados pelo estudo Global Burden of Disease, os hábitos alimentares inadequados são o factor de risco que mais contribui para o total de anos de vida saudável perdidos pela população portuguesa.  Estes hábitos incluem a ingestão excessiva de açúcares, sejam eles adicionados ou naturalmente presentes, que tem sido associada ao excesso de peso/obesidade e ao risco de desenvolvimento de doenças crónicas associadas. É importante saber identificar os açúcares presentes nos alimentos e como introduzir ou retirá-los da sua alimentação. Saber ler os rótulos é um bom ponto de partida.   O consumo diário de açúcar adicionado aos alimentos não deve ultrapassar as seis colheres de chá, explica a Organização Mundial da Saúde. Para além do cuidado necessário com os alimentos facilmente detectados como sendo ricos em açúcares simples (como os refrigerantes ou os bolos), é igualmente importante controlar a ingestão de alimentos saudáveis, naturalmente constituídos por açúcares simples, como a fruta e os sumos naturais.  Todos os anos, o Grupo Jerónimo Martins reformula as fórmulas dos seus produtos de Marca Própria por forma a reduzir os teores de açúcar, mas também de sal, gordura, gordura saturada, conservantes e outros ingredientes artificiais, adicionando, sempre que possível, maiores quantidades de fibra, fruta e micronutrientes. Só em 2020 o Grupo evitou a entrada no mercado de mais de 2.400 toneladas de açúcar em Portugal, Polónia e Colômbia.Saiba mais em: https://www.be-the-story.com/pt/alimentacao-saudavel/8-dicas-para-reduzir-o-acucar-na-sua-alimentacao/https://www.jeronimomartins.com/pt/responsabilidade/promover-saude-pela-alimentacao/reformulacoes/
Sandra Pereira, bióloga da Quercus e Ana Rovisco, responsável de sustentabilidade ambiental do Grupo Jerónimo Martins são as convidadas do quarto episódio do podcast Be The Story. Ana Galvão, d'As Três da Manhã da Renascença, modera uma conversa que procura alertar para a importância da preservação da biodiversidade e da protecção dos ecossistemas dos quais depende a nossa alimentação.   Neste momento existem mais mais de 28.000 espécies ameaçadas a nível global, de acordo com a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Quase 8.000 são animais. Nos últimos 100 anos, mais de metade das espécies de animais desapareceram da face do planeta. Actualmente, e entre as espécies avaliadas pela IUCN, mais de seis mil estão consideradas “Criticamente em Perigo”, o que quer dizer que são espécies à beira de se encontrarem extintas na natureza.De acordo com a Convenção sobre a Diversidade Biológica, a perda de biodiversidade está relacionada com cinco pressões sobre o ambiente:Perda e degradação de habitatsAlterações climáticasSobreutilização de nutrientesSobreexploração de espécies e habitatsEspécies invasoras A perda de biodiversidade não tem só como consequência a óbvia perda de espécies animais e vegetais. O planeta é um sistema muito complexo e todas as suas partes estão profundamente interligadas.  Os polinizadores, como as abelhas, são directa ou indiretamente responsáveis por 75% de todos os alimentos a nível mundial. As abelhas e outros polinizadores levam pólen de planta em planta. Este transporte de uma planta macho para uma planta fêmea permite a fertilização que vai originar frutos, sementes e mais plantas, e que representam mais de metade das fibras, óleos e matérias-primas usadas a nível mundial. Se não houver abelhas, fica em risco a polinização das plantas que fazem parte da nossa alimentação. Sem renovação dos solos, a terra perde a capacidade de se permanecer fértil. Num sistema desequilibrado, o que a natureza proporcionava passa a ter que ser realizado de forma artificial.Saiba mais em: https://www.be-the-story.com/pt/ambiente/abelhas-porque-sao-tao-importantes/https://www.be-the-story.com/pt/ambiente/fazer-a-nossa-parte-pela-biodiversidade/https://www.jeronimomartins.com/pt/responsabilidade/respeitar-o-ambiente/biodiversidade/
Nuno Jardim, director-geral do CASA - Centro de Apoio ao Sem Abrigo, esteve à conversa com Ana Galvão, d'As Três da Manhã da Renascença no terceiro episódio do podcast Be The Story. O convidado explica o trabalho de combate à indiferença desenvolvido diariamente pela instituição, que é apoiada pelo Grupo Jerónimo Martins há quase uma década.    Estima-se que mais de 750 milhões de pessoas em todo o mundo estejam expostas a problemas de insegurança alimentar, ou seja, falta de disponibilidade ou dificuldade de acesso a alimentos. Ao mesmo tempo, três mil milhões de adultos e crianças não têm acesso a regimes alimentares saudáveis.   Em Portugal, a taxa de pobreza divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística, referente a 2020, ronda os 20% da população. Um em cada três portugueses tem receio de não ter rendimentos para pagar comida e cerca de 3% vive em condições de insegurança alimentar moderada ou grave.   Neste contexto, a ajuda alimentar constitui um contributo directo e imediato para minimizar as carências nutricionais dos mais vulneráveis, em particular durante períodos de crise económicas, sociais ou sanitárias.  O Centro de Apoio ao Sem Abrigo, mais conhecido por CASA, é uma IPSS fundada em 2002 que ajuda pessoas que se encontrem em situação de sem-abrigo ou integrem famílias carenciadas. O trabalho da associação depende da acção dos voluntários que ajudam as equipas a preparar, recolher e distribuir alimentos e bens essenciais por instituições, mas também pela população sem-abrigo. Com operações de norte a sul de Portugal Continental, estando também presente na ilha da Madeira, o CASA apoia 7.000 pessoas todos os dias.   A relação com o Grupo Jerónimo Martins começou em 2013. Na região da Grande Lisboa estão a ser confeccionadas cerca de 800 refeições diárias, que são preparadas com excedentes alimentares doados pelo Pingo Doce. Só em excedentes alimentares, o Grupo doa o equivalente um milhão de euros por ano, através das lojas Pingo Doce.Saiba mais em:  https://www.be-the-story.com/pt/comunidade/associacao-casa-solidariedade-o-ano-inteiro/ https://www.jeronimomartins.com/pt/responsabilidade/desperdicio-alimentar/
Ana Sofia Ribeiro, da Liga para a Protecção da Natureza, e Fernando Ventura, do Grupo Jerónimo Martins, são os convidados do segundo episódio do podcast Be The Story. Ana Galvão, d'As Três da Manhã da Renascença, modera uma conversa com os especialistas para clarificar mitos e dúvidas sobre o plástico. Na segunda metade do século XIX foi possível produzir de forma artificial aquilo que hoje conhecemos como plástico e que, já no século XX, ganhou escala, a partir do petróleo. O plástico tem moldado o desenvolvimento da nossa sociedade: é versátil, flexível, resistente ao calor, prático, leve, barato… E faz parte das nossas vidas sem darmos por ele. Na indústria alimentar, o plástico garante excelentes condições de higiene e segurança e há menos desperdício porque se consegue preservar comida de forma muito eficiente.  A sua durabilidade é simultaneamente uma vantagem e um problema: um simples saco de plástico é usado em média durante 15 minutos, demorando centenas de anos a degradar-se. E agora, o que fazer aos milhares de milhões de toneladas já produzidas? Todos os anos, há mais 13 milhões de toneladas de plástico que vão parar aos oceanos. É o mesmo que despejar um camião cheio de plástico a cada minuto que passa. O plástico amontoa-se em lixeiras, esgotos, praias, ilhas no meio do mar. E a sua decomposição vai libertando microplásticos que entram na cadeia alimentar dos seres vivos, incluindo humanos. As consequências são ainda imprevisíveis.Saiba mais em: https://www.be-the-story.com/pt/plastico/https://www.jeronimomartins.com/pt/responsabilidade/respeitar-o-ambiente/materiais-e-embalagens/
Pedro Graça, Director da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, é o convidado do primeiro episódio do podcast Be The Story. Inês Lopes Gonçalves, d'As Três da Manhã da Renascença, modera uma conversa com o especialista para clarificar mitos e dúvidas sobre a Dieta Mediterrânica. Na década de 50 do século XX, o investigador e filósofo norte-americano Ancel Keys constatava pela primeira vez que os povos do Mediterrâneo tinham menos enfartes, comparativamente com outras zonas do mundo. O que tinham em comum? A Dieta Mediterrânica.Uma cozinha com métodos de confecção simples, em que os produtos de origem vegetal, frescos, sazonais e locais são o grande trunfo. A opção pelo peixe é frequente, em detrimento de ovos, laticínios e produtos processados. Já as carnes são preferencialmente de aves e o consumo de carnes vermelhas é limitado a uma vez por semana.Classificada como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO em 2013, mais do que um conjunto de receitas, a Dieta Mediterrânica é um padrão alimentar, um modo de comer e viver cujas origens remontam ao ano 6.000 a.C. Como um organismo vivo, foi influenciado por diferentes povos e culturas, que trouxeram novos ingredientes e sabores.Durante o período dos Descobrimentos, o milho, tomate, abóbora, feijão e batata provenientes das Américas, juntavam-se aos já tradicionais pão, azeite e vinho. Estes alimentos foram introduzidos na alimentação dos diferentes povos que usaram o mar Mediterrâneo como principal via de comunicação.Estes são os 10 princípios da Dieta Mediterrânica: - Cozinha simples que protege os nutrientes, como as sopas, os cozidos, os ensopados e as caldeiradas; - Elevado consumo de produtos vegetais; - Preferência por produtos de época, frescos e locais; - Azeite como principal fonte de gordura; - Consumo moderado de lacticínios; - Ervas aromáticas como tempero preferido, reduzindo o sal; - Consumo frequente de pescado e baixo de carnes vermelhas; - Consumo baixo a moderado de vinho e apenas nas refeições principais; - Água como principal bebida ao longo do dia; - Convívio e partilha à mesa. Em Portugal e em muitos outros países, estes princípios e rotinas de Dieta Mediterrânica têm-se perdido, como consequência da globalização e da transformação de hábitos sociais – que se traduzem na falta de tempo que as famílias têm para planear, preparar e partilhar as suas refeições. Está nas mãos de todos salvar a Dieta Mediterrânica, tornando-a cada vez mais viva no nosso dia-a-dia. Há mais de 10 anos que o Pingo Doce tem defendido a Dieta Mediterrânica enquanto padrão alimentar saudável. Em 2020 lançou a marca Juliana, uma homenagem à Dieta Mediterrânica à portuguesa, aos saberes milenares, aos segredos na cozinha, às mãos que trabalham o campo e a quem prepara e serve refeições autênticas, temperadas com a nossa história e a nossa essência.  Saiba mais em:  https://www.be-the-story.com/pt/alimentacao-saudavel/dieta-mediterranica/ https://juliana.pingodoce.pt/ https://www.jeronimomartins.com/pt/responsabilidade/promover-saude-pela-alimentacao/
No podcast Be The Story, As Três da Manhã da Renascença - Ana Galvão, Joana Marques e Inês Lopes Gonçalves - moderam conversas com especialistas para clarificar mitos e dúvidas sobre temáticas de sustentabilidade.   Um projecto do Grupo Jerónimo Martins em parceria com a Renascença.
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