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CBN Agronegócios - Cassiano Ribeiro
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CBN Agronegócios - Cassiano Ribeiro

Author: CBN

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O sobe e desce dos preços no mercado, as inovações, as tendências de consumo e tudo o que envolve a produção agrícola no Brasil.
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Cassiano Ribeiro, da Revista Globo Rural, explica que a alta foi puxada pelas exportações para a China. No entanto, ele destaca que, devido ao ritmo de vendas para o exterior, já começa a haver escassez de soja no mercado interno, o que pode levar a aumentos nos preços.
Cassiano Ribeiro fala sobre o problema de imagem que o país enfrenta no agronegócio internacional por causa do aumento do desmatamento e da pandemia. Ele comenta que o governo brasileiro trava uma 'queda de braço' com compradores internacionais, que dependem do Brasil, mas agora fazem questão de saber a origem dos produtos.
Cássia Godoy e Cassiano Ribeiro conversam com Jerson Carús Guedes, entomologista pela Universidade Federal de Santa Maria (RS), para falar da formação de nuvens de gafanhoto na Argentina e no Sul do Brasil. O fenômeno acontece há muitos anos na região.
Cassiano Ribeiro comenta reportagem da revista Globo Rural sobre os leilões de gado virtuais. Ele destaca que todos os maiores leiloeiros do Brasil estão muito satisfeitos com a migração. Os leilões online são muito mais baratos e está havendo uma adesão em massa dos criadores.
Uma pesquisa divulgada pela revista Globo Rural traz um ranking das melhores empresas para se trabalhar no setor do agronegócio. Cassiano Ribeiro, editor-chefe da publicação, comenta que as companhias estão se modernizando, mas ainda ficam 'para trás' em questões como diversidade no ambiente de trabalho. Exemplo disso é que nenhuma das empresas premiadas no ranking têm mulheres em cargos de CEO ou presidente.
Em pauta com o Cassiano Ribeiro nesta terça, o problema que o Brasil está enfrentando com os compradores chineses. 'Principal comprador do Brasil está impondo barreiras para carnes de boi, frango e porco. Isso está deixando o governo e a cadeia produtiva preocupados', comenta. O risco que o país asiático alega é de contágio da carne brasileira por Covid-19.
Cassiano Ribeiro comenta sobre a venda de café em tempos de pandemia. Houve queda na comercialização dos chamados cafés especiais. Já os tradicionais, inclusive, estão sendo mais consumidos pelos brasileiros, mesmo com a crise atual.
Há seis meses, Companhia Nacional de Abastecimento não divulga projeções de quadro de oferta e demanda. Órgão alegou que estimativas passariam por um processo de revisão. Segundo Cassiano Ribeiro, dados são importantes para a formação de preços. Enquanto isso, exportação e consumo interno da matéria-prima seguem em forte expansão.
Demora para a reabertura das floriculturas, que começou a ocorrer somente em maio, e cancelamento de eventos são apontados como causas para o cenário desastroso. Sítios que faturavam mais de R$ 500 mil, antes da pandemia, agora não lucram mais do que R$ 30 mil.
Com o cancelamento de feiras de tecnologia agrícola, organizadores de eventos do setor decidiram apostar em transmissões ao vivo e outros recursos online. Exemplo disso é a feira Agrotins, que espera movimentar R$ 2,5 bilhões apenas com uma programação virtual. Aplicativos com serviços importantes para o agronegócio também estão em alta.
Devido aos casos do novo coronavírus entre funcionários de frigoríficos, muitas unidades tiveram que parar. Por causa da diminuição na capacidade de produção, uma empresa teve que fazer ontem um abate emergencial de 100 mil frangos, que não puderam ser destinados ao consumo.
Cassiano Ribeiro, da revista Globo Rural, explica que os quatro portos do chamado 'Arco Norte' já somam exportações equivalentes às do porto de Santos. O destaque é o movimento no porto de Barcarena, no Pará. No entanto, a alta demanda e as restrições impostas pela pandemia têm causado algumas dificuldades. Entenda.
No primeiro quadrimestre do ano, a participação do setor no total de exportações subiu de 18% para 23%. Destaques foram a soja e as carnes de boi e de porco. O retorno das exportações para a Ásia, após o controle da epidemia de Covid-19 por lá, compensou parte da queda da demanda interna.
Cassiano Ribeiro, da revista Globo Rural, explica que produtores agrícolas estão aproveitando cotação do dólar alta para fechar contratos lucrativos. Só as exportações de soja, por exemplo, devem somar cerca de 15 milhões de toneladas em abril. No entanto, baixa demanda no setor de etanol e aumento do custo de insumos importados têm preocupado.
Cassiano Ribeiro destaca que, ontem, os preços da soja, milho, café, trigo, diversas commodities negociadas nas bolsas internacionais despencaram também. A queda chegou a 2% em um dia. Esses produtos já vinham sofrendo com a crise do coronavírus. O setor mais prejudicado é o setor da cana-de-açúcar.
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que as exportações do agronegócio totalizaram 9 bilhões 200 milhões de reais em março, em valor considerado recorde. A China, que responde por 34% das exportações do setor, têm voltado a normalidade. Ela fala também sobre as medidas adotadas para ajudar o agronegócio e ressalta que o mercado das flores é o mais impactado.
Bartolomeu Brás, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja, acredita que o país não terá problemas para exportar soja para a China já que a soja brasileira é mais competitiva. Ele disse que já estão sendo feitas negociações para a safra de 2021.
O CBN Agronegócios conversa com o secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Gustavo Junqueira. De acordo com ele, produção agrícola continua funcionando em meio à pandemia de coronavírus, ainda que problemas pontuais sejam registrados. 'O fluxo não pode parar porque a cadeia é toda integrada', afirma. Ele destaca, ainda, que não há previsão de desabastecimento nas cidades e fala sobre a preocupação com os trabalhadores do setor. Ouça a entrevista na íntegra.
A feira acontece no município de Não-me-toque, norte do Rio Grande do Sul, e é um dos maiores eventos de tecnologia agrícola do Brasil. Nesse ano, os organizadores esperam obter o mesmo volume de negócios de 2019. No entanto, seca no estado tem prejudicado as safras e preocupado produtores.
Coluna conversou, nesta terça-feira, com Marcelo Britto, presidente da Associação Brasileira de Agronegócio. Em pauta: a MP 901, que trata do repasse de terras da União para os estados de Amapá e Roraima, mas que, para isso, muda o Código Florestal. A intenção de um senador de Roraima é mudar o percentual de reserva legal de 80% para 50%. O temor entre os ambientalistas, claro, é grande. Para Britto, 'o agronegócio legal, o bom agro, não é a favor desta medida'. Ele ainda acrescenta: 'este tipo de coisa reverbera para uma imagem ainda mais contaminada do país lá fora'.
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