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Rádio Revolução

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Author: DM Soluções para Podcast
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Bem Vindos à Rádio Revolução, uma série de episódios onde Gabriel Divan apresenta e discute o conteúdo de seu mais novo livro "Revolução Permanente Volume 2: ensaio sobre política criminal e aceleracionismo
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Está no ar a Rádio Revolução, um conteúdo especial onde eu, Gabriel Divan, convido vocês a conhecerem meu mais recente livro publicado, "Revolução Permanente Volume 2 - ensaio sobre política criminal e aceleracionismo".Para download gratuito da versão eletrônica da obra, visite gabrieldivan.net.Para a compra do exemplar físico, visite o site de Editora Elegantia (https://www.editoraelegantia.com.br/) ou o hotsite que a editora mantém sobre a obra (https://editoraelegantia.com/gabrieldivan/)****No último capítulo do livro, o de n. 10, intitulado "Nosso Riso", o recado já vinha dado na voz de Beth Carvalho: "...vou festejar / o teu sofrer / o teu penar". E já vinha dado nas palavras de Negri e Hardt: o riso com a destruição dos que querem nos destruir não é da mesma categoria da maldade por eles inflingida. Nosso contra-ataque não é da mesma linha que a dos ataques deles. Não somos superiores por poupar-lhes, nem deve ser de nosso feitio deixar espaços a eles disponíveis. É 'tudo nosso", como se diz, e inclusive o punitivismo, quando houver, deverá ser nosso, trajado com nossas diretrizes. Ousar virar o manche, a proa, para o outro lado, justamente na direção que (eles) disseram que seria incongruente irmos. Ousar discutir punitivismos e legitimações, no exato lugar onde eles estão preparados para falar sozinhos. "They not like us".
Está no ar a Rádio Revolução, um conteúdo especial onde eu, Gabriel Divan, convido vocês a conhecerem meu mais recente livro publicado, "Revolução Permanente Volume 2 - ensaio sobre política criminal e aceleracionismo".Para download gratuito da versão eletrônica da obra, visite gabrieldivan.net.Para a compra do exemplar físico, visite o site de Editora Elegantia (https://www.editoraelegantia.com.br/) ou o hotsite que a editora mantém sobre a obra (https://editoraelegantia.com/gabrieldivan/)****O penúltimo capítulo do livro, o de n. 9, ganha o título de "Uma batalha após a outra", e identifica especialmente o tom de imobilismo crítico que pretende ser rompido com a proposta da política criminal banhada de uma crítica de tom aceleracionista: o colocar-se (kairológico) em movimento leva, inclusive, à postura que muito faz falta no cenário jurídico progressista, que é o de uma crítica "autocrítica", que padece nos mesmos pecados que uma visão, ainda que bem intencionada, conservadora. A superação dos limites de pacificação e de estagnação das ideias políticas só pode se dar de uma forma: na recusa à cristalização dos ideais, das lutas e das indagações. Não há como conter aquilo que pulsa, e sempre escapa às amarras, em termos de vontade política de construção.
Está no ar a Rádio Revolução, um conteúdo especial onde eu, Gabriel Divan, convido vocês a conhecerem meu mais recente livro publicado, "Revolução Permanente Volume 2 - ensaio sobre política criminal e aceleracionismo".Para download gratuito da versão eletrônica da obra, visite gabrieldivan.net.Para a compra do exemplar físico, visite o site de Editora Elegantia (https://www.editoraelegantia.com.br/) ou o hotsite que a editora mantém sobre a obra (https://editoraelegantia.com/gabrieldivan/)****Chegamos ao capítulo n. 8 do livro e a homenagem óbvia e descarada a um dos autores essenciais quanto ao mesmo: Mark Fisher. Se há um texto, um curso por ele ministrado, e um livro (que compila o conteúdo desse curso) chamados "Desejo Pós-Caitalista", aqui lançamos mão de uma especulação sobre o que seria um "Desejo Pós-Garantista": no sentido de como fica uma visão jurídica e político-criminal que flua em uma torrente de "desejo" em um contexto diferenciado, tanto quanto no sentido de indagar sobre o que o pensamento crítico e progressista pode querer e esperar de uma superação do conjunto dogmático garantista, de forma emancipadora e humanista e não reacionária/refratária? A imaginação (inclusive jurídica e política) não pode se estagnar junto à melancolia do 'realismo capitalista'.
Está no ar a Rádio Revolução, um conteúdo especial onde eu, Gabriel Divan, convido vocês a conhecerem meu mais recente livro publicado, "Revolução Permanente Volume 2 - ensaio sobre política criminal e aceleracionismo".Para download gratuito da versão eletrônica da obra, visite gabrieldivan.net.Para a compra do exemplar físico, visite o site de Editora Elegantia (https://www.editoraelegantia.com.br/) ou o hotsite que a editora mantém sobre a obra (https://editoraelegantia.com/gabrieldivan/)****O Capítulo 7 do livro, batizado de "O instante eterno" é aquele que promove uma incursão mais direta dentro de uma ideia filosófica sobre como devem ser as bases materialistas do pensamento crítico, revolucionário: a partir dos escritos "Kairós, Alma Venus e Multitudo", de Antonio Negri, a construção do caminho do porvir passa não por uma efemeridade ou relativização de tudo, mas por uma eternidade (enquanto dure!) de conceitos, verdades e direções que estão sempre em movimento, sempre em construção. Contra uma estagnada noção de tempo cronológico e seu misto de andar e paralisia, a vida que transborda no "kairós" e na negação da cristalização. Contra o capital, o mais essencial é "movimento". A constância admitida é aquela em ser inconstante!
Está no ar a Rádio Revolução, um conteúdo especial onde eu, Gabriel Divan, convido vocês a conhecerem meu mais recente livro publicado, "Revolução Permanente Volume 2 - ensaio sobre política criminal e aceleracionismo".Para download gratuito da versão eletrônica da obra, visite gabrieldivan.net.Para a compra do exemplar físico, visite o site de Editora Elegantia (https://www.editoraelegantia.com.br/) ou o hotsite que a editora mantém sobre a obra (https://editoraelegantia.com/gabrieldivan/)****No Capítulo 6 do livro, intitulado "Melancólicas Catedrais", segue-se na investigação de como tanto uma crítica jurídica mais "rebelde", como uma espécie de "constitucionalismo apoteótico" ou alvissareiro parecem não conseguir dialogar nem sequer em parte com aqueles que visam eleger como seus supostos inimigos, e aí reside o porquê do grau absolutamente inócuo da maioria dos discursos jurídico-democráticos para neutralizar a sanha antidemocrática atual. O direito e seu discurso é comumente "baumaniano", saudosista, preso ao passado, melancólico e despotencializado. É o que é preciso, com urgência, mudar.



