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Expresso Ilustrada
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Expresso Ilustrada

Author: Folha de S.Paulo

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No fim das tardes de quinta-feira, sempre às 16h, você vai escutar um programa com as principais histórias e notícias do mundo das artes. O Expresso Ilustrada, podcast de cultura da Folha, vai falar de filmes, discos, livros, séries de TV, peças de teatro e de moda. O programa está disponível em todas as plataformas
97 Episodes
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Sensação nos Estados Unidos e sucesso de críticas, o livro "A Metade Perdida", de Brit Bennett, toca em uma discussão bem atual: o colorismo. A história acompanha duas irmãs negras de pele clara que nasceram numa comunidade pequena do sul dos Estados Unidos, onde os impactos da escravidão e da segregação racial são mais evidentes.  O Expresso Ilustrada dessa semana destrincha o livro que foi best-seller nos Estados Unidos, em 2020. Para isso, conta com a participação do repórter da Ilustrada Walter Porto, que entrevistou a escritora americana. O romance chega agora em março, para os assinantes do clube de leitura da Intrínseca, e em maio nas livrarias. O podcast também relembra casos que envolvem as discussões sobre colorismo em outras artes, como na música internacional, caso da música "Brown Skin Girl" da Beyoncé; em Hollywood, quando Zoe Saldaña interpretou Nina Simone no cinema, e também aqui no Brasil, com o caso da Fabiana Cozza quando foi escalada para o papel de Dona Ivone Lara em um musical.  Para comentar sobre o assunto, o episódio conta com a participação da jornalista Marina Lourenço e a cineasta Sabrina Fidalgo.  See omnystudio.com/listener for privacy information.
Imagina um mundo sem a voz de Cartola ou Adoniran Barbosa. Foi graças a Pelão, produtor de discos, que esses e outros sambistas já idosos eternizaram suas vozes nos anos 1970. Na época, eles eram compositores bastante conhecidos, mas nunca tinham sido gravados em disco cantando suas próprias músicas. O Expresso Ilustrada dessa semana conta a história do Pelão, lembra  de algumas estrelas do samba e fala também sobre a indústria fonográfica. O podcast conta com a participação do produtor de discos Pelão e do Celso de Campos Júnior, jornalista e autor do livro "Pelão: A Revoluçao Pela Música".  See omnystudio.com/listener for privacy information.
No ar há menos de vinte dias, a atual edição do Big Brother Brasil já deu tanto o que falar que parece que os participantes estão confinados lá há meses. Até agora, o Lucas Penteado, um dos brothers, já pediu para sair e as intrigas já são parte da rotina dos remanescentes. Nesta semana, o Expresso Ilustrada faz uma análise sobre o reality, como ele mudou nos últimos anos e como algumas dessas mudanças acabaram se tornando uma espécie de armadilha. Além disso, o programa tem sido palco para discussão de diferentes assuntos, como cultura do cancelamento, lgbtfobia e até colorismo. Para comentar sobre o reality mais popular do Brasil, o podcast conta com a participação do Jairo Malta, diagramador da Folha e autor do blog Sons da Perifa e dos jornalistas Mauricio Stycer e Anna Virginia Balloussier. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 1971, Caetano Veloso estava exilado em Londres, após ter sido preso na ditadura militar no Brasil. Certo dia, seu telefone tocou e, do outro lado da linha, era João Gilberto o convidando para gravar um programa de TV. O encontro, que reuniu Caetano, Gal Costa e João Gilberto, aconteceu na TV Tupi, mas quem não assistiu os músicos juntos ao vivo, provavelmente não escutou esse show. Isso porque o disco que seria lançado a partir das gravações acabou vetado por João Gilberto. E só na semana passada, 50 anos depois, um registro daquela tarde foi publicado no YouTube. O Expresso Ilustrada dessa semana relembra este encontro histórico do maior ícone da bossa nova com dois jovens tropicalistas durante a pior fase da ditadura. O episódio também abre o baú do pesquisador Pedro Fontes, que foi quem achou e publicou essa gravação de 1971, e ouve algumas raridades de João Gilberto espalhadas internet a fora. O podcast conta com a participação de Gal Costa, que relembra essa gravação dos anos 1970. Também participam o pesquisador Pedro Fontes e o jornalista Thiago Bethônico.    See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta semana, São Paulo completou 467 anos. Na capital paulista, muitos italianos, libaneses, espanhóis, japoneses, e também brasileiros de outros cantos do mapa, decidiram fincar suas raízes. E isso resultou numa variedade etnográfica na culinária da cidade. Hoje, a cidade é reconhecida pela gastronomia e alguns clássicos se tornaram até ponto turístico, caso do sanduíche de mortadela do Mercadão. O novo episódio do Expresso Ilustrada desta semana conta a história das marcas registradas da cidade, explica por que se tornaram clássicos e também conta com depoimentos de algumas das pessoas por trás desses sabores. Para falar sobre as marcas registradas da cidade, o podcast contou com depoimentos da Kuniko Yohana, do Pastel da Maria; o chef do Mocotó Rodrigo Oliveira, o sociólogo Carlos Alberto Dória, autor de obras como "A Culinária Caipira da Paulistânia" (ed. Três Estrelas); o gerente da Di Cunto Ricardo Farias Rodrigues; Roberto Frizzo, dono do Frevo; Caire Aoas, sócio do Fábrica de Bares, que administra o Bar Brahma e Fabio Donato, da Pizzaria Castelões. Também participa o jornalista Marcos Nogueira, do blog Cozinha Bruta, da Folha.   See omnystudio.com/listener for privacy information.
Desde o início do cinema, no final do século 19, o significado da mulher com uma bebida na mão foi se modificando ao longo dos anos. Já foi, desde um sinal de fracasso, como a personagem Heleninha Roitman, em "Vale Tudo", de 1988 a um certo símbolo de libertação, como em "Sex and The City", que consagrou o cosmopolitan. Hoje, podemos dizer que elas nunca beberam tanto em cena. A relação entre as mulheres, bebidas e a televisão é o tema do Expresso Ilustrada dessa semana que analisa as mudanças ao longo dos anos destas diferentes representações no audiovisual. Para isso, o podcast conta com a participação de Nina Giácomo, pesquisadora da história do cinema na Escola da Comunicações e Artes da USP, e com os jornalistas da Folha Carolina Moraes e Tony Goes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
MF Doom foi enigmático até no anúncio da sua morte, que aconteceu no final de outubro, mas só foi anunciada no último dia de 2020. O rapper, que usava uma máscara para esconder a identidade, é considerado uma lenda do hip-hop underground americano nos últimos 20 anos. Apesar de não ter a fama de um astro do rap, Doom influenciou nomes de muitos músicos que são estão hoje no circuito mainstream, como Drake, The Weeknd, Childish Gambino, Danny Brown e muitos outros. O Expresso Ilustrada dessa semana destrincha a trajetória de MF Doom e também a importância dele para a música.  See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ano Novo, vida nova? Não necessariamente. Em 2021, a produção cultural deve ter uma sensação de dejà-vu. Até que haja uma vacinação ampla, as mudanças que o setor sofreu em meio à Covid-19 vieram para ficar. O Expresso Ilustrada dessa semana analisa as apostas de todos os setores, desde os  projetos emperrados da Lei de Incentivo à Cultura, que pode afetar toda a cadeia cultural, passando pelo mercado de games, música, literatura, teatro, artes plásticas e gastronomia. Para abordar o assunto, o podcast ouviu os repórteres de cultura da Folha Eduardo Moura, Clara Balbi, Leonardo Sanchez, Marina Consiglio, Walter Porto e João Perassolo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nunca tivemos tantos dados à nossa disposição. Mas saber como usá-los é fundamental para obter resultados reais e ajudar na tomada de boas decisões. A convite da Mastercard, a futurista Martha Gabriel, conhecida por seu best-seller “Você, Eu e os Robôs", conduz a série “Tecnologia que aproxima empresas e pessoas” e explica qual o melhor caminho para transformar dados em insights. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Retrospectiva 2020

Retrospectiva 2020

2020-12-1748:02

O ano de 2020 foi um ano diferente. A pandemia do novo coronavírus mudou a vida e o trabalho de milhares de pessoas ao redor do mundo, gerou grandes crises econômicas e uma série de experiências intensas. Além da Covid-19, diversos acontecimentos políticos e sociais marcaram o ano. Por isso, o episódio do Expresso Ilustrada desta semana —e o último de 2020— faz uma retrospectiva de alguns dos principais momentos do setor cultural, passando por temas como o vai-e-vem no comando da Secretaria Especial da Cultura, o mercado editorial, os novos formatos de teatro, a indústria do cinema e da TV, os ecos dos protestos antirracistas, as mostras de artes plásticas, os games de sucesso e os hits que ganharam destaque na internet. Para abordar o assunto, o podcast ouviu os repórteres de cultura da Folha Eduardo Moura, Clara Balbi, Leonardo Sanchez, Walter Porto e João Perassolo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em um mundo cada vez mais digital, crescem os riscos de ataques cibernéticos e fraudes. A escritora e consultora Martha Gabriel, autora do best-seller “Você, Eu e os Robôs”, apresenta, a convite da Mastercard, a série “Tecnologia que aproxima empresas e pessoas” e analisa as soluções inovadoras para detectar esses riscos e ampliar a confiança nos negócios. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No centenário de nascimento de um dos maiores nomes da literatura brasileira, celebrado no dia 10 de dezembro, o mito de Clarice talvez esteja maior do que nunca. Desde sua morte, em 1977, se aprofundou a compreensão sobre uma mulher enclausurada por toda a carreira numa fama de hermética e estrangeira. E a repercussão de sua obra se ampliou, sem nunca se exaurir. O episódio do Expresso Ilustrada desta semana analisa o legado de Clarice no Brasil —e no mundo— e sua fama arrebatadora após sua morte. Para abordar o tema, o podcast ouviu Walter Porto, repórter de literatura da Folha, Nádia Battella Gotlib, autora da biografia "Clarice: Uma Vida que se Conta", lançada em 1995, Silviano Santiago, um dos maiores críticos literários em atividade no Brasil, e Benjamin Moser, biógrafo da autora. Com novos episódios todas as quintas, às 16h, o Expresso Ilustrada discute música, cinema, literatura, moda, teatro, artes plásticas e televisão. A edição desta semana é de Natália Silva, e o roteiro é de Lucas Brêda e Marina Lourenço, que também apresentam o programa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma verdadeira revolução nas formas de pagamento toma conta do país e do mundo. A escritora e consultora Martha Gabriel, autora dos best-sellers “Marketing na Era Digital” e “Você, Eu e os Robôs”, explica essas mudanças e apresenta as principais vantagens para empresas e consumidores. A convite da Mastercard, ela conduz a série “Tecnologia que aproxima empresas e pessoas”. See omnystudio.com/listener for privacy information.
“O Poderoso Chefão 3”, último filme da trilogia clássica de Francis Ford Coppola, retorna aos cinemas esta semana, em uma nova versão. Rebatizado de “O Poderoso Chefão - Desfecho - A Morte de Michael Corleone”, o longa tem mudanças de andamento, corte e acréscimo de cenas, um novo começo e um novo final. O episódio do Expresso Ilustrada desta semana analisa o que levou Coppola —e o roteirista, Mario Puzo— a mexer em um filme quase 30 anos depois de lançado. Também trata de outros casos de mudanças em filmes, do “Guerra nas Estrelas” de George Lucas ao “E.T: O Extraterrestre” de Steven Spielberg, passando por exemplos mais recentes. A série “13 Reasons Why” teve uma cena de suicídio retirada, e “Cats” foi refeito quase de maneira simultânea à sua estreia nos cinemas. Para abordar o tema, o podcast ouviu o repórter especial Ivan Finotti, que assistiu ao filme e escreveu uma reportagem para a Ilustrada. Também participa Rodrigo Salem, repórter de cinema baseado em Los Angeles e colaborador da Folha. Com novos episódios todas as quintas, às 16h, o Expresso Ilustrada discute música, cinema, literatura, moda, teatro, artes plásticas e televisão. A edição desta semana é de Natália Silva, e o roteiro é de Lucas Brêda e Marina Lourenço, que também apresentam o programa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Partindo do princípio de que nenhuma tecnologia é neutra, a escritora e consultora Martha Gabriel, autora dos best-sellers “Marketing na Era Digital” e “Você, Eu e os Robôs”, fala sobre as perdas e ganhos decorrentes da inovação e da necessidade de entender quais os parceiros ideais para os negócios e os consumidores atravessarem esse tsunami de transformações. A convite da Mastercard, ela conduz a série “Tecnologia que aproxima empresas e pessoas”. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na última sexta-feira (20), o dia da consciência negra, foram lançados dois discos de nomes importantes do samba: "Rio: Só Vendo a Vista", de Martinho da Vila, e "Brilha Sol", de Geovana. Com a participação dos dois veteranos do gênero musical, o episódio do Expresso Ilustrada desta semana fala sobre esses dois lançamentos, e também sobre racismo, Carnaval e espiritualidade. Também participa André Carvalho, jornalista que escreveu sobre o novo álbum da Geovana para a Folha. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Maria D’Apparecida foi uma meio-soprano carioca que interpretou “Carmen” na Ópera de Paris, gravou cerca de vinte discos e cantou com Baden Powell, entre outras coisas. Após ouvir que não poderia cantar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro por ser negra, ela foi até a França, onde fez carreira e se tornou uma embaixadora da música brasileira na Europa. O episódio do Expresso Ilustrada desta semana conta a história de Apparecida, que se tornou a primeira negra latino-americana a cantar na Ópera de Paris. Filha de faxineira, ela foi criada por uma família de classe média no Rio de Janeiro, foi musa do pintor surrealista Félix Labisse e sofreu acidente que a fez se voltar para a música popular. Para remontar a trajetória da cantora, o podcast ouviu a jornalista e pesquisadora Mazé Torquato Chotil, biógrafa de Apparecida. Também participa João Perassolo, repórter da Folha que escreveu uma reportagem sobre a artista. Com novos episódios todas as quintas, às 16h, o Expresso Ilustrada discute música, cinema, literatura, moda, teatro, artes plásticas e televisão. A edição desta semana é de Natália Silva, e o roteiro é de Lucas Brêda e Carolina Moraes, que também apresentam o programa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Não é exagero dizer que, durante os anos de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos, a cultura pop ficou mais militante e engajada —ou melhor, foi obrigada a sair de cima do muro. Obras que retratam a experiência de ser mulher, negro, imigrante ou LGBT no país, por exemplo, ganharam conotação política em a uma disputa de narrativas e identidades nos últimos anos. O episódio do Expresso Ilustrada desta semana analisa o legado do mais polêmico dos presidentes americanos na cultura pop e nos institutos artísticos. A era Trump foi marcada por protestos em premiações e pelo crescimento dos movimentos Me Too e Vidas Negras Importam, além de obras políticas como "This is America", de Childish Gambino, e a turnê "Us + Them", de Roger Waters. Para entender a influência do presidente na cultura, o podcast ouviu Giselle Beiguelman, artista plástica e professora da Universidade de São Paulo e Jason Farago, crítico de arte do jornal The New York Times. Também participam Marcos Augusto Gonçalves, editor da Ilustríssima, Silas Martí, editor do núcleo de cultura deste jornal e Anna Virginia Balloussier, repórter especial da Folha —todos foram correspondentes do jornal nos Estados Unidos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No domingo (1º), morreu Tom Veiga, o responsável por dar vida ao boneco Louro José, famoso papagaio que foi o braço direito de Ana Maria Braga no “Mais Você”, da Globo. Além de causar comoção generalizada, a morte do Louro José jogou luz sobre a importância desses personagens feitos de espuma, tecidos, plástico e outros materiais, que são figuras queridas e estão na tradição da TV brasileira. O episódio do Expresso Ilustrada desta semana relembra momentos marcantes do Louro José e também resgata a história de outros bonecos famosos, como Garibaldo (da “Vila Sésamo”), Júlio (de “Cocoricó”), Melocoton (que acompanhava a Eliana), Priscila (da TV Colosso), Xaropinho (do “Programa do Ratinho”) e os cavalinhos do “Fantástico”. Esses bonecos estão na memória afetiva dos brasileiros e são resultado do trabalho de criadores anônimos para o grande público. Os bonequeiros, que estão por trás dos panos, são as vozes e a alma desses personagens, que têm apelo pelas personalidades exageradas e honestas. Para relembrar esses personagens, o podcast de cultura da Folha conversou com o marionetista Fernando Gomes, responsável por dar vida ao Júlio do “Cocoricó” e ao Gato Pintado do “Castelo Rá-Tim-Bum” entre outros, além de Ulisses Tavares, diretor da companhia de teatro de bonecos Giramundo. Com novos episódios todas as quintas, às 16h, o Expresso Ilustrada discute música, cinema, literatura, moda, teatro, artes plásticas e televisão. A edição desta semana é de Natália Silva e Laila Mouallem, e o roteiro é de Leonardo Sanchez, que também participa do programa, apresentado por Lucas Brêda e Carolina Moraes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há 30 anos chegava ao Brasil a MTV, emissora americana com programação musical e que fazia grande sucesso entre os jovens, pela linguagem mais solta, o jeito descolado e os temas diferentes sobre os quais se debruçava. Mas apesar de ter ditado moda lá atrás, o que sobrou do canal hoje praticamente só importa atrações pouco inventivas de outros países —como o "De Férias com o Ex". O episódio do Expresso Ilustrada desta semana volta no tempo para falar da trajetória do canal no Brasil. Depois de chacoalhar a TV em seus primeiros anos, a MTV Brasil original entrou em crise e acabou sendo substituída por uma outra MTV, bem diferente da que muita gente cresceu assistindo. Para relembrar a era de ouro do canal, o podcast de cultura da Folha convidou antigos VJs —como eram chamados os apresentadores da MTV— para contarem sobre suas experiências por lá. São eles Marina Person, Zeca Camargo e Didi Wagner. Flávia Boggio, ex-roteirista e diretora da casa e hoje colunista deste jornal, também participa, bem como Thales de Menezes, repórter e crítico de música. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Comments (20)

Raphael Pantet

just remember, ALL CAPS when you spell the man name

Jan 15th
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Paulo Lavigne

Excelente episódio. Sugestão: limitar o número de hmmm, hmmm's do apresentador quando algum convidado está falando.

Dec 11th
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Carlos Hentges

que mundo estúpido

Oct 25th
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Thays Luiza

Ótima reflexão sobre esse aspecto da quarentena: o silêncio... Acho que as gerações em curso atualmente, nunca tiveram que lidar tanto com si mesma e com o ócio. Ah... e o Emicida sempre com perspectivas inovadoras, autênticas e inteligentes, entregues de maneira didática, delicada e certeira!!!

Jul 25th
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Thiago Marques

comecei ouvir como audiolivro outro dia, como um podcast enquanto fazia tarefa domésticas, mas não deu..rsrs. difícil! mas seguirei a dica de ler em voz alta na próxima vez..

Jul 2nd
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Thiago Marques

oi pessoal, obrigado pelo episódio. escutei o podcast pela primeira vez. tava procurando um podcast inteligente e logo de primeira ouvir esse tema, ainda com a lilian foi otimo!

Jun 19th
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Jonas Camargo

Eu amei esse início!

Mar 30th
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Leonardo

Não foi mencionado se a pesquisa levou em consideração a nacionalidade dos ouvintes. Um imigrante brasileiro na Europa escutando música brasileira é diferente de um europeu ouvindo a música brasileira.

Dec 17th
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Samuel Carneiro

gostei desse episódio, principalmente quando falam sobre as batidas do funk e como tem liderado os top rankings fora do país.

Dec 14th
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Cristiane Araujo

gostaria de uma resposta conclusiva

Nov 27th
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Cristiane Araujo

Boa noite, a pessoa que recebe salário mínimo pode investir?

Nov 27th
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Alessandre Reis

Vocês são muito irresponsáveis. Não conhecem a obra do Raul. Prestam um desserviço. Falar que as canções do álbum Abre-te Sésamo são ruins, que ninguém perde nada em não conhecê-lo, demonstra que não sabem nada do Raul e sua obra.

Nov 27th
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Geraldo Junior

Olá amigos..acabei de descobrir vocês..estou apaixonado...sou filho de cearenses e ativista do nordeste...o nordeste é o orgulho desse país..estamos em São Paulo desde a grande seca de 1877 conhecida como a seca dos três sete.. em todas as áreas da produção brasileira temos vários nordestinos...agora mesmo estou publicando em meu stories uma campanha chamada Nordestinos sim senhor...são atores, atletas, figuras históricas, cineastas..etc..que foram e são pilares desta grande nação... sujeito sonhador, cabra trabalhador que veio ou que ficou e com fé em nosso senhor enfrenta as agruras da vida sem perder o humor kabra valente nordestino sim senhor meu Instagram @kabravalente tamo junto, visse!

Aug 27th
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Maysa Leão

Hegemonia cultural é absoluta da indústria. Esses tapados elaboram essa conversa de "marxismo cultural" pra justificar os "terraplanistas" serem motivo de chacota entre pessoas minimamente racionais.

Aug 8th
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Fá Bio

Nossa, eu ODEIOOO isso hahahaha parei de acompanhar séries e filmes mainstream atuais por causa disso.

Jul 25th
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Fá Bio

Me enganaram direitinho, porque o Seu Jorge também regravou a Das Model do Kraftwerk. Mas essa edição ficou maravilhosa, parabéns. Vou ouvir agora essa playlist.

Jul 12th
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Leandro Ramalho

expresso ilustrada e ilustríssima conversa são minhas obrigações semanais. obrigado

Jun 18th
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Leandro Ramalho

que episódio massa. bom desfazer essa imagem idealizada dos astros. e bom ouvir o Salem, colega de curso de jornalismo na UFPB

Jun 18th
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Leandro Ramalho

Sergei disse tudo. como essa geração tá "certinha" e sem cor.

Jun 18th
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Fá Bio

Game of thrones sou contra.

May 30th
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