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MANUAL DO DESESPERO
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Já começa 2026 apoiando:https://apoia.se/manualdodesesperoNeste episódio, o Manual do Desespero começa como toda boa virada de ano deveria começar: energia duvidosa às 9h da manhã, Champagne questionável e zero consenso sobre o que realmente importa no Réveillon. A conversa rapidamente vira um manifesto torto sobre por que 2026 pode ser um ano interessante — ou pelo menos estranho o suficiente pra valer a pena acompanhar.Entre apostas sérias e provocações nada responsáveis, o episódio passa por energias renováveis finalmente passando o carvão, eleições dominadas por fake news feitas por IA, o lado assustador (e engraçado) dos vídeos ultrarrealistas, e o impacto real da inteligência artificial na criação artística, no trabalho e até na possibilidade de fazer jogos sozinho em 15 minutos. Tudo isso com exemplos que vão de Dom Pedro II a vídeos falsos de políticos beijando gente errada.E claro: cultura pop no volume máximo. GTA VI como evento social maior que Copa do Mundo, Nolan adaptando A Odisseia, teorias sobre elenco improvável, cinema, games, exoplanetas, Copa de 2026, seleção brasileira precisando de mais “pedreiros” e menos gênios, além de previsões completamente questionáveis sobre quem vai brilhar (ou passar vergonha). Um episódio caótico, irônico e surpreendentemente otimista — do jeito errado.
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Seja legal. Apoie o MANUAL! https://apoia.se/manualdodesesperoNeste episódio do Manual do Desespero, Vitor Soares e Alexandre Nickel entram de cabeça na síndrome do impostor — sem autoajuda fácil, sem discurso motivacional de palco e sem fingir que todo mundo “merece tudo”. A conversa passa por insegurança profissional, criação de conteúdo, mérito, sorte, ansiedade, performance social e aquela sensação constante de estar ocupando um lugar que talvez não fosse “pra você”.O episódio cruza experiências pessoais com referências da psicologia e da filosofia, incluindo dados sobre a prevalência da síndrome do impostor, o conceito de ignorância pluralista e a leitura de Sartre sobre comportamento performativo em O Ser e o Nada. Também rola a clássica distinção entre “ter síndrome do impostor” e, em alguns momentos da vida, ser o impostor mesmo — sem romantização.Entre provocações, discordâncias e exemplos bem concretos do mercado criativo, o papo tenta responder perguntas difíceis:quem sofre mais com a síndrome? quem nunca teve? quando a autocrítica vira ferramenta — e quando vira sabotagem? e por que tanta gente competente se sente uma fraude enquanto tanta gente ruim dorme tranquila?Um episódio sobre trabalho, identidade, insegurança e o teatro social que todo mundo finge não estar encenando.
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Ir ao cinema não é só “ver um filme” — é fugir da própria cabeça por duas horas, com ar-condicionado no talo e um balde de pipoca inflacionado na mão. Nesse episódio, eu e Vitor desmontamos a experiência cinematográfica: por que a sala escura vira lugar seguro, como o cinema vira memória afetiva de infância e por que, mesmo quando o filme é meia-boca, a sessão ainda pode salvar o dia.A gente fala de tudo que realmente muda a tua experiência: escolher o filme pelo teu clima ou pela roleta russa do horário, poltrona certa (inclusive os lugares da frente que ninguém pega e são ótimos), IMAX vs 3D “coisa fascista”, cadeira que treme, pipoca doce com salgada na proporção correta, xixi estratégico antes do filme e o limite entre reagir ao filme e virar comentarista de mesa de bar no meio da sessão. Tem cinema vazio, cinema lotado de nerd chorando no Homem-Aranha e a sessão perfeita com pouca gente, som bom e tela gigantesca.Também entra a parte das “regras não escritas”: mexer no celular é inaceitável, spoiler é falta de caráter, discutir o filme depois é obrigatório e usar o cinema como autocuidado é quase terapia barata. No final, a ideia é simples: se você olhar pra ir ao cinema como um ritual de cuidado com a cabeça, e não só um passatempo qualquer, até filme ruim em musical pode virar uma boa lembrança. E se quiser manter esse podcast vivo (diferente do 3D), cola em: https://apoia.se/manualdodesespero
Lembrando que o INVEJOSO RUIM (realmente horrível) é aquele que não apoia o podcast:https://apoia.se/manualdodesesperoNeste episódio, a gente parte de um fun fact improvável: NVIDIA, a gigante das placas de vídeo, tem nome de “inveja” em latim — e daí mergulha de cabeça nesse sentimento que ninguém gosta de admitir. A conversa passa por “olho gordo”, mal olhado, sal grosso jogado pra trás pra acertar o espírito da inveja no olho, e a frase do Leandro Karnal: “a inveja é o único pecado envergonhado”. Todo mundo se orgulha da própria raiva ou avareza, mas ninguém diz com tranquilidade “eu sou invejoso”.A partir daí, a gente destrincha a diferença entre inveja, cobiça e ressentimento: querer ter algo x desejar que o outro perca, e como isso pode virar motor de ação ou implosão da própria vida. Falamos de Alan de Botton, proximidade (você não inveja o Neymar, inveja o primo), redes sociais como fábrica de inveja, comparação política entre esquerda e direita e até como muitas vezes você vive hoje tentando agradar uma versão antiga de si mesmo. A inveja entra como ferramenta de autodiagnóstico: o que exatamente no outro te dispara gatilho? Dinheiro, status, afeto, reconhecimento?No final, o episódio vira quase um mini-guia prático: quando faz sentido transformar inveja em inspiração (correr atrás, estudar, dançar melhor) e quando o melhor é se afastar, levar pra terapia e cavar a origem desse nó lá na infância. A gente fala de vulnerabilidade, de como admitir certos ciúmes e frustrações aproxima mais do que afasta, e fecha com aquele convite pra você olhar pra quem você “tem inveja” e usar isso como mapa de onde sua vida talvez precise mudar — em vez de só torcer pro barco do seu primo afundar.
OFERTA EXCLUSIVA da NordVPN ➼ https://nordvpn.com/mddExperimente sem riscos agora com garantia de reembolso de 30 dias!Como é que a gente faz amigo depois dos 30 sem parecer meio desesperado? Nesse episódio do Manual do Desespero, eu e o Alexandre contamos como ficamos realmente próximos já adultos, falamos de perder celular no Peru, guias turísticos, sacrifício inca (sim, isso entra na conversa) e toda a estranheza de tentar se conectar com pessoas novas quando a vida já tá cheia de boleto, filho, trampo e falta de tempo. É papo honesto sobre amizade adulta, zero autoajuda açucarada.A partir daí, a gente entra nas estratégias práticas: usar camiseta específica pra atrair “a sua galera”, fazer curso (gastronomia, luta, o que for), entrar em grupos de RPG, board game e card game, testar trabalho voluntário, clube de leitura, batalhas de rap, academia e jiu-jitsu como ponto de encontro, ambientes religiosos, grupo de condomínio e até o clássico “usar cachorro/filho como âncora social”. Também falamos de como manter as amizades que você já tem, por que cultivar amigo é tão difícil depois de adulto e como o humor em comum é, talvez, o vínculo mais íntimo que existe.No final, ainda montamos o “amigo ideal” ao vivo (com piscina, frango na beira d’água e referências questionáveis) e oficializamos uma nova amiga da internet. Se você tá tentando fazer novos amigos, resgatar os antigos ou só se sente meio deslocado depois dos 30, esse episódio é pra você. Deixa nos comentários como você conheceu seus melhores amigos, manda pra alguém que vai se identificar e, se quiser ouvir o chorinho exclusivo, é só apoiar o Manual do Desespero no https://apoia.se/manualdodesespero
Todo mundo acha que sabe estudar… até descobrir que passou a vida inteira decorando coisa em cima da hora e repetindo passo a passo de vídeo do YouTube achando que “aprendeu”. Neste episódio do Manual do Desespero, Vitor Soares e Alexandre Níquel partem de um simples “não sei o que é log” e acabam em ciência eurocêntrica, Napoleão em Waterloo, Nietzsche em modo poeta e dinossauros existencialistas no Parque do Aprende-Sauros. No meio disso tudo, rola terapia de leve: ansiedade, culpa com os pais e a tal da ilusão de conhecimento que engana todo mundo.Aqui a gente fala sério (do nosso jeito) sobre como aprender qualquer coisa: dificuldade de concentração na escola, estudar só na véspera, usar podcast e gravação de áudio pra memorizar, técnicas tipo Pomodoro, mapas mentais, Google Acadêmico, IA como aliada (e não como oráculo), misturar assuntos pra criar conexões reais no cérebro e revisar com espaçamento. Tem também a parte nada motivacional, porém honesta, de desaprender: rever a forma de lidar com ansiedade, entender que os pais fizeram o que dava e aceitar que “saber um pouco sobre tudo” não é a mesma coisa que realmente entender alguma coisa.Se você está estudando pra vestibular, concurso, prova da faculdade, aprender iluminação de câmera ou só quer parar de sentir que é burro enquanto vê o clipe de “Thriller” achando que dança igual ao Michael Jackson, esse episódio é pra você. Dá o play, se inscreve no canal, manda pra alguém que vive dizendo “eu funciono sob pressão” e conta nos comentários: qual coisa você gostaria de desaprender pra aprender direito pela primeira vez? E se quiser ajudar o podcast a continuar existindo no meio desse caos, cola em https://apoia.se/manualdodesespero
Todo mundo olha o grande Vitinho e pensa: "esse homem nunca falhou em nada!" E a resposta é... Sim! Ele realmente nunca falhou. Na verdade, absolutamente nenhum erro foi cometido em toda a sua vida. Por outro lado, todo mundo que olha o Alexandre... Tenta achar um sucesso tal qual uma agulha num palheiro. Uma pena. Sim, sou eu, Vítor, que estou escrevendo essa descrição.
Sempre lembrando que você pode nos amar a distância apoiando esse projeto:https://apoia.se/manualdodesesperoNeste episódio do Manual do Desespero, Alexandre Nickell e Vítor Soares falam sobre o amor à distância — o tipo de amor que sobrevive a fuso horário, boleto e Wi-Fi instável. A conversa começa com Nietzsche e termina em baratas deitadas no chão, passando por ciúmes, solidão e a teoria triangular do amor de Robert Sternberg.Entre lembranças pessoais e confissões honestas, eles discutem o que realmente sustenta um relacionamento quando o corpo não tá por perto: confiança, comunicação e a capacidade de continuar sendo feliz sozinho.É um papo sobre maturidade emocional, sobre o que é amor de verdade — o tipo que existe “além do bem e do mal”, mas também além da idealização.
Pra galera que quiser dar aquela moral: https://apoia.se/manualdodesesperoHome office por acidente vs. por escolha: neste episódio, Vitor Soares e Alexandre Nickel destrincham o que realmente funciona quando a sua casa vira escritório — sem romantização. Das aulas online em plena pandemia (com turma “modo fantasma” na webcam) ao estúdio no quintal, a conversa passa por produtividade de verdade, não a fantasia de “10 horas rendem 10x mais”. É papo franco sobre ritmo, limites e como não virar refém do próprio trabalho.Na prática: post-it diário + planner semanal, blocos curtos de foco (grava até a primeira vírgula sonora, pausa, respira), regra 20-20-20 pros olhos, ergonomia básica (altura da mesa, apoio de pés, ombros relaxados), luz fria pra trabalhar e quente pra desligar, fone com cancelamento de ruído, vitamina D acompanhada por médico, e — se der — um espaço “separado” de casa. Também falamos de cafeterias e coworkings como antídoto à distração doméstica, e de como dizer “não” pra convites e reuniões que só empilham cansaço (inclusive liberando a câmera quando possível).O coração do episódio é a fronteira: horário de trabalho (e de parada), negociar expectativas com quem não está em home office, e criar “gaveta” de conteúdo pra ter respiro sem culpa. Conta nos comentários qual tática te salvou no remoto. Se quiser apoiar, tem “chorinho” exclusivo pra apoiadores — aquele extra onde a conversa continua e as histórias também. Até o próximo!
Sala de aula sem romantização: hoje o Vitor e o Nickel falam do que rola de verdade — aluno testando limite, professor tentando segurar a turma, salário apertado e a tal “influência” do profe que existe, mas não é milagre. Conversa direta, sem levantar a voz (literalmente e figurativamente).Tem história de aula que engaja citando Assassin’s Creed, trabalho extra valendo ponto com vídeo/rap/quadrinho, e também os perrengues: coordenador, pais, professor que perde a mão. No meio, três regras simples que salvam: preparar a aula, não gritar e caminhar junto da coordenação.Se você teve um(a) professor(a) que te marcou, manda um “obrigado” pra essa pessoa. O profe não esquece. E se você dá aula ou pensa em dar, esse papo ajuda a ver o ofício sem fantasia — e com espaço pra continuar gostando dele.E se você realmente quer ajudar a educação nesse país, faça parte do nosso apoia-se:https://apoia.se/manualdodesespero
Torça por nós. Seja um apoiador. https://apoia.se/manualdodesesperoA gente confessa: já fomos “doentes” por futebol — e deu ruim. Entre Vasco pós-2008, era Suárez no Grêmio, David Luiz, Thiago Silva e a catarse do estádio, discutimos por que torcer vicia (pertencimento + dopamina) e onde a paixão vira autossabotagem. “Torcedor saudável” x “torcedor tru”: dá pra amar o time sem quebrar o humor — nem a casa.Futebol é mais que placar: é fenômeno social e político na América Latina, de Sócrates às torcidas em tempos de ditadura. Passeamos pela história (alô, Museu do Futebol) e pela frase atribuída a Albert Camus (“tudo que sei sobre moral devo ao futebol”) pra mostrar como o jogo espelha a sociedade — e por que isso nos pega tão fundo.Guia prático para não enlouquecer: 1) ritual com amigos/família; 2) conhecer a história do seu clube; 3) zero agressividade; 4) finanças sob controle (camisa e ingresso não podem te falir). Curtiu? Comenta como você lida com a ressaca pós-jogo, manda pro grupo do time e apoie o podcast pra ouvir o “chorinho” extra. 🎧⚽️ #Futebol #TorcedorSaudável #PsicologiaDoEsporte
Envelhecer assusta? Neste episódio do Manual do Desespero, a gente entra de cabeça no medo de envelhecer — essa crise existencial que todo mundo vai encarar cedo ou tarde. Tem piada, caos e também ciência séria: pesquisas sobre a felicidade em forma de U, filosofia estoica, Epicuro e até gerontologia.A conversa passa por tudo: desde o momento em que você percebe que nunca mais vai ser jogador de futebol ⚽, até como cuidar do corpo e da mente pra não surtar com a idade. E claro, com muito humor ácido, referências absurdas (Pepe Moreno, vovô garoto, Hello Fellow Kids) e a honestidade brutal de sempre.Se você já pensou “tô velho demais” ou tem medo do futuro, esse episódio é pra rir, refletir e perceber que a velhice também pode ser liberdade.Quer envelhecer bem?https://apoia.se/manualdodesespero
Acordar cedo é realmente um superpoder ou só papo furado de coach? 🌅 Nesse episódio, Alexandre e Nico debatem os prós e contras de levantar antes do sol, trazendo filosofia (Seneca!), ciência do sono, testes de cronotipo e experiências pessoais que mostram como a rotina matinal pode transformar — ou ferrar — o seu dia.Entre galos cantando, cafés no quintal, cronotipos matutinos e histórias bizarras sobre sono na Idade Média e Revolução Industrial, a conversa mistura humor, curiosidade e dicas práticas: desde regular o horário de dormir até o impacto da luz azul e do café no sono.👉 Você vai descobrir:Por que acordar cedo não significa “ter mais horas no dia”O que é cronotipo e como descobrir o seuComo povos antigos dormiam em blocos (e até em grupo)Dicas reais para ajustar seu sono sem sofrimentoHistórias insanas sobre despertadores, música, café e produtividade💡 No fim, tem até a criação de um despertador personalizado com nomes comuns do Brasil (spoiler: José não se deu bem nessa)E o mais importante: https://apoia.se/manualdodesespero
20 novas formas de ocupar sua vida — da genialidade inútil ao desespero criativo. Um episódio que não resolve nada, mas pelo menos te distrai.Hobby bom mesmo é fazer parte do nosso apoia-se. https://apoia.se/manualdodesespero
Você já reparou como é difícil dizer “não” sem parecer grosso, culpado ou mal-educado? Neste episódio do Manual do Desespero, a gente mergulha no caos diário de quem vive tentando agradar todo mundo — e acaba se enrolando cada vez mais. Entre histórias reais, reflexões ácidas e dicas práticas, a gente mostra por que aprender a negar pode ser um dos maiores atos de autocuidado.Se você vive aceitando favores que não queria, indo a lugares que não suporta ou segurando rojão que não era seu… esse episódio é pra você.Diga não pra essa MESQUINHARIA aí e venha apoiar o MANUAL DO DESESPERO:https://apoia.se/manualdodesespero
Mas se você quer realmente vencer na vida, vem pro nosso apoia-se.https://apoia.se/manualdodesespero
O webirmão mais novo do Brasil se mostra mais uma vez insuportável e não só enfatiza a solidão do Vitinho como também ri publicamente em voz alta pra que isso todos saibam. Quer receber episódios extras e ainda ajudar essa bagunça a acontecer? Assine: https://apoia.se/manualdodesespero
Episódio mais sério do MANUAL até agora.Vem ajudar esse podcast a continuar e crescer. Apoia a gente aí e faça parte do lance.https://apoia.se/manualdodesespero





vim do historias prós brother, vcs são muito foda. Espero que esse pod seja um sucesso.