#4 - Entender o Chega com Contra Narrativa
Description
AVISO: Neste episódio falamos sobre o Chega e sobre outras correntes políticas. As opiniões apresentadas neste episódio não são vinculativas. Caso não concordes és bem-vinde a partilhar a tua perspetiva com respeito e cordialidade. Lembra-te: por de trás de um vídeo estão pessoas como tu, vamos por favor manter a empatia e conexão, porque estamos todos a lutar para o mesmo. <3
Neste episódio falo com a Susana, responsável pelo projeto Contra Narrativa, que se foca em desmantelar e expor a verdade por de trás da retórica do partido Chega.
Nesta conversa leve, falamos:
- do percurso da Susana e o que a levou a criar a página;
- das principais descobertas que fez ao investigar o partido;
- o discurso de ódio subjacente a muitas mensagens do partido;
- desconstruímos o eleitorado do chega e quem são realmente estas pessoas;
- lidar com familiares, amigos que votam chega;
- e o que cada um pode fazer para não contribuir para este tipo de discurso de ódio e populismo;
Fica para ouvir este episódio, ligeiramente polémico e onde trazemos a visão de diálogo de um ângulo que te vai abanar!
Sobre a Susana do Contra Narrativa:
A Contra-Narrativa, por muitos simplesmente chamada a Contra, nasceu poucos dias depois das legislativas de 2025. A sua criadora, tem um percurso de ativismo sobretudo ligado aos direitos das mulheres e à igualdade de género, e mais tarde também às causas LGBTQIA+, alargando os temas à medida que se vai informando, partindo da convicção de que a luta contra a desigualdade e o autoritarismo se faz em todas as frentes e o humanismo é a maior de todas as causas.
Inconformada e movida por uma curiosidade persistente, criou a página depois de assistir, no 10 de Junho, à rápida mobilização em torno da petição onde pedia a avaliação da inconstitucionalidade do Chega. Percebeu então que faltava um espaço que pudesse informar, dialogar com segurança e dar voz a quem queria resistir.
Desde então, a Contra-Narrativa tornou-se um espaço de investigação cívica e comentário crítico, atento à atualidade política e às estratégias da extrema-direita. É uma voz que insiste na importância de escrutinar, de expor incoerências e de mobilizar a sociedade civil - não como projeto partidário (até porque não é militante de nenhum partido), mas como resposta à corrosão da democracia.
A autora diz que “ser mulher é um ato político” e é com essa consciência que continua a falar, a investigar e a interpelar. Acredita que a luta nunca acaba, mas que é preciso mantê-la viva, para que o fascismo volte a ficar bem longe do centro do poder.
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