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Pergunta Simples
Pergunta Simples
Author: Jorge Correia
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O Pergunta Simples é um podcast sobre comunicação. Sobre os dilemas da comunicação. Subscreva gratuitamente e ouça no seu telemóvel de forma automática: https://perguntasimples.com/subscrever/ Para todos os que querem aprender a comunicar melhor. Para si que quer aprender algo mais sobre quem pratica bem a arte de comunicar. Ouço pessoas falar do nosso mundo. De sociedade, política, economia, saúde e educação.
246 Episodes
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O que faz alguém continuar a rir mesmo quando já sabe o fim da história? Cândido Costa fala sobre vulnerabilidade, coragem e comunicação, explicando porque contar bem não é exagerar, mas ser fiel à emoção.
• A vulnerabilidade como fonte de magnetismo.
• O humor que nasce da experiência vivida.
• A importância do ritmo e da pausa.
• O balneário como espaço emocional e de liderança.
• Instinto, risco e entrega na televisão.
Citação de Ouro
“Eu tento contar a história explicando porque é que me fez rir.”
🔗 Episódio com Cândido Costa:
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Porque é que há sabores que nunca esquecemos? Marlene Vieira explica como a memória alimentar se constrói entre cheiros, texturas, tempo e emoção, numa conversa sobre identidade, rigor, liderança e o futuro da cozinha portuguesa.
• A memória gustativa começa na infância e no cheiro da cozinha.
• Produto de qualidade exige menos técnica e mais respeito.
• Textura, tempo e temperatura mudam o sabor.
• Liderar equipas é minimizar o erro sem destruir pessoas.
• A cozinha portuguesa como património emocional e cultural.
Citação de Ouro
“A qualidade do produto exige menos transformação.”
🔗 Episódio com Marlene Vieira:
https://perguntasimples.com/o-que-faz-uma-comida-ficar-na-memoria-marlene-vieira/
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O que faz um livro ficar connosco depois da última página? Ana Daniela Soares explica porque a leitura exige tempo, empatia e atenção ao mundo, numa conversa sobre livros que resistem, escritores atentos e o risco de deixarmos de ler em profundidade.
• Um bom livro começa sempre numa boa história.
• O leitor tem o direito de largar e regressar.
• A empatia como traço comum dos grandes escritores.
• Ler para compreender a atualidade para lá do título.
• O impacto real da leitura no cérebro e na imaginação.
Citação de Ouro
“O leitor é sempre o juiz.”
🔗 Episódio com Ana Daniela Soares:
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Rui Melo aborda a urgência da escuta ativa e da flexibilidade intelectual num mundo onde as certezas parecem cada vez mais rígidas e as opiniões não solicitadas dominam o espaço digital. O ator e encenador explora a intersecção entre o humor, a música e a representação, revelando os bastidores de projetos marcantes como Pôr do Sol e a sua visão sobre a responsabilidade da arte em provocar emoções profundas, da raiva à dor. Entre a técnica teatral e a musicalidade das palavras, Melo reflete sobre o processo de construção de personagens e a importância do ajuste fino na direção artística, defendendo que o humor só cumpre o seu propósito quando provoca um efeito real em quem o vê.
Citação de Ouro: "O humor só é humor para quem o vê. Para quem o faz não tem de ser. Se o texto for bem escrito e for bem interpretado, quem vê é que tem de se rir."
🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/papel-da-arte-na-conversa-publica-rui-melo/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
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Como se conta uma boa história sem trair quem a viveu? Nesta conversa, Rui Cardoso Martins fala da escrita como ofício e como ética: a memória como matéria-prima, o silêncio como técnica, e a linguagem como força que pode esclarecer ou envenenar. Do jornalismo nos “tempos heroicos” do Público às reportagens em cenários extremos, o fio condutor é simples e exigente: as palavras importam, porque moldam a forma como vemos o mundo — e como o mundo nos vê.
• O que distingue jornalismo, crónica, humor e romance: a mesma língua, ritmos e responsabilidades diferentes.
• Mestres, redações e “tarimba”: aprender a escrever de tudo e a aguentar a pressão sem perder a ética.
• A memória como condição da literatura: sem registo, sem caderno, sem atenção, não há escrita que resista.
• Manhãs, silêncio e método: por que a escrita longa pede outra energia e outra solidão.
• Guerra e desumanidade: Sarajevo, o medo real, e a aprendizagem brutal de que a civilização pode colapsar depressa.
• Mentira, manipulação e “verdades” concorrentes: quando o boato vale tanto como o facto, a democracia fica por um fio.
• Para que servem as histórias: transformar-nos, mesmo que por instantes, e lembrar o essencial — liberdade, dignidade, humanidade.
Citação de Ouro
“As palavras… às vezes dão cabo do mundo.”
🔗 Episódio com Rui Cardoso Martins: https://perguntasimples.com/contas-me-uma-boa-historia-rui-cardoso-martins/
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Para que serve a literatura quando a realidade se torna pesada, violenta ou difícil de suportar? Nesta conversa, Tânia Ganho fala da escrita e da leitura como exercícios de atenção, lentidão e responsabilidade. Num tempo acelerado, dominado por imagens e discursos fabricados, a literatura surge como um espaço onde ainda é possível parar, pensar e escolher palavras com cuidado.
• Escrever como trabalho contínuo, não como inspiração permanente.
• Ler como treino de concentração e resistência à pressa.
• A tradução como lugar de criação, escolha e perda inevitável.
• A linguagem como instrumento moral num mundo de desinformação.
• A literatura como forma de olhar a crueldade sem a transformar em espetáculo.
Citação de Ouro
“A leitura obriga-nos a um trabalho de lentidão.”
🔗 Episódio com Tânia Ganho:
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O que é que o palco ensina sobre comunicar melhor na vida real? Nesta conversa, Diogo Infante cruza a experiência de ator, encenador e diretor artístico para pensar a comunicação como presença, escuta e responsabilidade. Fala-se de timidez, verdade, medo de falhar, relação com o público e daquilo que não se aprende em manuais: o tempo certo, o silêncio e a atenção ao outro.
• Comunicar começa por saber exatamente o que se quer dizer.
• A escuta como base de qualquer diálogo verdadeiro.
• Voz, corpo e energia como instrumentos de comunicação.
• O erro, a dúvida e o síndrome do impostor como parte do processo.
• A arte como treino radical de empatia e atenção.
Citação de Ouro
“Comunicar bem começa por ouvir de verdade.”
🔗 Episódio com Diogo Infante:
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Como se comunica a guerra num tempo de propaganda permanente? E porque falamos tão pouco de paz quando o conflito domina o espaço público? Nesta conversa, Manuel Poejo Torres ajuda a ler o mundo atual a partir da comunicação estratégica, da geopolítica e da forma como o medo, a dissuasão e a narrativa moldam decisões políticas e perceções coletivas.
• A guerra como fenómeno comunicacional, não apenas militar.
• Propaganda, desinformação e guerra híbrida no espaço público.
• A ameaça nuclear como instrumento político e psicológico.
• O papel da Europa num sistema internacional instável.
• Os riscos democráticos quando se normaliza o discurso de guerra.
Citação de Ouro
“A guerra começa muito antes do primeiro disparo.”
🔗 Episódio com Manuel Poejo Torres:
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O que nos torna ainda humanos num mundo de máquinas, otimização e perfeição artificial? Nesta conversa longa e física, Albano Jerónimo fala do corpo como lugar de verdade, do erro como gesto urgente e da falha como aquilo que nos aproxima uns dos outros. Entre teatro, cinema, paternidade e inteligência artificial, reflete-se sobre presença, empatia, vulnerabilidade e aquilo que nenhuma máquina consegue simular: o estar vivo.
• O erro como espaço de descoberta e ligação humana.
• O corpo como instrumento primário de comunicação.
• A falha como resistência num mundo de perfeição artificial.
• A relação entre humano e máquina no palco e na vida.
• A empatia, o cuidado e o afeto como escolhas diárias.
Citação de Ouro
“O erro é urgente. A falha dá-nos corpo.”
🔗 Episódio com Albano Jerónimo:
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Como se filma uma boa história quando o mundo pede velocidade, ruído e respostas fáceis? Nesta conversa, Manuel Pureza reflete sobre o cinema como arte de escolha, implicação moral e relação com o outro. Fala-se de novelas, séries, humor, educação do olhar e da ideia de que contar histórias é, antes de tudo, um ato de responsabilidade humana.
• As histórias como estrutura profunda da experiência humana.
• Filmar não é mostrar tudo, é escolher o que fica de fora.
• A câmara como participante, não como testemunha neutra.
• O ator como criador ativo, não como tarefeiro do texto.
• O humor, a emoção e o ridículo como formas de revelar a verdade.
Citação de Ouro
“O cinema serve para emocionar — para rir ou para chorar.”
🔗 Episódio com Manuel Pureza:
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Como comunicam os bebés antes das palavras? Nesta conversa, Pedro Caldeira da Silva explica porque a comunicação começa muito antes da linguagem verbal. O choro, o olhar, o sorriso, o ritmo, o corpo e a repetição formam uma verdadeira gramática emocional que estrutura o vínculo, a confiança e o desenvolvimento humano desde os primeiros dias de vida.
Fala-se de bebés como agentes ativos, da importância da interação individual, do tom de voz, da disponibilidade emocional dos adultos e dos riscos da negligência relacional. Uma conversa essencial para perceber como se constrói a comunicação, a empatia e a autonomia muito antes de sabermos falar.
• Os bebés comunicam antes de falar — e falam connosco desde o início.
• Choro, sorriso e imitação como ferramentas de ligação.
• O vínculo como base do desenvolvimento emocional e cognitivo.
• A importância do tom, do ritmo e da repetição.
• O perigo da indisponibilidade emocional e da negligência silenciosa.
Citação de Ouro
“Os bebés não são agentes passivos: são agentes ativos na comunicação.”
🔗 Episódio com Pedro Caldeira da Silva:
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O jornalismo ainda importa? Nesta conversa, Margarida Davim defende que o verdadeiro poder do jornalismo continua a ser o mesmo: perguntar, investigar, escolher e explicar. Num mundo saturado de informação em bruto, redes sociais e ruído permanente, o jornalismo mantém um papel central na democracia precisamente porque filtra, contextualiza e dá sentido à realidade.
Falamos do ataque à credibilidade dos jornalistas, da pressão económica sobre os media, do colapso dos modelos de negócio tradicionais e da necessidade de um jornalismo mais pequeno, mais especializado e mais próximo das comunidades. Uma reflexão clara sobre liberdade, responsabilidade, ameaça às mulheres no espaço público e a coragem de dizer que a capa é verde quando todos insistem que é vermelha.
• O jornalismo como poder de perguntar e incomodar
• Informação não é jornalismo: editar também é um dever democrático
• A crise dos modelos de negócio e o futuro de nicho
• Comentário político, clareza e responsabilidade pública
• A violência dirigida às mulheres no espaço mediático
• Comunidade, verdade e liberdade de informar
Citação de Ouro
“O único poder que um jornalista tem é perguntar.”
🔗 Episódio com Margarida Davim:
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Comunicar não é apenas falar: é ocupar o espaço, escutar o outro, lidar com o silêncio e estar inteiro no aqui e agora. Nesta conversa, Cristina Carvalhal reflete sobre a comunicação como experiência corporal, relacional e profundamente empática. Do teatro à vida quotidiana, fala-se de voz, presença, atenção, medo, exposição e da forma como o corpo comunica mesmo quando não diz nada.
Entre exemplos simples — como uma conversa no elevador — e reflexões mais amplas sobre cultura, poder, género e empatia, emerge uma ideia central: comunicar bem exige disponibilidade, escuta e responsabilidade perante o outro.
• O corpo como principal instrumento de comunicação.
• Silêncio, espaço e escuta como linguagem.
• Falar com o outro em vez de falar para o outro.
• Voz, presença e atenção como treino diário.
• Comunicação, empatia e responsabilidade social.
Citação de Ouro
“O ato de comunicar é um ato de exposição.”
🔗 Episódio com Cristina Carvalhal:
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O que é que a doçura nos ensina sobre comunicação? Nesta conversa luminosa, Rita Nascimento — pasteleira, autora e criadora de conteúdos — mostra como os doces são muito mais do que açúcar: são memória, linguagem, afeto e partilha. Fala-se de infância, rituais, confiança, pedagogia, prazer e da forma como a comida comunica emoções que muitas vezes não sabemos verbalizar.
Entre receitas que funcionam, histórias que passam de geração em geração e uma relação honesta com o prazer, emerge uma ideia simples e poderosa: a doçura não é excesso, é contexto. E comunicar bem passa por saber quando, como e com quem partilhar.
• A pastelaria como linguagem emocional e universal.
• Memória, infância e afeto ligados ao sabor.
• Doce como exceção, ritual e prazer consciente.
• Confiança construída pela clareza e pela verdade.
• Ensinar, partilhar e comunicar sem truques.
Citação de Ouro
“O doce não é para todos os dias. É para os dias que importam.”
🔗 Episódio com Rita Nascimento:
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Como se fotografa a emoção num mundo saturado de imagens? Nesta conversa profunda e prática, José Sena Goulão, fotojornalista da agência Lusa, explica porque é que a técnica nunca é suficiente e porque é que a fotografia só faz sentido quando capta aquilo que não se ensina: o olhar, a tensão, o instante irrepetível.
Fala-se de futebol, política, guerra, entrevistas sob pressão, imagens icónicas e dilemas éticos. Da luz imperfeita às fotografias de família tecnicamente falhadas mas emocionalmente decisivas, emerge uma ideia central: a emoção não se fabrica, reconhece-se. E o fotojornalismo vive desse reconhecimento.
• A diferença entre fotografar beleza e fotografar realidade
• Emoção como critério maior da boa fotografia
• Técnica ao serviço do instante, não o contrário
• O peso ético de fotografar sofrimento
• Verdade, enquadramento e responsabilidade editorial
• Imagens icónicas e memória coletiva
Citação de Ouro
“A fotografia perfeita pode não dizer nada. A imperfeita, às vezes, diz tudo.”
🔗 Episódio com José Sena Goulão:
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Porque é que nos metemos em triângulos amorosos sabendo, quase sempre, que alguém vai sofrer? Nesta conversa franca e sem moralismos fáceis, José Gameiro ajuda a perceber o desejo, a fantasia, o ego e a fuga que alimentam estas relações. Fala-se de amor, erotismo, culpa, silêncio, instinto e da dificuldade humana em lidar com a falta, o tédio e a finitude.
Entre a psicologia clínica, a experiência de vida e a escrita, emerge uma ideia desconfortável mas necessária: os triângulos amorosos dizem menos sobre o outro e mais sobre aquilo que ainda não conseguimos dizer a nós próprios.
• O triângulo amoroso como fuga e como necessidade emocional.
• Desejo, erotismo e amor não são a mesma coisa.
• Fantasia, culpa e a ilusão de controlo.
• O ego ferido e a necessidade de validação.
• As marcas emocionais que ficam, mesmo quando tudo parece discreto.
Citação de Ouro
“O desejo não é controlável, mas pode ser pensado.”
🔗 Episódio com José Gameiro:
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O que é que as cores nos ensinam sobre comunicação, inclusão e responsabilidade social? Nesta conversa, Miguel Neiva explica porque a cor nunca é neutra: transporta significado, emoção, memória e poder. A partir da criação do ColorADD, fala-se de design como linguagem universal, da diferença entre estética e função e da urgência de comunicar para todos — incluindo quem não vê as cores como a maioria.
Entre semáforos, transportes públicos, hospitais, escolas e jogos, emerge uma ideia central: comunicar bem é tornar o mundo legível, acessível e digno para o maior número de pessoas possível.
• A cor como linguagem emocional e racional
• Design para servir pessoas, não egos
• Daltonismo, invisibilidade e perda de autonomia
• O ColorADD como código universal de inclusão
• Comunicação clara como dever cívico
Citação de Ouro
“O design não é para ser bonito. É para ser entendido.”
🔗 Episódio com Miguel Neiva:
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O que acontece quando a vida apaga a luz de forma definitiva? Nesta conversa profundamente humana, Ricardo Miguel Teixeira fala da perda total da visão aos 18 anos, do luto prolongado, da vergonha, do medo e da reconstrução lenta de uma identidade inteira. Fala-se de dor, mas também de humor, autonomia, corpo, linguagem e da diferença entre tolerar e aceitar.
Entre experiências duras e episódios inesperadamente cómicos, emerge uma ideia central: comunicar não é ter pena, é reconhecer o outro como pessoa inteira. E a cegueira não apaga a vida — obriga a reaprendê-la.
• O luto invisível depois de perder a visão
• Vergonha, autonomia e o simbolismo da bengala
• Humor como ferramenta de sobrevivência
• Comunicação, ajuda forçada e paternalismo
• Aceitação em vez de tolerância
Citação de Ouro
“Não é preciso ver para estar inteiro.”
🔗 Episódio com Ricardo Miguel Teixeira:
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Gastamos mal porque ganhamos pouco ou porque nunca aprendemos a lidar com o dinheiro? Nesta conversa clara e prática, Pedro Andersson desmonta a relação emocional que temos com o consumo, o medo de investir, a ilusão da segurança e a falta de literacia financeira que atravessa gerações.
A partir da sua experiência pessoal — da crise de 2008 ao nascimento do Contas-Poupança — fala-se de escolhas, prioridades, erros comuns, inflação, poupança, investimento e da ideia central de que o verdadeiro salário é aquilo que sobra no fim do mês.
• Porque gastar é fácil e pensar custa trabalho.
• A armadilha do “eu mereço” e do consumo por impulso.
• Poupança não chega: o impacto invisível da inflação.
• Investir sem medo, mas com informação.
• O tempo como o maior aliado do dinheiro.
Citação de Ouro
“O meu salário não é o que ganho. É o que sobra.”
🔗 Episódio com Pedro Andersson:
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Porque nos sabotamos no amor e na comunicação, mesmo quando queremos que resulte? Nesta conversa longa e esclarecedora, Andreia Vieira explica como as feridas da infância, o medo da rejeição e a falta de autoconsciência conduzem a padrões repetidos de autossabotagem nas relações. Fala-se de ansiedade, ciúme, silêncio, raiva, idealização e da dificuldade em confiar sem se perder.
Entre psicologia clínica, psicanálise e exemplos concretos do quotidiano, emerge uma ideia central: muitas relações falham não por falta de amor, mas por incapacidade de comunicar emoções difíceis de forma responsável.
• Autossabotagem como repetição inconsciente de padrões antigos.
• O impacto da infância e do vínculo no amor adulto.
• Medo da rejeição, abandono e solidão.
• Raiva, silêncio e comunicação destrutiva.
• Consciência emocional como condição para amar melhor.
Citação de Ouro
“Não é o outro que nos estraga as relações — somos nós quando não nos escutamos.”
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Não consegui parar de ouvir e quando acabei comecei outra vez.